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A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
11-02-2016, 06:21 PM
Resposta: #1
Exclamation A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
[Imagem: Zika-Virus-a-Hoax.jpg]


Informe de médicos sobre o vírus Zika, Oxitec e veneno da Monsanto



[Imagem: QzXxAFe.png]


(03-02-2016)


Pontos principais:


1. A epidemia de Dengue no Brasil se sustenta em forma endêmica (permanente) na marginalidade e miséria de milhões de pessoas, sobretudo no Nordeste brasileiro. Agora se soma a circulação do vírus Zika, uma doença similar, embora mais benigna.

2. Se detecta aumento de malformações congênitas em escala muito chamativa, sobretudo a microcefalia em recém nascidos. O Ministério da Saúde brasileiro rapidamente a vincula com o vírus Zika. Embora desconheça que na zona onde vivem os doentes, há 18 meses aplicam um larvicida químico que produz malformações nos mosquitos, e que este veneno (piriproxifeno) é aplicado na água de consumo da população afetada.

3. As epidemias prévias de Zika não geraram mal-formações em recém nascidos, apesar de infectar 75% da população dos países, tampouco países como Colômbia registram casos de microcefalia e sim muito Zika.

4. O piriproxifeno que se utiliza (por recomendação da OMS) é produzido pela Sumimoto Chemical, uma subsidiária japonesa da Monsanto.

5. Os médicos brasileiros (Abrasco) denunciam que a estratégia de controle químico contamina o ambiente e as pessoas e não consegue diminuir a quantidade de mosquitos, e que esta estratégia aponta a uma manobra comercial da indústria de venenos químicos com profunda influência nos ministérios latino-americanos de saúde, na OMS e OPS.

6. Fumigar massivamente com aviões como se está fazendo por parte dos governos do Mercosul é criminoso, inútil e uma manobra política para simular que se está fazendo alguma coisa. A base do avanço da doença se encontra na iniquidade e na pobreza e a melhor defesa passa por ações baseadas na comunidade.

7. A ultima estratégia aplicada no Brasil e que pretende ser replicada em todos nossos países é a utilização de mosquitos transgênicos; um fracasso total, salvo para a empresa que fornece os mosquitos.

Para acessar ao informe em PDF para imprimir, clique aqui: Informe Zika de reduas (295)


Introdução


A epidemia crônica de Dengue no Brasil (praticamente endêmica no Nordeste brasileiro junto com a pobreza e marginalidade de milhões de pessoas) junta-se há 9 meses com o Zika, virose também transmitida pelo mosquito Aedes.
Em Pernambuco, cerca de 4 mil crianças recém nascidas em 2015 apresentam mal-formações congênitas, principalmente a MICROCEFALIA (cabeça menor do que o normal). Rapidamente o Ministério da Saúde do Brasil afirmou que era consequência da infecção pelo vírus Zika (1)

Descoberto em 1947 no bosque Zika em Uganda, o vírus ZIKA é um arbovírus do gênero Flavivirus, similar ao vírus da dengue, a febre amarela, a encefalite japonesa, ao da febre do Nilo Ocidental, e os vírus da encefalite de São Luis. Os primeiros casos humanos de infecção por Zika se descreveram na década de 1960 na África, logo apareceram no sudeste da Ásia e na Oceania (2).

Até o ano de 2007 em que uma grande epidemia explodiu em Yap, uma ilha do Oceano Pacífico (Micronésia), as infecções por Zika tinham permanecido limitadas a casos esporádicos ou epidemias de pequena escala. Durante a epidemia em Yap, se estimou que três quartas partes da população local tinham sido infectadas. (2)

A área de distribuição em expansão do ZIKA converteu a febre numa doença emergente, confirmada pela presente epidemia que afeta a Polinésia francesa desde outubro de 2013 e a Nova Caledônia com casos reportados desde fins de 2013. Estas ilhas do Pacífico se caracterizam pela grande quantidade de mosquitos que proliferam, sobretudo nas aldeias de população nativa. (2)

Em maio de 2015, a Organização Mundial da Saúde reportou casos autóctones identificados no Brasil. Em dezembro, o Ministério da Saúde desse país estima que 440.000 a 1.300.000 casos suspeitos da doença do vírus Zika haviam se produzido no Brasil em 2015. (2)

A verdadeira incidência da febre Zika é desconhecida, devido as manifestações clínicas que imitam a infecção pelo vírus da dengue, e a falta de provas de diagnóstico de laboratório fiável simples. Nas zonas endêmicas, os estudos epidemiológicos mostraram uma alta prevalência de anticorpos contra o ZIKA. Por exemplo, a epidemia de Yap em 2007 deu lugar a uma taxa de ataque de 14,6 a cada 1.000 habitantes e uma soroprevalência de 750 a cada 1000 habitantes depois da epidemia (ou seja que 750/1000 tiveram a infecção sem desenvolver doença). A infecção parece ser sintomática só em 18% dos casos. (2-3)

Costuma apresentar-se como uma síndrome similar à influenza, geralmente confundida com outras infecções por arbovírus como o vírus da Dengue ou o da Chikungunya. A forma típica da doença se associa a uma febre de baixo grau (entre 37.8°C e 38.5°C), artralgia, em particular das pequenas articulações das mãos e os pés, mialgia, dor de cabeça, dor retro-ocular, conjuntivite e erupção cutânea maculopapular. Problemas digestivos (dor abdominal, diarreia, prisão de ventre), ulcerações de membranas mucosas (aftas) e prurido podem ser mais raramente observadas. A astenia depois da infecção parece ser frequente.(2)

Em Dezembro de 2013, durante a epidemia de Zika na Polinésia Francesa se informa aumento de casos de Síndrome de Guillain Barré, uma paralisia neurológica que se vincula a deficiência imunológica gerada por vírus, vacinas ou/e tóxicos ambientais. (4) Não há referências a casos de malformações congênitas.


Zika no Brasil


Em janeiro de 2016, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) publica uma Nota Técnica e Carta Aberta ao Povo Brasileiro (1) questionando a análise lineal do Ministério da Saúde brasileiro que vincula as emergentes mal-formações congênitas ao Zika, deixa de lado outros fatores que podem estar incidindo no problema e minimiza que as extensas epidemias do Pacífico e a atual na Colômbia não informam casos de mal-formações e menos ainda microcefalia. Principalmente ignora o papel do modelo químico para o controle de vetores. Este modelo implica a utilização massiva de venenos químicos para tratar de diminuir ou erradicar a presença do mosquito e se realiza há 40 anos nas zonas mais vulneráveis do Nordeste brasileiro enquanto se multiplicam as epidemias, a pobreza, a marginalidade social, o desmonte e a alteração climática.

Desde o segundo semestre do ano de 2014, o Ministério da Saúde brasileiro (5) deixa de utilizar o Temefós (agrotóxico organofosforado diante o qual as larvas do Aedes se tornaram resistentes) como larvicida e incorpora massivamente o veneno Piriproxifeno cujo nome comercial é Sumilarv fabricado pela Sumimoto Chemical, empresa japonesa associada ou subsidiária da Monsanto na América Latina (1,5).

A distribuição espacial por lugar de residência das mães dos recém nascidos com microcefalia mostra maior concentração nas zonas mais pobres, com urbanização precária e saneamento ambiental inadequado do Nordeste brasileiro. Extensas zonas do Recife e outras cidades do Nordeste com fornecimento de água potável de forma intermitente levou a estas populações a que armazenem em seu domicílio água em forma insegura, condições muito favoráveis para a reprodução do mosquito Aedes aegypti ao constituir “criadouros” que não deveriam existir e que são passível de eliminação mecânica, pela insuficiente proteção dos depósitos destinados ao consumo humano. (1)

O piriproxifeno é aplicado pelo Ministério da Saúde do Brasil diretamente nos reservatórios de água potável que utiliza a população de Pernambuco e outros estados; aqui a proliferação de mosquitos Aedes é muito alta (similar a situação nas ilhas do pacifico). (6) Este veneno, recomendado pela OMS, é um inibidor do crescimento das larvas de mosquitos alterando seus processos de desenvolvimento larva – pupa – adulto, gerando assim malformações nos mosquitos em desenvolvimento que ocasionam sua morte ou incapacidade. É um análogo do hormônio juvenil ou juvenóides do inseto, com o efeito de inibir o desenvolvimento de características de insetos adultos (por exemplo, as asas, o amadurecimento dos órgãos genitais externos) e reprodutivos, mantendo-o com aspecto “imaturo” (ninfa ou larva), quer dizer que atua por disrupção endócrina e é teratogênico.

As mal-formações que se detectam em milhares de filhos das mulheres grávidas que vivem nas zonas onde o estado Brasileiro colocou piriproxifeno na água para beber não parece uma casualidade, por mais que o Ministério da Saúde culpe diretamente ao vírus do Zika por este dano, trate de ignorar sua responsabilidade e descarte a hipótese do dano químico direto e acumulado por anos de disrupção endócrina e imunológica na população afetada. Os médicos da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) reclamam urgentes estudos epidemiológicos que considerem esta opção causal sobretudo quando entre os 3.893 casos de malformações confirmados em 20 de janeiro de 2016, 49 destas crianças tinham falecido e em cinco, somente, se tinha confirmado a infecção com Zika.(1)

Facilmente muitos gestores de políticas públicas, inclusive da OPS e da OMS, médicos epidemiólogos, sanitaristas, químicos e políticos em geral esquecem que os humanos, cada um de nós, temos implantado processos de desenvolvimento embrionários onde passamos etapas muito diferentes. A evolução do ovo ou zigoto a embrião, de embrião a feto e de feto a recém nascido, não está muito distante ao processo de desenvolvimento do mosquito afetado pelo piriproxifeno. Também com extrema facilidade tentam desconhecer que na espécie humana o 60% de nossos genes ativos são idênticos aos de insetos como o próprio mosquito Aedes. E tudo é muito mais confuso quando são “assessorados” por especialistas de Fundações e empresas de inseticidas químicos (por ex.: Fundação Mundo São e Chemotecnica) ou os tomadores de decisão dos ministério da saúde são ex-empregados das empresas mundiais de venenos “para uso sanitário”.

O Brasil fumiga contra o Aedes adulto utilizando malation, um composto organofosforado cancerígeno para a OMS. Paraguai adquiriu milhares de toneladas de clorpirifós para “derrubar” mosquitos, embora saibamos que clorpirifós afeta o cérebro em desenvolvimento de fetos e recém nascidos. Na Argentina o “controle” de vetores se faz com piretroides, um pouco menos tóxicos mas proibido na Europa por seus efeitos sobre as pessoas.

Para os médicos da ABRASCO o problema é que por trás destas decisões está a Organização Mundial da Saúde e a Organização Pan-americana de Saúde com seus comitês de “Pesticidas” que não dialogam com os comitês ambientais, de saneamento e de promoção da saúde. Nestes órgãos os comitês que fazem a prescrição de uso e a regulação de compra dos insumos de controle vetorial para o mundo são imperiais. São esses organismos que convencem e dão o aval aos processos licitatórios dos governos nacionais.(1)


Como enfrentar estas doenças


A estratégia hegemônica para enfrentar estas doenças transmitidas por mosquitos e multiplicadas pela pobreza, a falta de saneamento ambiental, de excreções, de água segura, são programas de intervenção vertical, com venenos químicos (larvicidas e adulticidas) que desmobilizam a população ao depender todo o êxito das propriedades do veneno, que por sua vez os adoece, mata a predadores naturais dos mosquitos e gera a necessidade de repetir as aplicações para benefício das empresas de venenos químicos.

Numerosa informação científica independente demonstra como esta estratégia é defeituosa e somente útil para as fotos dos governantes de turno. As estratégias baseadas na comunidade, com participação e mobilização social dão melhores resultados frente a iminência das epidemias. (7,8,9) As medidas que possibilitam derrotar a doença estão vinculadas a justiça social e a equidade. Claramente os setores sociais afetados por dengue e Zika são os mais pobres e carentes de serviços e direitos.

Em alguns momentos muito puntuais pode ser recomendável fumigações massivas sobre aéreas habitadas, mas seus efeitos se limitam a diminuir o número de mosquitos adultos por 2 ou 3 dias, os que podem ser úteis quando chegam os dias mais frios, recordemos que com menos de 23°C o Aedes se imobiliza e não se reproduz nem alimenta.

Aplicações controladas ao redor da residência dos primeiros casos (controle de foco) são úteis em conseguir diminuir o avanço da epidemia, mas fumigar massivamente cidades inteiras requer uma análise custo sanitário (dano a saúde humana e ao ecossistema) vs benefício sanitário (controle e atenuação da epidemia) que não se justifica de nenhuma maneira “sanitária”, embora seja utilizada pelos governos e a imprensa hegemônica para simular que tomam medidas defendendo a saúde das pessoas.

Nossa experiência da epidemia de Dengue em Córdoba em 2009, onde participamos diretamente, mostrou que a distribuição dos casos correspondia a mesma distribuição da mortalidade infantil do ano 2007 e a distribuição da população com maiores necessidades básicas não atendidas, ou seja: falta de casa, trabalho, educação e salubridade, o que se pode apreciar nos mapas anexos.

Citar:
[Imagem: GLA5vkz.jpg]
Mortalidade infantil e dengue distribuição cidade de Córdoba

Pulverizar massivamente não soluciona o problema, é só para gerar um negócio dentro do problema.


Nova estratégia: mosquitos transgênicos (novo negócio)


Neste marco se inscreve uma nova estratégia de intervenção sanitária no Brasil, que tentaram expandir a toda a região: Os mosquitos transgênicos.

A empresa Oxitec da Inglaterra vende mosquitos transgênicos machos para supostamente diminuir a população de Aedes. Estes mosquitos sofrem a inserção de um gene letal que se transmite à descendência ocasionando a morte das larvas se não for bloqueado por um antibiótico (tetraciclina).

O objetivo é que se liberem milhões de mosquitos machos que se acasalem com as fêmeas silvestres e que os ovos destas fêmeas gerem larvas que morrerão espontaneamente. (10,11)
O negócio é vender aos governos estes mosquitos de laboratório, logo as populações devem “proteger” aos mosquitos porque supostamente não é necessário nem recomendável eliminar os vasilhames com criadouros.

No Brasil neste momento se liberaram quase 15 milhões de mosquitos transgênicos e o fracasso é total, onde se realizaram ensaios a campo, menos de 15% das larvas eram transgênicas, ou seja, as fêmeas silvestres não aceitavam o mosquito inglês da Oxitec. A resposta: aumentar as liberações nos bairros pobres. (10)
Além do mais, deve-se ter em conta que a biologia da doença mostra que a fêmea “pica” somente quando esta “grávida”, quando está gerando ovos ao ter sido fecundada por um macho; nesse estado e somente nele, porque necessita componentes do sangue para desenvolver seus ovos. Então se liberam milhões de mosquitos machos teria muito mais fêmeas fecundadas buscando sangue de mamíferos para sugar e se aumentará assim a transmissão da doença de pessoas infectadas a pessoas sãs!!!


Diante da ameaça do Zika, pulverizações massivas no Mercosul


Os governos do Mercosul alarmam com a ameaça do Zika e suas microcefalias e propõe mais do mesmo. O agronegócio oferece os serviços da Força Aérea da Soja para rociar cidades e povos.(12) O monocultivo, o uso massivo de agrotóxicos, o desmonte, a destruição da flora e fauna, o desequilíbrio ecológico, a alteração climática, a desigualdade, não são considerados como causa do problema.

À desigualdade social, é somada a desigualdade sanitária com estas epidemias, e os governos com a agressão química geram a desigualdade ambiental.


Referências:
1- NOTA TÉCNICA E CARTA ABERTA À POPULAÇÃO Microcefalia e doenças vetoriais relacionadas ao Aedes aegypti: os perigos das abordagens com larvicidas e nebulização química – fumacê. Janeiro de 2016. GT Salud y Ambiente. Asociación Brasileña de Salud Colectiva. ABRASCO. https://www.abrasco.org.br/site/2016/02/...as-fumace/
2. Hennessey M, Fischer M, Staples JE. Zika Virus Spreads to New Areas — Region of the Americas, May 2015–January 2016. MMWR Morb Mortal Wkly Rep 2016;65(Early Release):1–4. DOI: http://dx.doi.org/10.15585/mmwr.mm6503e1er
3. Duffy MR1, Chen TH, Hancock WT, Powers AM, Kool JL, Lanciotti RS, Pretrick M, Marfel M, Holzbauer S, Dubray C, Guillaumot L, Griggs A, Bel M, Lambert AJ, Laven J, Kosoy O, Panella A, Biggerstaff BJ, Fischer M, Hayes EB Zika virus outbreak on Yap Island, Federated States of Micronesia N Engl J Med. 2009 Jun 11;360(24):2536-43. doi: 10.1056/NEJMoa0805715.
4. Oehler E, Watrin L, Larre P, Leparc-Goffart I, Lastère S, Valour F, Baudouin L, Mallet HP, Musso D, Ghawche F. Zika virus infection complicated by Guillain-Barré syndrome – case report, French Polynesia, December 2013. Euro Surveill. 2014;19(9):pii=20720. Available online: http://www.eurosurveillance.org/ViewArti...ArticleId= 07202.
5. Sumitomo Chemical and Monsanto Expand Weed Control Collaboration to
Latin América. Sumimoto Chemical News Release December 09, 2014. http://www.sumitomo-chem.co.jp/english/n...41209e.pdf
6. Orientações técnica para utilização do larvicida pyriproxyfen (0,5 G) no controle de Aedes aegypti. Ministério da Saúde. http://u.saude.gov.br/images/pdf/2014/ma...o-2014.pdf
7. Caprara, Andrea et al. “Entomological Impact and Social Participation in Dengue Control: A Cluster Randomized Trial in Fortaleza, Brazil.” Transactions of the Royal Society of Tropical Medicine and Hygiene 109.2 (2015): 99–105. PMC. Web. 3 Feb. 2016.
8. Espinoza-Gomez, F, H Moises, and R Coll-Cardenas. “Educational Campaign versus Malathion Spraying for the Control of Aedes Aegypti in Colima, Mexico.” Journal of Epidemiology and Community Health 56.2 (2002): 148–152. PMC. Web. 3 Feb. 2016.
9. Andersson, Neil et al. “Evidence Based Community Mobilization for Dengue Prevention in Nicaragua and Mexico (Camino Verde, the Green Way): Cluster Randomized Controlled Trial.” BMJ : British Medical Journal 351 (2015): h3267. PMC. Web. 3 Feb. 2016.
10. Helen Wallace. Mosquitos Genéticamente Modificados: Preocupaciones actuales. TWN Biotechnology & Biosafety Series No. 15. Rapal Uruguay. Web. 3 Feb 2016. http://www.rapaluruguay.org/transgenicos...y%20II.pdf
11. Genewatch UK. Marzo 2015. Mosquitos Genéticamente Modificados de Oxitec:¿Un enfoque creíble para abordar el problema del dengue?. Web 03 Feb 2016. http://www.genewatch.org/uploads/f03c6d6...Oxitec.pdf
12. La Nación. Alistan unos 135 aviones para fumigar Mercosur. Web 3 feb 2016. http://www.lanacion.com.py/2016/02/02/al...-mercosur/
03 de Febrero de 2016

Equipe de Produção, Reduas, Coordenador: Dr. Medardo Avila Vazquez

Fonte: reduas.com.ar, título original: “Informe de Médicos de Povos Fumigados sobre Dengue-Zika e fumigações com venenos químicos“

Caminho Alternativo - Informe de médicos sobre o vírus Zika, Oxitec e veneno da Monsanto









HOAX do Zika Vírus expostos por médicos sul-americanos: deformações cerebrais causadas por produtos químicos em larvicida ligado a Monsanto; mosquitos transgênicos foram um "fracasso total"



(NaturalNews) Apesar de todo o alvoroço público, todos os casos de microcefalia sendo descobertos no Brasil nunca foram cientificamente ligada ao vírus Zika. Um grupo de médicos da América do Sul está dizendo agora que o cérebro das deformações que o mundo está testemunhando é causado ​​pela pulverização em massa de um larvicida químico em pessoas de baixa renda do Brasil, e não por mosquitos portadores do vírus Zika.

O que estamos vendo com as deformações do cérebro das crianças, em outras palavras, é mais parecido com a história da talidomida, um medicamento de prescrição administrado a mulheres grávidas que fizeram com que as crianças nascessem com membros faltando. Mas a narrativa oficial sobre tudo isso está empurrando uma falsa ligação com o Zika para justificar mais fumigação química, mais vacinas e mosquitos mais geneticamente modificados.

Dos médicos do Red Universitaria de Ambiente y Salud, com h / t para GM Assista : ( documento de origem )

Um aumento dramático de mal-formações congênitas, especialmente a microcefalia em recém-nascidos, foi detectado e rapidamente ligado ao vírus Zika pelo Ministério da Saúde do Brasil. No entanto, eles não reconhecem que na área onde pessoas mais doentes vivem, um larvicida químico que produz mal-formações em mosquitos tem sido aplicado por 18 meses, e que este veneno (piroproxifeno) é aplicado pelo Estado na água potável usada pela população afetada.

Parece que as autoridades de saúde do mundo estão usando os mosquitos do vírus Zika como reportagem de capa para esconder os danos causados ​​por produtos químicos tóxicos fabricados por poderosas corporações globalistas.

O larvicida pulverizado no Brasil, por exemplo, é chamado de "piroproxifeno," e é fabricada pela Sumitomo Chemical, uma empresa conhecida por ser "parceira estratégica" da Monsanto. O relatório dos médicos argentinos lista a Sumitomo como uma "filial" da Monsanto. Como relatado, "o piroproxifeno é um inibidor do crescimento de larvas de mosquitos, o que altera o processo de desenvolvimento da larva da pupa para adulto, gerando, assim, mal-ormações no desenvolvimento de mosquitos e matando ou desativando-os."

Hmmm... um inibidor de crescimento de desenvolvimento de organismos? Será que dá pra levantar pontos de interrogação quando se considera os sistemas cranianos e neurológicos subdesenvolvidos das crianças vítimas?

A partir do relatório:

Malformações detectadas em milhares de crianças de mulheres grávidas que vivem em áreas onde o Estado brasileiro acrescentou piroproxifeno à água potável não é uma coincidência, apesar de o Ministério da Saúde colocar uma culpa direta sobre o vírus Zika nesta situação, enquanto tentava ignorar a sua responsabilidade e descartando a hipótese de dano químico direto e cumulativo causado por anos de perturbação imunológica e endócrina da população afetada. Médicos da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) relatam estudos epidemiológicos urgentes tendo em conta este nexo de causalidade, especialmente quando nos 3.893 casos de mal-formações confirmadas até 20 de janeiro, 49 crianças morreram e apenas cinco deles confirmaram ter sido infectados com Zika.


O vírus Zika não causa a microcefalia!

Conforme relatado pelos médicos argentinos em seu relatório, o vírus Zika nunca foi conhecido por causar deformações cerebrais em crianças:

Epidemias anteriores de Zika não causaram defeitos congênitos em recém-nascidos, apesar de infectar 75% da população nesses países. Além disso, em outros países, como a Colômbia, não há registros de microcefalia; no entanto, há uma abundância de casos de Zika.

Toda a razão pela qual essas deformações do cérebro estão sendo responsabilizados sobre o vírus Zika, estamos aprendendo agora, é para que as empresas químicas poderosas possam vender mais produtos químicos tóxicos que envenenam as pessoas e o meio ambiente ainda mais! Do relatório dos médicos:

Os médicos brasileiros (Abrasco) estão reivindicando que a estratégia de controle químico é a contaminação do ambiente, bem como as pessoas, e que não diminuindo a quantidade de mosquitos, e que esta estratégia é de fato uma manobra comercial da indústria de venenos químicos, profundamente integrada aos ministérios latino-americanos de saúde, bem como a OMS e a OPAS.

É um ciclo vicioso, é claro: os governos pulverizam substâncias químicas que causam deformações cerebrais em crianças, mas, a fim de evitar culpar os produtos químicos, eles culpam os mosquitos, exigindo, assim, produtos químicos mais tóxicos a serem pulverizados, causando ainda mais deformações que exigem ainda mais produtos químicos...

Se tudo isso soa familiar, é porque isto tudo está dentro da cartilha da indústria de vacinas: Muitas vacinas realmente causam epidemias (que é por isso que as crianças que pegam com sarampo e caxumba quase sempre foram vacinadas antes contra o sarampo e caxumba), assim cresce a demanda do público por mais vacinas que causam mais surtos, ad infinitum.

É o modelo de negócio perfeito: Quando o produto causa uma epidemia de defeitos de doença ou de nascimento, basta encontrar outra coisa para culpar e, em seguida, pagar todas as autoridades de saúde do governo para exigir mais do seu produto! Afinal, o CDC adora essas pandemias, porque lhes dá uma oportunidade de exibir mais "autoridade" e lhes empurrem para mais vacinas.

Bilhões já prometidos para a indústria de vacinas... mesmo sem evidência científica de uma ligação

Baseado inteiramente em informações fraudulentas da ciência, o presidente Obama reservou US$ 1,8 bilhões de ajuda do governo a empresas de vacinas e empresas farmacêuticas para combater o Zika. No entanto, a ligação entre Zika e microcefalia é nada mais que uma narrativa não-científica não comprovada, mitológica, sonhada pelos empurradores de vacinas. Ele tem o mesmo peso científico em dizer: "Os gatos pretos causam má sorte" ou "Esfregar um pé de coelho dá boa sorte."

Daí o termo "vacina vudu", que é uma descrição tecnicamente precisa da total falta de ciência subjacente à indústria de vacinas fraudulenta. Não é surpreendente a rapidez com que o governo, a mídia e os empurradores de vacinas tomaram como conclusão sobre a microcefalia, mesmo sem um pingo de evidência científica para apoiar tal noção?

(Ei, é uma pandemia... eles não precisam de qualquer evidência real, certo?)


Mosquitos geneticamente modificados não funcionam

Quando a ciência ruim e os produtos químicos perigosos já estão destruindo a vida das pessoas, a solução deve ser mais uma porcaria da ciência, certo?

Procure por mosquitos geneticamente modificados. De acordo com todos os empurradores de transgênicos criminalmente insanos, os mosquitos geneticamente modificados são a resposta instantânea para doenças transmitidas por mosquitos (e nada pode dar errado, estamos assegurados).

O problema é que eles são criminosos insanos e cientificamente analfabetos para entender. É por isso que os mosquitos transgênicos não estão funcionando. "A última estratégia implantada no Brasil, e que poderia ser replicada em todos os nossos países, é o uso de mosquitos transgênicos - um fracasso total, exceto para a empresa fornecedora de mosquitos", dizem os médicos argentinos.

A inglesa Oxitec vende mosquitos transgênicos do sexo masculino, supostamente, a fim de diminuir a população de Aedes. Um gene letal é inserido nesses mosquitos, que é transmitido para a descendência, causando a morte para as larvas se não for bloqueado por um antibiótico (tetraciclina).

Atualmente, no Brasil cerca de 15 milhões de mosquitos geneticamente modificados foram liberados, e a falha é completa. Quando os testes de campo foram realizados, menos de 15% das larvas foram transgênicas, isto é... as fêmeas selvagens não estão aceitando o mosquito Inglês da Oxitec. Resposta: aumentar a liberação em áreas pobres. Além disso, devemos levar em conta que a biologia da doença mostra que as mulheres somente " picam " quando estão grávida e geram ovos após serem fertilizados por um macho; nesse estado e só então, porque precisa de componentes do sangue, a fim de desenvolver os ovos. Então, se milhões de mosquitos machos são liberados, haverá muitas fêmeas mais fertilizadas olhando para sugar o sangue de mamíferos, aumentando assim a propagação da doença a partir de pessoas infectadas para pessoas saudáveis!


Maciço HOAX da ciência, embuste das vacinas e mentira da Química: tudo projetado para gerar mais lucros da indústria, ignorando as verdadeiras causas do sofrimento em crianças brasileiras

Uma vez que você monta todas as peças deste quebra-cabeça, torna-se clara: A narrativa do vírus Zika é uma enorme farsa da ciência que está sendo impulsionada apenas para vender mais produtos químicos, mais mosquitos geneticamente modificados, mais vacinas e muito mais fumigação na população brasileira com substâncias mortais.

A causa real da microcefalia está sendo sistematicamente ignorada, emprestando ainda mais apoio à ideia de que tudo isto faz parte da agenda de controle populacional para envenenar o povo do Brasil, e deliberadamente reduzir a sua prole, para que fiquem deficientes, aumentem os abortos e para exigir que as mulheres já não fiquem grávidas.

Todos os sinais estão aí, pessoal. Esta é a agenda de despovoamento humano do Bill Gates em pleno andamento, disfarçado como surto de vírus de um mosquito. Não é nenhum erro que os produtos químicos estão sendo pulverizadas nas áreas mais pobres do Brasil, tendo como alvo essas mesmas populações que lhes são ditas: "Não tenham mais bebês!"

Fontes
http://www.naturalnews.com/files/Informe...s_TRAD.pdf
http://www.reduas.com.ar/wp-content/uplo...s_TRAD.pdf
http://www.reduas.com.ar/
http://www.gmwatch.org/news/latest-news/...crocephaly
http://www.foxnews.com/politics/2016/02/...-zika.html

Natural News - Zika HOAX exposed by South American doctors: Brain deformations caused by larvicide chemical linked to Monsanto; GM mosquitoes a 'total failure'

[Imagem: fe8f66bb63.jpg]

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Resposta: #2
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Tópico ótimo para situação insurgente que estamos enfrentando. Seria bom se comentassem algo sobre a medicina natural para combater esse vírus, algum recurso que a população possa usar contra sem recorrer as industrias farmacêuticas.
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11-02-2016, 10:44 PM
Resposta: #3
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Sério, a Monsanto é a Umbrela do mundo real... So falta o T-vírus...

"Cantadas nas catedrais, sussurradas nas sombras, sempre inconstantes, raramente imutáveis. Assim se constroem as LENDAS."
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12-02-2016, 10:22 AM (Resposta editada pela última vez em: 12-02-2016 10:44 AM por Guigo Xavier.)
Resposta: #4
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
A evidência científica da ligação do vírus Zika à microcefalia foi decorrente de 2 casos, repito 2 casos, em que foram encontrados vestígios do vírus a bebês. Isso é muito científico.

As reportagens são tendenciosas. Iniciam falando de Zika e depois falam do número de casos de microcefalia sem ligá-los. Mas a associação dos dois é proposital. Depois, singelamente, falam que PODE estar ligado a Zika.

Enquanto isso o governo paga empresas para desenvolverem mosquitos mutantes que, sabe-se lá, qual será a consequência.

Em limbo regulatório, mosquito transgênico avança no Brasil

O uso de mosquitos transgênicos pode mudar a forma como o Brasil vem combatendo o Aedes aegypti. Mas, apesar das taxas de sucesso alardeadas por autoridades e pela empresa que inventou o novo inseto, o mosquito OX513A, como foi batizado, é polêmico.


Produzida pela empresa britânica Oxitec, a variação genética do Aedes aegypti poderá ser o primeiro inseto do tipo a ser comercializado no mundo, mais provavelmente, no Brasil, onde vem encontrando seu mais amplo campo de testes.
A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou testes em 2011 e uso comercial em 2014, mas a falta de um parecer da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trava a entrada do mosquito em um mercado que poderá representar milhões em receita para a Oxitec.

Um porta-voz da Anvisa disse à BBC Brasil que a agência já informou que "a empresa não poderá comercializar o produto até que conclua essa discussão sobre o enquadramento do mosquito transgênico (em uma categoria que possa ser fiscalizada de acordo com atribuições da agência)".

Diante do limbo regulatório, a Oxitec reparte com a prefeitura de Piracicaba os custos dos testes feitos com o mosquito em um bairro da cidade paulista. Piracicaba poderá se tornar a primeira cidade no país a receber a espécie em larga escala. A prefeitura decidiu ampliar os testes, liberando o OX513A também no centro da cidade, onde vivem 60 mil pessoas - contra 5,5 mil no bairro onde o inseto vinha sendo testado anteriormente.

Conflito

Segundo a prefeitura e a Oxitec, o Aedes aegypti modificado geneticamente tem apresentado altas taxas de performance nos testes, supostamente reduzindo em muito a ocorrência de dengue, mas os resultados são alvos de críticas por parte da comunidade científica que demonstra preocupação com a ampliação dos experimentos.

Esta semana, ativistas e cientistas de Piracicaba levaram à promotora de Justiça de Direitos Humanos e Saúde Pública na cidade, Maria Christina Marton Corrêa Seifarth de Freitas, representação em que, além de voltar a questionar o uso do mosquito, pedem acesso a dados oficiais e detalhados sobre os testes realizados no projeto da Prefeitura batizado de Aedes aegypti do Bem.

O grupo queria ainda que o Ministério Público de São Paulo barre a ampliação do projeto para o Centro. Mas, ao contrário dos ativistas, a promotora não vê conflito de interesses no fato de a Oxitec ter sido, segundo o grupo, a única a fornecer os dados que atestam a eficiência do OX513A.

"Não vejo conflito de interesse. Os dados da empresa podem ser acompanhados por qualquer cientista, como definido pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) de abril de 2015", diz ela. "E, no bairro em que o transgênico foi testado, o número de casos confirmados de dengue passou de 133 em 2014 para 1 em 2015".
O TAC obrigava o município e a empresa a liberarem dados mensalmente sobre os testes em Piracicaba, o que vem sendo feito. Mas cientistas questionam o a imparcialidade dos dados apresentados nos documentos liberados até agora e pedem dados oficiais, não gerados pela empresa.

"Queremos saber a eficácia antes de a prefeitura ampliar o programa. O mosquito é uma nova espécie. A transgenia está fazendo em laboratório o que a natureza levou milhares de anos para fazer. E o desenvolvimento é de uma empresa privada, que tem interesse em vender. Mas, se der errado, não tem volta", alerta Eloah Margoni, vice-presidente da Sociedade para a Defesa do Meio Ambiente de Piracicaba, uma das signatárias da representação.

Os questionamentos sobre o mosquito transgênico - testado na Malásia, no Panamá e nas Ilhas Cayman - não se restringem ao Brasil. No ano passado, mais de 150 mil pessoas assinaram uma petição que tentava evitar os testes do OX513A na Flórida. Como no Brasil, também nos Estados Unidos a tecnologia ainda não tem aprovação para comercialização.

Em janeiro, a Federal Drugs Administration (FDA), o equivalente americano à Anvisa, informou que colocará o pedido da Oxitec para testes na Flórida sob consulta pública, antes de avaliar o impacto ambiental do uso do mosquito transgênico no local, o que, segundo a FDA, não tem data para ocorrer.

'Cobaia'

O mosquito transgênico é modificado geneticamente para, solto no meio ambiente, levar à redução drástica da população local do inseto. Depois de fecundar fêmeas Aedes aegypti selvagens, a maior parte das suas crias morre - no máximo 4% das larvas chegam à vida adulta. De acordo com a empresa que desenvolveu o inseto, ao se reduzir a população do mosquito, caem incidências das doenças transmitidas por ele, como dengue, chikungunya e zika.

Mas diversos cientistas, brasileiros e estrangeiros, afirmam que os estudos feitos pela Oxitec - e aceitos pela CTNBio - não são suficientes para garantir a eficiência no combate às doenças.

"A população não pode ser cobaia", critica o biólogo José Maria Ferraz, conselheiro da CTNBio à época em que o órgão inicialmente examinou o OX513A. "Não somos contra modificações genéticas. Somos contra a forma apressada como a liberação foi feita", diz ele, que também assinou a petição enviada ao Ministério Público em Piracicaba.

Dezoito conselheiros votaram na sessão de 10 de abril de 2014 da CTNBio que liberou o mosquito transgênico - 16 a favor, um contra e uma abstenção.
Pesquisador convidado do Laboratório de Engenharia Ecológica da Unicamp, Ferraz diz que a liberação do uso comercial do OX513A pelo órgão foi "obscura" e, segundo ele, levou a metade dos 5 anos pelos quais normalmente pedidos como este tramitam.

"Foi um processo totalmente avesso à tradição da CTNBio. O uso do mosquito foi liberado antes de testes conclusivos, de campo e de estatística", diz ele, que não participou da votação final, porque seu mandato já estava encerrado.

Em nota emitida em fevereiro de 2015, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que congrega instituições de ensino e pesquisa, também questionou - com base nos argumentos de Ferraz e outros cientistas - a tramitação do processo na CTNBio, que classificou de "excepcional".

A Abrasco questiona o "fato de representantes do proponente da tecnologia (Oxitec) terem sido convidados a participar de reunião onde ela estaria sendo avaliada e, mais do que isso, a realizar exposição de mérito que poderia ser confundida com marketing institucional com possibilidade de induzir os membros da CTNBio à aprovação".

Um voto

O conselheiro Antônio Inácio Andrioli, único voto contrário ao mosquito transgênico na Comissão, afirma que houve pressões e "lobby da empresa". "Na noite anterior recebemos um e-mail pedindo voto. E a pesquisa do mosquito transgênico envolveu a USP. Vários integrantes da CTNBio eram da USP, inclusive o presidente da comissão na época, que tinha ligações inclusive com a indústria farmacêutica", diz ele.

A CTNBio nega que tenha apressado o processo ou qualquer influência externa. Em nota enviada à BBC Brasil, afirma que "acusação não tem fundamento em fatos".
"As liberações planejadas foram conduzidas com autorização da CTNBio e os dados do processo foram deliberados dentro dos prazos regimentais. Não houve falhas no exame da matéria pela CTNBio e as manifestações da empresa durante a reunião da Comissão foram feitas a pedido da Coordenação da mesa com anuência dos membros presentes sobre a matéria específica objeto da deliberação", diz a nota.

"As pesquisas conduzidas pela equipe do Instituto de Ciências Biomédicas da USP foram examinadas e votadas como todos os processos da comissão, nenhuma questão ética foi apontada como relevante aos procedimentos executados. O pedido de liberação comercial do mosquito GM foi protocolado pela empresa Oxitec e não pela USP, assim não procede a acusação", diz a nota.

Presidente da CTNBio durante a tramitação do processo do OX513A, o professor da USP Flavio Finardi diz que o grupo que questiona "é sempre o mesmo, seja o mosquito transgênico ou uma vacina transgênica para uso veterinário".
"A pessoa (Andrioli) que fez o parecer contra o mosquito transgênico foi também a única que votou contra. Perdeu na democracia, mas também na ciência", diz Finardi, que votou pela liberação do OX513A.

Finardi foi substituído no comando da CTNBio por Edivaldo Domingues Velini, que assinou a liberação do OX513A.

Temores

José Maria Ferraz e outros pesquisadores insistiram junto ao MP de São Paulo nos argumentos que já haviam apresentado à CTNBio, mencionados no parecer técnico 3964/2014, que liberou a aplicação do mosquito.

Alertam para a possibilidade de proliferação do mosquito OX513A, caso as larvas entre em contato com o antibiótico tetraciclina presente no meio ambiente, que "desliga" o dispositivo genético que impede os insetos de chegarem à vida adulta.

"O Brasil baniu a tetraciclina em ração animal em 2009", rebate Hadyn Parry, chefe-executivo da Oxitec. "A despeito da especulação da mídia devido à pressão de grupos, a presença da tetraciclina no meio ambiente é mínima e, quando ocorre, degrada rapidamente se exposta à luz do sol".

Mas o biólogo brasileiro chama a atenção para o fato de haver uso veterinário da tetraciclina, e também em humanos. "Antes de soltar o mosquito, teria sido importante avaliar a presença da tetraciclina e de antibióticos semelhantes no meio ambiente, principalmente no esgoto".
Sem o tal "desligamento", crias do mosquito genético poderiam chegar à idade adulta.

Em resposta, a Oxitec afirma que estudos em Jacobina, na Bahia, nas Ilhas Cayman e no Panamá não sugerem qualquer perda de eficácia (e percentual superior de sobrevivência) do OX513A. E que, se houvesse presença da tetraciclina, a empresa teria identificado em seus monitoramentos.

A empresa britânica menciona, ainda, estudo conduzido em 2013 por pesquisadores da Unicamp e do Imperial College London mostrando que os níveis de tetraciclina nos locais em que o mosquito seria liberado eram insuficientes para "desligar" o dispositivo genético que mata os insetos transgênicos antes da vida adulta.
De acordo com a Oxitec, as primeiras liberações do mosquito no meio ambiente foram feitas antes de tais estudos, em 2011 e 2012, em Juazeiro, Bahia, onde foram conduzidos testes de campo autorizados pela CTNBio.

Efeito colateral

O maior temor dos cientistas críticos ao mosquito é uma espécie de efeito colateral da redução do Aedes aegypti selvagem. Cientistas temem isso que abra caminho para o mosquito Aedes albopictus, mais eficiente na transmissão de doenças como a chikungunya, malária e febre amarela.

"O albopictus já foi o principal fator de transmissão da dengue. E pode voltar. E a natureza ensina que não há vazio. Se um mosquito sai, entra outro", diz o ex-conselheiro da CTNBio Leonardo Melgarejo, professor do mestrado profissional em agroecossistemas da Universidade Federal de Santa Catarina.

"E, o que aconteceria? A empresa criaria um transgênico de outro mosquito para as prefeituras comprarem novamente, num ciclo sem fim?", questiona ele, que também se manifestou contra a liberação do inseto transgênico para comercialização durante seu mandato de conselheiro na CTNBio.

A Oxitec afirma não ter identificado entrada do albopictus no lugar do aegypti. "Isso foi estudado recentemente no Panamá e não houve evidências de substituição. Resultados obtidos em um estudo em andamento em Piracicaba, onde o Aedes albopictus está presente, mostram evidências insuficientes de que o Aedes aegypti será substituído", disse Hadyn Parry, chefe-executivo da Oxitec.

Ferraz diz que "o problema é justamente este, que a empresa está fazendo uma experiência que enriquece a base de dados deles".

"Fizeram testes no semiárido e agora vieram para a região de Mata Atlântica. O ônus da prova não pode ser invertido. A empresa tem que provar que não haverá problemas, e não dizer que não há evidência dos problemas", diz Ferraz.

Em meio ao debate, governos justificam a ampliação de seus programas de uso do inseto transgênico diante da emergência que a dengue e agora o zika impuseram.

Alto desempenho

A secretaria de Saúde do Estado da Bahia e a Secretaria Municipal de Saúde de Piracicaba afirmam que, diante da urgência imposta pelos números alarmantes de dengue, aceitaram adotar em caráter experimental o uso do mosquito transgênico.
No município baiano de Jacobina, a ideia é estender os programas iniciais com o OX513A para mais bairros.

A superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde da Bahia, Ita de Cácia Aguiar, afirmou que a aplicação teste do inseto transgênico em dois bairros custou ao governo R$ 1,2 milhão.

Ela diz não "ter certeza sobre a eficácia do mosquito transgênico na redução da dengue". Mas houve redução do Aedes aegypti, ela garante. "Não temos notícias de adoecimentos graves em Jacobina".

Em Piracicaba, o uso do mosquito transgênico foi um "projeto de parceria em caráter de pesquisa, com custos compartilhados entre o município e a empresa (Oxitec). Nesse primeiro ano do projeto, que se encerra em 29 de fevereiro, foram investidos R$ 150 mil pelo município", informou a Secretaria Municipal de Saúde da cidade, em nota à BBC Brasil.

De acordo com a prefeitura, os resultados de testes apresentados no dia 19 de janeiro apresentam redução de 82% nas larvas selvagens do Aedes aegypti, "e mostram que a alternativa funciona e pode ser aplicada de forma mais ampla para tratar um importante problema de saúde pública, que se agrava com a chegada do zika vírus em nosso país".

Após examinar a petição de ativistas, a promotora Maria Christina Marton Corrêa Seifarth de Freitas afirmou que pedirá à Prefeitura de Piracicaba e à Oxitec que se manifestem. Mas Maria Cristina não dá muitas esperanças aos ativistas.

"Houve agravamento da situação de saúde pública", diz ela. "E, no bairro onde o mosquito transgênico foi aplicado, o número de casos confirmados da dengue caiu de 133, em 2014, para 1 em 2015", complementou, citando, segundo ela, dados da Prefeitura.

"A empresa está construindo o case dela, com estes testes em larga escala em Piracicaba", diz o ex-conselheiro da CTNBio Leonardo Melgarejo. "Não sabemos qual o impacto ecológico desse mosquito".

Já a Oxitec repele as desconfianças justamente com o fato de ter sido muito criticada: "Suspeito que nossa tecnologia tenha sido examinada em muito mais detalhe e rigor do que a maioria das outras", diz o chefe-executivo, Hadyn Parry.
Por ora, ao que tudo indica, o mosquito transgênico veio para ficar.


Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/videos_e_f...ngenico_rp


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Compre na Tudo Saudável o autênico chá de amora miura
12-02-2016, 12:02 PM (Resposta editada pela última vez em: 15-02-2016 10:29 AM por Amkanto.)
Resposta: #5
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
É válido lembrar que na Colômbia não está surgindo nenhum surto de microcefalia, embora haja alta quantidade de grávidas infectadas com o vírus da Zika (conforme informações oficiais).

Notícia do New York Times
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12-02-2016, 01:24 PM
Resposta: #6
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Esse assunto não me sai da mente!!
Me assusto ao imaginar como vivera essa geração afetada por esse acontecimento, teremos uma geração de microcéfalos, e agora?
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12-02-2016, 02:00 PM
Resposta: #7
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
(12-02-2016 01:24 PM)Kbsilva Escreveu:  Esse assunto não me sai da mente!!
Me assusto ao imaginar como vivera essa geração afetada por esse acontecimento, teremos uma geração de microcéfalos, e agora?

Também penso nisso!
A máquina pública já está falida, como vai sustentar uma geração inteira doente?

"Do ilusório conduz-me ao real, das trevas à luz, da morte à imortalidade."
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Aromaterapia você encontra pelo menor preço na Tudo Saudável
13-02-2016, 03:01 AM (Resposta editada pela última vez em: 13-02-2016 08:05 AM por MARCELO DF.)
Resposta: #8
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
(11-02-2016 10:44 PM)Marck Vini Escreveu:  Sério, a Monsanto é a Umbrela do mundo real... So falta o T-vírus...

Só não esqueça que a Monsanto não faz nada sozinha o nome comercial da empresa tem por trás dele o trabalho de cientistas paus-mandados que fazem tudo por dinheiro.

(12-02-2016 02:00 PM)Nonsense Escreveu:  
(12-02-2016 01:24 PM)Kbsilva Escreveu:  Esse assunto não me sai da mente!!
Me assusto ao imaginar como vivera essa geração afetada por esse acontecimento, teremos uma geração de microcéfalos, e agora?

Também penso nisso!
A máquina pública já está falida, como vai sustentar uma geração inteira doente?

É exatamente isso que eles querem colocar na cabeça da população "como vão sustentar essas pessoas" para, logo as pessoas "pensarem por si mesmas" o melhor e liberar o aborto nesses casos. Entendeu a estratégia? Eles criam o problema visando alterar a legislação para "resolver" o problema. Só que o que eles querem mesmo é criar uma maneira de despovoar o mundo e para isso avançam dessa forma, logo eles "cientificamente" transmutam o conceito de microcefalia e pronto o aborto vai está de fato autorizado no país e eles conseguem o que querem faz muitas décadas.Aí hospitais particulares começam a fazer abortos usando a justificativa de "microcefalia" e tudo com dinheiro da população que vai pagar diretamente por isso e "indiretamente" com a parte do SUS que os planos de saúde vão cobrar por estarem realizando um serviço de "relevância social". Relevância social para os Illuminatis.
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13-02-2016, 08:04 AM
Resposta: #9
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Considerando o tópico e sabendo que realmente os problemas de microcefalia estão sendo causados por esse larvicida uma coisa ainda não fica explicada, como de repente o Aécio Aegyptis começou a transmitir "coincidentemente" o zika quando começaram os casos de microcefalia.
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13-02-2016, 09:45 AM
Resposta: #10
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
(13-02-2016 08:04 AM)MARCELO DF Escreveu:  Considerando o tópico e sabendo que realmente os problemas de microcefalia estão sendo causados por esse larvicida uma coisa ainda não fica explicada, como de repente o Aécio Aegyptis começou a transmitir "coincidentemente" o zika quando começaram os casos de microcefalia.

Lembro de ter ouvido em uma reportagem, que antes esse vírus era associado a moléstias de pouca significância. Pode ser que antes, os casos não eram divulgados ou mesmo diagnosticados. Mas agora que se tornou conveniente...

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MARCELO DF (13-02-2016), Mediador (13-02-2016)
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19-02-2018 10:32 PM
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Bolsa Família: esmola para vagabundos ou política de transferência de renda?
Última Resposta Por: nosvana
19-02-2018 08:35 PM
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Fim do ensino superior público pago no Chile.
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
19-02-2018 07:52 PM
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Plano mirabolante de Elon Musk vai levar internet barata a todo o mundo
Última Resposta Por: O Mensageiro
19-02-2018 04:49 PM
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A grande farsa chamada viajem a Marte, Nasa e suas missões Hollywoodianas.
Última Resposta Por: Toualy
18-02-2018 09:12 PM
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Pasta de dente caseira - livre de flúor
Última Resposta Por: draggy29
18-02-2018 05:44 PM
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Site que vende filtros de água que retira o Fluor
Última Resposta Por: draggy29
18-02-2018 01:57 PM
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Projeto de renda mínima
Última Resposta Por: ULTRON
18-02-2018 11:43 AM
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A Geração dos idiotas.
Última Resposta Por: Bogoton
18-02-2018 07:59 AM
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Terra Chata? Uma Nova Teoria sobre o Polo Sul
Última Resposta Por: Branco
18-02-2018 12:05 AM
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Febre Amarela- São Paulo, RJ, Minas e Bahia.
Última Resposta Por: Doc S
17-02-2018 08:54 PM
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No Brasil, médicos cubanos são elogiados pela forma de atender e tratar.
Última Resposta Por: AnotherBrickInTheWall
17-02-2018 07:41 PM
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Novo Denunciante - Ex Illuminati (? não acredito em ex...) conta os planos da elite
Última Resposta Por: Elenin20182024
17-02-2018 05:54 PM
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