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A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
02-03-2012, 09:25 PM
Resposta: #1
A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
[Imagem: Cavaleiro-Templ%C3%A1rio_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800]

A história dos templários com certeza é a mais oculta e mais difusa e apresentada em livros e estudos ou romances como vemos atualmente. Alguns afirmam que eles eram mágicos, alquimistas e bruxos.


A primeira informação histórica sobre os templários, amplamente conhecida, foi feita por um historiador frâncico, Guillaume de Tyre, que descreveu em 1175 a 1185. Foi a época do ápice das cruzadas, quando os exércitos ocidentais já haviam conquistado a Terra santa e estabelecido o reino de Jerusalém - ou como era chamado pelos templários reino de Ultramar, A terra além do mar (esse termo foi ainda muito utilizado em outros contextos).


Quando Guillaume de Tyre iniciou os seus escritos, a ocupação da Palestina já tinha se iniciado a 7 anos e a existência dos Templários a mais de 50. Tudo que ele relatou foi tento como base testemunhas sempre em segunda ou terceira pessoa. Pois só houve cronista em Ultramar depois de 1144. Portanto não existe registro das épocas cruciais.


E como não sabemos muito sobre as fontes de Guillaume de Tyre, isso nos lança algumas dúvidas, mas ele nos fornece algumas informações básicas.


Segundo o mesmo, a Ordem do pobres cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão foi fundada em 1118 por Hugues de Payen um nobre da região de Champagne, vassalo do conde de Champagne. - Runciman history of the crusades v2 p. 477 (Payen nasceu no baixo Reno, seu registro de nascimento foi encontrado e a data é 9 de fevereiro de 1070).


Segundo a narrativa, Payen na companhia de 8 cavaleiros se apresentou no palácio de Bouillon I rei de Jerusalém, ao qual o recebeu cordialmente , e o mesmo o fez líder religioso local e emissário do Papa.


O Objetivo declarado do, continua Guillaume, era tanto quanto permiti-se suas forças, manter as estradas e vias seguras (...) Era um objetivo um tanto meritório, tendo em vista que o rei destacou uma ala inteira do seu exército a disposição dos cavaleiros, que mesmo mediante a seu voto de pobreza se instalaram na luxuosa casa.


Segundo a tradição, o quartel dos templários foi erguido sobre as ruinas do antigo templo de Salomão. Daí o nome da ordem.


Durante 9 anos, conta Guillaune, os 9 cavaleiros não aceitaram que outras pessoas entrassem na ordem, e a pobreza era tamanha que várias ilustrações mostravam 2 cavaleiros montados em um único cavalo, que mostra a fraternidade mas a penúria de se andar em 2 cavalos separados, completa o narrador - que essa cela existe desde do inicio da ordem, contudo ele data de um século depois, quando os templários não eram nada pobres - se é que eles um dia foram.

[Imagem: Castelo%20de%20Tomar-cavaleiros%20templa...imgmax=800]


Escrevendo meio século depois Guillaune, diz que os templários se estabeleceram em 1118 e mudaran-se para o palácio do rei a fim de proteger os peregrinos, mas o rei tinha o seu próprio biógrafo, Fulk Chatres, e ele não escreveu 50 anos após a fundação da ordem mas durante os anos em questão. Curiosamente ele não mencionada Hugues de Payen ou seus companheiros ou qualquer outra coisa, mesmo que remotamente falando sobre os templários.


Na realidade existe é um enorme silencio sobre os primeiros anos da ordem, e nem mais tarde se tem relatos de peregrinos sendo protegidos pela ordem.


E não podemos deixar de admirar tão poucos homens darem cabo de tarefa tão gigantesca. Nove homens para proteger os peregrinos de todos os cantos da terra santa? só 9? Não podemos esquecer que durante muito tempo não foi admitido mais ninguém além dos 9.


A despeito disso, uma década depois a fama dos templários correu por toda Europa. Autoridades Eclesiásticas falavam deles com louvor e aplaudiam seu trabalho cristão. Por volta de 1128, um panfleto elogiando suas virtudes e qualidade foi produzido por ninguém menos que São Bernardo . O panfleto e Elogio á nova cavalaria declara os templários a apoteose de valores cristãos.


Nove anos depois em 1127, os 9 cavaleiros retornam a Europa e recebem uma acolhida triunfal, orquestrada por São Bernardo.


Em Janeiro de 1128 um conselho doi criado, e os templários foram incorporados e reconhecidos como uma ordem militar religiosa com a benção do Papa, e Hugues de Payen recebeu o título de Grão mestre, e seus monges seriam os soldados de Cristo combinando disciplina militar, com a vida austera e zelo por Cristo.


Os templários faziam votos de santidade castidade e obediência, eram obrigados a cortar os cabelos mas deixar as barbas, sua dieta e rotinas eram regulados. Todos eram obrigados a usar hábito ou sobretudo toga branca. A lei era: Somente os cavaleiros de Cristo podem usar hábitos e togas brancas.

Assim em forma simbólica poderiam mostrar para o mundo que abandonaram um mundo negro, para lutar e morrer na Luz pura e branca de Cristo


Em 1139 uma encíclica seria enviada ao Papa Inocêncio II, antigo monge protegido de São Bernardo, afirmando que os templários não obedeceriam ninguém além do Papa.
[Imagem: templarios_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800]



Tocando em miúdos: eles eram independentes de país, reino, ou ordem sendo um conjunto e organismo internacional .


Quando Hugues de Payen visitou a Inglaterra foi acolhido como Herói nacional, o rei Henrique I quase o "adorou” em 1128. Filhos de nobres e ricos se enfileiravam para entrar na ordem, e o dinheiro ia para os cofres da ordem de forma exorbitante.


Ao adentrar na ordem, todos os homens eram compelidos a doar seus bens para a ordem, 12 meses após a visita a Inglaterra a ordem adquiriu terras na:


França, Escócia, Alemanha, Hungria, Espanha, Portugal e Flandres.


Embora os cavaleiros estivem presos a um voto de pobreza, a ordem não estava, abarcava cada vez mais posses. Em contra partida a ordem não podia se desfazer de nada, nem que seja para resgatar um líder. Então quando o seu líder voltou para Palestina em 1130, deixou na Europa vários pedaços de terras para a ordem.


Em 1146, os templários adotaram a cruz vermelha (pattée), com esse símbolo eles decoraram seus mantos, e acompanharam o rei Luiz VII a segunda cruzada, estabelecendo sua reputação de zelo marcial insano.

[Imagem: Templ%C3%A1rios%201_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800]



Todos os cavaleiros eram impelidos a lutar até a morte, só lhes era permitido bater em retirada caso os cavaleiros enfrentassem um grupo que fosse o triplo do seu contingente. Caso capturados não poderiam pedir clemencia e nem resgate.


Nos 100 anos seguintes após a formação da ordem os templários, eles se tornaram um organismo internacional (semelhante hoje a ONU), e acabaram se engajando em diplomacia de alto nível, entre monarcas e cléricos, há vários reis ingleses, incluindo o rei João, residiram durante alguns anos na preceptoria dos templários de Londres, é possível encontrar a assinatura do Grão mestre dos templários junto a assinatura do monarca na carta Mágna (o Rei Ricardo I quando partiu para Jerusalém o fez disfarçado de templário em 1192 - History of Knights p. 148).


Ligações de amor e ódio também se estabeleceram no mundo mulçumano - sendo que a ordem durante um certo período de tempo conseguiu a admiração dos Sarracenos, é creditado também a ordem aliações secretas com os Hashishins (Assassinos), a famosa seita de assassinos profissionais e frequentemente fanáticos, era o equivalente mulçumano, da ordem dos templários. Assim os templários foram colocados como árbitros oficiais nas mais diversas disputas.


Henrique III da Inglaterra, ousou desafia-los em 1252, ameaçando confiscar algumas terras que estavam aos cuidados da ordem.


Argumentando:


"Vocês templários (...) tem tantas liberdades e tantas concessões que as suas enormes posses fazem com que esnobem com orgulho e insolência. Aquilo que foi imprudentemente dado, deve portanto, ser prudentemente retomado, e aquilo que foi desconsideradamente oferecido, deve consideravelmente ser recuperado" - Daraul History of secret socities p. 46 [Tradução Livre].


Quanto a essa provocação o Grão Mestre da ordem rebate:


"Que dizeis vós tu ó rei! Longe esteja a vossa boca a pronunciar tão desagradáveis palavras. Enquanto exercer justiça reinará. Mas se vós infringir injustiça cessareis de reinar"


[Obs.: ao leitor mais desatento, a partir daqui comece a reparar nos: termos, números, datas e formas de tratamento e já inicie uma contextualização para os nossos tempos; a exemplo dos termos acima utilizados, pois o ajudará a dar saltos no entendimento da história que se segue nesse estudo].

[Imagem: Templ%C3%A1rios%202_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800]


O Grão mestre estava implicitamente chamando para si e para sua ordem um poder que nem mesmo os Papas ousavam reclamar para si, o poder de coroar de depor monarcas (Objetivo esse alcançado na revolução Francesa).


Com os recursos que ficaram a disposição da ordem os templários, eles criaram as primeiras instituições bancárias, através de empréstimos de várias somas em dinheiro para coroas endividadas, até por fim se tornarem os grandes financiadores dos tronos europeus.


O primeiro empréstimo está registrado em 1315, como a usura (juros sobre juros) era uma prática ilegal na época, os juros eram cobrados em frente ao solicitante e colocados no valor total do empréstimo, só para depois serem divididos em parcelas, se acaso o empréstimo era para ajudar em uma eventual safra, o pagamento era feito através dos frutos da terra. - The Monks of War p .213


Como as preceptoras estavam espalhadas em toda Europa, era possível depositar o dinheiro em uma cidade e retira-lo em outra, por meio de notas promissórias com intrincados códigos, dando assim inicio aos cheques.

[Imagem: Templ%C3%A1rios%203_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800]


A ordem não só vendia e emprestava dinheiro, eles também vendiam idéias, pois estando em contato com as culturas: Judaicas, Árabes e Cristãs, eles extraíram um pouco de cada, e diluíram na metalurgia, artesãos em couro, pedreiros, arquitetos e engenheiros. (repare bem no que esta em negrito)


Tendo a necessidade de cuidar de ferimentos causados em batalhas, eles, a ordem, também foram uma das primeiras a utilizar drogas em seus tratamentos. Com a grande prosperidade do Templo, seus cavaleiros eram cada vez mais arrogantes e despretensiosos a expressão:


"Beber como um templário" se tornou clichê na época.


Mas enquanto a ordem atingia notoriedade na Europa, a mesma ia perdendo em Jerusalém, em 1185 morreu o rei Baudon I, ao qual antes de morrer, fez um pedido de sucessão ao Grão Mestre Rideford, ao qual não a cumpriu, levando o reino a beira de guerra civil pela sucessão, o que levou a um enfraquecimento interno do mesmo, abrindo assim, uma porta para o ataque dos sarracenos. Além do mesmo tratar a Saladino rei dos sarracenos com um certo desdém; rompendo assim uma antiga trégua entre os grupos, levando ao que culminou a um novo ciclo de hostilidades e terminando com a aniquilação dos cristãos e a retomada de Jerusalém ao controle sarraceno, um século depois de sua tomada.


Por volta 1291, quase todo o Ultramar já havia sido tomado, somente o Acre resistia, sendo perdido em Maio desse mesmo ano, na batalha que culminou entre os atos mais heróicos da ordem, evacuando em galeses (navios), mulheres e crianças, enquanto todos os cavaleiros até os feridos, resolveram ficar até a morte, quando o ultimo estandarte caiu, as paredes ao redor do Acre ruíram por causa da gravidade do ataque dos sarracenos, ao qual acabou desmoronando, matando defensores e atacantes soterrados.


Com a queda dos reinos na terra santa, a ordem se voltou para Europa, mas um século antes, o Templo ajudou na criação de outra ordem, "Os Cavaleiros Teotonicos". Criando um principado independente para si, situado no leste europeu, longe do controle eclesiástico (lá os estudos secretos ocorreram sem a presença da Igreja).

[Imagem: Templ%C3%A1rios%204_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800]


Os templários sempre invejaram a autonomia dessa ordem irmã, e após a queda das terras santas, mais do que nunca eles sonhavam com um estado templário, mas diferente dos teotonicos, os templários estavam acostumados a opulência, não pela "rude e selvagem" Europa do leste.


A ordem absorveu muitas coisas de outras culturas, muitos dos seus cavaleiros eram fluentes em árabe, era comum um Grão mestre ter um secretário árabe ou Judeu, com o inicio da Cruzada Albigense.


Muitos cátaros ingressaram na ordem, trazendo consigo a dualidade e a gnósis sobre o pensamento cristão. Além do fato obscuro que iremos tratar sobre os 9 anos de silencio a respeito da fundação da ordem.


Por volta de 1306, Felipe o Belo, que esta em dívida com a ordem, se sentiu humilhado pela mesma, pois fugindo de uma revolta em Paris, ele se viu obrigado a pedir refúgio na Preceptoria da Paris, tendo assim contato com os tesouros da ordem, a ponto de ele pedir para ingressar na mesma, mas mantendo-se como rei, pedido esse que foi negado.


Além disso juntando ao fato de que estava mais cada vez claro que ele teria um estado templário vizinho ao seu reino, isso foi o suficiente para induzi-lo a agir e tirar o seu trono do endividamento e aumentar suas terras.


Mas primeiro Felipe precisaria do apoio do Papa, ao qual a ordem devia obediência .

[Imagem: Templ%C3%A1rios%205_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800]


Entre 1304 e 1305, o rei francês e seus ministros engredaram o seqüestro e a morte do Papa Bonifácio VIII e muito provavelmente a morte do seu sucessor Benedito XI por envenenamento. Então em 1305, Felipe consegue assegurar a eleição do seu próprio candidato, o arcebispo de Bordeaux para o trono Papal vago. O novo pontífice tomou o nome de Clemente V. Comprometido com a influência de Felipe, ele não podia recusar as solicitações do mesmo. E essas solicitações incluíam a supressão dos templários.


Felipe planejou cada movimento cuidadosamente antes do bote. Uma lista de acusações foram copiladas, em parte por espiões em parte por supostas confissões voluntária de um suposto templário renegado. Armado dessas acusações, Felipe podia agir. Quando atacou, o fez de modo contundente e letal. Numa operação digna da SS ou da Guestapo, o rei enviou ordens secretas e seladas aos seus homens em todo o império. Elas deveriam ser abertas simultaneamente e suas ordens acatadas imediatamente. Na madrugada do dia 13 de outubro de 1307, todos os templários na França deveriam ser capturados e presos pelos homens do rei e as preceptorias deveriam ser colocadas sobre guarda real e os bens confiscados. O objetivo de surpreender foi alcançado, mas o principal interesse - a imensa fortuna da ordem - lhe escapou entre os dedos. Ela jamais foi encontrada. O que aconteceu com o fabuloso tesouro dos templários é um mistério. [que será descortinado nesse estudo]


Na realidade o ataque surpresa de Felipe contra a ordem não foi tão surpresa, evidencias consideráveis nos levam a crer que os templários receberam algum tipo de aviso. Logo após o inicio das prisões, por exemplo o grão mestre Jaques De Molay, requisitou muitos livros e regulamentos vigentes e mandou queima-los. Um cavaleiro que deixou a ordem nessa época, ouviu de um tesoureiro que o fim era iminente. Uma nota oficial circulou por todas as preceptorias enfatizando que nada da ordem poderia ser informado sob pena de morte.


De qualquer modo, tendo eles sido avisados ou se eles pressentiram que o fim era iminente, as precauções foram tomadas.

Uma das quais a ordem pode ter sido avisada sobre a catástrofe, pode ter sido através de Jean de Joinville. Senescal de Champangne, ele pode ter recebido as ordem de Felipe para efetuar as prisões. O mesmo era abertamente simpatizante das idéias dos templários. Seu tio André, havia sito preceptor da ordem em Payns em 1206 [Leonard Introducion au catulaire p 145]


Outras evidências que apontam o fato da ordem ter sido avisada é que os cavaleiros parecem que foram instruídos a terem uma posição passiva sobre as ordens do rei, pois não há nenhum um registro de resistência contra os homens de Felipe. Ainda existem evidencias de uma fuga organizada, virtualmente todos os cavaleiros que tiveram relações com um certo tesoureiro, escaparam.

[Imagem: Templ%C3%A1rios%206_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800]

Rei Felipe

Segundo rumores, os tesouros da ordem foram levados para a base naval da ordem em La Rochelle - e carregado em 18 navios das quais nunca mais se ouviram falar.


Mas é fato, que nem um navio da ordem foi confiscado pela coroa Francesa e os mesmos parecem ter simplesmente sumido do mapa. Na França os templários foram capturados e julgados e muitos torturados. Confissões foram arrancadas e acusações ainda mais pesadas foram feitas.


Os templários adoravam o demônio Baphomet, em suas cerimônias secretas, supostamente eles falavam com uma cabeça barbada, que lhes dava poderes.


Ainda foram acusados de cometer: Infanticídio, ensinar mulheres a abortar, homossexualidade, dar beijos obscenos na iniciação de postulantes, ainda foram acusados de tripudiar, e negar a cristo e cuspir na cruz.


Jean escreveu um juramento na qual mencionava o ato de cuspir na cruz, na época em que os templários estavam sendo acusados de o fazerem, e o mesmo afirmou que São Luís sabia disso a 50 anos antes e o mesmo não os censurou (Jean Joinville lifes Saint Lois p 254). Jean também organizou uma liga para tentar acabar com os abusos de Felipe, porém, com a morte do monarca, a mesma se mostrou supérflua.


Sobre a última acusação, talvez isso não deve ser estendida a todos os templários, pois estamos falando de pessoas que abandonaram seus lares, abandonaram a chance de se casarem, até para poderem lutar com um manto no qual eles acreditavam ter a proteção de Cristo; ou seja morreram muito inocentes também.

[Imagem: Templ%C3%A1rios%207_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800]

Primeira sede dos cavaleiros


Na França, o destino da Ordem foi selado, e o rei cada vez mais pedia ao Papa medidas mais rigorosas, a ponto de queimarem cavaleiros de forma industrial, em 1312 o papa declarou a Ordem oficialmente dissolvida, sem um veredicto conclusivo se a ordem era culpada ou inocente das acusações, mas nos domínios de Felipe, os julgamentos e mortes continuaram até 1314, o grão mestre Jaques De Molay e Geoffroi Charnay, preceptor da Normandia , foram queimados em fogo lento. Tirando assim os templários de cena.


Felipe tentou influenciar ainda outros monarcas, é até compreensível da parte de Felipe ele tentar acabar com a ordem, mas tentar extermina-la em todas as partes do mundo, beira a uma tentativa de não sofrer vingança? Teria algo mais que ele tentou se apoderar? Felipe não era um exemplo de virtude, o mesmo acabou com a vida de dois Papas.


Em todo caso, a tentativa de Felipe de eliminar a ordem fora da França não deu certo, por exemplo, Eduardo II da Inglaterra que era genro de Felipe saiu em defesa da ordem, quando foi pressionado pelo Papa e pelo rei da França, o mesmo tomou atitudes lentas e parciais. A maioria dos templários acusados foram absolvidos, e os que foram condenados pegaram penas brandas, ficando alguns anos servindo em abadias e monastérios, tendo condições de vida confortáveis, bem diferente de uma cela.


As terras na Inglaterra foram finalmente cedidas ao hospital dos cavaleiros da ordem de São João, mas os templários mesmo escaparam da morte, diferente dos seus compatriotas de ordem na França

[Imagem: original%20templ_thumb%5B7%5D.png?imgmax=800]



"Um Cavaleiro Templário é verdadeiramente um cavaleiro destemido e seguro de todos os lados, para sua alma que é protegida pela armadura da fé, assim como seu corpo está protegido pela armadura de aço. Ele é, portanto, duplamente armado e sem ter a necessidade de medos de demônios e nem de homens."
Bernard de Clairvaux, c. 1135, De Laude Novae Militae—In Praise of the New Knighthood


Em outros locais da Europa a eliminação dos templários foi ainda mais difícil.


A Escócia, por exemplo estava em guerra com a Inglaterra, e o caos daí resultante, deixava poucas oportunidades para implementação da Lei. A dissolução da ordem a mando da encíclica Papal nunca foi promulgada na Escócia, onde a ordem tecnicamente nunca foi dissolvida. Muitos templários ingleses e franceses encontraram refúgio na Escócia, e um contingente enorme parece ter lutado ao lado de "Robert Bruce" e Wiliam Walace. Na batalha de Bannockburn 1314 - Existem evidencias que apóiam a idéia de que a ordem se manteve como um corpo coerente na Escócia por mais de 4 séculos.


Na luta de 1668-91 Jaime II da Inglaterra foi deposto por Willian Orange. Na Escócia, aliando do monarca Stuart sitiado, ergueram-se em revolta e na batalha de Killiecrankie em 1668, Jhon Claverhouse visconde de Dundee, foi morto no campo de batalha. Quando seu corpo foi resgatado, ele estava usando uma grande cruz da Ordem do Templo - não era nem um modelo novo, mas um datado de antes de 1307. [Parzival p. 208]

[Imagem: Jacques%20De%20Molay_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800]

Jaques De Molay

No principado de Lorraine que na época fazia parte da Alemanha e não da França, os templários eram apoiados por Duques locais, a maioria obedeceu as ordens das preceptorias e cortaram as barbas e começaram a usar hábito seculares e integraram-se na comunidade.


Na Prússia os templários desafiaram o poder local abertamente e intimidaram, os Juízes e ameaçaram pegar em armas alegando inocência. Quando a ordem foi dissolvia na Alemanha todos os templários migraram para a Ordem Teotonica ou para o Hospital de São João.


Na Espanha os templários também resistiram aos seus perseguidores e encontraram refúgio em outras ordens.


Em Portugal é onde está o fato mais curioso, para não perder a linha de raciocínio por ora, vamos contar a história de frente para trás, mas Portugal nos afeta diretamente e também é o local que tem suas terras mais marcadas pelas ordem do que qualquer outra e até hoje o país é mandado e desmandado pelos sucessores da ordem até sua história e seu nascimento esta obscuro nas histórias das entranhas da Ordem.


Em Portugal a ordem foi "purificada" por uma investigação e simplesmente modificou de nome, então a Ordem dos Templários passou a se chamar Ordem dos Cavaleiros de Cristo. Com esse novo títulos eles passaram a continuar funcionando a pleno vapor mesmo no século XVI. Em Portugal a Ordem se dedicou as atividades marítimas [Pois o sonho de ter um Estado Templário ainda não havia morrido].


Vasco da Gama era um cavaleiro de Cristo, e o infante Navegador Henrique, o Navegador, era grão mestre da ordem. Os Navios da Ordem dos cavaleiros de Cristo [O Nome Genérico dos templários na península Ibérica] eram adornados com a mesma Cruz vermelha em um fundo Branco igual a ao Manto da ordem dos templários, E foi Sob essa mesma cruz vermelha que as 3 Caravelas de Colombo Cruzaram o Atlântico, para a descoberta do novo mundo.

[Imagem: Nau_de_Pedro_%C3%81lvares_Cabral_thumb%5...imgmax=800]

Nau de Pedro Álvares Cabral no Livro das Armadas (Biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa). Repare a Cruz nas velas


O próprio Colombo era casado com a filha de Ex Cavaleiro de Cristo, tendo tido acesso aos mapas e diários do seu sogro. Assim em 1500 Pedro Álvares Cabral, [Que também era um cavaleiro de Cristo] Atravessa o Atlântico e descobre o Brasil. [Interessante notar o primeiro nome ao qual nosso país foi Batizado] vejamos:

Neste mesmo dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! A saber, primeiramente de um grande monte, muito alto e redondo; e de outras serras mais baixas ao sul dele; e de terra chão, com grandes arvoredos; ao qual monte alto o capitão pôs o nome de O Monte Pascoal e à terra a Terra de Vera Cruz! Terra de Vera Cruz, ou terra da verdadeira Cruz. Advinha qual era a verdadeira Cruz? A cruz templária.


Assim, de diferentes maneiras, os templário sobreviveram ao ataque de 13 de outubro de 1307. Assim em 1522, a ordem dos cavaleiros tectônicos, se secularizou e repudiou sua lealdade a Roma e lançou apoio incondicional as idéias e a uma causa de um "rebelde" chamado Martin Lutero. Dois séculos depois da dissolução da Ordem, a mesma se viu na chance de poder se vingar contra a mesma Roma que os dissolveu embora de forma indireta.


Mas mesmo das sombras, a ordem ainda maquina algumas coisas, é o que veremos mais adiante, onde iremos adentrar as entranhas da ordem e seus ideais no passado e os planos para o futuro ao qual nos afeta diretamente.

[Imagem: templars-30_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800]


De forma bastante resumida, o que foi dito até agora é a história oficial do inicio e fim da ordem dos templários, muitos historiadores a reconhecem como a versão final, porém nossas pesquisas nos levaram a caminhos diferentes a partir de agora.


Caro leitor, tudo o que for escrito aqui, para muitos terá uma nova dimensão. Pois a história se torna mais difusa, e mais provocativa e agora o leitor será apresentando com mais profundidade sobre temas, como Baphomet e Graal.


Ainda durante a existência da ordem dos templários, os mesmos viviam sobre o mito de serem magos, feiticeiros e adeptos dos segredos da alquimia. Muitas pessoas os repreendiam como no caso do Papa Inocêncio III, que os reprendeu explicitamente por práticas de necromancia (lembram do Gole?). Por outro lado, haviam pessoas que os elogiavam como os mais destemidos e fanáticos guerreiros. No fim do séc. XII, Wolfran von Eschenbach visitou o Ultramar, a fim de conhecer a ordem em ação, e por volta de 1195 e 1220 o maior dos romancistas, compôs um romance épico "Parzival", na qual ele exalta a ordem como detentora do cálice sagrado.


O mito que envolveu a ordem sobreviveu a mesma, segundo os últimos registros sobre a ordem, enquanto o ultimo Grão Mestre, Jacques de Molay, era queimado em Março de 1314, dizem-se que enquanto o fogo e a fumaça o consumiam - de acordo com a tradição ele chamou seus acusadores Clemente o Papa e o rei Felipe - para se juntarem com ele e se apresentarem diante de Deus para ver quem teria razão, naquele mesmo ano.


[Imagem: templar01_thumb%5B3%5D.jpg?imgmax=800]



O Papa Clemente morreu um mês depois de diarréia aguda, e no fim daquele mesmo ano, o rei Felipe morreu também de causas obscuras até hoje. Não há motivos para explicações sobrenaturais nesse caso (porém até caberia). Pois era conhecido de todos que os templários aprenderam muitas técnicas de venenos para serem utilizados em flechas, a durante essa perseguição haviam pessoas simpáticas as causas templárias em diversas camadas da sociedade para executar a vingança.


Entretanto, a aparente concretização da praga do grão mestre deu crédito a crença geral nos poderes ocultos da ordem. Mas a praga de Jacques de Molay não parou ai, projetando ainda infortunos, nas gerações futuras de toda a linhagem real da França e seus ecos, ainda encontram poderes místicos através dos séculos.


No séculos seguintes muitas fraternidades secretas e semi-secretas admiravam os templários como magos e iniciados místicos. Muitos maçons se consideram os próprios predecessores dos templários (sendo que muitos afirmam que eles descendiam da parte de construtores dos mesmos). Algumas afirmações são absurdas, porém tem uma certa validade, pois a ordem se manteve muito coesa na Escócia (e em Portugal).

[Imagem: Templars_thumb%5B3%5D.png?imgmax=800]


Em 1789, as lendas sobre a ordem tinha adquirido proporções místicas e sua realidade histórica foi obscurecida por uma aura romântica e mística. Eles eram conhecidos como adeptos do oculto e das artes alquímicas, "iluminados", magos e sábios além de mestres construtores, e verdadeiros conhecedores do oculto - quase super homens embutidos de um incrível e misterioso arsenal de poder e conhecimento. Eram tidos também como heróis e mártires, anunciadores do espírito anti-clerical da época, muitos maçons ao conspirarem contra Luix XVI sentiam-se ajudando a implementar a praga lançada por Jacques de Molay sobre a linhagem real francesa.


Dizem que quando a cabeça do rei caiu dentro do cesto após sua decapitação pela guilhotina, um homem desconhecido subiu ao cadafalso. Ele teria mergulhado sua mão no sangue do monarca e respingado sangue na multidão e gritando aos berros: "Jacques de Molay! tu estais vingado",


Após os eventos da revolução francesa, muitas lojas maçônicas adotaram o grau templário e afirmam possuir uma genealogia que remonta desde 1314 (caso desejem, tentaremos postar).


No fim do séc. XIX, uma sinistra ordem que reclamava para si o título de Ordem dos novos templários se estabeleceu na Alemanha e na Áustria, e de dentro desse movimento nasceu um partido ao qual seu emblema era uma cruz suástica, ao qual conhecemos como partido NAZI.

[Imagem: templars_sp_sp89_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800]


Figuras como H.P Blavatsky (veja a Parte 14 da série para entender mais) fundadora da teosofia e Rudolf Steiner afirmavam ser uma antiga tradição esotérica que retrocedia através dos séculos pelos rosas cruzes até os cátaros e os templários. Nos EUA adolescentes são admitidos na Sociedade De Molay, sem eles ou seus mentores, não tem grandes noções sobre a origem do nome, como na Inglaterra assim como em outros lugares. No Ocidente, os Rotary Clubes reconditos, se dignificam com o nome templário e incluem figuras públicas eminentes.


Lá no reino celeste que sonhou conquistar com sua espada, o mundo de Hugues Payen deve agora olhar com certa perplexidade para os cavaleiros de hoje - calvos, barrigudos de óculos - que ele engredou. Deve também estar impressionado com a durabilidade e a vitalidade do seu legado.

[Imagem: templar01.jpg]


Agora vamos tomar em um ponto da história bastante intrigante, Baphomet, essa figura dualista conhecida por muitos, chama a atenção pelo enorme número de relatos e confissões [retiradas sob tortura]. Para ser algo inventado por uma preceptoria ou por outra. Vale lembrar que se o estudo fosse somente focado na figura de Baphomet o mesmo daria um estudo igual ou maior do que esse ensaio que se segue.

Segue a transcrição dos documentos do relatório do processo contra os templários:

“- ... (Informa-se) que em cada província a ordem tinha ídolos, nomeadamente cabeças, das quais algumas tinham três faces e algumas uma, e outras tinham uma caveira humana.
- que eles adoravam estes ídolos ou esse ídolo, e especialmente nos seus grandes capítulos e
assembléias.
- que eles (os) veneravam.
- que (eles os veneravam) como Deus.
- que (eles os veneravam) como o seu Salvador...
- que eles diziam que a cabeça os podia salvar.
- que [ela podia] fazer riquezas.
- que ela fazia as árvores florescer.
- que [ela fazia] a terra germinar.”

“Uma cabeça de um homem com uma grande barba, cabeça que eles beijavam e veneravam em todos os seus capítulos provinciais, mas isto nem todos os irmãos sabiam, exceto apenas o Grão-Mestre e os antigos.” – instruções de Filipe aos seus senescais.

Durante o julgamento dos Templários em 1307 o Irmão Jean Taillefer de Genay deu testemunho. Ele "foi recebido na ordem em Mormant, uma das três perceptorias sob a jurisdição do Grande Priorado de Champagne em Voulaine. Ele disse que na sua iniciação ‘um ídolo representando uma cara humana’ foi colocado no altar à sua frente. Hughes de Bure, outro Burgundiano de uma casa-filha de Voulaine, descreveu como a ‘cabeça’ foi tirada de uma bandeja na capela, e que lhe parecia ser de ouro ou prata, e representar a cabeça de um homem com uma longa barba. O Irmão Pierre d’Arbley suspeitou que o ‘ídolo’ tinha duas caras, e o seu parente Guillaume d’Arbley garantiu que o próprio ‘ídolo’, ao contrário de outras cópias, era exibido em capítulos gerais, implicando que só era mostrado aos membros sêniores da ordem em ocasiões especiais”. “O tesoureiro do templo de Paris, Jean de Turn, falou de uma cabeça pintada na forma de um retrato, que ele tinha adorado num destes capítulos.”


[Imagem: templar02.jpg]



De acordo com o testemunho mais consistente, o ídolo era: “... mais ou menos do tamanho natural da cabeça de um homem, com uma face de aspecto muito feroz, e barba.” – Depoimento de Jean Tallefer.
INQUISIDOR: Agora fala-nos sobre a cabeça.

IRMÃO RAOUL: Bem, a cabeça. Eu vi-a em sete capítulos presididos pelo Irmão Hugh de Peraud e outros.

INQUISIDOR: O que era preciso fazer para a venerar?

IRMÃO RAOUL: Bem, era assim. Ela era apresentada, e todos se prostravam, retiravam os seus capuchos, e veneravam-na.

INQUISIDOR: Como era a (sua) face?

IRMÃO RAOUL: Terrível. Parecia-me ser a face de um demônio, de um maufé [espírito maligno].
Cada vez que eu a via, ficava aterrorizado de maneira que quase não conseguia olhar para ela,
tremendo em todos os meus membros.” – – retirado de M. Michelet, Processo dos Templários.

Caput Algol, ou a Cabeça do Demônio, é normalmente vista como uma das mais maléficas estrelas no céu e tradicionalmente ‘afligia a face e cabeça ao ponto de decapitação ou estrangulamento’. É a estrela Beta de Perseu, astrologicamente colocando-a no signo de Touro [Nota: curiosamente, o signo Touro rege o pescoço...]. A sua natureza é de Júpiter e Saturno. A pedra de Algol é o diamante, e as plantas são o heléboro negro e a Artemísia. Algol é chamada "o Demônio", "a Estrela-Demônio" e é também conhecida como "o Demônio que pisca" porque faz parte de um sistema estelar binário no qual uma estrela menos brilhante eclipsa periodicamente a sua parceira mais brilhante. Algol tem uma reputação muito má entre os astrólogos. Vivian Robson diz, “É a estrela mais maligna nos céus.” – As Estrelas Fixas e as Constelações na Astrologia (Sun Books 1995) página 124.

Na magia cerimonial, a estrela Algol era simbolizada por uma cabeça decepada, uma cabeça de um homem com barba, com aspecto demoníaco; dizia-se que a cabeça protegia contra o mal, trazia boa- sorte, fertilidade e abundância. Lembrem-se que o nome ALGOL vem da expressão árabe «Ras al- Ghul» [Quem conhece o Batman já viu esse nome antes], que significa "Cabeça do Demônio". A cabeça ("Baphomet") venerada pelos Templários era também uma cabeça com barba e aspecto demoníaco. Dizia-se que trazia boa-sorte, fertilidade e abundância, e que "salvava" (isto é, protegia contra o mal).

Origem da expressão "Baphomet"

[Imagem: templar03.jpg]


A origem da palavra Baphomet ficou perdida, e muitas especulações podem ser feitas, desde uma corruptela de Muhammad (Maomé - o nome do profeta do Islã), até Baph+Metis do grego "Batismo de Sabedoria". Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: Baph, que seria ligado ao deus Baal; Pho, que derivaria do deus Moloch; e Met, advindo de um deus dos egípcios, Set.
A palavra "Baphomet" em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos Cabalistas judeus), obtém-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que soletra-se Sophia, palavra grega para "sabedoria".

Todavia ainda existem fontes que afirmam uma outra origem do termo. Segundo alguns, o nome veio da expressão grega Baph-Metra (mãe-Metra ou Meter-submersa; Baph-em sangue). Ou seja, a Mãe de sangue, ou a Mãe sinistra. Grande parte dos historiadores que afirmam essa versão se baseiam no fato que o culto á cabeça esta relacionada com conjurações de entidades femininas.

Mas sabemos por documentos e cartas da época que alguns elementos da ordem estavam envolvidos com o Hermetismo o que nos leva a pensar que toda a filosofia hermética se baseia nos segredos ocultos da Natureza e, assim como Baphomet, era inegavelmente um talismã cabalístico. O nome de Pã era de grande virtude mágica naquilo que Eliphas Levi chamava de “Conjuração dos Elementais”.

O símbolo do Baphomet é fálico, haja vista que em uma de suas representações há a presença literal do falo, devidamente inserido em um vaso (símbolo claro da vulva). O Baphomet de Levi possui mamas de mulher, e o pênis é metaforicamente representado por um caduceu (símbolo de Mercúrio, usado hoje na Medicina). Esse tipo de simbologia sexual aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação.

Pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, no qual pode representar o espírito divino que “ligou o céu e a terra”, tema recorrente na literatura esotérica. Isso pode ser visto no Baphomet de Eliphas Levi, que aponta com um braço para cima e com o outro para baixo (em uma posição muito semelhante a representações de Shiva na Índia). No ocultismo, isso representaria o conceito que diz: “Assim é em cima, como é embaixo”.

[Imagem: baphomet.gif]

Imagem feita por Eliphas Levi



Agora quero apresentar um personagem muito importante: Eliphas Levi Zahed é tradução hebraica de Alphonse Louis Constant, abade francês, nascido no dia 8 de fevereiro de 1810 em Paris. O maior ocultista do século XIX, como muitos o consideram, era filho do modesto sapateiro Jean Joseph Constant e da dona de casa Jeanne-Agnès Beaupurt. Tinha uma irmã, Paulina-Louise, quatro anos mais velha que ele. Apesar de mostrar desde menino aptidão para o desenho, seus pais o encaminharam para o ensino religioso.

Foi assim que, aos 10 anos de idade, ingressou na comunidade do presbitério da Igreja de Saint-Louis em L´lle, onde aprendeu o catecismo sob a direção do abade Hubault, que selecionava os garotos mais inteligentes que demonstravam alguma inclinação para a carreira eclesiástica. Desse modo, Eliphas foi encaminhado por ele ao seminário de Saint-Nicolas du Chardonnet, para concluir seus estudos preparatórios. A vida familiar cessou para ele a partir desse momento. No seminário, teve a oportunidade de se aprofundar nos estudos lingüísticos e, aos 18 anos, já era capaz de ler a bíblia em seu texto original.

Após 15 anos de estudos, Eliphas Levi deixou o grande seminário para ingressar no mundo; tinha então 26 anos de idade. Sua mãe, ao saber disso, suicidou-se. Abalado e sem nenhuma experiência do mundo, teve muitas dificuldades para encontrar um emprego. Essa barreira aumentava ainda mais pelo boato que correu, segundo o qual ele teria sido expulso do seminário. Após ter percorrido o interior da França, trabalhando em um circo, Eliphas encontrou em Paris alguns trabalhos como pintor e jornalista. Fundou, com seu amigo Henri-Alphonse Esquirros, uma revista intitulada As Belas Mulheres de Paris, na qual se aplicava como desenhista e pintor, e Esquirros atuava como redator.

Eliphas Levi passou por vários empregos, sempre perseguido pelo clero que via nele um apóstata. Foi então que escreveu sua bíblia da liberdade, desejando dividir com seus irmãos as alegrias de suas descobertas (1841). Essa publicação lhe custou oito meses de prisão e 300 francos de multa. Foi acusado de profanar o santuário da religião, de atentar contra as bases da sociedade, de propagar o ódio e a insubordinação.

Ao sair da prisão, realizou pequenos trabalhos, principalmente pintura de quadros e murais de igrejas, e fez colaborações jornalísticas. Apesar dos contratempos materiais, não deixou jamais de aperfeiçoar seus conhecimentos e enriquecer sua erudição. Foi após Emanuel Swedenborg que encontrou os grandes magos da Idade Média, os quais o lançaram definitivamente no Adeptado: Guillaume Postel, Raymond Lulle, Henry Corneille Agrippa. Assim, em 1845, aos 35 anos de idade, escreveu sua primeira obra ocultista, intitulada O Livro das Lágrimas ou o Cristo Consolador.

Em 1855, fundou a Revista Filosófica e Religiosa (cujos artigos principais se encontram em seu livro A Chave dos Grandes Mistérios). Nesse mesmo ano, publicou seu Dogma e Ritual da Alta Magia e o poema Calígula, identificando no personagem o imperador Napoleão III. Por causa disso, foi preso imediatamente. No fundo da prisão escreveu uma réplica, o Anti-Calígula, retratando-se. Foi então posto em liberdade.

[Imagem: eliphas-levi-1.jpg]

Eliphas Levi


No dia 31 de maio de 1875, faleceu Eliphas Levi. Aqueles que o acompanharam até o último momento testemunharam sua grande coragem e resignação. No momento de expirar, estava bastante calmo. Sua vida tinha sido plena de realizações espirituais. Havia cumprido a missão de iniciado e de iniciador.

Ilustração mais famosa de Eliphas Levi sobre Baphomet, que muitos conhecem, seja de cartas de Tarot, como o demônio, seja como símbolo ocultista, é esta:

“Figura panteística e mágica do absoluto. O facho colocado entre os dois chifres representa a inteligência equilibrante do ternário; a cabeça de bode, cabeça sintética, que reúne alguns caracteres do cão, do touro e do burro, representa a responsabilidade só da matéria e a expiação, nos corpos, dos pecados corporais. As mãos são humanas, para mostrar a santidade do trabalho; fazem o sinal do esoterismo em cima e em baixo, para recomendar o mistério aos iniciados e mostram dois crescentes lunares, um branco que está em cima, o outro preto que está em baixo, para explicar as relações do bem e do mal, da misericórdia e da justiça. A parte baixa do corpo está coberta, imagem dos mistérios da geração universal, expressa somente pelo símbolo do caduceu.

O ventre do bode é escamado e deve ser colorido em verde; o semicírculo que está em cima deve ser azul; as pernas, que sobem até o peito, devem ser de diversas cores. O bode tem peito de mulher e, assim, só traz da humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, isto é, os sinais redentores. Na sua fronte e em baixo do facho, vemos o signo do microcosmo ou pentagrama de ponta para cima, símbolo da inteligência humana que, colocado assim, embaixo do facho, faz da chama deste uma imagem da revelação divina”.

Esse panteu deve ter por assento um cubo e, para estrado, uma bola e um escabelo triangular. É uma boa representação; no entanto, peca historicamente e não deve ser tomado como “verdadeiro” Baphomet, pois essa figura é muito parecida com a curiosa representação do Diabo, esculpida alguns anos antes da sua “tese”, em 1842, no pórtico da igreja de Saint-Merri, em Paris.

Em relação aos Templários, encontramos uma gárgula que poderia ter servido de inspiração a Levi na comendoria de Saint Bris le Vineux que pertencia à Ordem.

Spectrum nos dá alguns esclarecimentos:

“…Em meio às diversas polêmicas que compõem o tema do satanismo, alguns pontos não ficam totalmente esclarecidos. Por exemplo, a representação de uma cabra com corpo humano encontrada nos cultos do satanismo religioso é denominada Baphomet, que já era conhecida desde os tempos pré-cristãos. Portanto, não possui nenhuma relação com o demônio conhecido no cristianismo. Para os satanistas, Baphomet é uma energia da natureza que os motiva a conseguir nossos objetivos. Nesse caso, a cabra com corpo humano e asas simboliza força, fertilidade e liberdade, características muito valorizadas pelos povos pagãos.

Os chifres duplos simbolizavam a natureza bipolar da força que era tanto boa quanto má, luz e escuridão, beleza e terror, positivo e negativo. Ainda mais, a imagem do Deus Cornudo dava uma impressão da espantosa e temível natureza desse tipo de poder.

Blavatsky relaciona Baphomet a Azazel, o bode expiatório do deserto, de acordo com a Bíblia Cristã, cujo sentido original – segundo a ocultista russa – foi deploravelmente deturpado pelos tradutores das Sagradas Escrituras. Ela ainda explica que Azazel vem da união das palavras Azaz e El, cujo significado assume a forma de um interessante “Deus da Vitória”. Não obstante a essa definição, Blavatsky vai além em seus preceitos, quando equipara Baphomet – O Bode Andrógino de Mendes – ao puro Akasha, a Primeira Matéria da Obra Magna.

[Imagem: Helena_Petrovna_Blavatsky4.jpg]

Blavatsky


O Akasha é o princípio original, o espaço cósmico, o éter dos antigos, o quinto elemento cósmico. Ele é o substrato espiritual do Prakriti diferenciado. Segundo a Teosofia, ele está relacionado a uma força chamada Kundalini. Eliphas Levi o chamou de Luz Astral. Na Filosofia Hindu é um lugar, o elemento éter. Também significa ar, atmosfera, luz. Designa o espaço sutil onde estão armazenados todos os conhecimentos e feitos humanos, desde os primórdios.

Ao longo das obras de Crowley, são fartas as referências a Baphomet, chamado por ele de “Mistério dos Mistérios”, no cânone central de sua religião, composto na forma de um missal denominado Liber XV – A Missa Gnóstica. Tal era sua identificação com Baphomet, que esse nome foi adotado como um de seus mais importantes pseudônimos, ou motes mágicos.

O assunto é tão relevante que nos Rituais de Iniciação da Ordo Templi Orientis, uma das Ordens lideradas por Crowley, praticamente todas as consagrações são feitas em nome de Baphomet, não importando se os consagrados estejam conscientes ou não a respeito do sentido de tal ato e muito menos de suas implicações futuras. Tamanha é a proeminência do conceito implícito ao termo que no VI Grau da referida Ordem, a título de ilustração, numa clara referência a suas supostas raízes orientais, a palavra Baphomet é declarada como aquela que comporta os Oito Pilares (as oito letras que formam a palavra) que sustentam o Céu dos Céus, a Abóbada do Templo Sagrado dos Mistérios, no qual está o Trono do Rei Salomão.

[Imagem: aleister-crowley1.jpg]

Crowley



Ainda em sua Missa Gnóstica, Crowley identifica Baphomet com um símbolo chamado “Leão-Serpente”, que, assim como Baphomet, é a representação do andrógino ou hermafrodita. Mais especificamente, ele é um composto que possui em si mesmo o equilíbrio das forças masculinas e femininas transmutadas num só elemento.

O Leão-Serpente, na verdade, é uma forma cifrada de mencionar a concepção humana, a união dos princípios masculinos (Leão) com os femininos (Serpente), ou do espermatozóide com o óvulo, formando o zigoto. Há, seguindo com os preceitos de Crowley, diversos modos de mencionar essa dualidade: Sol e Lua, Fogo e Água, Ponto e Círculo, Baqueta e Taça, Sacerdote e Sacerdotisa, Pênis e Vagina, além de várias outras duplas de eternos polares.

Originalmente, o símbolo representado pelo Leão-Serpente consta em alguns dos mais antigos documentos gnósticos, os quais remontam ao começo do século II d.C.

Apresentado sob a forma de uma figura arcôntica com cabeça de leão e corpo de serpente, o Leontocéfalo era a própria imagem do Demiurgo do Mundo, sendo a versão gnóstica para o Jeová mosaico.

Crowley considerava Baphomet como o supremo Mistério Mágico dos Templários, segredo este que estaria concentrado nos graus superiores de sua Ordem. Da mesma forma, ele clamava que esse era o mesmo mistério oculto nos graus superiores da Maçonaria. Será que ele se enganou? Ou conhecia um outro rito na Maçonaria?

Fonte: http://midiailluminati.blogspot.com/2011...rte-1.html visite

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02-03-2012, 09:42 PM
Resposta: #2
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
Será mesmo que os Templarios eram satanistas?? Então Felipe II e o Papa, ambos illuminatti, são heróis?? Eu não acredito que os Templarios eram os vilões da história, mas tambem não posso dizer que são heróis. A verdade, só o tempo dirá...

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ruicoelho (30-06-2014)
02-03-2012, 09:47 PM
Resposta: #3
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
Eu acho que a treta entre o Papado, o rei e os templários era pura politicagem, nem toda a guerra é entre o bem e o mal, o mal também trava as suas disputas pela hierarquia

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Prophetl0 (03-07-2013)
03-03-2012, 11:39 AM
Resposta: #4
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
Excelente tópico raviro. Vou acrescentar um texto que acho que soma ao que foi dito

Citar:OS TEMPLÁRIOS

Na época, a Maçonaria tinha apenas três graus: Aprendiz, Companheiro e Mestre. C.W. Leadbeater, em “O Rito Escocês Antigo e Aceito” (http://www.samauma.biz), conta como o cavaleiro Ramsay proferiu célebre palestra em 1737 na Grande Loja Provincial da Inglaterra em Paris. Naquela ocasião, Ramsay, que era graduado pela Universidade de Oxford e membro da Real Sociedade, teria feito afirmações revolucionárias que originaram o Grau 33. Ainda conforme Leadbeater, no texto referido, “foi um discurso toleravelmente bom, porém sem nada de extraordinário; não obstante, logrou dar o impulso que justamente se necessitava para por em atividade o movimento francês do alto grau, e daí em diante os criadores dos altos graus passaram a considerar Ramsay seu padrão e modelo.”

Entre outras coisas, Ramsay afirmou que a Maçonaria se originava dos cavaleiros Templários, o que foi uma surpresa para burgueses e nobres que se reuniam em lojas maçônicas para conspirar contra Luís XVI e apenas sabiam da Maçonaria que era uma herança das antigas guildas de operários que construíram as catedrais – a Compagnonage. Depois, a Maçonaria Operativa – que usava palavras e sinais de passe entre os irmãos construtores para que o segredo das construções permanecesse dentro daquela classe de trabalhadores – foi influenciada a deixar que ilustres membros da nobreza inglesa a infiltrasse, em troca de proteção. Formou-se a Maçonaria Especulativa, em1717, fortemente influenciada por tradições e lendas judaicas que, mais tarde, passou a chamar-se simplesmente Maçonaria, uma organização secreta altamente elitista, permeada pelos Illuminati, que se arrogava o direito de prescrever o mundo no qual as pessoas deveriam viver.

Por isso, naquela noite em que o cavaleiro Ramsay proferiu uma palestra em que dizia que a Maçonaria provavelmente fosse mais antiga que os maçons, os nobres e burgueses presentes ufanaram-se da sua antiguidade, uma vez que antiguidade costuma relacionar-se com nobreza e posses.

Principalmente a posse de segredos, porque o maior poder do mundo continua a ser a informação privilegiada – como diria Palocci. E uma das informações privilegiadas daqueles cavaleiros que se diziam defensores dos peregrinos da Terra Santa – e ficaram conhecidos como Templários, porque tinham como sede o templo de Jerusalém – teria sido a descoberta, conforme Leadbeater, no texto citado, “numa sepultura, pelos Cruzados Escoceses, da inefável Palavra há muito perdida, em cuja procura tinham de trabalhar com a espada numa mão e a trolha na outra”.

Na verdade, não era mais o Templo de Jerusalém, mas a Mesquita de Omar que foi ocupada pelos Templários. O primeiro Templo, que teria sido construído durante o reinado de Salomão foi destruído completamente pelos babilônios no ano 586 a.C. Aquele era o templo que continha a arca da aliança. O segundo templo foi construído por Zorobabel, com permissão de Ciro, rei da Pérsia (atual Irã), pela elite judia que tinha sido levada cativa por 70 anos – mas já não continha a arca da aliança. O povo judeu que construiu o segundo templo não recuperou o antigo poder e teve de se submeter aos povos da região (hoje chamados de palestinos), à invasão de Alexandre da Macedônia e, posteriormente, ao imperialismo romano.

Foi na época do domínio romano que houve uma completa reforma do segundo templo – que foi apelidado de “terceiro templo” – aumentando-se a altura do templo de sessenta côvados, mas sem que as suas estruturas fossem mexidas ou alteradas. Quando houve a revolta dos judeus contra os romanos, o templo foi totalmente destruído, no ano 70 d.C. No entanto, o imperador mandou que o pedaço de um muro da cidade, próximo ao templo, não fosse destruído, a fim de que se construíssem fortalezas, o que, entretanto, não ocorreu. Este pedaço do muro que ficou intacto, hoje é considerado o mais sagrado dos locais do Judaísmo e chamado de “Muro das Lamentações”.

Mais tarde, com a conquista de Jerusalém pelos muçulmanos foi construída, no mesmo local do primeiro templo, a Cúpula da Rocha ou Domo da Rocha. Segundo antigas tradições, teria sido o lugar de partida da Al Miraaj (viagem aos céus realizada pelo profeta Maomé). A Cúpula da Rocha serviu para os alicerces em que estão apoiadas as fundações localizadas no subsolo da Mesquita de Omar. Segundo as estimativas de historiadores mais minuciosos, sob essas fundações existe uma "rocha sagrada", localizada exatamente sob a cúpula da Mesquita de Omar. Ou seja, no cume de um altiplano denominado Monte Moriah existe uma construção que inscreve um altar usado em sacrifícios. A Mesquita de Omar, que está sobre a Cúpula da Rocha, ainda não pode ser retomada ou destruída pelos judeus porque é parte integrante da paisagem de Jerusalém e patrimônio da humanidade reconhecido pela UNESCO como interesse histórico, turístico e arquitetônico.

OS SANTOS SEGREDOS

Naquele lugar sagrado e misterioso os nove cavaleiros que deram origem à Ordem do Templo teriam feito uma importante descoberta. Muito provavelmente, não uma descoberta por acaso. A mídia oficial devidamente doutrinada costuma passar para o público que as guerras acontecem devido a uma necessidade de conquista ou motivadas pela fé, como foi o caso da expansão muçulmana e das Cruzadas.

Como todos sabem, as Cruzadas surgiram como consequencia de um grande movimento patrocinado pela Igreja que tinha como motivação oficial a conquista da Terra Santa. E principalmente a conquista de Jerusalém.

Em 1118, depois que Jerusalém já era território cristão, nove cavaleiros apresentaram-se ao rei Balduíno II dizendo que tinham o propósito de fundar uma ordem para proteger os peregrinos. Imediatamente o rei lhes cedeu um lugar nas proximidades da Mesquita de Omar, que tinha sido construída por volta de 692, exatamente no lugar do primeiro templo judeu.

E ali aqueles nove cavaleiros ficaram durante quase dez anos, até que o papa Inocêncio II, em 1128 e por intercessão de Bernardo de Clairvaux, que escreveu a regra da Ordem do Templo, aprovou a Ordem e a colocou diretamente sob a autoridade do Vaticano.

A pergunta que todos se fazem é o que aconteceu naquele período em que os Templários se organizaram como ordem quase secreta? O que eles descobriram? Alguns dizem que foi o Graal; outros, que teria sido a Arca da Aliança. Informa Leadbeater que em uma sepultura teria sido descoberta “a inefável Palavra há muito perdida”. O que dá o que pensar.

Se invertermos o que se conhece da história daquele período e dissermos que, devido a informações confidenciais alguns nobres europeus teriam formado uma ordem secreta, antes das Cruzadas, e passado alguma coisa dessas informações para o Vaticano, incentivando-o a promover as Cruzadas, não para conquistar a Terra Santa por motivos místicos, mas para tomar posse de determinados itens sagrados que lá se encontravam, talvez não estejamos errados.

Porque é muito provável que os nove cavaleiros que foram à corte de Balduíno II requerer um lugar para fundar a Ordem dos Pobres Soldados de Cristo e do Templo de Jerusalém – os Templários – já soubessem exatamente o que fazer quando ali chegaram. E teriam passado aqueles quase dez anos trabalhando como arqueólogos, na busca da corroboração das informações recebidas. E somente quando tiveram aqueles itens em mãos foram reconhecidos pelo Vaticano como uma Ordem especial. E ficaram imensamente poderosos em toda a Europa por mais de duzentos anos.

Uma das acusações que pesou contra os Templários, quando da extinção da ordem, foi justamente a de renegar Cristo. Renegarem a santidade de Jesus e se aliarem a outras ordens secretas do Oriente Próximo – como a dos sufis e a do Velho da Montanha - que lhes teriam passado interessantes segredos mágicos, mas magia negra, magia ligada à conquista dos bens terrenos.

O fato é que eles procuraram e acharam algo dentro ou nas imediações do antigo templo de Jerusalém, e Jesus, assim como a primitiva religião cristã, nada tinha a ver com o Judaísmo ou com o Templo. Apesar de a Bíblia conter os principais livros das duas religiões, Judaísmo e Cristianismo tem concepções opostas. Basta lembrar que o Cristianismo primitivo pregava a igualdade e a busca de bens espirituais e não dos bens terrenos. E os Templários teriam achado alguma coisa, ou uma série de itens, dentro do antigo Templo judaico que lhes trouxe poder material, apesar de estarem unidos ao Vaticano, mas este já tinha judaizado desde Constantino e o I Concílio de Nicéia.

Outro fato interessante é que a Maçonaria é toda ela baseada no Judaísmo, a começar pelos templos maçons, que são réplicas do Templo judaico. Além disso, os maçons adotam o calendário judaico e não o cristão, e os três primeiros graus tem como base a Lenda de Hiram, que teria sido o construtor do 1º Templo de Jerusalém. Por esses tópicos, não estará errado se afirmar que a Maçonaria é uma extensão do Judaísmo. Um Judaísmo ocidentalizado, com grande força de penetração nos governos europeus, desde que esses começaram a se organizar durante a Idade Média e necessitaram do dinheiro que captavam dos judeus – que estavam dispersos, mas atuantes em toda a Europa - através de vultosos empréstimos.

O RITO ESCOCÊS

O rito Escocês, com trinta e três graus, embora tenha sido aparentemente criado a partir do discurso de Ramsay, na França, se estabeleceu primeiramente nos Estados Unidos, exatamente em Charleston, por onde passa o Paralelo 33.

Lá, sempre segundo Leadbeater, “em 1761, apenas três anos após a sua fundação, o Conselho dos Imperadores do Oriente e Ocidente outorgou uma carta patente a um tal Stephen Morin para estabelecer a perfeita e sublime Maçonaria em todas as partes do mundo, constituindo-o Grande Inspetor do Rito de Perfeição.” Mas, “Stephen Morin foi também infeliz na escolha de seus lugares-tenentes, pois em muitos casos eram judeus de reputação não muito boa, e é por meio destas mãos algo sujas que temos de investigar o Rito de Perfeição durante os quarenta anos subseqüentes. O rito atravessou um período de obscurecimento, quando os graus eram vergonhosamente vendidos a quem quer que comprasse os seus títulos, ao passo que o significado interno das cerimônias foi quase esquecido” – lamenta-se Leadebeater.

Continua Leadebeater: “Mas embora se houvesse perdido o esplêndido conhecimento oculto dos Imperadores e os ritos fossem despidos da maioria de seu poder, as sementes da sucessão foram ainda assim transmitidas, mesmo de judeu a judeu - Moisés Cohen, Isaac Long, Moisés Hayes, Isaac da Costa de Charleston e outros - até que para o Rito foi guiada uma classe superior de egos, iniciando-se então uma nova era. Este Rito foi estabelecido em Charleston em 1783 por Isaac da Costa, que foi nomeado Deputado-Inspetor em 1783 por Moisés Hayes. Ver-se-á que as autoridades do Rito se atribuem definitivamente uma sucessão.”

Durante aquele período do estabelecimento do Rito Escocês a partir dos Estados Unidos, talvez para dar maior ênfase ao rito, alegou-se que Frederico II, em seu leito de morte, teria ratificado as leis que ainda regulam o Rito Escocês e que ele teria constituído pessoalmente o grau 33, delegando seus poderes, como Soberano da Maçonaria, a nove maçons em cada país. Mas outros afirmam que tudo isso não passa de invenção. Sempre segundo o texto citado de Leadebeater, “a verdade é que Frederico não tomou nenhuma parte ativa no Rito de Perfeição; jamais ratificou a Constituição nem criou o 33º”. Mas, acrescenta o mesmo autor, “Em 1785, um ano antes da morte do rei, encontramos uma carta endereçada a Frederico por um tal Salomão Bush (judeu, com certeza), Deputado Grande Inspetor da América do Norte, pedindo-lhe o reconhecimento de uma Loja que ele havia consagrado”.

Salomão Bush.

O fato é que o Rito Escocês teve grande acolhida nos Estados Unidos. Tendo como ponto principal a idéia da vingança de Jacques De Molay, que justificava a lenda da morte de Hiram e sua vingança posterior, deu motivo a que os maçons norte-americanos acreditassem que eram herdeiros de grandes verdades e que os Estados Unidos estariam destinados a conquistar o mundo. Tudo segundo a agenda Illuminati.

Como qualquer organização política, mas com cunho ocultista, os maçons estadunidenses passaram a ter uma “ideologia” esotérica que justificava as suas ações imperialistas. Consideram-se herdeiros de verdades ancestrais, verdades essas que teriam pertencido aos cavaleiros Templários que em sua época foi a organização mais poderosa do Ocidente.

Entre essas verdades está a descoberta do Paralelo 33 norte, que a partir de Charleston, onde foi criado o Rito Escocês com trinta e três graus, passa por lugares extremamente estratégicos. E um país que deseja conquistar o mundo deve dominar esses lugares.

O Paralelo 33 passa pela Argélia, Tunísia, Líbia, Israel (principalmente os disputados montes de Golan), Síria, Jordânia, Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Caxemira, Índia, Aksai Chin, China, Japão, Estados Unidos, Portugal, Marrocos e Argélia. Passa pelo Mediterrâneo, Mar da China Oriental e partes do Oceano Pacífico e Oceano Atlântico. Quem conquistar a maioria dessas regiões será dono do mundo.

Depois que destruíram a União Soviética, que era o principal entrave à sua expansão – durante a “guerra fria”, que poderia ser considerada como a legítima Terceira Guerra Mundial – a partir dos anos 1990 os Estados Unidos reiniciaram os seus planos de conquista. Quando entrou o século 21, os objetivos estavam claramente delineados – a conquista deveria ter como base a posse dos países do Paralelo 33, a espinha dorsal estratégica da humanidade.

Primeiro foi o Afeganistão, depois o Iraque e o Paquistão, que não está oficialmente ocupado, mas tem diversas bases militares norte-americanas. Pensaram em atacar o Irã, mas perceberam que, primeiro, deveriam ter os países do norte da África nas mãos. Para isso usaram a alienação das massas, muita infiltração dos seus serviços secretos e a tecnologia da Internet, como Facebook e Twitter. Os fatos históricos, assim como a vida, não ocorrem por geração espontânea.

Tunísia e Egito foram conquistados facilmente, locais onde os governos foram trocados para que o principal entrave do norte da África – a Líbia – pudesse ser infiltrado em uma penetração em forma de cunha – através do Leste e do Oeste do país - por mercenários fortemente armados, que apelidaram de “rebeldes”. Como isso não foi o suficiente, as forças da OTAN encarregaram-se do resto.

Agora é a vez da Síria. A estratégia é a mesma que foi utilizada na Tunísia e no Egito, e tentada na Líbia. Insuflar o povo através da Internet. Na hora certa, a OTAN entrará em cena. Com a destruição próxima do governo da Síria, Israel poderá expandir-se. Depois virá a Jordânia e o Irã, assim como a Argélia. O caminho estará aberto para uma grande pressão sobre a Índia, talvez forçando uma troca de governo pró-Ocidente. A partir da Índia, o Tibete estará a um passo e a China cercada terá de ceder às pressões econômicas ou aceitar a guerra.

Esta a visão linear de uma estratégia bem organizada para a conquista do Paralelo 33 e do mundo. Mas a História não é linear.

Observação: Eu não acredito na origem da maçonaria como ela é comumente contada hoje... fundada por Hiran Abif como uma irmandade de construtores com a finalidade de proteger os segredos da arquitetura da época.
Para mim a verdadeira origem da maçonaria é como está detalhada nesse tópico
http://forum.antinovaordemmundial.com/To...3%A7onaria

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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admin (02-07-2013), Mediador (15-09-2014), Rox Extreme (20-08-2014), ruicoelho (30-06-2014)
receitas para secar em 30 dias
02-07-2013, 08:04 PM
Resposta: #5
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
Acho que nem todos chegaram a ler este tópico, não li inteiro, mas parece ser muito bom.

O Blog Sobre A Nova Ordem Mundial
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archangel (03-07-2013), Campanário (02-07-2013), Mediador (15-09-2014), Peregrino (20-06-2014), raviro (03-07-2013), Sann (02-07-2013)
30-06-2014, 04:40 AM
Resposta: #6
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
Para @raviro e todos que se interessarem , recomendo ler este arquivo em pdf que está em anexo onde fala mais sobre a ligação da maçonaria e os templários.


Arquivos Anexos
.pdf  CONGRESSO_GLUSA_SUCRES_ELIAS_MANSUR.pdf (Tamanho: 436.27 KB / Downloads: 1783)

"O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens." Apóstolo Paulo
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Mediador (15-09-2014)
30-06-2014, 05:39 AM (Resposta editada pela última vez em: 30-06-2014 04:32 PM por ruicoelho.)
Resposta: #7
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
(02-03-2012 09:25 PM)raviro Escreveu:  (...)
A história dos templários com certeza é a mais oculta e mais difusa e apresentada em livros e estudos ou romances como vemos atualmente. Alguns afirmam que eles eram mágicos, alquimistas e bruxos.
(...)

Muita informação e, no meio de muita informação, existe a probabilidade de se poder dizer muita coisa certa e muita errada. Pena que sobre um tema que deveria ser abordado do ponto de vistas histórico, se tenha optado por fazer uma salganhada e um chorrilho de mentiras, verdades e fantasias, que acabaram por desvirtuar o essencial do tópico. Que se aborde o tema numa perspectiva histórica, sim, agora que se misture, maçonaria, magia, religião, teosofia, Aliester Crowley e outras tantas variantes do ocultismo... !!! Só faltou falar que um dos rituais secretos dos templários, seria o acto de beijar o ânus do companheiro. Valha-me Deus se falei alguma besteira.

Certamente abordarei o tema de novo naquilo que considero serem os factos científicos validados pelos historiadores e estudiosos da matéria. Deixando de lado meras especulações que só servem para alimentar ideias fantasiosas e criar mais nevoeiro em algo que está à vista de todos. Peço desculpa pela minha opinião aberta e sincera. Voltarei..


"Non nobis Domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam"
Slm. 115:1 - Vulgata Latina


.


[Imagem: capa_codextempli.jpg]


Esta é uma obra que nasce com o propósito de se tornar num clássico de referência na divulgação dos Pobres Cavaleiros de Cristo do Templo de Salomão.

Nestas páginas é transmitida ao leitor uma perspectiva integral e essencial sobre a Ordem do Templo. Por um lado, a investigação rigorosa, fiel à história e, por outro, um aprofundar de ideias transcendentes à luz da mais genuína Tradição: o esoterismo templário e a sua espiritualidade.

A Delegação Portuguesa da Templespaña, Gualdim Pais, reúne neste projecto um grupo de autores portugueses e espanhóis dedicados à investigação templária, com concepções plurais e diversificadas que giram em torno das chaves e mistérios desta Ordem.

Esta enciclopédia aborda as origens da Ordem do Templo, a sua teologia, as suas regras, os seus documentos, os seus símbolos, a sua arquitectura, os seus usos e costumes, o seu aspecto militar, a sua capacidade financeira, a sua dimensão tradicional e espiritual, o seu processo inquisitorial, o seu apogeu e trágica queda...

Autores


Ángel Almazán de Garcia, Antonio Galera Gracia, António Telmo, Abdul Cadre, Álvaro José Barbosa, Bernardo Sanchez da Motta, Fernando Arroyo Durán, Florencio Pascual Rodríguez-Valdés, Francisco Rafael de Pascual, Jesus Ávila Granados, José Carlos Sánchez Montero, Jordi Castañé i Mestres, José Flórido, José Luis Delgado Ayensa, José Manuel Anes, José Manuel Capêlo, Julián Martos Rodríguez, Manuel Filipe Canaveira, Manuel Joaquim Gandra, Maria Augusta Araújo, Nuno Villamariz Oliveira, Paulo Alexandre Loução, Pedro Silva, Rainer Daehnhardt Sergio Fritz Roa, Virgolino Ferreira Jorge.


ÍNDICE




Prefácio
Teresa Pinto Furtado

Capítulo I
A Ordem do Templo de Salomão: Primeiros Anos e Contexto Social
Fernando Arroyo Durán

Capítulo II
Codex Templi: Os Textos
Julián Martos Rodriguez

Capítulo III
Cavaleiros Templários: Monges e Guerreiros, Guardiães e Cruzados
José Luís Delgado Ayensa

Capítulo IV
São Bernardo e o Templo. O Braço Armado da Igreja
Sergio Fritz Roa

Capítulo V
A Comenda Templária
Jordi Castañe i Mestres

Capítulo VI
A Fundação de Portugal e o Mistério Templário
Paulo Alexandre Loução

Capítulo VII
Castelo Branco, a Cidade-Capital Templária de Portugal: de 1215 a 1314
José Manuel Capêlo

Capítulo VIII
Forma Ordinis. O Influxo Cisterciense na Tradição Templária
Virgolino Ferreira Jorge

Capítulo IX
Oriente e Ocidente na Arquitectura Militar Templária em Portugal – a Ascendência de Bernardo de Claraval
Nuno Villamariz Oliveira

Capítulo X
Tomar, Capital do Mistério
Manuel Joaquim Gandra

Capítulo XI
Os Sete Montes de Tomar: Memória dos Templários Inscrita na Paisagem
Álvaro José Barbosa

Capítulo XII
Templários, os Banqueiros da Cristandade
Florencio Pascual Rodríguez-Valdés

Capítulo XIII
Apogeu e Decadência, Prisão e Julgamento da Ordem do Templo
José Carlos Sánchez Montero

Capítulo XIV
A Continuidade do Templo nas Ordens Militares e de Cister. Valores e Ideais dos Templários
Francisco Rafael de Pascual

Capítulo XV
Os Guardiães da Terra Santa. O Esoterismo Templário
Ángel Almazán de Gracia

Capítulo XVI
A Cavalaria Cristã. A Iniciação Templária
José António Mateos Ruiz

Capítulo XVII
Silêncio, Segredo e Secretismo na Regra e Simbólica Templária
Maria Augusta Araújo

Capítulo XVIII
Os Templários e a Seita dos Assassinos
Chema Ferrer Cuñat

Capítulo XIX
Templários: Imaginação, Psiquismo e Racionalidade
Abdul Cadre

Capítulo XX
O Império do Espírito Santo, A Ordem do Templo e a Tradição Primordial
José Flórido

Capítulo XXI
Dante Alighieri e a Filiação Templária da Fede Santa
Mauro Zorrilla Hierro

Capítulo XXII
Mestria
António Telmo

Capítulo XXIII
Os Templários e a Tradição Iniciática dos Trovadores
Chema Ferrer Cuñat

Capítulo XXIV
D. Dinis, Poeta e Templário
António Telmo

Capítulo XXV
Os Templários e a Busca do Santo Graal
Ángel Almazán de Garcia


Capítulo XXVI
Novas Descobertas sobre o Baphomet Templário
Antonio Galera Gracia

Capítulo XXVII
Os Templários e os Cátaros
Jesus Ávila Granados

Capítulo XXVIII
Os Templários e a Raça Maldita dos Agotes
Antonio Galera Gracia

Capítulo XXIX
Da Ordem do Templo aos Descobrimentos
Rainer Daehnhardt

Capítulo XXX
Os Templários e o Brasil (Terra de Vera Cruz)
Pedro Silva

Capítulo XXXI
Templários, Jesuítas e Maçons: O Afã Legitimista
Fernando Arroyo Durán

Capítulo XXXII
Os Templários: História e Enigma
Manuel Filipe Canaveira

Capítulo XXXIII
A Capela da Quinta da Regaleira e as suas Dimensões Simbólicas
José Manuel Anes

Capítulo XXXIV
A Cruz da Ordem do Templo e as Insígnias da Ordem Templária de Portugal
Manuel J. Gandra

Capítulo XXXV
O Priorado de Sião e a Ordem do Templo. Notas Sobre um Mito Moderno
Bernardo Sanchez da Motta

Capítulo XXXVI
O Santoral Templário
Jesus Ávila Granados

Capítulo XXXVII
Templários e Alquimistas
Sergio Fritz Roa

Capítulo XXXVIII
Os Templários e o Templarismo na Literatura Portuguesa e Traduzida para Português (Século XIV – 2006)
Manuel J. Gandra

Bibliografia Templária


Para repor uma visão histórica e cientifica do verdadeiro templarismo e tudo o que lhe está associado. É uma leitura rica, esclarecedora e desmistificadora de tanta coisa mal dita e mal contada sobre os monges guerreiros. No fim de lerem, me digam então o que pensam. Botar "faladura", como diz o povo português, sem conhecimento de causa é fácil, ler e estudar os temas a fundo, dá trabalho... mas é gratificante. Eu vos convido a ler este verdadeiro tratado sobre a história fascinante dos templários escrita pelos maiores historiadores portugueses do seculo XX. Depois falamos...
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Webdriver Torso (22-09-2016)
receitas para secar em 30 dias
30-06-2014, 12:17 PM
Resposta: #8
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
Eu tenho estudado a historia dos templarios e posso dizer que este post é uma mistura de fantasia com factos reais. Vou fazer aqui um resumo tambem de fantasia, os europeus juntaram-se e foram fazer as grandes cruzadas para conquistar jerusalem a terra santa. jerusalem sempre foi e será uma terra por onde passaram muitas coisas e por isso foi sendo construida coisas sobre coisas. alguem consquista derruba tudo do enemigo e volta a construir por cima. E quando os cavaleiros cristão conquistam jerusalem começaram a derrubar muros e paredes de templos e num deles (o templo de salomão) encontraram varios livros e informações (alguns deles da biblioteca de alexandria), neles havia novas ideas economicas (templarios criaram primeiro banco e cheque do mundo dessa altura), novas ideas da medicina (criaram se novos medicamentos), mapas completos do mundo (dai os descobrimentos o mundo ja estava descoberto so faltava confirmar e foi o que os templarios fizeram), e muitas outras informações, mas a mais importante foi a da verdadeira historia de jesus cristo. Apartir dai um grupo de cavaleiros ficou guardião dessa informação, estudou-a e comprovou que era verdadeira. dai os cavaleiros do templo de salomão, não a tentativa de proteger um templo de pedra, mas sim os guardiões da informação que descobriram. Graças a essas ideas e informações os templarios começaram a prospera imenso. E ai foi o grande problema dos templario , a RIQUESA, uma ordem pobre começou a ficar imensamente rica e poderosa. Ora a igreja não queria perder a sua influencia , pois cada vez mais cavaleiros a seguir a verdadeira historia de cristo se a verdadeira historia passasse para o povo era o fim da igreja, por outro lado o rei de frança tinha cada vez mais medo do poderio militar dos templarios e da suas amizades com muitos dos seus enemigos. pelo que se juntou a monarquia francesa + a igreja para destruirem os templarios. Estes fugiram para a suiça (ABRAM OS OLHOS, e so olhar para a bandeira da suiça, qualquer toto vê, invertam as cores, suiça que é o coração , é o banco, aquele que da o sangue, dinheiro), portugal (que foi o motor dos descobrimentos, aqui nem é necessario nada que so mudaram o nome da ordem, os barcos ate foram todos com a cruz para que se ouvesse duvidas ) , e por fim a irlanda (local de origem dos primeiros cavaleiros cristaos que foram para jerusalem). portugal, suiça, e irlanda formam a sagrada trinidade.


O Brasil só existe graças aos templarios ...... mas essa é outra historia....


Um ultimo pensamento, os templarios estavam a desemvolver a europa a todos os niveis , a melhorar o nivel de vida do povo, economia, medicina , todas as areas ...... E veio a igreja que fazia o oposto mais o medo na população, é obvio que a igreja teve que associar os templarios com o diabo e é esse mesmo pensamento que continua, basta olhar para o post. Isto da que pensar em 2014 continua-se o mesmo pensamento de a seculos atrás. como ganhou a igreja foram eles que escreveram a historia.



TUDO AQUI ESCRITO É PURA FICÇÃO E FANTASIA....... TUDO VEIO DA MINHA IMAGINAÇÃO ....
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Rox Extreme (20-08-2014), ruicoelho (30-06-2014)
21-09-2016, 11:28 PM (Resposta editada pela última vez em: 21-09-2016 11:58 PM por Joekarl.)
Resposta: #9
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
No entanto, embora tenha havido uma quebra de harmonia, o ideal sinárquico dos templários pode ser vislumbrado nos reis seguintes à D. João II, notadamente em D. Afonso V, D. Manuel I, D. Sebastião I, D. João IV e D. João VI. Dos Descobrimentos Marítimos (1500) até a proclamação da Independência do Brasil (1822) Portugal teve 12 Reis, suprimindo-se o Cardeal-Rei D. Henrique (1580) e a Dinastia Filipina (1640). Sendo o Brasil Província de Portugal, estes reis também pertencem a história brasileira, pois, são igualmente reis do Estado do Brasil.
Consigna Tito Lívio (1980, p. 57) sobre o nome Terra de Vera Cruz atribuído ao Brasil:
“Alí não foi hasteada a bandeira do Rei, a bandeira da Coroa Portuguesa, mas, a bandeira da Ordem de Cristo, porque esse patrimônio lhe fora adjudicado pelos Papas Martinho V, Nicolau V e Calisto III, no século XV.[…] O fato de a terra descoberta em 1500 receber o nome de Província de Santa Cruz está explicado”.
Estes breves traços são suficientes para se verificar que a matéria que envolve a palavra “colônia” aplicada ao Brasil não é matéria dispicienda e “dá panos para a manga”, segundo o dito popular. Este fio de Ariadne perpassa toda a Dinastia de Avis e dos Bragança para desembocar nos dias de hoje.
Assim, constitui matéria de alta relevância os acontecimentos históricos envolvendo a Ordem do Templo e sua sucedânea, a Ordem de Cristo no tocante as matérias respeitantes à história do Brasil. Suprimi-las, ou antes, delegar exclusivamente à Portugal tal herança, é uma fórmula bem eficaz de escamotear a história.
Fernando Pessoa (Mensagem), de modo lapidar, diz:
Cumpriu-se o Mar e o Império se desfez.
Senhor, falta cumprir-se Portugal.

Vaticina a poetisa e folclorista brasileira Anna Maria Dutra de Menezes de Carvalho(in: As Brasilíades), entendendo ser chegada a hora de quebrar o silêncio:
É difícil atingir o mistério sagrado
que envolve o Brasil em oculta intenção
perguntar qual Missão, intuir qual mestrado
ilumina o futuro desta nossa nação.
E quando este gigante de repente acordar
vão rugir pororocas, vão cantar minuanos
e os mitos secretos e os tesouros do mar
surgirão nos espaços, sagrados, profanos,
e será revelado em seu credo abismal
o silêncio de Deus, pela voz da verdade
e o Brasil transmutado, paraíso ideal
será Ele, só Ele, por toda a eternidade!

http://www.alagamares.com/portugal-e-o-b...yel-rocha/ O diagnóstico acima separa as jurisdições pertencentes à Ordem de Cristo das da Coroa Portuguesa (igualmente, lança luz sobre o Pacto do Padroado e sobre o fato de a maioria dos reis portugueses – de 19 dos 34- terem sido excomungados pela Igreja de Roma, o que rebate a verdade aceita da absoluta catolicidade de Portugal!). É consabido o fato de no ano de 1420, o Infante D. Henrique, duque de Viseu, filho de D. João I, foi colocado à frente da Ordem de Cristo. Todos reconhecem neste nome o autor das descobertas e das colônias europeias; o que menos se sabe fora de Portugal, é que estas descobertas eram feitas à custa desta Ordem e em seu proveito. Os reis de Portugal, para animar estes cavaleiros, lhe concederam a princípio a propriedade dos países que poderiam adquirir, reservando para si a soberania. Foram tão rápidos os seus progressos e tão consideráveis as suas aquisições, que, mesmo em vida do Infante, a prudência exigiu outros contratos. Em vez da propriedade dos países adquiridos, que volveu à Coroa, concederam-lhes a jurisdição civil, certa superioridade militar, os dízimos e a jurisdição eclesiástica, com o consentimento dos papas. Anos depois, a boa política pediu que a supremacia de uma Ordem, tão rica e poderosa, fosse para sempre anexada à pessoa do rei, como de feito se conseguiu. Desde o cabo Bojador, onde tiveram princípio estas descobertas, não era permitida a navegação a navio algum português que não hasteasse a bandeira da Ordem; além deste cabo os portugueses não usavam outra” (Abade Correia da Serra. Os verdadeiros sucessores dos templários e o seu estado em 1805. In: Cadernos da Tradição. Lisboa: Hugin, 2000, p.59-70). O rei de que se trata foi D. João III. Tal política coincide com o início da decadência nacional propiciada pelo enfraquecimento da Ordem de Cristo, motivada pela supracitada reforma, conduzida por frei António de Lisboa, a mando do rei D. João III, em 1529, que mandou incendiar e destruir todos os documentos respeitantes à Ordem de Cristo.
Manuel J. Gandra (in: O Projecto Templário e o Evangelho Português, 2013, p. 24), demonstra que, ao contrário, Portugal assumiu, em nome da Ordem do Templo, um compromisso ecumênico, interrompido (ou adulterado) pelo incensado D. João II, que depois de assassinar o Grão-Mestre da Ordem de Cristo assume para si esse cargo, bem como, a jurisdição sobre o rico patrimônio da Ordem, subvertendo a missão da milícia templária:
“Recordo que foi o mesmo monarca que, pela sua própria mão, assassinou o Grã-Mestre da Ordem de Cristo (seu cunhado), certamente, porque este não tencionava abdicar daquilo que, até do ponto de vista canônico, constituía o cerne moral e religioso da Milícia.
Além disso, D. João II promoveu, em 1485, a reforma do brasão real. A chamada operação de endireitar o escudo (i. e., os escudetes das ilhargas) terá subvertido irremediavelmente o significado das peças que empunham as armas nacionais, as quais na sua configuração original representavam a Alma do Mundo, de acordo com Plotino: os três escudetes superiores voltados para a Inteligência (ou seja, para o interior) e o do meio e o inferior, voltados para a matéria (i. e., para o exterior). Ao preceder assim, D. João II terá entregue ao Corpo do Mundo a direção do destino nacional, transformando-o, doravante, numa mera questão de “Secos e Molhados.
No entanto, mesmo após o assassinato do Grão-Mestre da Ordem de Cristo, o Projeto Templário continua a subsistir, haja visto que as palavras MORE e MROE, tantas vezes presentes na eclíptica da esfera armilar de D. Manuel, com o significado de Manuel Orbis Rex est e Manuel Rex Orbis est, claramente reinvindicam um estatuto imperial, cuja tradição remonta à cristofânia de Ourique, com inequívocas ligações com o Rei do Mundo e a profecia do Quinto Império. Compele acorrer que numa sequência tradicional, Vasco da Gama (1497) e Pedro Álvares Cabral (1500) receberiam das mãos de D. Manuel I a bandeira da Ordem de Cristo, como estandarte das navegações. Ressalve-se que a cartografia portuguesa ostenta bandeiras da Ordem de Cristo pelo menos desde a carta de Pedro Reinel em 1500. Mas, que ideal perseguem os Templários?
“Não são de todo subreptícias, nem dispiciendas, as conotações entre o ideal sinárquico dos templários, isto é, a sua demanda da equanimidade universal ( no seio de uma hierarquia de competências), com o corpus doutrinal derivado do pensamento do cisterciense Joaquim de Fiori e popularizado pelos espirituais franciscanos. De outro modo, como justificar que os mesmos monarcas que protegeram os templários se tivessem empenhado na difusão do joaquimismo, cujos princípios religiosos, éticos e políticos se baseavam na ideia de que, sob a influência sucessiva de cada uma das três pessoas da Trindade, as criaturas se haviam de tornar puras, como os meninos, para ganhar o Reino dos Céus. Foi este ideário que, como é público, imortalizou Santa Isabel e Dom Dinis.
[…] A expansão portuguesa não foi, nem fruto do acaso, nem um feito político da Coroa ou de cortesão esforçados, antes a missão de uma Ordem iniciática.
Motivada por expectativas milenaristas e messiânicas coletivas, sincreticamente compendiadas no Auto do Império, a gesta marítima lusa resolve-se na demanda do Paraíso Perdido, esse Centro Espiritual supremo só alcançável, garantem-no escritos espirituais medievos como o Conto do Amaro, a Navegação de são Brandão, o Livro de José de Arimatéia e o Orto do Esposo, pelo nauta audaz que, em demanda do seu destino, embarque nas naus da iniciação e empreenda a travessia do Oceano da Alma, modelo dos oceanos do mundo, para dilatar Fé e Império (Manuel J. Gandra, 2013). https://www.youtube.com/watch?v=uwNGUs06Ehk
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jonas car (22-09-2016)
22-09-2016, 06:23 AM
Resposta: #10
RE: A origem dos Cavaleiros Templários e da Maçonaria Ocidental
(30-06-2014 12:17 PM)sede_pt Escreveu:  ...
Eu tenho estudado a historia dos templarios (???)
...
TUDO AQUI ESCRITO É PURA FICÇÃO E FANTASIA
...

O tema "Templários" não se compadece com fantasia e imaginação, mas sim com estudos sérios e rigorosos, pois fantasia já existe em sobra na maioria dos comentários, incluso de supostos pseudo-historiadores. É urgente repor certas verdades sobre o tema, ser rigoroso com os factos históricos e, sobre tudo, sublinhar e enaltecer o papel que os templários tiveram na fundação da nacionalidade portuguesa.

De referir que das 3 vertentes de abordagem ao tema "templários", só a primeira é válida. Esqueça o néo-templarismo e o pseudo-templarismo e se concentre no verdadeiro templarismo.

Se quer saber algo sério sobre o tema, que não seja fantasia, consulte meu tópico e minhas respostas ao mesmo em [ Megapost ] - Priorado do Sião, Maçonaria, Santo Graal e Templários.
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