Chlorella e Spirulina você encontra na Tudo Saudável!


Atualizações: Operação Jade Helm

Responder 
 
Avaliação do Tópico:
  • 12 Votos - 4.92 Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
[Atualizações] Conflitos na Síria
16-05-2013, 09:37 PM (Resposta editada pela última vez em: 16-05-2013 09:39 PM por MALLBORO.)
Resposta: #21
RE: E agora a SÍRIA...
Obama diz não descartar opção militar para a Síria


WASHINGTON, 16 Mai (Reuters) - O presidente dos EUA, Barack Obama, disse na quinta-feira que se reserva o direito de recorrer a medidas diplomáticas e militares para pressionar o presidente sírio, Bashar al Assad, mas insistiu que a ação norte-americana por si só não bastará para resolver a crise na Síria.

Adotando um tom cauteloso numa entrevista coletiva ao lado do primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan, Obama manifestou a esperança de que os EUA e a Rússia consigam promover uma conferência internacional de paz sobre a Síria, apesar dos crescentes sinais de obstáculos.

Havia a expectativa de que Erdogan aproveitasse a visita desta semana a Washington para pressionar Obama, ao menos reservadamente, a adotar uma posição mais assertiva a respeito da Síria.

Obama reluta em envolver os EUA diretamente no conflito, mas declarou semanas atrás que o uso de armas químicas por parte de Assad seria intolerável para Washington. Até agora, no entanto, não há comprovação de que tais armas foram usadas no conflito, que começou há dois anos e já deixou estimados 80 mil mortos.

"O que devemos fazer é aplicar uma constante pressão internacional", disse Obama. "Há toda uma gama de opções com as quais os Estados Unidos já estão envolvidos. E eu preservo as opções de tomar medidas adicionais, tanto diplomáticas quanto militares, porque essas armas químicas dentro da Síria também ameaçam nossa segurança em longo prazo, e também as dos nossos aliados, amigos e vizinhos."

Os líderes dos EUA e Turquia salientaram a necessidade de reunir o governo sírio e a oposição em negociações. Mas a insistência manifestada na quinta-feira pela Rússia para que o Irã participe do processo pode complicar ainda mais a organização do encontro.

A Rússia é a principal aliada de Assad no cenário internacional, e o Irã -inimigo dos EUA- também apoia o presidente sírio.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/0...siria.html




EUA e Turquia projetam frente unida sobre Síria


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, projetam a formação de uma frente unida para lidar com a guerra civil que há mais de dois anos assola a Síria. Erdogan foi recebido por Obama na Casa Branca nesta quinta-feira, mas os dois líderes mantiveram suas divergências fora do debate público, apesar de a Turquia estar pressionando os EUA a assumirem uma postura mais ativa em relação a uma possível deposição do presidente da Síria, Bashar Assad. Em entrevista coletiva conjunta concedida hoje nos jardins da Casa Branca, Erdogan esquivou-se de uma pergunta sobre o que esperava de Obama em relação a Assad. Obama, por sua vez, salientou que os EUA não agiriam sozinhos. O presidente norte-americano disse acreditar que a diplomacia ainda pode ter resultado. Segundo ele, os EUA e a Turquia vão continuar aumentando a pressão para depor Assad. Tanto Obama quanto Erdogan, no entanto, conclamam a Síria e a comunidade internacional a cerrar fileiras para pôr fim a um conflito que já deixou dezenas de milhares de mortos. Eles esperam que uma iniciativa que envolve Washington, Moscou e outras capitais seja capaz de levar governo e rebeldes à mesa de negociações para buscar uma solução política para a guerra civil. Durante a coletiva, Obama disse que a única forma de resolver a crise é Assad entregar o poder a um governo de transição. Ele disse que a Turquia terá uma participação importante nesse processo. “Vamos manter uma pressão crescente sobre o regime de Assad e trabalhar com a oposição síria”, disse Obama. “Nós dois concordamos que Assad precisa ir.” Obama disse que os EUA vão continuar a ajudar os países da região a cuidar dos refugiados, com o envio de ajuda humanitária. Erdogan salientou que os EUA e a Turquia têm objetivos idênticos a respeito da Síria. Nenhum dos líderes mencionou divergências sobre como lidar com a sangrenta guerra civil no país. As informações são da Associated Press.

http://www.politicalivre.com.br/2013/05/...bre-siria/


Vejo o dia que quando acessar a net darei de cara com a noticia
E a 3ªGuerra Mundial teve inicio!

O cerco esta se fechando!
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a MALLBORO pelo seu post:
GU4RD1ÃO (16-05-2013), Mediador (04-07-2016)
O Melhor em Suplementos Esportivos Você encontra na Tudo Saudável
16-05-2013, 09:38 PM
Resposta: #22
RE: E agora a SÍRIA...
Terça-feira o presidente da Rússia promoveu o terceiro ciclo de conversações, nesta semana, a respeito da solução do problema da Síria.

Depois do encontro com o secretário de Estado norte-americano John Kerry e o primeiro-ministro da Grã-Bretanha David Cameron, Vladimir Putin recebeu em Sochi o chefe do gabinete de ministros de Israel Benjamin Netanyahu.

O Sr. Netanyahu agradeceu a Putin o convite de visitar Sochi, a “cidade que serve mais de todas para a realização das olimpíadas” e propôs promover o próximo encontro em Eilat. Aliás, depois deste convite veio uma ressalva muito importante: ultimamente Eilat foi submetido várias vezes ao fogo a partir da península de Senai. Netanyahu apontou que isso faz lembrar que “toda a região ferve e num certo sentido pode ser considerada, inclusive, como explosiva”. Ao mesmo tempo, Israel por enquanto não comenta de forma alguma os ataques aéreos, que tinham sido infligidos contra o território da Síria em princípios de maio. Durante a sua estadia em Sochi, o premiê israelense deu a entender que quaisquer possíveis ações contra Israel irão deparar uma resposta bastante rígida.

"Procuramos conseguir a paz com todos os nossos vizinhos. Conseguimos acordos de paz com eles.Tomará que, consigamos o mesmo com os demais. Infelizmente, soubemos graças à experiência própria, que a paz se faz somente com os fortes, somente com os que estão em condições de defender-se. E a nossa tarefa consiste em defender os nossos cidadãos. E é assim que sempre fazemos."

O presidente da Rússia ressaltou por sua vez que a situação na Síria permite hoje desestabilizar toda a região do Próximo Oriente. Por isso, todas as partes interessadas devem dar provas de responsabilidade especial.

"Nós, eu e meu colega, temos a compreensão comum de que a continuação do conflito armado neste país pode acarretar consequências mais perversas. Somente a cessação mais rápida da luta armada pode impedir isso."

Vladimir Putin ressaltou que as consultas entre a Rússia e Israel sobre a questão síria irão continuar, inclusive mediante os contatos entre os serviços de inteligência.

A situação na Síria foi o principal tema também nas conversações dos lideres dos EUA e da Grã Bretanha em Washington. Também neste caso as posições das partes continuam invariáveis. Os dois países pretendem continuar a prestar ajuda à oposição enquanto Bashar Assad não deixar o seu posto e a violência for cessada. O presidente dos EUA Barack Obama fez a seguinte declaração na conferência de imprensa.

"Continuamos a prestar em conjunto a ajuda humanitária à população da Síria, afetada pela guerra civil, continuamos também a prestar a ajuda à oposição e a fazer o possível a fim de preparar a transição da Síria para a democracia sem Bashar Assad. Partimos da posição de que a Rússia, na sua qualidade de um dos lideres no palco mundial, tem não somente a possibilidade mas também a obrigação de fazer o possível para conseguir a solução do problema sírio."

David Cameron também confirmou que a solução do problema sem Moscou é impossível, embora as partes tenham sérias divergências.

"A história da Síria escreve-se agora com o sangue aos nossos olhos. O mundo deve unir os esforços a fim de cessar a violência. Saudamos o consentimento de Putin de aderir a nós a fim de conseguir a solução política. Devemos fazer com que as partes sentem à mesa de conversações para criar um governo de transição. E embora tenhamos sérias divergências, temos também interesses comuns: uma Síria estável, a estabilidade geral na região e o impedimento do crescimento do extremismo."

Aliás, o presidente americano fez uma observação importante: reconheceu que os esforços diplomáticos podem também ser inúteis. Aliás, tanto Cameron, como Obama preferiram não precisar se existe ou não alguma alternativa. O premiê britânico fez lembrar que por enquanto não se trata da ajuda aos insurretos em forma de fornecimento de armas, mas os parceiros prestam à oposição síria o apoio técnico, incluindo o material de guerra não letal.
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 4 usuários diz(em) obrigado a GU4RD1ÃO pelo seu post:
(16-05-2013), LIRMC ...8 (23-05-2013), Mediador (04-07-2016), Omega (16-05-2013)
21-05-2013, 08:37 PM (Resposta editada pela última vez em: 21-05-2013 08:41 PM por GU4RD1ÃO.)
Resposta: #23
RE: E agora a SÍRIA...
Mais de 700 mercenários europeus aterrorizam a Síria
21.05.2013 | Fonte de informações:
Pravda.ru
A imprensa da Síria informou nesta sexta-feira que cerca de 700 cidadãos europeus estão infiltrados no país como mercenários, pertencendo aos bandos armados opositores que pretendem derrubar o governo do presidente Bashar al-Assad.

Os relatórios estão baseados em declarações do ministro de Interior da Alemanha, Hans Peter Friedrich, quem revelou a cifra na quinta (16) durante uma coletiva de imprensa em seu país.

Os meios destacam a advertência de Friedrich às autoridades da União Europeia (UE) sobre a necessidade de estabelecer leis para evitar que tais efetivos voltem a seus respectivos países por pelo menos dois anos.

Tal proposta será apresentada no próximo mês durante uma cúpula de alto nível da UE, acrescentou.

A agência de notícias Sana informa que essa é a primeira vez que os serviços de inteligência de um dos governos ocidentais reconhece a presença de terroristas no país árabe.

Funcionários públicos em Berlim informaram que estão à procura de 40 pessoas que saíram no ano passado da Alemanha com passaportes alemães para a Síria, para se somar aos grupos islâmicos que pretendem impor um Califato regido pela xaria (lei islâmica), assinalou.

Da mesma forma, o ministro alemão de Relações Exteriores, Guido Westerwelle, reiterou na quinta que seu país se recusa a enviar armas aos bandos armados e mercenários na Síria, ao advertir que são necessárias garantias para que os equipamentos militares não caiam nas mãos de terroristas.

Os governos do Reino Unido e da França demonstraram abertamente sua intenção de armar os grupos irregulares para promover o que chamam de uma mudança de regime em Damasco.

Fonte: Prensa Latina

http://www.iranews.com.br/noticia/9982/m...am-a-siria

Mercenário confessa na televisão síria autoria de atos terroristas
22.05.2013
Damasco, (Prensa Latina) Mohammed Abdullah Alhaty, integrante dos grupos mercenários que lutam para derrotar o governo sírio, constitui hoje uma nova prova do caráter do componente terrorista que adquirido aqui o atual conflito armado.


Durante uma reportagem divulgada neste domingo pela televisão estatal, Alhaty confessou ter participado de numerosos atentados contra estabelecimentos públicos e moradias, além de colocar explosivos em vários pontos desta capital.


Revelou que no início da crise, em março de 2011, participava de manifestações pacíficas, mas depois decidiu pegar em armas e formar um grupo com o qual atacava pessoas que apoiavam o governo e roubava seu dinheiro e automóveis.


Acrescentou que quando o Exército Árabe Sírio entrou no distrito de Kadam, nesta capital, esconderam as armas e falsificaram os documentos de identidade para evitar serem capturados pelas forças de segurança.


Executei vários ataques, como o assalto à delegacia de Kadam junto com dois grupos armados que se autodenominam Suqur al-Cham e a Brigada de Tawhid, explicou.


Da mesma forma, o extremista detalhou que em algum momento mudou para outro grupo de mercenários chamado Abubaker Al-Sadiq, na região de Swieka, e sua missão era semear artefatos explosivos.


Semeamos numerosas bombas em várias zonas, por exemplo, na Comandância da Polícia e no Palácio de Justiça, detalhou.


Acrescentou por último que o líder de outro grupo chamado Ahrar Swieka distribuía pastilhas estupefacientes antes de saírem para qualquer missão, para evitar que entrassem em pânico e desertassem.


http://www.iranews.com.br/noticia/10000/...erroristas
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a GU4RD1ÃO pelo seu post:
LIRMC ...8 (28-05-2013), Mediador (04-07-2016), Omega (22-05-2013)
21-05-2013, 08:46 PM (Resposta editada pela última vez em: 21-05-2013 08:53 PM por #RSO#.)
Resposta: #24
RE: E agora a SÍRIA...
terça-feira, 21 de maio de 2013

A guerra já começou: Exercito sírio sob intensa troca de tiros com tropas israelenses

A guerra entre Israel e Síria já começou, mas a mídia não te avisou...

[Imagem: image_preview]

Durante a madrugada, soldados israelenses abriram fogo na região, depois que foram alvos de disparos procedentes da Síria, informou o exército de Israel. "Durante a noite, uma patrulha do exército foi alvo de disparos perto da fronteira síria nas Colinas de Golã. Os soldados israelenses responderam e abriram fogo com precisão", afirma um comunicado militar.

O Exército sírio anunciou também em um comunicado que destruiu um veículo israelense que atravessou a linha de cessar-fogo nas Colinas de Golã.

"Nossas Forças Armadas destruíram um veículo israelense com tudo o que transportava, que vinha dos territórios ocupados. Este veículo cruzou a linha de cessar-fogo e avançava para a localidade de Bir Ajam, situada na parte síria liberada (de Golã), onde existem grupos terroristas", afirma o comunicado.


Leia mais: http://www.libertar.in/2013/05/a-guerra-...z2TyDG7eeg

Israel adverte à Síria para propagação do conflito
21 MAI 2013
JERUSALEM (AFP)

Israel advertiu nesta terça-feira a Síria para uma propagação de seu conflito armado, após novos disparos contra o Exército israelense nas Colinas de Golã ocupadas, onde os incidentes se intensificam entre ambos os países, oficialmente em guerra.

O Exército sírio admitiu nesta terça em um comunicado que disparos haviam sido efetuados contra um veículo militar israelense nas Colinas de Golã.

"Nossa política é clara: não intervimos na guerra civil na Síria, mas, em relação à situação nas Colinas de Golã, não permitimos e não permitiremos disparos contra nosso território" declarou o ministro israelense da Defesa, Moshe Yaalon, citado em um comunicado.

Ele se referiu a dois incidentes em menos de 48 horas nos quais disparos sírios atingiram um setor de Golã, ocupado e anexado por Israel.
Após o segundo incidente, durante a noite de segunda para terça-feira uma patrulha militar foi "alvo de disparos perto da fronteira síria nas Colinas de Golã", indicou o Exército israelense em referência à linha de cessar-fogo

Os soldados israelenses responderam e "atingiram a fonte dos disparos", indicou em um comunicado o Exército, acrescentando que um veículo militar israelense havia ficado danificado.

"Não permitiremos que as Colinas de Golã se tornem a zona de conforto de Assad. Se causar distúrbios nas Colinas de Golã, deverá assumir as consequências", afirmou o general Gantz durante um discurso na Universidade de Haifa (norte de Israel) transmitido por um canal de televisão privado.

Na noite de domingo para segunda, disparos sírios já tinham atingido um setor do território ocupado, mas o Exército israelense não respondeu.
Em sua própria versão do incidente, o comando geral das Forças Armadas sírias indicaram que um veículo israelense proveniente dos territórios ocupados havia sido destruído "com tudo o que transportava".

"Este veículo cruzou a linha de cessar-fogo e avançava para a localidade de Bir Ajam, situada na parte síria liberada [de Golã], onde há grupos terroristas", disse o comando geral das Forças Armadas sírias, referindo-se à parte não ocupada de Golã.

"Esta agressão flagrante mostra novamente o envolvimento da entidade sionista [Israel] no que ocorre na Síria e sua coordenação direta com os grupos terroristas armados", indicou o Exército.

A Síria acusa Israel de apoiar os rebeldes em sua luta contra o regime do presidente Bashar al-Assad.

O chefe do Estado-Maior israelense desmentiu as acusações sírias.
Até o momento, o Exército sírio afirmava que os disparos e quedas de morteiros em Golã ocupado eram "acidentes" devido à proximidade dos combates entre o Exército sírio e os rebeldes.

As Colinas de Golã são uma região do sudoeste da Síria ocupada por Israel na guerra de 1967. No dia 14 de dezembro de 1981 o Estado hebreu anexou a zona, em uma ação condenada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas e não reconhecida pela comunidade internacional.

Após a guerra entre árabes e israelenses de 1973, a Síria recuperou a cidade de Quneitra e seus arredores, classificados como "áreas liberadas" em relação à zona que segue sob ocupação israelense.
Dez incidentes desde o início do ano
---------------------------------------
De acordo com um relatório divulgado nesta terça pelo jornal israelense Maariv, cerca de dez incidentes --a maioria disparos de morteiros-- foram registrados desde o início do ano, com um forte aumento de sua frequência em maio.

O Exército israelense apenas respondeu a esses disparos quando colocaram em risco seus soldados, indicou uma fonte militar israelense, citada pelo Maariv.

"É evidente que se um desses disparos de morteiro provocar vítimas (do lado israelense), a resposta israelense será diferente", advertiu essa fonte.

Na semana passada, projéteis disparados a partir da Síria atingiram o Monte Hermon, ponto mais alto de Golã ocupado.
Israel havia apelado à força da ONU mobilizada desde 1974 nas Colinas de Golã para que zelasse pelo respeito ao cessar-fogo.

Fonte
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 5 usuários diz(em) obrigado a #RSO# pelo seu post:
GU4RD1ÃO (21-05-2013), LIRMC ...8 (23-05-2013), Mediador (04-07-2016), Omega (22-05-2013), yuryrodrigues (22-05-2013)
Shoyu e Missô Orgânicos Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
22-05-2013, 10:40 PM
Resposta: #25
RE: E agora a SÍRIA...
Síria expõe a impotência política dos EUA
23.05.2013
Ramzy Baroud, Asia Times Online

http://www.atimes.com/atimes/Middle_East...10513.html

Em artigo publicado dia 15 de maio, o cientista social norte-americano Immanuel Wallerstein escreveu: "Nada ilustra melhor as limitações do poder ocidental, que a controvérsia interna que devora suas próprias elites, já pública, sobre o que os EUA, especificamente, e os estados da Europa Ocidental deve(ria)m fazer no caso da disputa que se trava na Síria."[1]

Essas limitações são palpáveis, seja no falar seja no agir. Um vácuo político - criado pelos fracassos militares dos EUA e pelas retiradas a que foram forçados depois da Guerra do Iraque - permitiu que países como a Rússia reemergissem no cenário, como atores efetivos.

É muito significativo que, depois de dois anos, desde o início do levante sírio convertido depois em banho de sangue, os EUA continuem a tentar mascarar o próprio envolvimento, servindo-se dos aliados árabes e da Turquia, para assim garantir assistência indireta às forças que se opõem ao governo de Bashar al-Assad. Até o discurso político dos EUA é indeciso; não raras vezes, incoerente.
No córner oposto, a posição russa é cada vez mais firme, mais consistente, avançando sempre; com os EUA empurrados cada vez mais contra as cordas, comprovando-se incapazes de ação consistente, senão pelas 'condenações' nas 'declarações' ou em 'declarações' que nada declaram. Isso, vale lembrar, muito tem desagradado os aliados árabes.

A recente entrega, pelos russos ao governo da Síria, de sofisticados mísseis terra-mar, e o deslocamento que promoveram, de navios de guerra para Mediterrâneo ocidental é exemplo claro. O movimento foi condenado pelo governo Obama como "fora de hora e muito infeliz".

Mas essa atitude norte-americana é novidade na Região: por trás dela, jaz uma história sangrenta, de política externa imprudente. Independente de os EUA decidirem ou não intervir na Síria, tudo faz crer que já não será possível um simples retorno à abordagem anterior, de potência dominante.

A impotência atual dos EUA no Oriente Médio é absolutamente sem precedentes, pelo menos depois da rápida desintegração do bloco soviético no início dos anos 1990s.

A dissolução da União Soviética abrira lugar para o crescimento de um mundo unipolar, completamente gerenciado pelos EUA. Aquela hegemonia norte-americana não contestada implicou mudança na dialética histórica, pela qual as grandes potências enfrentavam-se uma a outra; e o resto do mundo, mais ou menos, acomodava-se naquela disputa.

Naquele momento, os EUA agiram rapidamente para afirmar sua dominação, a começar por sórdidas aventuras militares, como a invasão do Panamá em 1989. Movimento bem mais calculado veio depois, com uma guerra devastadora contra o Iraque, em 1990-91. No Panamá, o objetivo era lembrar aos vizinhos do sul dos EUA, que o policial de quarteirão continuava a postos, e poderia intervir a qualquer momento, pra rearranjar todo o paradigma político, na direção e ao modo que Washington entendesse necessário - como se viu acontecer no golpe e na guerra orquestrados pela CIA na Guatemala em 1954 e até antes.

O envolvimento militar massivo dos EUA no Iraque, contudo, foi de conquistador que chega com sua coorte de vários países - aliados regionais e ocidentais -, para exigir o butim resultante do fim da Guerra Fria. Foi arrogante show de força, dado que o alvo era um único país árabe, com poucos meios militares e econômicos, versus grandes potências militares, próximas e remotas.

A guerra devastou o Iraque - só na primeira campanha aérea de bombardeio, foram lançadas 88.500 toneladas de bombas. Usaram-se e testaram-se novos modelos de armamentos, enquanto a imprensa-empresa e a opinião pública nos EUA festejavam as glórias de seus militares. Morreram centenas de milhares de iraquianos, outros mais foram feridos e mutilados, como resultado de uma das guerras mais assimétricas em toda a história.

Tentando capitalizar o triunfo militar, Washington operou rapidamente para obter um acordo político entre seu aliado mais íntimo - Israel - e países árabes. A lógica por trás da Conferência de Madrid em 1991 foi alcançar uma pseudo paz, que servia aos interesses de Israel, ao mesmo tempo em que abria uma via de normalização entre Israel e seus vizinhos. Mais que isso, os EUA esperavam obter alguma espécie de "estabilidade" que lhes permitisse gerir a região do Oriente Médio e todos os seus recursos, em ambiente de menos hostilidade.

Em seguida, Israel conseguiu fazer seu próprio negócio político com os palestinos, o que dividiu as fileiras árabes e garantiu que o resultado das "conversações de paz" fosse absolutamente adequado às ambições coloniais de Israel.

Com o passar dos anos, as visões políticas de EUA e de Israel aproximaram-se cada vez mais, mas Washington logo se converteria em mero canal de transmissão para os objetivos coloniais dos israelenses. Viu-se a confirmação disso várias repetidas vezes durante o governo de George W Bush, o qual acrescentou, aos fracassos dos EUA na região, ainda mais outras guerras desastrosas e perigosas.

Uma das principais falhas da política externa dos EUA é que ela depende quase completamente da força militar: da capacidade para fazer cidades voarem pelos ares. A guerra dos EUA contra o Iraque, que, sob várias formas, estendeu-se de 1990 a 2011, incluiu um bloqueio devastador; e terminou em invasão brutal.

Essa longa guerra teve de falta de escrúpulo o que teve de violência. Além do aterrador número de mortos, vinha inscrita numa horrenda estratégia política, de explorar as divisões sectárias e outras que já existiam no país; o que rapidamente semeou ali, além de uma guerra civil, também o ódio sectário - duas desgraças das quais dificilmente o Iraque conseguirá recuperar-se ainda por muitos anos.

Mas, nos últimos anos, as limitações do poder militar dos EUA foram-se tornando cada vez mais óbvias. O império já não se mostrava capaz de traduzir, em campo, a própria dominação - mais ferozmente confrontada, a cada dia, por grupos locais de resistência -, e apresentar o nível de progresso político exigido para conseguir um mínimo, que fosse, de "estabilidade".

Mas sobretudo, uma recessão econômica, somada à retirada do Iraque e a outro fracasso também caríssimo no Afeganistão - forçaram o novo governo em Washington, sob a liderança do presidente Barack Obama a repensar a campanha anterior, de Bush, pela hegemonia global. Logo vieram os cortes massivos nos gastos dos militares.

Simultânea e concorrentemente, o desequilíbrio no poder global começou, lenta mas firmemente, a ser compensado, do outro lado do mundo, pela ascensão da China como novo competidor possível.

No meio da transição dos EUA, quando tentavam repensar suas políticas, um levante popular sacudiu todo o Oriente Médio. As manifestações - revoluções, guerras civis, tumultos regionais e conflitos de toda ordem - reverberaram até bem longe das praças do Oriente Médio.

Impérios ascendentes e impérios declinantes, todos eles, igualmente, tomaram conhecimento. Linhas tentativas foram rapidamente traçadas e exploradas. Jogadores mudaram de posição ou se encaminharam para posições mais avançadas, como se um novo Grande Jogo estivesse para começar. A chamada "Primavera Árabe" rapidamente se ia convertendo em fator que alteraria o jogo, numa região que sempre parecera impermeável a qualquer tipo de transformação.

A transformação do Oriente Médio - às vezes promissora, às vezes sangrenta e gorada - chegou num momento em que os EUA estavam obrigados a fazer ajustes nas suas prioridades militares. Aplicar-se mais focadamente na região do Pacífico e no Mar do Sul da China são instâncias daquela necessidade de alterar rumos. E então, de repente, os EUA foram obrigados a envolver-se novamente no Oriente Médio, e como um todo - sem poder dividir a região, país a país. Foi quando, afinal, a fraqueza dos EUA foi sinistramente exposta, e a falta de poder para influir tornou-se palpável.

Bancarrota talvez seja termo apropriado para descrever a atual política dos EUA no Oriente Médio. Aventuras militares temerárias e imprudentes devastaram a Região, mas nem assim contribuíram para que os EUA alcançassem qualquer dos seus objetivos de longo prazo. Políticas de violência e exploração, que operam para violar e explorar, não para conhecer e entender o Oriente Médio e as complexidades de sua formação histórica e política; e a insistência em manter Israel como principal prioridade em tudo que fazem ou pensam no cenário político mutável do Oriente Médio dificilmente darão bom resultado nem servirão aos interesses dos EUA.

Porém, diferente do início dos anos 1990s, quando os EUA movimentaram-se para remodelar toda a região e estabeleceram ali sua presença militar permanente, as novas dinâmicas obrigam a mudar as táticas. E, nessa nova realidade, os EUA absolutamente não conseguem mudar coisa alguma. De fato, já parecem condenados, no máximo, a tentar alguma espécie de gerenciamento dos resultados adversos, com minimização dos danos.

"O que os EUA e a Europa Ocidental querem fazer é 'controlar' a situação" - escreveu Immanuel Wallerstein. - "Não são capazes de controlar coisa alguma. Daí a gritaria dos 'intervencionistas' e o arrasta-arrasta dos 'prudentes'. É jogo de perde-perde para o ocidente e, simultaneamente, tampouco é vitória para os povos do Oriente Médio."

Esse cenário de "perde-perde" talvez não se traduza no imediato derretimento de toda a política exterior dos EUA, mas sem dúvida já abriu a possibilidade de que novos atores surgissem e crescessem. A Rússia é, aí, o caso exemplar mais claro.

Os EUA serão obrigados a mudar suas táticas, gritem o quanto gritarem as forças neoconservadoras e todo o lobby pró-Israel.

[1] 15/5/2013, "Syria: No Win for the West" [ap. Síria: sem vitória para o ocidente] http://www.iwallerstein.com/syria-win-west/

Tradução Vila Vudu
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 5 usuários diz(em) obrigado a GU4RD1ÃO pelo seu post:
LIRMC ...8 (28-05-2013), MALLBORO (27-05-2013), Mediador (04-07-2016), Omega (23-05-2013), yuryrodrigues (23-05-2013)
27-05-2013, 08:21 PM (Resposta editada pela última vez em: 27-05-2013 08:22 PM por MALLBORO.)
Resposta: #26
RE: E agora a SÍRIA...
Senador americano John McCain se reúne com rebeldes na Síria

O republicano quer ações mais enérgicas do governo Obama em relação ao conflito no país de Bashar al Assad

[Imagem: mccain_syria.jpg]



O senador republicano John McCain se tornou nesta segunda-feira o primeiro político americano de influência a visitar a Síria desde que, há mais de dois anos, começou o conflito no país. McCain, uma das vozes do Congresso que pedem uma maior intervenção americana na Síria, cruzou a fronteira com Turquia junto com o líder do Conselho Militar Supremo do Exército Livre Sírio (ELS), Salem Idris.

Os dois se reuniram tanto na Síria como na Turquia com líderes de várias unidades do ELS, o braço armado dos rebeldes, que tinham viajado até ali para ver o senador, informou o site Daily Beast e confirmou mais tarde o escritório de McCain ao canal "CNN" e à revista "Politico".

Nesses encontros, os líderes rebeldes pediram aos Estados Unidos que aumentem seu apoio à oposição armada e lhes proporcionem armamento pesado, uma zona de exclusão aérea e bombardeios aéreos seletivos sobre alvos do regime de Bashar al Assad e do grupo xiita libanês Hezbollah, segundo o Daily Beast.

A visita de McCain é também a primeira de qualquer funcionário americano desde que, no início deste mês, viajou ao país o embaixador americano na Síria, Robert Ford, que trabalha em Washington há mais de um ano.

"A visita do senador McCain é muito importante e muito útil, especialmente neste momento", disse Idris ao site. "Necessitamos da ajuda americana para obter mudanças no terreno, estamos em uma situação muito crítica."

Os rebeldes disseram McCain que suas tropas estão ficando sem munição e afirmaram que o regime usou armas químicas contra a população em várias ocasiões, de acordo com dois líderes da organização americana Syrian Emergency Task Force que participaram de todos os encontros do senador. Advertiram ainda que há uma crescente presença de assessores militares russos em Damasco e que o Hezbollah tomou as rédeas da batalha na cidade de Homs.

Candidato presidencial republicano em 2008, McCain é um dos legisladores mais críticos à política do governo de Barack Obama em relação à Síria e pede há meses a implementação de uma zona de exclusão aérea e o armamento dos rebeldes.

Na semana passada, o Comitê de Relações das Relações Exteriores do Senado aprovou uma medida respaldada por McCain que contempla autorizar o governo de Obama a fornecer armas pequenas e capacitação aos grupos rebeldes sírios.

Enquanto isso, EUA e Rússia tentam garantir a presença da oposição síria em uma conferência convocada para o próximo mês em Genebra, da qual o regime já confirmou que participará e que tentará avançar rumo à formação de um governo de transição com representação das duas partes em confronto. Idris disse que os rebeldes sírios cooperarão com a conferência de Genebra "se isso significar que Bashar (al Assad) renunciará e abandonará o país e que os funcionários militares do regime prestarão contas perante a Justiça".

http://revistaepoca.globo.com/Mundo/noti...siria.html
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a MALLBORO pelo seu post:
LIRMC ...8 (28-05-2013), Mediador (04-07-2016)
27-05-2013, 10:58 PM
Resposta: #27
RE: E agora a SÍRIA...
UE libera envio de armas a rebeldes sírios por países-membros

Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia (UE) concordaram nesta segunda-feira em suspender o embargo do bloco à provisão de armamentos aos rebeldes que lutam há mais de dois anos contra o regime de Bashar al-Assad, na Síria.

Todas as sanções financeiras foram renovadas por mais um ano.

O fim do embargo foi confirmado elo chanceler britânico, William Hague, por meio do Twitter, no final da noite desta segunda (horário local). Ele participa, ao lado dos demais chanceleres do bloco, de uma reunião sobre o tema, em Bruxelas.

Com o fim do embargo, os países ficam livres para enviar armas à oposição síria, como queriam o Reino Unido e a França, os únicos dois membros da UE que são também membros-permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

Hague afirmou que a decisão envia uma "mensagem forte" da Europa a Assad, mas destacou que não há, no momento, planos para armar os rebeldes.

O impasse nas negociações duraram o dia todo e refletiram a hesitação da UE em fornecer armas ao conflito, que já matou 80 mil pessoas, segundo estimativas conservadoras da ONU. No fim do ano passado, a UE recebeu o prêmio Nobel da Paz.

Poucas horas antes do anúncio de Hague, o ministro de Relações Exteriores da Áustria, Michael Spindelegger, que liderava a oposição ao fim do embargo, havia afirmado que um acordo "não havia sido possível".

Conforme o jornal britânico "Guardian", Spindelegger chegou a afirmar que os países, embora continuassem reunidos, não fariam nenhum anúncio.

No início do encontro, o francês Laurent Fabius repetiu que existem "suspeitas crescentes" do uso de armas químicas na Síria.

FONTE
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a zetga pelo seu post:
LIRMC ...8 (28-05-2013), MALLBORO (28-05-2013), Mediador (04-07-2016)
Aromaterapia você encontra pelo menor preço na Tudo Saudável
27-05-2013, 11:32 PM
Resposta: #28
RE: E agora a SÍRIA...
Assad fala, Rússia age
27.05.2013
Asia Times Online
http://www.atimes.com/atimes/World/WOR-01-200513.html

Bashar al-Assad falou com exclusividade ao jornal argentino El Clarin[1] (a diáspora síria é imensa na Argentina, como também no Brasil).


Avançando contra o nevoeiro gerado pela histeria ocidental, Bashar destacou alguns pontos importantes. Há provas, sim, de que o governo sírio declarou várias vezes que concordava com conversar com a oposição; mas os muitos grupos 'rebeldes', que sequer falam uns com os outros, que não têm liderança unificada, sempre recusaram qualquer conversa. Assim sendo, não há como implementar algum cessar-fogo que, eventualmente, venha a ser 'acordado' na próxima Conferência de Genebra, entre EUA e Rússia. Assad faz sentido, quando diz que "Não podemos discutir cronogramas, sem sabermos com quem discutimos."


Sim, mas... qualquer pessoa que acompanhe o desenrolar da tragédia síria sabe quem são, todos eles, ou quase. Sabe-se que os Nada-Livres Canibais Sírios, digo, o 'Exército SírioLivre' [ing. Free Syrian Army, FSA)] é um bando esfarrapado de senhores-da-guerra, gângsteres e oportunistas de várias marcas & griffes, em interessecção-somatório com jihadistas linha-duríssima da espécie Jabhat al-Nusra (mas também de outros grupos e subgrupos ligados à, ou inspirados pela, al-Qaeda).
A Agência Reuters demorou meses, mas, afinal, teve de admitir que os jihadis comandam o show em campo.[2] Um comandante 'rebelde' até reclamou à Reuters: "Nusra agora é duas: uma segue a agenda da al-Qaeda, que luta por uma maior nação islamista. A outra é síria, com agenda nacional, para ajudar a derrubar Assad." O que não disse é que a Nusra que realmente faz diferença é a ligada à al-Qaeda.


A Síria está convertida em Inferno das Milícias; em tudo semelhante ao Iraque de meados dos anos 2000s, parecidíssima com a Líbia-estado-fracassado 'libertado' imposto ali pelo Ocidente. Essa afeganistização/somalização da Síria é consequência direta da ação do eixo de intervenção CCGOTAN-I (Conselho de Cooperação do Golfo-Organização do Tratado do Atlântico Norte & Israel). Portanto, Assad acerta, quando diz que o ocidente está jogando gasolina ao fogo, e só se interessa por 'mudar o regime' custe o que custar.

O que Assad não disse
Assad não é político brilhante - e desperdiçou uma oportunidade de ouro para explicar à opinião pública ocidental, ainda que resumidamente, por que Arábia Saudita e Qatar, petromonarquias do Conselho de Cooperação do Golfo, mais a Turquia, estão doidas para pôr fogo, de vez, à Síria.


Poderia ter falado do desejo do Qatar, de entregar a Síria à Fraternidade Muçulmana; e de a Arábia Saudita acalentar o sonho de fazer ali um cripto-emirado-colônia. Poderia ter falado do pânico que acomete Arábia Saudita e Qatar, que veem os xiitas do Golfo Persa abraçarem legítimos ideais do Despertar Árabe.


Poderia ter apontado as ruínas nas quais jaz hoje a política turca de "zero problema com os vizinhos": um dia, Ancara-Damasco-Bagdá colaboram, unidas; dia seguinte, Ancara quer 'mudança de regime' em Damasco; e todos os dias antagoniza Bagdá. Acima de tudo, a Turquia atrapalha-se cada dia mais com os curdos que se vão fortalecendo, do norte do Iraque ao norte da Síria.


Poderia ter detalhado o modo como Grã-Bretanha e França, dentro da OTAN, para nem falar dos EUA e de suas petromonarquias-fantoches, estão usando a desintegração da Síria, para atingir o Irã - e como todos esses atores que fornecem armas e muito dinheiro dão importância-zero ao sofrimento do "povo sírio". Só os alvos estratégicos interessam.


Enquanto Bashar al-Assad falava, a Rússia agia. O presidente Vladimir Putin - bem ciente de que as conversações de Genebra já estão sendo desencaminhadas por vários agentes e atores, bem antes, até, de começarem - deslocou navios de guerra russos para o leste do Mediterrâneo; e ofereceu à Síria um carregamento de ultramodernos mísseis terra-mar Yakhont, mais vários mísseis S-300 antiaéreos - o modelo russo equivalente ao míssil Patriot dos EUA. E nem é preciso lembrar que a Síria já tem mísseis antiaéreos russos, os SA-17.


Agora, elementos da gangue CCGOTAN, tentem aí, tentem, qualquer um, 'contornar' a ONU, e aparecer com alguma operação "Mini Choque e Pavor", contra Damasco. Ou metam-se a implantar alguma zona aérea de exclusão. Em termos militares, o Qatar e a Casa de Saud são piada. Britânicos e franceses sentem-se seriamente tentados, mas não têm os meios - ou estômago. Washington tem os meios - mas não o estômago. Putin sabe, com absoluta certeza, que o Pentágono já entendeu seu recado.

E não esqueçamos o Oleogasodutostão
Assad também poderia ter falado - e do que poderia ser? - do Oleogasodutostão. Bastar-lhe-iam dois minutos para explicar o significado do acordo para o gasoduto Irã-Iraque-Síria, de US$10 bilhões, assinado em julho de 2012. Esse entroncamento crucial do Oleogasodutosão exportará gás extraído do campo Pars Sul, no Irã (o maior do mundo, partilhado com o Qatar), cruzando o Iraque, para a Síria - com uma possível extensão para o Líbano, com clientes já assegurados na Europa Ocidental. É situação que os chineses descrevem como "ganha-ganha".


Mas nada de gás para - adivinhem! - nem Qatar, nem Turquia. O Qatar sonha com um gasoduto rival, de seu campo Norte (contíguo ao campo Pars Sul, do Irã), que atravesse a Arábia Saudita, Jordânia, Síria e finalmente Turquia (que espera faturar sobre a licença de passagem da energia, entre Oriente e Ocidente). Destino final: mais uma vez, a Europa Ocidental.


Como em tudo que tenha a ver com o Oleogasodutostão, o xis da questão é 'contornar' o Irã e a Rússia. É o que faz o oleogasoduto qatari - freneticamente apoiado pelos EUA. Mas, instalado o gasoduto Irã-Iraque-Síria, a rota de exportação só poderá começar em Tartus, porto sírio no Mediterrâneo leste, que dá hospedagem à Marinha russa. Claro que a gigante russa Gazprom entrará nesse quadro - do investimento à distribuição.


Que ninguém se engane: o Oleogasodutostão, mais uma vez obrigado a 'contornar' Rússia e Irã - explica muita coisa sobre por que a Síria está sendo destruída.


O esquema Petróleo-para-a-Al-Qaeda, da União Europeia
Enquanto isso, o exército sírio real - com o apoio do Hezbollah - está metodicamente reconquistando Al-Qusayr, retomando dos 'rebeldes' o controle desse ponto estratégico. O passo seguinte será olhar na direção leste - onde a frente Jabhat al-Nusra alegremente enriquece, lucrando com mais uma trapalhada típica da União Europeia: a decisão de levantar as sanções que impedem que a Síria compre petróleo.[3]


Joshua Landis, blogueiro de Syria Comment, já extraiu as conclusões óbvias: "Quem puser a mãos no petróleo, na água e na agricultura, prenderá pela garganta os sunitas sírios. No momento, quem faz isso é a Frente al-Nusra. A abertura do mercado de petróleo para a Europa força a barra nessa mesma direção. Portanto, a conclusão lógica dessa loucura só pode ser uma: a Europa logo estará financiando a al-Qaeda." Pode-se chamar de "o esquema Petróleo-para-a-Al-Qaeda, da União Europeia".


O Sudoeste da Ásia - que o ocidente chama de "Oriente Médio" - deve permanecer como espaço privilegiado da irracionalidade em ação. No pé em que andam as coisas na Síria, mesmo sem zona aérea de exclusão, o que se verá partindo dali, para sempre, voo rápido, é a paz - com todos e mais alguns, todos, todos, envolvidos: EUA, Rússia, União Europeia, mas também o Hezbollah, Israel e, claro, o Irã - como o ministro russo de Relações Exteriores Sergei Lavrov já deixou bem claro.[4]


Muito distante do que exige a obsessão ocidental por 'mudança de regime', a já difícil próxima Conferência de Genebra poderá obter, no máximo, um acordo que considere os termos da Constituição Síria - a qual, por falar dela, é absolutamente legítima, adotada em 2012, aprovada por maioria de votos do verdadeiro, real, sofredor "povo sírio". Pode acontecer até que Assad não concorra à presidência, em eleições previstas para 2014. Mudança de regime, sim. Mas por meios pacíficos.


E o eixo de intervenção CCGOTAN-I (Conselho de Cooperação do Golfo-Organização do Tratado do Atlântico Norte & Israel) permitirá que alguma paz aconteça ali? Não.


[1] Em espanhol, em http://www.clarin.com/mundo/renuncio-pue...08165.html [NTs]
[2] 17/5/2013, Reuters, em Insight: Syria's Nusra Front eclipsed by Iraq-based al Qaeda, Reuters, May 17, 2013
[3] 19/5/2013, Guardian, EU decision to lift Syrian oil sanctions boosts jihadist groups
[4] 16/5/2013, Reuters, Russia says Iran must take part in proposed Syria talks
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a GU4RD1ÃO pelo seu post:
LIRMC ...8 (28-05-2013), MALLBORO (28-05-2013), Mediador (04-07-2016)
28-05-2013, 12:25 PM
Resposta: #29
RE: E agora a SÍRIA...
Rússia defende mísseis para Síria e critica fim de embargo da UE

O vice-chanceler da Rússia, Sergei Rybakov, defendeu nesta terça-feira o acordo que permitirá o envio de mísseis de longo alcance ao regime sírio como uma forma de evitar uma intervenção estrangeira no conflito entre o regime de Bashar al-Assad e a oposição.

Ele também criticou o fim do embargo da União Europeia ao envio de armas ao país árabe, o que considera prejudicial às negociações de paz para dar fim aos confrontos. Moscou é a principal aliada de Damasco e vetou uma série de resoluções prejudiciais ao regime sírio na ONU.

Rybakov não comentou quando o país pretende enviar o armamento aos sírios, mas defendeu o uso dos mísseis, que são similares aos americanos Patriot, que estão instalados na fronteira entre a Síria e a Turquia desde dezembro.

"Acreditamos que medidas desse tipo evitam que alguns espíritos acalorados montem cenários que terminem com a internacionalização do conflito, com a participação de forças estrangeiras", disse, afirmando que não pretende abandonar o acordo com os sírios por causa das críticas de países ocidentais e de Israel.

Assim como os mísseis Patriot, o sistema S-300 é capaz de fazer ataques a longas distâncias e criar defesa para o regime sírio mesmo em caso de embargo marítimo ou da criação de uma zona de exclusão aérea. O fornecimento do armamento foi ratificado em acordo em 2007, quatro anos antes do início da crise síria.

As declarações são uma resposta ao secretário de Estado americano, John Kerry, que afirmou na segunda (27) que os mísseis seriam um fator desestabilizador na crise síria. Após a declaração de Rybakov, o governo de Israel disse que pode reagir caso as armas sejam entregues.

No início do mês, integrantes do Exército de Israel afirmaram que Moscou tinha a intenção de enviar os mísseis e que, se isso acontecesse, poderia atacar. No entanto, a principal preocupação do Estado judaico é que o armamento caia nas mãos do grupo radical libanês Hizbullah, aliado de Damasco.

EMBARGO

Questionado sobre o fim do embargo da União Europeia ao envio de armas aos rebeldes, determinado na segunda (27), o vice-chanceler russo disse que a medida prejudica as negociações de paz e a conferência internacional organizada pelo país e os Estados Unidos.

"Isso é um reflexo dos dois pesos e duas medidas usados pelos países europeus e um dano direto às negociações de paz", afirmou.

Nesta terça, o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, se reúne com o secretário de Estado americano, John Kerry, para definir os últimos detalhes da conferência, que deve acontecer em meados de junho.

O vice-chanceler, no entanto, disse que ainda há muitas diferenças entre as posições americana e russa, que poderiam atrasar a realização do evento. "Não podemos fazer este encontro enquanto seus membros tentam impor aos sírios decisões de fora, incluindo o resultado do processo de transição".

Moscou insiste que os opositores sírios devam levar uma delegação representativa, capaz de tomar decisões por toda a oposição, o que, até o momento, não é possível devido às divisões internas na principal coalizão rebelde.

O país ainda defende a presença de Arábia Saudita, Egito e Irã, que não estavam no primeiro evento sobre a transição síria, realizado em Genebra, em junho do ano passado. A presença de Teerã é rejeitada por Reino Unido e França que, junto com os Estados Unidos, defendem os opositores.

Fonte!
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 4 usuários diz(em) obrigado a zetga pelo seu post:
GU4RD1ÃO (29-05-2013), LIRMC ...8 (28-05-2013), MALLBORO (28-05-2013), Mediador (04-07-2016)
28-05-2013, 06:04 PM
Resposta: #30
RE: E agora a SÍRIA...
Corpo de voluntários russo-ucraniano irá combater na Síria
[Imagem: RIAN_01066748.LR.ru.jpg.1000x297x1.jpg]

Vários milhares de homens já se inscreveram no corpo voluntário russo-ucraniano que está sendo formado para prestar ajuda ao presidente Assad, declarou o iniciador da formação do corpo, coronel reformado Serguei Razumovsky que encabeça a União Ucraniana de Oficiais Sem Casa.

Em meados de maio, Razumóvski fez um apelo em vídeo, exortando à formação do corpo de voluntários. Endereçou esse apelo a “todos os veteranos do serviço militar da União Soviética e a todos os oficiais russos e ucranianos”. Segundo o coronel, as autoridades da Ucrânia não reagiram a essa iniciativa.

Fonte.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a zetga pelo seu post:
GU4RD1ÃO (29-05-2013), LIRMC ...8 (28-05-2013), Mediador (04-07-2016)
Chlorella Green Gem Pelo menor Preço Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
Responder 


Tópicos Similares
Tópico: Autor Respostas Visualizações: Última Resposta
  O verdadeira causa da guerra na Síria. Véia Silidonia 10 2,366 01-11-2017 11:21 AM
Última Resposta: Elenin20182024
  Israel vai começar a roubar o petróleo da Síria antes mesmo de Assad ser deposto Hubble 3 2,833 23-07-2017 04:38 PM
Última Resposta: Beobachter
Exclamation [Atualizações] Conflitos na Ucrânia Quantum 629 74,237 16-06-2017 09:36 PM
Última Resposta: Sanderson S. Pierre
  Agente do FBI foge para a Síria e casa com membro do ISIS que andava a investigar ruicoelho 9 1,809 04-05-2017 07:48 AM
Última Resposta: MARCELO DF
  Trump Ataca a Síria - A Rússia irá Responder? Jahaisa 71 7,013 18-04-2017 07:32 PM
Última Resposta: CaféSemAçúcar

Ir ao Fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitantes
Tópicos relacionados...

Publicidade:
Loja de Produtos Naturais Tudo Saudável

Recomende o Fórum


Sites Associados: Dossiê Vacina HPV
Registro de Efeitos Adversos das Vacinas
Rastreando Chemtrails
Site Notícias Naturais
Fórum Notícias Naturais Blog Anti-Nova Ordem Mundial

Pesquisar

(Pesquisa Avançada)

Olá, Visitante
Olá Visitante!
Para participar do fórum, é necessário se Registrar.



  

Senha
  





Usuários Online
Existem no momento 149 usuários online.
» 0 Membros | 149 Visitantes

Estatísticas do Fórum
» Membros: 20,092
» Último Membro: athos
» Tópicos do Fórum: 24,598
» Respostas do Fórum: 263,649

Estatísticas Completas

Tópicos Recentes
O Estado não necessita do imposto. Ele é viciado em arrecadar.
Última Resposta Por: Xevious
Hoje 05:28 PM
» Respostas: 7
» Visualizações: 755
ESTUDO INDICA QUE ACREDITAR EM CONSPIRAÇÕES TEM A VER COM DESORDEM MENTAL
Última Resposta Por: Xevious
Hoje 05:25 PM
» Respostas: 4
» Visualizações: 1173
Qual é a verdade que você acredita?
Última Resposta Por: Xevious
Hoje 05:12 PM
» Respostas: 24
» Visualizações: 1693
O que está por trás das mentiras de Guga Chacra e da imprensa em geral
Última Resposta Por: Aragorn
Hoje 03:05 PM
» Respostas: 28
» Visualizações: 1563
O ATAQUE TOTAL:Maçonaria,Jesuitas,Rothschilds,GCA,PGM,SGM.(Mega-Post)
Última Resposta Por: ULTRON
Hoje 02:37 PM
» Respostas: 6
» Visualizações: 1501
I.A, singularity, cripto-moedas e blockchain = Sistema da Besta
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Hoje 11:40 AM
» Respostas: 4
» Visualizações: 220
Canal "Ciência de Verdade" Anti Globalista, Perseguido
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Ontem 10:03 PM
» Respostas: 45
» Visualizações: 2443
O Mito da Urna Eletrônica
Última Resposta Por: pequeno gafanhoto
Ontem 07:41 PM
» Respostas: 5
» Visualizações: 540
False Flags para acelerar a agenda do carro autônomo
Última Resposta Por: fil
Ontem 11:59 AM
» Respostas: 18
» Visualizações: 1287
Cientistas descobrem espaço vazio escondido na Grande Pirâmide de Gizé
Última Resposta Por: Infinite
Ontem 10:21 AM
» Respostas: 21
» Visualizações: 2134
Caixões da FEMA: Estocados para a Eliminação de Corpos Durante uma Pandemia?
Última Resposta Por: Mayaman
Ontem 09:48 AM
» Respostas: 25
» Visualizações: 14880
R$ 2,84 - valor retirado de cada brasileiro p/construir mansão de presidente angolano
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
22-11-2017 12:19 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 322
[Opinião] Delação Premiada
Última Resposta Por: tarcardoso
22-11-2017 08:19 AM
» Respostas: 1
» Visualizações: 247
Uma liberdade que agora pode estar mais longe do que imaginamos.
Última Resposta Por: tarcardoso
22-11-2017 07:45 AM
» Respostas: 1
» Visualizações: 228
Escola infantil para a Elite chega ao Brasil ano que vem. E a NOM agradece...
Última Resposta Por: MarcioEscolaBilingue
21-11-2017 08:48 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 843
IA o Exterminador do futuro?!
Última Resposta Por: Beobachter
21-11-2017 08:48 PM
» Respostas: 27
» Visualizações: 5683
2019: A NOM e a Igreja Pan-Amazônica agora com aval do Papa
Última Resposta Por: O Mensageiro
21-11-2017 08:05 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 360
Como a JBS sugou o BNDES para expandir seus negócios
Última Resposta Por: tarcardoso
21-11-2017 07:39 PM
» Respostas: 2
» Visualizações: 388
Como detectar MAVs e bloquear
Última Resposta Por: Aragorn
21-11-2017 05:20 PM
» Respostas: 21
» Visualizações: 1924
Cartórios faturaram no Brasil 12 bilhões de reais. Faturamento que aumentará em 2018
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
21-11-2017 04:00 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 151
Trump abrindo documentos sobre JFK. Os Aliens e Deep State
Última Resposta Por: ULTRON
21-11-2017 01:41 PM
» Respostas: 20
» Visualizações: 3374
Barrações e constrangimento não impedem o aumento migratório de brasil.p/ Portugal.
Última Resposta Por: Bruna T
20-11-2017 10:42 PM
» Respostas: 2
» Visualizações: 450
Asgardia: Proposta de Nação Espacial
Última Resposta Por: Binho C.R.
20-11-2017 09:57 PM
» Respostas: 2
» Visualizações: 503
O que aconteceria se a Terra de repente ficasse plana
Última Resposta Por: Bruna T
20-11-2017 09:19 PM
» Respostas: 34
» Visualizações: 3116
O Último Dia De Gandhi - Outro Pedófilo?
Última Resposta Por: Infinite
20-11-2017 02:32 PM
» Respostas: 6
» Visualizações: 6899
Restauração da Pátria. Um trabalho de grande exaustão e profissionalismo ao extremo.
Última Resposta Por: tarcardoso
20-11-2017 02:06 PM
» Respostas: 6
» Visualizações: 692
Brasil: onde a vida humana é desprezada, odiada, perseguida e discriminada.
Última Resposta Por: Guigo Xavier
20-11-2017 12:52 PM
» Respostas: 6
» Visualizações: 934
Lobos em Peles de Cordeiro: como o Público foi Enganado no Socialismo
Última Resposta Por: Bogoton
20-11-2017 11:04 AM
» Respostas: 21
» Visualizações: 6278
Últimos acontecimentos ONLINE
Última Resposta Por: Nelson Ferreira
20-11-2017 09:18 AM
» Respostas: 611
» Visualizações: 138082
Onde foi parar a sua testosterona?
Última Resposta Por: Elenin20182024
19-11-2017 01:23 PM
» Respostas: 52
» Visualizações: 9150

Lista completa de tópicos

Divulgue o fórum em seu site!

Camisetas:
camisetas resista à nova ordem mundial