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Cruzeiro: Uma distopia brasileira
16-07-2019, 11:13 PM (Resposta editada pela última vez em: 16-07-2019 11:21 PM por Diakonov.)
Resposta: #1
Cruzeiro: Uma distopia brasileira
[Imagem: separatismo.jpg]

Tenho ouvido muito por aí falar sobre propostas separatistas no Brasil, sobre certos estados se separarem dos demais e criar seu próprio país, seja Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco, Roraima, etc. Mas acho que desta forma jamais vai dar certo. Seria melhor se alguns estados próximos se unissem, daí isso resultaria num país com um território maior e com mais recursos naturais. Daí esse novo país poderia se desenvolver melhor.


Introdução:

A minha sugestão é um novo país que vai do RS a MG e MT. Incluiria Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás. Nome desse país proposto: Pindorama (em referência a como os índios chamavam essas terras antigamente) ou Santa Cruz (em referência ao nome provisório da nova colônia portuguesa uns anos depois de sua descoberta). Era Terra de Santa cruz, mas acho que só Santa Cruz ficaria melhor. Outro nome que acho apropriado seria Cruzeiro (em referência à constelação cruzeiro do sul), em como ela tem importância simbólica em nosso país. Todos esses nomes propostos são de alguma forma adequados à identidade dessa nova nação.

Mas aqui vou chamar de Cruzeiro, em relação à constelação e aos templários.


Bandeira de Cruzeiro:

[Imagem: a2ygch.jpg]

Templários + Cruzeiro do Sul = Cruzeiro. Sim. Até uma bandeira sugiro. O que significa essa bandeira? Simples, trata-se da identidade cristã e portuguesa que deu origem ao Brasil, e cuja uma parte resolveu voltar à sua origem raiz. O escudo significa as políticas de proteção à identidade cultural do novo país, as espadas é uma representação da resistência conservadora contra políticas progressistas e marxistas e a cruz é uma referência ao cristianismo. Quanto às cores, o amarelo significa a riqueza de recursos naturais e faz alusão ao nióbio. O verde significa as belezas naturais, o azul uma representação de nosso espaço aéreo e o branco a busca de um bem-estar social.


Mapa de Cruzeiro e provável futuro de um Brasil dividido:

[Imagem: 2jc7dcj.jpg]

O Brasil é um país fadado a um separatismo inevitável, dada as diferenças culturais e econõmicas gritantes entre cada região. O nordeste todo mundo sabe que está fadado ao socialismo. Vejam, o Bolsonaro venceu a eleição e mesmo assim o Nordeste continua predominantemente petista e vai continuar assim por um bom tempo, pois a verdade é que há um forte fator cultural naquela região que leva o povo de lá a abraçar causas coletivistas. Então definitivamente num cenário separatista, não teria como nenhum estado nordestino fazer parte de um estado como Cruzeiro. Não só o nordeste mas boa parte da região norte é assim.







A Dilma já deixou claro, de forma indireta, que o nordeste não faz parte do Brasil, e que o povo nordestino está fadado a conviver com a seca. Essa será a meta que o PT na união socialista vai deixar aberto, para quando ela vir, fazer o povo conviver com a seca, como os europeus convivem com a neve.

Cruzeiro: Neste cenário é o país mais desenvolvido, o mais conservador e cristão e terá um nível similar ao de um país europeu como Portugal ou até mais, dado seu tamanho e potencial de crescimento econômico. É um país que se cansou de toda aquela politicagem desde os tempos da redemocratização, aprendeu que o socialismo e esquerdismo é uma ideologia nociva, assim como percebeu a malignidade do sionismo e o abandonou, abraçando mais do que nunca o cristianismo em suas raízes, e não esse sionismo cristão. Aqui surgiu uma direita tradicionalista que se baseou em ideais nacionalistas e conservadores, e que além disso abraçou causas de identidade racial e histórica com a Europa, sobretudo Portugal.

Cruzeiro seria a união de vários estados mais ao sul que se separaram e aos poucos foram se fundindo num estado maior com base num ideal de união de povos conservadores contra as tendências globalistas, progressistas e multiculturalistas que estavam começando a alastrar os países ocidentais. Isso tudo depois de anos de governo Bolsonaro por dois mandatos mas no fim a esquerda acabou resistindo e tentou voltar ao poder em Brasília através de um partido que era a fusão de todos os que eram de esquerda (PT, PSOL, PSDB, PMDB, PSOL, PSTU, PCdoB, PCB, etc), quando ocorreu uma guerra civil e vários estados então se separaram, com medo de voltarem a serem governados por bandidos.

Cruzeiro começou como uma democracia mas para reforçar sua segurança nacional acabou adotando de volta a monarquia parlamentarista, como nos tempos do império. Desta forma com um poder moderador, qualquer forma de golpe subversivo estaria fadada ao fracasso. Não existe mais partidos políticos, apenas um único regime sob o ideário da identidade do novo país. Nesse regime as pessoas ainda teriam suas liberdades, mas coisas como islamismo, marxismo e sionismo estariam terminantemente proibidas por lei, assim como se faz com o nazismo. Fora isso as pessoas poderiam desfrutar de suas liberdades, mais até do que no Brasil atualmente.

União Socialista Brasileira: Uma república socialista, dada as tendências de causas coletivistas que o povo nordestino abraça em sua maioria. Nesta o nordeste se transformaria num país ao nível da Venezuela ou Cuba. Este país acabaria tendo fortes relações diplomáticas com todos os países socialistas radicais como Cuba, Venezuela, China, Coréia do Norte, vários países africanos, inclusive países muçulmanos. Acabaria havendo uma migração de muçulmanos em massa, dado o ideário multiculturalista e com o tempo acabaria se transformando numa Sharia. Se o Lula nesse cenário tivesse sorte de escapar, governaria aquele país como um rei.

O PT terá vários planos para o desenvolvimento sustentável socialista, como estatizar todas as empresas, desenvolver tecnologias como a de estocar vento, coletivização da agropecuária e as famílias deverão ceder em suas casas quartos inutilizados para que os mendigos e refugiados árabes possam ter um lar. Será o verdadeiro "paraíso" socialista! Surgiriam mais estados porque para o PT quanto mais políticos, melhor, então haveria um sentimento de maior representatividade do partido pelo povo e isso tornaria o partido ainda mais forte. O povo ficaria satisfeito com suas migalhas. As pessoas desde pequenas seriam educadas a serem militantes petistas e gays.

Lá as minorias de brancos e cristãos e héteros seriam oprimidos por uma maioria de negros, comunistas e gays. Estas minorias acabariam tendo que migrar para Cruzeiro, mas não seriam muito bem vistas por serem do antigo nordeste. Acabariam tendo que viver como indigentes em cidades do interior. Estas pessoas seriam depois usadas por agentes do governo para servirem como testemunha sobre os horrores de um país socialista, progressista e multiculturalista. Isso faria os cidadãos cruzeiranos ficarem ainda mais horrorizados com a realidade do país vizinho de cima. As minorias oprimidas por negros gays e muçulmanos cada vez mais fugiriam para o vizinho do sul.

Teríamos um Brasil do Sul e um do Norte, como ocorre na Coréia.

Brasil: É o que restaria do Brasil original, ainda abraçando ideais positivistas representado em nossa própria bandeira. Seria um estado sob regime militar que abraçaria uma causa positivista, como medida emergencial de fazer o Distrito Federal conseguir sobreviver por conta própria, sem o resto do país. Os militares tomariam controle de tudo e esse estado se transformaria numa tecnocracia. Mas a população acabaria dividida, uma parte querendo que o distrito faça parte de Cruzeiro e a outra que faça parte da União Socialista, resultando numa guerra civil que faria os militares perderem o controle sobre a própria população. Ou acabaria se anexando a um ou a outro. Brasília no fim das contas acabará sendo apenas uma mera cidade que um dia foi capital. O distrito vai acabar, virando uma região miserável e com o tempo acabará abandonado, pois a população vai migrar para áreas mais desenvolvidas. O legado marxista virará ruínas, uma cidade fantasma e devastada. Tempos depois Brasília poderá se tornar um alvo de turismo, não como capital, mas como um conjunto de ruínas de um antigo país que colapsou.

Área Internacional: Com esse cenário caótico de separatismo, várias potências se aproveitariam da situação e tomariam a Amazônia de surdina, repartindo entre elas as terras que foram tomadas do Brasil. Ou estas potências, como forma de barganhar tanto com Cruzeiro quanto União, faria com que estes trocassem a Amazônia por certos benefícios e pelo perdão da dívida externa. Os estados nesta área deixariam de existir e se transformariam em vários territórios definidos pelas potências, mais ou menos como os europeus fizeram com a África quando colonizaram aquelas terras. Acabaria tendo vários pequenos territórios indígenas fantoches das potências, como já se tentou fazer antes. Os ex-brasileiros que vivessem nesta região seriam beneficiados desde que se servissem aos interesses de tais potências. Haveria todo um investimento de exploração de recursos naturais mas ao mesmo tempo políticas de proteção ambiental da ONU. Ainda assim tais potências subordinariam os ex-brasileiros para burlar as regras da ONU... Aquela região se transformaria num barril de pólvora entre agentes da ONU e elementos confidenciais de transgressão de regras de exploração dos recursos. E os mais envolvidos nestas transgressões seriam os próprios americanos, ingleses e israelitas.

A ONU finalmente se torna um país e passa a ter um território dela. Agora o exército dela tem um território próprio para defender. Com o tempo cada vez mais a ONU, nesse cenário, vai se tornando cada vez mais nacionalista e pretende ela mesma se transformar numa potência, a partir do Amazonas. Os ex-brasileiros que moram naquelas terras foram doutrinados a abraçar as agendas dela e suas causas ideológicas, e além disso é grande parceira da União Socialista Brasileira, já que a União está abraçando a maior parte de suas pautas. Mas é inimiga de Cruzeiro, um é uma ameaça para o outro. Agora tem até uma seleção de futebol da ONU! E a religião predominante nela é o ecumenismo. Seu idioma, o esperanto. Quanto ao seu povo, é o mais miscigenado do mundo, porque é multiculturalista. Há um projeto para em poucas gerações haver surgimento de uma nova etnia resultado de todas as que existem no mundo para formar uma nova "raça", mais miscigenada que a brasileira. Apesar de haver uma preferência para raças adaptadas ao calor e muita luz solar. Ou seja, deverá ser uma nova raça de pele escura com cabelo liso como dos indígenas.

Colônias: Na área internacional, cada território se torna colônia de uma potência. Vamos usar Rondônia como exemplo. Neste cenário distópico, Israel colonizou aquelas terras porque preferiu um território mais afastado aqueles tomados pela China e Rússia. Vários judeus sefarditas e asquenazes migraram em massa para lá, tanto pelos sionistas serem perseguidos em Cruzeiro e na União como pela preocupação de muitos israelitas com medo de estourar uma guerra mundial iminente no Oriente Médio a qualquer instante, por causa da construção do terceiro templo. Como não estão acostumados ao clima e terreno, a população ainda tenta se acostumar, com a ajuda de ex-brasileiros que barganham com sionistas.

Mas mesmo em Rondônia os judeus enfrentam uma ameaça de um vizinho tomado pela Alemanha e não esperavam por isso. É que nesta colônia vizinha surgiu um grande grupo de neonazistas organizado e que vez ou outra capturam judeus próximo à fronteira. Apesar de ser um grupo grande e organizado, ainda assim é ilegal e procurado por autoridades locais, mas a medida que o tempo passa esse grupo se torna mais forte e começa a ficar fora de controle, tomando a colônia. Esta colônia se torna um país neonazista independente e começa uma guerra em que eles tentam tomar uma Rondônia judaica. Também estão de olho nos estados próximos, um de Cruzeiro, outro da União, a colônia da China e da ONU.

O exército de Cruzeiro já está na fronteira pronto para atacar os neonazis de necessário. Rondônia judaica está tendo sérios problemas em enfrentar soldados neonazis que vestem aqueles uniformes similares aos da Alemanha nazista, enquanto que a fronteira da ONU e da China estão pouco protegidas e a da União mais ou menos protegida, por causa da falta de verbas para pagar militares. A tendência é que naquela região se consolide um país neonazi, uma nova ameaça para Cruzeiro, além da própria União! Uma nova ameaça inesperada que surgiu bem debaixo dos narizes de vários países. Mas derrotá-los é difícil porque são muito organizados e por causa do terreno de difícil acesso, muita vegetação... Os neonazis se escondem debaixo da terra em bunkers e em cavernas. São melhores na floresta do que o próprio exército brasileiro atual...

Pois é, neonazistas entre um país judeu, um cristão e um marxista! Um novo barril de pólvoras!


Papel dos estados e além:

Cada estado teria sua importância. Por exemplo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul são estados amplamente explorados para a agricultura. Minas Gerais por ser um local montanhoso ainda pode ter reservas minerais importantes mais ao fundo na rocha e porque é um estado com forte fator turístico, ao menos as cidades mais ao sul, além de ter a maior reserva de nióbio do planeta. Goiás também tem muitas reservas de nióbio tendo importância similar na mineração. O Rio de Janeiro não deveria ficar de fora, pois é um estado com importante força econômica, um dos principais no Brasil, fora sua importância histórica durante o período imperial, quando o Brasil se tornou independente de Portugal.

E acho que o Espírito Santo ainda tem salvação se for fazer parte do bloco. São Paulo nem precisa dizer como será importante, será o coração econômico. Já os estados do sul também terão grande importância, sobretudo no sentido de desenvolvimento cultural e em relação ao turismo. E são os que mais deverão abrigar futuros imigrantes europeus que ainda vão acabar querendo fugir das garras do islamismo. Se essa onda separatista ocorresse nesta magnitude, pode ser que regiões de países vizinhos mais ao sul quisessem aderir a esse estado, como Uruguai, Paraguai e Argentina. Haveriam conflitos nestes países que poderiam acabar resultando num separatismo similar, e então Cruzeiro ganharia novos estados.

Cruzeiro teria de duas a três principais regiões étnicas. A primeira abrangeria os estados MS, MT, GO, MG, SP, RJ e ES. Seriam estados formados por uma população mais miscigenada e esta parte da população abraçaria mais culturas como a portuguesa, italiana e japonesa (em função dos orientais e italianos que vivem em SP). A segunda abrangeria os estados PR, SC e RS. A população nestes estados seria predominantemente branca e com traços mediterrâneos e nórdicos. A população abraçaria a cultura portuguesa e boa parte dela da alemã, sobretudo em SC e RS. Já a terceira abrangeria territórios que se separaram de outros países. A população seria de cultura predominantemente espanhola.

Neste caso Cruzeiro seria um país com dois idiomas predominantes, português e espanhol.


Características políticas de Cruzeiro:

Deveria dar mais prioridade a culturas europeias em relação a culturas africanas ou asiáticas, valorizar mais as tradições europeias e promover uma nova cultura europeia aqui. Porque de africano já temos o nordeste, sobretudo a Bahia. O padrão africano nesse novo estado só traria mais problemas do que benefícios em relação ao desenvolvimento civilizacional. Certas culturas asiáticas como a japonesa até que poderiam ser mais toleradas, mas não culturas como a hindu, chinesa, iraniana, esses tipos não. Deveria promover também a imigração de europeus raiz, ou seja, famílias que se identificam com as tradições europeias e que são brancas em sua genealogia. Isso seria de vital importância em caso do islamismo tomar vários países e os próprios europeus nativos tiverem que buscar refúgio aqui. Seria uma ótima oportunidade em trazer ainda mais para cá elementos da Europa, famílias inteiras que aqui poderiam se perpetuar através de gerações e europear ainda mais Cruzeiro.

Regiões de maior altitude como áreas em Minas e Santa Catarina dariam mais opções aos imigrantes escolherem onde migrar.

O islamismo e comunismo deveriam ser terminantemente proibidos, da mesma forma que se proíbe manifestação de símbolos nazistas. Portanto qualquer manifestação com símbolos comunistas seria banida. Teria que haver uma limpeza ideológica brutal nas universidades e o governo dar maior prioridade em financiamento em áreas que dão retorno mais imediato ao estado, como engenharia e acima de tudo investir em capacitação técnica, que é o que dará um retorno de crescimento mais imediato e rápido. Manifestações progressistas ainda poderiam ser toleradas, mas não mais financiadas pelo governo. No lugar delas, manifestações pró-conservadorismo e pró-cristianismo, estas sim financiadas pelo governo. O governo só financiaria coisas que estivessem a favor do ideário de Cruzeiro. Não haveria financiamento para nada que tivesse elementos subversivos.

Cruzeiro ainda deverá ser uma democracia, e por isso dar um certo espaço para a oposição, mas uma que fosse controlada, para não sair de controle e botar tudo pra perder, como já se tentou fazer no Brasil. Teria que haver sempre um certo policiamento em relação a tais manifestações progressistas. Cruzeiro deverá ser por definição um país mais conservador e mais calcado no cristianismo. Vertentes como catolicismo, protestantismo e espiritismo seriam exaltados. A umbanda seria tolerada, mas não exaltada, por conter elementos africanos. Como o judaísmo tem alguma relação com o cristianismo, também deverá ser tolerado, mas jamais exaltado. O budismo deveria ser tolerado mas não exaltado. Já o islamismo seria considerado uma ameaça contra a segurança nacional e proibido. Cruzeiro, apesar de abrir espaço para religiões não nocivas, é acima de tudo cristão.

Ainda sobre judaísmo, o único judaísmo que deverá ser tolerado em Cruzeiro é o dos judeus ortodoxos baseado na Torá, e não aquele sionista dos asquenazes, que não se passa de uma máscara khazariana baseado no Talmud. Esse "judaísmo" talmudino também deveria ser visto como uma ameaça contra a segurança nacional, que é aquele mesmo que causou a revolução russa, o holodomor e outras atrocidades em nome de uma elite sanguinária comunista. São esses asquenazes os que mais se envolvem na promoção e financiamento de movimentos progressistas subversivos. Ou seja, o judaísmo será tolerado, mas não o sionismo! Cruzeiro deveria evitar relações diplomáticas com Israel, simples assim.

Os judeus em cruzeiro, assim como gays e negros não teriam mais toda essa proteção de leis específicas a eles, assim como as mulheres (seria o fim do feminismo dentro das leis). As leis seriam simplificadas e todos estariam sujeitos às mesmas leis, independente de raça, credo, status, sexo, etc. Feminicídio, infanticídio e homicídio aqui dão na mesma, é homicídio e pronto! Todos esses privilégios em relação à raça deverá acabar, ou seja, nada de cotas raciais, sexuais, etc. Aqui a meritocracia deverá ser geral, e não seletiva. Ou seja, em Cruzeiro, não haveria mais esse crime de anti-semitismo e a definição de racismo deverá ser revisada, apenas limitada a agressões físicas ou psicológicas em indivíduos.

Cruzeiro também não deveria seguir as agendas da ONU, que deverá ser vista como outra ameaça contra a segurança nacional.

A miscigenação inter-racial ainda seria tolerada, mas haveria uma certa política eugênica, não em forçar ou proibir pessoas a terem relacionamento com outras, mas num sentido voluntário, em que o governo daria um determinado benefício aos que abraçassem a causa da proteção contra a extinção dos povos brancos. Haveria um esforço para desfazer o plano Kalergi, esse plano globalista financiado por uns asquenazes subversivos malditos. Os casais brancos que abraçassem esta causa teriam certos benefícios que os favoreceriam em ter vários filhos e o custo de vida para estes seria menor, teriam a proteção do estado. Haveria então toda uma política pró-família, no lugar de feminismo, abortismo e gayzismo.

Mas ao contrário da alemanha nazista, as pessoas ainda teriam liberdade em escolher seus pares... Afinal trata-se aqui de um regime democrático, e não um regime totalitário baseado na ideia de uma superioridade racial. Ao contrário dessa ideia de superioridade racial, uma das metas deveria ser a preservação racial, e não aquela ideia de supremacia racial que foi o que fez o mundo se virar contra a Alemanha. Assim é a vida e a nova direita, aprendemos com os erros do passado. Aqui não haveria lugar para jeitinho brasileiro e nem complexo de vira-lata. Ou seja, não haveria lugar para malandragens e nem para promoções multiculturalistas.

Em Cruzeiro, a organização Rosa Cruz teria maior relevância que a Maçonaria, esta última que seria vista pelo governo com certa precaução, pelo seu envolvimento com várias conspirações e agendas globalistas mundo afora. Em Cruzeiro, deveria haver um sistema de inteligência capaz de rastrear ações subversivas feitas por sociedades discretas ou secretas, a fim de preservar a segurança nacional. A influência da maçonaria com o tempo iria diminuir drasticamente, maçons começariam a serem perseguidos e seriam forçados a abandonar tal instituição. Por outro lado, os rosa-cruzes seriam bem vistos. Haveria toda uma rivalidade entre estas duas instituições. Os rosa-cruzes seriam vistos como promovedores da cultura e da igreja, enquanto os maçons seriam vistos como subversivos, assim como comunistas e sionistas.

Várias igrejas sionistas seriam tomadas pelo governo à força e fechadas, incluindo aquela réplica do templo de Salomão do Edir Macedo.

Todos esses pastores que ficam ludibriando seus fiéis seriam perseguidos pelo governo, tendo a fortuna deles tirada e transferida para verbas de vários setores públicos, investimentos, etc. Os pentecostais passariam a pensar duas vezes antes de sair pregando sionismo s Israel. Por falar nisso, Cruzeiro também despertaria para o fato que o Vaticano está corrompido com políticas progressistas e por esse motivo os católicos mais conservadores acabariam abandonando o papa e o Vaticano. O governo então construiria uma nova sede do catolicismo em alguma cidade. Talvez aquele templo de Salomão fosse usado para esse fim, mas para isso a aparência deveria ser mudada para uma mais condizente com um grande templo católico. Nele teríamos um novo papa e paralelo ao do Vaticano, como já ocorreu uma vez na época do Sacro Império Romano, em que existiram dois papas independentes.

O catolicismo em Cruzeiro passará por reformas e teremos duas vertentes católicas como resultado disso.


Economia e cultura de Cruzeiro:

[Imagem: 16.jpg]

Em relação à economia, ela seria aquele capitalismo à moda antiga, lastreado num minério precioso. Mas como o Brasil tem pouco ouro, mas muito nióbio, então o nióbio, que por sinal vale mais que ouro e terá cada vez mais importância nas aplicações tecnológicas no futuro, deveria ser a base da nova moeda. A maior parte da reserva de nióbio no Brasil está na região de Araxá e esta segundo o mapa que fiz faria parte de Cruzeiro. Boa parte desta reserva estaria destinada a ficar em imensos cofres em vários bancos nacionais pelo país, a sete chaves, em forma de barras, como as de ouro. A União Socialista também acabaria tendo umas reservas desse minério e poderia acabar usando ele para fins similares. A moeda conservadora de direita, que vou chamar de Roial, não deveria estar vinculada ao Dólar.

Como a cultura de Cruzeiro deverá ser conservadora, então a nova moeda deverá ter gravuras de personagens mais relevantes do período imperial, como Dom Perdro I e II, Princesa Isabel, Santos Dumont, etc. Apesar de ser democrático, haveria uma tendência cada vez maior de movimentos monarquistas e poderia ser que Cruzeiro acabasse se tornando império, regido por algum descendente da família real, que acabaria terminando numa monarquia parlamentarista. Cruzeiro definitivamente seria um Brasil voltando ao passado, não em termos tecnológicos, mas em termos culturais. Pois todos sabem que, na época do império, o Brasil era um dos países com maior crescimento econômico. Mas depois que veio a república, foi tudo por água abaixo! Cruzeiro aprendeu com os erros da república.

Com o tempo isso acabaria influenciando a moda e as pessoas passariam a se vestir cada vez mais como era no período imperial. Se alguém viajasse para Cruzeiro, seria como voltar uns dois séculos atrás, seria o mundo num perpétuo século 19, claro, apenas na aparência. Porque a economia e a tecnologia continuariam evoluindo. Cada vez mais prédios e casas novos começariam a adotar um estilo mais próximo do visual daquela época, mesmo arranha-céus. Veríamos um país de certa forma engraçado, com uma tecnologia de século 21 mas com um visual de século 19. E não pararia por aí, essa nova cultura se inspiraria na cultura europeia moderna e medieval, no lugar da contemporânea. E com o tempo as coisas começariam a ficar ainda mais interessantes.

[Imagem: o872tz.jpg]

[Imagem: 5xqv08.jpg]

Começaríamos vendo pessoas usando roupas similares às que ao menos a nobreza usava na idade média... Veríamos carros com um visual que lembraria aqueles primeiros carros que pareciam charretes mas com potência, conforto e tecnologia dos carros modernos. Veríamos algo como uma adaptação do estilo de música antiga com o atual rock e pop. O passado e o futuro seria uma coisa só, mais ou menos como ocorre no Japão! Cruzeiro iria ao mesmo tempo para frente e para trás. Os estilos contemporâneos serão vistos como ultrapassados e o que é passado para nós será visto para os cruzeiranos como o futuro. Haverá toda uma redefinição sobre o que é passado e futuro.

Já pensou um dia ver um cara vestido de templário dirigindo um conversível retro-futurista e tocando alto uma música que pareceria uma fusão de clássica medieval com rap? Você começaria a perder a noção de tempo e época, começaria a ficar louco e iria querer entrar numa máquina do tempo para voltar ao passado, quando ainda não havia ocorrido esse separatismo brasileiro. Mas daí acabaria ficando louco de novo, porque saberia que um dia o povo acabaria voltando ao passado. E daí acabaria no fim das contas preferindo viver entre socialistas, que ao menos ainda abraçariam um modernismo progressista. Mas daí acabaria percebendo que foi uma péssima ideia porque você acabou sendo extorquido pelo governo. Tentaria a sorte nos territórios internacionais, mas também acabaria sendo explorado e viveria mal.

Só lhe restaria viver sozinho nas ruínas de Brasília e lamentar o destino do Brasil. Você até começaria a querer unir pessoas para reconstruir o que restou do Brasil e você sentado dentro de uma ruína onde estava a cadeira presidencial e se auto-declarar presidente de Brasília. Aos poucos Brasília iria sendo reconstruída, se você fosse esperto o suficiente para angariar lucros através de trabalhar por conta própria em algo que rendesse um lucro relativamente fácil em poucos anos. Começaria com um grupo de fazendeiros, pedreiros, artesãos, e mais tipos de trabalhadores. O Brasil nunca mais seria o mesmo, mas ao menos com Brasília restaurada seria o refúgio daqueles ex-brasileiros que gostariam de voltar a ser brasileiros... E se tiver sorte poderia até conseguir expandir um pouco seu território...

Afinal, Brasília é uma cidade sem fronteiras...

Acabaria se transformando numa cidade-estado desenvolvida como Hong Kong ou Cingapura.

E desta vez com um diferencial... Sem aquela corrupção toda do passado!


Conclusão:

Cruzeiro poderá emergir após dois mandatos de governo do Bolsonaro. Um que deu mais certo e o segundo que foi fraco e de certa forma um fracasso. Daí a esquerda tenta voltar a tomar o poder, após a fusão de vários partidos num só, ganhando força total nas eleições, após um governo de direita sionista que de início foi bom mas que depois resultou em sérios problemas para os trabalhadores ao ponto que ninguém mais ter segurança ou estabilidade e a chance de ser demitido ser alta por causa de um governo que investiu num esquema de alta rotatividade nas empresas. E em função disso a esquerda praticamente ganha a eleição, quando grandes grupos organizados e unidos entre si resolvem, com a ajuda de militares, a promover o separatismo em vários estados do sul, sudeste e centro-oeste. Essa distopia mostra as consequências tanto da extrema direita como da extrema esquerda e as consequências do separatismo somado a isso. Num país ultraconservador cristão e num ultraliberal marxista.

Na distopia, Cruzeiro é o país que deu certo, apesar de certas restrições ideológicas e de certa forma voltou no passado, enquanto ao mesmo tempo evoluiu tecnologicamente. Foi resultado da união da direita conservadora raiz num imenso território contra as tendências globalistas, sionistas, islâmicas e o escambau a quatro. Mas por outro lado disso resultou o surgimento de um país socialista no norte em função das tendências da população daqueles locais, resultando em ainda mais miséria e exploração por parte de políticos corruptos, que acabou terminando num conflito ao estilo da Coréia entre os dois brasis. Fora que isso resultou numa imensa perda, a maior parte da Amazônia, dividida em colônias de outros países e somado a isso uma nova força inimiga que ameaça todas essas nações, os neonazistas.

Tudo isso seria uma verdadeira distopia brasileira, renderia um bom livro até! E... não é que não é uma má ideia? Acho que vou começar a escrever hoje!

Acho que daria uma distopia ao nível de Admirável Mundo Novo e 1984, sendo que esta estaria baseada em tendências reais num cenário mais próximo ao da realidade! Nessa história pretenderia retratar todo esse cenário distópico, através de um protagonista que sai de Brasília para Cruzeiro, enlouquece, migra para a União, percebe que cometeu um erro fatal, tenta a sorte numa colônia judaica, passando por um território dominado por neonazistas, mas também percebe que não foi muito bem-vindo lá e acaba regressando para Brasília, tentando ele mesmo reconstruí-la através de financiamento e grupos de apoio, a ponto de torná-la uma cidade-estado desenvolvida. Tentará reconstruir um Brasil perdido no tempo.

Será que vai ter sucesso? Ou no fim das contas será impedido disso? Só digo uma coisa, será bem criticado por todos os lados, tanto pelos conservadores em Cruzeiro quanto pelos liberais da União, assim como pelas potências que finalmente puderam dominar a Amazônia. Terá muitos críticos e poucos apoiadores. E como será o futuro de Brasil-Brasília? Como será esse novo governo restaurado? Progressista, conservador, tecnocrático? Uma democracia ou uma autocracia? E quanto aos brasileiros, será que os ex-brasileiros desses outros países vizinhos vão poder voltar a viver no Brasil se quiserem? Mistério... mistério... mistério...
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[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Diakonov pelo seu post:
Fire Fox (17-07-2019), Xevious (17-07-2019)
Sabonetes naturais pelo menor preço é na Tudo Saudável
17-07-2019, 02:58 AM
Resposta: #2
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
"A miscigenação inter-racial ainda seria tolerada, mas haveria uma certa política eugênica, não em forçar ou proibir pessoas a terem relacionamento com outras, mas num sentido voluntário, em que o governo daria um determinado benefício aos que abraçassem a causa da proteção contra a extinção dos povos brancos. Haveria um esforço para desfazer o plano Kalergi, esse plano globalista financiado por uns asquenazes subversivos malditos. Os casais brancos que abraçassem esta causa teriam certos benefícios que os favoreceriam em ter vários filhos e o custo de vida para estes seria menor, teriam a proteção do estado. Haveria então toda uma política pró-família, no lugar de feminismo, abortismo e gayzismo. "

Ou seja, pessoas mestiças ou negras que não concordam com essa política vai ter que apoiá-la sob pena de multa ou prisão, exatamente como ocorre no Brasil atual.

É tão difícil assim pensar além do seu próprio ego? só está invertendo o agredido e agressor.
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a truthHolder pelo seu post:
Bogoton (23-07-2019)
17-07-2019, 10:00 AM
Resposta: #3
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Temos um ferrenho seguidor de Anders Behring Breivik no fórum. Até aos templários ele faz referência. Graças aos templários hoje existem as sociedades secretas que controlam o mundo.

"Existem dois tipos de história mundal: Uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos."

Honoré de Balzac
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a NoNOM pelo seu post:
Desperto (30-07-2019)
17-07-2019, 12:36 PM (Resposta editada pela última vez em: 17-07-2019 12:43 PM por Diakonov.)
Resposta: #4
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Citar:Anders Behring Breivik no fórum.
Não o conheço, mas vou ver se pesquiso sobre ele por curiosidade.

Tenham em mente que isso tudo foi uma ideia que saiu de minha própria cabeça, com base nas coisas que acontecem hoje e em certas preocupações minhas. E também não sei muito a fundo sobre os templários, só sei que eles tiveram um papel importante para certos países na Europa como Portugal. Não está baseado em nenhum conto. De qualquer forma, toda essa ideia não se passa de uma distopia. Mas nunca se sabe o que pode acontecer no futuro, e o que vejo é uma população brasileira bastante desunida, direita contra esquerda e ao contrário de algum tempo atrás a população nordestina está ainda mais dividida em relação ao resto do Brasil, fora a questão da Amazônia.

Portanto acho que pode haver alguma verdade nessa distopia aí.

Sobre as sociedades secretas, eu já acho que elas existiam há mais tempo, entre os gnósticos desde antes dos tempos de Cristo. Há até quem diga que elementos simbólicos e ritualísticos da maçonaria vem desde os tempos da Babilônia. Os templários só fizeram parte disso, mas não foi o que deu origem a um tipo de sociedade que já existia desde há muito mais tempo. Aquelas sociedades misteriosas e fechadas da época. O próprio Pitágoras fundou algo assim, a respeito do mistério dos números e eles tinham segredos que não revelavam ao público. Sociedades secretas sempre vão existir, porque seres humanos formam grupos e em muitos deles eles carregam certos segredos que dão certas vantagens.

Portanto não há nada de mal em incluir alguma organização do tipo num conto distópico.

É mais ou menos como aquelas histórias de Dan Brown.

Eu só não sei se seria uma boa ideia botar nomes de pessoas reais numa distopia. Eu estava pensando em ao invés disso me referir ao Lula como Operário e ao Bolsonaro como Capitão e o Moro como Julgador. Falar sobre eventos reais que aconteceram recentemente como eventos de um passado um tanto distante e botar apelidos no lugar de nomes reais, e junto a isso narrar eventos futuros fictícios mas que podem acabar acontecendo se essas pressões sociais continuarem. Um futuro que acabou dando uma grande vantagem à esquerda voltar ao poder e disso resultar no separatismo de vários estados, que se uniriam depois numa causa em comum.

Ao contrário de Admirável Mundo Novo e 1984, ambas obras que já li e que são por sinal muito boas, em Cruzeiro teríamos uma possibilidade mais ou menos certa do separatismo acabar estourando no país em função do medo e da revolta e por causa de um governo que no início foi bom mas que depois desmoronou. Imagine, uma história distópica acontecendo aqui mesmo, ao invés de na Inglaterra ou EUA. Um país e uma sociedade que se dividiu, cada um seguindo seu próprio destino e as tensões entre eles só tender a aumentar. Um Brasil do norte que abraça a NOM e o outro Brasil do sul que luta contra a NOM. Um cenário perfeito para um futuro distópico.

A ideia é mostrar as consequências do separatismo e do extremismo político, com pitada de ficção. E para deixar claro, sou contra separatismo, no lugar disso o Brasil deveria adotar um governo mais descentralizado em que as regiões tenham mais autonomia, facilitando desta forma governar um país com uma população heterogênea. Desta forma não haveria um choque tão grande entre os interesses de uma região para outra. Assim até o nordeste ficaria mais em paz com o resto do país. Todas fazendo parte do mesmo país, mas cada uma seguindo seu próprio rumo econômico, político e cultural. Mais Brasil e menos Brasília!

Tipo, não gostaria que o Brasil perdesse a Amazônia, sacou?

Isso tudo não se passa de uma mera distopia, apesar de bem provável.
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17-07-2019, 07:35 PM
Resposta: #5
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Daria um bom cenário de jogo de RPG em algum sistema Modern.

"Cantadas nas catedrais, sussurradas nas sombras, sempre inconstantes, raramente imutáveis. Assim se constroem as LENDAS."
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17-07-2019, 11:54 PM (Resposta editada pela última vez em: 18-07-2019 12:31 AM por Diakonov.)
Resposta: #6
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Citar:Ou seja, pessoas mestiças ou negras que não concordam com essa política vai ter que apoiá-la sob pena de multa ou prisão, exatamente como ocorre no Brasil atual.
Bem, temos que levar em consideração o contexto de Cruzeiro. Como se trata de uma distopia, então não deveria ser levado a sério demais, é apenas uma história, uma sugestão minha do que poderia acabar acontecendo num futuro próximo, dependendo das tensões sociais. Quanto a tal política racial, isso não seria uma decisão de congresso, mas uma imposição constitucional baseada num ideário de um movimento conservador que daria origem a tal constituição. Quem não fosse a favor disso não seria obrigado a concordar, mas também nada poderiam fazer para desfazer esse benefício a casais que abraçassem esta causa. Pois Cruzeiro é um país de extrema direita, assim como a União Socialista Brasileira é um de extrema-esquerda. Acho curioso como alguns aqui toleram políticas de extrema esquerda, mas ficam atacando a extrema-direita. Defendem políticas que dão privilégios para certos grupos raciais, mas mesmo assim atacam racismo ou racialismo. Vai entender...

Citar:É tão difícil assim pensar além do seu próprio ego? só está invertendo o agredido e agressor.
Ô coiso, se existem as cotas raciais que dão privilégios a certos grupos raciais e sociais, então porque eu não poderia defender uma política de proteção racial? Se fosse com negros e mestiços você não se importaria, mas quando o branco é sempre citado, aí é motivo de escândalo. E é justamente dessa hipocrisia toda que estou farto. Quando se valoriza o negro, índio, asiático e mestiço você é bem-visto. Agora quando se trata em valorizar o branco, aí é racismo. Mas comigo aqui isso não passa mais, essa falsidade ideológica da esquerda progressista. Se isso lhe soou como ofensa me desculpe, mas é que não dá mais para aguentar essa falsidade toda aí não.


Para entenderem melhor a distopia que estou bolando, vou mostrar alguns eventos históricos nela com a ajuda de mapas, para entenderem como teria ocorrido esse separatismo.

[Imagem: Brasil1.jpg]

Vitória do Bolsonaro: Com a vitória do Bolsonaro, a esquerda sofreu um duro golpe, apesar de ainda ter resistido em alguns estados, a maioria no nordeste através de governadores, deputados e senadores de esquerda eleitos. Bolsonaro faz uma série de reformas, como a trabalhista, previdenciária e tributária, entre outras. Durante o primeiro mandato do Bolsonaro, a economia cresce como nunca e nos estados em que mais políticos de direita foram votados, foram os que mais se beneficiaram, enquanto que os governados pela esquerda não tiveram as mesmas vantagens. A própria esquerda nos estados mais influenciados por ela faz a cabeça da população mais uma vez e bota a culpa no governo Bolsonaro. Essa fase é o que está ocorrendo hoje. Os estados verdes foram os que mais votaram no Bolsonaro, enquanto os em vermelho votaram mais no Haddad.

Segunda vitória do Bolsonaro: Começa a distopia. Bolsonaro é reeleito com ampla maioria da população. O governo foi tão bom que até também teve a maioria dos votos em alguns estados do nordeste. Mas Bolsonaro fica numa espécie de inércia e as coisas acabam dando mais errado do que certo. Muita coisa melhorou, mas consequências negativas do governo anterior começaram a surgir... O trabalhador não tinha mais segurança no emprego e a rotatividade era muito alta. Ninguém conseguia ficar por muito tempo num emprego e a insegurança era alta, pois ainda havia muito desemprego. Até que vários protestos começaram a surgir exigindo medidas para que o governo protegesse mais o trabalhador mais velho e com mais experiência. O governo fazia o possível para evitar mais gastos com a admissão de novos servidores públicos. Não só o aspecto econômico do país começou a ruir por causa de exigências absurdas, mas muitos cidadãos já estavam armados e vários casos de assassinato por porte de arma de fogo foram noticiados. Haviam casos de pessoas que de madrugada saíam atirando em mendigos, usando silenciadores nas armas, pois acreditavam que uma limpeza daquele tipo era necessária.

A esquerda estava desesperada e chegou a uma solução radical. Ou ela se une numa só força convergente ou será extinta. A solução foi a união de todos os partidos da esquerda num só grande partido organizado, com uma nova aparência e discurso. Até evitou usar certas cores como vermelho e evitou a dialética marxista por um tempo. Se fizeram passar por uma nova solução não tão esquerdista. Mas no fim das contas era tudo uma grande mentira. O Lula até então estava num presídio de segurança máxima. Mas pressões populares fizeram com que ele fosse transferido para um presídio na Bahia, e num que não fosse de segurança máxima. Isso aconteceu porque Bolsonaro ficou com medo de a pressão popular ficar mais violenta, em função de um governo que estava prestes a fracassar e isso acabar resultando numa guerra civil. Bolsonaro não podia fazer muito contra a esquerda em função das consequências de suas medidas políticas. Estava de mãos atadas. Não houve tentativa de impeachment porque o vice do Bolsonaro era ninguém menos que o próprio Moro. A esquerda tinha mais medo do Moro acabar se tornando presidente interino do que o próprio Bolsonaro que ela aprendeu a manipular. Então o Bolsonaro governou até o final de seu segundo mandato.

A esquerda sabia que, com Moro no poder, seria o fim dela e de suas subversões.

Vários movimentos conservadores começaram a questionar certos elementos que perceberam que foram mais nocivos do que benéficos ao país desta nova direita, como o sionismo e um certo entreguismo às potências sob o disfarce de liberalismo econômico. Estava surgindo uma nova direita que era contrária ao sionismo e liberalismo, uma ainda mais conservadora tanto no sentido cultural quanto econômico. Essa nova direita percebeu os erros da república, do liberalismo e do sionismo. Ela também pregava ideias racialistas de proteção aos povos brancos. Mas ainda assim ela criticava certos elementos dos antigos regimes fascistas, como a esterilização racial.

[Imagem: Brasil3.jpg]

Eleição acirrada: As coisas começam a esquentar de verdade a partir de agora. Com uma nova esquerda de aparência e discurso transformado, agora a direita não tem mais aquela força que teve nos dois mandatos anteriores. Em alguns estados a maioria ainda apoiava as causas da direita liberal sionista mas muitos já questionavam esse modelo e queriam mudanças. Mas a maioria dos estados passaram a preferir o retorno da esquerda petista no poder. E em alguns a população ficou dividida entre os dois destinos. A continuação da direita liberal sionista ou o retorno dos petistas, sob o disfarce de um novo mega-partido. Em vermelho os estados que preferiram a esquerda, em verde a direita e em amarelo os indecisos.

Houve muita confusão e direitistas e esquerdistas passaram a se detestar mais do que nunca desta vez, ao contrário do que ocorreu na primeira eleição em que o Bolsonaro foi eleito. Estava prestes a estourar uma guerra civil. Mas o pior aconteceu, de alguma forma a esquerda ganhou e eleição e pessoas nos estados mais ao sul ficaram desesperadas. Os movimentos conservadores mais radicais agiram logo. Todos eles se uniram num ato de emergência. Grande parte dos militares em altos cargos eram associados destes grupos. Houve um pedido de socorro. Os militares associados exigiram por uma nova apuração das urnas, caso contrário tomariam o poder à força.

E foi constatado o que eles suspeitavam, grande parte das máquinas de votação estavam fraudadas, programadas para votar no candidato da esquerda no segundo turno. O mega-partido foi desmascarado e não tinha como se defender da acusação. Em função disso a direita organizada conservadora sugeriu que o melhor para a nação seria que o Brasil se dividisse em vários estados independentes. Desta forma não haveria mais esse tipo de conflito que terminou em vários massacres, tanto cometidos por grupos de esquerda quanto pelos de direita. Muitos acabaram mortos ou aleijados em função desta guerra civil. E o que piorou as coisas foi o motivo da população poder portar arma de fogo...

Com o apoio dos militares, a constituição federal foi rasgada e vários estados se separaram entre si, cada um elaborando sua própria constituição. Estados do centro ao sul do país fizeram isso, enquanto que os do norte e nordeste se mantiveram ainda fiéis à constituição, por enquanto. Já outros ainda ficaram na dúvida se o separatismo era a melhor escolha, mas que também não queriam voltar a serem governados por uma esquerda bandida.


[Imagem: Brasil4.jpg]

Separatismo: Enfim o Brasil como conhecemos passou a deixar de existir, estando fragmentado em vários estados independentes, com uma maioria que ainda preferiu se manter unida num país que ficou pela metade! Em vermelho os estados que se mantiveram unidos ao Brasil. Em verde os que se separaram e em cinza os que se mantiveram indecisos por mais tempo. O conflito foi maior nos estados indecisos, em alguns metade da população era a favor e a outra metade contra. Em alguns acabou ocorrendo a separação do estado inteiro como em MG, ES e RO. Já outros como MT e GO se dividiram, uma parte deles se tornaria país independente e a outra ainda faria parte do Brasil. Quanto ao DF, acabou resolvendo manter-se integrado ao país original. É o "fim" do Brasil.

[Imagem: Brasil5.jpg]

Então tivemos um Brasil pela metade e vários novos países mais abaixo. Todos estes novos países adotaram políticas idealizadas pelos movimentos conservadores de uma direita reformulada. Todos eles adotaram políticas bastante parecidas entre si, com suas próprias constituições provisórias. Mas não tardou muito para que esse separatismo todo resultasse num grande rombo econômico, muitos saíram perdendo mais com o separatismo do que outros. Percebendo isso, movimentos de direita perceberam que o melhor seria se todos esses novos países se fundissem num só país maior, com um ideal em comum e que fosse uma resistência contra ameaças vindas da outra metade do Brasil como do mundo afora. Os países mais ao sul inicialmente resistiram a essa ideia enquanto que os demais de imediato abraçaram ela.

Enquanto isso o que restou do Brasil sofreu profundas mudanças em suas estrutura política e cultural. Aquela esquerda que se fazia passar por outra coisa logo botou suas garras de fora e mostrou sua verdadeira face, que era aquela mesma de antes, ao estilo petista. A parte mais forte das forças armadas brasileira estava a favor do separatismo e o que restou foi um exército fraco que não tinha poder para impedir a comunização iminente do Brasil. Como foi a esquerda que venceu a eleição, então ela voltou com força total. O Lula que antes estava preso na Bahia foi logo solto e o presidente eleito cedeu seu cargo ao Lula, que era o que todos no fundo queriam. Era tudo uma armação para soltar o Lula e trazer de volta a glória do PT, desta vez na forma de um mega-partido, do único partido que restou no Brasil.

Algumas das mudanças feitas no Brasil foi a mudança de sua capital de Brasília para Salvador, que era a que melhor representava os negros "oprimidos", tanto atualmente como símbolo histórico. Já Pernambuco se tornou o estado de maior importância econômica e Recife se tornou uma capital comercial. O que antes foi uma democracia se tornou numa autocracia lulista socialista e o Lula ficaria governando até não mais poder. Mais estados foram criados para fazer com que populações mais do interior se sentissem mais representadas e desta forma seria mais fácil controlá-las por meio de governança, promessas e programas sociais de migalhas. Alianças com países socialistas e árabes foram reforçadas. Não era um mero socialismo, desta vez a metade do Brasil se tornaria de fato comunista, aos moldes da China e Venezuela. Lula se tornaria um rei soberano.

A cultura que era progressista ficou ainda mais bizarra e perigosa. As crianças desde pequenas aprendiam educação sexual e a abraçarem a homossexualidade, assim como meninos seriam educados a agir como meninas e vice-versa. Crianças passaram a assistir atos sexuais em vídeos nas salas de aula e até eram incentivadas a se masturbar ou em tocar em genitálias de colegas. E claro, todas desde cedo sofrendo lavagem cerebral para depois se tornaram militantes partidários. Nas escolas foram incluídas novas disciplinas que nada mais eram que militância disfarçada em forma de conhecimento ou educação. O cristianismo foi pro ralo, no lugar dele religiões pagãs tomaram lugar assim como o marxismo e além disso o islamismo começou a ser promovido como uma religião de oprimidos. Uma sociedade de oprimidos que se tornaram opressores com o aval do governo. Cada vez mais o mega-partido revelava sua verdadeira face, que era racista, fascista, cristofóbica, heterofóbica, anti-semita, etc. Toda forma de arte se transformou numa espécie de prostituição. Maconha e outras drogas foram liberadas. A consequência disso foi um menor rendimento escolar e profissional da população em geral. As massas já alienadas ficaram ainda mais ignorantes.

Pessoas que eram brancas, cristãs e conservadoras começaram a serem perseguidas e muitas acabaram executadas e tiveram que fugir em massa ao país ao sul que estava se formando, pela fusão das várias repúblicas. Muitos brancos com experiência profissional foram tirados de seus empregos à força e substituídos por negros novatos com menos experiência profissional, por um macabro sistema de cotas e justiça social baseada na lei da compensação histórica. Quem não era negro, gay ou feminista era marginalizado. É meio o contrário do que ocorre hoje no Brasil.

Enquanto isso Brasília vivia uma verdadeira guerra civil, parte da população queria que ela fosse anexada a Cruzeiro e outra à União. Os militares mal conseguiam conter a população, já que Brasília ainda era o último vestígio do Brasil original e com sua constituição de 1988 ainda intacta. Havia uma menor parte da população que preferia que esta se tornasse uma cidade-estado, mas essa ideia era má vista pelas duas facções conflitantes. Brasília virou uma grande arena com muito derramamento de sangue. No fim das contas, os que queriam Cruzeiro migraram para lá, e os que queriam a União também migraram para ela. Os que preferiam uma cidade-estado foram os que ficaram, apenas um quarto da população. Ou seja, essa parcela foi tudo o que restou da população brasileira original, umas poucas milhares de pessoas. Brasília se transformou numa cidade cheia de ruínas que eram antes os vários prédios de governo. Só restaram umas residências e prédios intactos.

[Imagem: 315jw8w.jpg]

Criação de Cruzeiro: Aqueles vários países se fundiram num só, denominado Cruzeiro. Todos concordaram que era o melhor para todos eles, visto as ameaças do vizinho do norte. Foi criada uma nova constituição desse brasil do sul que tinha um caráter bastante conservador, cristão, nacionalista, racialista. Assim como os brancos, héteros e cristãos eram perseguidos no Brasil, os negros, gays e feministas até que eram tolerados, mas um tanto mal vistos, em função das políticas do Brasil socialista. Ao menos Cruzeiro era mais tolerante com as minorias e com aqueles que discordassem de suas políticas. Não eram presos ou executados por isso. Os judeus também eram tolerados, mas não os sionistas. Qualquer pregação de sionismo passou a ser considerado crime, assim como pregação de marxismo, islamismo e nazismo. Os muçulmanos que vivessem em Cruzeiro ou deveriam ficar quietos e guardarem o islamismo apenas para eles mesmos ou irem embora. Como Brasília estava fora de questão, São Paulo se tornou capital. Uma constituição aos moldes de um viés conservador, cristão e nacionalista surgiu.

Depois virou uma monarquia parlamentarista, que reforçou ainda mais a segurança nacional e os reais interesses daquela nova pátria conservadora em sua maioria. Os progressistas eram de certa forma tolerados, mas não tinham voz num governo ditado por conservadores em sua maioria. Não só por políticos e pelo imperador, mas por toda uma organização de conservadores com o apoio dos rosa-cruzes, enquanto que os maçons eram perseguidos pelo governo e tratados como uma organização de subversivos marionetes de uma máfia internacional.

Cruzeiro ainda estava se recuperando do rombo econômico causado pela guerra civil e pelo separatismo. Acabou tendo que fazer certos acordos com potências e no fim das contas, tanto Cruzeiro como sobretudo a União Socialista Brasileira tiveram que ceder territórios para outros países, e em troca terem o perdão de toda e qualquer dívida externa assim como receberiam benefícios que favoreceriam o crescimento econômico em ambos. A partir daí a Amazônia foi repartida entre vários países. Rondônia que era de Cruzeiro tornou-se colônia de Israel. As demais que eram da União foram cedidas para vários países, cada um escolhendo um território. E a própria ONU acabou finalmente tendo um território próprio dela. A ONU mais tarde, nessa distopia, acabaria virando um país e adotando políticas nacionalistas e por fim sem querer mostraria sua verdadeira face racialista, fascista e fóbica em diversos aspectos. Ela mesmo através de seu território acabaria se desmascarando com o tempo, mostrando para o que realmente veio.

Então temos nesta distopia um Brasil dividido em vários territórios, dois grandes e vários pequenos, incluindo Brasília, que agora é uma cidade-estado em ruínas. O protagonista dessa história que pretendo criar viajará para os dois brasis e mais uns territórios internacionais para tentar a sorte, mas depois de enfrentar neonazistas e um povo não hospitaleiro nos territórios internacionais, acabará voltando para uma Brasília em ruínas e a partir de lá tentará reconstruir um Brasil perdido no tempo. Não vai mais voltar a ser o mesmo grande Brasil de antes, mas ao menos poderá resultar num pequenino Brasilsília próspero, que poderá ter benefício e proteção de Cruzeiro ou da União. Ou até ser um mediador diplomático entre os dois países e fazer a ONU ficar com inveja. Ainda não defini bem como isso vai acabar.

O que antes era uma proposta separatista minha agora resolvi que será elementos de um conto distópico, para mostrar as consequências do separatismo associado a políticas extremistas, seja progressista ou conservadora, assim as coisas ficarão mais interessantes, porque não seria uma mera proposta, mas toda uma distopia com suas problemáticas e soluções.
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19-07-2019, 01:27 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-07-2019 01:27 PM por Diakonov.)
Resposta: #7
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Neste momento já estou escrevendo um capítulo de minha nova obra. O nome dela ainda vou decidir, mas por enquanto terá o nome deste tópico. Fiz algumas mudanças na história e agora envolve duas organizações, uma chamada Rede Popular Brasileira (um mega-partido de esquerda inicialmente travestido de uma direita alternativa) e outra chamada Frente Conservadora Nacional (uma organização poderosa de direita que se formou durante o governo Bolsonaro). O problema começou depois do segundo mandato do Bolsonaro, que na trama chamo de "mito", "ex-mito" "figura", "capitão"... que ficou numa inércia diante de consequências causadas pelo próprio governo e que o mesmo não conseguia lidar, a esquerda voltou a ganhar fôlego, houve fraude nas urnas, em seguida uma breve intervenção militar para ocorrer um terceiro turno, e então a Frente resolvou que seria melhor separar vários estados, tornando-os pequenos países. Enquanto isso a Rede fez algo similar, mas mantendo os estados do norte e nordeste no que viria a se transformar num brasil comunista. Depois os países recém-formados se uniram para enfrentar a ameaça do norte, formando Cruzeiro.

Ainda depois territórios de países vizinhos do sul se anexam a Cruzeiro.

O Brasil se fragmentou em 13 de agosto de 2030.

A trama começa em 1 de janeiro de 2301, século 24. Num distante futuro distópico e nas consequências de longo prazo de um país dividido em dois governos extremistas, um de direita e um de esquerda. O protagonista sai em sua jornada para ter uma vida melhor, mas no caminho encontra vários problemas que o força a migrar para outros territórios, e no fim das contas retorna a Brasília, para tentar reconstruir um novo e diminuto Brasil, no meio do nada, entre ruínas do que foi um dia a capital do Brasil. E esse protagonista é como se fosse um descendente distante meu do futuro. A trama é clara em sua mensagem, serve para alertar a respeito do separatismo associado a governos extremistas, seja de direita ou esquerda.
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23-07-2019, 11:13 AM
Resposta: #8
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Sou normalmente avesso a ideias separatistas, mas quando vejo o senado federal, com os nordestinos tendo mais poder político do que o Sul/Sudeste, graças ao atual sistema de 03 senadores para cada Estado; fico um pouco reticente...
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[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Marcelo Almeida pelo seu post:
Diakonov (23-07-2019), Marck Vini (23-07-2019)
23-07-2019, 07:43 PM (Resposta editada pela última vez em: 23-07-2019 07:43 PM por Diakonov.)
Resposta: #9
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
É, a ideia desta obra que estou escrevendo agora, e já estou no segundo capítulo, é justamente para alertar as pessoas sobre as consequências do separatismo relacionado ao extremismo político. Na obra eu trato de um norte e nordeste que abraçou o comunismo (União Socialista Brasileira) e do resto que abraçou uma política imperial e conservadora (Cruzeiro). Também chego a falar sobre como seria a terceira guerra mundial (Israel teria explodido Gaza com uma bomba termonuclear e isso causado a fúria de todos os países vizinhos, sendo o estopim para a guerra, com os EUA, Rússia e China intervindo). A guerra acaba e EUA, Rússia e China se fragmentam em vários países, por causa do caos social e econômico em decorrência da guerra.

No lugar de superpotências, o mundo teria várias potências menores emergentes.

Israel sobrevive, mas é quase todo destruído e a maior parte do povo israelense migrou para Rondônia, por causa de um acordo dos nativos com Israel feito antes, assim como para a Patagônia. O mundo passa a ter 6 países judeus. Mas aquele poderoso lobby sionista acaba. Os globalistas ficam inexpressivos e desmoralizados e aquelas famílias como os Rothschilds acabam tendo mais prejuízo do que lucro e também perdem grande parte do poderio deles. Não há mais a Reserva Federal e o Dólar deixa de ser moeda de referência. Agora cada país tem que se virar com as próprias riquezas que eles mesmos têm. A Etiópia se torna uma potência imperial africana e toma territórios de alguns países vizinhos como a Somália e Sudão. Os países que eram antes os EUA formam um bloco comercial e diplomático chamado Estados Unidos.

O Canadá também chega a se fragmentar e o Alasca se anexa do Canadá. Quebec e mais alguns estados próximos se fundem e forma um novo país, incluindo a Groenlândia. Alguns países da Europa se tornam nações islâmicas, já outros como Alemanha, Itália, Grécia, Hungria e Polônia resistem à islamização e se tornam países fascistas. A Alemanha volta a ser um Reich, só que ao invés da suástica tem o símbolo alemmani. Depois vou ver se mostro mais alguns fatos-chave da trama.

Só para entender, a União Socialista Brasileira está mais para 1984 de George Orwell enquanto que Cruzeiro está mais para Admirável Mundo Novo de Adouls Huxley.
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23-07-2019, 11:31 PM (Resposta editada pela última vez em: 23-07-2019 11:43 PM por Bogoton.)
Resposta: #10
RE: Cruzeiro: Uma distopia brasileira
Citar: Também chego a falar sobre como seria a terceira guerra mundial (Israel teria explodido Gaza com uma bomba termonuclear e isso causado a fúria de todos os países vizinhos, sendo o estopim para a guerra, com os EUA, Rússia e China intervindo). A guerra acaba e EUA, Rússia e China se fragmentam em vários países, por causa do caos social e econômico em decorrência da guerra.

Que bobagem. Numa guerra total esses países não poupariam armamento nuclear e se fragmentariam sim, em "zilhões" de partículas radioativas e mortas.
Essa distopia está mais para fantasia que tem como principal característica, pobreza de imaginação.

Citar:Só para entender, a União Socialista Brasileira está mais para 1984 de George Orwell enquanto que Cruzeiro está mais para Admirável Mundo Novo de Adouls Huxley.

O Cruzeiro?
No Admirável Mundo Novo não havia religião, relacionamentos humanos estáveis, famílias, nem mesmo partos. Sistemas de castas, droga livre e sexo desenfreado eram as regras. Você quer comparar o mundo criado por Huxley, com:

"Cruzeiro: Neste cenário é o país mais desenvolvido, o mais conservador e cristão (...) abraçando mais do que nunca o cristianismo em suas raízes, (...)Deveria promover também a imigração de europeus raiz, ou seja, famílias que se identificam com as tradições europeias e que são brancas em sua genealogia. (...)"

Você não pode ter lido o livro de Huxley. Se leu, não entendeu nada... o que não seria de se admirar.
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truthHolder (24-07-2019)
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