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As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
03-01-2017, 05:08 PM (Resposta editada pela última vez em: 03-01-2017 05:19 PM por ruicoelho. Razão da Edição: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?)
Resposta: #1
As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
O efeito da tecnologia na nossa vida parece-nos, com frequência, um produto dos últimos 20 anos, nomeadamente com a generalização do acesso à Internet. Mas há 110 anos já se antecipava um futuro transformado pela tecnologia. Principais problemas: a solidão e ... as nossas mãos que estão a mudar por causa dos smartphones e dos computadores.

[Imagem: MA1Ou2eGiaF5iYGF0v2NzHroM6oi4saRS0YfkbJx...ay_optim=1]


A tecnologia é apontada como motivo para a separação física das pessoas e para a solidão, apesar de se estar ligado em redes ditas sociais e por telemóvel. Essa constatação não é nova: a 26 de Dezembro de 1906, um desenho numa revista antecipava a solidão entre pessoas ligadas a dispositivos de telecomunicações.

Há 110 anos, a revista inglesa Punch, or The London Charivari, publicou uma imagem de antecipação sobre o ano seguinte. Com o título de "Previsões para 1907", nela viam-se duas pessoas no londrino Hyde Park que, segundo a legenda, antecipava "o desenvolvimento da telegrafia sem fios" (que então estava em crescendo, dinamizada por Gugliemo Marconi), com duas pessoas que não comunicavam entre si. A dama estava a receber uma mensagem erótica ("amatory message"), enquanto o cavalheiro acedia aos resultados de corridas desportivas.

O "cartoon" fazia parte de uma série de quatro, pelo menos, desenhados por Lewis Baumer. Um outro trabalho gráfico do mesmo autor, impresso na edição de 5 de Dezembro desse ano e que aparenta ser a primeira imagem da série, mostra um médico a visitar a clientela em balão.

A Punch foi uma revista humorística, publicada entre 1841 e 2002. Foi ela que generalizou o termo "cartoon" e surgiu como equivalente britânico à edição francesa Le Charivari - daí a expressão inicial "The London Charivari" -, uma publicação surgida no final de 1832 e que foi posteriormente replicada em vários países.

No final do século XIX, a revista inglesa dava alguma atenção aos desenvolvimentos científicos e tecnológicos, como um "photophone" que surge no Punch's Almanack de 1881.

1906 a 2016: descubra as diferenças - Perante o "cartoon" da Punch de 1906, há vários aspectos diferentes com a actualidade, embora algumas semelhanças sejam premonitórias. Em síntese:

- não são apenas as classes altas a terem acesso aos dispositivos móveis mas são elas quem mais se interessa por notícias;
- a actual quantidade de informação é muito maior;
- a antena não está no chapéu de damas ou de cavalheiros mas no próprio dispositivo;
- não é preciso estar sentado (bem pelo contrário) para aceder ao dispositivo tecnológico;
- a solidão derivada do uso das tecnologias e das chamadas redes sociais é tida como preocupante.


No primeiro caso, Portugal é um bom exemplo. Segundo dados da autoridade reguladora Anacom, o número de utilizadores efectivos no terceiro trimestre deste ano "aumentou 8,2% em relação ao trimestre anterior e 12,2% face ao trimestre homólogo, atingindo 6,14 milhões" de utilizadores, enquanto o acesso à Internet fixa chegou aos 3,3 milhões de subscritores. Também "o tráfego de acesso à Internet através dos acessos móveis aumentou 31,4% neste trimestre".

Por mês, o tráfego médio no "acesso à Internet em banda larga em local fixo foi de 62,3 GB, enquanto "o tráfego gerado por cliente de banda larga móvel com utilização efectiva foi de 1,93 GB", valor que sobe para 10,3 GB no uso de tablets ou PC portátil.

Os tablets e os smartphones são usados por 3,6 milhões de utilizadores nacionais para acederem a notícias. Segundo os dados para 2016 do Bareme Internet da Marktest, este "hábito de ler notícias no telemóvel ou tablet quadruplicou em quatro anos" (eram 9,9% em 2012, enquanto no ano passado se cifrava nos 34,9%). A análise centra-se em indivíduos com 15 e mais anos, residentes em Portugal Continental, e corresponde a 41,7% do universo total mas tem variações etárias e sociais significativas.

A leitura de notícias no tablet ou telemóvel é comum para 76,1% dos jovens entre os 15 e os 24 anos, percentagem que baixa para os 4,4% acima dos utilizadores com mais de 64 anos. Ler notícias nesses dispositivos móveis "é hábito de 75,5% dos indivíduos da classe alta e de apenas 11,7% dos indivíduos da classe baixa".

Na recente apresentação "Mobile Is Eating the World", o analista Benedict Evans da empresa de "venture capital" Andreessen Horowitz confirma essa tendência a nível mundial.

O número de utilizadores de dispositivos móveis em 2015 estava perto de se equiparar com o número de adultos (com a ressalva de que há utilizadores com mais de um dispositivo). Mas se o número desses dispositivos ultrapassava os cinco mil milhões, já os computadores pessoais ficavam-se pelos 1.500 milhões de unidades.

O que é um zetabyte? Em Portugal, 79 sites noticiosos tiveram em Novembro uma média diária de cerca de 43 milhões de visualizações de páginas Web ("pageviews").

Segundo os dados do Netscope da Marktest, no total, esses sites conseguiram um tráfego de 1.295 milhões de "pageviews", com o consumo móvel a representar 41% de "pageviews". Em 27 dos sites, este tipo de acesso "correspondeu a mais de metade do seu tráfego total".

Se estes números parecem astronómicos, calculava-se que a Web tinha em Março passado mil milhões de sites (sem contar com a chamada "Dark Web"), num total de 4.660 milhões de páginas Web. O tráfego global da Internet deve ter atingido este ano os 1,1 zetabytes, devendo chegar aos 2 zetabytes anuais em 2019. "Um zetabyte é o equivalente a 36 mil anos de vídeo em alta definição", explicava a Live Science.

Neste dilúvio de dados, há quem assuma problemas com a sobrecarga de informação. Nos EUA, 20% dos 1.520 inquiridos em Abril pelo Pew Research Center assumiram alguma "ansiedade" (eram 27% há uma década), enquanto 77% assume gostar de ter tanta informação disponível e sentir-se confortável na sua gestão. Curiosamente, os que têm mais acesso online (por banda larga doméstica, smartphone e tablet) assumem saber gerir melhor a informação, ao contrário dos que têm um ou nenhum dispositivo.

O que nos leva ao terceiro ponto. A antena não está no chapéu das damas ou dos cavalheiros, mas no próprio dispositivo e a apropriação destes para acesso sem fios a conteúdos está a alterar-se radicalmente.

Em Outubro, pela primeira vez, o acesso à Internet nos dispositivos móveis ultrapassou o acesso em computadores "desktop", atingindo os 51,3% de utilizadores, segundo a empresa de analítica Web StatCounter.

Para Portugal, segundo dados de Janeiro a Dezembro deste ano, a média no acesso ainda é maioritária para o computador (82,8%), seguindo-se o telemóvel (12,5%), o tablet (4,2%) e, com reduzida expressão abaixo de 1%, as consolas de videojogos.

Mas, como nota Benedict Evans, o impacto nos lucros anuais das empresas já se faz sentir desde o início da década. No ano passado, enquanto os computadores Wintel (contração do sistema operativo Windows, da Microsoft, com os processadores da Intel) tiveram um retorno a rondar os 150 mil milhões de dólares, o conjunto de empresas GAFA (Google, Apple, Facebook e Amazon) ultrapassou os 400 mil milhões de dólares.

Por outro lado, é também notório que o crescimento de ambas as indústrias numa década em que foram preponderantes foi totalmente diferente. A associação Wintel, entre 1990 e 2000, ficou abaixo dos 50 mil milhões de dólares em lucro anual, enquanto os GAFA ultrapassaram os 400 mil milhões de dólares entre 2005 e 2015.

A questão é tanto mais preocupante para a indústria dos PCs dado que tem estabilizado no tempo de acesso online nos EUA, enquanto as aplicações móveis continuam a crescer, pelo menos desde 2013, segundo os dados da Andreessen Horowitz.

Os smartphones e os computadores estão a transformar as nossas mãos. A quarta diferença com o "cartoon" premonitório de Baumer é que já não é preciso estar sentado para ter acesso à informação. O "próximo estágio da evolução humana" é a "caminhada do telefone", o "phone walk" como foi denominado.

Mas esta tendência acarreta problemas físicos. "Andar enquanto se usa um telefone muda fisicamente a maneira como as pernas se movem", também afecta o pescoço (por se estar a olhar para baixo, para o ecrã do telemóvel) e coloca pressão na coluna vertebral. Aliás, a imagem da Punch retrata a senhora precisamente com este sintoma.

O uso de dispositivos móveis e de computadores está a criar um outro problema físico: as mãos humanas estão a modificar-se. "E se, ao invés de nos focarmos nas novas promessas ou descontentamentos da civilização contemporânea, víssemos as mudanças de hoje como as primeiras e principais mudanças no que os seres humanos fazem com as mãos? A era digital pode ter transformado muitos aspectos da nossa experiência, mas a sua característica mais óbvia embora ainda negligenciada é que permite às pessoas manter as suas mãos ocupadas numa variedade de formas sem precedentes", escrevia Darian Leader, autor do livro "Hands".

"Teremos mãos diferentes, da mesma forma que a boca foi alterada pelo uso dos talheres, que mudou a topografia da mordida" na comida, salientando que os médicos já estão a detectar essas mudanças quando os dedos e o pulso estão a ser usados para novos movimentos para os quais não foram treinados - pelo menos nas gerações mais antigas.

O mesmo está a suceder com a vista, com a chamada síndrome da visão do computador, que afecta mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo "e só tem tendência a aumentar". Os principais afectados, que não conseguem trabalhar sem o uso do computador, são "contabilistas, arquitectos, bancários, engenheiros, controladores de voo, artistas gráficos, jornalistas, académicos, secretárias e estudantes". Além das crianças e jovens que abusam dos videojogos.

Uma razão pela qual este problema está tão generalizado deve-se a que, "ao contrário das palavras impressas numa página que tem bordas acentuadamente definida, os caracteres electrónicos, que são compostos por pixéis, têm as bordas desfocadas, tornando mais difícil aos olhos manter o foco. Inconscientemente, os olhos tentam repetidamente descansar, deslocando o seu foco para uma área atrás do ecrã, e essa mudança constante entre ecrã e ponto de descanso cria fadiga visual".

Acresce que "outro efeito inconsciente é uma frequência muito reduzida de piscar os olhos, o que pode resultar em olhos secos e irritados. Em vez da taxa normal de 17 ou mais piscadelas por minuto, enquanto se trabalha ao computador essa taxa é muitas vezes reduzida a apenas cerca de 12 a 15 piscadelas".

Solidão sem estar só. A par dos efeitos físicos, o uso das tecnologias de comunicação faz emergir problemas com os relacionamentos sociais e uma potencial solidão derivada do uso das chamadas redes sociais, que é vista como preocupante. A ilustração de Baumer é, nesse sentido, bastante actual.

Numa análise ao livro "Reclaiming Conversation", de Sherry Turkle, explica-se que nos tempos actuais, "estar sozinho com a tecnologia é, assim, não estar completamente sozinho, não completamente desligado. Esta é uma situação profundamente ambivalente, que não é explicada pelas declarações de Turkle sobre a capacidade de corrupção da tecnologia ou sobre a linha do Silicon Valley de que a tecnologia nos salvará. Solidão e isolamento significam algo novo. Se um smartphone significa que estar fisicamente sozinho já não implica automaticamente estar sozinho, então a solidão é agora uma escolha. O isolamento não o é".

Não o é, excepto pelas escolhas que se fazem. Três anos após o "cartoon" de Baumer, um outro autor escreveu uma pequena história de ficção científica (para a época), sobre o isolamento mediado pela tecnologia. Em "The Machine Stops", Edward Morgan Forster antecipa os seres humanos protegidos numa célula de uma espécie de colmeia, gerida por uma Máquina global, e comunicando através de ecrãs. Este pequeno excerto pode ajudar a entender como se previa a solidão mediada por artefactos tecnológicos:

- Já te liguei antes, mãe, mas estás sempre ocupada ou isolada. Tenho algo a dizer-te pessoalmente.
- O que é, querido? Sê rápido, porque não podes enviar por correio pneumático?
- Porque prefiro dizer-te. Quero...
- Sim.
- Quero que venhas e me vejas.


[A mãe] Vashti observou o rosto na placa azul.

- Mas eu posso ver-te, exclamou. O que mais queres?
- Quero ver-te não através da Máquina - disse [o filho] Kuno. Quero falar-te não através da cansativa Máquina.
- Oh, silêncio!, disse a mãe, vagamente chocada. Não deves dizer nada contra a Máquina.
- Porque não?
- Não se deve.
- Falas como se um deus tivesse feito a Máquina, exclamou [Kuno]. Acredito que rezes por isso quando estás infeliz. O homem fê-la, não te esqueças disso. Grandes homens mas homens. A Máquina é muito, mas não é tudo. Eu vejo algo como tu nesta placa mas não te vejo. Eu ouço algo como tu através deste telefone, mas não te ouço. É por isso que quero que venhas. Visita-me para que nos possamos encontrar presencialmente e falar sobre as esperanças que tenho.


Ela respondeu que não conseguia ter tempo para uma visita.
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[-] O(s) seguinte(s) 5 usuários diz(em) obrigado a ruicoelho pelo seu post:
Doc S (03-01-2017), gidnet (03-01-2017), jonas car (04-01-2017), marcosarierom (05-01-2017), rmuller (03-01-2017)
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03-01-2017, 07:21 PM
Resposta: #2
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
As vezes eu fico me perguntando, o quanto da tecnologia poderá se voltar contra nos mesmos, isso remete-me ao o 1º Episódio da Serie Balck Mirror da 3º Temporada:

Resumo da opera: a obsessão de uma jovem por aceitação e destaque em "redes sociais", a que ponto pode levar.

[-->http://s004.thevid.net/v/c167f05c0aa61f7ee3a8696f42b70908.mp4?st=_kGjFPGkfz3ZTnUBiT1EeA<--]

obs: o epísodio do link acima só roda se copiar e colar em outra aba do navegador sem os caracteres [--> <--] óbvio.

O problema são as ferramtas ou nós, que possuimos a capacidade in nata de autodestruição.
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jonas car (04-01-2017), MARCELO DF (05-01-2017), rmuller (03-01-2017), ruicoelho (04-01-2017)
03-01-2017, 07:59 PM
Resposta: #3
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
Interessante pensar que ferramentas como um computador,email,celulares e outros,que foram feitos para aproximar pessoas,na verdade cada vez mais isolam elas.
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jonas car (04-01-2017), marcosarierom (05-01-2017), ruicoelho (04-01-2017)
04-01-2017, 01:37 AM
Resposta: #4
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
Mas é que são tão lindos, são tão portáteis, são tão rápidos e fazem tantas coisas que já nos esquecemos ate mesmo pra que servem, só sabemos que precisamos deles...

Mas tem uma coisa...antes de sermos tecnológicos somos humanos.
Basta um pouco de tempo sem eles e passada a abstinência, logo lembramos que há muito mais mundo no mundo, que em telas multimillioncoloridas.

Difícil é dar o primeiro passo.

"Quando todos dizem mentiras, dizer a verdade é mais que rebeldia...é uma revolução!
A Verdade se torna uma arma. Cuidado como usa suas palavras." - G. Orwell

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MARCELO DF (05-01-2017), marcosarierom (05-01-2017), ruicoelho (04-01-2017)
Shoyu Orgânico Fermentado Naturalmente Você Encontra na Tudo Saudável
04-01-2017, 08:14 AM (Resposta editada pela última vez em: 04-01-2017 08:34 AM por ruicoelho.)
Resposta: #5
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
(03-01-2017 07:21 PM)gidnet Escreveu:  ...
O problema são as ferramtas ou nós, que possuimos a capacidade in nata de autodestruição.
...

A história é rica em episódios de escravatura como sabe. Não faz sentido hoje em dia ter um escravo negro (com todo o respeito que me merecem os negros) para nos lavar a loiça e servir o comer. Mas já faz sentido, tudo à margem da lei, ter escravos nas plantações de legumes e frutas em países como Portugal, que, apesar da vigilância apertada continua a usufruir da miséria dos asiáticos que buscam uma vida melhor e com melhor rendimento. Ora, isto é ainda escravatura...

É altura de nos questionarmos a utilidade de tanta tecnologia de informação, mais em particular tecnologia que nos coloca ao alcance de um click de um amigo que até já não vimos há cerca de 1 ano, contudo continuamos a chamar-lhe de amigo. Foi o que de pior as redes sociais nos trouxeram, o afastamento das pessoas. Não há sentimentos, não há emoções, não há envolvimento directo dos sentidos numa relação que supostamente para ser saudável teria que cumprir todos estes atributos.

Este facto acaba por despersonalizar as pessoas, de as alienar da realidade social, de as tornar mais egoístas, egocêntricas e agorafóbicas. Vivemos hoje sem saber comunicar utilizando a palavra, o gesto, o carinho, a emoção e o sentimento. Caso típico e aberrante são os sentimentos/pêsames que já se enviam por SMS ou mensagem no Face Book. Mais do que ridículo...

As novas tecnologias são uma mais valia, mas para o serem efectivamente, devem ser utilizadas com racionalidade e método, ora isso implica um desligamento total do vicio que elas causam no ser humano. As novas tecnologias devem de servir o homem nas suas necessidades básicas e não lúdicas, sob pena de tornar a sociedade desligada da realidade e até, conduzir que as utiliza sem rigor a ficar solitáriamente dependente dos teclados e dos clicks.

Não seria tão radical, pois existe um mecanismo inato de defesa e de sobrevivencia que entrará em acção quando se começar a notar a despersonalização geral das populações. Já existem estudos piloto que dizem que a saturação causada pelo afastamento entre as pessoas as faz ter vontade de se deslocarem para uma simples conversa de bar... ainda não chegou aos jovens mas estou convencido que a tecnologia jamais vencerá o ser humano na sua essência e plenitude.

(04-01-2017 01:37 AM)jonas car Escreveu:  ...
Mas tem uma coisa...antes de sermos tecnológicos somos humanos.
Basta um pouco de tempo sem eles e passada a abstinência, logo lembramos que há muito mais mundo no mundo, que em telas multimillioncoloridas.
...

Mas será que as novas gerações ainda se lembram de como eram os seres humanos há 40 anos?
Será que sabem escrever português?
Será que sabem expressar uma emoção, um sentimento?
Será que se subtrair a tecnologia, à qual são adictos, não ficariam com um olhar vago e perdido no firmamento se questionando que mundo é este?
Será que vê os jovens a utilizar a Internet racionalmente para estudo e pesquisa?
Ou por outro lado os vê colados ao ecrã até altas horas da noite teclando com amigos virtuais?
Será que eles têm noção de qual é a diferença entre um amigo virtual e um amigo real, em carne e osso?
Será que as relações humanas, de companheirismo, de namoro, de amizade, etc, não estão a ficar comprometidas por este novo facto?
Se assim fore a continuar, acho que é no que vai dar a sobrevivência da sociedade como ainda alguns a conhecem. Acho mesmo que está quase definitivamente comprometida.
Lá virá o tempo do sexo também ele virtual... e depois?
Será que tem noção de como os jovens de hoje praticam a sua intimidade?
Quantas relações amorosas em jovens duram mais do que um ano?
E porquê?
Porque acha que um jovem que toma o seu pequeno almoço, antes de ir estudar na escola, com os pais, tem ao seu lado um telemóvel e que não dirige uma palavra aos pais pois está atento ás respostas dos amigos do dia anterior?
Porque será também que esses mesmos pais não têm a coragem de proibr o telemóvel ás refeições?
Será porque também já procedem da mesma maneira?
Quem sabe hoje contar uma história da "Branca de Neve" à noite em torno da lareira sem a TV ligada?
Para quê a TV ligada se estão atentos ao Hi Pad?

Receio bem que assim seja... e que a continuar, o nosso futuro esteja determinado e com o desígnio do fracasso.

Ab alio expectes, quod alteri feceris
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antiinom (04-01-2017), jonas car (05-01-2017)
05-01-2017, 04:57 AM
Resposta: #6
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
Talvez vc tenha razão @ruicoelho .
Veja essa matéria:
Citar:[Imagem: 1483055106_448456_1483102987_noticia_nor...corte1.jpg]

Sem água potável, com dificuldades para se alimentar todos os dias, mas conectados ao Facebook e WhatsApp. Mais da metade dos latino-americanos que mal têm acesso aos itens básicos está conectada às redes sociais. É o que revela um estudo feito para o EL PAÍS pelo Instituto para a Integração da América Latina (INTAL), departamento do BID, e a Corporação Latinobarômetro. A penetração das novas tecnologias na região caminha mais rápido que a inclusão social e a igualdade.
“Embora exista uma brecha significativa de uso – entre 10 e 15 pontos – entre quem declara problemas sociais e quem não o faz, há um alto porcentual de pessoas que, embora em situação de vulnerabilidade, usam redes sociais”, assinala o relatório. Um total de 57% dos participantes na pesquisa – mais de 20.000 cidadãos de 18 países da região – que reconheceram não ter tido durante o último ano comida suficiente para se alimentar “às vezes ou com frequência” dispõe de Facebook, WhatsApp e YouTube. O porcentual de usuários de redes sociais sem acesso a água potável chega a 51%.
As ferramentas mais utilizadas são o Facebook e o WhatsApp, com um acompanhamento acima dos 50%. O YouTube é usado por 3 de cada 10 latino-americanos. Seguem-se Instagram (14%), Twitter (13%) e Snapchat (5%). Um total de 35% dos latino-americanos não usa nenhuma rede social.
leia mais aqui

Kkk...não sei o que dizer. Essas pessoas não tem o que comer mas tem acesso ao face e whats Up?!!!...

Não sei em Portugal mas aqui no Brasil há alguns anos era bem comum nos bairros pobres ver casebres paupérrimos sem reboco nas paredes, em lugares quase inóspitos, esgoto a céu aberto, crianças nuas nas ruas em meio aos bichos e lama, mas dentro dessas casas uma grande tela colorida de TV numa sala que era quarto e muitas vezes também o banheiro dos moradores...curioso.

"Quando todos dizem mentiras, dizer a verdade é mais que rebeldia...é uma revolução!
A Verdade se torna uma arma. Cuidado como usa suas palavras." - G. Orwell

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marcosarierom (05-01-2017), ruicoelho (05-01-2017)
05-01-2017, 09:15 AM
Resposta: #7
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
(03-01-2017 07:21 PM)gidnet Escreveu:  As vezes eu fico me perguntando, o quanto da tecnologia poderá se voltar contra nos mesmos, isso remete-me ao o 1º Episódio da Serie Balck Mirror da 3º Temporada:

Resumo da opera: a obsessão de uma jovem por aceitação e destaque em "redes sociais", a que ponto pode levar.

[-->http://s004.thevid.net/v/c167f05c0aa61f7ee3a8696f42b70908.mp4?st=_kGjFPGkfz3ZTnUBiT1EeA<--]

obs: o epísodio do link acima só roda se copiar e colar em outra aba do navegador sem os caracteres [--> <--] óbvio.

O problema são as ferramtas ou nós, que possuimos a capacidade in nata de autodestruição.

Já assisti a esse episódio, para mim o melhor da série. Contudo ele não se refere a tecnologia em si e mais a como a sociedade sempre funciona e funciona, independente de tecnologia. Ou seja, ela fala sobre a aceitação social e o quanto as pessoas estão dispostas a se anular para se INSERIR socialmente e sobre como aqueles que não conseguem, ou são impedidos de se inserir, são tratados. Isso acontece hoje, em qualquer esquina do Brasil, talvez do mundo. Um exemplo, bem recente do que ocorria no Brasil é que existia o elevador de serviço, um EUFEMISMO, para elevador de EMPREGADO. Já que, agora fazendo referência ao episódio da série, a "nota dos empregados" era baixa eles só podiam entrar no elevador dos empregados, para evitar o constrangimento dos patrões dividirem o mesmo espaço com gente tão inferior. Tem até uma cena em que um personagem de nome Ches pede a Lacie, a protagonista do episódio, que ela o "curta" com algumas estrelas, já que ele está com 2,4 e não pode entrar no próprio local de trabalho.

Enfim, esse episódio é mais sobre o que sempre aconteceu do que sobre tecnologia, claro, como se trata de ficção deve ser dramatizado de forma mais intensa para atrair a atenção e envolver o público. Na vida real esse mesmo tipo de discriminação é mais velado, mais "naturalizado" e produz efeitos ainda piores e mais dramáticos ao longo do tempo.
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Chás medicinais você encontra na Tudo Saudável
05-01-2017, 02:15 PM
Resposta: #8
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
(05-01-2017 04:57 AM)jonas car Escreveu:  ...
Não sei em Portugal mas aqui no Brasil há alguns anos era bem comum nos bairros pobres ver casebres paupérrimos sem reboco nas paredes, em lugares quase inóspitos, esgoto a céu aberto, crianças nuas nas ruas em meio aos bichos e lama, mas dentro dessas casas uma grande tela colorida de TV numa sala que era quarto e muitas vezes também o banheiro dos moradores...curioso.

Difícil esses entendidos que desconhecem ciências humanas, no entanto são PHD em assuntos NOM.

Para conhecimento:

Fetichismo da mercadoria

Consumo Conspícuo

Para ficar mais claro uma pequena explicação:

Não é a pessoa que escolhe a mercadoria é a mercadoria que escolhe a pessoa.

A pessoa, sujeito ativo, passa a ser passivo em uma subversão de valores em que o objeto passa a deter o poder de decisão, ou seja se torna sujeito.

Esse é o âmago da questão NOM: o miserável na miséria esta como se fosse um meio simbiótico de degradação.

A elite entende, sabe e fomenta. Fomenta ate a certeza natural que a pobreza é intrínseca do ser humano e que eles não são pobres pois são nobres, são uma espécie a parte do ser humano, os únicos com direito de explorar e deter as riquezas.

O qual afirmam que o Estado tem o único papel de proteger o justo direito das elites explorar.

Concluo com Paulo Freire: A educação que não é emancipatória, faz com que o oprimido queira se transformar em opressor.
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a tarcardoso pelo seu post:
ruicoelho (05-01-2017)
05-01-2017, 04:39 PM
Resposta: #9
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
(05-01-2017 02:15 PM)tarcardoso Escreveu:  ...
A elite entende, sabe e fomenta. Fomenta ate a certeza natural que a pobreza é intrínseca do ser humano e que eles não são pobres pois são nobres, são uma espécie a parte do ser humano, os únicos com direito de explorar e deter as riquezas.
...

Embora o direito ao contraditório não seja para com com a minha pessoa, não me escuso de deixar um simples comentário. Pena estar um pouco cansado, mas mais tarde responderei eu também ao seu comentário.

Não abandonando o diálogo já, há que dizer algo importante que muitos esquecem. Tanto faz ser Rei, Papa, Chefe de Estado, etc... todos temos o mesmo conteúdo dentro da nossa barriga e o destino do mesmo é igual para todos. Não é só a morte que nos iguala, mas este facto é uma realidade inquestionável...

Acredito que mais tarde a justiça vencerá.

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tarcardoso (06-01-2017)
06-01-2017, 03:09 AM
Resposta: #10
RE: As previsões para 1907 ainda são actuais em ... 2017?
(05-01-2017 02:15 PM)tarcardoso Escreveu:  Difícil esses entendidos que desconhecem ciências humanas, no entanto são PHD em assuntos NOM.

Para conhecimento:

Fetichismo da mercadoria

Consumo Conspícuo

Para ficar mais claro uma pequena explicação:

Não é a pessoa que escolhe a mercadoria é a mercadoria que escolhe a pessoa.

A pessoa, sujeito ativo, passa a ser passivo em uma subversão de valores em que o objeto passa a deter o poder de decisão, ou seja se torna sujeito.

Esse é o âmago da questão NOM: o miserável na miséria esta como se fosse um meio simbiótico de degradação.

A elite entende, sabe e fomenta. Fomenta ate a certeza natural que a pobreza é intrínseca do ser humano e que eles não são pobres pois são nobres, são uma espécie a parte do ser humano, os únicos com direito de explorar e deter as riquezas.

O qual afirmam que o Estado tem o único papel de proteger o justo direito das elites explorar.

Concluo com Paulo Freire: A educação que não é emancipatória, faz com que o oprimido queira se transformar em opressor.
Hum...entendo.
Perdão, a teoria é boa, mas a prática é prática, e na prática o tal "sujeito passivo" é sujeito "ativo" de sua leniência e apatia.
Sim, vou concordar com vc quanto à constatação de que esse sistema(fetichismo de mercadoria) é o sistema utilizado pelas elites, mas discordo quanto à vitimização dos tais "explorados".
Esse jogo, jogo de poder social, precisa que cada peça ocupe seu papel e raras são as exceções onde peões não se conformam com seus "títulos". Na verdade muito comum é ver que cada "peça" desse tabuleiro esta não só conformada com sua "casa" como também a defende como status quo.
O que eu expus foi uma simples constatação de uma evidencia que está ai pra qualquer um ver, muitos são aqueles que ao invés de investir em melhorias básicas de suas vidas optam por, a custo de suas liberdades, fazer parte do grande jogo que lhes é proposto.
E isso não se atém apenas aos ditos "pobres". Conheço muitos chamados "ricos" que andam de carro importado do ano, moram em "zona nobre" e não tem nem pão na despensa para ofertar a um mendigo na rua, esperando apenas a próxima "bolha" econômica para ruir com todo o sistema e perceber que se fez de refém da "nobreza" tanto qualquer trouxa que é incapaz de gerir o que está a seu alcance.
Isso está no Fetiche da Mercadoria? Sim, claro. Concordo com voce.
Isso exime o sujeito ativo da passiva(pq é isso que são, ativos de suas passividades)? Não. São tão culpados quanto o sistema. Uns mais, outros menos, mas todos culpados.

A teoria é até bonitinha(essa de que a mercadoria escolhe o comprador, kkk) mas é pratica beira o surrealismo. Talvez a exceção sejam os insumos básicos(alimentos, saúde,segurança...).
Mas nos insumos básicos, meu caro, não ha fetiche, ha necessidade.
Aliás, o Brasil é curioso nessa ponto. Aqui as elites controlam o povo através dos insumos básicos, tudo que é básico é mais caro que tudo que é supérfluo e por isso os ricos acabam pagando, proporcionalmente falando, menos que os pobres.
[Imagem: 450px-Hierarquia_das_necessidades_de_Maslow.svg.png]

No resto vale a pirâmide de Maslow e um pobre paupérrimo que sustenta um smartphone é algo no mínimo nonsense...no mínimo.

"Quando todos dizem mentiras, dizer a verdade é mais que rebeldia...é uma revolução!
A Verdade se torna uma arma. Cuidado como usa suas palavras." - G. Orwell

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