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Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
21-08-2016, 01:39 PM
Resposta: #51
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo



“O inferno (...) é aquele que já está aqui. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” (Ítalo Calvino, "As cidades invisíveis")
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marcosarierom (21-08-2016)
Shoyu Orgânico Fermentado Naturalmente Você Encontra na Tudo Saudável
24-08-2016, 09:33 PM (Resposta editada pela última vez em: 24-08-2016 09:44 PM por Sophia.)
Resposta: #52
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
OS ISRAELITAS

Os israelitas são os judeus descendentes de Jacó, chamado Israel por Deus.

[Imagem: 12-tribos-de-israel.jpg]


Abraão, Isaque e Jacó estão entre as pessoas mais importantes do Antigo Testamento. É preciso notar que esta importância não esta baseada no caráter pessoal de cada um deles, mas no caráter de Deus. Estes homens conquistaram grande respeito e até mesmo temor de seus conhecidos. Eram ricos e poderosos, e, contudo, egoístas, capazes de mentir e enganar. Não se tratava de heróis perfeitos, como podíamos esperar; ao contrario, eram pessoas como nós, tentando agradar a Deus mas sempre tropeçando.

Jacó era o terceiro elo no plano de Deus para iniciar uma nação descendente de Abraão. O sucesso deste plano se deu mais “apesar de” do que “em razão da” vida de Jacó. Antes de Jacó nascer, Deus prometera que seu plano se desenvolveria através dele, e não de seu irmão gêmeo, Esaú. Embora os métodos de Jacó nem sempre fossem respeitáveis, suas habilidades, determinação e paciência tinham de ser reconhecidas. Ao acompanharmos sua vida desde o nascimento até a morte, vemos a mão de Deus trabalhando.

A vida de Jacó possui quatro estágios, cada qual marcado por um encontro pessoal com Deus. No primeiro estágio, Jacó corresponde à expectativa do seu nome, que significa “ele agarra o calcanhar” (de forma figurada “ele engana”). Ele agarrou o calcanhar de Esaú ao nascer e, quando fugiu de casa, também agarrou a bênção e a primogenitura do irmão. Durante sua fuga, Deus lhe apareceu no caminho, não apenas lhe confirmando a bênção, mas também despertando nele um conhecimento pessoal sobre si mesmo. No segundo estágio, Jacó experimentou a vida pelo outro ângulo ao ser manipulado e enganado por Labão. Então ocorre uma mudança curiosa: o Jacó do primeiro estágio teria simplesmente abandonado Labão, porém o Jacó do estágio dois, após ter decidido partir, aguardou seis anos pela permissão de Deus. No terceiro estágio, Jacó estava em um novo papel como agarrador. Desta vez, às margens do rio Jordão, ele agarrou-se com Deus e não queria deixá-lo partir. Ele percebeu sua dependência do Deus que continuara a abençoá-lo. Seu relacionamento com Deus tornou-se essencial para a sua vida, e seu nome foi mudado para Israel, que significa “ele luta com Deus”. O último estágio da vida de Jacó foi ser agarrado – Deus realmente o segurou. Ao responder o convite de José para ir ao Egito, Jacó demonstrou claramente não querer tomar nenhuma decisão sem a aprovação de Deus.

Pontos fortes e êxitos:

Pai das 12 tribos de Israel.
Terceiro na linhagem abraâmica do plano de Deus.
Determinado, era disposto a trabalhar muito pelo que desejava.
Bom homem de negócios.
Fraquezas e erros:

Ao enfrentar conflitos, confiava em seus próprios recursos ao invés de buscar ajuda em Deus.
Tendia a acumular riquezas para seu próprio bem.
Lições de vida:

A segurança não está no acúmulo de bens.
Todas as atitudes e intenções humanas – para o bem ou para o mal – são tecidas por Deus no decurso de seu plano.
Informações essenciais:

Local: Canaã.
Ocupações: Pastor e proprietário de gado.
Familiares: Pais – Isaque e Rebeca; irmão – Esaú; sogro – Labão; esposas – Raquel e Léia; doze filhos e uma filha são mencionados na Bíblia.
Versículo-chave:

“E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra, porque te não deixarei, até que te haja feito o que te tenho dito” (Gn 28.15)

A história de Jacó pode ser encontrada em Gênesis 25-50. Ele é também mencionado em Oséias 12.2-5; Mateus 1.2; 22.32; Atos 7.8-16; Romanos 9.11-13; Hebreus 11.9,20,21.

Abaixo, dois vídeos com um divertido resumo, kkk...













Fonte: http://vidajovemcrista.com.br/jaco-estud...nt-page-1/

“O inferno (...) é aquele que já está aqui. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” (Ítalo Calvino, "As cidades invisíveis")
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DeOlhOnafigueira (01-10-2016)
08-09-2016, 09:51 AM
Resposta: #53
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
(25-07-2016 11:51 AM)Alkin Escreveu:  Acho lindo a arquitetura de muitas sinagogas.

[Imagem: sinagoga-ext.jpg]


[Imagem: Sinagoga_Plzen.jpg]



[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcS-uXOhyvnHnTDIhx6KzHj...05-7__IVZl]



[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcQC93S9vcH63vMrrVQMY46...B9CKn610c7]


[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcSzGO1k8vI02iiQtf-fgKu...6Dm6rx9HXn]



[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcSSBlgn0-4ONE5BiCKJdkc...kCjeuPOiX0]


[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcSu1qsTi-dfgeKjH6emDri...p8iZE0cn3w]


Que fique bem claro uma coisa. Não sou e nem poderia ser anti-semita. Apenas me oponho ao sionismo da máfia askezarista.

Inclusive acredito que mesmo os judeus que não acreditam em Jesus cultuam Ele sem nem mesmo saber pois a sinagoga também é a casa Dele. Se eu passar por uma sinagoga faço sinal da cruz também Smile

A verdade é clara mas tão clara e evidente que por isso não acreditamos.

Observem que esses templos mantém a mesma arquitetura sagrada de duas torres e três portais...

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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marcosarierom (16-09-2016), Sophia (08-09-2016)
16-09-2016, 10:21 PM (Resposta editada pela última vez em: 17-09-2016 02:07 AM por Sophia.)
Resposta: #54
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
.....

“O inferno (...) é aquele que já está aqui. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” (Ítalo Calvino, "As cidades invisíveis")
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marcosarierom (16-09-2016)
Óleo de Copaíba é na Tudo Saudável
17-09-2016, 01:33 AM (Resposta editada pela última vez em: 17-09-2016 03:56 PM por Sophia.)
Resposta: #55
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
[Imagem: Destrui%C3%A7%C3%A3o-do-Templo.jpg]



Diáspora: descubra como os judeus se espalharam pelo mundo


[Imagem: 237_58.jpg]



"A história judaica é marcada por sucessivas dispersões e diásporas dentro de diásporas", diz Luis S. Krausz, professor de Literatura Hebraica e Judaica na Universidade de São Paulo (USP).

"Essa história começa com a destruição do Templo de Salomão pelo rei Nabucodonosor, no século 6 a.C., quando os judeus foram levados ao cativeiro na Babilônia.

[Imagem: Tema-2S-0013.jpg]


Tantas travessias produziram uma diversidade de grupos judaicos que cristalizaram costumes, idiomas e culinárias dos lugares onde viveram. E também contribuíram para enriquecer as culturas locais.


Babilônia e Império Romano

[Imagem: solomon-temple-destroyed.jpg]



Os judeus botaram o pé no mundo em 587 a.C., quando o rei babilônio Nabucodonosor invadiu o antigo reino de Judá (ao sul de Israel). O monarca arrasou Jerusalém e mandou parte de seus habitantes para a Babilônia, na Mesopotâmia (hoje Iraque). Mas o que havia sido um degredo imposto à força contribuiu para o florescimento do judaísmo. "Foi durante o exílio que se impôs pela primeira vez a todos os judeus a prática regular de sua religião", diz o historiador britânico Paul Johnson no livro História dos Judeus.

"Também foi reforçado o ritual da circuncisão, que os distinguia dos pagãos, e o costume do shabat (dia do descanso)", diz Johnson.
Os escribas redigiram as tradições orais e compilaram os pergaminhos vindos do templo destruído. O calendário judaico se aprimorou com a astronomia babilônica e incluiu festas como o Pessach (Páscoa), que recorda a saída dos hebreus da escravidão no Egito.

Apenas 50 anos depois, em 538 a.C., o rei persa Ciro permitiu a volta dos judeus a Jerusalém e a reconstrução do templo. "Muitos preferiram ficar na Babilônia, que permaneceu como um centro da cultura judaica por 1,5 mil anos", diz Johnson.

[Imagem: 2015_06_20_09_07_45.jpg]


Em 63 a.C., uma nova reviravolta. O general Pompeu invadiu a Judeia e a transformou em província do Império Romano. Terminava assim o reino dos Hasmoneus - o último país judeu independente que existiu.

A tensão culminou com uma rebelião. Em 70, o general romano Tito reprimiu os revoltosos, destruiu o segundo templo e mandou os judeus a uma nova diáspora, que alcançou a Ásia, a Europa e o norte da África.

Mas ao contrário dos anos na Babilônia, o exílio nos domínios romanos marcou o início das perseguições.

[Imagem: 350px-Francesco_Hayez_018.jpg]


"Os romanos não toleravam o culto judaico a um Deus único nem costumes como o shabat", diz o historiador francês Gerald Messadié no livro História Geral do Antissemitismo.
A situação piorou com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo, no século 4. Em 325, o Concílio de Niceia acusou os judeus pela morte de Jesus, o que serviu de base para o mito medieval de que tinham poderes sobrenaturais e eram aliados do diabo.
Nas terras da cristandade, os judeus foram proibidos de exercer funções públicas, ter empregados e se casar com não judeus. Qualquer semelhança com as Leis de Nuremberg, promulgadas em 1935 pelo nazismo, não é coincidência.


[Imagem: diaspora.jpg]


Os muitos judeus

Os sefaradim e ashkenazim são os principais grupos, mas há outros:


Italianos

Vivem na península da Itália desde a destruição do segundo templo, no ano 70. A eles se juntaram sefaradim deportados da Espanha e de Portugal no século 15.

Norte da África

São descendentes dos judeus que se assentaram ali por volta do século 9. Também foram expulsos após a criação de Israel. Na Líbia, por exemplo, não restou um único judeu. No Egito, menos de 100.

Mizrahim

Viveram no Iraque, Síria, Líbano, Egito e outros do Oriente Médio desde a Antiguidade, muito antes da chegada dos sefaradim, com quem são confundidos. Sua fala e seus nomes são árabes. Os do Iraque descendem de cativos que foram levados à Babilônia no século 6 a.C. Foram expulsos após a Independência de Israel, em 1948.

Teimanim

Chegaram ao Iêmen provavelmente no tempo de Salomão. Falam árabe como os mizrahim, mas sua tez é morena-escura e possuem um folclore muito típico. Expulsos após a criação de Israel, restaram cerca de 200 no Iêmen.

Etíopes

Conhecidos como Beta Israel ou falashas, têm origem desconhecida. Teriam chegado lá nos tempos de Salomão ou se convertido ao judaísmo em algum momento posterior. Em vez de hebraico, usavam o ge¿ez ou o am¿hári como língua religiosa e eram observadores estritos do shabat e da kashrut (lei alimentar). Eram quase 40 mil, viviam em campos de refugiados e foram resgatados por Israel nos anos 80 e 90.

Indianos

O sincretismo do hinduísmo se combinou com a segregação do sistema de castas - que acabou protegendo-os. Os judeus da costa do Malabar viveram muito tempo separados do resto do mundo. Hoje são cerca de 5 mil.

Chineses

Se assentaram em vários locais do país na Idade Média e foram bem tolerados pelo confucionismo. A maior comunidade ficava em Kaifeng, mas foi perdendo suas tradições. Hoje são cerca de 2,5 mil em toda a China.


Conhecendo um pouco mais os ashkenazim = de onde se originou o "sionismo"

(do hebraico medieval Ashkenaz, "Alemanha")

[Imagem: rothschild-illuminatti.jpg]


Eles se assentaram entre a Alemanha e a França, ao longo do Vale do Reno, a partir do século 8, incentivados pelo imperador Carlos Magno. A maioria se dedicava ao artesanato, à fabricação de vinhos e ao comércio - conheciam como poucos as rotas para o Mediterrâneo e o Oriente Médio.

"No século 13, muitos ashkenazim foram para a Polônia atraídos pelas oportunidades econômicas", diz Lange. "Tinham em suas mãos a maior parte do comércio."

A idade dourada dos ashkenazim acabou em 1648, ao serem alvo de uma rebelião dos cossacos, vindos da Rússia e da Ucrânia, que investiram contra os judeus, matando perto de 100 mil e dizimando 300 comunidades.

O antissemitismo tornou a Europa um lugar perigoso. Judeus já haviam sido expulsos da Inglaterra em 1290 e da França em 1306.

"A ausência de um Estado fez com que construíssem sua identidade com base em parâmetros mais religiosos e étnicos do que nacionais ou territoriais", diz Krausz.

Em geral, viviam como estrangeiros, apenas tolerados. Não podiam reivindicar os direitos dos outros cidadãos e pagavam impostos abusivos. Não tinham terras nem participavam de corporações de ofícios, que só aceitavam cristãos.

"Restava-lhes o pequeno comércio e a lida com o dinheiro", diz Krausz.

Os ashkenazim chegaram à Lituânia, Ucrânia, Moldávia e Rússia. Viviam num vilarejo semi-isolado, o shtetl. Criaram seu dialeto: o ídiche, que mescla alemão medieval com termos hebraicos e eslavos.

A emancipação

[Imagem: judeus-indo-a-haifa-palestina-1945---zol...images.jpg]


Quando os ventos da Revolução Francesa sopraram na Europa, os judeus puderam sair do gueto e conquistar a cidadania. Figuras como Albert Einstein e Sigmund Freud moldaram o pensamento do Ocidente.

Mas, se por um lado o século 19 trouxe emancipação, também instigou o nacionalismo. Os modernos Estados-nação acusaram os judeus de não participar da cultura majoritária e, portanto, da identidade nacional.

A Rússia virou palco do pogrom - uma perseguição insuflada pelos czares.
Algumas matanças acabaram com shtetls inteiros e motivaram levas de emigrantes para ir para os EUA.
A partir de 1880, milhares de ashkenazim retornaram ao ponto de partida, a Palestina.
A Inglaterra assumiu o controle da região após a Primeira Guerra e impôs restrições à imigração, apesar de defender um lar nacional para os judeus bem ali, onde Davi havia governado 3 mil anos antes.
A imigração aumentou nos anos 30, com o fluxo de judeus que fugiam do nazismo.

[Imagem: 1463513850-Judeus%20marroquinos%20chegam...20capa.jpg]


Após a criação de Israel, em 1948, judeus foram expulsos de países árabes onde residiam havia séculos.
No Egito, que tinha 65 mil judeus em 1937, restaram menos de 100.
Na Líbia, nenhum.

[Imagem: 14330000-890x400.jpg]


"Quando meu pai era menino na Polônia, as ruas eram cobertas de pichações dizendo: `Judeus, vão para a Palestina! Quando voltou, em visita à Europa 50 anos mais tarde, os muros estavam cobertos de pichações dizendo: `Judeus, saiam da Palestina!¿", recorda o escritor israelense Amós Oz no livro Contra o Fanatismo.





Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/aven...3351.shtml


“O inferno (...) é aquele que já está aqui. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” (Ítalo Calvino, "As cidades invisíveis")
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DeOlhOnafigueira (01-10-2016), jonas car (17-09-2016), marcosarierom (30-09-2016)
17-09-2016, 07:06 AM (Resposta editada pela última vez em: 17-09-2016 07:10 AM por ruicoelho.)
Resposta: #56
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
@Sophia peço desculpa por me imiscuir no tópico sem nada comentar objectivamente, mas tenho todo o gosto em deixar este texto que acho excelente para quem quer saber mais. Conheço pessoalmente boa gente que professa o judaísmo em Portugal, tive oportunidade de visitar uma sala particular onde se realiza a liturgia semanalmente e, foi aí justamente que ouvi dizer que a menorah é o símbolo por excelência do povo judaico. Existe uma pequena sinagoga em Tomar, capital dos templários a nível mundial e, aí, assisti a uma explicação detalhada dos símbolos e arquitectura judaica. Fica uma foto do local, pois um dia que venha a Portugal, vai certamente gostar de visitar um local tão antigo mas ainda em utilização. Bom trabalho.

[Imagem: cf162a_pt.jpg.jpg]

***


A Menorá (candelabro de sete pontas) é, sem dúvida, o símbolo judaico mais antigo e mais imponente de que se tem relato. Ela também representa, desde os tempos mosaicos, Israel e o povo judeu. Mas o que realmente este maravilhoso símbolo milenar representa? Qual será seu verdadeiro significado? Para responder estas e outras perguntas, vejamos o primeiro texto na Torá onde a Menorá é descrita:

[Imagem: meno.jpg]

“Farás também um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará este candelabro; o seu pedestal, a sua hástea, os seus cálices, as suas maçanetas e as suas flores formarão com ele uma só peça. Seis hásteas sairão dos seus lados: três de um lado e três do outro. Numa hástea, haverá três cálices com formato de amêndoas, uma maçaneta e uma flor; e três cálices, com formato de amêndoas na outra hástea, uma maçaneta e uma flor; assim serão as seis hásteas que saem do candelabro. Mas no candelabro mesmo haverá quatro cálices com formato de amêndoas, com suas maçanetas e com suas flores. Haverá uma maçaneta sob duas hásteas que saem dele; e ainda uma maçaneta sob duas outras hásteas que saem ele; e ainda mais uma maçaneta sob duas outras hásteas que saem dele; assim se fará com as seis hásteas que saem do candelabro. As suas maçanetas e as suas hásteas serão do mesmo; tudo será de uma só peça, obra batida de ouro puro. Também lhe farás sete lâmpadas, as quais se acenderão para alumiar defronte dele. As suas espevitadeiras e os seus apagadores serão de ouro puro. De um talento de ouro puro se fará o candelabro com todos estes utensílios. Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte.” Ex. 25:31-40(RA)

Vemos aqui que o próprio D-us passa instruções a Moisés quanto a construção de um grande castiçal de 1,5 metro de altura e 43 quilos, o qual deveria ter SETE hastes, ou pontas. Em cada ponta deveria haver uma lâmpada, a qual queimaria óleo de oliva e iluminaria o interior do Tabernáculo e, posteriormente, o Templo em Jerusalém, os quais não possuíam janelas. Nota-se também que a Menorá deveria ser feita a partir de uma peça de ouro batido, não podendo ter emendas ou rejuntes. Ela teria uma base e uma haste central, de onde sairiam 6 outras hastes (três para cada lado). Cada haste seria decorada com três cálices de ouro em formato de amêndoas, uma maçaneta (espécie de suporte para a lâmpada) e uma base estrelada em formato de flor, a qual serviria como lâmpada. Um fato interessante é que todas as hastes deveriam iluminar em direção ao centro (verso 37), e não em todas as direções como é comum a candelabros. Dessa forma, as hastes da Menorá brilhariam como se fossem uma grande e única chama, realçando a haste central: “todos juntos como se fossem um”. Este fato isolado nos mostra que a Menorá jamais foi criada por D-us para ser um simples objeto de iluminação. Ela é muito mais do que isso. Ela representa um objeto criado pelo próprio D-us com um mistério contido em sua forma e arquitetura, que nos ensina sobre o grande plano do Eterno para o homem!

Alguns sábios judeus da idade média afirmaram que a Menorá representa a Árvore da Vida, e que suas sete hastes representam as sete palavras que compõe o primeiro versículo de Gênesis. Mas o que representa realmente a Menorá? Vemos um outro relato da Menorá em Zacarias 4:1-10, onde o profeta tem uma visão de um candelabro de sete pontas, sendo abastecido por duas oliveiras, que estão ao lado de uma grande bacia de azeite. O profeta identifica as sete pontas como sendo “os olhos do Senhor que percorrem toda a terra” (verso 10). Temos uma passagem semelhante a essa em Apocalipse 5:6 : “Então, vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto. Ele tinha sete chifres, bem como [i]sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados por toda a terra.”[/i] Neste texto vemos os sete olhos como sendo os sete espíritos de D-us, os quais percorrem toda a terra. O profeta Isaías vai mais longe, e profetiza que os sete espíritos de D-us representam o próprio Yeshua, o qual manifestaria em carne, as sete características do servo do Senhor: “Do tronco de Jessé sairá um rebento, e das suas raízes, um renovo. Repousará sobre ele o Espírito do SENHOR, o Espírito de sabedoria e de entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR.” (Is 11:1-2).

[Imagem: Zechariah17-300x294.jpg]


Representação da visão de Zacarias – Yossef ha Tzarfati – Espanha – séc. XIII

Mas é em Apocalipse 1:12-20 que realmente entenderemos o verdadeiro significado da Menorá e suas sete hastes: “Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro.(…) Escreve, pois, as coisas que viste, e as que são, e as que hão de acontecer depois destas. (…) os sete candeeiros são as sete igrejas.” É maravilhoso notar o que João relata! Yeshua diz que os castiçais, ou a Menorá, representa a Kehilat Adonai (Igreja ou Congregação do Senhor), composta de judeus e gentios, sobre a qual as portas do inferno não prevalecem. As sete igrejas representadas na Menorá devem, então, resplandecer a Luz da Palavra de Deus, testemunhando ao mundo os Seus caminhos. Yeshua mesmo disse aos seus discípulos: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mt 5:14-16).

Vemos então que a Menorá é um símbolo que representa o relacionamento entre D-us e Seus servos. Ela representa a Igreja (judeus e gentios), a qual brilha unida iluminando o centro: o próprio Yeshua. Devemos brilhar nossa luz diante dos homens, e em direção ao Mashiach, isto é, glorificando a Yeshua, para que os homens vejam nossas boas obras e glorifiquem ao Pai. O Rei Davi também descreve a luz da Menorá como sendo a própria Torá, a lei eterna de Adonai. Ele escreve: “Tua Lei (Torá) é lâmpada para os meus pés, e luz para o meu caminhar” (Sl 119:105 – XXL). Por isso, ao representar a Palavra de D-us, a Menorá também representa o próprio Yeshua, pois Ele é “o LOGOS que se fez carne e habitou entre nós”. E ao mesmo tempo, ao representar a Palavra de Deus, a Menorá se assemelha a Árvore da Vida, pois aquele que guarda os mandamentos do Eterno resplandecerá vida, como uma árvore que produz vida e vidaem abundância. A Menorá, portanto, representa a essência de Israel e o dever de todo crente em Yeshua: resplandecer a Torá (palavra) do Eterno sobre toda a terra através de Yeshua, fazendo com que as nações glorifiquem ao Pai, o D-us único de Israel!
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DeOlhOnafigueira (01-10-2016), jonas car (17-09-2016), marcosarierom (30-09-2016), Sophia (17-09-2016)
17-09-2016, 06:00 PM (Resposta editada pela última vez em: 17-09-2016 06:51 PM por Sophia.)
Resposta: #57
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
[Imagem: arca-da-alianca.jpg]



A ARCA DA ALIANÇA

A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados teriam sido guardadas, como também veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido.
Foi utilizada pelos hebreus até seu desaparecimento, que segundo especulações, ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por escondê-la no Monte Nebo.

[Imagem: pregacao_estudo_biblico_arca_da_alianca.jpg]


Segundo o livro do Êxodo, a montagem da Arca da Aliança foi orientada por Moisés, que por instruções divinas indicou seu tamanho e forma. Nela foram guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Deus com o povo de Israel. Para judeus e prosélitos a Arca não era só uma representação, mas a própria presença de Deus.


[Imagem: 474d57a0417316d387d1f960254a8fae.jpg]



No livro de Êxodo (Êx 25,10-22) a Bíblia descreve a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111 cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora, com uma bordadura de ouro ao redor. - (Êxodo 25,10-16)

[Imagem: propicat%C3%B3rio-2.jpg]


Para seu transporte, necessário para um povo ainda nômade, foram colocadas quatro argolas de ouro nas laterais, onde foram transpassados varas de acácia recobertas de ouro. Assim, o objeto podia ser carregado pelo meio do povo.

[Imagem: abr2014---imagem-do-projeto-da-arca-da-a...56x500.jpg]


Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth", foi esculpida uma peça em ouro, formada por dois querubins de frente um para o outro, cujas asas cobriam e formavam uma só peça"com" a tampa,a Biblia não diz que eles estão ajoelhados, e nem que uma asa toca na outra,(Êxodo 25,10-21; 37,7-9). Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

[Imagem: arca.jpg]


A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar, também de madeira, coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao lado.

[Imagem: maxresdefault.jpg]


Somente os sacerdotes levitas poderiam transportar a tocar na arca, e apenas o sumo-sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz de Shekiná se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.

[Imagem: tmp_1787-james_jacques_joseph_tissot_-_t...367046.jpg]


Outros relatos bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel (filisteus), que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não fossem levitas ou sacerdotes completamente puros morriam fulminados instantaneamente. Diante dessas terríveis doenças causadas pela presença da ""Arca"" do Senhor Deus de Israel, os filisteus se viram numa necessidade de se livrarem do objeto sagrado; então, a mandaram para a cidade de Gate, e logo após para Ecron, sendo sempre rejeitada, o que acarretou na sua devolução ao povo de Israel.

[Imagem: img6.JPG]


A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos, a Vara de Arão que floresceu (que não só floresceu mas que também brotou améndoas) e o pote de maná escondido foram repousadas no seu interior, a Arca é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em sua presença dentro do Tabernáculo.

Segundo a Bíblia, Deus revelava-se como uma fumaça que se manifestava com sua shekiná (presença). Tocá-la era um ato tolo, pois quem a tocasse seria morto, razão pela qual existiam varas para seu transporte.


[Imagem: arca-2.jpg]



A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença de Sua presença ativa fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem o objeto à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Segundo a Bíblia, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros Mas quando dispensavam-na, sofriam derrotas desastrosas.


Ainda restava o assentamento das sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.


Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Fineias. O profeta Samuel, ainda jovem, recebeu uma revelação divina condenando os mesmos ao julgamento, devido a crimes cometidos.

[Imagem: maxresdefault.jpg]


Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Estes, vendo-se em situação adversa, apelaram para a ""Arca"", e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e o objeto capturado. Os filhos de Eli foram mortos, e este, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira,quebrou o pescoço e morreu.

Os filisteus teriam tomado a Arca como despojo de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença do santuário naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorroidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que a arca fosse transportada para Ecrom, outra cidade filisteia. Porém, a população local reagiu negativamente à sua presença, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.

A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente fulminados. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

[Imagem: hqdefault.jpg]


No início de seu reinado, Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.


No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de "oráculo") de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O ambiente passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença do objeto sagrado.


A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.


Em 605 a.C [Primeira invasão a Judá],
597 a.C [Segunda Invasão a Judá] e
586 a.C [Terceira e última invasão a Judá].


[Imagem: david-ark-dom-gargiulo2_thumb.jpg?w=504&h=356]



Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona que na ultima invasão no ano 586 a.C Nebuzaradã, comandante da guarda imperial, conselheiro do rei da Babilônia, foi a Jerusalém e Incendiou o templo do Senhor, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes. (II Reis 25:8-9).

Depois desse grande incêndio que teria destruído todo o templo e a cidade de Judá a Arca da Aliança desapareceu completamente da narrativa Bíblica e não há mais menção dela a partir desse ponto, pois o próprio relato se torna vago quanto ao seu destino.

[Imagem: arca-alianza_thumb.jpg]


Para os católicos e judeus da diáspora, que se utilizam da Septuaginta, Escrituras Sagradas na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes e por grande parte dos judeus que só aceitavam as escrituras em hebraico. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o Monte Nebo para ali a esconder em uma caverna:

"Nos documentos referentes ao profeta Jeremias lê-se que ele ordenou aos que eram levados para o cativeiro da Babilônia que tomasse o fogo, como já foi referido, e que lhes faz recomendações, ao dar-lhes um exemplar da lei, para que se não esquecessem dos preceitos do Senhor, nem extraviassem, ao ver os ídolos de ouro e prata e os seus adornos. Dando-lhes outros avisos semelhantes, exortava-os a que não apartassem do seu coração a lei de Deus.

Lia-se também nos mesmos escritos que este profeta, por uma ordem particular recebida de Deus, mandou que se levassem com ele o tabernáculo e a Arca, quando escalou o monte a que Moisés tinha subido para ver a herança de Deus. Tendo ali chegado, Jeremias achou uma caverna, pôs nela o tabernáculo, a Arca e o altar dos perfumes, e tapou a entrada. Alguns dos que o seguiam voltaram de novo para marcar o caminho com sinais, mas não puderam encontrá-lo.

Quando Jeremias soube disto, repreendeu-os: Sabei, disse-lhes, que este lugar ficará incógnito, até que Deus reúna seu povo disperso e use com ele de misericórdia. Então descobrirá o Senhor estas coisas, aparecerá a majestade do Senhor e ver-se-á uma nuvem, como apareceu no tempo de Moisés e como quando Salomão pediu que o templo fosse gloriosamente santificado" II Macabeus 2, 1-8.

[Imagem: image60V.jpg]



Em uma das visões de João Evangelista, ele relata ter visto a Arca no templo de Deus no céu, depois da visão dos 24 anciões prostrados adorando a Deus e pedindo o extermínio dos ímpios e o juízo final, e antes da visão da mulher grávida vestida de sol com a coroa de doze estrelas. O relato de João está em Apocalipse 11:19:


"Então, abriu no céu o templo de Deus, apareceu a arca do seu testamento, no seu templo, sobrevieram relâmpagos, vozes, um terremoto e uma grande chuva de pedra".


A escritora Ellen White também comenta sobre o destino da arca e no livro História da Redenção na pag 195 da a seguinte declaração:

" Por causa da transgressão de Israel aos mandamentos de Deus e seus atos ímpios, Deus permitiu que eles fossem levados em cativeiro, para humilhá-los e puni-los. Antes do templo ser destruído, Deus fez saber a alguns de Seus fiéis servos o destino do templo, o orgulho de Israel, por eles referido com idolatria, ao mesmo tempo em que estavam pecando contra Deus.

Também lhes revelou o cativeiro de Israel. Estes homens justos, exatamente antes da destruição do templo, removeram a sagrada arca que continha as tábuas de pedra, e com lamento e tristeza esconderam-na numa caverna, onde devia ficar oculta do povo de Israel por causa de seus pecados, para jamais ser-lhes restituída. Esta sagrada arca ainda está oculta. Jamais foi perturbada desde que foi escondida."


[Imagem: Juan_montero_rojas-arca-prado.jpg]



Não há provas acerca de sua existência ou destruição. O fato é que antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor levaram para a Babilônia todos os objetos e utensílios sagrados que os Judeus usavam nos rituais em seu santuário, como trunfo de sua vitoria.
Porém, nessa terceira invasão no ano 586 a.C a Arca da Aliança foi escondida em uma caverna próxima à Jerusalém e desde aquele dia, a Arca da Aliança nunca mais foi vista.


Há quem acredite que a Arca da Aliança foi levada para a Babilônia junto com os demais objetos sagrados do Templo que existia em Jerusalém, porém não há evidência e provas plausíveis para isto.

Contudo, uma vez a Arca em posse dos babilônios, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro ou ainda conservada como troféu. Vale ressaltar que a Babilônia também foi conquistada posteriormente por outros impérios que vieram posteriormente: Medo persas, macedónios, partos e outros tantos povos, que seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) poderiam ter tido incontáveis destinos.

De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem réplicas da Arca hoje em dia em vários museus, baseadas nas descrições bíblicas. A verdadeira porém, jamais foi encontrada.


Para a Igreja Ortodoxa Etíope, a Arca foi levada à Etiópia por Menelik I, filho do Rei Salomão e Makeda, a Rainha de Sabá. A Arca estaria guardada numa capela da Igreja de Santa Maria de Sião da cidade de Aksum, no norte da Etiópia, onde um único sacerdote pode vê-la. A narrativa dessa tradição etíope encontra-se no Kebra Negast, o Livro da Glória dos Reis da Etiópia.

[Imagem: Arca+Alian%25C3%25A7a+02.jpg]


Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_da_Alian%C3%A7a

“O inferno (...) é aquele que já está aqui. Existem duas maneiras de não sofrer. A primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo, e abrir espaço.” (Ítalo Calvino, "As cidades invisíveis")
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01-10-2016, 09:15 PM
Resposta: #58
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
Passei para dar um "up" no tópico.

Tenho ainda muita coisa para ler. É muita informação! Excelente!

_____________________________________________________
Blog DeOlhOnafigueira
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02-10-2016, 03:13 PM
Resposta: #59
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
(01-10-2016 09:15 PM)DeOlhOnafigueira Escreveu:  Passei para dar um "up" no tópico.
E eu na figueira passo aqui para lhe agradecer pelo up. Preciso reler tudo bem devagar para assimilar melhor o conteudo. e tenho tambem outros motivos acho da pra desconfiar né? Tongue

Só existe uma coisa melhor do que fazer novos amigos: conservar os velhos.
Elmer G. Letterman
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DeOlhOnafigueira (02-10-2016)
03-10-2016, 10:32 AM (Resposta editada pela última vez em: 03-10-2016 10:36 AM por marcosarierom.)
Resposta: #60
RE: Compreendendo a História dos Judeus no Mundo
Segue uma contribuição de minha parte para este excelente tópico:

Não é de hoje que muitas pessoas já conseguiram enxergar os reais interesses por trás da Franco-maçonaria. Segue abaixo um pouco da história de Maximilian Kolbe em sua luta para alertar os Maçons dos propósitos verdadeiros desta sociedade:

Maximilian Kolbe aos maçons: vocês são controlados pelos judeus
[Imagem: G_010_Kolbe.jpg]

Maximiliano Maria Kolbe nascido Rajmund Kolbe, foi um padre missionário franciscano polonês. Nasceu em 8 de janeiro de 1894, Zduńska Wola, Polônia. E faleceu em 14 de agosto de 1941, Auschwitz, Oświęcim, Polônia.

[Imagem: structure-couleur2-fm.jpg]

A estrutura secreta da Maçonaria é controlada pelos judeus

Ao tempo do Congresso Internacional da Franco-maçonaria em Bucareste, em 1926, Pe. Kolbe escreveu o artigo "Rycerz Niepokalanej" [O Cavalheiro da Imaculada] em que se lê:

“Esses homens [os Franco-maçons] acreditam que são aqueles que governarão tudo, mas vamos ouvir o que está escrito nos Protocolos dos Sábios de Sião. Protocolo n. 11 declara que: ‘Nós criaremos e colocaremos em prática as leis e os governos … nos momentos oportunos ... por meio de rebeliões nacionais. ... O que nós queremos é que as multidões, desorientadas pela revolta, ainda numa condição de terror e incerteza, deveriam entender de uma vez e por todas que somos tão fortes, tão intocáveis, tão poderosos que de nenhuma forma levaremos em conta suas opiniões e desejos. Em vez disso, nós estamos prontos e somos capazes de romper, com irresistível poder, suas manifestações em qualquer momento e em todo lugar. ... Então, com temor e tremor, eles fecharão seus olhos a tudo e aguardarão as conseqüências. …

Por qual propósito criamos essa política e a insinuamos ao interior das mentes dos maçons, sem dar-lhes qualquer possibilidade de examinar seu significado fundamental? ... Isso é o que serviu como a base para nossa organização secreta da Maçonaria, cuja existência não é conhecida ou mesmo suspeita por esse rebanho bovino atraído por nós ao exército das lojas maçônicas.”

Aqui, o Pe. Kolbe dirige-se aos maçons, dizendo:

“Franco-maçons, vocês ouviram isso? Os Hebreus, que os têm organizado secretamente e dirigido secretamente, consideram-lhe como bestas, recrutadas às lojas maçônicas para fins que você nem conhece ou suspeita … Vocês estão cientes, franco-maçons, do que aguarda aqueles entre vocês que começarão a pensar por si mesmos? Preste atenção a isso no mesmo Protocolo: ‘Morte é a inevitável conclusão de toda vida … Nós executaremos os maçons de uma forma que nenhum possa suspeitar, nem mesmo as próprias vítimas: Eles morrerão todos no momento que seja considerado necessário, aparentemente por causa de doenças comuns.’”

Pe. Kolbe queria salvar os judeus, mas isso não o impediu de denunciar sua conspiração.

O santo fundador continua:

“Franco-maçons, vocês que recentemente durante o Congresso de Bucareste contentaram-se com o fato que a maçonaria está se tornando mais forte em toda parte, reflitam bem e respondam sinceramente: não é melhor servir o Criador com paz interior … do que obedecer as ordens daqueles que os odeiam?”

Finalmente, Maximilian Kolbe dirige-se aos chefes secretos da Franco-maçonaria com essas palavras:

“E vocês, pequeno esquadrão de Hebreus, os ‘sábios de Sião’, que já provocaram conscientemente tantas desgraças e estão preparando ainda outras, a vocês eu dirijo essa pergunta: O que vocês ganharão? … Um gigantesco acúmulo de ouro, prazeres, diversões e poder, mas nada disso torna o homem feliz. E se ainda fosse dar alguma felicidade, por quanto tempo duraria? Dez anos talvez, ou vinte … Eu pergunto a vocês, líderes Hebreus, vocês que têm se deixado seduzir por Satã, o inimigo da humanidade, não seria melhor parar vocês também retornar sinceramente a Deus.”

Noutro artigo de 1926, Pe. Kolbe, novamente citando os Protocolos dos Sábios de Sião, escreveu:

“Eles dizem de si mesmos: ‘Quem ou o que está numa posição de derrubar uma força invisível? E isso é precisamente o que é nossa força. A Franco-maçonaria gentia somente serve como uma cortina para nós e nossos objetivos, mas nosso plano de ação sempre permanecerá desconhecido pelo povo.”

O Santo então apresenta sua posição com irona sutil:

"Mas nós somos um exército cujo ‘Comandante’ conhece cada e todos seus inimigos, que tem observado e observa cada uma de suas ações ocultas, cada uma de suas palavras, e até mesmo seus completos pensamentos. Perguntem a si mesmos, sob tais condições, pode alguém falar de planos secretos, ações clandestinas e invisibilidade?”

Fonte:
https://desatracado.blogspot.com.br/

Se a grande mídia está apoiando, abra os olhos, melhor se opor.
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