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Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
21-02-2019, 06:05 PM (Resposta editada pela última vez em: 21-02-2019 08:14 PM por Cimberley Cáspio.)
Resposta: #1
Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
Por Sergio Alejandro Gómes, Edilberto Carmona Tamayo - Opera Mundi - Editado p/Cimberley Cáspio

[Imagem: Porta-avi%C3%B5es-americano-aproxima-se-...00x640.jpg]


Os recentes movimentos de tropas dos EUA, relatados por fontes públicas e pela mídia, confirmam que Washington está se preparando para se aproximar militarmente da República Bolivariana da Venezuela sob o pretexto de uma suposta "intervenção humanitária".

[Imagem: uss-abraham-lincoln-%28cvn-72%29-wallpap...613229.jpg]


Cuba assegurou em 13 de fevereiro, por meio de uma declaração do governo revolucionário, que os Estados Unidos pretendem fabricar "um pretexto humanitário para iniciar uma agressão militar contra a Venezuela" e denunciaram voos militares na região do Caribe como parte dos preparativos.

[Imagem: c550e34e-5790-4ff3-ad58-cf82e44e4576.png]


Embora fontes em Washington e alguns dos países envolvidos tenham sido rápidos em negar denúncias cubanas, as últimas informações disponíveis ratificam e ampliam a evidência de um cerco militar premeditado contra Caracas.

"Os Estados Unidos silenciosamente acumulam seu poder militar perto da Venezuela", disse o jornalista e especialista militar britânico Tom Rogan no jornal Washington Examiner. "Uma importante presença naval e marítima dos Estados Unidos está operando perto da Colômbia e da Venezuela. Seja por coincidência ou não, essas implantações dão à Casa Branca uma gama crescente de opções ".

Segundo Rogan, em menos de uma semana o Pentágono é capaz de mobilizar 2.200 fuzileiros navais, jatos de combate, tanques e colocar dois porta-aviões na Venezuela.

Os três pontos do tridente norte-americano são: Caribe, Colômbia e Brasil. Não é coincidência que o almirante Craig Faller, chefe do Comando Sul, tenha visitado Bogotá, Brasília e Curaçao durante as últimas semanas, sob a cobertura da suposta organização da entrega de "ajuda humanitária" à Venezuela.

[Imagem: 530a0557-7cc8-4dcf-8c10-09887a008107.png]

O Caribe: Do porta-aviões Abraham Lincoln para Curaçao

Com a autorização da Holanda, os Estados Unidos organizam um centro de distribuição para a suposta ajuda na ilha de Curaçao, a poucos quilômetros das fronteiras com a Venezuela.

Mas a mobilização militar é muito mais ampla na região do Caribe. Na denúncia cubana, explica-se como, entre 6 e 10 de fevereiro de 2019, foram feitos vôos de aeronaves de transporte militar para o Aeroporto Rafael Miranda de Porto Rico, a Base Aérea de San Isidro, na República Dominicana e para outras ilhas do Caribe estrategicamente localizadas.

Agora, há o anúncio de que a Marinha dos Estados Unidos implantou um Grupo de Ataque de Porta-Aviões (CSG) no Oceano Atlântico e na costa da Flórida.

A frota é composta pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN-72), um cruzador de mísseis e quatro destróieres, além de uma fragata da marinha espanhola convidada a participar.

"Os GSGs têm recursos de plataforma cruzada para operar onde e quando necessário. Além de ter flexibilidade e sustentabilidade para combater guerras em grande escala e garantir a liberdade dos mares, os CSGs são símbolos visíveis e poderosos do compromisso dos Estados Unidos com seus aliados, parceiros e amigos ”, disse um comunicado de imprensa oficial do Marinha americana.

A bordo do USS Abraham Lincoln, o porta-aviões nuclear da classe Nimitz, opera o Embarked Air Squadron (CVW) 7, equipado com o Lockheed F-35C Lightning II, o mais avançado caça-bombardeiro do arsenal americano.

O grupo iniciou no dia 25 de janeiro os exercícios COMPTUEX, supostamente destinados a preparar a formação antes de um destacamento militar.

Embora sua localização atual e o destino de sua implantação sejam desconhecidos, os consultores militares Stratfor e Southfront localizaram o GSG em algum ponto do Atlântico, na costa do estado da Flórida.

Nos últimos dias, foi relatado que o grupo havia tentado um cruzamento de estreitos, uma manobra necessária para entrar no Mar do Caribe, que é separado por alguns dias de navegação.

Ragan aponta outra informação interessante em seu artigo. Os Estados Unidos poderiam não ter um, mas dois porta-aviões na faixa operacional da Venezuela em uma semana.

O porta-aviões USS Theodore Roosevelt e o navio de desembarque anfíbio USS Boxer estão "casualmente" agora, no porto de San Diego, Califórnia, a menos de uma semana de navegação da costa do Pacífico da Colômbia.

"O USS Boxer tem a bordo a décima primeira Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais (MEU), uma das 7 MEUs do Exército dos EUA. Esta unidade de fuzileiros navais tem aproximadamente 2.000 homens. O propósito expresso de uma MEU é oferecer uma capacidade de rápida implementação militar ", diz Ragan.

Colômbia, onde Bolton quer enviar 5.000 soldados

[Imagem: f21e587e-2234-40d9-ae8d-86ba44c46946.jpg]

Aeronave de transporte militar pesado de longo alcance C-17 Globemaster III já em Cúcuta, Colômbia. Foto: Telemundo

Desde a época do Plano Colômbia, inaugurada em 1999, a Colômbia é um dos principais aliados militares dos Estados Unidos na região. Washington estava prestes a instalar formalmente sete bases militares em território colombiano durante o mandato de Álvaro Uribe, mas uma decisão do Tribunal Constitucional bloqueou o plano.

No entanto, Bogotá encontrou uma maneira de contornar os controles e, finalmente, autorizou a presença americana e a implantação de logística nas principais instalações militares do país andino.

Essa aliança próxima chegou às manchetes no final de janeiro, quando o assessor de segurança nacional da Casa Branca, John Bolton, "acidentalmente" mostrou uma anotação em seu caderno com o plano de enviar 5.000 soldados dos EUA para a Colômbia, como parte da operação contra a Venezuela.

O próprio presidente Donald Trump não descartou a ideia e, quando perguntado sobre isso durante uma reunião com seu colega colombiano, Ivan Duque, ele simplesmente disse: "Vamos ver".

O presidente colombiano, por sua vez, preferiu não responder com um "sim" ou um "não" à possibilidade de a Colômbia permitir a entrada de tropas americanas, apesar do jornalista Bricio Segovia, da Voz da América, ter perguntado a ele. o mesmo em várias ocasiões:

Durante a entrevista, Segovia pergunta a Iván Duque:

- A Colômbia estaria disposta a receber 5.000 soldados em seu território?

Ao que o presidente colombiano respondeu: - Não sou bom em ler cadernos de outras pessoas.

Segovia insiste: - Você esteve com ele (John Bolton) recentemente.

- O que eu posso dizer é que estamos trabalhando duro para a libertação do povo venezuelano e estamos fazendo isso com um cerco diplomático bem-sucedido. Esse cerco diplomático é sem precedentes. Esse cerco diplomático isolou o ditador. Esse cerco diplomático é irreversível e a continuidade disto virá do efeito dominó que deve ser ativado pelas Forças Militares da Venezuela - responde Duque.

- Mas a Colômbia está disposta a receber tropas militares em seu território? - Segovia responde.

- Eu tenho sido claro, a solução em que acredito está no cerco diplomático. A continuidade do cerco diplomático deve ser o efeito dominó que será gerado na Venezuela quando mais membros das Forças Armadas depositarem sua lealdade a Juan Guaidó - ressalta Iván Duque.

- Então, a Colômbia não está disposta a receber tropas americanas em seu território ... - esclarece Segovia.

- Nós fomos claros. O mais importante para a Venezuela alcançar a liberdade é o cerco diplomático, diz Duque.

- Então, é um não? - insiste Segovia

- O cerco diplomático é a ferramenta mais importante que tem sido visto na história da América Latina. Então, acho que é um grande triunfo para comemorar. A continuidade disto é representada pelo fato de que há mais soldados, assim como aqueles que já o fizeram nos últimos dias, entregando sua lealdade e juramento a Juan Guaidó.

- Com licença, senhor presidente, mas você não está respondendo a pergunta. A Colômbia está disposta a receber tropas dos EUA em seu território? - Segovia insiste novamente.

- Eu responderei de novo ... - Duque diz.

mas Segovia o interrompe - sim ou não? Não tem nuances esta questão.

- É que, como não tem nuances, reitero que acredito convincentemente na importância do cerco diplomático, conclui Duque.

Segovia pediu a seus seguidores em sua conta no Twitter que tirassem suas próprias conclusões após a evasão do presidente.

Embora a chegada dos 5.000 militares ainda não tenha sido confirmada, os Estados Unidos já têm um transporte aéreo da base militar de Homestead, na Flórida, para a cidade colombiana de Cúcuta, a 2.600 quilômetros de distância.

Para as operações, são utilizados pelo menos três aviões de transporte militar pesado C-17 Globemaster III de longo alcance, fabricados pela Boeing e capazes de transportar 180 toneladas e entre 80 e 100 tripulantes.

Homestead é também a sede do controverso Comando Sul dos EUA.

Comando Sul

É o Comando Unificado das Forças Armadas dos Estados Unidos que operam na América Latina e no Caribe e um dos nove comandos diretamente ligados à mais alta liderança do Departamento de Defesa dos EUA.

Opera em um raio de ação de 32 países, 19 deles na América Central e do Sul e o restante no Caribe. Desde 1997, sua sede é no estado da Flórida.

Antes, desde 1947, baseava-se no Panamá. Sua própria história reconhece como antecedente "glorioso", o desembarque de fuzileiros navais ianques naquele país no início do século XX. Comando Sul, também conhecido pela sua nomeação Inglês USSOUTHCOM se tornou um símbolo do intervencionismo americano na região e tem sido um aliado das forças militares e paramilitares.

Nos últimos anos, o USSOUTHCOM vem armando, treinando e doutrinando exércitos nacionais para servir os interesses dos EUA sob sua liderança. O objetivo é evitar o uso de tropas americanas e, assim, reduzir a oposição política nos Estados Unidos.

O modelo é que Washington dirige e treina exércitos latino-americanos através de "programas conjuntos" extensivos e intensivos e subcontrata empresas mercenárias privadas que prestam apoio militar especializado, sendo todos, oficiais "aposentado" do exército norte-americano. (Extraído da Encyclopedia against Terrorism)

O Brasil de Bolsonaro, um novo aliado do Pentágono

O Brasil, o maior país da América do Sul e com as maiores forças militares, tornou-se nos últimos anos um aliado inesperado da implantação do Pentágono na região.

Os governos de Michel Temer (interino após um golpe parlamentar) e Jair Bolsonaro, pretendem mudar a matriz do nacionalismo forte que se consolidou durante os governos do Partido dos Trabalhadores.

Em uma das primeiras entrevistas depois de assumir o cargo de presidente, a ultra-direita de Bolsonaro garantiu ao canal do SBT a possibilidade de instalar uma base militar norte-americana no país.

Mas Bolsonaro, um ex-capitão de um posto menor, parcialmente retratou sua ideia ao receber fortes críticas de seus próprios generais.

No entanto, ninguém duvida da proximidade do novo presidente brasileiro com seu colega americano, nem da admiração de dois de seus filhos pelo Mossad (serviço secreto dos hebreus) e pelo exército israelense.

O chefe do Comando Sul dos Estados Unidos esteve na semana passada no Brasil e foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, com quem discutiu o "caso da Venezuela".

Bolsonaro comprometeu-se a usar o estado de Roraima como um centro de coleta para a suposta ajuda humanitária contra a Venezuela e, portanto, para o desdobramento logístico dos EUA.

Seja qual for o objetivo da mobilização militar ordenada pela Casa Branca - dos preparativos para uma agressão direta a outra medida de pressão psicológica contra suas autoridades legítimas -, o que é inegável neste momento é que os Estados Unidos movem suas cartas na região para cercar a Venezuela por todas as estradas ao seu alcance.

Diante desse cenário, Cuba convocou todos os povos e governos do mundo para defender a paz e se opor, juntos, a diferenças políticas ou ideológicas, para impedir uma nova intervenção militar imperialista na América Latina e no Caribe que prejudicaria a independência, a soberania e os interesses dos povos do Rio Grande à Patagônia.

Contando também que nesse momento, Maduro ordenou o fechamento das fronteiras terrestres com o Brasil. A chapa esta esquentando!

operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/54918/confirmado-estados-unidos-cercam-militarmente-venezuela
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21-02-2019, 08:35 PM
Resposta: #2
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
Nicolás Maduro envia tanques de guerra para a fronteira com o Brasil

Por BBC - Editado p/Cimberley Cáspio

Na noite de quarta-feira (20), Américo de Grazia, deputado da Assembleia Nacional venezuelana pelo Estado de Bolívar, publicou no Twitter fotos de quatro tanques de guerra em ruas de Santa Elena de Uiarén, cidade venezuelana na fronteira com Roraima. Grazia integra o partido La Causa R, que faz oposição a Maduro.

"O #Usurpador tomou militarmente #StaElenaDeUairen para impedir a entrada da #AjudaHumanitária aos #Venezuelanos. Não obstante os povos indígenas Pemones de #LaGranSabana com a Alcaldía e o Ciudadanos tornarão real a solidariedade. Juan Guaidó Presidente."

Em entrevista à BBC News Brasil, ele reafirmou que os veículos estavam sendo enviados para a fronteira, e que outros quatro tanques foram deslocados para a região nesta quinta.

[Imagem: _105742697_tanques.jpg]

Tanque fotografado na quarta-feira pelo deputado venezuelano Américo de Grazia em Santa Elena de Uairén, cidade venezuelana na fronteira com Roraima - Foto: Américo de Grazia

Grazia afirma que o fechamento da divisa vai agravar as condições do lado venezuelano, que depende da importação de alimentos brasileiros. Ele diz que Santa Elena de Uiarén já enfrenta uma situação precária, sem eletricidade nem serviços telefônicos operantes, e que muitos moradores têm sobrevivido graças a doações de brasileiros.

"Há muita inquietude e incerteza na região. Havia grande expectativa do povo venezuelano pela chegada da ajuda humanitária retida na fronteira", diz o deputado.

Segundo ele, o fechamento também vai prejudicar o abastecimento das bases militares venezuelanas na região. "Na maioria dos quartéis, os soldados comem frango, verdura e arroz que vêm do Brasil. Se não houver tráfego, não haverá comida também para os quartéis."

http://www.bbc.com/portuguese/brasil-47325681
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22-02-2019, 12:08 PM
Resposta: #3
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
Que bom!
Esse porco comunista nojento do Maduro precisa ser arrancado de lá o mais rápido possível.
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22-02-2019, 01:34 PM
Resposta: #4
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
(22-02-2019 12:08 PM)Marcelo Almeida Escreveu:  Que bom!
Esse porco comunista nojento do Maduro precisa ser arrancado de lá o mais rápido possível.

Não sei porque, mas estou achando que teremos uma reprise do que aconteceu na Síria bem aqui no nosso quintal. Pobre do povo venezuelano que vai ficar no fogo cruzado. Eu tenho pra mim, que o Maduro só sai do poder morto.

E, na minha opinião, não acho que outros países deveriam se intrometer lá. Eles que resolvam os problemas deles internamente. Esse negócio dos EUA ficarem interferindo na política de outros países nunca deu certo, vide Iraque, Afeganistão, Síria, Líbia.

Agora é esperar pelo inevitável... teremos um conflito armado em breve. Um outro user do fórum (não lembro quem ) havia previsto essa guerra, mas pra meados de 2020... pelo visto o tempo vai fechar antes para aqueles lados.

"Combati o bom combate, terminei a corrida e, principalmente, mantive a fé!!!"
2 Timóteo 4:7
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25-02-2019, 04:17 PM (Resposta editada pela última vez em: 25-02-2019 04:39 PM por Cimberley Cáspio.)
Resposta: #5
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
Grupo de Lima: a ajuda humanitária não está dando certo. Então, a opção militar é o que tem na mesa.

Por Álvaro Verzi Rangel - Opera Mundi

[Imagem: images%7Ccms-image-000620905.jpg]

EUA e Grupo de Lima vão tentar solução militar

Fracassada a mal sucedida entrada do cavalo de Troia da "ajuda humanitária", o plano intervencionista dos EUA e da oposição venezuelana tentará encontrar abrigo sob o guarda-chuva da Organização dos Estados Americanos (na verdade, do chamado Grupo de Lima), que formaria uma força conjunta para entrar na Venezuela de modo semelhante ao que foi feito no Haiti em 2004.

Sob a égide do vice-presidente Mike Pence, certamente este grupo alinhado com Washington vai acordar novas sanções contra a Venezuela para fechar ainda mais o cerco financeiro, à espera de um "falso positivo" de qualquer tipo de violência ou de uma reação negativa das Forças Armadas Nacional Bolivariano (FANB). Chama-se reação negativa não obedecer às ordens desse grupo de países.

Mas eles têm um grave problema: a unidade mostrada pelos militares venezuelanos gerou um "efeito rebote" sobre seus pares brasileiros e, acima de tudo, colombianos. A denúncia feita por Maduro da confissão do presidente colombiano Iván Duque a seu chefe norte-americano Donald Trump, em uma conversa telefônica, de que os militares colombianos não estariam dispostos a se envolver em um conflito (pelo menos aberto) com a Venezuela, é um obstáculo de peso na rota dos falcões de Washington.

O "roteiro" não está funcionando, talvez porque, apesar de criar uma realidade virtual, ainda há a realidade-real que forçou o conselheiro de Segurança Nacional John Bolton a cancelar a viagem para Coreia do Sul, para tratar das negociações com a Coreia do Norte sobre a questão nuclear, um tema básico para as aspirações de reeleição de Trump para novembro de 2020.

Enquanto isso, o representante especial para Venezuela, Elliot Abrams, insiste em uma operação como aquela realizada com os "contras" nicaraguenses durante o governo de Ronald Reagan, uma ação que exige um tempo de duração mais longo, o que não corresponde às exigências eleitorais do presidente tuiteiro.

Barack Obama previa que uma "solução final" para o conflito colombiano era um pré-requisito para o ataque à Venezuela. Mas o conflito colombiano está longe de ser resolvido e uma solução como a levantada por Abrams só iria intensificá-lo.

O poder real dos Estados Unidos, conformado pela associação dos ultraconservadores com as grandes multinacionais de energia, farmacêuticas e de armamentos (entre outros), sabe que, como inexistem as pré-condições mencionadas na Colômbia, uma aventura desse tipo implica elevados riscos de acabar por desestabilizar seu "aliado carnal" antes da Venezuela.

O outro problema é o grau de organização do Chavismo, construída nos últimos 20 anos. O que não se fala sobre a história dos diferentes pontos da fronteira é a resistência partidária das organizações populares, onde homens e mulheres se envolveram, de jovens adolescentes a jovens com mais de sessenta anos. Grande parte da épica resistência de 23 de fevereiro foi realizada em conjunto pela FANB e as organizações populares.

Deve-se ter em mente que o objetivo principal dos EUA é evitar envolver o Conselho de Segurança das Nações Unidas, pois isso poderia conter qualquer plano para uma invasão, dadas as posições da Rússia e China de evitar uma opção militar na Venezuela.

É difícil que a OEA tome esta decisão (não há maioria, especialmente depois que o secretário-geral Luis Almagro ter participação da cerimônia em Cúcuta, o que irritou vários governos), e é por isso que os presidentes do Chile e do Paraguai, Sebastián Piñera e Mario Abdo, viajaram para a fronteira colombiana-venezuelana para apoiar as ações de seu colega colombiano Iván Duque e do Grupo de Lima, que estão agora reunidos nesta segunda-feira em Bogotá.

Almagro tornou-se um problema devido a seu desejo contínuo de protagonismo: em nome da democracia impõe uma prática ou gestão ditatorial na OEA, sem consultar a todos os países ou aplicar as leis e regulamentos da organização pan-americana. Já a Comunidade do Caribe (Caricom) acusou-o – indiretamente – de autocrata e racista.

A ideia de criar vários pontos de coleta de ajuda humanitária buscava distrair o governo da Venezuela e cansá-lo na mobilização de forças e recursos. A inteligência venezuelana avaliou que o show da entrega de ajuda pela (nunca inaugurada) ponte "La Tiendita" seria uma possível distração para facilitar a entrada de forças paramilitares em outras áreas mal controlada de uma fronteira de mais de 2.200 quilômetros.

Os líderes da oposição Maria Corina Machado e Roderick Navarro coordenaram as ações de recolha de ajuda humanitária no Panamá e no Brasil, onde os governos desses países estão divididos entre a possibilidade de apoiar a intervenção militar. No Panamá, os norte-americanos preparam uma logística que abrigaria a suposta ajuda humanitária no Centro de Logística Regional de Assistência Humanitária das Nações Unidas, que o governo queria colocar à disposição da OEA.

A maior preocupação da Venezuela era que o show (com 500 mil pessoas segundo os organizadores e apenas 30 mil de acordo com jornalistas europeus) com artistas internacionais, presidentes e imprensa poderia levar a atos de violência, como forma de pressionar os militares venezuelanos.

Entre as informações com que contava a inteligência venezuelana estava a possibilidade de violência numa ação de um destacamento de atiradores estrangeiros com perfeita visibilidade a partir de áreas elevadas nas cercanias da ponte. Esses atiradores alvejariam voluntários, criando os chamados falsos-positivos que os governantes colombianos tanto apreciam.

É o mesmo modus operandi sangrento utilizado durante o golpe de estado contra Hugo Chávez em abril de 2002.

O poder paralelo

Pequenas estratégias fazem parte de uma trama maior com o objetivo de construir um poder paralelo na Venezuela. Esta é uma guerra de quinta geração, em um contexto de guerra midiática e de notícias falsas, que visa implementar (muitas vezes, infelizmente, com sucesso) um imaginário coletivo de que há uma guerra civil na Venezuela, que as pessoas estão passando fome nas ruas e que o governo assassina adversários à direita e à esquerda.

Praticamente decorados, criados a partir de estratégias repetidas em outros cenários, os discursos associados à oposição venezuelana – dos EUA, da Colômbia e de outros países – seguem o mesmo padrão da retórica messiânica copiado por Juan Guaidó de seu mentor Donald Trump. Eles não mostram nada de novo.

Compreender as suas lógicas e desarticular suas estratégias de manipulação e mentiras, em que o elemento comum é a falácia e a manipulação permanente por meio de falsidades difundidas pelos meios de comunicação e pelas redes digitais, representa uma ação fundamental na ruptura do poder comunicacional a que as oposição venezuelana aspiram.

É comum encontrar em várias declarações na mídia sobre como Nicolás Maduro impede o acesso à ajuda humanitária, “porque ele nega que a nação esteja enfrentando uma crise”. Essa é uma das afirmações mais recorrentes, mesmo que muitas vezes o chavismo tenha reconhecido a existência de graves problemas econômicos e sociais do país, causados em grande parte pelas pesadas restrições financeiras impostas pelos Estados Unidos.

Enquanto isso, o sinistro uso de valores universalmente reconhecidos, como a liberdade, a democracia ou humanitarismo, busca legitimar a violação da legalidade, o desrespeito à Constituição e a rejeição das regras mais básicas de convivência política.

O ex-vice-chanceler Kintto Lucas questionou as intenções dos líderes da direita internacional e dos grandes meios de comunicação, especialmente dos EUA, ao utilizar a população como escudo humano, estimulando os confrontos a pretexto de uma ajuda humanitária que "não significa nada": não serviria nem mesmo por alguns dias.

"Se querem ajudar a Venezuela, que desbloqueiem suas contas, não compliquem a possibilidade de fazer suas compras e vendas no exterior, não faça um boicote ao petróleo", acrescentou.

"É ingênuo pensar que os Estados Unidos querem restaurar a democracia na Venezuela", disse o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, que alertou que a interferência ilegítima e ameaça de uso da força por Washington, com a colaboração do governo de Jair Bolsonaro, pode amanhã ser feita contra o Brasil. As mudanças políticas devem vir através do diálogo e não através de gestos unilaterais, fortemente inspirados por interesses exógenos, motivados por interesses geoestratégicos. Não se pode esquecer que a Venezuela tem a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, alertou ele.

"O Brasil não pode aceitar um projeto de 'mudança de regime' patrocinado pela maior superpotência, com base em um conceito ultrapassado de segurança hemisférica, em uma repetição da Doutrina Monroe, objecto de referências elogiosas feitas pelo primeiro-secretário do governo Trump, Rex Tillerson. Isso não significa ignorar as críticas ao governo de Maduro", acrescentou.

Armas para Guaidó e Colômbia

Quem inspecionou o que há dentro das caixas da chamada “ajuda humanitária” que veio dos EUA? Alimentos, rações desidratadas, medicamentos? Armas? Essas especulações assumem uma dimensão importante diante da reiterada resistência da Cruz Vermelha Internacional em participar da operação.

De acordo com o porta-voz do Ministério do Exterior russo, Maria Zarajova, entre as empresas envolvidas na transferência de armas e munição para a oposição venezuelana estão a Antonov, estatal fabricante de aviões da Ucrânia, e a Air Bridge Cargo ABC. Segundo fontes de inteligência, armas e munição da Polônia chegariam à Colômbia no início de março.

A Air Bridge Cargo é uma subsidiária da Volga-Dnepr, grupo de transporte de carga aérea que mobiliza locomotivas, helicópteros e até outras aeronaves. Seu capital é russo e sua sede fica em Moscou, embora tenha escritórios de operações e vendas nos EUA, na Grã-Bretanha e na União Europeia. A Volga-Dnepr tem sido uma fornecedora de serviços para a ONU e para o comando de transportes do Pentágono (USTRANSCOM), para quem executou cerca de 13.000 missões com equipamentos militares entre 2000 e 2014.

De acordo com fontes da inteligência, em agosto 2015 a Volga pagou ao general Michael Flynn mais de 11 mil dólares por uma conferência. O ex-militar era um membro da equipe de campanha Trump e anteriormente, até 2014, havia sido diretor da DIA, a agência da inteligência militar. Em janeiro de 2017, Trump o designou conselheiro de segurança nacional, embora ele tenha ficado apenas 24 dias no cargo, depois de comprovados os pagamentos que ele havia recebido de entidades russas como parte da suposta interferência russa na campanha eleitoral para impedir a vitória de Hillary Clinton.

A trama, portanto, envolve o conflito entre Rússia e Ucrânia, que tem dificultado a manutenção dos aviões Antonov (herança soviética) e, por outra parte, o papel da Air Bridge, que, ao usar aviões Boeing 747-8, permitiu a sobrevivência da gigante de aviação dos EUA.

Colofão

Apesar de toda a exibição de terror da mídia internacional, ficou claro que existe apenas um governo na Venezuela, o constitucional de Nicolás Maduro, e um povo organizado e determinado a defender a Revolução Bolivariana, apesar da grave crise socioeconômica e para além dos erros e deficiências de seus atuais governantes.

Nenhum carregamento com a alegada ajuda humanitária dos EUA conseguiu entrar neste sábado na Venezuela a partir das fronteiras com Colômbia, Brasil, Curaçao ou Porto Rico.

Juan Guaidó, o presidente interino autoproclamado, pode tirar uma foto (sem ficar fora do palco) com outros líderes como Sebastián Pinera, Iván Duque, Mario Abdo e altos funcionários dos EUA em Cúcuta, com quem compartilhou a frustração de uma operação "made in USA". Voltará ele à Venezuela ou irá se autoproclamar presidente no exílio?

Guaidó havia declarado o dia 23 de fevereiro como o "dia D" venezuelano, quando a "ajuda humanitária" dos EUA entraria no país e a mudança de poder estaria próxima. A realidade: nada disso aconteceu.

Defesa da democracia? Ninguém pode acreditar numa história dessas. Os europeus retiraram seu apoio à operação quando se convenceram de que ela não levaria a nenhuma eleição, como eles pediam. E a partir daí ocorreu o cancelamento das operações das ilhas do Caribe e o recuo brasileiro.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse no domingo que os dias de Maduro "estão contados". "As previsões são difíceis. Escolher os dias exatos é difícil ", disse Pompeo na CNN. "Eu confio que o povo venezuelano vai garantir que os dias de Maduro estejam contados", disse ele, tentando atenuar o fracasso.

Não se deve descartar que a oposição radical tente novamente o terror de rua, como o fez em 2002, 2014 e 2017 (com a sequela de centenas de mortos), criando o imaginário coletivo de uma necessidade de intervenção de forças estrangeiras. E o governo colombiano parece determinado a continuar emprestando seu território para uma operação intervencionista, em troca de milhões de dólares para o Plano Colômbia.

* Sociólogo venezuelano, codiretor do Observatório de Comunicação e Democracia do Centro Latino-Americano de Análise Estratégica (CLAE, http://www.estrategia.la)

operamundi.uol.com.br/opiniao/55016/apos-fracasso-eua-grupo-de-lima-e-oposicao-venezuelana-optarao-pela-solucao-militar
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25-02-2019, 05:32 PM (Resposta editada pela última vez em: 25-02-2019 05:43 PM por Cimberley Cáspio.)
Resposta: #6
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
Reunião encerrada: Grupo de Lima: Países descartam intervenção militar contra Venezuela

Por Redação - Opera Mundi

[Imagem: envio-do-vice-presidente-hamilton-mourao...00x506.jpg]

Representantes do Grupo de Lima se reuniu nesta segunda-feira em Caracas - Chancelaria Colômbia


Representantes diplomáticos do Grupo de Lima afirmaram nesta segunda-feira (25/02), durante reunião em Bogotá, que descartam uma intervenção militar ou qualquer tipo de uso da força na Venezuela. Entre os países que reforçaram esta posição, estão Peru, Colômbia, Chile e Brasil.

"É bom dizer com absoluta claridade, o uso da força em qualquer de suas formas é inaceitável. Não é uma solução para o que ocorre na Venezuela", disse o vice-ministro de Relações Exteriores do Peru, Hugo de Zela. "No Grupo de Lima lutamos para que essa solução se dê de forma pacífica".

"O uso da força não é uma solução para o que acontece na Venezuela. Viemos lutando para que se dê uma solução de forma pacífica. Não estamos apoiando o uso força. O Grupo de Lima vem apoiando uma solução pacífica", afirmou Zela.

Por sua vez, o chanceler colombiano Carlos Trujillo, falou em "responsabilidade de dobrar o apoio e intensificar o respaldo", descartando uma eventual intervenção militar na Venezuela

O vice-presidente brasileiro Hamilton Mourão também disse que a posição de Brasilia é manter a linha de "não intervenção", preferindo fazer o que chamou de "pressão diplomática e econômica internacional" contra a Venezuela.

O Grupo de Lima é formado por 14 países, incluindo Canadá e EUA, e tem o objetivo de pressionar por uma mudança de regime na Venezuela.

Guaidó: 'todas as opções abertas'

Neste final de semana, após o fracasso da operação de "ajuda humanitária" na fronteira da Venezuela com Colômbia e Brasil, o autoproclamado presidente interino Juan Guaidó pediu à comunidade internacional que mantivesse abertas "todas as opções" para tentar tirar o presidente Nicolás Maduro do poder. Guaidó, reconhecido por quase todos os países do Grupo - com exceção do México - participou pela primeira vez do encontro.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, também discursou no evento e anunciou novas sanções contra funcionários venezuelanos. No entanto, ao contrário do defendido por membros do governo norte-americano, não citou a possibilidade de uma intervenção militar na Venezuela - medida que não contaria com amplo apoio dentro do Grupo.

Pence, no entanto, voltou a repetir as ameaças feitas pelo presidente Donald Trump de que militares que não desertarem e se aliarem a Guaidó "serão responsabilizados".

Neste final de semana, caminhões contendo suposta "ajuda humanitária" tentaram entrar na Venezuela, sem sucesso. O governo de Maduro acusou Colômbia e EUA de tentarem criar "falsos positivos" na fronteira, a fim de culpar Caracas. Em discurso na capital venezuelana, o presidente anunciou que, por conta dos incidentes, rompeu relações diplomáticas e políticas com Bogotá.

operamundi.uol.com.br/politica-e-economia/55023/grupo-de-lima-paises-descartam-intervencao-militar-contra-venezuela
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25-02-2019, 05:53 PM
Resposta: #7
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
(22-02-2019 01:34 PM)Fire Fox Escreveu:  Não sei porque, mas estou achando que teremos uma reprise do que aconteceu na Síria bem aqui no nosso quintal. Pobre do povo venezuelano que vai ficar no fogo cruzado. Eu tenho pra mim, que o Maduro só sai do poder morto.

Maduro pode ser turrão, mais não é burro! Maduro é auxiliado pelas milícias cubanas e já tem um plano estratégico montado para que ele comande a resistência direto de Cuba.

Maduro vai ser uma pedra no sapato do governo interino!




(25-02-2019 04:17 PM)Cimberley Cáspio Escreveu:   Grupo de Lima: a ajuda humanitária não está dando certo. Então, a opção militar é o que tem na mesa.

Não precisa saber muito de estratégia militar e ter diploma em assuntos internacionais para saber que a tal da "ajuda humanitária" seria um meio para alcançar o fim.

Maduro já entrou neste jogo sabendo que qualquer das duas opções a ser escolhida, ele iria cair numa armadilha.

1- se ele aceita a ajuda humanitária, os Estados Unidos iria dizer ao mundo que o governo não se sustenta e por isso a população precisa de uma ajuda externa apara sair deste problema.

2- se a ajuda humanitária é recusada, como foi pelo lado da Colômbia, os Estados Unidos vai dizer... Viu, fiz conforme o mundo disse e não deu certo, agora vou agir por outros meios que é a intervenção militar.

A Venezuela não precisa de muito para cair numa guerra cível.

O que tem que ser feito é a remoção do Maduro, esse governo interino entrar e convocar novas eleições dentro de 90 dias, mas acho que os Estados Unidos tem outros planos para Juan Guaidó.

Acho que nem o Guaidó sabe que ele é um fantoche!

Já não sou quem eu era nem voltarei a ser quem fui, mas serei sempre fiel aos meus princípios.


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Cimberley Cáspio (25-02-2019), DeOlhOnafigueira (27-02-2019), Fire Fox (25-02-2019)
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25-02-2019, 08:52 PM
Resposta: #8
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
Um pouco de contra ponto nessa sanha imperialista:

Análise: fracasso dos EUA em desestabilizar situação na Venezuela fortaleceu Maduro:


Citar:O decano da Faculdade de Ciências Econômicas e Sociais da Academia Russa de Economia e Serviço Público, Aleksandr Chichin, explicou para o serviço russo de rádio Sputnik que mudanças houve no equilíbrio de forças e na situação na Venezuela.

mais uma:

Citar:No dia 23 de fevereiro, Caracas rompeu as relações diplomáticas com Bogotá e deu 24 horas aos diplomatas colombianos para abandonarem o país. O agravamento das relações entre os dois países foi causado pela situação em torno das tentativas dos EUA de fazerem chegar ajuda humanitária da Colômbia à Venezuela sem o consentimento de Caracas.

outra:
Citar:"Mas todas as medidas diplomáticas já foram tomadas, e a única coisa de que eles podem falar são os métodos de intervenção. Eles não conseguiram (…) usar essa ajuda humanitária como instrumento para abrir uma brecha na fronteira venezuelana… Claro que todos os venezuelanos que não são muito ricos agora estão ainda mais próximos de Maduro ", disse Aleksandr Chichin.

Conclusão:

Citar:"Maduro saiu dessa situação mais forte. Mas agora a perspectiva é perfeitamente óbvia. O país sobreviverá em condições de mobilização moral e política, com recursos econômicos muito escassos, e esse período pode ser bastante longo". Chichin observou que os Estados Unidos não estão conseguindo esmagar a Venezuela, à vista de todos, pois a capacidade de resistência de Maduro é bastante significativa.


Quem venha o choro e ranger de dente.

Ou no bom popules: que venha o mimimi

Fonte:
https://br.sputniknews.com/americas/2019...er-Maduro/
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Cimberley Cáspio (25-02-2019), Neo1 (01-03-2019)
25-02-2019, 10:51 PM
Resposta: #9
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
(25-02-2019 08:52 PM)tarcardoso Escreveu:  Quem venha o choro e ranger de dente.

Para mim, pouco me importa se o Maduro vai ficar ou se vai sair... Eu estou aqui, na minha casa, muita comida bebida e água fresca e meu trabalho.

Tenho meu dinheiro, meu caro e minha família, mas pouco me importo com isso.

Para você, o que vale mesmo é a sua sanha em defender o indefensável.

Não adianta amigo, sempre quem vai pagar é o inocente e no final, o ranger de dentes será dos venezuelanos e não minha!

Passar bem !

Já não sou quem eu era nem voltarei a ser quem fui, mas serei sempre fiel aos meus princípios.


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25-02-2019, 11:18 PM
Resposta: #10
RE: Confirmado: começa o cerco naval americano à Venezuela.
https://twitter.com/telesurenglish/statu...3159386118


TRUMP É UMA FARSA.

Ele disse em campanha não mais fazer guerras e agora quer destruir a américa latina.

Ele não prendeu ninguém dos DEMONIOcratas.

A farsa Q LARP caiu por terra.

Ele quer 5g!!

Ele realmente não fez NADA para parar a NOM no seu país. Em nada.

O FED continua escravizando não só americanos como o mundo todo.

A equipe dele é composta por agentes da era bush e grupos ligados a bancos e agentes da NOM.

É um psicopata egomaníaco e mentiroso. Agora vão provocar a ww3 na américa latina.
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