66ª Sessão da Assembleia Geral da ONU - de 21 à 27 de setembro
Em conferência de imprensa de antecipação do debate anual da Assembleia-geral, que começa na quarta-feira, Ban Ki-moon afirmou que já confirmaram presença 121 chefes de Estado e de Governo dos quais 12 são mulheres.
Prevista para ocorrer entre 17 e 23 de setembro, a missão presidencial brasileira tem como objetivo a participação de Dilma Rousseff no debate geral da 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
Com toda essa movimentação da CIA, e a ida de Barack Obama para Denver em 27/09, não seria o momento e local ideal para um ataque de falsa bandeira?
RE: 66ª Sessão da Assembleia Geral da ONU - de 21 à 27 de setembro
Apesar da Assembleia ir até 27/09, os chefes de estado só participam dos 2 primeiros dias, a Dilma já retorna dia 23/07. Essa reportagem chamava atenção ao fato de Dilma ser a 1ª mulher a abrir a assembléia geral da ONU, por isso ser destacado que 12 chefes de estado são mulheres.
22-09-2011, 08:36 PM (Resposta editada pela última vez em: 22-09-2011 08:40 PM por JUVENCIO.)
RE: 66ª Sessão da Assembleia Geral da ONU - de 21 à 27 de setembro
22.09.11 | 18h15 Diplomatas deixam plenário durante discurso do presidente do Irã na ONU
Em protesto, delegações de EUA, França e outros países deixaram recinto.
Diplomatas deixam o recinto durante a fala do pres. do Irã
G1
Diplomatas dos EUA e de outros países ocidentais deixaram o recinto da Assembleia Geral da ONU nesta quinta-feira (22) durante o discurso do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
A delegação americana tomou a atitude logo após o presidente iraniano ter dito que os ataque do 11 de Setembro foram um "pretexto" para ofensivas americanas no Iraque e no Afeganistão.
Ahmadinejad disse que os atentados foram "misterioros" e afirmou que os EUA e seus aliados "encaram o sionismo como uma noção sagrada e uma ideologia".
"Usando sua rede de mídia imperialista, sob a influência do colonialismo, eles ameaçam qualquer um que questione o Holocausto e o evento do 11 de Setembro com sanções e ações militares", disse.
O líder iraniano também atacou durante o papel americano nos conflitos bélicos e na crise financeira e pediu que as principais potências ocidentais paguem indenizações pela escravidão.
Diplomatas de outras delegações saíram logo em seguida, liderados pelos franceses.
Mais tarde, a Casa Branca minimizou o discurso de Ahmadinejad e acusou o governo iraniano de maltratar seus próprios cidadãos de maneira "vil".
"O senhor Ahmadinejad tinha uma oportunidade para tratar das aspirações de liberdade e dignidade de seu próprio povo, mas preferiu se dedicar a fazer horrendos comentários antissemitas e divulgar teorias da conspiração", disse o porta-voz da missão americana, Mark Kornblau.
Foi uma postura coordenada pela UE para caso o presidente iraniano questionasse as nações europeias por seu 'apoio ao sionismo' e fizesse referência ao holocausto", declarou à France Presse uma fonte francesa.
As declarações de Ahmadinejad não são novidade. Ele havia feito discurso semelhante por ocasião dos 10 anos do 11 de Setembro, e também na Assembleia Geral da ONU do ano passado - o que provocou reação semelhante dos diplomatas ocidentais.