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[Atualizações] Conflitos na Ucrânia
15-02-2014, 10:14 PM
Resposta: #21
RE: A escalada da crise ucraniana
Desordens na Ucrânia criam problemas na indústria militar russa e chinesa
[Imagem: 9russia-china.jpg]
Colagem: Voz da Russia

A prolongada crise que reina na Ucrânia tornou evidente a fraqueza do Estado ucraniano.

Mesmo se a administração do presidente ucraniano Viktor Yanukovich sobreviver a esta crise, a fraqueza continuará a existir, o que gera numerosos problemas, em particular, para as empresas russas e chinesas da indústria militar, que cooperam com as congêneres ucranianas.

Atualmente na Ucrânia existe o perigo real de intensificação de desordens internas, de destruição da infraestrutura e da repartição de bens do Estado. No caso de saída de Viktor Yanukovich, são possíveis também alterações imprevisíveis na política externa ucraniana.

Há pouco, foram publicados os textos das conversas telefônicas interceptadas entre a adjunta do secretário de Estado norte-americano Victoria Nuland e o embaixador americano no Ucrânia, Geoffrey Pyatt. Este documento torna evidente que os americanos participam diretamente da escolha da estrutura do futuro Governo na Ucrânia.

É perfeitamente possível que, nestas novas condições, eles é que irão tomar a decisão final a respeito da política externa ucraniana.

Isto cria problemas complicados para as indústrias militares da Rússia e da China, que cooperam com as respetivas empresas ucranianas. Por exemplo, o parceiro-chave ucraniano para os russos e para os chineses é a empresa Motor Sich, o principal produtor de motores para os helicópteros de fabricação russa.

Esta mesma empresa produz motores para aviões de treinamento e de transporte e para alguns tipos de drones e de mísseis.

O presidente da empresa, Viacheslav Boguslaiev, é uma destacada personalidade do Partido das Regiões, chefiado por Yanukovich. Na cidade de Zaporojie, onde está situada a empresa, a oposição não conseguiu tomar a sede da administração local.

É possível que isso se deva à existência aí de uma grande empresa orientada para o mercado russo. No caso de mudança do poder, de saneamento do pessoal e de repartição dos bens, o destino da empresa pode ficar em questão.

O roteiro pessimista é perfeitamente possível, pois os grandes saneamentos do pessoal e a apropriação de bens de grandes empresas já tiveram lugar depois da chamada “revolução laranja” de 2004. De referir que, naquela altura, as contradições entre os grupos políticos ucranianos não eram tão agudas como agora.

A crescente influência dos EUA pode fazer com que eles bloqueiem a exportação de alguns tipos de armamentos e de tecnologias militares da Ucrânia para a China, da mesma maneira que já fizeram em relação à União Europeia e a Israel.

Além dos motores da empresa Motor Sich, utilizados nos aviões chineses de treino e combate L-15, nos aviões russos Yak-130 e nos helicópteros Mi-17, – este último tipo de aeronave tem tido amplo uso na Rússia e na China, – podem ser afetadas também outras esferas da colaboração, por exemplo, os fornecimentos de motores diesel para os tanques MVT-2000, que a China produz para exportação.

Existem também várias outras esferas de colaboração. Por exemplo, o fornecimento de máquinas para navios, de radares, da aparelhagem eletrônica utilizada na indústria militar, etc.

A Ucrânia era um importantíssimo centro de desenvolvimento da indústria militar e de tecnologias de ponta da URSS. Depois do desmoronamento da União Soviética, a produção de todos os tipos de armas estratégicas da Rússia dependia em grande parte do fornecimento de componentes ucranianos. Foram preciso vários anos para liquidar esta dependência.

A indústria militar da Rússia reorganizou gradualmente o processo de cooperação de produção, diminuindo a sua dependência em relação à Ucrânia, mas este trabalho está longe da conclusão.

Por exemplo, embora na região de Petersburgo fosse posta em funcionamento uma empresa própria de motores para helicópteros, o papel da empresa Motor Sich no fornecimento de componentes da indústria russa de helicópteros continua sendo muito importante.

A China também procura superar a dependência em relação ao fornecimento de motores diesel ucranianos de 1200 H.P., destinados aos tanques exportados.

Mas, apesar da realização de testes bem-sucedidos do tanque MVT-3000, este trabalho ainda não está concluído. A nova crise política em Kiev faz que a Rússia e a China ponderem novamente os riscos relacionados com a colaboração técnico-militar com a Ucrânia. O mais provável é que Moscou e Beijing aumentem esforços a fim de superar a dependência em relação à indústria militar ucraniana.

FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/2014_02_15/Pro...-nia-1520/
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Jeyjin (20-02-2014)
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18-02-2014, 11:37 PM (Resposta editada pela última vez em: 18-02-2014 11:58 PM por GU4RD1ÃO.)
Resposta: #22
Tropas anti-motim empregam armas especiais em Kiev (vídeo)
[Imagem: 9JKT_7948.JPG]


Tropas da polícia anti-motim cercaram a praça da Independência, em Kiev, e começaram a lançar granadas de som e petardos de fumaça contra a primeira linha de barricadas construídas pelos radicais.




Em resposta, os radicais lançam garrafas incendiárias e petardos. Em consequência, na praça apareceram vários focos de incêndio. A polícia também empregou, no mínimo, um canhão de água.

FONTE

Apoio - Muralha de Fogo - desde 1995 na web

==========================================
Publicado em 18/02/2014



A Casa dos Sindicatos, transformada em QG dos manifestantes no centro de Kiev, pegou fogo na madrugada desta quarta-feira -- hora local. Os ativistas tiveram de deixar o prédio na Praça da Independência rapidamente. Alguns foram removidos em macas.
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Gittarakuru (19-02-2014), LIRMC ...8 (19-02-2014), naste.de.lumina (19-02-2014), Tecnocrata (19-02-2014)
19-02-2014, 12:05 AM (Resposta editada pela última vez em: 19-02-2014 01:12 PM por GU4RD1ÃO.)
Resposta: #23
Ao vivo - Em Kiev, polícia anti-motim começou assalto à praça da Independência




[Imagem: article-0-1AE3A85F00000578-432_964x665.jpg]
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ACSANTOS (19-02-2014), LIRMC ...8 (19-02-2014), naste.de.lumina (19-02-2014), sleber (19-02-2014)
19-02-2014, 04:42 AM
Resposta: #24
RE: Ao vivo - Em Kiev, polícia anti-motim começou assalto à praça da Independência
Imagem, por favor...

O Blog Sobre A Nova Ordem Mundial
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sleber (19-02-2014)
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19-02-2014, 10:12 AM
Resposta: #25
RE: Ao vivo - Em Kiev, polícia anti-motim começou assalto à praça da Independência
galera vale a pena assistir heimm`` só pra dar um up
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LIRMC ...8 (20-02-2014)
19-02-2014, 02:48 PM
Resposta: #26
RE: Ao vivo - Em Kiev, polícia anti-motim começou assalto à praça da Independência
Ministro envia tropas paraquedistas para Kiev.

O ministro interino da Defesa da Ucrânia, Pavel Lebedev, ordenou hoje o envio de para a capital ucraniana de uma brigada de tropas paraquedistas, aquartelada em Dnepropetrovsk, leste da Ucrânia.

“Estamos tomando medidas com vista a reforçar a proteção dos paióis e prevenir casos de roubo de armas, munições e equipamentos militares”, divulgou o Ministério da Defesa, em comunicado.
A mesma fonte refere ainda que a informação sobre a deslocação de algumas unidades militares a fim de dispersar as manifestações em Kiev “não corresponde à realidade”.

FONTE -http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_02_19/Tropas-de-desembarque-foram-enviadas-a-Kiev-2936/
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LIRMC ...8 (20-02-2014)
19-02-2014, 03:21 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-02-2014 03:55 PM por John Dickinson.)
Resposta: #27
RE: A escalada da crise ucraniana
Crise na Ucrânia e vídeo on line

Após polícia invadir acampamento de protestos na Ucrânia; número de mortos sobe a 25

ENTRE OS MORTOS HÁ AO MENOS 14 CIVIS E SETE POLICIAIS. POLÍCIA LANÇA AÇÃO CONTRA MANIFESTANTES APÓS DAR PRAZO PARA FIM DE PROTESTOS

Milhares de membros da tropa de choque armados com canhões de água e granadas de efeito moral entraram em confronto com manifestantes antigoverno no centro da capital da Ucrânia, Kiev, deixando ao menos até o momento 25 mortos.

Entre os mortos estão pelo menos sete policiais, 14 civis, incluindo três atingidos por disparos, e um jornalista, disse o ministro do Interior Vitaliy Zakharchenko.
[Imagem: abjcuwqqoyzatiffpc0yeeyo1.jpg]
Monumentos aos fundadores de Kiev queimam enquanto manifestantes entram em choque com polícia na Praça da Independência, na Ucrânia (18/2)


Após quase três meses de ocupação, a tropa de choque lançou-se contra o principal acampamento da oposição, na Praça da Independência (conhecido localmente como Maidan), desmantelando algumas das barricadas e incendiando muitas das tendas dos manifestantes.

Mas os 20 mil manifestantes contra-atacaram armados com pedras, bastões e bombas incendiárias e cantando o hino nacional ucraniano.

A ação foi lançada depois que as forças de segurança estipularam as 18 horas locais como prazo para que os protestos antigoverno tivessem fim e cercaram a Praça da Independência, que tem sido palco de protestos em sua maioria pacíficos desde novembro.

Previamente à ação policial, milhares de manifestantes contrários ao governo enfrentaram a polícia nos arredores do Parlamento, incendiando um caminhão da polícia e arremessando pedras no primeiro episódio real de violência na capital Kiev em mais de três semanas.

Os manifestantes marcharam para o prédio do Parlamento numa manobra para manter a pressão sobre o presidente Viktor Yanukovych para que ele abra mão de parte dos poderes presidenciais.

Mas, quando foram impedidos de avançar por uma linha de caminhões cerca de 100 metros antes do prédio, os manifestantes atiraram pedras na polícia, disse uma testemunha da Reuters. Dois coquetéis molotov incendiaram dois caminhões.

A polícia respondeu disparando bombas de efeito moral dos caminhões e do topo do prédio para tentar dispersar a multidão.

Dentro do Parlamento, líderes da oposição suspenderam os trabalhos ao bloquear os oradores e insistir que os parlamentares discutissem seu pedido por mudanças constitucionais que reduziriam os poderes de Yanukovych.

Yanukovych enfrenta os protestos de rua liderados pela oposição desde que desistiu de um pacto comercial com a União Europeia em novembro e optou por estreitar os laços com a Rússia, que dominava a Ucrânia na era soviética.

Líderes oposicionistas pressionam para que ele aceite restrições ao seu poder, o que permitira a eles formar um governo independente para encerrar os tumultos nas ruas, atualmente em seu terceiro mês, e salvar a economia do colapso.

E veja aqui vídeo ao vivo sobre a situação na Ucrânia




FONTE:http://horizontenews.blogspot.com.br/201...-line.html

Presidente da Ucrânia alerta sobre uso da força após oposição tentar "tomar o poder"

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014 11:20 BRT

[Imagem: ?m=02&d=20140219&t=2&...EA1I13U500]
KIEV, 19 Fev (Reuters) - O presidente ucraniano, Viktor Yanukovich, alertou seus opositores nesta quarta-feira de que pode fazer uso da força contra eles, após o que chamou de tentativa de "tomar o poder" por meio de "incêndios e assassinatos".

Em um comunicado publicado na Internet nas primeiras horas do dia, enquanto manifestantes lutavam contra a tropa de choque da polícia no centro de Kiev, Yanukovich destacou que havia evitado a violência desde o início dos protestos, insistindo em oferecer o diálogo e a possibilidade de eleições. Mas ele afirmou estar sendo pressionado por conselheiros a assumir postura mais dura.

"Sem nenhum mandato popular, ilegalmente e em violação da Constituição da Ucrânia, esses políticos --se é que posso usar esse termo-- têm recorrido a massacres, incêndios e assassinatos para tentar tomar o poder", afirmou o presidente.

"Eu pedi mais uma vez aos líderes da oposição... para rapidamente se distanciarem dessas forças radicais que estão provocando o derramamento de sangue e o confronto com a polícia. Ou, caso eles não queiram fazer isso, deveriam reconhecer que apoiam os radicais. E aí então haverá um tipo de conversa diferente com eles."

Falando francamente, tenho assessores que estão tentando me convencer em direção a opções duras, ao uso da força. Mas eu sempre considerei o uso da força um erro. Há métodos melhores e mais efetivos --encontrando uma linguagem em comum... Persistentemente pedi às pessoas que evitassem ações radicais. Mas elas não escutaram, disse.

"Eu repito: ainda não é tarde demais para escutarmos um ao outro. Ainda não é tarde para evitar o conflito."

Yanukovich reiterou sua predisposição a organizar novas eleições e a aceitar o resultado caso a oposição vença. Mas ele disse que a oposição está presa a uma demanda de tomar o poder imediatamente.

(Reportagem de Pavel Polityuk e Alastair Macdonald)

FONTE:http://br.reuters.com/article/worldNews/...7Q20140219

Rússia e EUA trocam acusações por crise na Ucrânia

EUA acusam Governo ucraniano por crise, e Moscou acusa ocidente por "vista grossa"sobre os radicais
[Imagem: flags%2BUSA%2BRUSSIA.jpg]

19 de fevereiro de 2014

Um diplomata americano disse que "os EUA responsabilizam Yanukovich" pela escalada da crise no país.Rússia acredita que este tipo de postura, na verdade incentiva radicais nas ruas de Kiev para provocar violência.

"A partir deste momento, os EUA vêem Yanukovich responsável por tudo o que acontece na Ucrânia", o embaixador dos EUA para a Ucrânia Geoffrey R. Pyatt disse ao jornal Zerkalo Nedeli.

O comentário veio depois que diplomatas da Ucrânia se reuniram com o ministro do Exterior Leonid Kozhara.

Moscou entende que esta posição acusatória de que os EUA poderiam ter, de fato, contribui para a escalada da violência que Kiev tem vindo a assistir, e vendo o presidente o único responsável pela crise, está dando carta branca para extremistas e forças radicais nas ruas.

O Ministério das Relações Exteriores russo emitiu um comunicado dizendo que considera a crise "um resultado direto da política de permissividade exercidas por aqueles políticos ocidentais e estruturas europeias, que desde o início fazem vista grossa para as ações agressivas das forças radicais na Ucrânia."

Vinte e cinco pessoas foram mortas durante a noite nos confrontos mais violentos ainda ter ocorrido entre as forças de segurança e manifestantes desde a oposição saíram às ruas de Kiev em novembro de 2013. Nove das vítimas são policiais ucranianos, que morreu de ferimentos de bala, assim como o resto das vítimas, o Ministério do Interior informou.

Duzentos e quarenta e um pessoas ficaram feridas, disse o Ministério da Saúde ucraniano. Entre os internados são 79 funcionários de segurança dos serviços, cinco jornalistas, três filhos, bem como MP Vasily Pazinyak para o Pátria Batkivshchina partido.

O ministério também confirmou oficialmente que um jornalista do jornal local "Vesti", Vyacheslav Veremey, morreu em Kiev depois de um ferimento por munição.

O Ministério do Interior da Ucrânia acredita que as vítimas nos confrontos poderiam ter sido mortos pelos radicais, porque a polícia não usa armas de fogo.

Levando-se em consideração a natureza das feridas dos civis mortos e também a natureza das armas, que foram apreendidas, podemos supor que esses ferimentos foram infligidos por manifestantes violentos , disse um comunicado no site do Ministério diz.

"Policiais e tropas do interior não usaram armas de fogo. Agentes da lei estão usando apenas armas não-letais. "

Alguns dos líderes europeus não foram convencidos e têm sido rápidos em colocar a culpa pela violência no presidente ucraniano pró-Rússia.

O ministro das Relações Exteriores sueco disse no Twitter que o sangue estava nas mãos de Yanukovich.Ministério das Relações Exteriores da Rússia, descreveu a violência na Ucrânia como uma tentativa de golpe de Estado e uma revolução "marrom".

Em um comunicado quarta-feira, o Ministério acusou os políticos e instituições da Europa "recusando-se a admitir que toda a responsabilidade pelas ações de forças radicais na Ucrânia descansa com a oposição."

"O lado russo está exigindo aos líderes nas ruas para acabar com a violência em seu país, retomar imediatamente o diálogo com o governo legítimo, sem ameaças e ultimatos", diz a declaração.

A postura da Rússia está fora de sintonia com a Europa. Vários líderes da UE já falam da introdução de sanções contra os dirigentes da Ucrânia, que eles vêem como responsáveis ​​pela crise.

A Alemanha, que anteriormente se recusou a apoiar chamadas de Washington para sanções contra o governo da Ucrânia, poderá em breve ter uma mudança de atitude, de acordo com o ministro do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier.

Quem é responsável pelas decisões que levam ao derramamento de sangue no centro de Kiev, na Ucrânia ou em outro lugar, será necessário considerar que a relutância anterior da Europa para sanções pessoais deve ser repensada", disse ele, segundo a AP.

Primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse nesta quarta-feira que estaria pressionando os líderes da União Europeia de impor sanções ao governo da Ucrânia.

"Eu vou hoje manter conversações com os líderes dos maiores países e instituições da UE, e persuadi-los a impor sanções - pessoais e financeiros", disse Tusk uma sessão especial do parlamento polonês, relatórios Reuters. "Espero que essa postura da Polônia irá ajudar a UE como um todo na tomada de decisões rápidas."

Ministro dos Negócios Estrangeiros belga Didier Reynders também apoiou as sanções contra o governo ucraniano, de acordo com a Itar-Tass.

FONTE:http://horizontenews.blogspot.com.br/201...crise.html
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Jeyjin (20-02-2014), MALLBORO (19-02-2014)
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19-02-2014, 06:47 PM
Resposta: #28
Modelo sírio para Ucrânia
Sangue nas ruas: Ocidente está repetindo o Modelo sírio na Ucrânia

Por: Rick Rozoff Global Research, 19 de fevereiro, 2014

[Imagem: mapa_geografico_ucrania.gif]

Há uma semelhança notável nos "movimentos de protesto" na Síria e Ucrânia. Há evidências de homens armados entre manifestantes em Kiev na segmentação de policiais.
1) o primeiro-ministro ucraniano: ataques mortais para tentarem tomar o poder.

2) o embaixador dos EUA para a Ucrânia : Governo " responsável por tudo o que acontece na Ucrânia".

3) Tal como acontece com a Síria, União Europeia e Rússia discordam sobre revolta ucraniana

4) Presidente do Conselho Europeu Rompuy ameaça com sanções contra a Ucrânia.

5 ) deliberado na União Europeia mais sanções contra o governo ucraniano , funcionários.

6) O ex- primeiro-ministro lituano: Presidente Victor Yanukovych deve ser julgado em tribunal internacional.

7) Presidente do Parlamento Europeu : autoridades ucranianas " perderam toda a legitimidade ".

8) O presidente do Comitê de Assuntos Internacionais da Duma russa Alexei Pushkov : o vice-presidente Biden, apoia o sinal do governo dos EUA para extremistas armados.

9) presidente ucraniano: chama de golpistas 'como que pegar em armas cruzam a linha.

10) Serviço de Segurança abre investigações criminais sobre golpe sendo arquitetado.

11) presidente do Conselho da Federação Russa denuncia violência armada na Ucrânia , acusa chefes da oposição de receber ordens do Ocidente.

12) Ministério das Relações Exteriores russo exige forças de oposição cessem o derramamento de sangue mortal.

13) Dois policiais de trânsito mortos a tiros em capital ucraniana

14) ministério ucraniano da Defesa intensifica medidas de segurança em torno de bases com munição.

Premier da Ucrânia chama de '"tentativa de tomada de poder" os Protestos

KIEV: O primeiro-ministro da Ucrânia , disse nesta quarta-feira que os protestos violentos que abalam a capital são uma forma de tentativa de tomar o poder pela força.

"Tanto a sociedade e as autoridades condenam fortemente a violência. Isso não é um sinal de democracia. ... Esta é a manipulação da mente das pessoas e uma tentativa de tomar o poder pela força ", Serhiy Arbuzov disse em uma reunião de emergência de gabinete .

Pelo menos 25 pessoas, incluindo nove policiais , foram mortas em confrontos sangrentos , um dia inteiro que corriam até as primeiras horas da manhã de quarta na capital ucraniana . Autoridades disseram que mais de 70 policiais sofreram ferimentos de munições na luta.

A agitação irrompeu em torno de meio-dia terça-feira, milhares de pessoas marcharam sobre o edifício do parlamento , onde um impasse estava ocorrendo sobre propostas de reformas constitucionais que a oposição disse que poderia fornecer um caminho para sair da crise política que paralisa o país.

Em seu discurso à nação quarta-feira, o presidente ucraniano, Viktor Yanukovych disse que ativistas da oposição tinham cruzado a linha , chamando os adeptos da oposição a pegar em armas em protestos de massa destinados para derrubá-lo do poder.

Interfax- Ucrânia

Embaixador dos EUA: Yanukovych responsável por tudo o que acontece na Ucrânia

O embaixador dos EUA para a Ucrânia Geoffrey Pyatt disse que os Estados Unidos mantém o presidente ucraniano, Viktor Yanukovych como responsável pela escalada da crise na Ucrânia , como Dzerkalo Tyzhnia semanal ( ZN.UA ) cita o diplomata dos EUA como dizendo.

O comentário veio depois que Pyatt se reuniu com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia Leonid Kozhara para discutir a situação no país.

"A partir deste momento , os Estados Unidos mantém Yanukovych responsável por tudo o que acontece na Ucrânia", disse Pyatt .
Segundo o diplomata , esta foi uma primeira rodada de negociações, e um segundo seguirá mais tarde.

Pyatt também informou que os Estados Unidos acreditam que a crise na Ucrânia ainda pode ser resolvida através do diálogo, mas está a considerar a introdução de sanções contra aqueles que incentivam o uso da violência .

Russian Information Agency Novosti

Rússia, UE e comunidade Mundial condenam a explosão de violência na Ucrânia

KIEV : Países em todo o mundo condenaram quarta-feira de violência fatal na Ucrânia como a Rússia ea União Europeia entraram em confronto sobre quem foi a culpa.

Chefe de política externa , Catherine Ashton, da UE anunciou que chanceleres da UE iria realizar uma reunião extraordinária em Bruxelas na quinta-feira para discutir uma resposta , com opções em cima da mesa , incluindo sanções contra indivíduos considerados responsáveis ​​pelo derramamento de sangue.

Pelo menos 25 pessoas morreram em um dia de confrontos entre manifestantes anti-governo e policiais no centro da capital Kiev como as autoridades continuaram suas tentativas de desmantelar um acampamento de protesto na cidade.

"Foi com choque e desânimo total que temos vindo a assistir a evolução ao longo das últimas 24 horas na Ucrânia ", disse o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso , em um comunicado .

É a liderança política do país que tem a responsabilidade de assegurar a necessária protecção dos direitos e liberdades fundamentais .

Ministro das Relações Exteriores da Suécia, Carl Bildt twittou quarta-feira que a responsabilidade por mortes se deitou com o presidente ucraniano, Viktor Yanukovych , dizendo: " Ele tem sangue em suas mãos . "

Rússia se juntou condenações da violência, mas acusou os líderes europeus de não conseguir segurar os líderes da oposição ucraniana responsável.

Como resultado da atividade criminosa de elementos radicais da oposição , ontem à noite viu derramamento de sangue em Kiev e uma série de outras cidades ucranianas, disse o Ministério das Relações Exteriores russo em comunicado.

Nós não vemos qualquer resposta clara por parte dos políticos e estruturas europeias , que se recusam a admitir que toda a responsabilidade pelas ações de elementos radicais dentro Ucrânia encontra-se com a oposição.

O Kremlin vê as ações da oposição ucraniana como uma tentativa de tomar o poder pela força, porta-voz do presidente russo , Vladimir Putin, disse quarta-feira depois de confirmar que Putin falou por telefone com Yanukovych na terça-feira à noite.

Os Estados Unidos pediram em ambos os lados de acalmar a crise. Geoffrey Pyatt , o embaixador dos EUA para a Ucrânia , alertou em seu feed do Twitter que aqueles que estão a violência alimentando poderão ser alvo de sanções.

Vice- presidente dos EUA, Joseph Biden telefonou a Yanukovych durante a noite para expressar sua "grave preocupação com a crise " nas ruas de Kiev, disse a Casa Branca em um comunicado.

Rompuy promete responder a eventos na Ucrânia com duras sanções

Os líderes da União Europeia estão alarmados com a escalada da violência na Ucrânia , o Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy , disse na quarta-feira.

UE vai responder rapidamente a deterioração inclusive através de sanções específicas, " twittou Rompuy .

"Aqueles responsáveis ​​serão responsabilizados. As autoridades devem garantir os direitos fundamentais " , disse Rompuy .

Segundo Rompuy , o diálogo genuíno é única forma democrática sustentável fora incluindo reforma constitucional , o governo inclusivo e livre , eleições livres e justas .

A UE ainda está pronta para apoiar as reformas ea modernização da Ucrânia, bem como o reforço da democracia e da prosperidade econômica de seus cidadãos , disse Rompuy .

Países da UE a decidir sobre quais as sanções a impor contra a Ucrânia - porta-voz da CE

A Comissão Europeia ainda não pode dizer exatamente que sanções serão impostas contra os responsáveis ​​pela violência e mortes na Ucrânia , e essa decisão será tomada pelos Estados-Membros da UE.

Porta-voz da Comissão Europeia Alejandro Ulzurrun de Asanza y Muñoz disse isso em uma entrevista , em Bruxelas, na quarta-feira.

Quando perguntado o que poderia ser sanções contra a Ucrânia , disse que estes seriam " medidas restritivas ".

A UE tem princípios básicos que podem ser aplicados , um conjunto de ferramentas . A reunião do Comité [ Político e de Segurança ] está sendo realizada , então eu não posso especificar quais serão impostas sanções, disse ele.

Ele também disse que a questão de que as sanções , quando e contra quem será aplicada seria resolvido pelos Estados membros da UE.

Ele também confirmou que o Acordo de Associação UE-Ucrânia permanece sobre a mesa.UNIAN

Líder da oposição Lituânia , ex -primeiro-ministro Kubilius acredita que Yanukovych deve ser julgado em tribunal internacional

Líder da oposição Lituânia , o ex- primeiro-ministro da Lituânia Andrius Kubilius acredita que o Presidente da Ucrânia Victor Yanukovych deve ser julgado em tribunal internacional.O ex-chefe do governo lituano escreveu isso no Twitter."Depois de derramamento de sangue brutal em EuroMaidan Yanukovych deve ser julgado em tribunal internacional " , escreveu Kubilius.UNIAN

Autoridades ucranianas estão prestes a perder toda a legitimidade - presidente do Parlamento Europeu

Presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz afirma que em um resultado das ações de força contra manifestantes em Kiev com numerosas vítimas , as autoridades da Ucrânia quase perdem toda a sua legitimidade e chamadas para cessar urgentemente de mais derramamento de sangue .

De acordo com um correspondente UNIAN próprio em Bruxelas , diz-se na declaração especial de Schulz .

Uma tragédia está se desenrolando na Ucrânia. O fracasso das autoridades para o diálogo genuíno levou a renovada violência e mortes de muitos manifestantes e polícia.

É profundamente chocante e inaceitável. Ela exige uma ação forte e urgente. As autoridades ucranianas estão prestes a perder toda a legitimidade , diz-se na declaração do Presidente do Parlamento Europeu .

Ele chamou a cessar imediato o derramamento de sangue a todo custo.

Sinais de que os Estados Unidos apoiam a extremistas ucranianos - Pushkov

MOSCOU : Os Estados Unidos demonstram apoio às forças extremistas na Ucrânia , disse o presidente da Duma da Comissão de Assuntos Internacionais Alexei Pushkov .

Biden pediu que Yanukovych , mas não aos radicais , para máxima contenção ! É assim que os extremistas mais uma vez recebeu um sinal de apoio de os EUA , escreveu Pushkov no Twitter nesta quarta-feira .

Foi relatado que em sua conversa por telefone com Viktor Yanukovych EUA vice-presidente Joe Biden exigiu que o presidente ucraniano remover a polícia de choque nas ruas da capital ucraniana, informou a Casa Branca .
O número de mortos motins Kyiv subiu para 25, incluindo nove policiais .

Yanukovych : chamada da oposição às armas cruza a linha

KYIV : Os líderes da oposição quebrar a lei por seu apelo às armas e deve enfrentar o tribunal, disse o presidente ucraniano, Viktor Yanukovich.

"Eles cruzaram a linha quando chamado às armas. Esta é uma flagrante violação da lei. E infratores deve enfrentar o tribunal , que decidirá sua punição.

Este não é o meu capricho, mas o meu dever como garante da Constituição para manter a paz no país , a tranquilidade dos cidadãos e justiça para todos , disse Yanukovych em um discurso publicado em seu site nesta quarta-feira pela manhã.

O presidente ucraniano pediu aos líderes da oposição para distanciar-se imediatamente das forças radicalizados , que haviam sido provocando derramamento de sangue e confrontos com a polícia . "Ou, se não quiser sair , admitir o seu apoio aos radicais . Mas isso seria outra história ", o presidente continuou .

Na opinião de Yanukovych , os líderes da oposição têm negligenciado o princípio fundamental da democracia. Pode-se chegar ao poder apenas com um posto de votação , mas não na rua ou praça , disse ele.

Eu lhes disse mais de uma vez que a eleição estava por vir. Se as pessoas têm confiança em você , você vai assumir o cargo . Se não, você não vai. Mas de qualquer forma tem que ser legal , de acordo com a Constituição da Ucrânia , disse o presidente.

Serviço de Segurança lança investigação na tentativa de golpe

O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU ) abriu um processo penal por atos ilegais de alguns políticos que visam tomar o poder , sua assessoria de imprensa , disse em um comunicado nesta quarta-feira.

" Em 19 de fevereiro , o Serviço de Segurança da Ucrânia iniciou uma investigação pré-julgamento a cometer ações ilegais por parte de alguns políticos que visam tomar o poder ", a mensagem diz .

As autoridades devem ter impedido a violência na Ucrânia - Matviyenko

MOSCOU : presidente do Conselho da Federação Valentina Matviyenko acredita que as autoridades ucranianas compartilham a responsabilidade pelos acontecimentos em curso em Kiev .

As autoridades incumbentes , se eles são as autoridades , em seguida, é a sua tarefa como as autoridades para evitar tais coisas, de agir em estrita conformidade com a legislação ucraniana , no âmbito da .

Constituição da Ucrânia, e tomar as medidas legais para evitar a massa distúrbios , violência e perdas humanas , disse Matviyenko , respondendo a perguntas da imprensa .

Mortes humanas eram a coisa mais terrível , que teria acontecido em Maidan , ela comentou.

"Tudo o que está acontecendo na Ucrânia é uma fonte de preocupação e cada ação Maidan ligada ao protesto não tem nada a ver com todas as demandas políticas", disse Matviyenko .

Estes são os distúrbios organizados em massa em que as armas de fogo estão sendo usados ​​ea morte de civis , policiais e um jornalista mostra que a situação tornou-se crítica .

Certamente, nós não parava de dizer desde o início que os lados deve sentar-se à mesa de negociações , manter um diálogo e encontrar soluções pacíficas para o confronto emergente " , disse Matviyenko .

Ela enfatizou que a Rússia não iria se intrometer nos assuntos de um país soberano , não importa o que ela estava vendo alguns países ocidentais fazendo.

"Nós expressaram preocupação sobre as ações provocativas , sobre a falta de avaliações adequadas da violência que está acontecendo em Kiev, que parece uma tentativa violenta para derrubar as autoridades legítimas e que vai além dos limites de qualquer processo civilizado ", Matviyenko disse .

Na sua opinião , a Rússia em breve manifestar-se sobre as medidas que a comunidade internacional deve tomar. Ela criticou os líderes da oposição que , em suas palavras, estavam viajando para o Ocidente e reuniões com os chefes de países ocidentais.

"Quando o recurso para parar a violência de forma coerente tinha sido feito nessas reuniões , os recursos e ações Maidan teria sido completamente diferente", Matviyenko concluiu.

Rússia exige dos líderes da oposição ucraniana parar o derramamento de sangue , retomar o diálogo com o Governo

MOSCOU : O Ministério do Exterior russo acredita que os líderes da oposição ucraniana envolvidos nos tumultos de rua em curso deve parar o derramamento de sangue e imediatamente retomar o diálogo com as autoridades legítimas .

A Rússia exige que os líderes de Maidan parar o derramamento de sangue em seu país e imediatamente retomar o diálogo com as autoridades legítimas , sem ameaças ou ultimatos , disse o Ministério das Relações Exteriores russo em comunicado nesta quarta-feira.

A Ucrânia é um estado que a Rússia considera um amigo, um irmão e um parceiro estratégico , e vamos exercer toda a nossa influência para que a paz e o acordo pode ser restaurada neste país , disse .

"O sangue foi derramado por meio de ações criminosas das forças radicais de oposição '" em Kiev e algumas outras cidades ucranianas ontem à noite, disse o Ministério das Relações Exteriores .

Um certo número de pessoas foram mortas e feridas tanto entre civis e entre as agências de aplicação da lei , que estão defendendo os interesses legítimos do Estado , garantindo a lei ea ordem , disse

Dois policiais de trânsito mortos a tiros em Kyiv

Dois policiais de trânsito foram mortos e mais um foi ferido durante um ataque armado em Kiev , o departamento de ligações públicas do Ministério do Interior da Ucrânia informou .

O evento teve lugar no distrito Sviatoshynsky da capital. De acordo com dados preliminares , os policiais de trânsito perseguido carro "uma infratores .

Tiros foram ouvidos de lá , diz o comunicado. Dois policiais de trânsito foram mortos no local , e um terceiro foi levado para o hospital. Ele está em estado grave. A polícia está estabelecendo as circunstâncias do ataque .

Ministério da Defesa ucraniano intensifica segurança em torno de lojas de munição

KYIV : Tropas foram re- implantadas a partir de uma base militar para as outros devido à segurança aumentando em torno de lojas de munição e outros equipamentos militares , disse o Ministério da Defesa ucraniano.

Devido ao agravamento da situação sócio-político-econômica do país e para evitar furtos de lojas de munição e qualquer equipamento militar , as Forças Armadas da Ucrânia têm tomado medidas para aumentar a segurança em arsenais militares , bases, lojas e outras instalações militares, um porta-voz para o Ministério da Defesa .

FONTE:http://horizontenews.blogspot.com.br/201...rania.html
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Jeyjin (19-02-2014), probra (19-02-2014)
19-02-2014, 10:29 PM
Resposta: #29
Na linha de frente na Ucrânia, os neofascistas
[Imagem: 19830.jpeg]


Os desenvolvimentos da crise ucraniana (política, econômica e social) dos últimos meses e semanas assumem extrema gravidade. Desde logo, ressalta o brutal envolvimento e a ingerência do imperialismo na vida da antiga República soviética.

Luís Carapinha*, no jornal Avante!

No pano de fundo da intervenção encoberta e dos fundos para o proselitismo e a desestabilização canalizados há mais de 20 anos, a desfaçatez da pressão política e de Estado exercida sobre Kiev e a sociedade ucraniana, após a suspensão da ruinosa associação com a União Europeia (UE), ultrapassa todas as marcas.

Entre ameaças de sanções, o corrupio de dirigentes das potências e países da Otan em Kiev é frenético. Só na semana passada revezaram-se Catherine Ashton, responsável da política externa da UE, e Victoria Nuland, subsecretária do Departamento de Estado dos EUA (que em dezembro distribuíra bolachas aos ativistas aquartelados na Praça da Independência).

No fim de semana, a ponte aérea da ingerência fez escala em Munique, sede de mais uma edição da conferência internacional sobre segurança que este ano contou com a participação especial dos dois principais rostos da "oposição" ucraniana. Na presença de figuras de proa dos EUA, UE e Otan e dos responsáveis da política externa de Moscou e Kiev, ali se tratou também dos destinos da Ucrânia.

De Munique 2014 saem declarações de apoio, dos dois lados do Atlântico, à reforma constitucional na Ucrânia cozinhada com Yatseniuk e Klichko. E o anúncio bombástico de que os EUA e UE preparam um pacote de "ajuda" financeira de emergência a Kiev, sendo que o Fundo Monetário Internacional (FMI) até estaria disposto a suavizar algumas das exigências mais ferozes de austeridade em troca de ceder no plano político. Apesar das diferenças, em toda esta chicana nas costas dos interesses do povo ucraniano não deixa de se insinuar um inquietante paralelo com o pacto de Munique de 1938.


Mal chegado de Munique à - mal dita - praça Maidan (palavra que significa "praça" em ucraniano), Klichko exortou à formação de corpos de milicianos voluntários. Não é segredo que na linha da frente das barreiras e ocupações no centro de Kiev e dos assaltos às sedes dos governos regionais pontificam forças extremistas de cariz neofascista.

Este é outro aspecto central da crise política ucraniana que o discurso farisaico de "defesa da democracia" dos EUA e UE não pode ocultar, mas cujo efeito transcende as fronteiras do país.

Apoios financeiros e logísticos não faltam a estas hordas nacionalistas que colhem inspiração nas organizações criminosas que colaboraram com a ocupação nazista na Segunda Guerra e cuja máxima representação institucional é o partido "Liberdade" (mais de 10% dos votos nas legislativas de 2012).

Em várias regiões do oeste da Ucrânia foi proclamado um poder paralelo, as chamadas "assembleias populares", em que não há lugar para os comunistas e todas as vozes dissonantes. Não espanta que um dos primeiros anúncios destes democratas respaldados por Washington e Bruxelas tenha sido a proibição do Partido Comunista (e do Partido das Regiões do, em muito, desacreditado presidente Yanukovitch).

Para um plano recuado cai a incontornável dimensão de classe. A capacidade do imperialismo e seus sequazes em instrumentalizar para o campo pantanoso do nacionalismo as sequelas do descalabro econômico e social em que se afundou a Ucrânia pós-soviética é inseparável, nas complexas circunstâncias presentes, da ausência ou considerável debilidade do movimento sindical e da organização do proletariado e trabalhadores ucranianos.

Sem o seu fortalecimento qualitativo, a Ucrânia continuará a enfrentar o espectro da divisão e ditadura, diluindo a sua soberania, rendendo-se ao domínio dos grandes monopólios e convertendo-se em espaço vital de uma perigosa agenda expansionista fixada para Leste.

*Luís Carapinha é membro da Seção Internacional do Partido Comunista Português (PCP).
**Título original: "Ucrânia e Munique"

Fonte: Avante!
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19-02-2014, 11:24 PM
Resposta: #30
A Ucrânia como realmente é.
[Imagem: 19758.jpeg]


Entrevistado por Jean Pestieau. Quais são os problemas económicos enfrentados pelo povo ucraniano, principalmente os trabalhadores, pequenos agricultores e desempregados?

por Jean -Marie Chauvier [*]

Jean-Marie Chauvier: Desde o desmembramento da União Soviética em 1991, a Ucrânia passou de 51,4 para 45 milhões de habitantes. Esta diminuição deveu-se a uma baixa da natalidade, um aumento da mortalidade, em parte devido ao desmantelamento dos serviços de saúde. A emigração é muito forte. Cerca de 6,6 milhões de ucranianos vivem hoje no exterior. Muitas pessoas no leste da Ucrânia foram trabalhar para a Rússia, onde os salários são sensivelmente mais elevados, enquanto os do oeste são mais dirigidos para a Europa Ocidental, por exemplo, em estufas de Andaluzia ou no sector da construção em Portugal. A emigração faz entrar por ano na Ucrânia, 3 mil milhões de dólares.

Enquanto o desemprego é oficialmente de 8% na Ucrânia, uma parcela significativa da população vive abaixo da linha de pobreza: 25%, de acordo com o Governo, até 80 % de acordo com outras estimativas. A pobreza extrema, acompanhada de desnutrição é estimada entre 2 e 3 % até 16%. O salário médio é de 332 dólares por mês, um dos mais baixos da Europa. As regiões mais pobres são as áreas rurais no oeste. As ofertas de emprego são baixas e limitadas no tempo.


Os problemas mais prementes são agravados pelos riscos de assinar um acordo de livre comércio com a União Europeia e a implementação das medidas recomendadas pelo FMI. Existe, portanto, a perspectiva de encerramento de empresas industriais, especialmente no Leste, ou a recuperação, reestruturação e desmantelamento pelas multinacionais. No que diz respeito à terra fértil e à agricultura, está no horizonte a ruína da produção local que é atualmente assegurada pelos pequenos agricultores e sociedades por ações, herdeiros dos colcozes e com a chegada em grande das multinacionais agro-alimentares. A compra massiva de terra rica vai acelerar-se. Assim Landkom, um grupo britânico, comprou 100 mil hectares e o hedge fund russo Renaissance comprou 300 mil hectares.

Para as multinacionais há, portanto, bons nacos a apanhar: algumas indústrias, oleodutos, terra fértil, mão-de-obra qualificada.


Quais são as vantagens e desvantagens de uma aproximação com a União Europeia?


JMC: Os ucranianos - em primeiro lugar a juventude - têm o sonho da UE, a liberdade de viajar, as ilusões de conforto, bons salários, prosperidade, etc. Sonhos com os quais os governos ocidentais contam. Mas, na realidade, não é questão da adesão da Ucrânia à UE. Não é questão de livre circulação de pessoas. A UE oferece poucas coisas, apenas o desenvolvimento do comércio livre, a importação maciça de produtos ocidentais, a imposição de normas europeias nos produtos que podem ser exportados para a UE, o que levanta barreiras formidáveis para a exportação ucraniana. A Rússia, por sua vez - em caso de acordo com a UE - ameaça fechar o seu mercado a produtos ucranianos. Moscovo ofereceu compensações tais como a baixa de um terço dos preços do petróleo, uma ajuda de 15 mil milhões de dólares, a união aduaneira com ela própria, o Cazaquistão, a Arménia... Putin tem um projecto eurasiático que abrange a maior parte do antigo espaço soviético (excepto os países bálticos), fortalecendo os vínculos com um projecto de cooperação industrial com a Ucrânia, a integração de tecnologias que a Ucrânia estava realizando no tempo da URSS: aeronáutica, satélites, armamento, construção naval, etc, modernizando os complexos industriais. É, obviamente, o leste da Ucrânia que está mais interessado nesta perspectiva.


Pode explicar as diferenças regionais na Ucrânia?


JMC: Não há Estado-nação homogeneo na Ucrânia. Há contradições entre as regiões. Há diferenças históricas. A Rússia, Bielorussia e Ucrânia tiveram um berço comum: o Estado dos Eslavos Orientais (século IX a XI ), a capital Kiev, foi chamada de "Rous", "Rússia" ou "Ruthénia". Mais tarde, os seus caminhos diferenciaram-se: línguas, religiões, filiações estatais. O Oeste esteve muito tempo ligado ao Grão-Ducado da Lituânia, aos reinos polacos, ao Império Austro-Húngaro. Após a Revolução de 1917 e a Guerra Civil, nasceu a primeira formação nacional chamada " Ucrânia", co-fundadora, em 1922, da URSS. A parte ocidental anexada, em particular, pela Polônia, foi "recuperada" em 1939 e 1945, em seguida, o actual território da Ucrânia ampliou-se para a Criméia, em 1954.


O leste da Ucrânia é mais industrializado, mais operário, mais russófono, enquanto o oeste é mais rural, de língua ucraniana. O leste é Ortodoxo, ligado ao Patriarcado de Moscovo, enquanto o Ocidente é tanto católico grego ("Uniata") e ortodoxo, ligado ao Patriarcado de Kiev desde a independência em 1991. A Igreja Uniata Católica, em particular no Oeste em Galicia, tem sido tradicionalmente germanófila, muitas vezes em conflito com a Igreja Católica da Polónia. O centro da Ucrânia, com Kiev, é uma mistura de correntes Leste e Oeste. Kiev é esmagadoramente de língua russa, as suas elites são pró-oposição e intimamente ligadas aos ultra-liberais de Moscovo.


A Ucrânia é pois partilhada - histórica, cultural, politicamente - entre o Oriente e o Ocidente, e não faz nenhum sentido lançar uma contra a outra, a não ser para se colocar um cenário do início da guerra civil, o que é, provavelmente, a intenção de alguns. À força de impor a divisão, como estão a fazer os ocidentais e seus pequenos soldados no local, pode vir o tempo em que a UE e a OTAN poderão ter o seu "pedaço", mas onde também a Rússia tomará o seu! Não seria o primeiro país que se faria deliberadamente explodir. Todos devem estar cientes de que a opção europeia também será militar: a OTAN virá a seguir e em breve se vai levantar a questão da base russa em Sebastopol na Crimeia, maioritariamente da Rússia e estrategicamente crucial para a presença militar no Mar Negro. Pode-se imaginar que Moscovo não vai deixar instalar uma base dos EUA naquele lugar!


O que acha da forma como o atual conflito é apresentado em nossos meios de comunicação?


JMC: É um western! Há os "pró-europeus" bons e os maus "pró-russos". É maniqueísta, parcial, ignorante da realidade da Ucrânia. Na maioria das vezes, os jornalistas vão ter com pessoas que pensam como eles, que dizem o que os ocidentais querem ouvir, que falam Inglês e outras línguas ocidentais. E depois, há as mentiras por omissão.


Logo de inicio há uma notável ausência: o povo ucraniano, os trabalhadores, os camponeses, submetidos a um capitalismo de choque, à destruição sistemática de todas as suas conquistas sociais, aos poderes das máfias de todos os lados.


Depois, há a ocultação ou minimização de um fenômeno que é conhecido como "nacionalista" e que é, na verdade, neo-fascista ou mesmo claramente nazi. É principalmente (mas não exclusivamente), localizado no partido Svoboda, seu líder Oleg Tiagnibog e a região ocidental que corresponde à antiga "Galicia oriental" polaca. Quantas vezes tenho visto, ouvido, lido na Comunicação Social, citações do partido e seu chefe como "opositores " e sem outra qualificação?


Estamos a falar de jovens simpáticos "voluntários de auto-defesa", vindos de Lviv (Lwow, Lemberg) para Kiev, mas trata-se de comandos levados pela extrema-direita para esta região (Galicia), que é o seu bastião. Pesada é a responsabilidade daqueles - políticos, jornalistas - que jogam este jogo, a favor de tendências xenófobas, anti-Rússia, anti-semitas, racistas, celebrando a memória do colaboracionismo nazi e da Waffen SS e de que a Galicia (e não toda a Ucrânia!) foi a terra natal.


Finalmente, os meios de comunicação passam em silêncio as várias redes financiadas pelo Ocidente (EUA, UE, Alemanha) para a desestabilização do país, a intervenção direta de políticos ocidentais. Imagine-se a área neutra de Bruxelas ocupada durante dois meses por dezenas de milhares de manifestantes exigindo a renúncia do rei e do governo, atacando o Palácio Real e aclamando na tribuna ministros russos, chineses ou iranianos! Pode-se imaginar isto em Paris ou Washington? Mas é o que acontece em Kiev.


O meu espanto cresce dia a dia observando a diferença entre "as informações" emitidas pela nossa Comunicação Social e aquelas que posso colher nos meios de comunicação ucranianos e russos. As violências neonazis, as agressões anti-semitas, as tomadas de assalto das administrações regionais: nos nossos meios de comunicação, não há nada disso! Só temos um único ponto de vista: o dos opositores de Maidan (Praça de Kiev, onde os pró-europeus se reúnem (Nota do Editor). Na Comunicação Social, o resto da Ucrânia não existe!


Quais são os principais atores em presença?

JMC:
A oligarquia industrial e financeira, beneficiária das privatizações, é compartilhada entre a Rússia e o Ocidente.

Viktor Yanukovich e seu Partido das Regiões representam os clãs (e a maior parte da população) no leste e sul. O Partido das Regiões venceu as eleições, tanto presidenciais como parlamentares, no Outono de 2013. Ele também tem bases sólidas a Oeste, na Transcarpácia (também conhecida como Ucrânia sub-carpática), uma região multiétnica que resiste ao nacionalismo. Mas a crise atual, as hesitações e fraquezas do presidente podem custar-lhe muito caro e desacreditar o seu partido...


O poder é largamente responsável pela crise social que beneficia a extrema-direita e as enganosas sereias da UE e da OTAN. O poder no terreno é impotente, de facto, e defende uma parte da oligarquia. Ele favoreceu a disseminação da corrupção e das práticas mafiosas.


Perante ele, há três partidos políticos que se baseiam especialmente no Ocidente e também no centro da Ucrânia. Batkivschina ("A Pátria"), cujo líder é Arseniy Yatsenyuk. Ele sucedeu a Yulia Tymoshenko, doente e presa. Em seguida, o partido Oudar (Partido democrático das reformas), cujo líder e fundador é o ex-boxeur Vitali Klitschko. É o querido de Angela Merkel e da UE. Os quadros do seu partido são formados pela Fundação Adenauer. Finalmente, a Svoboda ("Liberdade"), partido neo-fascista liderado por Oleg Tiagnibog.


Svoboda é um filiado direto da Organização dos Nacionalistas Ucranianos (OUN ) - fascista, sob o modelo de Mussolini - fundada em 1929 no leste da Galicia sob o domínio polaco. Com a chegada de Adolf Hitler em 1933, o contacto é feito com o slogan "vamos usar a Alemanha para avançar com as nossas reivindicações". As relações com os nazis são por vezes tumultuosas - porque Hitler não queria uma Ucrânia independente - mas todos estão firmemente unidos no seu objectivo comum de eliminar comunistas e judeus e escravizar os russos.

Os fascistas ucranianos opõem a natureza "europeia" da Ucrânia à "asiática" da Rússia. Em 1939, Andriy Melnik é o chefe da OUN, com Andriy Cheptytskyi, Metropolita (Bispo, Nota do Editor) da Igreja greco-católica (Uniata) germanófila, "líder espiritual" da Galicia, passada em 1939, para o regime soviético. Em 1940, o radical Stepan Bandera cria uma dissidência: o seu OUN-b forma dois batalhões da Wehrmacht, Nachtigall e Roland, para participar na agressão pela Alemanha e seus aliados contra a União Soviética em 22 de Junho de 1941. Imediatamente cria uma onda deprogroms.


Após várias eleições, após a "Revolução Laranja" de 2004, a influência de Svoboda cresceu na Galicia e em toda a Ucrânia ocidental, inclusive nas grandes cidades, com 20 a 30% dos votos. No conjunto da Ucrânia, Svoboda tem 10 % dos votos. Svoboda é "dominado" por grupos neo-nazis ainda mais radicais do que ele.


As três formações políticas Batkivschina, Oudar e Svoboda, apoiadas pelo Ocidente, reclamam há dois meses o derrube do governo e do Presidente da República. Eles exigem novas eleições. Svoboda vai ainda mais longe, organizando um golpe de Estado localmente. Lá, onde ele governa com o seu reinado de terror, Svoboda proíbe o Partido das Regiões e o Partido Comunista da Ucrânia.


O PC da Ucrânia apela à razão há várias semanas. Ele recolheu mais de três milhões de assinaturas pedindo um referendo que deve decidir se a Ucrânia quer um acordo de associação com a UE ou uma união aduaneira com a Rússia. A situação insurrecional deve-se, não só aos três partidos da oposição, mas também ao poder, que ofereceu o país e o povo "de bandeja" aos líderes da pseudo oposição, aos grupos de extrema direita neo-nazis, às organizações nacionalistas violentas, aos políticos estrangeiros que apelam às pessoas a "radicalizar os protestos" e "lutar até ao fim". O PC destaca os problemas sociais. Ele tem a posição mais democrática entre os partidos políticos. Mas sua influência é limitada à Ucrânia oriental e meridional.


Qual o jogo das grandes potências (EUA, UE, Rússia) no confronto atual?



JMC:
Zbigniew Brzezinski, influente geostratega, cidadão dos EUA de origem polaca, traçou na década de 1990, a estratégia dos EUA para controlar a Eurásia e instalar permanentemente a hegemonia do seu país, com a Ucrânia como elo essencial. Para ele, havia uns "Balcãs mundiais", de um lado a Eurásia, do outro o grande Médio Oriente. Esta estratégia deu os seus frutos na Ucrânia com a "Revolução Laranja" de 2004. Instalou uma rede tentacular de fundações norte-americanas - como Soros e a reaganiana National Endowment for Democracy (NED) - que pagam a milhares de pessoas para "fazer progredir a democracia". Em 2013-2014, a estratégia é diferente.

É especialmente a Alemanha de Angela Merkel e a União Europeia que estão no comando, ajudados por políticos americanos como John McCain. Arengam às multidões na Maidan e em outros lugares com grande irresponsabilidade: para atingir facilmente a meta de fazer balançar a Ucrânia para o campo euro-atlântico, incluindo a OTAN, eles contam com os elementos mais antidemocráticos da sociedade ucraniana.

Mas esse objectivo é inatingível sem partir a Ucrânia entre o Oriente e o Ocidente e com a Crimeia que se tornará a juntar á Rússia como o seu povo deseja. O parlamento da Crimeia declarou: "Nunca viveremos sob um regime fascista". E para Svoboda e os outros fascistas, esta é a vingança de 1945, que eles vivem. De qualquer forma acho que a grande maioria dos ucranianos não quer esta nova guerra civil ou a dissolução do país. Mas a sociedade está em reconstrução...


Para mais informações:
Jean-Marie Chauvier, Euromaïdan ou a batalha da Ucrânia , 25/Janeiro/2014; Ucrânia: "que posição"? , 13/Dezembro/2013, publicado pela revista Política (Bruxelas) e reproduzido emwww.globalresearch.ca; OUN e a Alemanha nazi: referências, ver Le Monde Diplomatique , Agosto/2007 .

Política anti-social da oposição revelada por WikiLeaks
Viktor Pynzenyk, ex-ministro das Finanças e, agora, membro do partido da oposição Oudar, de Vitali Klitschko, em 2010 explicou ao embaixador dos EUA o que queria para a Ucrânia:


O aumento da idade de aposentadoria em dois anos a três anos
A eliminação de reforma antecipada
A restrição das pensões para os aposentados que trabalham
A triplicação do preço do gás para as famílias
O aumento dos preços da electricidade em 40%
O cancelamento da Resolução do Governo que exige o consentimento dos sindicatos para elevar os preços do gás
O cancelamento da disposição legal que proíbe os fornecedores municipais de cortar o fornecimento ou multar os consumidores em caso de não pagamento de serviços municipais
A privatização de todas as minas de carvão
O aumento dos preços dos transportes, o cancelamento de todos os benefícios
A abolição de subsídios do governo para nascimentos, refeições gratuitas e livros escolares (está escrito: "As famílias devem pagar ")
Cancelamento de isenções de IVA para produtos farmacêuticos
Aumento dos impostos sobre a gasolina e aumento de 50% nos impostos sobre veículos
O pagamento dos subsídios de desemprego, só após um período mínimo de seis meses de trabalho
O pagamento de benefícios de licença médica só a partir do terceiro dia de folga
O não aumento do ordenado mínimo vital (embora introduzindo opções de pagamento adicionais para os necessitados).
Fonte: 10KYIV278 telegrama diplomático revelado pelo Wikileaks

http://www.cablegatesearch.net/cable.php...ns+ukraine


[*] Jornalista e ensaísta belga, especialista na Ucrânia e na antiga União Soviética. Conhece estes países e a língua russa, colabora em Le Monde Diplomatique e outros jornais e sítios da internet.
O original encontra-se em http://www.ptb.be/... . Tradução de GAC.
Esta entrevista encontra-se em http://resistir.info/
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21-11-2017 01:41 PM
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Barrações e constrangimento não impedem o aumento migratório de brasil.p/ Portugal.
Última Resposta Por: Bruna T
20-11-2017 10:42 PM
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Asgardia: Proposta de Nação Espacial
Última Resposta Por: Binho C.R.
20-11-2017 09:57 PM
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O que aconteceria se a Terra de repente ficasse plana
Última Resposta Por: Bruna T
20-11-2017 09:19 PM
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O Último Dia De Gandhi - Outro Pedófilo?
Última Resposta Por: Infinite
20-11-2017 02:32 PM
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Restauração da Pátria. Um trabalho de grande exaustão e profissionalismo ao extremo.
Última Resposta Por: tarcardoso
20-11-2017 02:06 PM
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Brasil: onde a vida humana é desprezada, odiada, perseguida e discriminada.
Última Resposta Por: Guigo Xavier
20-11-2017 12:52 PM
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Lobos em Peles de Cordeiro: como o Público foi Enganado no Socialismo
Última Resposta Por: Bogoton
20-11-2017 11:04 AM
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Últimos acontecimentos ONLINE
Última Resposta Por: Nelson Ferreira
20-11-2017 09:18 AM
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O Estado não necessita do imposto. Ele é viciado em arrecadar.
Última Resposta Por: pablo_hp
19-11-2017 06:23 PM
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Onde foi parar a sua testosterona?
Última Resposta Por: Elenin20182024
19-11-2017 01:23 PM
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Maduro nomeia chefe de narcotráfico como negociador da dívida externa do país.
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
19-11-2017 01:22 PM
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Terra Chata? Uma Nova Teoria sobre o Polo Sul
Última Resposta Por: Elenin20182024
19-11-2017 12:03 PM
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Sobrevivencialismo: Conceito e Principais Postulados
Última Resposta Por: Nikoloz
19-11-2017 10:59 AM
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Canal da Nicarágua: força aérea russa faz patrulhamento constante.
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
18-11-2017 06:55 PM
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