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Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
19-12-2013, 10:00 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-12-2013 10:02 PM por Campanário.)
Resposta: #1
Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
[Imagem: Modelo+de+Qualifica%C3%A7%C3%A3o+da+PSM.bmp]


Em conversa com um militar, ele me afirmou que Brasil não só tinha tecnologia como já possuía pelo menos 3 mísseis intercontinentais nucleares concluídos! Diante dessa informação fui fazer uma pesquisa e o que encontrei foi no mínimo intrigante...

O IAE - Instituto de Aeronáutica e Espaço publica uma revista chamada REVISTA ESPAÇO BRASILEIRO que em dezembro de 2012 trouxe a seguinte matéria...

Citar:Avanços do IAE para o
Programa Espacial Brasileiro

O Brasil realizou, em 2012, no país e no
exterior, lançamentos bem sucedidos dos
foguetes de sondagem VS-30/ORION, VSB-30
e VS-40M, testando vários tipos de cargas úteis.
Tais operações atendem às metas da Agência
Espacial Brasileira (AEB). Elas foram executadas
pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), que
integra o Departamento de Ciência e Tecnologia
Aeroespacial (DCTA).

A conquista pelo Brasil do acesso ao espaço avançou em 2012. Passos importantes foram dados no desenvolvimento de valiosos projetos: Veículo Lançador de Satélite (VLS), Veículo Lançador de Microssatélite (VLM), Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), Plataforma Suborbital de Microgravidade (PSM) e Propulsor L75.

Conheça esses projetos e realizações do IAE/DCTA, chancelados pela AEB.

Plataforma Suborbital de Microgravidade (PSM) – Será a carga útil dos veículos de sondagem VS-30 e VSB-30. Além de abrigar os experimentos, a PSM deve ter subsistemas capazes de prover energia, controle de velocidade angular, telemetria para envio de sinais ao centro de controle e sistema de recuperação para resgate, incluindo paraquedas, boias e localizadores. O IAE já recebeu da empresa Orbital Engenharia o Modelo de Engenharia da PSM. Assim, o Brasil avança para assumir plena autonomia tecnológica na prestação de serviços em ensaios de microgravidade usando foguetes de sondagem.

Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA) – Pequeno, esse satélite opera em órbita baixa, com capacidade de transportar experimentos científicos e tecnológicos de pequeno porte, com curta permanência orbital, sendo depois reconduzido à Terra, recuperado e reutilizado. O IAE já recebeu o Modelo de Voo Mecânico do SARA Suborbital produzido pela empresa CENIC. Submetido com sucesso a ensaios dinâmicos no Laboratório do IAE, o modelo teve aprovação final na Flight Readiness Review (FRR).

Veículo de Sondagem VS-30/Orion – Foguete de sondagem derivado do Veículo de Sondagem VS-30, tem o primeiro estágio movido pelo motor S-30 e o segundo, pelo motor norte-americano Improved Orion. Em 2012, a Agência Espacial Alemã (DLR, sigla em alemão) preferiu os veículos VS-30/ORION, para lançar com êxito as cargas úteis HIFIRE 3 e HIFIRE 5, a partir do Centro ARR, na Noruega.

Veículo de Sondagem VSB-30 – Também derivado do VS-30, o VSB-30 é movido no primeiro estágio pelo motor S31 e, no segundo, pelo motor S30. Isso aumentou sua capacidade de apogeu e de carga útil em relação ao VS-30. Em fevereiro de 2012, o VSB-30 alcançou pleno êxito em seu 13º voo. O perfeito desempenho do VSB-30 V16 proporcionou trajetória nominal para o ensaio da carga útil MASER 12, com cinco experimentos da Agência Espacial Europeia (ESA), durante mais de 6 minutos em microgravidade. Ideal para ensaios em microgravidade, o VSB-30 é caso exemplar do Programa Espacial Brasileiro.

Veículo de Sondagem VS-40M – Baseado no VS-40, foi adaptado para ensaios em voo do SARA e do projeto Sharp Edge Flight Experiment (SHEFEX 2), da Agência Espacial Alemã (DLR). Em junho de 2012, o VS-40M foi lançado com êxito, do Centro de Lançamento de Andoya, na Noruega, transportando pela primeira vez o experimento alemão SHEFEX 2. Os motores S40 e S44 e todos os subsistemas funcionaram com perfeição, garantindo a trajetória nominal para o experimento. A operação reafirmou a alta reputação da tecnologia brasileira de veículos suborbitais junto à ESA.

[Imagem: VS-40M+da+Opera%C3%A7%C3%A3o+SHEFEX+II.bmp]


Veículo Lançador de Satélite (VLS) – Concluídos os Ensaios de Separação dos quatro propulsores do primeiro estágio do VLS, com o terceiro teste realizado em maio de 2012, no Laboratório de Integração de Propulsores do IAE. Foram instalados mais de 180 sensores no protótipo para as medições de parâmetros físicos, como choque mecânico, vibração quase estática, deformação e simultaneidade de separação. Os dados coletados permitiram conhecer fenômenos e cargas mecânicas geradas no VLS pela separação dos propulsores. Realizou-se também, com sucesso, a primeira integração do VLS à nova Torre Móvel de Integração (TMI), no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), na Operação Salina (de 14 de junho a 20 de julho de 2012), Efetuaram-se as operações de transporte, preparação e integração mecânica de um mock-up estrutural inerte do VLS, bem como ensaios e simulações para verificar a integração física, elétrica e lógica da TMI e dos meios de solo do CLA, associados à preparação para o voo do VLS. Em setembro de 2012, conclui-se a Revisão Crítica de Projeto (CDR) das Redes Elétricas do próximo protótipo tecnológico do VLS, o VSISNAV. As redes elétricas incluem toda a eletrônica embarcada do veículo e seus sistemas de telemedidas e telecomando. O VLS, além de transportar como carga útil o Sistema de Navegação (SISNAV), será usado para ensaios dos eventos de ignição do primeiro e segundo estágios e separação do primeiro estágio, bem como a aquisição de dados durante o voo.

Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) – Com a experiência adquirida nos projetos de Veículo de Sondagem e do Veículo Lançador de Satélite (VLS), o IAE, em parceria com o DLR, desenvolve o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM), com três estágios – os dois primeiros movidos pelo motor S50 -, destinado ao mercado mundial. Em 2012, ficou pronto o Modelo de Engenharia do Motor S50, desenvolvido junto com a empresa CENIC.

Motor a Propelente Líquido L75 – O projeto visa desenvolver o modelo de engenharia de um motor foguete a propelente líquido, usando o par propelente oxigênio líquido e querosene, pressurizados por turbo bomba, capaz de gerar 75 KN de empuxo no vácuo. O motor será usado em veículos lançadores de satélites, pois o controle do empuxo e do tempo de queima permite a colocação em órbita de satélites com precisão. Em 2012, avançaram vários projetos ligados ao L75: plano mecânico detalhado, fabricação, plano mecânico dos modelos de engenharia e elaboração dos procedimentos de montagem, inspeção e teste. As próximas etapas são o desenvolvimento da câmara de combustão, do turbo bomba e das válvulas reguladoras, e a construção de novo banco de testes para ensaios das bombas.
http://www.iae.cta.br/noticias/2012/12/2...eiro+.html

Bom, todos esses foguetes são considerados militares, pois se carregam sondas e satélites de 500 kg, podem levar ogivas nucleares que pesam em média 320 Kg, como uma ogiva nuclear w87... e aí vem a outra parte intrigante da estória.

Alguém já ouviu falar no físico cearense Dalton Girão Barroso? Pois bem, vamos conhecer mais esse cientista...

Citar:Brasil já tem tecnologia para desenvolver bomba atômica

Vasconcelos Quadros

Uma revolucionária tese de doutorado produzida no Instituto Militar de Engenharia (IME) do Exército – Simulação numérica de detonações termonucleares em meios Híbridos de fissão-fusão implodidos pela radiação – pelo físico Dalton Ellery Girão Barroso, confirma que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, desenvolver a bomba atômica. “Não precisa fazer a bomba. Basta mostrar que sabe”, disse o físico.

Mantida atualmente sob sigilo no IME, a pesquisa foi publicada num livro e sua divulgação provocou um estrondoso choque entre o governo brasileiro e a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), responsável pela fiscalização de artefatos nucleares no mundo inteiro.

O pesquisador desenvolveu cálculos e equações que permitiram interpretar os modelos físicos e matemáticos de uma ogiva nuclear americana, a W-87, cujas informações eram cobertas de sigilo, mas vazaram acidentalmente.

Barroso publicou o grosso dos resultados da tese no livro A Física dos explosivos nucleares (Editora Livraria da Física, 439 páginas), despertando a reação da AIEA e, como subproduto, um conflito de posições entre os ministros Nelson Jobim, da Defesa, e Celso Amorim, das Relações Exteriores. A crise vinha sendo mantida em segredo pelo governo e pela diplomacia brasileira.

A AIEA chegou a levantar a hipótese de que os dados revelados no livro eram secretos e só poderiam ter sido desenvolvidos em experimentos de laboratório, deixando transparecer outra suspeita que, se fosse verdade, seria mais inquietante: o Brasil estaria avançando suas pesquisas em direção à bomba atômica.

A AIEA também usou como pretexto um velho argumento das superpotências: a divulgação de equações e fórmulas secretas, restritas aos países que desenvolvem artefatos para aumentar os arsenais nucleares, poderia servir ao terrorismo internacional.

Os argumentos e a intromissão da AIEA nas atividades acadêmicas de uma entidade subordinada ao Exército geraram forte insatisfação da área militar e o assunto acabou sendo levado ao ministro da Defesa, Nelson Jobim.

No final de abril, depois de fazer uma palestra sobre estratégia de defesa no Instituto Rio Branco, no Rio, Jobim ouviu as ponderações do ministro Santiago Irazabal Mourão, chefe da Divisão de Desarmamento e Tecnologias Sensíveis do MRE, numa conversa assistida pelos embaixadores Roberto Jaguaribe e Marcos Vinicius Pinta Gama. A crise estava em ebulição.

Jobim deixou o local com o texto de um documento sigiloso entitulado Programa Nuclear Brasileiro – Caso Dalton, entregue pelo próprio Mourão. Mandou seus assessores militares apurarem e, no final, rechaçou as suspeitas levantadas, vetou o acesso da AIEA à pesquisa e saiu em defesa do pesquisador.

Num documento com o carimbo de secreto, chamado de Aviso 325, ao qual o Jornal do Brasil teve acesso, encaminhado a Celso Amorim no final de maio, Jobim dispara contra a entidade.

“A simples possibilidade de publicação da obra no Brasil e sua livre circulação são evidência eloquente da inexistência de programa nuclear não autorizado no País, o que, se fosse verdade, implicaria em medidas incontornáveis de segurança e sigilo”, criticou o ministro no documento.

Cálculos de brasileiro desvendaram interior de ogiva dos EUA

Vasconcelos Quadros

A parte mais delicada da pesquisa de Barroso – e principal responsável pela reação da AIEA – está na página 349 do capítulo 10 do livro, que leva o título Detonações termonucleares.

São cálculos complexos, desenvolvidos com a ajuda de um inédito programa de computador que ele mesmo criou, e que desvenda com resultados em níveis técnicos aceitáveis pela comunidade científica, a figura de uma das ogivas nucleares dos Estados Unidos, conhecida como warhead W-87.

A figura reproduz o esquema de detonação termonuclear num moderno e compacto explosivo. Tudo o que sabia, até então, eram os dados sobre as dimensões externas dos símbolos, e assim mesmo porque as informações haviam vazado, em 1999, e publicadas pela revista americana Insight Magazine, em agosto daquele ano.

Uma reportagem da publicação reproduziu um trecho de um relatório produzido pelo Congresso americano sobre denúncias envolvendo suposta espionagem chinesas nos laboratórios nucleares dos Estados Unidos, do qual, acidentalmente, foi incluída a imagem e os dados que deveriam permanecer em sigilo.

A divulgação deixou perplexo o inventor da bomba de nêutrons, Samuel Cohen que, em depoimento ao Congresso, alertou que um físico competente poderia usar os dados e desenvolver o mesmo projeto original. O físico brasileiro, contudo, não fez só isso.

Barroso virou a figura do lado avesso e, além de interpretar as dimensões externas, desenvolveu a configuração para o módulo secundário do explosivo, abrindo o que estava em segredo sobre a parte termonuclear do W-87. Os cálculos coincidiram até com a potência do artefato americano, de 300 quilotons.

“Só adivinhei o que estava lá dentro”, disse Barroso. O trabalho é duplamente inédito: é a primeira vez que um físico brasileiro aprofunda cálculos e equações que pertenciam apenas aos cientistas presos a sigilos de laboratórios e, ao mesmo tempo, explicita os resultados em literatura científica aberta.

Barroso afirmou que no mundo da física nuclear só não podem ser divulgados dados obtidos por espionagem em laboratórios de experimentos. Segundo ele, a pesquisa publicada no livro é baseada em modelos físicos e matemáticos conhecidos e disponíveis na literatura. Mas o que encontrou é inédito graças, em boa parte, ao avanço da ciência da computação.

O livro tem outros quatro capítulos (4, 8, 9 e 10) recheados de novidades, também obtidas com simulações em computador. São conclusões relacionadas a explosivos de fissão pura, novos elementos químicos em massa físsil – como o deutério-trítio -, explosivos nucleares, termonucleares e as complexas bombas boosted.

A AIEA reclamou argumentando que várias informações reveladas nesses capítulos também eram sigilosas. O Ministério da Defesa anexou ao documento 42 duas obras disponíveis para mostrar que não se tratava de segredo.

“O livro não é um manual para terrorista”, garantiu o físico. Barroso sustenta que a tese, classificada como reservada – um eufemismo para sigilo – tem poucos dados além dos que já estão no livro. Apesar da crise gerada, diz que vai pedir ao IME que libere o resto para publicação. As partes mais polêmicas, garante, já foram publicadas.

Físico Brasileiro Desvenda a Bomba Termonuclear, a Mais Destrutiva

“A divulgação deixou perplexo o inventor da bomba de nêutrons, que alertou que um físico competente poderia usar os dados e desenvolver o mesmo projeto original. O físico brasileiro, contudo, não fez só isso.

Barroso virou a figura do lado avesso e, além de interpretar as dimensões externas, desenvolveu a configuração para o módulo secundário do explosivo, abrindo o que estava em segredo sobre a parte termonuclear do W-87. Os cálculos coincidiram até com a potência do artefato americano, de 300 quilotons.”

Este assunto tem que ser encarado por dois ângulos. O primeiro refere-se a um avanço tecnológico fundamental para o Brasil. Já o segundo refere-se às devidas preocupações com o terrorismo internacional.

O Brasil agora poderia desenvolver uma bomba de hidrogênio (Bomba H) de até 300 quilotons, também conhecida como bomba termonuclear. Trata-se de algo muito mais destruidor que um artefato nuclear, conhecido como bomba atômica (Bomba A). O fato principal é que a Bomba H consegue ser até 750 vezes mais forte do que qualquer Bomba A.

Em resumo, a Bomba H, ou termonuclear, nada mais é que uma bomba atômica dentro de um invólucro de Hidrogênio, que intensifica a explosão em no mínimo 750 vezes.

A maior bomba termonuclear detonada, a Tsar bomba, na URSS, tinha um poder de 50 megatons. Isso equivalia a todos os explosivos usados na Segunda Guerra multiplicados por dez!

O emprego de 300 quilotons até sobre uma região inóspita levaria a uma destruição incalculável. Seria algo como jogar em um só ponto 600 vezes os explosivos gastos na Grande Guerra.

Já a Bomba de Nêutrons, ou a bomba “limpa”, é uma Bomba A dentro de um invólucro de níquel ou cromo, com uma explosão relativamente pequena, que não destrói as construções, mas apenas mata os seres vivos através da liberação de neutrons e raios X. No entanto, não existem mais bombas de nêutrons, tendo sido todas elas desmanteladas.

A Bomba de Nêutrons representaria uma grande vantagem militar, visto que ela elimina a população inimiga enquanto se apodera de todos os seus recursos. Ela é creditada a Samuel Cohen do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, que desenvolveu o conceito para os EUA em 1958.

A França testou uma bomba de nêutrons no Atol de Moruroa em 24 de Junho de 1980. A China e Israel também poderiam produzi-las, embora não se conheça qualquer país onde tais bombas estejam sendo desenvolvidas, atualmente.

Roberto Silva

http://defesabr.com/blog/index.php/08/09...estrutiva/

Por causa disso, Dalton Girão Barroso foi citado nos telegramas diplomáticos vazados pelo Wikileaks, primeiramente por suspeitas do governo estadunidense de espionagem, e também pela suspeita por parte dos EUA de um prograna nuclear secreto supostamente contrariando o Tratado de Não-Proliferação Nuclear. Baseado nesta desconfiança os EUA pressionaram a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a exigir explicações do governo brasileiro, e chegando a propor o recolhimento do livro "A Física dos Explosivos Nucleares", que trata em nível teórico e acadêmico dos temas mais importantes relacionados à física dos explosivos nucleares. Esta exigência foi considerada pelas autoridades militares brasileiras como “intromissão indevida da AIEA em atividades acadêmicas de uma instituição subordinada ao Exército Brasileiro”.

Num próximo post, vou comentar o suposto arsenal quântico brasileiro, que utilizam interferômetros escalares para induzir doenças, imprimindo sua assinatura em alguém no nível celular.

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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19-12-2013, 10:20 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-12-2013 10:21 PM por Jeyjin.)
Resposta: #2
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
Pois é amigo, e isso já não é de hoje... O brasil é um dos países que será mais utilizado num futuro recente... Não é à toa toda essa questão "estratégica" que o mesmo vem tendo em questões "geopolíticas globalistas"...

[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcQh8_F1-YTWW7Yfxald3mG...xeGT5xzXGZ]


Aqui um vídeo que que me lembrei com o tópico, de 2011... Com algumas interpretações coerentes referente a carta.





No mais, tem as questões da relação direta com China e Rússia... Na verdade, o 'BRICS' em si já nos 'revela' bastante coisa... Confused
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19-12-2013, 11:06 PM (Resposta editada pela última vez em: 20-12-2013 12:45 AM por naste.de.lumina.)
Resposta: #3
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
Eu me lembro de ter lido a respeito desse físico brasileiro e o seu livro.
As agências americanas estavam convencidas de que havia tido algum tipo de roubo dos cálculos e desenhos. O físico conseguiu provar que foi uma teoria própria desenvolvido em cima de lógica e entendimento do assunto. Lógico né.

O Brasil já domina o ciclo atômico faz tempo. Desde a década de 80 pelo menos.

Se quiser fazer, faz.

Necessita ter um veículo que entregue o pacote (explosivo) onde for necessário ao redor do mundo ou pelo menos parcialmente.

Esse é para ser o VLS que eu saiba. Por isso a possibilidade de sabotagem real não pode ser descartada.
Além do interesse financeiro no mercado de lançamentos de satélites, existe um enorme interesse estratégico militar por trás.

Não adianta nada ter a bomba e não conseguir levar até onde interessa.

Colocar em um avião?? Consegue chegar até onde? Vai conseguir passar por todas as defesas aéreas?
Essas sucatas da força aérea.

Para possuir alguma arma que esteja operacional, penso que seria necessário ter comprado de alguém inteira e pronta.

Além de nunca ter sido testado, creio eu. Mas vai saber né.

Abraço.
Naste.

O MEDO É O ASSASSINO DA MENTE E A PRISÃO DA ALMA

O 'Agradecimento' significa educação e respeito, não é necessariamente concordância de opinião.
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20-12-2013, 03:53 AM
Resposta: #4
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
Não li oque diz no texto por que encontrei nomes conhecidos no arquivo e me perguntei oque agora repasso:

que tipo de sugeito passa para outras pessoas nomes de cientistas que trabalham em progetos como este em seu propio pais? informações fasseis demais podem estranhar.

quando a guerra transforma populacoes inteiras em sonâmbulos, foras da lei nao se aliam aos despertadores. Foras da lei, como poetas, rearanjam o pesadelo. Tom Robbins, still Life with Woodpecker

[video=youtube]https://youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=ZvM2KYZhsfc[/video]
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20-12-2013, 10:46 AM (Resposta editada pela última vez em: 20-12-2013 10:47 AM por DeOlhOnafigueira.)
Resposta: #5
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
Concordo com #Naste.de.lumina

Acrescentando que o Programa Nuclear Brasileiro se iniciou na década de 50, com destaque para a década de 70 quando foi construído o Complexo de Angra dos Reis.

Na verdade, foi nos anos 80, que o nosso país desejou desenvolver a tecnologia somente para fins pacíficos. Iss foi incluso na Constituição de 88 e, 10 anos depois, em 98, também aderiu ao Tratado de Não-Proliferação.

Curioso é que em 2004, quase 2 anos depois que o Governo Lula assumiu a presidência - é bom lembrar, o país se envolveu em uma polêmica com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que queria maior acesso à tecnologia de enriquecimento de urânio desenvolvida em Resende. Logo, temiam algo.

Uma coisa sei. O que tem de cientistas brasileiros dando suporte a países como o Irã...

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20-12-2013, 03:46 PM
Resposta: #6
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
O trabalho do Dalton Girão foi apenas teórico. Ele mostrou que temos o conhecimento teórico para desenvolver uma bomba atômica.

Mas isso não significa que tenhamos os equipamentos necessários para construí-la

Não acho que o Brasil tenha bombas nucleares escondidas.
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20-12-2013, 04:58 PM (Resposta editada pela última vez em: 20-12-2013 05:09 PM por Campanário.)
Resposta: #7
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
(20-12-2013 03:46 PM)Tabosa Escreveu:  O trabalho do Dalton Girão foi apenas teórico. Ele mostrou que temos o conhecimento teórico para desenvolver uma bomba atômica.

Mas isso não significa que tenhamos os equipamentos necessários para construí-la

Não acho que o Brasil tenha bombas nucleares escondidas.

Também temos os equipamentos @Tabosa ... o item que seria mais dificil de obter seria o urânio 235 em concentração militar, que já sabemos fazer também.

Quanto ao Brasil ter armamento nuclear escondido, eu também não sei dizer... acho até que a maior dificuldade tecnológica para o Brasil seria criar o míssil do que a ogiva.

Por isso a sabotagem do foguete VLS na base de Alcantara em 2003, pelos EUA.

Base de Alcântara foi sabotada?

Citar:Inferno em Alcântara
Sabotagem e recursos escassos podem ser as causas do desastre com o VLS, a estrela do programa espacial brasileiro

O programa espacial brasileiro tem tudo para ressurgir, como uma fênix, das cinzas que restaram do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1), incendiado na base aérea de Alcântara, no Maranhão, na sexta-feira 22. Essa foi a mensagem transmitida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Centro Técnico Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos, durante o velório coletivo de 19 das 21 vítimas, na última quarta-feira. Chorando, Lula se comprometeu a dar continuidade ao programa espacial, que prevê o completo domínio tecnológico da construção de satélites e de seu lançamento ao espaço. “Esta é a melhor maneira de homenagear nossos heróis e de manter viva a sua memória”, assegurou o presidente. Não basta, porém, a palavra de Lula e nem mesmo um hipotético considerável aumento no fluxo de recursos (hoje da ordem de
R$ 30 milhões por ano) para que se realize o sonho brasileiro de
lançar seus próprios satélites. É preciso apurar exatamente o
que aconteceu na sexta-feira 22.

A tragédia de Alcântara está entre os maiores acidentes do mundo em perdas humanas, quando se compara com outros desastres ocorridos nos projetos espaciais de todo o planeta. No inferno de Alcântara, que atingiu 3 mil graus Celsius, não foram destruídos o VLS de US$ 6,5 milhões nem só uma plataforma orçada em US$ 10 milhões. Além da perda irreparável e da dor dos familiares, a morte de 11 engenheiros e dez técnicos custou ao Brasil um quinto da equipe responsável pelo programa espacial, que consumiu cerca de US$ 300 milhões. “A recomposição de uma equipe como essa só se fará em três ou quatro anos”, afirma o brigadeiro Tiago Ribeiro, diretor do CTA.

Sabotagem – Nos últimos seis anos, essa foi a terceira tentativa fracassada de mandar ao espaço o VLS. Nas duas primeiras, em 1997 e 1999, os foguetes saíram do chão, mas foram destruídos em pleno vôo, por falhas de propulsão (leia quadro à pág 84). Dessa vez, o incêndio ocorreu no interior da plataforma, três dias antes da data programada para o lançamento. Em tese, não havia naquele instante nenhuma atividade de risco. As equipes faziam ajustes finais de equipamentos e instalavam câmeras de vídeo para registrar o lançamento. O desafio agora é descobrir por que um dos quatro propulsores começou a funcionar sem que houvesse qualquer ação para isso. Oficialmente, a hipótese de sabotagem é considerada remota. No sábado 23, ela era tida como “desprezível”. Na prática, porém, entre oficiais da Aeronáutica, a sabotagem é uma das mais prováveis causas do incêndio. Na semana da tragédia, todos os equipamentos do VLS foram testados e vistoriados. Tudo estava em ordem. O problema é que, depois da fornalha, sobrou pouco para ser periciado. Por isso, a orientação é conduzir as apurações de fora para dentro do VLS.

Militares envolvidos nas investigações vasculharam os hotéis de São Luís, a capital maranhense, e ficaram surpresos com o elevado número de estrangeiros – muitos americanos – hospedados na cidade, na semana da catástrofe. A Aeronáutica investiga pelo menos oito deles. No Vale do Paraíba, em São Paulo, as investigações seguem sob absoluto sigilo. A região concentra boa parte das indústrias fabricantes das peças do VLS e representa para o projeto espacial brasileiro o mesmo que o ABC paulista para a indústria automobilística. O objetivo da investigação é descobrir se algum dos estrangeiros que estiveram em São Luís também visitou essas empresas. Apesar do pente-fino nas fábricas, a hipótese mais plausível, em caso de sabotagem, é que ela tenha partido de algum agente externo aos foguetes, como um raio de microondas ou ondas eletromagnéticas, por exemplo, e não de um defeito de fabricação nas peças. “Uma onda eletromagnética poderia ser disparada de um pequeno aparelho ou mesmo do espaço, de algum satélite”, diz o cientista Édison Bittencourt, professor do CTA.

Mercado bilionário – O Brasil ainda engatinha com seu modesto programa espacial. Mesmo assim, a possibilidade de o País conquistar
a autonomia no lançamento de foguetes tem forte reflexo internacional, seja do ponto de vista econômico, seja por razões bélicas. O mercado
de lançamento de satélites movimenta cerca de US$ 10 bilhões ao
ano. Só oito países reúnem condições técnicas para isso: EUA, França,
China, Israel, Japão, Rússia, Índia e Ucrânia. É pouca oferta para
muita demanda. A fila de espera já chega ao ano de 2009, pois
muitos dos satélites hoje em órbita estão obsoletos e precisam ser substituídos. A entrada do Brasil nesse mercado promoveria um estrago considerável. A localização da base de Alcântara, praticamente na
linha do Equador, reduz em pelo menos um terço o consumo do
caríssimo combustível espacial.

Negociações – Dona de sua própria base, a Ucrânia pagará US$ 2 milhões cada vez que lançar seus foguetes Cyclone em Alcântara. O acordo comercial e tecnológico entre Brasil e Ucrânia foi assinado no mesmo dia da catástrofe do VLS-1. Negociação semelhante está sendo feita com a Rússia, sempre mantendo a soberania brasileira sobre Alcântara, ao contrário do que propunha o governo anterior. Fernando Henrique Cardoso pretendia arrendar a base aos Estados Unidos, que ficariam donos da região, proibindo a entrada de brasileiros no local. O plano atual é bem diferente. A partir do VLS, a idéia é construir foguetes capazes de colocar satélites em órbitas elevadas. Assim, o Brasil não embolsaria apenas os US$ 2 milhões pelo aluguel da base, mas cerca de US$ 20 milhões por lançamento, uma vez que o País receberia remuneração não só pelo local, mas também pelo uso do foguete brasileiro. Sob olhares internacionais, um incidente como o da sexta-feira 22 levanta dúvidas sobre a segurança de nossa base aérea, o que pode atrapalhar os lucrativos contratos que o Brasil articula.

Do ponto de vista bélico, o fato de o Brasil adotar combustível sólido no VLS também incomoda. Essa é a tecnologia usada nos mísseis de guerra em todo o mundo. Partindo de Alcântara, o mesmo foguete que coloca um satélite em órbita pode, com pequenas modificações, ser uma arma capaz de acertar cidades como Washington, por exemplo. “Com combustível líquido, como querem os americanos, seríamos detectados durante o abastecimento”, disse um coronel da Aeronáutica que não quis se identificar. “O caso precisa ser muito bem apurado, inclusive com a participação de civis”, reclama Ênio Candotti, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). “As investigações já estão sendo feitas por equipes da mais alta competência e serão transparentes”, promete o ministro da Defesa, José Viegas.

Enquanto não forem descobertas as causas da tragédia, o programa espacial fica exposto a uma crônica choradeira. “O acidente mostra o desmonte e o retrocesso do programa espacial nos últimos 15 anos”, lamenta o brigadeiro Hugo Piva, coordenador do projeto até 1985. “As restrições de verbas contribuíram para o desastre”, faz eco o brigadeiro Cherubim Rosa Filho, ministro do Superior Tribunal Militar. Menos preocupada em politizar a questão, a cientista brasileira Rosaly Lopes-Gauthier, funcionária da agência espacial Nasa, sustenta que todos os países avançados na corrida espacial enfrentaram problemas semelhantes, inclusive com perdas humanas. “O Brasil já alcançou expressivo desenvolvimento e o sacrifício dessas vidas só será compensado com o esforço para lançar um novo VLS, em dois
ou três anos”, diz Rosaly. Pelos cálculos do governo, no segundo semestre de 2005, ou no máximo no início de 2006, o VLS brasileiro poderá finalmente ganhar o espaço.

A culpa é da NASA
Em grandes projetos científicos, muitas vezes um erro tem valor didático mais determinante do que vários acertos. Que o diga a maior potência espacial do mundo, os Estados Unidos. O padrão de segurança de suas missões sofreu uma guinada em 1986, quando o país assistiu, pela tevê, à bola de fogo em que se transformou o ônibus espacial Challenger, 72 segundos após sua decolagem. A explosão, que matou os sete tripulantes, entre eles uma professora primária que daria aulas no espaço, obrigou a agência americana Nasa a suspender todos os vôos por quase três anos para se adequar às novas exigências de segurança. A investigação mostrava que os problemas administrativos da Nasa foram os responsáveis pela tragédia.
Dezessete anos mais tarde, em 1º de fevereiro de 2003, outro acidente repetiu o mesmo drama. O ônibus espacial Columbia se desintegrou ao reentrar na atmosfera, o que custou a vida dos sete astronautas a bordo. Um comitê independente divulgou na semana passada o veredicto de sua apuração de quase sete meses: a culpa é toda da Nasa. A falta de rigor em procedimentos de segurança, a terceirização dos serviços, o corte de verba e de pessoal e, sobretudo, a cultura de “autoproteção excessiva”, que se traduz em relutância para reconhecer falhas e lidar com questões de segurança, foram apontadas como as principais causas do acidente.

Do ponto de vista técnico, a nave se desintegrou por causa de um defeito na asa esquerda provocado 81 segundos após o lançamento, o que permitiu que o gás superaquecido atingisse a parte interna da nave enquanto ela reingressava na Terra. A comissão foi enfática.
Se não fizer modificações mecânicas e políticas, é questão de tempo até que os EUA testemunhem novo acidente espacial. O presidente George W. Bush prometeu atender às sugestões, mas não quer
perder tempo e anunciou que as missões voltam ao espaço no primeiro semestre de 2004.

Darlene Menconi

SOBERANIA NACIONAL | N° Edição: 1770 | 03.Set.03 - 10:00 | Atualizado em 10.Dez.13 - 12:51

http://www.istoe.com.br/reportagens/1333...clnk&gl=br

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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DeOlhOnafigueira (20-12-2013), Doc S (07-04-2017), Embuscadaverdade (20-12-2013), Mediador (21-12-2013), naste.de.lumina (20-12-2013), Sann (20-12-2013)
Aloe Vera Pelo Menor Preço Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
07-04-2017, 02:25 PM
Resposta: #8
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
O Brasil teria potencial para ser uma potência nuclear,vide que países com situação econômica muito piores que a nossa,como Paquistão e Índia tem o domínio da bomba atômica.
Porém devido a falta de investimento em estudos,falta de profissionais,falta de soberania nacional,atuação de políticos entreguistas e muita intervenção americana o Brasil jamais será uma potência nuclear.
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Doc S (10-04-2017)
10-04-2017, 12:20 PM
Resposta: #9
RE: Brasil uma potencia nuclear? E com armamento escalar?
Os EUA estão conseguindo acabar com programa do submarino nuclear, basta abrir os olhos...
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