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A degeneração progressiva dos povos e das culturas
12-06-2019, 02:26 AM (Resposta editada pela última vez em: 14-06-2019 07:30 PM por Diakonov.)
Resposta: #1
A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Apesar da mistura dos povos e das culturas ser um fenômeno natural e inevitável, este tem suas consequências negativas. Nem sempre essa mistura dá certo e, de fato, na maioria das vezes resulta em aberrações fisiológicas ou culturais.

[Imagem: image-13234536433411.jpg]

A ilustração acima representa justamente o que penso que tem acontecido com os povos pelo mundo desde ao menos umas décadas atrás, ou há quase um século. As culturas e os povos se misturaram por fatores econômicos e disso resultou uma série de coisas ruins, desde surgimento de doenças crônicas em massa quanto na decadência do padrão cultural em vários países, sobretudo neste novo milênio.

Vou tentar ir desde lá dos tempos remotos até a atualidade, num resumo. Os primeiros povos humanos que migraram da África para os demais continentes foi o Homo erectus, segundo evidências arqueológicas. Ele certamente era originalmente negro e talvez ainda com alguma feição dos símios. Era basicamente um primata que andava em pé. Algo aconteceu, talvez mudanças climáticas, que fez com que houvesse necessidade desdes povos migrarem para outras regiões. Alguns grupos migraram para outras regiões na África, enquanto outros acabaram nos continentes próximos. Os povos que se mantiveram nas novas regiões com o tempo se isolaram do ancestral africano, dando aí origem aos grupos étnicos.

Um exemplo foi o neandertal, que era humano como o erectus mas adaptado ao frio severo e a uma alimentação mais voltada na carne (provavelmente foi o que também desenvolveu os genes que um dia serão os responsáveis pela obesidade) pois por causa do frio da Europa na época desenvolveram um mecanismo similar ao dos ursos, a tendência à retenção de gordura. Porém houveram grupos de neandertais que viveram no Oriente Médio e Cáucaso. Estes claramente desenvolveram características diferenciadas aos que viviam na Europa. Entre os próprios europeus surgiram diferenças entre neandertais que viveram ao norte e outros mais ao sul. Os mais ao norte eram loiros e ruivos, enquanto que os do mediterrâneo tinham pelo e olhos escuros. Não só isso mas certamente a alimentação dos que viviam mais ao norte era mais carnívora e os que viviam mais ao sul era onívora. Não só o clima é responsável por estas diferenciações, mas tenho certeza de que a alimentação teve um papel fundamental nisso, pois é fato que ela influencia muito no desenvolvimento entre as gerações.

Aliás, você não "é" aquilo o que come? E o que dizer de gerações inteiras comendo a mesma coisa?

Outro grupo teria surgido na Índia e outro nas regiões mais orientais como China e os Tigres Asiáticos. Quanto aos povos na Oceania, não creio que eram descendentes diretos dos erectus porque naquela época não existiam barcos ou canoas para chegar à Austrália, Nova Zelândia e demais ilhas. Muito tempo se passou, estes povos, agora isolados, se desenvolveram de forma que resultou em diferenças fenotípicas, fisiológicas e psicológicas (comportamentais) entre eles. Sim, os grupos étnicos são tão diferentes assim mesmo nos dias atuais. Aceite, é a dura realidade que merece ser tratada como ela é, e não com filosofias progressistas e multiculturalistas vãs. O futuro é racialista, já está evidente, segundo a reação de muitos povos hoje com as migrações em massa que andam ocorrendo.

A Europa será o palco desta nova tendência mundial.

Por falar em orientais, percebem como eles são bem diferentes dos negros e povos ocidentais? Se todos os povos fossem somente originários do sapiens, e não destas misturas de grupos antepassados, os povos hoje seriam muito mais parecidos. É só perceber como a fisionomia do negro é bastante diferente da do branco, assim como do oriental. Estou convicto de que isso é resultado de misturas mais profundas, e não somente questão do próprio sapiens ter se adaptado em ambientes distintos. Sim, acredito que o sapiens misturou-se com o neandertal e o erectus.

Cada grupo humano se isolou e desenvolveu seus pontos mais fortes e fracos.

[Imagem: kisspng-neanderthal-anatomically-modern-...256101.jpg]

1: Rota do sapiens; 2: Rota do neandertal; 3: Rota do erectus.

Foi então que surgiu o Homo sapiens e o mesmo aconteceu... Mudanças climáticas o levou a migrar para outras regiões. Este teria surgido segundo algumas matérias na região da Etiópia, sobretudo no Vale do Rift, quando ainda era um grande jardim (agora é apenas um deserto cheio de fósseis). Um grupo do sapiens permaneceu na África, se misturando aos demais povos descendentes do erectus, enquanto outros grupos migraram para os demais continentes. Diria que todos ou a maioria dos povos da atualidade são o resultado da miscigenação de descendentes do erectus com o novo sapiens. Quanto aos que vivem na Oceania, talvez tenha sido apenas após o cruzamento do sapiens com os povos orientais ancestrais.

Povo africano: Mistura dos descendentes do erectus com o sapiens.
Povo europeu mediterrâneo: Mistura do neandertal mediterrâneo com o sapiens.
Povo europeu nórdico: Mistura do neandertal nórdico com o sapiens.
Povo semita: Mistura do neandertal "árabe" com o sapiens.
Povo hindu: Mistura do erectus "hindu" com o sapiens.
Povo oriental claro (mais ao norte): Mistura do erectus claro com o sapiens.
Povo oriental escuro (mais ao sul): Mistura do erectus escuro com o sapiens.
Povo indígena norte americano: Descendente da mistura do erectus claro com sapiens.
Povo indígena sul americano: Descendente da mistura do erectus escuro com o sapiens.
Povo mesoamericano: Mistura entre os indígenas do norte e do sul.

Sobre os indígenas, já repararam como eles se parecem muito com os orientais, tanto na América do Norte quanto na América do Sul? Os antepassados deles teriam chegado nas américas pelo norte a pé ou por meio de barcos pelo oceano, sendo que estes que chegaram de barco teriam originado os povos indígenas do sul. Eles são parecidos entre si, mas há também algumas diferenças óbvias na aparência entre os do norte e o do sul. Me parece que os ancestrais dos índios do sul eram diferentes dos ancestrais dos índios do norte, há uma clara diferenciação.

A África é um dos continentes com maior diversidade de grupos étnicos negros, sobretudo numa região entre o Congo e o Zimbábue. Afinal de contas, foi o ambiente mais propício para o surgimento de vários grupos étnicos, dado a fartura de nutrientes, ao contrário de Europa, Oriente Médio e Ásia. A África, por ter sido a origem do ser humano, foi por isso o ambiente que mais o próprio humano se diversificou de forma mais imediata, em relação aos outros povos resultado das grandes migrações pelo mundo. E desde então os povos, com o passar de vários milhares de anos, foram se diferenciando entre si. Quanto mais distantes eram esses povos entre si (por exemplo, os negros dos orientais), maiores se tornaram estas diferenciações étnicas na aparência, fisiologia e comportamento. É inevitável e naturalíssimo.

Diferenças comportamentais entre as etnias? Sim, há estudos raciais que provam que, por exemplo, os negros tendem a reagir de forma diferente, em determinadas situações, em relação aos brancos ou orientais. Fato comprovado. Por exemplo, um estudo provou que os brancos tendem, quando vêem uma pessoa ferida no chão cheia de feridas, a se sentir no lugar deles, apesar de não estarem feridos, sentem como se estivessem e isso acaba levando a um comportamento de empatia, para socorrer aquela pessoa. Já os negros tiveram uma resposta emocional contrária. Foi um estudo feito com várias amostras. Há vários outros que mostram esse tipo de diferenciação comportamental. E eu ainda sou testemunha de que há muita verdade em tais estudos, por experiência com negros e pardos. Portanto não adianta progressista algum vir a mim e me dizer o contrário, porque vários estudos provam esse fato. Podem ser "racistas", mas ao menos são verdadeiros. Ainda vou chegar lá.

Sobre pureza racial. Não existe essa coisa de povos puros, todos os povos que existem atualmente são, ao meu entender, resultado da mistura de povos ancestrais que se espalharam pelo mundo, até mesmo os "arianos". Pode-se entender esta pureza não no sentido absoluto, mas num sentido mais cultural e como consequência desse isolamento longuíssimo entre os povos, aliás, por milênios não existiu comércio. Os povos só começaram a se misturar por motivos econômicos, quando alguns povos começaram a necessitar fazer trocas com outros povos (como os portugueses com os indianos, ou como os chineses e europeus pela antiga rota da seda). Mas isso só aconteceu muito tempo depois destes terem surgido. Não existe raça superior, como pregam os supremacistas brancos. Aliás, só existe uma raça, a raça humana, mas dividida em vários grupos que se diferenciaram a partir de três ancestrais, e estes que são humanos, sapiens, neandertal e erectus. Todos derivados, acho, que do Homo habilis que também era humano, assim como o australopiteco.

Estes primeiros grupos ancestrais, do ponto de vista genético, eram bem mais perfeitos que os povos da atualidade, tinham menos mutações nocivas. Ou seja, os povos da antiguidade não eram tão doentes como somos hoje. Diria que esses povos eram de certa forma mais puros que todos os de hoje, porque eram os originais, ainda mais o erectus e o sapiens em sua forma "pura". Até mesmo a Bíblia fala sobre isso, sobre personagens que viveram por mais tempo do que qualquer um nos tempos de hoje... Mas será que a causa de todas essas doenças, sobretudo as congênitas, são meramente fruto da alimentação e do estresse? Não, eu vou além... Digo que uma das principais causa disso é a miscigenação dos povos. E isso é algo que observei muito. A maioria dos casos de pessoas que nascem com alguma deficiência ou deformidade ou tendência a desenvolver problemas congênitos são justamente os mais miscigenados, não importa quais povos se cruzaram.




Misturar muito os grupos étnicos em poucas gerações resulta em mutações que nos levam a desenvolver deformidades ou doenças crônicas. E isso tem muito aqui no Brasil, já que é um dos países mais miscigenados. Não é toda a população que é, mas a maior parte sim. Se isso continuar, as gerações futuras aqui serão ainda mais doentes e sofrerão por causa de ideologias multiculturalistas de seus antecessores. Por isso que estudos raciais são muito importantes, para ao menos frear esse problema, fazer com que as pessoas tenham mais consciência das consequências negativas de toda essa mistura dos povos, ainda mais daqueles que se diferenciam muito. Para que talvez assim a população miscigenada reduza um pouco, justamente para conter essas mutações nocivas. Os que promovem a miscigenação não têm consciência do que estão fazendo com os povos pelo mundo. Estão denegrindo eles!

O politicamente correto pode parecer bonito, mas é como aquela história do rei que usou uma roupa invisível, e daí chega alguém e diz que está nu. Ou então é como você viver sentindo dor numa parte do corpo, mas que ainda assim a ignora porque não lhe é um problema conveniente. E com o tempo vêm as consequências imprevistas. A consequência imprevista é o que está acontecendo hoje na Europa e os muitos casos de criminalidade em países com maior miscigenação ou com maior população de pessoas pardas (miscigenados mais para o negro). A realidade é dura mas tem que ser dita. A natureza é racialista e é melhor para ela que cada grupo humano evolua independentemente, sem se cruzar. Pois quanto maior for este cruzamento pelo sexo, maior será a degradação das gerações futuras, da configuração genética delas, cheias de mutações nocivas nivelando qualidades para baixo.

Eu mesmo, tenho ancestralidade espanhola e italiana e o que isso resultou? Num menino que teve atraso na fala, teve que usar aparelho bucal por anos, tende a engordar desde pequeno e ainda teve que usar óculos por causa de miopia e astigmatismo, além de outras complicaçõeszinhas que me levaram a fazer algumas cirurgias e uma mais dolorosa. Sou a primeira testemunha do fato que a mistura entre povos distintos pode resultar em mutações que nos levem a ter deformidades ou problemas congênitos, e alguns que podem requerer cirurgia. Essas coisas afetaram minha vida de forma profunda. Mas infelizmente não há uma profilaxia que evite a miscigenação, pois é vista como racismo. E dá nisso.

Também disse que sou testemunha de convívio com pardos e negros. E sempre observei em colegas assim, desde o primário, que estes tendem a ter comportamento mais rebelde e agressivo com outros colegas e professores. Eu mesmo tive um amigo que morava num mesmo prédio que eu, no apartamento do zelador que ficava na cobertura. Apesar desta amizade, e me lembro bem, ele era bem malcriado com os pais e causava problemas na escola que meu pai permitiu que ele estudasse, pois a família dele não tinha dinheiro para isso. E até pagou natação. E minha mãe ajudava ele nos estudos de vez em quando. Minha família naquela época financiava estas coisas a ele e por causa disso teve até que uma vida boa. Ainda assim agia como delinquente e tinha muita dificuldade nos estudos. Tinha vários problemas de saúde e necessitou usar aparelho bucal e óculos.

Ele era filho de um pai negro e uma mãe mulata mais branca. Depois de muito tempo sem contato com ele, fiquei sabendo que virou chefe de boca de fumo. Ele, assim como muitos negros e pardos, tem esse tipo de perfil que ou os levam à morte ou os levam à prisão. É fato contestado. A maioria dos carcerários e dos que cometem crimes hediondos têm estas características. Já a maioria dos meus colegas brancos tinham um comportamento mais educado e evitavam se meter em confusão. Os pardos e negros eram os que sempre mais causavam desentendimentos e confusão na escola. Percebo neles maior dificuldade intelectual e no controle emocional. Não que todos sejam assim, mas a maioria tende a ser assim. E tenho certeza que muitos aqui vivenciaram esse tipo de situação, no trabalho ou nos tempos de escola.

Não existe "raça" superior ou inferior, todas tem suas qualidades diferenciadas, mas misturar elas de forma que os genes, ao acaso, se misturem, não costuma dar bons resultados práticos. O certo seria talvez se a miscigenação fosse feita em laboratório, daí sim, seria possível ter um controle sobre quais genes deverão ser ou não selecionados, para a geração do ser humano "perfeito". Somente assim sou a favor desta miscigenação e seria o ideal. Mas essa que ocorre aleatoriamente entre os povos, promovida por uma cultura multiculturalista decadente, de forma nenhuma! Nossos filhos ainda poderão sofrer muito por causa desse descuido! Aliás, desde criança já estranhava o cruzamento inter-racial. Se for para eu ter um filho, ele deverá se parecer comigo e ser resultado de uma mulher que, de certa forma, contraponha os meus genes nocivos. Ou seja, deverá ser uma mulher branca, magra e saudável. Não quero que meu suposto futuro filho passe por problemas similares aos que tive.

Mais uma coisa sobre essa mistura étnica. Além de problemas físicos, isso pode resultar na diminuição da inteligência. Ou seja, o Brasil é em grande parte um povo idiotizado não só por causa da péssima qualidade de educação, por falta de oportunidade ou até pela péssima alimentação, mas por causa desse aspecto da miscigenação. Ela afeta nossa capacidade de processar informações. Esse é outro daqueles fatos provados por meio de estudos raciais. É, a vida é assim! O miscigenado ele não terá nem o melhor do negro e nem o melhor do branco. Ponto. Ele será sempre como um vira-lata, um mais ou menos. Nem bom nem ruim, nem frio nem quente, mas morno. E isso é péssimo. E depois esse miscigenado vai se cruzar com outros miscigenados e estas qualidades com o passar das gerações vão diminuindo, até resultar numa regressão da espécie humana. Por isso que sou contra a ideia do mundo inteiro ser miscigenado. Pois iremos perder estas qualidades. Não é propriamente uma soma de qualidades, mas uma nivelação, tendendo sempre à diminuição com o passar das gerações, se elas forem muito miscigenadas.

Qual a solução prática e profilática para o problema da miscigenação, para a contenção de mutações nocivas em gerações futuras? Ao contrário dos supremacistas, tenho outra solução. Ao invés de proibir pessoas de diferentes grupos étnicos a procriar, seria interessante se algum futuro governo racialista brasileiro encorajasse pessoas a não se misturarem tanto sexualmente com pessoas de grupos étnicos mais distintos ao delas, através de um benefício dado pelo governo como forma de contrato. Isso é bem melhor do que sair perseguindo ou matando pessoas por aí, como fez Hitler... Aliás, esse foi um dos maiores erros dele, fez com que o mundo ficasse contra ele, por causa de suas políticas genocidas. O que proponho aqui é apenas uma política de isolamento étnico voluntária, e não algo imposto à força. Vocês sabem que sou contra políticas violentas ou autoritárias. E para aquele que burlou o contrato com o governo, perderia o benefício para sempre.

O ideal, pelo que vejo, já que essas miscigenações dão errado (o que explica a primeira ilustração), é que os povos meio que voltassem às suas origens étnicas, procurando procriar apenas com aqueles que lhe são mais parecidos, de forma que todos os grupos étnicos "voltem" como antigamente, de certa forma mais "puros" e saudáveis. Não precisa que as pessoas de grupos distintos se isolem socialmente (isso seria realmente desumano e racista), basta apenas algo que as encoraja a não se procriarem desta forma. Sem violência, perseguição, censura, nada dessas coisas que me dão asco. Um racialismo não tão racista assim...

Algo tem que ser feito para evitar que essas mutações nocivas continuem afetando gerações futuras através de uma miscigenação desenfreada. A ciência sozinha não dará conta!

Para finalizar sobre as culturas, que é também parte do assunto. Assim como a miscigenação étnica por procriação resulta nesse desgaste genético que levará as futuras gerações a terem maiores problemas de saúde e até psicológicos, a mistura das diferentes culturas pelo mundo afora na maioria das vezes resulta na decadência delas mesmas. Um exemplo típico foi a americanização do mundo todo. Talvez em algum ou outro ponto algo tenha melhorado, mas no geral, isso só deturpou várias culturas. A própria cultura brasileira, que já foi algo melhor no passado, em função dessas misturas, virou o lixão que se tornou hoje. As próprias músicas brasileiras no passado já foram melhores, hoje em dia é esse funk ou rap lixo. A Europa hoje virou um caos cultural por causa dessa nova onda migratória. E muitos países estão prestes a perder totalmente sua identidade cultural. A Suécia é o caso mais notório. Paris hoje virou um lixão e agora a Itália está prestes a regressar ao estilo Mussolini como resposta a essas agressões culturais.

É isso que tende a ocorrer ao longo prazo. As pessoas vão tolerando até chegar o dia do basta, e então um governo fascista. Espero que nunca aconteça aqui! Já pensou surgir um novo Getúlio Vargas? Hmm... melhor não. Ou pior, uma espécie de hitler brasileiro...

Assim como minha proposta para os grupos étnicos, a saída que vejo para isso nem é isolamento cultural, como nacionalistas ou fascistas pregam, mas apenas um projeto de maior investimento no desenvolvimento e valorização daquilo que é genuinamente do próprio país, assim como no desenvolvimento de elementos novos para a cultura nacional sem ser apenas macaco de imitação como andamos fazendo... Esta para mim soa como uma solução dos elementos culturais perfeita. O futebol, por exemplo, não é realmente daqui, mas da Inglaterra... São coisas assim que nos fazem valorizar mais o que há fora do que o que há aqui. Eu preferiria mais jogar peteca... Não tem todo esse clima agressivo do futebol. Alguns falam que a cultura africana é inferior, mas acho que ela é boa suficiente para as culturas originais de lá. Já aqui virou uma zorra total! Um país sem identidade cultural própria é bem ruim! Acabará estando sempre fadado a desaparecer algum dia.

Só não dá mais para levar o multiculturalismo a sério, não é mais solução, é PERIGO!

Portanto concordo com o homem que disse que ia dar aquele problema e que teria que dar um passo para trás de volta às suas origens, para depois progredir novamente, sem cometer os deslizes de antes. Tem que ser feito antes que seja tarde demais! Undecided
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12-06-2019, 03:03 AM (Resposta editada pela última vez em: 12-06-2019 03:05 AM por Bogoton.)
Resposta: #2
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Mistura de raças provocando problemas genéticos e diminuição da inteligência?
Como é que é o negócio?
O texto está defendendo a "pureza racial"? Coisa perigosa.
E foi provado que geneticamente que raças humanas existem?
E a alegada pobreza genética (em termos de variação) humana?

Citar: Só não dá mais para levar o multiculturalismo a sério, não é mais solução, é PERIGO!

Esse texto não fica atrás no quesito perigo.
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ruicoelho (12-06-2019)
12-06-2019, 01:08 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-06-2019 02:48 PM por Diakonov.)
Resposta: #3
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Putz, eu já deixei claro que não existem raças humanas, apenas uma única raça humana, dividida em grupos distintos que se desenvolveram de forma independente. Se isso não tivesse ocorrido, todos os povos seriam muito similares, não haveria, por exemplo, toda essa diferenciação fenotípica gritante. Também disse que não existe essa coisa de raça pura, pois o texto deixa claro que somos descendentes de uma mistura de povos ancestrais. Quando povos distintos se misturam, não ocorre uma soma total de suas características mais fortes, elas tendem a se nivelar, e a cada nova geração de miscigenados, ou seja, se tivermos um pai e uma mãe altamente miscigenados, essa nivelação tenderá a ser ainda mais forte. Não há propriamente uma melhora. E é fato que a maioria dos miscigenados desenvolvem algum problema relacionado a essa mistura de ancestralidades, que resulta em mais mutações (doenças). Se não entendeu, releia o texto, porque está tudo mastigado nele.

É assim, quanto mais povos com diferentes configurações genéticas se cruzam, maior a tendência a isso resultar numa mutação ruim e esta passar para as demais gerações. Muito raramente ocorrerá uma mutação que lhe seja benéfica. Já se os povos se cruzam apenas entre eles mesmos, essa probabilidade de ocorrer tais mutações é menor, a configuração genética será mais estável, porque é resultado de uma carga genética similar entre pai e mãe. Minha preocupação aqui não é com questões humanistas, mas sim com a saúde dos povos futuros. E percebo que essa miscigenação toda que tem aqui e está começando a ter no continente europeu por tais migrações não é coisa boa não. Os índices de violência estão aumentando e o padrão cultural está decaindo, justamente por causa destas misturas todas. Ignorar estes fatos por uma causa humanista e multiculturalista me dá asco, é como você negar um grave problema porque lhe é inconveniente. Mas para mim basta disso.

Sim, o multiculturalismo não é mais uma solução boa, e os fatos estão aí pelo mundo, é só pesquisar. Temos que ser mais realistas, e parar com esse negócio de ideologia, que é o que está ferrando com os povos. Paz e amor, neste mundo, só se aplica em poesias e só é uma realidade para pessoas sonhadoras, mas sempre haverão diferenças e conflitos, é inevitável. Grande parte da população mundial vive numa bolha ideológica e não percebe a realidade como ela é e como deve ser tratada. Os povos ainda não estão bem preparados para lidar com este fato e por isso preferem um politicamente correto que, a meu ver, só piorará o problema ao longo prazo. Não é só eu que critica o multiculturalismo, muitos pelo mundo estão despertando e percebendo que este não é mais o melhor caminho. Não falo só de procriação entre grupos étnicos distintos, mas sobre outros assuntos como feminismo, por exemplo, que é dessa mesma laia que abraça o multiculturalismo e globalismo.

Igualitarismo é outro exemplo. Isso é pura utopia, porque o mundo não foi feito para ser igualitário. Se fosse assim todos os povos já seriam iguais entre si, todos teriam mesma aparência, comportamento, seríamos como robôs fabricados iguais. Mas não é o que ocorre, estas diferenças devem ser aceitas, mas infelizmente muitos sonhadores que seguem a receita marxista não querem aceitar isso e nosso país está envenenado por tais ideologias. Que os povos devem ser respeitados como são, e não sair misturando tudo por uma causa igualitária impossível e nociva até. Há um tempo atrás ainda abraçava estas causas, mas percebi a dura realidade, que eu estava agindo como um sonhador fraco preso a uma causa que era reflexo de minhas fraquezas pessoais, e foi então que percebi e acordei para a real. Que o certo seria eu agir como uma pessoa forte e realista, aceitando o mundo como é, os povos como são, diferentes entre si e respeitar essas diferenças, mantendo estas diferenças como são.

Isso é simplesmente aceitar essas diversidades e ser maduro. O multiculturalismo é o oposto disso, é misturar tudo de forma que resulte numa zorra total, sem identidade própria. E isso é algo que, ao menos para mim, é claramente nocivo. O mundo todo ser como o Brasil? Não, obrigado, pois é justamente isso que impede o brasileiro se valorizar e avançar, o complexo de vira lata.

Pelo que fiquei sabendo, Portugal é um dos poucos países ainda seguros para se viver, longe dessa migração em massa, assim como talvez a Irlanda, Islândia e Finlândia. São culturas que gostaria que se mantivessem como são até agora, sem a influência muçulmana. Acredito que o nacionalismo é a melhor solução para tais países ainda intactos, enquanto ainda é tempo. Acredito que a União Européia só trouxe problemas para tais países, tanto que ela tende a ruir cada vez mais. Brexit é um exemplo. A União Européia tem que acabar de vez. Até porque não existe na prática Europa, mas Portugal, Espanha, França, Alemanha, Itália, Noruega, Grécia, etc. Tem que acabar porque ela é justamente um instrumento da NOM. A Europa quase virou um país totalitário socialista e islâmico.

O multiculturalismo e igualitarismo são nocivos porque facilita o surgimento de um único governo mundial e é um dos planos da NOM! Misturar todos os povos, culturas, religiões e moedas numa única coisa só... Já se os povos se mantiverem distintos entre si, isso vai dificultar bem mais essa implementação globalista. O Brasil é como um laboratório dos globalistas, um laboratório social. O mundo despertou contra esse multiculturalismo nocivo e governos nacionalistas estão surgindo por aí, como resposta contra o globalismo. E é bem provável que algum dia seja a vez do Brasil acordar de seu sonho multiculturalista

Resumindo, abraçar multiculturalismo, igualitarismo e globalismo é abraçar as causas da NOM! É estar ao lado do inimigo comum de toda essa nossa comunidade.
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Anonymous_T.ron (13-06-2019), ruicoelho (13-06-2019), WithoutDoctrine (13-06-2019)
12-06-2019, 05:28 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-06-2019 05:30 PM por ULTRON.)
Resposta: #4
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Eu não sei se a mistura na questão genética é prejudicial ou não, contudo, sou contra o multiculturalismo no que se refere a questão de destruir culturas ancestrais. Espero que os povos possam preservar pelo menos parte de certas tradições, seja na arquitetura, vestuário, comida, música.

O Japão por exemplo, apesar de ser moderno, ainda consegue preservar alguma coisa da cultura tradicional.


[Imagem: 13a3089d6cd5604f729a9e23cef741ee.jpg]



[Imagem: Japanesehouse-digitalizado-07.jpg]



[Imagem: 01-salonjap.jpg]



[Imagem: a48cf01fb45f5c123e6a3cecfb69cbf9--japane...brides.jpg]


[Imagem: kimono-fotos.jpg]







O Rio Grande do Sul preserva muito a tradição gaucha, seja na música, comida, e roupas. Eu acho muito legal isso. O nordeste também é bastante rico e com tradição.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_da..._do_Brasil

Essa dicotomia. Essa briga de esquerda e direita, ela é um instrumento fantástico nas mãos do poder que nos domina. ” Dr. Adriano Benayon
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12-06-2019, 06:47 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-06-2019 06:51 PM por Diakonov.)
Resposta: #5
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Citar:Eu não sei se a mistura na questão genética é prejudicial ou não, contudo, sou contra o multiculturalismo no que se refere a questão de destruir culturas ancestrais. Espero que os povos possam preservar pelo menos parte de certas tradições, seja na arquitetura, vestuário, comida, música.

Isso que você disse é muito importante, preservar estas tradições não é só questão de honrar nossos antepassados, mas é uma forma importante em dificultar a agenda da NOM. Mas só isso não é suficiente. A preservação genética dos povos é de igual importância, pois a mistura étnica é também parte da agenda da NOM. Tudo o que os globalistas querem é que nos misturemos, tanto em termos étnicos quanto culturais, de forma que futuramente as pessoas não tenham mais referências de identidade nacional ou étnica. E quando isso acontecer, nada mais poderá parar a NOM! Como você mesmo disse uma vez, nacionalismo é a solução, e agora mais do que nunca, tenho que concordar com isso.

A questão agora é como deverá ser esse nacionalismo... Um regime autoritário e totalitário, ou um regime mais democrático mas que dê mais prioridade ao que há em nosso país do que há fora dele. Não significa isolamento, mas sim em programas governamentais que dariam mais proteção à cultura local e às nossas indústrias. Privatização de estatais só em parte. Se caso determinada empresa só dê prejuízo, daí privatiza ela toda, caso contrário, pública. Mas somente para as estatais. E o governo investir no surgimento de empresas privadas nacionais. No caso das estatais, nenhuma delas poderia ser monopólio de nada. E nem por concessão, teria que permitir livremente que empresas privadas nacionais produzam coisas similares.

Mas daí vão dizer... Ah, mas os petistas defendem justamente isso! Não, isso tudo que eles falam de nacionalismo é apenas fachada, eles são apenas bandidos que enganaram o povo por mais de uma década. A própria agenda deles só levou o Brasil mais para o poço!
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Marck Vini (12-06-2019), WithoutDoctrine (13-06-2019)
12-06-2019, 08:35 PM
Resposta: #6
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
(12-06-2019 06:47 PM)Diakonov Escreveu:  
Citar:Eu não sei se a mistura na questão genética é prejudicial ou não, contudo, sou contra o multiculturalismo no que se refere a questão de destruir culturas ancestrais. Espero que os povos possam preservar pelo menos parte de certas tradições, seja na arquitetura, vestuário, comida, música.

Isso que você disse é muito importante, preservar estas tradições não é só questão de honrar nossos antepassados, mas é uma forma importante em dificultar a agenda da NOM. Mas só isso não é suficiente. A preservação genética dos povos é de igual importância, pois a mistura étnica é também parte da agenda da NOM. Tudo o que os globalistas querem é que nos misturemos, tanto em termos étnicos quanto culturais, de forma que futuramente as pessoas não tenham mais referências de identidade nacional ou étnica. E quando isso acontecer, nada mais poderá parar a NOM! Como você mesmo disse uma vez, nacionalismo é a solução, e agora mais do que nunca, tenho que concordar com isso.

A questão agora é como deverá ser esse nacionalismo... Um regime autoritário e totalitário, ou um regime mais democrático mas que dê mais prioridade ao que há em nosso país do que há fora dele. Não significa isolamento, mas sim em programas governamentais que dariam mais proteção à cultura local e às nossas indústrias. Privatização de estatais só em parte. Se caso determinada empresa só dê prejuízo, daí privatiza ela toda, caso contrário, pública. Mas somente para as estatais. E o governo investir no surgimento de empresas privadas nacionais. No caso das estatais, nenhuma delas poderia ser monopólio de nada. E nem por concessão, teria que permitir livremente que empresas privadas nacionais produzam coisas similares.

Mas daí vão dizer... Ah, mas os petistas defendem justamente isso! Não, isso tudo que eles falam de nacionalismo é apenas fachada, eles são apenas bandidos que enganaram o povo por mais de uma década. A própria agenda deles só levou o Brasil mais para o poço!

O Brasil, querendo ou não, é um país multiétnico por excelência. Congregamos diferentes etnias, primeiro pelos índios, depois na sequência pelos portugueses, africanos, outros povos da Europa e asiáticos. Em que pese, dentro do próprio Brasil existirem cidades, muitas vezes, com predomínio de determinada etnia. Por exemplo, Pomerode- SC ("a cidade mais alemã do Brasil"), ao qual deve ter uns 90% da população de origem germânica.

Sobre a questão do nacionalismo, me agrada um pouco o integralismo, no que tange este ser adepto da Doutrina Social da Igreja Católica, e anticomunista e antiliberal. Eu penso oposto do FHC, que defende a teoria da dependência. Para mim, quanto menos um país depender de politicas externa, melhor. É preciso buscar a auto -sustentação. O problema é que já destruíram as industrias do país, deixando as multinacionais pisarem aqui, bem como assinaram o Acordo TRIPs (propriedade industrial), e endividaram o país.

Por falar em dívida pública, o Bozo vai deixar o país mais endividado ainda com aquele crédito suplementar que foi aprovado, isto é, o governo vai ter que emitir títulos públicos.

https://auditoriacidada.org.br/governo-q...estidores/

Essa dicotomia. Essa briga de esquerda e direita, ela é um instrumento fantástico nas mãos do poder que nos domina. ” Dr. Adriano Benayon
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Fire Fox (13-06-2019), WithoutDoctrine (13-06-2019)
12-06-2019, 09:06 PM
Resposta: #7
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Citar: Putz, eu já deixei claro que não existem raças humanas, apenas uma única raça humana, dividida em grupos distintos que se desenvolveram de forma independente. Se isso não tivesse ocorrido, todos os povos seriam muito similares, não haveria, por exemplo, toda essa diferenciação fenotípica gritante. Também disse que não existe essa coisa de raça pura, pois o texto deixa claro que somos descendentes de uma mistura de povos ancestrais. Quando povos distintos se misturam, não ocorre uma soma total de suas características mais fortes, elas tendem a se nivelar, e a cada nova geração de miscigenados, ou seja, se tivermos um pai e uma mãe altamente miscigenados, essa nivelação tenderá a ser ainda mais forte. Não há propriamente uma melhora. E é fato que a maioria dos miscigenados desenvolvem algum problema relacionado a essa mistura de ancestralidades, que resulta em mais mutações (doenças). Se não entendeu, releia o texto, porque está tudo mastigado nele.

É que as vezes, por mais que se mastigue, a coisa continua indigesta, Diakonov. Olha só nesse mesmo parágrafo, onde você afirma que não existem raças humanas e que somos uma mistura de povos ancestrais. No seu texto anterior há a defesa de que somos descendentes de várias misturas de, não apenas vários povos, mas de pelo menos três espécies diferentes de hominídeos: Homo sapiens, Homo erectus e neandertalenses. Você quer falar em espécies se misturando (o que é sempre problemático para a própria definição do termo espécie) mas não quer falar em raças?
Você quer defender as desvantagens da miscigenação já a partir desse ponto longínquo do passado hominídeo? Complicado se responder sim, pois, no caso do cruzamento com os neandertais , o que sobrou do cruzamento com eles está por volta de 2% do DNA em europeus, asiáticos, oceânicos e americanos atuais; pelo jeito, nada nos africanos “puros”. É bem pouco e estudos mostram que tal presença pode ser mais benéfica do que maléfica.
Naturalmente, alguns contestam até mesmo esses 2% e a tal miscigenação.
Ou você quer defender os perigos da miscigenação só em tempos mais recentes?
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ruicoelho (16-06-2019)
Canudos Ecológicos Tudo Saudável
12-06-2019, 11:02 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-06-2019 12:02 AM por Diakonov.)
Resposta: #8
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Mas aí é que tá, estas "espécies" nada mais são do que grupos humanos distintos, como as nossas etnias, só que de uma forma mais profunda. Mas ainda são humanos, desde o australopiteco. E o ser humano, daqui a milênios, não será mais o mesmo sapiens que conhecemos hoje, mas ainda assim continuará sendo humano, pela essência genética, desde que os cientistas não acabem misturando nosso genoma com de outros animais. O sapiens, neandertal e erectus tem suas diferenças, mas geneticamente falando, são diferenças leves e no grosso ainda têm a mesma carga genética de mesmo ancestral humano. Diríamos que essas diferenças entre nossos ancestrais e os grupos étnicos atuais são bem menores do que se comparados ao gorila, chimpanzé e bonobo. Então é isso, todos os grupos humanos, desde o australopiteco, são humanos, mas o ser humano em si descendeu de um ancestral primata desconhecido. Já os demais primatas, apesar de estarem no mesmo grupo de primatas, aí sim são espécies distintas! Ou seja, o ser humano é humano desde o primeiro ancestral humano! Wink

Você disse 2% de DNA neandertal, mas ainda assim isso tem um efeito. Acho que isso pode variar entre os povos que vivem na Europa e Ásia Central. Sabe essa configuração do azão e azinho? AA BB (negro), AA Bb ou Aa BB (mulato escuro), AA bb ou Aa Bb (mulato médio), Aa bb ou aa Bb (mulato claro), aa bb (branco). Essa configuração tem sua origem no cruzamento destes nossos ancestrais distantes. Não é só a cor de pele que muda, mas fisionomia, fisiologia e comportamento. As diferenças são pequenas, mas existem e fazem diferença em várias situações na vida de uma pessoa. As pessoas geralmente acham que se trata apenas de cor de pele, mas estes genes têm também relação com o resto. E tenho certeza de que vários outros genes estão envolvidos no que caracteriza os grupos étnicos, não só azão e azinho. Ou seja, se você é branco ou negro, não são apenas estes genes que vão se diferenciar, outros estarão envolvidos. Porque se fosse só cor de pele, pense um pouco, o formato da cabeça do branco seria idêntico ao do negro e do oriental, assim como a espessura óssea (o negro tem ossos mais fortes que o branco).

Ou seja, mais genes estão envolvidos, não só o da cor de pele. Esse exemplo que aprendemos na escola é só para os leigos, o beabá. Outro exemplo de que mais genes estão envolvidos é que há doenças que afetam mais um grupo étnico do que outro grupo e esta é uma grande evidência de que de fato os grupos são mais diferentes do que se prega por aí (sabe como é, politicamente correto).

São todos humanos, mas as diferenças genéticas entre os grupos é maior do que se pensa. E isso na prática e no dia-a-dia é bastante óbvio.

Citar:Ou você quer defender os perigos da miscigenação só em tempos mais recentes?
Sim, hoje em dia a miscigenação está mais perigosa, porque como disse, se misturar vários grupos humanos em poucas gerações, isso vai favorecer o surgimento de mutações, que são em sua maioria mais nocivas que benéficas, que são as que causam deformações e doenças crônicas e o Brasil está cheio de casos assim (como problemas oculares, bucais, tendência a diabetes, obesidade, hipertensão e outros problemas crônicos). Fora a questão que tratei da nivelação dos caracteres genéticos, que tende a diminuir os genes bons e aumentar os ruins numa média mais ou menos equilibrada. Mas no fim saímos perdendo mais do que ganhando com isso. É só pensar no vira-lata. O vira-lata geralmente não é saudável, costuma ter a boca e os dentes tortos e não tem o melhor de cada grupo étnico canino. Sai perdendo. Algo similar acontece em humanos.

Sim, este é um assunto racialista, mas não necessariamente racista. Racismo em seu sentido original, e não nesse sentido tosco progressista é uma pessoa ser discriminada por causa de seu grupo étnico, por exemplo, ser agredida, não poder entrar em lugares e não conseguir emprego por causa disso. Isso é que é racismo! Já falar nas diferenças entre os grupos étnicos e debater isso, é racialismo. Não me considero uma pessoa racista, mas sou racialista e defendo minha ancestralidade e pretendo preservar esta linha me casando apenas com alguém que seja mais ou menos parecido comigo (no sentido de ter filho com essa pessoa), e não há problema algum nisso, é natural. Criminalizar isso seria estar me forçando a abraçar a causa do multiculturalismo, que acho absurdo e perigoso pelas coisas que disse até agora. Posso fazer amizade e até tive amigos miscigenados ou de grupos étnicos diferentes do meu, mas para casar e ter filho, não, só se for branco. É a minha regra.

O racialismo é natural e necessário. Já racismo, este deve ser combatido e é ruim. Wink

O que eu critico nos grupos supremacistas não é porque são racialistas, mas por serem racistas. Eles misturam os dois numa coisa só e isso é perigoso. O problema é quando o racialismo se funde ao racismo, aí teremos um hitler da vida. Mas se você consegue ser racialista sabendo respeitar o espaço dos demais grupos étnicos, então não me parece ser um problema. Não odeio negro, japonês, indígena ou semita por serem assim! Aliás, eu até acho natural existirem essas diferenças. Seria esquisito se todo mundo fosse igual. Só não concordo quando há mistura genética entre eles, sobretudo quando ocorre várias misturas em poucas gerações. É problema na certa.

Se no Brasil restasse apenas a população branca, sem os negros e indígenas, nosso país perderia uma boa parte de sua própria identidade cultural e seria péssimo. Por exemplo, a Bahia cuja população negra é de uns 90% deixaria de ser Bahia e a cultura afro do nordeste desapareceria. Sad

Vou revelar um tipo de experiência que tive. Desde criança, em alguns momentos raros, já sonhava com uma entidade que, nos sonhos, aparecia como uma mulher branca, de olhos claros, loira e cabelo levemente ondulado. Tinha uma feição fina, era magra e bem bonita por sinal. Na maioria das vezes aparecia vestida com aquelas típicas roupas nobres da idade média, como se fosse uma princesa ou algo do tipo. Tomei ela como padrão de beleza e como o tipo ideal para casar, como que se estivesse me indicando que a devo buscar de alguma forma. Pode ser que seja, talvez, uma pessoa específica e que esteja vivendo entre nós agora. E ainda tenho esperanças em achá-la. Se não, então que seja alguém parecido com ela. A minha indignação com o Brasil é que pessoas do tipo dela são mais raras de se achar. Em minha cidade tem alguns bairros com maior predominância de brancos... Pode ser que ela esteja num deles... Se for real, claro! Big Grin

Sempre me imaginei casando com alguém similar a ela e não abro mão disso de jeito nenhum.
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13-06-2019, 11:11 PM (Resposta editada pela última vez em: 15-06-2019 07:10 AM por jonas car.)
Resposta: #9
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
É quase como se eu estivesse lendo um texto do Francis Galton.

Bom salientar apenas(porque foi dito, mas de forma sublime) que "raças" apuradas também mostram diversas falhas genéticas, problemas congênitos, certas doenças imunes, alergias acentuadas, baixa resistência a certos elementos, etc. Isso é fácil de comprovar em tribos indigenas, japoneses, indianos, russos, certos povos africanos e tantos outros.
Ter uma "raça pura" não é sinônimo de superioridade.

Quanto a outros critérios mais subjetivos, como ser um idiota ou ser intelectualmente menos desenvolvido, tenho plena certeza que não está ligado à "raça" mas muito mais ao histórico do individuo.
Conheço brancos, descendentes de alemães que são inferiores em lógica a negros.
Conheço brancos de origem italiana que são superiores a brancos de origem portuguesa.
Tbm ja vi o inverso.
Conheci nisseis que eram péssimos em matemática/fisica e fugiam do esteriótipo.

Desenvolvimento intelectual tem relação com aptidão, alimentação na infância, gestação, exposição à doenças durante crescimento, circulo social, dentre tantas outras coisas.

Genética é importante?
Claro. É fundamental.
Mas não determina o resultado da equação. É apenas a base de algo a ser construído.


A genética é importantíssima e eu concordo com esse ponto do tópico, mas sustento que a cultura é diversas vezes muito mais eficiente.
O problema do tópico é que você misturou a ideia de "raça" e "cultura".

Um exemplo simples são os mongóis que mesmo tendo perfil genético muito similar à algumas etnias dentro da China possuem cultura muito, muito distinta.

Por falar nisso, recentemente vi um estudo sobre sumérios no Brasil, sobre os estudos do Frei Fidelis e sobre uma rocha com escritos que possuem caracteres fenícios e que não são estudadas "apenas" porque estão submersas numa represa hidroelétrica num estado do Sul brasileiro.

Sabemos bem que muitos eram os povos da A. do Sul e que muitos tinham cultura muito desenvolvida, tratando-se de muito mais que indios comendo mandioca.
Se eram misturados com sumérios, onde fica a pureza de raças ai?

Outra coisa relevante é que no incêndio do Museu Histórico Imperial nesse ano perderam-se centenas de acervos incluindo tapeçaria fina milenar dos povos antigos das Américas, que só é encontrada similarmente entre povos antigos asiáticos.
Na minha opinião, são pequenos fatores que fizeram certos povos tenderem a um lado desenvolvido e não para outro.
Um doença pode ter feito toda diferença. Um einstein indígena morto e a humanidade toma outro rumo.

"Não seja tolo, o mal prevalece contra a ingenuidade.
Seja astuto como a serpente e sem malicia como as pombas!"

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ruicoelho (16-06-2019)
14-06-2019, 01:40 AM (Resposta editada pela última vez em: 14-06-2019 01:58 AM por Diakonov.)
Resposta: #10
RE: A degeneração progressiva dos povos e das culturas
Esqueci de dizer que mesmo que só reste 2% do DNA original do neandertal em alguns povos brancos, diria que a maior parte dos genes do neandertal fez com que os genes antes dominantes no sapiens de tornasse recessivo naqueles que se cruzaram com o neandertal, formando as populações brancas. Os atuais genes recessivos em alguns povos são a principal contribuição dos neandertais ao sapiens. E uma das consequências desses genes recessivos foi o aumento da inteligência em tais povos, ao menos determinados tipo de inteligência. Mas esse aumento é relativo, pois até mesmo certos indivíduos negros podem ter um QI mais alto que a média. Um exemplo é aquele astrofísico Neil deGrasse Tyson.

O que realmente diminui esse QI para uma média é quando o pai ou a mãe tem um gene que favorece essa inteligência, mas na maioria das vezes o filho não herda esse gene, ainda mais se o outro parceiro não tiver essa mesma carga genética. Já se ambos tiverem esse mesmo gene, a chance do filho ser talvez ainda mais inteligente seja maior. Por exemplo, Einstein era muito inteligente, assim como sua esposa lá da sérvia mas esta também tinha genes relacionados a problemas mentais de ordem emocional, e acabou que o filho não herdou esse gene do pai mas herdou o gene ruim da mãe, que o levou a se tornar um esquizofrênico. Einstein se casou com uma eslava e ele era do tipo asquenaze.

Se talvez o Einstein se casasse com uma parceira que também fosse asquenaze e tivesse esse gene relacionado à inteligência que ele tinha, daí sim eles poderiam ter tido um filho, quem sabe, até mais inteligente que o próprio pai! Uma coisa a se saber sobre os asquenazes é que eles são o grupo humano com a maior média em QI. Ou seja, se eles tiverem filhos entre eles mesmos, limitados a esse grupo, a chance dos filhos herdarem esses genes de alta inteligência são maiores, sobretudo relacionado em habilidades com cálculo matemático. Sabe, aquele povo do cáucaso? Alguns deles têm QI acima de 150. E como são brancos e como os neandertais também viviam naquela região, tenho certeza que foi o povo que mais herdou esse aspecto da inteligência original deles.

Pois o neandertal era mais inteligente que o sapiens.

Mas não sobreviveu porque não se adaptou à mudança climática no fim da última era glacial. Quanto aos demais grupos pelo mundo, como os orientais e hindus, o sapiens teria cruzado não com o próprio erectus, mas com um descendente mais evoluído deste. Se os neandertais tivessem vivido no oriente ao invés do descendente do erectus, antes do sapiens cruzar com este, os povos orientais seriam similares aos demais povos brancos, assim como os hindus, e não teriam aquela feição distinta, característica daqueles povos. O formato do crânio entre os grupos étnicos atuais varia bastante, e esta é uma das evidências deste cruzamento do sapiens com outros ancestrais humanos, ao menos pra mim é.

O cruzamento entre grupos humanos distintos tende a desfavorecer a passagem de certos genes benéficos às próximas gerações do que se fosse no mesmo grupo. O neandertal desapareceu, mas o legado dele está nos povos brancos, da Europa ao Cáucaso. Da Islândia ao Oriente Médio.

Sobre o cruzamento do sapiens com os descendentes do erectus nas demais regiões na Ásia e África, pouca informação tenho e portanto não posso dizer sobre questão de aptidões. Mas apenas posso afirmar de que os povos hoje têm um pouco desses antepassados neles, é evidente! O meu problema todo é ainda em relação a essa miscigenação desenfreada que ocorreu desde umas décadas ou séculos atrás que teria afetado esse equilíbrio genético dos povos originais na época, nivelando aptidões assim como tendências a desenvolver certas doenças. A questão de herdarmos doenças e deficiências de outros povos é mais nociva do que a questão das aptidões. Questão de saúde pública, profilaxia...

Mas que é tratada como racismo por causa de uns sociólogos e antropólogos. Sad

[Imagem: Photographs-of-Phenotypic-Variability-in...phs-of.png]

A: Asiático; B: Europeu; C: Africano; D: Aborígene australiano. A diferença não está só na pele.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noti...ature.html
Mapa genético do macaco bonobo é 98,7% igual ao humano, diz pesquisa.

https://netnature.wordpress.com/2017/03/...ulatorios/
Humanos, chimpanzés e macacos compartilham DNA mas não os mesmos mecanismos regulatórios.

https://cib.org.br/gene-do-supercerebro-...e-macacos/
Gene do supercérebro: a diferença entre seres humanos e macacos.

O que estas matérias querem dizer? Que pequenas diferenças no DNA podem nos diferenciar de outras espécies. E que dentro do grupo humano, há diferenças menores que estas, mas que ainda fazem tais grupos se diferirem entre si. 2% de DNA neandertal em grupos de brancos. Com base nestas informações, 2% é bastante coisa, e é o que nos difere do bonobo. Mas ainda está no grupo humano porque o ancestral de todos os grupos humanos é o mesmo. O mesmo não se aplica a bonobos, chimpanzés e gorilas, que têm ancestrais distintos. Esses conceitos de raça por parte de grupos supremacistas está distorcido, não levam em consideração que os grupos étnicos carregam a essência de mesmo ancestral, e com base nisso tratam um grupo como sendo essencialmente superior ao outro e puro.

Mas não é bem como eles imaginam... Wink

https://www.gospelprime.com.br/pesquisa-...ca-no-dna/
Quem diria, estudos sobre a carga genética dos judeus. Essa matéria mostra como cada grupo étnico tem seu próprio leque de doenças. É como disse e aí está a prova, de que determinadas doenças atingem mais um grupo étnico que outros.

Ainda sobre o racismo, gostaria de dizer que na minha sincera opinião o racismo é consequência de todo um mal entendimento dos potenciais de cada grupo étnico original. Acontece que nossa sociedade não sabe aproveitar isso porque, para ela, seria considerado racismo, apesar de eu pensar o contrário, acho que isso não só organizaria melhor a sociedade como traria até maior potencial no desenvolvimento econômico desta sociedade. Mas esse aproveitamento, baseado em estudos "raciais" deveria apenas operar como um encorajamento, como um incentivo ao indivíduo, e não como uma imposição racialista por lei, pois seria até antidemocrático e neste caso, racista... Para entender melhor. Se você, como exemplo, é negro e voluntariamente se dedica mais a uma certa atividade em função de suas tendências naturais é uma coisa, mas você ser proibido de exercer essa atividade por ser negro, é racismo. É essa a linha tênue entre um racialismo saudável e racismo.

Mas o povo não entende isso e acha que é tudo racismo. Fazer o quê? Progressistas enrustidos... Dodgy

Vou falar um pouco do que acho sobre sociologia e antropologia... Eu acho que eles não sabem é de nada quando se fala da natureza fisiológica e genética dos grupos humanos. Pois eles estudam mais os aspectos culturais e a mente humana, mas não parecem levar em consideração o aspecto biológico deste, coisa que a própria biologia faz com maestria. Por isso ainda acho mais importante a biologia do que a sociologia quando se trata de falar da natureza humana. Foi a sociologia que originou esses movimentos bizarros deste novo século que faz as pessoas viverem numa bolha ideológica fora da realidade, essa bolha progressista aí. Vi num documentário que a Inglaterra se foca mais na biologia para estudar o ser humano, enquanto os países escandinávios se focam mais na sociologia. E esse documentário me mostrou como os ingleses parecem estar com mais razão.




O documentário mostra como a biologia inglesa lida melhor com a natureza humana do que a sociologia norueguesa, mas aqui o assunto é sobre pesquisa de gênero sexual. Em resumo, a biologia inglesa mostra que há diferenças óbvias entre homens e mulheres, enquanto que a sociologia norueguesa acha que gênero é mais uma questão emocional e mental, ou seja, é ela que está por detrás do intelectualismo desses movimentos feministas, gays e essas coisas aí. Tem um site que diz que o documentário é controverso, mas estou mais inclinado a concordar com a biologia quando se fala em gênero humano do que a sociologia. Olha, entre a filosofia e a sociologia, eu ainda preferiria a filosofia... Esta ao menos me parece ser bem mais útil e benéfica à sociedade do que a outra, que originou esses grupos progressistas bizarros, que não aceitam a natureza como ela é e que vivem, em essência, se contradizendo a si mesmos. Os estudos "raciais" nos fazem entender melhor as nossas origens e natureza do que os sociológicos, fato. Sociologia é para estudar comportamento, cultura e sociedade, e não para entrar em assuntos onda a biologia é claramente mais competente.
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ruicoelho (16-06-2019)
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Quantidade milionária de ouro sai do Brasil e a ANM desconhece. Não sabe de nada.
Última Resposta Por: Rox Extreme
14-06-2019 10:18 AM
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O STF: Três Poderes em Um?
Última Resposta Por: jonas car
13-06-2019 09:14 PM
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