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COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
09-11-2015, 10:52 PM
Resposta: #1
COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
Ministros iniciam em Paris reunião preparatória para a COP21

Da Agência Lusa - EBC
Mais de 60 ministros do Meio Ambiente de todo o mundo reúneu-se neste domingo (8) em Paris para concluir os preparativos da 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21), que começa no final de novembro na capital francesa.

Após uma sessão de abertura conduzida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês e presidente da Conferência Paris Clima 2015 (COP 21), Laurent Fabius, e pelo ministro do Ambiente peruano e presidente da Conferência da ONU sobre as negociações climáticas em Lima (COP 20), Manuel Pulgar Vidal, os representantes de todo o mundo começaram a debater divergências e as várias etapas necessárias para alcançar a ambiciosa meta global de limitar o aumento da temperatura global no nível recomendado de dois graus Celsius.

Na sua intervenção, Fabius destacou que este encontro preparatório da cimeira – “o maior realizado até hoje “ -, tem como objetivo avançar com os trabalhos para a concretização de um acordo global “ambicioso”, reconhecendo, no entanto, que o processo será “muito difícil e renhido, porque as posições defendidas não são as mesmas”.

“Já foi feito muito trabalho, mas como acontece nas corridas de longa distância, muitas vezes os últimos quilômetros são os mais difíceis”, disse o chefe da diplomacia francesa, recordando que o projeto de texto do futuro acordo de Paris foi recentemente alcançado por negociadores na cidade alemã de Bonn.

“Muitos preferiam um texto mais curto, mas está estruturado (…) e mais importante foi aceito” como base para as negociações finais em Paris, acrescentou Laurent Fabius, esperando que o texto alcançado em Bonn consiga reunir o apoio político necessário e abrir caminho para um acordo final.

Segundo Fabius, a ambição (do acordo) não passa só pela redução de emissões de gases de efeito de estufa, nomeadamente as emissões de dióxido de carbono (CO2), mas também pela ampliação dos meios financeiros e tecnológicos para a luta contra as alterações climáticas.

A equidade entre os países desenvolvidos e as nações em desenvolvimento e os respetivos contributos é outra das questões que está sempre em foco. “Se não chegarmos a um acordo [na reunião de Paris], a opinião pública internacional não irá perceber. Mais tarde será tarde demais. Espero que os ministros estejam à altura da responsabilidade”, disse.

Entre os países presentes nesta reunião preparatória estão os principais emissores de gases de efeito estufa como Estados Unidos, China, Índia, Brasil ou Rússia, mas também os países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas como Bangladesh ou o Níger.

A reunião ministerial ocorre até terça-feira (10) na capital francesa.

MAS...


Escrito por Luis Dufaur Verde: a cor do comunismo

Na medida que se aproxima a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, ou COP21, o ambientalismo radical e as esquerdas em geral preparam uma grande pressão. Eles têm muito a ganhar.

A COP21 visa assinar um tratado que substitua o decaído Protocolo de Kyoto que teoricamente devia limitar as emissões de CO2 no planeta.

O Protocolo de Kyoto hoje está falido e deve ser substituído, segundo eles. Alegando o combate ao aquecimento global e a diminuição das emissões de CO2, o novo acordo visaria instaurar uma governança mundial sob a qual as nações perderão soberania, em graus crescentes.

[Imagem: e43a5-calvin2bbeisner252c2bfundador2be2b...;amp;h=640]

O Dr. Calvin Beisner também foi professor de estudos interdisciplinares no Covenant College de 1992 a 2000. É autor de quatro obras sobre população, recursos, economia e meio ambiente, além de 8 outras obras; contribuiu para mais de 30 livros e publicou centenas de artigos. Testemunhou como perito em ética e economia da política climática perante comissões do Congresso dos EUA. Bacharelado em Estudos Interdisciplinares pela Universidade do Sul da Califórnia (1978). Mestrado com especialização em Ética Econômica pelo International College (1983). Ph.D. em História da Escócia (História do Pensamento Político) pela Universidade de St. Andrews, Escócia.



Essa governança verde já nascerá voltada contra a riqueza das nações – os países ricos e também aqueles que aspiram a sê-lo – com projetos de essência socialista fortemente condimentados com utopias malsãs de cunho anarco-tribalista, como o CIMI e outros tentáculos da CNBB já nos têm acostumado.

Também o Papa Francisco I se engajou na campanha de “pressão moral” para a COP21 aprovar esse governança planetária, muito parecida com as utopias de séculos passados.

Nesse sentido publicou a encíclica ‘Laudato si’ que causou espanto nos espíritos mais ponderados, especialmente no campo científico, pelo favorecimento das hipóteses aquecimentistas da religião verde.


Nós temos dedicados diversos posts a esse pronunciamento e os aplausos quase unânimes das esquerdas mundiais e a grande cobertura midiática que recebeu.

Na mesma linha de “pressão moral” sobre a COP21, o Papa Francisco reuniu no mês de julho (2015) perto de 70 prefeitos de esquerda do mundo no Vaticano.


[Imagem: 14p452ge3m5v1o862onlpl7w6.jpg]

Papa Francisco I pediu a 70 prefeitos do mundo pressionar pela governança mundial na COP21.


Citar:Ele os exortou a empreender essa cruzada sem cruz. “A Santa Sé pode fazer um belo discurso nas Nações Unidas, mas,se não partir de vocês, das grandes ou pequenas cidades, não haverá nenhuma mudança”, disse, segundo a Agência Brasil - EBC


[Imagem: osservatore_romano_lusa.jpg?itok=utIIfPW6]

Papa Francisco se reuniu com prefeitos de várias cidades do mundo para falar sobre os problemas ambientais que ameaçam o planeta.


A objetividade nos leva a considerar que a COP21 tem mais um aspecto relevante.

Ela reunirá em Paris por volta de 40.000 políticos na sua maioria comprometidos com a agenda verde; funcionários governamentais ou de órgãos internacionais; grande número de ativistas verdes – especialmente das ONGs mais radicais encarregadas de “representar a sociedade” e de encenarem o folclore tribalista-ambientalista –, lobistas defensores de toda espécie de interesses, além de milhares de jornalistas devidamente instruídos pelas redações de seus jornais.

No total essa multidão seleta e bem paga confluirá de 195 nações, a ponto que lhes está reservado em Paris o maior aeroporto da Europa exclusivo para jatos privados.

A viagem além de bem paga será também compensada com hotéis e benesses oficiais. Fazendo alegre parte desses “happy few” teremos os “defensores dos pobres” increpando o “aquecimento global” provocado pelos “ricos”.

Essa “pressão moral” só será verdadeiramente moral se tiver fundamento na realidade dos fatos.
Caso contrário, será uma genuína “pressão imoral”.


Neste Blog Temos Documentos abundantemente os exageros e as fraudes da confraria ambintalista

Entrementes, a gravidade do que estará em jogo na COP21 de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, nos leva a insistir nesse ponto capital que distingue o “moral” do “imoral” no caso.

Quando o Papa Francisco promoveu o Seminário “Proteger o Planeta, Tornar Digna a Humanidade” por intermédio da Pontifícia Academia das Ciências, o Dr. Calvin Beisner, fundador e porta-voz nacional da Cornwall Alliance for the Stewarship of Creation (Aliança Cornwall para o Manejo da Criação), concedeu entrevista a"Catolicismo" que ganhou atualidade em função da COP21.

Reproduzimos essa entrevista a continuação em dois posts em virtude de sua extensão.


[Imagem: b245e-plen25c325a1rio2bda2bcop192bem2bva...;amp;h=214]

Plenário da COP19 em Varsóvia. A reunião de Paris, COP21, será ainda maior.


Catolicismo — O que levou ao senhor, por ocasião do Seminário “Proteger o Planeta, Tornar Digna a Humanidade” promovido no Vaticano pela Pontifícia Academia das Ciências, a organizar uma Convenção informal, em Roma, e a enviar uma Carta Aberta ao Papa Francisco sobre as alterações climáticas?

Calvin Beisner — Antes de mais nada, quero deixar claro que não fui eu quem organizou a referida convenção prévia, se bem que tive o privilégio de tomar parte dela, mas quem realmente a organizou foi o Instituto Heartland

São nossos bons amigos e tive a satisfação de nela poder participar. Fiquei surpreso com a rapidez com que a montaram em apenas cinco ou seis dias.

Por que foi importante tratarmos dessa questão? É claro que o Papa Francisco tem uma influência moral enorme no mundo como o chefe da Igreja Católica, com cerca de 1.2 bilhões de pessoas, que o consideram seu principal mestre de moral nesta Terra.

Seja qual for a posição que em sua Encíclica venha a assumir a propósito de várias questões, é natural que será altamente influente.

Como afirmamos em nossa Carta Aberta, estamos certos de que o temor de um perigoso “aquecimento global provocado pelo homem” é determinado por modelos climáticos que já fracassaram no teste-chave da ciência.

[Imagem: capitalism%2Band%2Bthe%2Bclimate%2Bcrisis.jpg]


Catolicismo — A mídia noticiou amplamente essa Carta Aberta e a Conferência prévia que realizaram em Roma. O senhor acha que foram bem sucedidos em influenciar o debate sobre o “aquecimento global”?

Calvin Beisner — Bem, é muito difícil avaliar isso em círculos políticos e sociais, particularmente nos eclesiásticos e teológicos. Eu julgo bastante provável que nossa Carta Aberta tenha exercido uma influência significativa.

Poucas semanas depois de a difundirmos, em 28 de abril último, noticiou-se que o Vaticano havia adiado a publicação da Encíclica, aparentemente porque não esperava que a mesma viesse contar com a aprovação da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, dirigida pelo cardeal Gerhard Müller.

Sei que diversas pessoas levaram nossa Carta Aberta diretamente às mãos do Cardeal. Assim, sou levado a crer que ele tenda a coincidir com tal mensagem. Assim, penso que é muito provável que ela teve sua influência, mas humanamente falando é muito difícil prová-lo.

Catolicismo — Foi o senhor que escreveu a Carta Aberta ao Papa Francisco?

Calvin Beisner — A primeira redação foi minha. Recebi também opiniões de um certo número de especialistas — teólogos, filósofos, cientistas — assim como de economistas. Na realidade, foi produto de uma equipe.

Fonte Verde: a cor do do comunismo , Agência Brasil - EBC

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John Dickinson (10-11-2015)
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10-11-2015, 01:42 AM
Resposta: #2
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
(09-11-2015 10:52 PM)Espreitando Escreveu:  
Ministros iniciam em Paris reunião preparatória para a COP21

Da Agência Lusa - EBC
Mais de 60 ministros do Meio Ambiente de todo o mundo reúneu-se neste domingo (8) em Paris para concluir os preparativos da 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21), que começa no final de novembro na capital francesa.

Após uma sessão de abertura conduzida pelo ministro dos Negócios Estrangeiros francês e presidente da Conferência Paris Clima 2015 (COP 21), Laurent Fabius, e pelo ministro do Ambiente peruano e presidente da Conferência da ONU sobre as negociações climáticas em Lima (COP 20), Manuel Pulgar Vidal, os representantes de todo o mundo começaram a debater divergências e as várias etapas necessárias para alcançar a ambiciosa meta global de limitar o aumento da temperatura global no nível recomendado de dois graus Celsius.

Na sua intervenção, Fabius destacou que este encontro preparatório da cimeira – “o maior realizado até hoje “ -, tem como objetivo avançar com os trabalhos para a concretização de um acordo global “ambicioso”, reconhecendo, no entanto, que o processo será “muito difícil e renhido, porque as posições defendidas não são as mesmas”.

“Já foi feito muito trabalho, mas como acontece nas corridas de longa distância, muitas vezes os últimos quilômetros são os mais difíceis”, disse o chefe da diplomacia francesa, recordando que o projeto de texto do futuro acordo de Paris foi recentemente alcançado por negociadores na cidade alemã de Bonn.

“Muitos preferiam um texto mais curto, mas está estruturado (…) e mais importante foi aceito” como base para as negociações finais em Paris, acrescentou Laurent Fabius, esperando que o texto alcançado em Bonn consiga reunir o apoio político necessário e abrir caminho para um acordo final.

Segundo Fabius, a ambição (do acordo) não passa só pela redução de emissões de gases de efeito de estufa, nomeadamente as emissões de dióxido de carbono (CO2), mas também pela ampliação dos meios financeiros e tecnológicos para a luta contra as alterações climáticas.

A equidade entre os países desenvolvidos e as nações em desenvolvimento e os respetivos contributos é outra das questões que está sempre em foco. “Se não chegarmos a um acordo [na reunião de Paris], a opinião pública internacional não irá perceber. Mais tarde será tarde demais. Espero que os ministros estejam à altura da responsabilidade”, disse.

Entre os países presentes nesta reunião preparatória estão os principais emissores de gases de efeito estufa como Estados Unidos, China, Índia, Brasil ou Rússia, mas também os países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas como Bangladesh ou o Níger.

A reunião ministerial ocorre até terça-feira (10) na capital francesa.

MAS...


Escrito por Luis Dufaur Verde: a cor do comunismo

Na medida que se aproxima a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, ou COP21, o ambientalismo radical e as esquerdas em geral preparam uma grande pressão. Eles têm muito a ganhar.

A COP21 visa assinar um tratado que substitua o decaído Protocolo de Kyoto que teoricamente devia limitar as emissões de CO2 no planeta.

O Protocolo de Kyoto hoje está falido e deve ser substituído, segundo eles. Alegando o combate ao aquecimento global e a diminuição das emissões de CO2, o novo acordo visaria instaurar uma governança mundial sob a qual as nações perderão soberania, em graus crescentes.

[Imagem: e43a5-calvin2bbeisner252c2bfundador2be2b...;amp;h=640]

O Dr. Calvin Beisner também foi professor de estudos interdisciplinares no Covenant College de 1992 a 2000. É autor de quatro obras sobre população, recursos, economia e meio ambiente, além de 8 outras obras; contribuiu para mais de 30 livros e publicou centenas de artigos. Testemunhou como perito em ética e economia da política climática perante comissões do Congresso dos EUA. Bacharelado em Estudos Interdisciplinares pela Universidade do Sul da Califórnia (1978). Mestrado com especialização em Ética Econômica pelo International College (1983). Ph.D. em História da Escócia (História do Pensamento Político) pela Universidade de St. Andrews, Escócia.



Essa governança verde já nascerá voltada contra a riqueza das nações – os países ricos e também aqueles que aspiram a sê-lo – com projetos de essência socialista fortemente condimentados com utopias malsãs de cunho anarco-tribalista, como o CIMI e outros tentáculos da CNBB já nos têm acostumado.

Também o Papa Francisco I se engajou na campanha de “pressão moral” para a COP21 aprovar esse governança planetária, muito parecida com as utopias de séculos passados.

Nesse sentido publicou a encíclica ‘Laudato si’ que causou espanto nos espíritos mais ponderados, especialmente no campo científico, pelo favorecimento das hipóteses aquecimentistas da religião verde.


Nós temos dedicados diversos posts a esse pronunciamento e os aplausos quase unânimes das esquerdas mundiais e a grande cobertura midiática que recebeu.

Na mesma linha de “pressão moral” sobre a COP21, o Papa Francisco reuniu no mês de julho (2015) perto de 70 prefeitos de esquerda do mundo no Vaticano.


[Imagem: 14p452ge3m5v1o862onlpl7w6.jpg]

Papa Francisco I pediu a 70 prefeitos do mundo pressionar pela governança mundial na COP21.


Citar:Ele os exortou a empreender essa cruzada sem cruz. “A Santa Sé pode fazer um belo discurso nas Nações Unidas, mas,se não partir de vocês, das grandes ou pequenas cidades, não haverá nenhuma mudança”, disse, segundo a Agência Brasil - EBC


[Imagem: osservatore_romano_lusa.jpg?itok=utIIfPW6]

Papa Francisco se reuniu com prefeitos de várias cidades do mundo para falar sobre os problemas ambientais que ameaçam o planeta.


A objetividade nos leva a considerar que a COP21 tem mais um aspecto relevante.

Ela reunirá em Paris por volta de 40.000 políticos na sua maioria comprometidos com a agenda verde; funcionários governamentais ou de órgãos internacionais; grande número de ativistas verdes – especialmente das ONGs mais radicais encarregadas de “representar a sociedade” e de encenarem o folclore tribalista-ambientalista –, lobistas defensores de toda espécie de interesses, além de milhares de jornalistas devidamente instruídos pelas redações de seus jornais.

No total essa multidão seleta e bem paga confluirá de 195 nações, a ponto que lhes está reservado em Paris o maior aeroporto da Europa exclusivo para jatos privados.

A viagem além de bem paga será também compensada com hotéis e benesses oficiais. Fazendo alegre parte desses “happy few” teremos os “defensores dos pobres” increpando o “aquecimento global” provocado pelos “ricos”.

Essa “pressão moral” só será verdadeiramente moral se tiver fundamento na realidade dos fatos.
Caso contrário, será uma genuína “pressão imoral”.


Neste Blog Temos Documentos abundantemente os exageros e as fraudes da confraria ambintalista

Entrementes, a gravidade do que estará em jogo na COP21 de 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, nos leva a insistir nesse ponto capital que distingue o “moral” do “imoral” no caso.

Quando o Papa Francisco promoveu o Seminário “Proteger o Planeta, Tornar Digna a Humanidade” por intermédio da Pontifícia Academia das Ciências, o Dr. Calvin Beisner, fundador e porta-voz nacional da Cornwall Alliance for the Stewarship of Creation (Aliança Cornwall para o Manejo da Criação), concedeu entrevista a"Catolicismo" que ganhou atualidade em função da COP21.

Reproduzimos essa entrevista a continuação em dois posts em virtude de sua extensão.


[Imagem: b245e-plen25c325a1rio2bda2bcop192bem2bva...;amp;h=214]

Plenário da COP19 em Varsóvia. A reunião de Paris, COP21, será ainda maior.


Catolicismo — O que levou ao senhor, por ocasião do Seminário “Proteger o Planeta, Tornar Digna a Humanidade” promovido no Vaticano pela Pontifícia Academia das Ciências, a organizar uma Convenção informal, em Roma, e a enviar uma Carta Aberta ao Papa Francisco sobre as alterações climáticas?

Calvin Beisner — Antes de mais nada, quero deixar claro que não fui eu quem organizou a referida convenção prévia, se bem que tive o privilégio de tomar parte dela, mas quem realmente a organizou foi o Instituto Heartland

São nossos bons amigos e tive a satisfação de nela poder participar. Fiquei surpreso com a rapidez com que a montaram em apenas cinco ou seis dias.

Por que foi importante tratarmos dessa questão? É claro que o Papa Francisco tem uma influência moral enorme no mundo como o chefe da Igreja Católica, com cerca de 1.2 bilhões de pessoas, que o consideram seu principal mestre de moral nesta Terra.

Seja qual for a posição que em sua Encíclica venha a assumir a propósito de várias questões, é natural que será altamente influente.

Como afirmamos em nossa Carta Aberta, estamos certos de que o temor de um perigoso “aquecimento global provocado pelo homem” é determinado por modelos climáticos que já fracassaram no teste-chave da ciência.

[Imagem: capitalism%2Band%2Bthe%2Bclimate%2Bcrisis.jpg]


Catolicismo — A mídia noticiou amplamente essa Carta Aberta e a Conferência prévia que realizaram em Roma. O senhor acha que foram bem sucedidos em influenciar o debate sobre o “aquecimento global”?

Calvin Beisner — Bem, é muito difícil avaliar isso em círculos políticos e sociais, particularmente nos eclesiásticos e teológicos. Eu julgo bastante provável que nossa Carta Aberta tenha exercido uma influência significativa.

Poucas semanas depois de a difundirmos, em 28 de abril último, noticiou-se que o Vaticano havia adiado a publicação da Encíclica, aparentemente porque não esperava que a mesma viesse contar com a aprovação da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, dirigida pelo cardeal Gerhard Müller.

Sei que diversas pessoas levaram nossa Carta Aberta diretamente às mãos do Cardeal. Assim, sou levado a crer que ele tenda a coincidir com tal mensagem. Assim, penso que é muito provável que ela teve sua influência, mas humanamente falando é muito difícil prová-lo.

Catolicismo — Foi o senhor que escreveu a Carta Aberta ao Papa Francisco?

Calvin Beisner — A primeira redação foi minha. Recebi também opiniões de um certo número de especialistas — teólogos, filósofos, cientistas — assim como de economistas. Na realidade, foi produto de uma equipe.

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[ ATUALIZAÇÃO ] COP21 - 10/11/15

[Imagem: 12208731_1780173452209520_6017641460835454134_n.jpg]

Barack Obama cria página no facebook e envia mensagem sobre clima


VEJA a matéria completa em APC NEWS

Os ditadores nunca são tão fortes quanto dizem ser. O povo nunca é tão fraco quanto pensa ser. #GeneShap
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10-11-2015, 07:22 AM
Resposta: #3
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
Obama está destruindo a economia dos Estados Unidos assim como está enfraquecendo internamente com suas políticas voltadas para o islamismo.

Existe provas e mais provas de que ele nunca foi um cidadão americano e todos em sua maioria sem poder para fazer nada sabem disso. Uma grande e monstruosa conspiração está em curso para mudar de vez a política americana.
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Espreitando (10-11-2015)
23-11-2015, 02:09 PM
Resposta: #4
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
COP21 PODE SER O "FRACASSO DO ANO" OU ABRIR A "ERA DO FRACASSO DA CIVILIZAÇÃO"

[Imagem: Na%2BCOP21%252C%2B40.000%2Brepresentante...3ricos.jpg]


De 30 de novembro a 11 de dezembro de 2015, cerca de 40.000 pessoas bem pagas – políticos, funcionários de governos ou de órgãos internacionais, ativistas verdes radicais, lobistas, religiosos “pelos pobres” e milhares de jornalistas – chegarão a Paris procedentes de 195 nações, enchendo hotéis e aeroportos, inclusive o maior campo de pouso da Europa, exclusivo para jatos privados.

Eles farão parte de uma assembleia babilônica batizada de Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, ou abreviadamente COP21.

Pelo menos 117 chefes de Estado e de governo participarão da abertura dessa conferência. Ao término da “sessão política”, a negociação visará a que o rascunho do novo acordo climático, essencialmente já escrito, receba sua redação final até 5 de dezembro. Caberá ao ministro socialista Fabius, chefe da delegação do país sede, mediar os conchavos finais.

O objetivo declarado é chegar a um acordo planetário que obrigue os países assinantes a reduzirem maciçamente suas emissões de gases estufa. A suposição é de que se poderá assim ajudar a evitar que a temperatura global da Terra aumente mais de 2º graus centígrados num século.

Dificilmente a maioria desses 40.000 participantes saberia explicar o que é um gás estufa. Mais árduo será encontrar aqueles que sabem que o principal gás estufa é o vapor de água (leiam-se as nuvens que constituem 72% desses “demônios dos ares”).

Muitas outras incongruências e ignorâncias ideologicamente enviesadas poderiam ser mencionadas. Já o temos feito largamente neste blog.

Na melhor das hipóteses, a maioria dos 40.000 eleitos apontará como vilão máximo o CO2, que constitui apenas um ínfimo 0,0385% da atmosfera terrestre, e que na era dos dinossauros chegou a ser por volta de 0,2%, produzindo uma exuberante expansão da vegetação e da vida animal.

[Imagem: Plenario%2Baguarda.jpg]


Dificilmente a maioria desses 40.000 participantes sabe o que é um gás estufa.


Poucos saberão explicar que o nome do CO2 é dióxido de carbono, ou, ainda, anidrido carbônico, e que comercialmente é chamado de gás carbônico. Ainda menos poderão confirmar que é um gás neutro, inodoro, incolor, usado, por exemplo, para produzir as bolhas dos refrigerantes.

A maioria fugirá, como se fugia antes da heresia ou da lepra, se alguém lembrar que cientificamente o CO2 é essencial à vida no planeta.

Pois é indispensável para a fotossíntese, processo pelo qual os vegetais transformam a energia solar em energia química que, por sua vez, é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar. Este processo é vital para a manutenção dos animais e dos homens.

Sem CO2 morrem todos os seres vivos. E o CO2 nada tem a ver, nem pode tê-lo pela sua insignificância percentual, com o inexistente “aquecimento global”. Neste blog apresentamos larga evidência científica nesse sentido.

Então, o que vão fazer esses 40.000 sábios, entendidos naquilo que eles não sabem o que é?

Essa imensa assembleia de sábios de cabeças cheias de nada e vazias de tudo (onde grassam espertalhões da nova esquerda), segundo o jornal britânico “The Telegraph”, corre o mesmo risco da “assembleia mamute” de Kyoto que em 1997 tentou análogo projeto e que fracassou.

Em 2009, tentou-se o mesmo em Copenhague, sem resultado.

A enrolação do CO2 foi conduzida para um objetivo ideológico de matriz socialista avançada e sabor de luta de classes planetária. Ei-lo: os culpados a priori do nunca provado “aquecimento global” são os países “ricos”, “desenvolvidos”, que queimam combustíveis fósseis em suas fábricas, carros, e em toda espécie de aparelhos considerados símbolos do progresso e do bem-estar.

Esses são os “ruins”, que devem sofrer os mais drásticos cortes em seus padrões de vida.

Se não o quiserem, teriam de pagar, de início, 100 bilhões de dólares por ano a um Fundo Verde do Clima (Green Climate Fund), o qual se dedicará a promover projetos ambientalistas passando por cima da soberania e da independência das nações, em nome da luta contra males impalpáveis que não conhecem fronteiras.

[Imagem: Temores%2Birracionais%252C%2BDia%2Bda%2B...BMadri.jpg]


Temores irracionais escondem uma enganosa ideologia comuno-tribalista


Na proximidade da reunião monstro de Paris, 20 países, responsabilizados pela inquisição ambientalista de emitir 81% do CO2 global de origem humana, apresentaram suas propostas para cortar suas respectivas emissões de CO2 até 2030.

Essas Intended Nationally Determined Contributions foram meticulosamente analisadas no site Not alot of people know that, cujas conclusões foram conferidas pela Global Warming Policy Foundation.

Ditas análises apontam uma fundamental insinceridade das propostas. Estas disfarçam o que esses países pretendem fazer, talvez para contentar a mídia e o ativismo agressivo verde. Não espanta que também pese a impossibilidade da meta que o ecologismo encharcado de esquerdismo deseja impor.

A China, por exemplo, notoriamente a maior produtora mundial de CO2 de origem humana (24% do total), na verdade vai duplicar suas emissões de CO2 até 2030, data escolhida como referência, construindo, entre outras coisas, mais 363 termoelétricas que queimarão carvão.

A Índia, o 3º maior emissor de CO2 antropogênico, planeja triplicar suas emissões até 2030.

O 4º máximo produtor de CO2 antropogênico é a Rússia. Ela fechou muitas fábricas soviéticas velhas e ultra-poluidoras, mas até 2030 planejou aumentar em 38% as emissões, tomando como base de cálculo o ano 2012.

O Japão é o 5º, proclama que vai reduzir essas emissões em 15%, mas está planejando mais termoelétricas movidas a carvão.

A Coreia do Sul é o 7º e jura reduzir as emissões do “vilão” CO2 em 23%, entre outras coisas comprando “créditos de carbono” que lhe permitirão no papel dizer que reduziu as emissões, embora na natureza nada disso tenha acontecido.

No Meio Oriente, a Arábia Saudita (8º) e o Irã (9º) nada prometem. Os Emirados Árabes Unidos, que mais do que duplicaram suas emissões desde 2002, não dão sinal de sequer falar em diminuir o “crime”.

Segundo G1, a presidente do Brasil (11º) anunciou nas sede das Nações Unidas que na COP21 “o Brasil vai assumir uma meta absoluta de redução de emissões” de gases estufa que fixou em menos 43% até 2030 , não atinando para o fato de que essa meta é irreal como respirar 43% das vezes sem exalar CO2.

Acredite quem quiser e no que quiser. Em qualquer caso, o PT não arrefecerá na luta contra os proprietários do campo e das cidades. Com ou sem CO2.

[Imagem: Confer%25C3%25AAncia%2Bna%2BONU%2Bsobre%...oposto.jpg]


Conferência na ONU sobre as mudanças do clima com 100 chefes de Estado em 2009.
Insinceridade das promessas é ligada à inviabilidade do objetivo proposto.


Então, quais são os países que deverão cortar drasticamente as emissões do benéfico, mas diabolizado CO2, para “salvar o planeta” e evitar o “aquecimento global”?

Obama já anunciou espalhafatosamente um plano de cortes extraordinários nos EUA (2º). Mas, de acordo com “The Telegraph”, não há nenhuma chance de o Congresso aprovar o tratado que se quer passar na COP21.

O mesmo aconteceu com o frustrado Protocolo de Kyoto: o Senado disse NÃO e Kyoto ficou não valendo para a maior economia do mundo.

A única parte do planeta que se declara fervorosa em cortar suas emissões é a União Europeia, que promete 40% menos em 15 anos.

Mas a Polônia já deixou claro que recusará o que for aprovado em Paris. E encomendou a construção de mais centrais movidas com combustíveis fósseis. A Alemanha (6º) está construindo esse tipo de centrais após o tremelique antinuclear que a deixou energeticamente quase de joelhos.

A Grã-Bretanha (14º, ou 1,3% do total do CO2 de causa humana) mantém sua promessa de menos 40% de CO2 até 2030. Se conseguir, coisa a se verificar, estará tirando do ar bem menos CO2 do que a China ou a Índia já estão acrescentando todo ano.

E de onde sairão os 100 bilhões de dólares anuais para o Green Climate Fund, órgão da supergovernança ambientalista que guiará os países em desenvolvimento para se “adaptarem à mudança climática”?

As promessas até agora formuladas por escrito chegam a 700 milhões de dólares, menos de 1% do requerido. Faltam mais de 99%: nada mais e nada menos que 99,3 bilhões.

Esses dados, segundo “The Telegraph”, podem fazer da reunião de Paris de longe o mais caro e irracional episódio de terrorismo ambientalista na longa série dos absurdos ideológicos verdes.

Por isso, a COP21 pode passar para o futuro como “o fracasso do ano” de 2015!

Porém, em qualquer caso os fundamentalistas verdes voltarão à carga.Pois eles almejam levar os homens à “era do fracasso da civilização”.

Via: http://ecologia-clima-aquecimento.blogsp...no-ou.html
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John Dickinson (05-12-2015), Minerim (23-11-2015)
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05-12-2015, 09:31 AM
Resposta: #5
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
COP 21: Países desenvolvidos reconhecem esforço do Brasil em benefício do meio ambiente


[Imagem: 2935665.jpg]

Em paralelo à realização da COP 21, as ministras do Meio Ambiente do Brasil, Izabella Teixeira, e da Noruega, Tine Sundtoft, assinaram um termo para a prorrogação do Fundo Amazônia, o mecanismo de financiamento à preservação da floresta amazônica.

Nos três primeiros anos de vigência do Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, a Noruega e a Alemanha transferiram para aquele instrumento de preservação cerca de 1 bilhão de dólares.

Em Paris, na França, onde acontece a Conferência Mundial sobre Mudanças Climáticas – COP 21, Noruega e Alemanha ratificaram o compromisso de “manter o mesmo nível de financiamento até 2020”.

Segundo os Governos dos dois países, o Fundo Amazônia receberá novas contribuições da ordem de 650 milhões de dólares.

O Fundo Amazônia foi criado para premiar países que, como o Brasil, evitam emissões de gases de efeito estufa por desmatamento de suas florestas.

A propósito, também nos primeiros dias da COP 21, a Ministra Izabella Teixeira afirmou que “o Brasil cumprirá a meta de redução na emissão de gases do efeito estufa para 2020, mesmo que a produção de CO2 [gás carbônico] volte a crescer e esteja em ascensão naquele ano”.

Sobre estas questões, Sputnik Brasil ouviu o especialista David Zee, professor de Engenharia Ambiental e Oceanografia da UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Ele elogia a preocupação do Brasil com a contenção das emissões de gases do efeito estufa e também pela vigilância das autoridades e setores competentes para que o desmatamento não avance no país.

Sputnik: Qual a sua avaliação sobre o Fundo Amazônia, e que impressão o Brasil causa em outras nações que aumentam esse fundo com recursos à medida que o país demonstra que está promovendo o reflorestamento ou a recuperação da Amazônia?

David Zee: Nos últimos anos, realmente, o Brasil demonstrou uma firme vontade de recuperar ou minimizar as queimadas da Amazônia, o que é uma coisa muito importante.

O país, apesar de ter fontes alternativas como a hidrelétrica (80% da nossa produção de energia), ainda está jogando muito carbono na atmosfera, devido às queimadas e ao desflorestamento da Amazônia. Nos últimos anos o Brasil tem demonstrado interesse e um esforço bastante significativo no sentido de minimizar essa devastação da floresta amazônica.

Ao mesmo tempo nós percebemos uma firme vontade e uma cooperação de países desenvolvidos que, infelizmente, já não têm as florestas de antes, mas que dependem – o planeta depende – das florestas ainda em pé, resistentes, o que é o caso da Amazônia.

É uma parceria extremamente positiva, benéfica para o planeta, a dos recursos que vêm dos países desenvolvidos e o esforço do Brasil em fazer esse não desflorestamento.

Daí a importância deste acordo que o Brasil fechou. O simples fato de ter uma prorrogação, uma renovação deste acordo mostra que os países desenvolvidos, que são bons fiscais, percebem e reconhecem este esforço do Brasil – daí a renovação dessa concessão de empréstimo a fundo perdido. E o Brasil está fazendo por onde.

S: Gostaria de ter sua avaliação da declaração da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de que o Brasil vai cumprir sua meta de redução na emissão de gases de efeito estufa para 2020, ainda que a emissão de gás carbônico esteja em ascensão até lá.

DZ: Na verdade, a população do planeta não para de crescer, e toda pessoa que nasce demanda recurso natural, demanda energia, daí o crescimento desse consumo. Ao mesmo tempo vemos esse esforço e essa significativa mudança de atitude, percebemos hoje que nossos governantes saíram efetivamente do discurso para a prática.

Além do discurso, tanto o Brasil quanto os países desenvolvidos como a Alemanha e a Noruega saíram para a prática da boa gestão ambiental.

Por um lado, um país rico financiando, uma vez que tem esses recursos, mas não tem mais os recursos naturais porque as suas florestas já foram devastadas, e por outro lado um país em desenvolvimento como o Brasil, que precisa de recurso e de esse recurso ser efetivamente aplicado para a não retirada da mata amazônica, que é uma prática real.

Saímos do discurso e estamos entrando na prática. Esta é a grande transformação, a grande mudança que percebemos nos últimos 10 anos

S: Qual sua expectativa para os resultados da COP 21?

DZ: Nossa expectativa é ter mais avanço, uma vez que nesta reunião foi expressiva e única a freqüência de praticamente todos os governantes dos principais países do mundo quanto a esta questão da governança ambiental do planeta. Para que o planeta consiga se salvar, não adianta um ou outro país ter esta postura, mas sim a grande maioria.

A simples presença dos principais mandatários desses países nesta COP 21 nos enche da esperança de que iremos mudar de postura. Acredito que nos próximos 30, 40 anos, até 2050, muitos progressos vão acontecer nesse campo e viabilizar o planeta. Na verdade, não somos o planeta que precisa ser salvo, nós é que precisamos ser salvos de nós mesmos.

FONTE: http://br.sputniknews.com/opiniao/201512...iente.html
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05-12-2015, 09:39 AM
Resposta: #6
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
O chamado da Mãe Terra: Discursos mais marcantes dos líderes da América Latina na COP 21


[Imagem: c35ee69035cc410674210277c247dea0.jpg]

Na segunda-feira (30), a cúpula começou com uma primeira rodada de discursos de chefes de Estado, deixando claro que a luta contra as alterações climáticas do planeta continua aquém do necessário. A Sputnik destacou os momentos mais relevantes das falas de alguns dos líderes latino-americanos.

Equador propõe Tribunal de Justiça Ambiental


O presidente equatoriano, Rafael Correa, propôs a criação de um Tribunal Internacional de Justiça Ambiental que salvaguarde “os direitos da natureza” como já previsto na Constituição do Equador e que estabeleça as obrigações quanto à dívida ecológica e consumo de bens ambientais.

O principal direito da natureza deveria ser o de que ela possa continuar existindo por ser fonte de vida, mas também, que ela possa oferecer os meios necessários para que nossas sociedades possam alcançar o bem viver”, disse ele, acrescentando que “nada justifica que tenhamos tribunais para proteger investimentos, para obrigar a pagar dívidas financeiras”, mas não “para proteger a natureza”.

Segundo Correa, “o crescimento econômico ilimitado é indesejável e impossível”.

É indesejável porque os aumentos do PIB por habitante, a partir de um certo limiar, não se relacionam com o sentimento de felicidade de um povo (…). Mas, sobretudo, o crescimento econômico ilimitado é impossível [porque] a tecnologia e a eficiência ampliam limites (…), mas o efeito consumo domina o efeito eficiência, discursou.

Além disso, o líder equatoriano destacou que “as responsabilidades devem ser comuns, mas diferenciadas”, ressaltando que “um habitante dos países ricos emite 38 vezes mais gás carbônico do que um habitante dos países pobres”.




Bolívia faz manifesto pela Mãe Terra


O presidente da Bolívia, Evo Morales, fez um apelo a todos os povos e governos pelo salvamento do planeta e denunciou o capitalismo como o modelo que gerou o início da devastação ambiental.

A Mãe Terra está se aproximando perigosamente do crepúsculo de seus sinais vitais, cuja causa estrutural e responsabilidade correspondem ao sistema capitalista.

Este sistema desencadeou a grande velocidade uma força arrasadora e destrutiva em nome da liberdade de mercado, da livre concorrência e dos direitos humanos, afirmou o chefe do Estado boliviano.

O capitalismo fomentou, introduziu e impulsionou nos últimos dois séculos a fórmula mais selvagem e destrutiva de nossa espécie, convertendo tudo em mercadoria para o benefício de poucos”, acrescentou, concluindo que “se continuarmos no caminho traçado pelo capitalismo, estaremos fadados a desaparecer”.




Brasil pede inclusão de países em desenvolvimento

A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, solicitou por sua vez a inclusão de países em desenvolvimento na luta global contra as alterações climáticas, ecoando o discurso de Rafael Correa.

O princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, é a pedra angular deste acordo. Longe de enfraquecer o enfrentamento da mudança do clima, a diferenciação é condição para sua eficácia global.

Cabe ao acordo de Paris propiciar as condições para que todos os países em desenvolvimento possam trilhar os caminhos da economia de baixo carbono superando a extrema pobreza e reduzindo as desigualdades, afirmou a presidenta.

Além disso, ela falou sobre o desastre ambiental que inundou o Rio Doce com toneladas de lama tóxica nos últimos dias.

A ação irresponsável de uma empresa provocou recentemente o maior desastre ambiental da história do Brasil na grande bacia hidrográfica do Rio Doce.

Estamos reagindo ao desastre com medidas de redução de danos, apoio às populações atingidas, prevenção de novas ocorrências e também punindo severamente os responsáveis por essa tragédia, disse Dilma.




FONTE: http://br.sputniknews.com/mundo/20151201...op-21.html
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05-12-2015, 09:45 AM
Resposta: #7
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
Líderes mundiais estão em Paris para discutir o futuro climático da Terra


[Imagem: 2917498.jpg]

Desta segunda-feira (30) a 11 de dezembro, representantes de 195 países e da União Européia se reúnem, em Paris, para a 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima (COP21). O objetivo é chegar a um acordo que reduza a emissão de gases de efeito estufa que causam o aquecimento global, segundo publicou a Agência Brasil.

O Acordo de Paris deve entrar em vigor em 2020, em substituição ao Protocolo de Quioto, que prevê a redução de emissões de gases poluentes apenas para nações desenvolvidas.

Na avaliação de especialistas, a postura dos principais países emissores tem mudado nos últimos anos, passando de uma atitude defensiva para um maior engajamento nas negociações climáticas na busca de soluções para o aquecimento global.

Essa posição defensiva que bloqueava avanços foi vencida”, disse o coordenador do Sistema de Estimativa de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima, Tasso Azevedo.

Segundo ele, o posicionamento histórico de China, Índia e EUA eram mais conservador alinhado a um discurso de que não podiam desacelerar o crescimento econômico.

Todos têm expressado sua preocupação (com a questão climática) e dissociado do discurso de que não podem reduzir as emissões para não comprometer o crescimento.

O diretor do departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Ministério das Relações Exteriores, ministro Raphael Azeredo, considera positivo que os principais atores das negociações climáticas, como os EUA, a China, a União Europeia e a Índia, além do Brasil, tenham apresentado suas Contribuições Nacionalmente Determinadas Pretendidas (INDCs) para a Organização das Nações Unidas.

EUA e China (os maiores emissores) fizeram uma declaração conjunta (em que anunciaram metas de redução de emissões em 2014) que já dava um gostinho do que seriam as respectivas INDCs e isso foi muito importante para o processo multilateral porque eram dois países que não estavam no Protocolo de Quioto.

Eram dois países que certos setores associavam como sendo reticentes ao esforço multilateral, que preferiam estar eventualmente fora de um acordo, disse o diplomata à Agência Brasil.

Segundo Tasso Azevedo, os EUA apresentaram um engajamento maior do que a China e a Índia, mas insuficiente no longo prazo.

A trajetória das emissões é de queda nos EUA, mas dado o histórico do que já emitiu, é insuficiente como contribuição para chegar aos 2 graus Celsius (limite estabelecido para o aumento da temperatura média da Terra até 2100).

A China, maior emissor mundial, sinalizou em sua INDC que o pico de suas emissões ocorrerá até 2030.

Como a China é uma economia muito grande, fazer esse movimento (de redução das emissões) vai gerar muita economia de escala.

Se diz que vai entrar na energia eólica ou solar, causa uma revolução. Ainda que esteja muito longe do que é preciso, aponta para uma direção que é correta, de fazer movimentos antecipados, o que vai causar revoluções nos setores (de energia renovável), observou Azevedo.

De acordo com Raphael Azeredo, a Índia é um parceiro importante brasileiro dentro do Basic, que reúne as grandes economias emergentes (África do Sul, Índia, China e Brasil), e do Grupo dos 77, que congrega os países em desenvolvimento, e é também um importante ator nas questões relativas ao clima, informou a Agência Brasil.

É um país que tem a segunda maior população do mundo e um dos maiores desafios globais em termos de inclusão social. Sempre foi muito vocal no sentido de que, como não poderia deixar de ser, a prioridade dele tem que ser a erradicação da pobreza do seu povo.

O que é muito positivo é que a Índia sempre se engajou no processo do clima e continua sendo um ator participante. Isso prova que é possível conciliar o combate à mudança do clima com o desenvolvimento sustentável e com a erradicação da pobreza, completou o diplomata.

FONTE: http://br.sputniknews.com/mundo/20151130...atico.html
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Loja Tudo Saudável
05-12-2015, 09:48 AM
Resposta: #8
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
Brasil quer acordo robusto em Conferência do Clima


A delegação brasileira na 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (Cop 21) espera que o encontro em Paris gere um acordo internacional que seja robusto, ambicioso, equilibrado e duradouro, e que fortaleça o regime multilateral sob a Convenção.

Previsto para ter início na segunda-feira (30), a ONU decidiu antecipar em um dia o evento, afirmando que, dessa forma, será possível aproveitar melhor o tempo da Conferência do Clima para finalizar negociações para a reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

O Brasil vai apresentar na Cop 21 o comprometimento de reduzir em 37% as suas emissões até 2025, e, em 43% até 2030, em comparação com os níveis registrados em 2005. Para atingir esse objetivo, o país assume como meta o aumento do uso de fontes de energias renováveis (como energia eólica, fotovoltaica, biomassa e biocombustíveis), que deverão responder por 45% da matriz energética.

Outra proposta brasileira é alcançar o desmatamento ilegal zero na região da Amazônia e reflorestar 12 milhões de hectares de áreas degradadas.

Em coletiva à imprensa, o subsecretário Geral do Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Itamaraty, José Antônio Marcondes de Carvalho, disse que o Brasil defende que o acordo internacional a ser assinado em Paris tenha medidas concretas para reduzir os efeitos da mudança do clima e adaptar as populações a esse novo cenário.

É importante que haja do nosso ponto de vista e de vários outros países uma previsão financeira robusta, que haja um entendimento sobre a questão de transferência de tecnologia, e haja também entendimento sobre a necessária e indispensável capacitação nos países em desenvolvimento para cumprir com seus compromissos”.

José Antonio ressaltou que é preciso que o acordo defina responsabilidades diferenciadas entre os países desenvolvidos e aqueles ainda em desenvolvimento para se chegar às metas estabelecidas.

É fundamental para o êxito dessa nova etapa dos esforços multilaterais que a diferenciação faça parte desse novo acordo, justamente, porque países que antes não tinham obrigações vinculantes agora terão obrigação no cumprimento de suas metas”.

O Brasil vai defender durante a Cop 21 o aumento dos recursos destinados anualmente a ações para a mudança do clima.

O valor global de US$ 100 bilhões entre recursos públicos, privados e de organismos internacionais previstos para até 2020 é considerado insuficiente para financiar as ações relacionadas à redução de gases de efeito estufa. De acordo com o embaixador, ampliando os recursos, os países em desenvolvimento vão poder fazer frente às metas que pretendem alcançar.

O Brasil propõe ainda um reforço de US$ 10 bilhões no Fundo Verde para o Clima, principal mecanismo de financiamento de ações para redução das emissões de gases de efeito estufa e para a adaptação ao clima.

O embaixador José Antonio espera que o acordo seja orientado para que as ações conduzidas pelos países consigam conter a elevação da temperatura média global da Terra em 2ºC, que é a meta da proposta.

Esse é o objetivo central do novo acordo, e, obviamente, um acordo que venha ter o caráter universal e um caráter legalmente vinculante. Nós não queremos um acordo minimalista, que ele apenas adie, procrastine as decisões necessárias. Mas, ao contrário, nós queremos que esse acordo seja robusto, e possa atender as aspirações e as necessidades dos países com relação à situação do clima”.

Até o dia 11 de dezembro, estarão reunidas na Cop 21 delegações de mais de 190 países. A Presidenta Dilma Rouseff chegará em Paris na segunda-feira (30), para participar da abertura do evento.

Segundo o Itamaraty, a presidenta vai discursar sobre os resultados alcançados pelo Brasil no enfrentamento da mudança do clima e sobre as expectativas brasileiras para as negociações de Paris. Dilma também participará de encontros com chefes de Estado e de Governo.

FONTE: http://br.sputniknews.com/brasil/2015112...Paris.html
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05-12-2015, 09:53 AM
Resposta: #9
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
Dragão Verde: China planeja ‘Era da civilização ecológica’


[Imagem: china-polution-afp_sm.jpg]

Criar uma nova "civilização ecológica" em vez de focar no crescimento do PIB será uma nova prioridade do governo chinês para 2020, segundo afirmou um ex-assessor do Ministério de Proteção Ambiental da China em entrevista à Sputnik nesta terça-feira (27).

Entre 26 e 29 de outubro, o Partido Comunista Chinês (PCC) está realizando seu quinto plenário a fim de definir as orientações para o 13º plano de 5 anos do país, referente ao período de 2016 a 2020.

"O PCC sob a liderança de Xi Jinping vai anunciar uma era de civilização ecológica exortando a um novo tipo de crescimento que seja mais holístico e equilibrado do que o foco quase cego no desenvolvimento industrial de alto crescimento da década passada", disse Laurence J. Brahm, fundador da ONG Consenso do Himalaia, entidade de proteção da diversidade étnica.

Ele acrescentou que "o primordial na agenda será a melhoria do meio ambiente, não só por razões estéticas, mas sim para a segurança alimentar e da água como uma prioridade nacional".

Isso implicará reformas radicais pedindo políticas regenerativas de energia renovável e eficiente, bem como cidades inteligentes revertendo uma década de impulso ao crescimento cego pela alta emissão de carbono.

Os funcionários sob a administração de Xi serão promovidos com base no que eles fizerem para sua comunidade e meio ambiente, em vez de nas estatísticas do PIB que eles entregam, como tem sido o caso nos últimos dez anos, afirmou o ex-acessor.

Ainda segundo Brahm, o PCC irá introduzir novos valores referentes à conservação em oposição ao consumo, levando os membros do partido a um padrão ambiental e ecológico mais elevado.

"Será, em muitos aspectos, uma reversão de algumas políticas de excesso e um reequilíbrio do modelo de crescimento da China", concluiu.

Na semana passada, o Escritório Nacional de Estatísticas chinês anunciou que o crescimento econômico do país foi de 6,9% no terceiro trimestre de 2015, atingindo o seu menor ritmo desde março de 2009.

FONTE: http://br.sputniknews.com/mundo/20151027...ogica.html
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09-12-2015, 10:51 AM (Resposta editada pela última vez em: 09-12-2015 11:10 AM por Álvaro.)
Resposta: #10
RE: COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”? O âmago da questão
400 MILHÕES DE ABORTOS NA CHINA: ESSE É O FUTURO "VERDE" PROPOSTO NA COP21?

[Imagem: Agentes_da_planifica_C3_A7_C3_A3o_oficial_prende.jpg]


Mais um aborto forçado: agentes da planificação oficial prendem Zhong Xuexiang, em 21 de janeiro 2014.

O governo da China comunista informou por meio do jornal oficial Diário do Povo que todo ano pratica 13 milhões de abortos. Desses, 62% são feitos em mulheres com idade entre 20 e 29 anos, na maioria solteiras, segundo a agência ACIPrensa.

Os dados são do Centro de Investigação de Tecnologia da Comissão Nacional de Planificação Familiar e da Saúde. O mesmo órgão apontou que entre 2006 e 2010 a China gastou 402,5 milhões de dólares para distribuir anticonceptivos no país.

Qi Rongyi, médico chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia num hospital de Tianjin, disse que na realidade “o número de abortos poderia ser muito maior”, pois “as estatísticas não incluem os abortos realizados em clínicas ilegais”.

A sinistra mistura de socialismo, dirigismo e paganismo fez aumentar em 30% o número de adolescentes menores de 16 anos que abortam.

Há 35 anos entrou em vigência a “política do filho único”, estratégia comunista muito prezada pelos ecologistas inimigos do crescimento da espécie humana.

Nesse período foram mortos 400 milhões de bebês antes de nascer.

[Imagem: Mae_for_C3_A7ada_a_abortar_observa_horrorizada_o.jpg]


Mãe forçada a abortar observa horrorizada os restos de seu filho.

No trabalho 'Isto é pelas crianças perdidas na China', Steven Mosher pediu orações “por elas e pelas suas mães, muitas das quais foram levadas às clínicas da carnificina, ditas de saúde, do Estado pela força ou sob ameaças para provocar nelas abortos que nunca desejaram e que agora lamentam profundamente”.

Mosher deplorou que o resto do mundo não queira ouvir a trágica lição chinesa. “Ainda quando a fecundidade das mulheres continua se reduzindo perigosamente em dúzias de países, o mito da superpopulação subsiste nas mentes e nas decisões concretas”, na esfera dos governos, ONGs e até de episcopados e altos eclesiásticos.

“As políticas públicas que sabotam vida humana estão em crescimento”, acrescenta Mosher. Um exemplo típico está nas propostas defendidas por ONGs e governos na reunião da COP21 em Paris para supostamente combater o “aquecimento global”.

Ele convidou a todos a se unirem “numa gesta histórica para deter essa matança”.

Em 2013 a presidente de Direitos da Mulher sem Fronteiras, Reggie Littlejohn, denunciou que “alguns abortos forçados são tão violentos que morrem as próprias mães (…) junto com seus bebês”, e que as esterilizações forçadas “causam complicações de saúde para o resto da vida”.

Littlejohn que a política oficial marxista induz o aborto seletivo por sexo e o resultado é que “por volta de 37 milhões de homens chineses nunca poderão se casar, porque suas eventuais futuras esposas foram eliminadas de forma seletiva”.

O desequilíbrio demográfico “promove de maneira poderosa a trata de mulheres e a escravidão sexual” na China e nos países do sudeste da Ásia que imitam essa política marxista.

[Imagem: Politica_hijo_C3_BAnico_01.jpg]


Desequilíbrio entre meninos e meninas preparou graves problemas sociais e familiares futuros.

O Departamento de Estado dos EUA reconhece que o socialismo na China produz “o índice mais alto de suicídio feminino do mundo, aproximadamente 590 mulheres por dia”.

“O aborto forçado destrói as mulheres psicologicamente”, explicou Littlejohn. Na China hoje há “119 meninos que conseguiram nascer para cada 100 meninas sobreviventes”. O fato somado aos baixos índices de fertilidade — “1,5 a 1.7 filhos por mulher” — criou uma sociedade que “está envelhecendo”.

Lili Zeng moradora da província de Guangdong, sul da China, contou para o site de notícias chinês Tianya, que “dois dias antes de nascer meu bebê, sete funcionários da planificação familiar me prenderam e me forçaram a aborta-lo com uma aplicação, porque eu não tinha uma permissão oficial de nascimento”.

Essa licença é exigida pela recentíssima modificação da “política do filho único” que agora tolera dois mas só com aprovação do governo.

Via: http://pesadelochines.blogspot.com/ e http://www.midiasemmascara.org/

Papa Francisco adverte a vinda de um evento catastrófico mundial durante evento no G20

[Imagem: NG234567.png]
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195 líderes mundiais, do presidente Obama até o príncipe Charles, se reuniram na Conferência (COP21, a Cimeira de Paris sobre Mudança do Clima). E nesta conferência que os nossos líderes discutiram “o destino da humanidade” – utilizam-se da mentira do aquecimento global como um trampolim para realizar sua agenda.

[Imagem: leaders-turkey-800x500_c.jpg]


No vídeo abaixo me aprofundo através do presidente Obama e Príncipe Charles com seus discursos proferidos na Cimeira que acabaram por revelar a verdade por trás de suas palavras tirânicas. Uma Carta Encíclica do Vaticano emitida em junho passado, nos revelou alguns dos seus planos e, francamente, algumas das coisas proclamadas são preocupantes.
Aqui está o relatório da denuncia…
Bispos católicos e o papa já se reuniram para assinar um apelo exigindo que os líderes do governo assinem um “acordo sobre a mudança do clima”, e alertaram para um “desastre” catastrófico a menos que ações sejam tomadas. Seu apelo foi contido em um relatório. É nesta carta que eles fazem numerosas declarações ousadas sobre os efeitos do “aquecimento global” -que é uma grande mentira ! Aqui você encontra as informações contidas na carta encíclica:

– O Vaticano cita numerosos Papas falecidos que têm repetidamente advertido de desastre iminente devido ao aquecimento global e ao meio ambiente. (Seções 3-10)

– Os Papas fizeram um apelo pessoal para ajudar na mudança climática ou então sofreremos consequências desastrosas:

“O desafio urgente para proteger nossa casa comum inclui uma preocupação para trazer toda a família humana em conjunto para buscar um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar. O Criador não nos abandona; ele nunca abandona seu desígnio de amor ou se arrepende de nos ter criado. A humanidade ainda tem a capacidade de trabalhar em conjunto na construção da nossa casa comum. Aqui eu quero reconhecer, encorajar e agradecer a todos aqueles que lutam em inúmeras maneiras de garantir a protecção da casa que partilhamos. Particular apreço está em dívida para aqueles que incansavelmente procuram resolver os trágicos efeitos da degradação ambiental sobre a vida dos mais pobres do mundo. Os jovens querem a mudança. Eles se perguntam como alguém pode pretender ser a construção de um futuro melhor, sem pensar da crise ambiental e os sofrimentos dos excluídos.

“Eu apelo urgente, então, para um novo diálogo sobre como estamos moldando o futuro do nosso planeta. Lamentavelmente, muitos esforços para buscar soluções concretas para a crise ambiental se revelaram ineficazes, não só por causa da forte oposição, mas também por causa da falta de interesse mais geral. Atitudes obstrucionistas, mesmo por parte dos crentes, podem variar de negação do problema à indiferença, resignação indiferente ou confiança cega em soluções técnicas. Exigimos uma solidariedade nova e universal. Como os bispos da África Austral têm afirmado: “talentos e envolvimento de todos são necessários para corrigir os danos causados ​​pelo abuso humano da criação de Deus”. [22] Todos nós podemos cooperar como instrumentos de Deus para o cuidado da criação, cada um segundo as suas próprias cultura, experiência, envolvimentos e talentos. “(Secção 13-14)

– O Vaticano pinta “Humanidade” como o principal “bad boy”, que é a causa do aquecimento global:

“A humanidade é chamada a reconhecer a necessidade de mudanças de estilo de vida, produção e consumo, a fim de combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que produzem ou agravá-lo. É verdade que há outros fatores (como a atividade vulcânica, variações na órbita da Terra e eixo, o ciclo solar), mas uma série de estudos científicos indicam que a maioria do aquecimento global nas últimas décadas é devido à grande concentração de gases de efeito estufa (dióxido de carbono, metano, óxidos de azoto e outros) liberadas principalmente como resultado da atividade humana. “(Seção 23)

– O Vaticano proclama que a mudança climática terá “graves implicações”:

“A mudança climática é um problema global, com graves implicações:. Ambiental, social, econômico, político e para a distribuição de mercadorias” (Seção 25)

– O Vaticano propõe “carbono Créditos e mais socialismo penalizando os países maiores:

“Como os bispos da Bolívia declararam,” os países que beneficiaram de um elevado grau de industrialização, à custa de enormes emissões de gases de efeito estufa, têm uma responsabilidade maior para proporcionar uma solução para os problemas que eles causaram. “(Seção 170)

“A estratégia de comprar e vender” créditos de carbono “podem ​​levar a uma nova forma de especulação que não ajudaria a reduzir a emissão de gases poluentes em todo o mundo.” (Seção 171)

– O Vaticano promove Socialismo:

“Então, a nossa preocupação não pode ser limitada apenas à ameaça de eventos climáticos extremos, mas devem também se estender para as consequências catastróficas de agitação social. Obsessão com um estilo de vida consumista, sobretudo quando poucas pessoas são capazes de mantê-lo, só pode levar à violência e à destruição mútua. “(Artigo 204)

– O Vaticano dá exemplos de como uma pessoa possa ser um bom “cidadão ecológico”:

“Uma pessoa que poderia dar ao luxo de gastar e consumir mais, mas usa regularmente menos aquecimento e usa roupas mais quentes, mostra o tipo de convicções e atitudes que ajudam a proteger o meio ambiente.”

“Educação em responsabilidade ambiental pode incentivar formas de agir que, directa e significativamente afetam o mundo ao nosso redor, como evitar o uso de plástico e papel, reduzindo o consumo de água, separando lixo, cozinhar apenas o que pode razoavelmente ser consumido, mostrando o cuidado para outra vida seres, usando transporte público ou plantio de árvores, desligar as luzes desnecessárias, ou qualquer número de outras práticas. “(Seção 211)

– As negociações do Vaticano sobre a forma de treinar a mente a pensar ecologicamente e como fazer lavagem cerebral as massas para fazê-lo:

“A educação ecológica pode ocorrer em uma variedade de configurações: na escola, na família, na mídia, na catequese e em outros lugares.

“As instituições políticas e vários outros grupos sociais também são encarregadas de ajudar a aumentar a consciência das pessoas. Assim também é a Igreja.” (Seções 213-214)

– As negociações do Vaticano acerca da procura de “reconciliação com o meio ambiente”:

“Ao chamar a atenção para a figura de São Francisco de Assis, chegamos a perceber que uma relação saudável com a criação é uma dimensão da conversão pessoal global, o que implica o reconhecimento de nossos erros, pecados, falhas e fracassos, e leva ao arrependimento sincero e desejo de mudar. Os bispos australianos falaram da importância de tal conversão para alcançar a reconciliação com a criação: “Para alcançar tal reconciliação, devemos examinar nossas vidas e reconhecer as formas em que tínhamos prejudicado criação de Deus através de nossas ações e nossa omissão. Precisamos experimentar uma conversão ou mudança de coração “. (Seção 218)

O papa mais uma vez empurra o socialismo:

“Precisamos tomar uma lição antiga, encontrada em diferentes tradições religiosas e também na Bíblia. É a convicção de que “menos é mais”. (Seção 222)

Mas não deixa esquecer este acordo vinculativo da Nova Ordem Mundial que estão tentando inventar na Cimeira de Paris:

“A UNFCCC, que entrou em vigor em 21 de março de 1994, tem agora uma adesão quase universal de 195 países… Em 2015 COP21, também conhecida como a Conferência do Clima, irá, pela primeira vez em mais de 20 anos de negociações das Nações Unidas, procurar alcançar um acordo juridicamente vinculativo e universal sobre o clima, com o objectivo de manter o aquecimento global abaixo dos 2 ° C “.

“A conferência é crucial porque o resultado esperado é um novo acordo internacional sobre as alterações climáticas, aplicável a todos …”

Estes são os objetivos escalonamento desfilaram na 21ª Conferência(COP21, a Cimeira de Paris sobre Mudança do Clima) Seu objetivo é fazer com que todos os 190 partidos presentes concordem em algum tipo de resolução universal estilo Agenda 21 para parar o aquecimento global, o que todos nós sabemos é uma mentira. Eles planejam adotá-lo em 2015 e tê-lo totalmente implementado até 2020.

Confira o vídeo ativando a legenda para o Português:





FONTE: Sempre Questione?

RELACIONADOS:

Acesse: A Verdade Sobre Setembro de 2015. Países adotam na ONU a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

Acesse: Setembro de 2015 e Agenda ONU 2030 – A Escravidão Global

Acesse: Setembro de 2015 e Agenda ONU 2030 – A Escravidão Global – Parte 2

Acesse: Será que a ONU introduziu a Nova Ordem Mundial com a “Agenda 2030”?

http://www.apocalipsenews.com/index.php/...to-no-g20/
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