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A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
13-02-2016, 04:10 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-02-2016 05:14 PM por Padmé Amidala.)
Resposta: #11
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Diante das recentes declarações dos médicos pesquisadores argentinos, o RS decidiu suspender o uso do larvicida Pyriproxyfen, ainda que não haja confirmação.

Na minha opinião, uma decisão muito prudente, visto que tudo é muito novo e não dá para ter certeza de nada ainda; o melhor é se cercar de todos os cuidados até se ter certeza.

Ademais, ainda que essa associação do larvidica com a malformação cerebral dos bebês careça de mais estudos, os argumentos do argentinos fazem todo sentido a respeito de algo que eu já vinha me questionando desde que surgiu esse surto, que é o fato de não haver um aumento tão significativo de casos de microcefalia em outros países como está tendo no Brasil. Ainda, o fato de que os locais com maior incidência da doença serem os mesmo em que o larvicida foi amplamente aplicado, é mais um forte indício dessa possível ligação e essa tese não merece ser ignorada.

Citar:RS suspende uso de larvicida por suspeita de relação com microcefalia -
Secretário de Saúde suspendeu o uso do larvicida Pyriproxyfen no estado.
Segundo ele, mesmo sem confirmação, 'não podemos correr esse risco'.


O Secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo dos Reis, afirmou, neste sábado (13) em Porto Alegre que suspendeu o uso do larvicida Pyriproxyfen no estado após ter notícias de que a substância poderia ter relação com casos de microcefalia.

O larvicida é utilizado na água para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, sendo aplicado em caixas d´água e em outros pontos de concentração de água parada, conforme medida adotada pelo Ministério da Saúde. No entanto um grupo de médicos da Argentina e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) questionam se o medicamento não teria relação com os casos de microcefalia.

O secretário afirmou que mesmo sem comprovação de que a substância possa ter alguma relação com casos de microcefalia, determinou que não seja usada no estado. "Mesmo que ainda não haja confirmação, só a suspeita nos fez decidir pela suspensão do uso, não podemos correr esse risco", disse Gabbardo.

Em dezembro de 2015 foi confirmado o primeiro caso de microcefalia ligado ao vírus zika no Rio Grande do Sul. A criança tem cerca de seis meses idade e nasceu na cidade de Esteio, na Região Metrolitana de Porto Alegre. A mãe esteve em Pernambuco no início da gestação, estado do Nordeste com o maior número de casos de microcefalia ligados ao zika vírus.

Na cidade de Salvador, na Bahia, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, decartou a possibilidade levantada pelos médicos sobre o uso do larvicida em água consumida pela população, afirmando que se trata de boato.

"Isso é um boato. Isso é desprovido de qualquer logica e sentido. Não tem nenhum fundamento. O nosso é aprovado pela Anvisa e usado no mundo inteiro. Pyriproxyfen é reconhecido por todas as agências de regulação do mundo inteiro", disse.

Dia Nacional de Mobilização Zika Zero
Neste sábado foi dada a largada do Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, que no Rio Grande do Sul, conta com a mobilização de 25 mil militares do Exército Brasileiro. Em Porto Alegre, o lançamento do ato contou com a presença do ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga.

“Não podemos deixar que esse mosquito nasça, um mosquito que transmite doenças”, afirmou Braga em um ato iniciado por volta das 8h30 na Zona Leste de Porto Alegre. “Sem nenhuma dúvida é uma oportunidade do Brasil demonstrar que unidos podemos vencer as dificuldades. Já fui governador do Amazonas e já enfrentei esse mosquito. Sei da união que é necessária para vencer essa situação”, completou, citando sua experiência com o tema.

Ele ressaltou ainda a necessidade de acabar com os criadouros dentro dentro de casa, uma vez que as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, segundo Braga, podem afetar toda uma geração. “(os mosquitos) Te acatam e também transmitem doenças que podem te matar e, no caso da microcefalia, afetar toda uma geração de brasileiros”. (...) Fonte

Mas, pelo visto nem todos pensam assim. O ministro da saúde Marcelo Castro afirmou categoricamente que "Isso é um boato. Isso é desprovido de qualquer lógica e sentido. Não tem nenhum fundamento. O nosso é aprovado pela Anvisa e usado no mundo inteiro. Pyriproxyfen é reconhecido por todas as agências de regulação do mundo inteiro", disse Castro, em entrevista ao G1".

Só fico pensando como pode um político ter a petulância de querer saber mais do que os pesquisadores que são profissionais da saúde (e nem mesmo eles estão podendo afirmar nada com certeza), principalmente diante de um caso novo e pouco estudado? Parece piada de mal gosto!


A reportagem completa:

Citar:Médicos argentinos associam microcefalia a larvicida utilizado na água - Pesquisadores acreditam que má-formação pode ter relação com o Pyriproxyfen, pesticida indicado pelo Ministério da Saúde no combate ao Aedes aegypti em reservatórios de água potável

Enquanto a comunidade científica internacional caminha para provar a relação entre o zika vírus e os casos de microcefalia, médicos argentinos chamam a atenção para outra causa suspeita de provocar a má-formação em bebês: o larvicida Pyriproxyfen, usado no Brasil desde 2014 para deter o desenvolvimento da larva do mosquito Aedes aegypti em tanques de água potável.

Pesquisadores trazem os argumentos para a hipótese em relatório divulgado nesta semana pela organização médica argentina Physicians in the Crop-Sprayed Towns (em inglês). O primeiro deles relaciona o pesticida ao período e ao local de maior manifestação da doença. O Pyriproxyfen é utilizado, sobretudo, em regiões carentes de saneamento, onde a população precisa armazenar água em casa devido ao racionamento. No Brasil, o inseticida começou a ser utilizado no fim de 2014, principalmente em regiões do Nordeste — local e período a partir do qual foi detectada maior incidência de casos de microcefalia —, em substituição ao Temephos, não mais utilizado devido à resistência do mosquito.

Os médicos também questionam o fato de as outras epidemias de zika, como a da Polinésia Francesa, não terem sido associadas a problemas congênitos em recém-nascidos — "apesar de infectar 75% da população nesses países". Outro elemento reforça ainda as suspeitas de que há algo além do zika vírus nos casos de má-formação: a Colômbia, o segundo país com maior número de infectados, contabilizou mais de 3 mil grávidas infectadas, mas não há registros de microcefalia vinculada ao zika.

Conforme a publicação, as má-formações detectadas em bebês de grávidas que vivem em áreas onde passou a ser utilizado o Pyriproxyfen na água potável "não são uma coincidência". A crítica vai além: "o Ministério da Saúde coloca a culpa diretamente sobre o vírus zika, ignora sua responsabilidade e descarta a hipótese de danos químicos cumulativos no sistema endócrino e imunológico causados à população afetada", posicionam-se os pesquisadores no documento.

ZH contatou o Ministério da Saúde e solicitou uma posição sobre o assunto. Até a publicação desta a reportagem, não havia recebido retorno. A Secretaria Estadual da Saúde disse que o Pyriproxyfen é "utilizado em pequena escala no Rio Grande do Sul, apenas em situações bem específicas, como em objetos que acumulam água e, por algum motivo, não podem ser removidos".

O PYRIPROXYFEN

Recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde, o Pyriproxyfen é um inibidor de crescimento de larvas de mosquito. Produzido pela Sumitomo Chemical, empresa japonesa que tem parceria com a Monsanto, ele atua como um hormônio juvenil, inibindo o desenvolvimento das características adultas do inseto (por exemplo, asas, maturação dos órgãos reprodutivos e genitália externa), mantendo-o com aspecto "imaturo" (ninfa ou larva). De acordo com a OMS, o produto não provoca câncer, danos a embriões e fetos durante a gravidez ou alterações no material genético do indivíduo a ele exposto.

Má-formação poderia ser potencializada

Especialistas consultados por Zero Hora acreditam que a microcefalia está vinculada ao zika — não descartam, no entanto, a possibilidade de a má-formação ser potencializada por outros fatores.

A gente tem a sensação de que está faltando alguma coisa nessa história. Não tenho dúvida de que exista a associação com o zika, mas há aspectos que a gente não consegue entender. Por que tem proporcionalmente mais casos em Pernambuco do que na Bahia? Já havia sido levantada a hipótese de que houvesse alguma droga, algum produto diferente, que, junto ao vírus, pudesse estar provocando isso. Mas não é simples de elucidar. Por isso, essa informação (do Pyriproxyfen) é superimportante — avalia Celso Granato, diretor clínico do Grupo Fleury, principal laboratório de medicina diagnóstica do país.

Para Lia Giraldo, pesquisadora da Fiocruz e professora da Universidade Federal de Pernambuco, dois elementos novos surgiram em um mesmo contexto: a presença do vírus e a aplicação do Pyriproxyfen na água. Porém, segundo ela, a ciência internacional "erroneamente" foca pesquisas apenas em um dos possíveis fatores, o vírus.

— Buscam um modelo linear, de causa-

efeito, quando, na verdade, a gente tem um cenário que possibilita um somatório de causas, de possibilidades para a doença: a microcefalia ocorre na região mais pobre, de menor saneamento e, consequentemente, de maior uso de produtos químicos. Não se pode ir por um único caminho — considera a médica sanitarista, membro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), o uso do pesticida na quantidade sugerida para inibir o crescimento de larvas em reservatórios não provoca danos à saúde. A Abrasco faz questionamentos.

Sabemos que o Pyriproxyfen tem efeito teratogênico em mosquitos (causa má-formação em fetos e embriões). Um produto com essa ação não deveria ser colocado na água de beber, que tem que ser potável: sem larva de mosquito e sem larvicida — defende Lia.

Ok! Nós não somos mosquitos, e sabemos que nem tudo que acontece com as cobaias animais também acontece com humanos, vide tantos resultados positivos em ratos e que não funcionam em humanos. Mas essa má-formação em fetos e embriões de mosquitos é uma questão muito importante para simplesmente ser ignorada.

Temos que estudar todas as possibilidades. é um erro tremendo focar só numa possível causa (o Zika) e ignorar outros fatores; isso seria uma conduta anticientífica.

O que será que a OMS vai dizer?

Será que aplicaram quantidade excessiva desse larvicida ou ele, por si só, é capaz de causar essa deformações?

Aguardemos os próximos capítulos!







Adivinhem só: em nota oficial, o governo está veementemente negando com uma possível relação com o larvicida!

Como podem ter absoluta certeza de que não há, pelo menos, uma associação de fatores? Se nem os cientistas ainda têm respostas certas, como os políticos podem ter? Dodgy

Citar:Larvicida não tem relação com casos de microcefalia, assegura Ministério da Saúde - Pasta afirma não haver qualquer embasamento científico na alegação de que o pyriproxifen provoca má-formação em fetos; relação entre vírus zika e microcefalia já está provada

O Ministério da Saúde negou, em comunicado oficial neste sábado (13), qualquer associação entre o uso de larvicidas e o aumento do número de casos de microcefalia no País.

O órgão informa que somente utiliza produtos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e, mesmo assim, todos passam por um "rigoroso" processo de avaliação.

Leia a nota na íntegra:

"Não existe nenhum estudo epidemiológico que comprove a associação do uso de pyriproxifen e a microcefalia. O Ministério da Saúde somente utiliza larvicidas recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os produtos passam por um rigoroso processo de avaliação da World Health Organization Pesticed Evaluation Scheme (WHOPES). O pyriproxifen está entre os produtos aprovados por esse comitê e também possui certificação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que avalia a segurança do larvicida no Brasil. Ao contrário da relação entre o vírus Zika e a microcefalia, que já teve sua confirmação atestada em exames que apontaram a presença do vírus em amostras de sangue, tecidos e no líquido amniótico, a associação entre o uso de pyriproxifen e a microcefalia não possui nenhum embasamento cientifico. É importante destacar que algumas localidades que não utilizam o pyriproxifen também tiveram casos de microcefalia notificados. A Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), como autoridade de saúde local, tem autonomia para utilizar o produto adquirido e distribuído pelo Ministério da Saúde ou desenvolver estratégias alternativas. Cabe ressaltar que o Ministério da Saúde somente recomenda a utilização de larvicidas em situações especiais, onde há necessidade de armazenamento de água e os depósitos não podem ser protegidos fisicamente. É importante lembrar que para erradicar o Aedes aegypti e todos os seus possíveis criadouros, é necessária a adoção de uma rotina com medidas simples para eliminar recipientes que possam acumular água parada. Quinze minutos de vistoria são o suficiente para manter o ambiente limpo. Pratinhos com vasos de planta, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos podem ser os vilões e servir de criadouros para as larvas do mosquito. Outras iniciativas de proteção individual também podem complementar a prevenção das doenças, como o uso de repelentes e inseticidas para o ambiente." Fonte
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13-02-2016, 06:02 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-02-2016 06:34 PM por Lotus.)
Resposta: #12
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Também acho estranhíssimo o aumento dos casos de microcefalia no Brasil, mas não em outros países com o problema da zika. Fico pensando se não é por diferença nos critérios de notificação. Se não for, a hipótese do larvicida fica mais forte.

Destaco parte da nota da Abrasco a respeito do assunto, já citada aqui (https://www.abrasco.org.br/site/2016/02/...as-fumace/):

Citar:"Frisamos o simplismo no trato da questão por parte do MS que reduz a causalidade da Dengue, da Zika e da Chicungunya, centrando as ações na tentativa de eliminar ou reduzir o vetor, o que deve ser substituído, insistimos, pela ação de medidas de cunho intersetoriais para intervir no contexto socioeconômico e ambiental. Visando eliminar o mosquito a ação orientada pelo MS acaba, também, envenenando seres humanos. Mas isto não é reconhecido: ao contrário, há uma ocultação desses perigos. As vozes oficiais repetem até tornar verdadeiros diversos absurdos como: “As doses de larvicidas são tão baixas e pouco tóxicas que podemos colocar na água de beber, sem perigo”[6].
Este despreparo também leva a defender que a epidemia é um problema de Saúde Pública que justifica o uso do “fumacê”, mesmo com produtos químicos sabidamente tóxicos, como o Malathion, um verdadeiro contrassenso sanitário. Este produto é um agrotóxico organofosforado considerado pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) como potencialmente cancerígeno para os seres humanos[7].
Assim, na tentativa de eliminar o mosquito estão sendo atingidos os humanos mediante efeitos agudos (de morbimortalidade) e de morte lenta, gradual, invisível e que é ocultada. Além das doenças agudas, as crônicas causadas por tais produtos aparecem a médio e longo prazos, a maioria delas chamadas “idiopáticas”, isto é, de causa indefinida ou desconhecida, que não são diagnosticadas ou se quer investigadas."
(...)
"A NT 109/2010" (Ministério da Saúde) "informa ainda, que “as ações de controle larvário a serem implementadas estão voltadas, principalmente, para as atividades de redução de fontes criadoras do mosquito (caixas d’água, depósitos diversos, pneus, entre outros)”. Ao assim proceder, admite-se que caixa d´água seja criadouro de mosquito e, portanto, deve ser “tratada” com veneno. Ocorre que a água de beber deve ter sua potabilidade garantida. Por que as ações não incidem na limpeza e na proteção dos reservatórios destinados a armazenar o líquido mais precioso para a vida? Como é possível aceitar a perda da potabilidade da água destinada aos mais pobres? Sim aos mais pobres, justamente aqueles que têm a maior vulnerabilidade. Que equidade é essa na qual aqueles que deveriam ser os mais protegidos e são, paradoxalmente, os mais expostos às situações de nocividade química por quem deveria protegê-los? A alegação de que a população é passiva também decorre desse modelo vertical e autoritário. Prioriza-se a potência do veneno contra os insetos desconsiderando o perigo aos seres humanos e, assim, nada mais precisa ser feito.
Ainda na NT 109/2010 o MS advoga que o sucesso do controle de doenças transmitidas por vetores possa ser atribuído aos agrotóxicos, quando cita como referência para sua justificativa nesse documento a “National Academy of Sciences, National Research Council. Pesticides in the Diets of Infants and Children. National Academy Press, Washington”. Ressaltamos que o MS é a autoridade máxima em saúde e deveria se pautar pelo princípio da precaução quando se coloca o tema relacionado às exposições humanas a produtos químicos perigosos."

Também na sua nota técnica, a Abrasco lembra que em outubro de 2015, quando o estado de Pernambuco comunicou ao Ministério da Saúde o aumento dos casos de microcefalia, apenas 07 estados tinham a prática de notificação obrigatória de má-formação congênita.
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13-02-2016, 10:25 PM
Resposta: #13
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
MUITISSIMO OBRIGADO POR ESTE POST TÃO IMPORTANTE ! VALEU COMPANHEIRO !
Citar:
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13-02-2016, 11:43 PM
Resposta: #14
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
(13-02-2016 06:02 PM)Lotus Escreveu:  Também acho estranhíssimo o aumento dos casos de microcefalia no Brasil, mas não em outros países com o problema da zika. Fico pensando se não é por diferença nos critérios de notificação. Se não for, a hipótese do larvicida fica mais forte.
(...)
Também na sua nota técnica, a Abrasco lembra que em outubro de 2015, quando o estado de Pernambuco comunicou ao Ministério da Saúde o aumento dos casos de microcefalia, apenas 07 estados tinham a prática de notificação obrigatória de má-formação congênita.

Também pensei nisso no início, de que alguns países não devem ter um sistema de controle eficiente. Mas mesmo agora que isso virou notícia internacional e todos passaram a controlar melhor os novos casos de microcefalia, ainda assim é muito menor ou quase inexistente se comparado ao surto que tem no Brasil.

Na reportagem dizia que a Colômbia tem mais de 3 mil gestantes com zika e nenhum caso de microcefalia registrado até agora (pode que no decorrer da gestação sejam detectados). No Brasil também tem casos de gestantes que tiveram o zika e seus bebês nasceram saudáveis, mas em compensação tem mais de 4 mil casos de microcefalia suspeitos, sendo que até outubro do ano passado era mil.

Sabe, andei pensando que de repente o larvicida pode não ser a causa direta, mas que talvez as larvas de mosquito que porventura sobreviveram ao veneno, podem ter causado uma mutação no zika e desenvolvido uma cepa nova e mais agressiva aqui.

Alguém sabe dizer se em outros países com surto de zika esse larvicida foi usado?

Eu li numa dessas reportagens que antes estavam usando um outro tipo de larvicida aqui, e mudaram para o Pyriproxyfen recentemente porque as larvas tinham adquirido resistência.

Se esse larvicida tem ligação ou não com as má-formações, não dá para afirmar, visto que não há estudos. Mas eu acho muito estranho esse desespero do governo em descartar essa possibilidade sem ao menos investigar melhor. Onde há fumaça há fogo!Dodgy

Vamos aguardar por mais informações!
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14-02-2016, 01:07 AM (Resposta editada pela última vez em: 14-02-2016 11:00 AM por Mediador.)
Resposta: #15
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água


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14-02-2016, 10:53 AM
Resposta: #16
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
O Sumilarv começou a ser utilizado no 2º semestre de 2014, em substituição ao novaluron. A nota técnica de orientação do uso do Sumilarv informa que ele foi apontado como o mais econômico na licitação para aquisição de larvicidas.
Em uma matéria sobre a falta do novo larvicida em cidades do Nordeste, em setembro de 2015 (http://minutosertao.cadaminuto.com.br/no...o-sertao), um agente coordenador de endemias disse que foi informado que, diante da crise econômica no país, o governo federal trocou o produto que era considerado eficaz no combate à larva do mosquito por outro mais barato e menos potente.
Antes do Sumilarv também se utilizava o temephos (também diluído na água), que foi abandonado em 2014 porque o mosquito desenvolveu resistência a ele.
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14-02-2016, 03:01 PM
Resposta: #17
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Esta começando a parecer claro que tal mosquito não é o causador de tal problemática,ele apenas esta sendo usado como bode expiatório para ocultar o real causador do problema,mesmo por que é melhor o governo culpa-lo do que culpar seus produtos(vacinas e pesticidas)pensem nos danos judicais e de confiabilidade que isso geraria ao governo,fora que agora o tal vírus virou a bandeira motivacional para combater o mosquito.....
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14-02-2016, 05:58 PM
Resposta: #18
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
A detecção do vírus nas crianças com microcefalia indica associação, não causa. Deveriam testar também (bom, se quisessem mesmo testar as hipóteses com seriedade...) as crianças sem microcefalia e verificar se existem indícios dos vírus nessas últimas.
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14-02-2016, 11:13 PM
Resposta: #19
RS Suspende Larvicida Piriproxifeno que Teria Causado Microcefalia
[Imagem: RS-Suspende-Larvicida-Piriproxifeno-que-...efalia.jpg]


Notícias Naturais


No Dia Nacional de Mobilização contra o Mosquito Aedes Aegypti em Porto Alegre, o secretário de Saúde do Rio Grande do Sul, João Gabbardo dos Reis, anunciou que suspendeu o uso do larvicida Pyriproxyfen, apontado em nota técnica da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) , como possível causador de microcefalia.

O produto é utilizado em caixas d’água para eliminar larvas do mosquito vetor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika. “A suspeita é suficiente para nos fazer decidir pela suspensão do uso. Nós não podemos correr esse risco”, disse Gabbardo.

O mutirão na capital gaúcha começou às 8h30 da manhã de hoje (13). com solenidade de abertura na Gerência Distrital de Saúde do Partenon, na zona leste da cidade, com a participação do prefeito José Fortunati, do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, e do ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga.

O ministro lembrou de seu passado como prefeito de Manaus e governador do Amazonas, onde doenças como a dengue são endêmicas: “Já enfrentei esse mosquito e sei da união que é necessária para vencer essa situação.” A ação conjunta das esferas municipal, estadual e federal também também foi destacada nos discursos de Sartori e Fortunati, que lembraram do esforço recente contra os danos causados pelo forte temporal do dia 29 de janeiro.

Durante a manhã, 1.550 militares do Exército e 150 funcionários de saúde do município e do estado visitaram cerca de 40 mil domicílios de onze bairros porto-alegrenses. As casas que estavam fechadas vão ser visitadas novamente à tarde. Na ação de hoje, os agentes apenas conversaram com a população para reforçar os cuidados contra o Aedes aegypti e orientar sobre como denunciar possíveis focos do inseto. A partir do dia 15, as visitas terão objetivo de localizar e eliminar os locais onde o mosquito se reproduz.

O aposentado Lucídio Garbinato teve dengue hemorrágica há três anos, e contou que escapou da morte por um "detalhe”. Ele e a esposa foram receptivos e conversaram durante vários minutos com os militares que os visitaram hoje de manhã. “Achei maravilhosa a convocação do Exército para essa tarefa. Os militares são muito disciplinados, e essa disciplina é o que está faltando pra gente combater esse mosquito”, afirmou Garbinato.

Nos condomínios, os agentes conversaram com os síndicos e pediram para que as orientações fossem repassadas aos demais moradores. Gilberto Aguilar, síndico de um prédio no Partenon, contou que está sempre em contato com os condôminos e com os vizinhos para eliminar os focos e impedir que o Aedes aegypti se prolifere nas redondezas: “Eu já fazia isso há bastante tempo pelo medo da dengue. Agora, com a zika e a chikungunya, esses cuidados foram redobrados”.

Os agentes que participam do mutirão afirmaram que foram bem recebidos pela população. Elaine Riegel, funcionária da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, contou que vários moradores a chamaram para entrar e conferir os cuidados que eles tomaram contra o inseto. A experiência da manhã de hoje foi suficiente para convencê-la de que as pessoas estão mobilizadas: “Se todo mundo continuar ajudando e se organizando dentro do seu espaço, a gente vai vencer esse mosquito”.

Leia mais:



Surto do Zika Vírus Ligado à Liberação de Mosquitos Geneticamente Modificados


Fontes:
- Notícias Naturais: RS Suspende Larvicida Piriproxifeno que Teria Causado Microcefalia
- Exame: RS Suspende Larvicida que Teria Causado Microcefalia

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Guigo Xavier (15-02-2016), Mediador (15-02-2016)
14-02-2016, 11:55 PM (Resposta editada pela última vez em: 14-02-2016 11:57 PM por Padmé Amidala.)
Resposta: #20
RE: A Farsa do Zika Vírus: Microcefalia ligada à larvicida na água
Amiga @Lotus, dá uma olhada nisso. O que você acha?

Nota emitida pela Sumimoto Chemical

"(...) O produto é registrado desde 2004 e o Governo brasileiro o vem utilizando como inseticida-larvicida no combate ao Aedes aegypti. Pyriproxyfen também é registrado para o combate do Aedes aegypti em países como Turquia, Arábia Saudita, Dinamarca, França, Grécia, Holanda, Espanha. Na América Latina, República Dominicana e Colômbia vêm utilizando o produto desde 2010. (...)"

No entanto, na Colômbia não tem registro de casos de microcefalia e, embora já some 5 mil grávidas infectadas, não há registro de nenhum caso entre os nascidos até agora, mesmo sendo a Colômbia o segundo país mais afetado depois do Brasil.

Ainda, outra reportagem diz que lá o problema é outro, a incidência excessiva (e bem maior que no Brasil) da Síndrome de Guillain-Barré, que corresponde a um aumento de 66% desde que começou a epidemia.

Há também o temor de que o vírus tenha sofrido mutação e, por isso, dependendo da cepa de cada local, os danos estejam se apresentando de forma diversificada, mas nitidamente são todos neurológicos.

Hoje no Fantástico eu não vi mencionarem a polêmica do pesticida, mas falaram que além de microcefalia há outras deformidades aparecendo.
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