Goji Berry Pelo menor Preço Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais


Atualizações: Operação Jade Helm

 
Avaliação do Tópico:
  • 1 Votos - 5 Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
05-03-2017, 03:35 PM (Resposta editada pela última vez em: 05-03-2017 04:08 PM por ruicoelho.)
Resposta: #1
Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
[Imagem: 20234418_Z1eIS.jpeg]

Detector de notícias falsas da SIC-Visão - Comecemos por ler o próprio método de detecção de notícias falsas proposto por Rui Antunes, jornalista da Visão. E não, não se percam já em escárnios e risadas, sei que é difícil resistir mas seria interessante analisar esta jigajoga-parvorwelliana com seriedade:






1 - Confirmar endereço URL como fonte fidedigna
2- Verificar se o tema em causa está a ser abordado por algum media de referência
3 - Identificar e validar as fontes de informação no artigo
4 - Ler mais do que um artigo sobre o tema que despertou o seu interesse
5 - Um bom exercício pode ser perguntar-se: qual a probabilidade do que acabei de ler ser verdade?
6 - Procurar a secção Sobre 
(ou About) e pesquisar no Google para confirmar se alguma fonte credível já escreveu sobre essas pessoas
7 - Observar as fotografias para detetar manipulações descaradas


a) - Não entendo a relação entre "URL" e "fonte fidedigna", mas suponho que o senhor quereria simplesmente dizer que "se deve verificar se a fonte da notícia é fidedigna ou não". E como se faz tal coisa? Eu não sei! Pelo reputação da fonte? Pela longevidade do meio de informação em questão que o levou a ter renome? Então e se, no sentido contrário, o tal URL não for conhecido pelo leitor e que este nunca tenha ouvido falar do nome do tal rádio/jornal/TV em questão, toda e qualquer notícia produzida por este novo meio de comunicação cai de forma automática na categoria de notícia falsa? Qual quê, este senhor começa logo mal, com o clássico argumento falacioso do apelo à autoridade. Caindo num erro de retórica detectado à milénios, o senhor Rui Antunes quer-nos fazer crer que o estatuto de algo ou de alguém garante que este produz conteúdo verídico, quando não, não necessariamente. Com frequência os media de renome portugueses como RTP, SIC, DN, JN, Público, etc., mentem e afirmam enormidades sem apresentar provas que apoiem aquilo que afirmam. Com frequência aparecem novos media digitais que, apesar de desconhecidos, produzem conteúdo cuja qualidade e veracidade é atestada pelas provas recolhidas e apresentadas junto às suas notícias. Portanto não, "fonte fidedigna" não é argumento válido. Essa fonte "fidedigna" pode se lembrar de mentir de um momento para o outro ou apresentar conteúdo não acompanhado de provas.

E não me venham dizer, para defender o jornalista em questão, que essas "fontes" são "fidedignas" porque existe imensa gente (manadas de parvovelhas) que seguem esse suposto jornal. Não. É que vão directo a outro argumento falacioso, o do apelo à popularidade. Dizer que o Público é fidedigno porque dezenas de milhares de pessoas o lêem é como dizer que o sol gira em torno da terra porque outras tantas (ou bem mais) assim crêem.




b) - "Algum media de referência"!?! Ora Rui Antunes, mais do mesmo!?! De novo o argumento falacioso de apelo à autoridade!?! E para quê "mais algum" ou muitos mais? Para insistir no argumento falacioso de apelo à popularidade? Se toda a gente traduzir e republicar uma flagrante mentira da Reuters, essa mentira passa a ser verdade a partir de quantas republicações de quantos media de "referência"? E se eu, insignificante anónimo, publicar uma notícia e estiver na posse de documentação válida (ou de veracidade confirmável), estarei a produzir uma notícia falsa apenas por ser o único a fazê-lo e não ser de todo um media de referência? Só tiros nos pés caro Rui Antunes!

c) - Identificar as fontes de informação: notícia A, escrita pelo jornalista B do jornal C. Sim, e depois? Validar? Ok, depois há que validar, mas como? Não podia ser mais claro? Não, não podia, daí que o leitor deste detector de falsas notícias tenha de adivinhar se a validação de uma notícia é efectuada pela reputação do jornal (como afirmou antes) ou pela apresentação de provas (como prefiro eu).

d) - Mééééé, sugestão do argumento falacioso de apelo à popularidade. Que o leitor, depois de ter lido algo que lhe tenha despertado o interesse, se decida por ler mais sobre o mesmo tema, tudo bem, naturalíssimo, quem não o faz! Agora sugerir que a leitura de mais artigos sobre um determinado tema possa contribuir para provar a veracidade de um artigo já lido... epá, santa paciência! Então, querem ver que o tema de uma determinada notícia lida, por ser muito popular no momento, torna a notícia em verdadeira, por mais falsa que seja, por mais que não seja corroborada por prova nenhuma? Ora essa! Este ponto faz-me mesmo pensar no circo que foi a apresentação de coisa nenhuma como prova da interferência russa nas eleições dos EUA. Bastou a popularidade, a viralidade em torno desse circo: Comprovado sem provas.

Ou, por exemplo, todos os media do planeta, de Portugal à China, do Belize ao Vanuatu, republicaram a notícia sobre uma pobre criança síria vítima de um bombardeamento russo sentada numa cadeira cor-de-laranja. Se interessado, após a leitura da primeira notícia sobre este tema, o leitor poderia continuar o resto da vida lendo mais notícias sobre o mesmo tema! E depois? Será que popularidade é sinónimo de veracidade? Depois descobriu-se que não houve bombardeamento russo, que a criança não estava ferida e que tudo tinha sido encenado, que o autor da famosa fotografia é membro dos White Helmets / al-Qaeda, e que a criança é filha de um membro da al-Qaeda! Portanto argumento não válido, mais uma vez, popularidade não é sinónimo de veracidade!

[Imagem: 20141815_JVquj.jpeg]

e) - Sim, qual é a probabilidade de um dia um asteróide de 1km de diâmetro entrar em rota de colisão com a terra? Quase nulo? Ahhh, então no dia em que tal acontecer, quem o noticiar estará a mentir, de acordo com o nosso caro Rui Antunes, por mais que haja provas corroborando a notícia. Se eu ligar a TV um dia e ouvir que o meu vizinho ganhou o Euromilhões, será certamente uma notícia falsa. Se uma semana depois o vir passar de Lamborghini, será alucinação minha.

f) - A sério, que obsessão por fontes credíveis, fidedignas ou de referência! Irra! E sim, é de novo ao argumento falacioso de apelo à autoridade que se refere. E o argumento trapalhoso de tentar saber se alguém escreveu, não sobre o mesmo tema da notícia em questão, mas sim sobre as pessoas que escreveram a notícia! Como disse que disse? Que uma notícia minha só será verdadeira se alguém, anteriormente, já tiver escrito algo sobre mim!?! Epá, que ganda moca. E mais, pesquisar no google, para quê? E se o google censurar a informação procurada, como comprovadamente já o faz sobre malta do contra, que aprenderá uma pessoa pesquisando no google sobre um determinado jornalista alternativo independente não-beija-cus? Provavelmente só encontrará acusações de conspiracionismo e doença mental do tal jornalista independente. Grande avanço!

A sério, fontes credíveis, para quê? Façamos um exercício, com exemplos. Lembram-se quando, no início de Dezembro de 2016, os media de referência portugueses e internacionais repetiam até à exaustão, e apesar da inexistência de bombardeamentos aéreos sírio-russos desde o dia 17 de Outubro de 2016 (dado comprovável), que "os bombardeamentos aéreos sírio-russos" provocavam uma "catástrofe humanitária em Aleppo", um "mega-cemitério a céu aberto"? Lembram-se de expressões como "chacinam", "exterminam", provocam "um genocídio de dezenas de milhares de civis"? Lembram-se de acusações como: o exército sírio "executa", a sangue frio, "mulheres e crianças"? Nada desta acusações foram jamais comprovadas, e nem é preciso, pois para Rui Antunes, dizer que as fontes são credíveis, fidedignas ou de referência chega e sobra! E não, não me venham dizer que se comprovou o que quer que seja com as imagens que passaram nas televisões ocidentais de corpos claramente abatidos a tiro e não bombardeados, corpos não se sabe de quem nem onde nem mortos por quem (ler artigo Desespero mediático 13 - RTP realiza terrorismo-jornalístico)

[Imagem: 20092761_1Pz0n.png]

Bom, agora vejamos o que disse um site desconhecido (este) de um gajo desconhecido (eu) sobre o mesmo tema, a conquista de Aleppo de Dezembro de 2016. De relembrar que eu e o meu blog não somos fontes nem credíveis, nem fidedignas nem de referência, hehe! Escrevi vários artigos sobre o tema, mas destaco um, o Shadi Halwi em Aleppo Leste libertada, por Luís Garcia, simples, que se baseia num vídeo filmado em Aleppo, na investigação e no poder da lógica. No vídeo que encontrei e que me suscitou imensa curiosidade, vê-se um homem atravessando de carro uma estrada em Aleppo no sentido contrário ao de milhares de sírios que saem da zona leste recentemente libertada pelo exército sírio. Eu perguntei-me, "quem será esta pessoa recebida com sorrisos, beijos e abraços", literalmente, pelos civis fugindo da zona até então controlada por rebeldes. Após alguma investigação consegui descobrir que se tratava de Shadi Halwi, um famoso jornalista sírio que trabalha para a televisão do estado sírio e que conhece pessoalmente Bashar al-Assad. Perante todos estes dados (comprováveis de forma fácil se o leitor se der ao trabalho), como acreditar nas notícias dos jornais de referências sobre "mega-cemitério a céu aberto" em Aleppo leste, por ordens do "regime" de al-Assad, quando os milhares de civis que saem de Aleppo leste festejam de forma efusiva a aparição de uma famosa cara televisiva do "regime" de al-Assad? Tudo isto para dizer que, tal como já tentei defender de forma extensa no artigo Síria, acreditar em quem? (parte 1), em vez de receitas da treta como esta do Rui Antunes baseada em argumentos falaciosos como o do apelo à autoridade ou o do apelo à popularidade, prefiro a receita:

1 - Exigir dados, factos, assim como as suas fontes e a identidade das fontes.
2 - Raciocinar com lógica
3 - Comparar o evento actual com eventos históricos similares.

g) - Só as fotografias? E os vídeos? E as afirmações infinitamente absurdas que se lêem e ouvem nos media de referência? Pois sim caro Rui Antunes, com esta até concordo, apesar de limitada. Há que observar e analisar tudo, não apenas as fotografias! E quanto às fotografias, não nos devemos ficar pela procura de manipulações descaradas, há que seguir o rasto também às manipulações menos descaradas. E, de qualquer modo, o mal nem sequer está nas fotos manipuladas, mas sim nas descaradas notícias falsas (dos nossos media de referência) baseadas em fotografias não manipuladas/editadas.

Por exemplo, a pedido da máquina de propaganda norte-americana, os media de estados vassalos (como Portugal) começaram a repetir a descarada mentira de que a Rússia havia "bombardeado um comboio humanitário da ONU". Nem vale a pena falar dos vídeos e fotos imediatamente disponibilizados pelas Forças Armadas da Rússia que demonstraram claramente que aqueles camiões arderam em consequência de fogo posto pelas mãos de "rebeldes" terroristas. São provas irrefutáveis que nunca passaram na SIC deste Rui Antunes nem em qualquer outro media português. Mas a questão é outra, a utilização pelos media portugueses de fotografias, nem sequer editadas, para mentir de forma escandalosa:

(.) Washington acusa aviação russa de bombardear comboio humanitário
(.) Nações Unidas suspendem envio de ajuda humanitária após ataque contra camiões na Síri

A sério, abram esses dois links acima de notícias falsas e vejam como os jornalistas da RTP ousam afirmar que "terão sido afinal dois aviões de guerra russos Sukhoi SU-24 a bombardear os camiões", repetindo sem provas aquilo que os mestres do Império lhes mandaram dizer e, gravíssimo, em total contradição com as imagens partilhadas no próprio artigo da RTP! A sério vejam as fotografias e digam-me se o que vêem são camiões ardidos ou camiões bombardeados:

[Imagem: 20236481_FbuJ4.jpeg]

Agora façam um pesquisa num motor de busca por "crater + airstrike" e comparem com as fotografias dos camiões ardidos mas com a estrutura intacta! Estão a ver, deixai em paz as fotos manipuladas, as não manipuladas são provas ainda mais flagrantes das mentiras que nos contam os media "credíveis", os media "fidedignos" ou os media "de referência" como a RTP , a SIC ou a Globo!

Querem mais? Vejam esta colecção de fotografias não editadas mas sim reutilizadas (pelos media de referência) fora de contexto, com datas ou localizações erradas, etc., de forma a corroborar a mentira de "Assad Sanguinário" que o Império lhes encomendou:

[Imagem: 20236583_Mucmi.jpeg]

Mas bom, e para resumir o que aprendi com o detector de notícias falsas do Rui Antunes, tudo o que for dito ou escrito por medias reputados na forma de "notícia" é para ser considerado verdade, independentemente de ter ou não provas que a corroborem, independentemente de ser mentira ou não, independentemente de ser ou não propaganda descarada, e apesar de haver inclusive provas que desmintam essa tal notícia. E assim, por exemplo, as imagens do slideshow acima são todas verdadeiras, em todas as suas alucinantes versões, pois passaram em medias de referência.

Pelo contrário, tudo o que digo aqui, de acordo com o detectores de notícias falsas da Visão, é mentira, teoria da conspiração e propaganda deliberada pois o Pensamentos Nómadas fica fora de todas as categorias exigidas. Mesmo que vos partilhe aqui slideshows como o de acima, mesmo que vos convide a reflectir sobre a incompatibilidade entre o que dizem os textos da RTP e as fotografias que vêm juntas! É esta a perversa lógica da nova caça às bruxas, da caça às "notícias falsas" por parte dos maiores e eternos produtores de notícias falsas... de referência!

Por isso, quando sem provas nenhumas, o próprio Rui Antunes afirma nesta "notícia" aqui, a propósito das denúncias de abuso sexual de Trump a várias mulheres, que "O feitiço está a virar-se contra o feiticeiro", e como o senhor Rui Antunes trabalha para a SIC, e como o verbo estar encontra-se no presente, então, o leitor deve concluir que o feitiço foram os abusos efectivamente cometidos e que agora o abusador está a pagar pelo que fez. Bravo!



continua


[Imagem: 20234445_Urbzl.jpeg]





Décodex, o detector de notícias falsas à francesa

Uma vez mais fica provado que o sonhado (por José Sócrates) choque tecnológico em Portugal nunca chegou a acontecer. Porquê? Porque em Portugal temos a Visão, pela voz de Rui Antunes, propondo um método manual e chatérrimo de detecção de notícias falsas baseado em 2 falácias argumentativas do tempo em que em Portugal (ainda longe de existir) a malta vivia em sombrias cavernas e em que a tecnologia de ponta disponível era o fogo. Leiam a primeira parte se não o fizeram ainda: Detectores de notícias falsas e outras falsidades - parte 1. Em claro contraste, ou até não, hehe, em França, a malta consumidora de "medias de referência" como o Le Monde já pode utilizar o Décodex (faz pensar em Sócrastes não faz?), um instrumento (mesmo nada) automático de detecção de mentiras em sites de informação. Eis o bicho:

DÉCODEX

A coisa parece funcionar de forma automática, fazendo crer à malta francófona que, se esperar uns segundos, "o motor de pesquisa" do Le Monde "verificará a fiabilidade de um site". Pura ilusão, o "motor de pesquisa", ao contrário do que é afirmado neste artigo do Le Monde "Décodex : vos questions, nos réponses", não é um motor de pesquisa mas apenas um mecanismo simplório de demonização de um conjunto predefinido de sites de media alternativos directamente tirada da lista negra norte-americana Propornot (já lá iremos, na 3ª parte) e disfarçada de motor de pesquisa com um botãozinho em forma de lupinha para ficar tudo bonitinho e credivelzinho para quem anda a dormir!

A forma mais simples de provar o que acabei de dizer é que, em vez de oferecer, aí está, um "resultado de pesquisa" com as notícias ostensivamente falsas de um determinado media, ou pelo menos consideradas falsas de acordo com os padrões "de pesquisa" do Le Monde, o que nos é apresentado vezes sem conta são 3 frases padrão que levam a perceber que nenhuma pesquisa é feita durante o período de espera. São sempre as mesmas 3 frases que, resumidamente, dizem se o media em análise é "bom", "mau" ou "assim-assim". Objectividade zero! Para agravar a palhaçada, se o media for considerado "fiável", é fornecido a hiperligação para o site correspondente. Se for considerado "pouco fiável" ou "não fiável", não é fornecido a hiperligação para o site correspondente, fazendo crer que os produtores deste falso motor de pesquisa receiam que visitemos os demoníacos sites. Mas não ficamos de mãos a abanar não, em contrapartida, oferecem-nos hiperligações para artigos de "media de referência" (do próprio Le Monde inclusive!!!) nos quais o media alternativo do demónio é gozado ou achincalhado! Epá, bravo, como dizem os franceses! Epá, sois os maiores! E mais, como se não bastasse, ainda oferecem um resumo composto de comprováveis mentiras através das quais tentam convencer o leitor de que o tal demoníaco media pesquisado é "mentiroso" ou coisa parecida. Vergonhoso! Querem exemplos? Vamos lá:

21st Century Wire Wire, um site norte-americano que costumo seguir. Que diz o Décodex? Isto: "site americano alternativo que relata por vezes falsas informações como aquelas acerca dos capacetes brancos da Síria. Espalham também teorias conspiracionistas sobre o desaparecimento do vôo MH370 da Malásia Airlines". Ora, treta ignóbil atrás de treta ignóbil. Já li muitas notícias deste media e nunca os vi defender teorias da conspiração sobre o MH370, pelo contrário, vejo-os atacar a conspiração mediática ocidental apresentando factos e provas muito interessantes mas que, por porem em causa a versão ocidental, são factos e provas que nunca apareceram, como é óbvio, nos media ocidentais! Não, provas e factos não são teorias conspiracionistas, são apenas provas e factos! O 21st Century Wire não conta mentira nenhuma sobre os White Helmets! Pelo contrário, tal como já aqui fiz com o artigo White Helmets, humanistas ou terroristas? Parte 2, o 21st Century Wire expõe o carácter terrorista dessa organização ao confrontar aquilo que é dito sobre os White Helmets (pelos próprios White Helmets e pela imprensa ocidental beija-cus) com provas na forma de fotografias, de vídeos, de entrevistas, de testemunhos validados ou de tratamento de dados. Se, objectivamente, os dados verificados e autenticados mostram que os White Helmets, no mínimo, mentem muito e, no máximo, cometem actos criminosos/terroristas, quem são estes badamecos de pseudo-jornalistas beija-cus do Le Monde para negar a realidade? Por exemplo, negai aquilo que se vê nestes vídeos, a participação dos White Helmets na execução de civis e a sua estreita colaboração com grupos terroristas:


Gostaria de analisar mais alguns exemplos, mas receio que ficaria demasiado extenso este artigo. Ainda assim, ficam os nomes de outros media alternativos que utilizo diariamente e que aparecem na lista negra deste pseudo motor de pesquisa do Le Monde. Pois sim, a rede Voltaire de Thierry Meyssan, jornalista francês que teve de fugir da Líbia para não ser morto por comandos franceses e que agora, segundo o Décodex, "é um conspiracionista com ligações ao governo sírio". O Global Research, um site de informação alternativo focado em análises extensivas (bem acompanhadas de documentação também extensiva) de eventos políticos, sociais e militares é, segundo o Le Monde, na sua versão francesa Mondialisation, um "site pouco fiável que alberga por vezes falsas informações". A iraniana PressTV seria um media que transmite teorias conspiracionistas e anti-semitas! Ahhh, já cá faltava esta paranóia cliché francesa. Só mais um, bem conhecido, a RT, que segundo o Décodex é uma cadeia de informação criada para melhorar a imagem de Putin no estrangeiro! Hehe! Engraçado, eu que vejo RT com muita frequência raramente os vejo falar de Putin e, quando o fazem, não imitem nunca opiniões de valor sobre Putin, mas enfim... uma pessoa quase é levada a crer que o Le Monde sugere que o meio de comunicação RT, ao emitir com frequência discursos de Putin, estará a tentar melhorar a imagem de Putin!?! Ora não, pois claro que não, quem melhora a imagem de Putin são os discursos indestrutíveis do próprio Putin. A RT não melhora coisa nenhuma, apenas transmite os discursos. Quanto ao Le Monde, pois claro que não melhoram a imagem de Putin, pela simples razão que censuram os mesmos discursos de Putin!




Uma forma ainda mais simples de constatar que o "motor de pesquisa" não é um motor de pesquisa: fazer pesquisa sobre um media grande, como a venezuelana Telesur, e constatar que o Décodex não consegue apresentar resultados. Aí está, não procuram coisa nenhuma, apenas vomitam propaganda subjectiva sobre media alternativos se essa propaganda subjectiva já tiver sido adicionada por eles mesmos na sua mini-basesinha de dadinhos toscos-tosquinhos!

Agora, no sentido contrário, e para desanuviar o ambiente com umas boas risadas, eis uma pequena lista de medias que o Décodex do Le Monde considera serem fiáveis, hehe:

(.) - Le Monde, The Washington Post, AFP, CNN, Aljazeera, AJ+, The New York Times, ABC, BBC, entre outras baboseiras mainstream.

A sério, o Le Monde afirma que o Le Monde é fiável? A sério, o AJ+, essa aljazeerazinha para new-agers progressistas bem-pensantes de cabeça na lua, hehe, é fiável?

Para os francófonos (peço desculpa aos restantes), proponho um artigo no qual a fiabilidade do próprio Décodex é analisada por um dos media (RT) que o Décodex considera pouco fiável:

(.) - Decodex : quand Le Monde distribue les bons et mauvais points... et se fait épingler

Para finalizar, gostava de relembrar o óbvio, que quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho! Ou pelo menos não devia, sobretudo quando alguns dos vizinhos, cujas casas atira pedras, têm telhados de tungsténio! O Le Monde lembrou-se de começar a atirar pedras assim à tola, o que é uma tristeza, mas mais tristes são as constantes "notícias" do Le Monde baseadas em comprovadas mentiras. Podíamos ficar aqui o resto da vida a refutar uma por uma a infinidade de mentiras noticiosas do Le Monde, mas não dá, peguemos só numa, relativamente recente, para dar o exemplo:

(.) - Aux Etats-Unis, un programme malveillant détecté dans un ordinateur portable lié à un fournisseur d’électricité

Pois é, muito na moda estas estórias de ataques informáticos russos a tudo e mais alguma coisa nos EUA, sem dúvida, mas esta notícia do Le Monde sobre um ataque informático russo a uma central eléctrica em Vermont, EUA, é mentira! Depois da RT ("não fiável" segundo o Décodex) e outros media (também "não fiáveis" segundo o Décodex) terem chamado a atenção para este disparate baseado em rigorosamente nada, a Agence France Press (AFP), que havia sido a fonte desta mentira do Le Monde e que consta na lista de media "fiáveis" do Décodex, veio em forma de comunicado desmentir esta acusação infundada contra a Rússia, apesar da origem da falsa informação não ser sequer da sua redacção mas sim da redacção do Washington Post, outro media "fiável" de acordo com o Décodex do Le Monde.

Menos maus a AFP e o Washington Post que repuseram mais tarde a verdade (embora a *****-mediática já tivesse sido feita, como é hábito), ao contrário do Le Monde que não mais piou sobre o assunto! Ahhh, super fiabilidade a das "notícias" do Le Monde, e mega fiabilidade a do Décodex, esse ferramenta do Le Monde de verificação de fiabilidade de meios de informação que garante serem "fiáveis" meios de comunicação como o Washington Post, a AFP e o próprio Le Monde! Ahhh, deixem-me rir...

E que bom é viver num moderníssimo mundo no qual crescem que nem cogumelos orwellianos Ministérios da Verdade um pouco por todo lado... ahhh, que maravilhoso mundo novo!


continua
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 9 usuários diz(em) obrigado a ruicoelho pelo seu post:
Branco (05-03-2017), Doc S (05-03-2017), gonçalo ribas (05-03-2017), Jaspion (05-03-2017), Marck Vini (20-05-2017), marcosarierom (06-03-2017), Minerim (05-03-2017), rmuller (06-03-2017), Rosa de Bauru (20-05-2017)
Biscoitos saudáveis e sem glúten
você encontra aqui!
05-03-2017, 06:44 PM (Resposta editada pela última vez em: 05-03-2017 06:47 PM por Sanderson S. Pierre.)
Resposta: #2
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
A SIC é como se fosse a CNN de Portugal,mas se você for ver o modo operandis dela achará ela muito similar a Globo,novelas chulas(muitas delas importadas da Globo),noticiários manipulativos,programas voltados a massa,vai parecer estranho um canal de outro continente mas similar com um canal famoso do Brasil,mas se pesquisarem verão que 20% das ações desse canal são pertencentes a família Marinho,a mesma família criadora e detentora das Organizações Globo.

*CONHEÇA*
http://forum.noticiasnaturais.com
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a Sanderson S. Pierre pelo seu post:
Doc S (20-05-2017), marcosarierom (06-03-2017), ruicoelho (06-03-2017)
06-03-2017, 03:40 AM (Resposta editada pela última vez em: 06-03-2017 03:50 AM por ked.)
Resposta: #3
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
Eu já tinha dito que o termo "fake news" é apenas uma fachada para a boa e velha censura. Está provado que a mídia convencional perdeu sua força, poucos acreditam nela. Então , inventaram essa censura que se resume ao seguinte: toda mídia sionista americana é válida e tudo que eles falam é verdade mas toda mídia não sionista / americana é falsa, mentirosa, anti-semita, homofóbica, racista e deve ser proibida.

Essa estratégia já foi usada na propaganda nazista pelo goebbles que ao proibir informações contrárias ao nazismo/alemanha/hitler argumentou que elas seriam "falsas" e que somente a mídia nazista seria verídica. Outra comparação que pode ser feita é com a beatificação da igreja católica que chamou textos não aprovados por ela de "apócrifos" , é a mesma coisa pois esse fake news são na verdade "notícias apócrifas"(Apocryphal News) pelo sistema dominante, "apócrifo" que em grego quer dizer "PROIBIDO". Eu até sugiro que agente passe a usar esse termo que criei agora pois fica melhor: vamos espalhar essa nova terminologia "Apocryphal News" : as notícias proibidonas que eles não querem que você saiba .

Nós temos de fazer uma campanha explicando as pessoas que esse negócio de "fake news"(agora Apocryphal News) é censura, é ditadura e proibição. E isso é só o início pois eles vão usar a estratégia da gradação: agora vão fazer como se fosse uma qualificação mas logo ali na frente eles vão aprovar leis mandando prender quem fala sobre essas notícias proibidas. Inclusive eles já criaram o termo "tráfico de mentiras" e a pessoa poderá ser presa como traficante pois vivemos debaixo da mais horrenda, nefasta e inescrupulosa ditadura já vista neste mundo .
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 4 usuários diz(em) obrigado a ked pelo seu post:
Doc S (20-05-2017), marcosarierom (06-03-2017), rmuller (06-03-2017), ruicoelho (06-03-2017)
06-03-2017, 09:29 AM
Resposta: #4
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
@ruicoelho e nao o preocupa as noticias falsas sobre noticias falsas? penso que ja atingimos um patamar em que as fake news tentam desmentir fake news que na verdade nunca foram noticia. concordo com grande parte do que disse mas tentar procurar as fontes das noticias nem sempre funciona porque o polvo opera de forma sinistra. há noticias que nao sao noticias porque quem as noticia nao o faz pelo bem comum de dar a conhecer a noticia mas sim pela forma como a elite quer que a noticia passe por noticia.

“Em guerras como essa, diz meu pai, uma guerra civil, entre cidadãos, sempre, e em todo lugar, são desarraigadas populações inteiras. Foi assim que aconteceu entre a Grécia e a Turquia, entre a Índia e o Paquistão. Entre a Polônia e a Tchecoslováquia e a Alemanha.”
AMOS OZ
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a want_to_believe pelo seu post:
Doc S (20-05-2017), ruicoelho (06-03-2017)
Shoyu Orgânico Fermentado Naturalmente Você Encontra na Tudo Saudável
06-03-2017, 02:50 PM (Resposta editada pela última vez em: 06-03-2017 02:52 PM por Xevious.)
Resposta: #5
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
Não concordo de forma nenhuma que alguém que não conheço e não sei seus motivos/tendências etc, se responsabilize por me dizer, oq eu devo acreditar ou não.

De jeito nenhum!

A alguns anos eu participei de um movimento (que talvez ainda exista) da Midia Alternativa, a ideia deles era criar uma agência de notícias alternativa, notícias reais, feitas por pessoas reais e que nunca passam nos mecanísmos "oficiais"..

Mas retornando ao tópico.

Não aceito essa "ideia" deles, mas concordo que algo deve ser feito.
E a tecnologia tem plenas condições de resolver isso..

Basta que seja traçado toda o caminho de divulgação que foi feita a notícia.

Ou seja, ao ler uma notícia, se tenho alguma desconfiaça da sua validade, eu gostaria que tivesse um botãozinho que me desse as informações da origem da notícia.

Tipo.
Estou vendo porque o "Zé" compartilhou
O "Zé" compartilho, apartir do post do "Xico"
O "Xico" apartir do post da "Maria"
A "Maria" apartir do "João"

Aí apareceria o "João" como criador originário

E seria bem útil ver quais outras notícias foram criadas pelo mesmo "João"

Assim se eu ver que ele só publica notícias que posteriormente foram consideradas falsas.
Ou se ele só publica fococas..

Ou mesmo se ele passou a vida toda só publicando receitas de cozinha e agora me vem com uma notícia alardeante da área política..

Bem.. o sistema deveria me dar condições de EU MESMO avaliar a veracidade e não alguém .. com essa tarefa..

Ainda mais que pela quantidade de "noticias" é impossível que seres humanos revisem tudos.
Então é natural métodos automáticos.
Eles até podem fazer um bom trabalho, mas tem que ser constantemente fiscalizados e aprimorados.
Caso contrário, poderão causar enormes falhas e nem vamos perceber..

Como eles não descartam nenhuma informação, certamente eles tem todos os dados necessários pra se fazer este trace..
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a Xevious pelo seu post:
Doc S (20-05-2017), Marck Vini (20-05-2017), ruicoelho (06-03-2017)
06-03-2017, 06:04 PM
Resposta: #6
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
[Imagem: 20237223_7Bizc.jpeg]

FACEBOOK E O DARWINISMO NOTICIOSO

Em princípio o facebook seria apenas uma rede social na qual pessoas de todo o mundo partilhariam selfies, tretas que não lembram a ninguém e estórias privadas ou, de forma bem mais interessante, partilhariam informações que não passam nos media corporativos, contribuindo para a democratização, gratuitidade e instantaneidade da informação procurada. Mas pelos vistos não, pois o proprietário do facebook, além de entregar de forma massiva dados sobre utilizadores do facebook à orwelliana máquina de vigilância global de Barack Obama, agora, entre o fim do mandato de Obama e início do mandato de Trump, lembrou-se de instalar um Ministério da Verdade dentro do próprio facebook.

Faz algum sentido esta iniciativa? Pois claro não! Num mundo (supostamente livre) no qual muita gente (com poder) abusa de forma errónea de princípios científicos para, corrompendo-os, fazer a apologia de barbaridades como o "darwinismo social", por que raio não encontro, por entre essas mesmas gentes com poder, quem defenda o óbvio, o darwinismo noticioso? Malta que acredita ou finge acreditar que vive num mundo de plena liberdade individual e liberdade de expressão, por que raio se mostra tão incomodada com a possibilidade de existirem notícias falsas? Insisto, por que não optam por respeitar o princípio do darwinismo noticioso, deixando que sejam os consumidores de notícias a decidir que medias terão sucesso e que medias se extinguirão por manifesta falta de capacidade para atrair consumidores? Apliquem a lei do mais forte, vá lá, então não é o mesmo princípio que adoram defender na esfera económica (apesar da também evidente perversidade do conceito nessa esfera)? Ah, é capaz de não dar jeito, não é, é capaz de resultar em selecções noticiosas que beneficiem as ovelhas e não os pastores, não é?

Eu não tenho problema nenhum nem com a produção de notícias falsas nem com os seus produtores, apenas com as notícias falsas em si. Daí que seja absolutamente contra qualquer sistema de detecção, de qualificação e sobretudo de censura de medias produtores de notícias falsas. Bem pelo contrário, dever-se-ia assegurar que as notícias falsas, produzidas por órgãos deliberadamente mentirosos, permanecessem disponíveis online, para que os interessados possam constatar que um determinado media mentiu repetidas vezes, num processo de verificação pessoal com o objectivo de concluir se vale a pena ou não seguir um determinado media. Infelizmente, o contrário acontece, media mentirosos compulsivos, como por exemplo o jornal Público, não hesitam em apagar notícias suas falsas, depois dessa notícia falsa já ter cumprido o objectivo de manipulação desonesta das opiniões dos seus leitores sobre um determinado tema. Como o Público há muitos mais em Portugal.

Voltando ao darwinismo noticioso que proponho, só encontro vantagens e, acima de tudo, a garantia das liberdades individuais tão papagaiadas nas ditas democracias multipartidárias progressistas humanitárias e tal.

Por um lado, temos pessoas que procuram, com critérios rigorosos, medias que os informem de verdade. Nesse processo de procura, perante o imenso caudal de mentiras descaradas (sobre armas de destruição massiva de Saddam Hussein, para dar só um exemplo) emitidas pela CNN, BBC, SIC, TVI, RTP, TF1, TVE, etc., os consumidores exigentes acabarão por abandonar esses medias e procurar outros como a HispanTV, a PressTV, a Telesur ou a RT, por exemplo. Desta forma é realizada a verificação de factos e a detecção de falsas notícias sem interferência nenhuma nas referidas liberdades individuais, visto que o trabalho é feito pelo próprio consumidor de notícias.

Por outro lado, temos pessoas que, talvez pelo medo de descobrir que não vivem na realidade que lhes foi proposta durante a infância e a adolescência, procuram medias que confirmem as suas (induzidas) suspeitas sobre a maldade endémica dos chineses ou o prazer mórbido dos árabes em rebentar bombas. Neste caso, é bem provável que passem a ser ou continuem a ser consumidores de órgãos de propaganda sistemática e comprovadamente mentirosos como CNN, BBC, SIC, TVI ou RTP. E onde está o problema? Eu não vejo problema nenhum, se é em democracia garantidora de liberdade de pensamento e de acção que vivem, por que razão haveria alguém de querer lhes cortar acesso àquilo que querem consumir? Se muita gente gostar de ser enganada, então esses medias sobreviverão ao processo de selecção natural de notícias (quer sejam falsas quer não).

Por outro lado ainda, há aqueles (muitos) que não procuram nem informar-se sobre a realidade nem contaminar-se com falsas informações que corroborem as suas visões deturpadas da realidade. Essa terceira categoria é composta por malta que deliberadamente gosta que lhes contem tudo e mais alguma coisa que não faça sentido nenhum e que não se baseie em nada que se relacione minimamente com o método científico. Consomem sites de "top 10 qualquer coisa" destinados ao clickbait, com pretensas notícias sobre achados arqueológicos com milhões de anos ou, ao contrário, com provas da contemporaneidade de dinossauros e seres humanos. Uma vez mais, se muita gente gostar, e parece que sim, este tipo de sites não só sobreviverão como seguramente proliferarão. Viva a liberdade de escolha, viva a liberdade de acção, eheh! Então não é disso que se trata a democracia?

Dadas as vantagens do darwinismo noticioso, por que raio foi o facebook se meter nesta orwelliana embrulhada de fact checking (verificação de factos) e de caça a medias supostamente mentirosos? E porque não começam desde já a censurar os sites da terceira categoria (os da parvalheira total), visto que é facílimo desmentir as enormidades fantasiosas que espalham online? Ahhh, pelo contrário, nesses nem tocam, não é? É, deixai em paz quem assegura que somos visitados por extra-terrestres ou que somos governados por répteis. Quanto mais crentes de fantasias parvas melhor, pois menos serão então os consumidores de notícias exigentes e críticos, não é?

Então não me fodam, claro que o assunto não é caça a medias mentirosos ou a notícias falsas. O assunto é censura, censura daqueles que, usufruindo das características emancipadoras inerentes ao modo de funcionamento da internet, ousam contar (e provar o que contam com factos) versões da realidade diferentes e até contrárias àquelas propostas pelos media mainstream (medias de referência) controlados por corporações ocidentais ou estados ocidentais. O assunto, a preocupação do facebook, é a censura pura de medias insubmissos assim como a descredibilização desses medias com vista a uma auto-censura por parte dos próprios consumidores de notícias.

DETECTOR DE NOTÍCIAS FALSAS DO FACEBOOK

O detector facebook-orwelliano de notícias falsas, em inglês, já foi implementado há semanas, e portanto não é novidade. Para os interessados, há mais de um mês atrás que partilhei aqui o artigo FAKE NEWS - Censura no Facebook, no qual podem ler a lista das organizações (muito suspeitas e pouco credíveis, na minha opinião) que compõem a International Fact Checking Network que está por detrás do tal detector de notícias falsas do facebook.

[Imagem: 20142527_9S8EB.jpeg]


A versão alemã foi também já prometida pela própria Angela Merkel:




Mas o assunto agora é a criação da versão francesa de detecção de notícias falsas no facebook, tal como foi anunciado há dias nesta notícia da RTP:

(.) - França junta-se ao controlo de notícias falsas no Facebook

Como se não bastasse já o Décodex do Le Monde, que apresentámos no artigo anterior (ler Detectores de notícias falsas e outras falsidades - parte 2), agora ainda teremos de levar com o Le Monde, a Agence France Presse, a BFM TV, a France Télévisions, a France Media Monde, o L´Express, o Libération e o 20 Minutes, todos produzidos por gente muito série e credível (minto), no lugar de averiguadores de notícias no facebook! Hehehe, está tudo doido!

Para quem não sabe, a BFM TV é um género de Correio da Manhã francês, enquanto que o 20 Minutes é um jornal gratuito, daqueles distribuídos em transportes públicos e escritos por malta analfabeta amante de notícias da terceira categoria acima referida. E vão pôr esta malta a verificar veracidade de notícias? Hehehe.

O resto da lista são grandes medias franceses privados que, por um lado, recebem anualmente milhões de euros em subvenções do estado francês (ler Aides à la presse: qui touche le plus?) e, por outro lado, são propriedades de corporações francesas donas de empresas petrolíferas, de armamento e de outras áreas que gerem biliões e que, portanto, têm todo o interesse em que se minta nos media, casos essas mentiras ajudem a legitimar e vender, por exemplo, guerras onde gastar bombas e usar jactos de guerras, e após as quais construir infra-estruturas e extrair petróleo.

Um exemplo flagrante é o Le Figaro, jornal do Grupo Dassault, do qual também faz parte a Dassault Aviation, a empresa francesa que produz os caças de guerras franceses usados pela força aérea francesa para bombardear, por exemplo, o Mali, a Líbia e a Síria. A sério, acha possível depois que possam ser credíveis as notícias do Le Figaro sobre esses conflitos? A sério, que credibilidade pode ter um detector de notícias falsas composto por empresas que participam de forma activa nos assuntos noticiados e que ao mesmo tempo os noticiam?

Mais, mesmo que esses medias da lista de colaboradores do facebook não tivessem relações com mais coisíssima nenhuma, ainda assim, insisto, continuam a ser medias produtores de notícias. Se o são, não poderão fazer, por manifesto conflito de interesse, a verificação das suas próprias notícias! E se não o farão, quem se ocupará da tarefa? Irão os membros da lista verificar as notícias uns dos outros? Que disparate, pior que conflito de interesses, é união de interesses! Ou o facebook irá pura e simplesmente deixar as notícias destes medias franceses fora da orwelliana máquina de verificação? E, não verificando notícias destes conjunto de medias mainstream, vão ter de se entreter com medias alternativos, não? Estão a ver onde quero chegar, não estão?

É isso mesmo, nada nem ninguém, sob a tutela do facebook, verificará veracidade de coisa nenhuma. Esta trapalhada mais não é que guerra aberta aos medias alternativos que ousam dizer o contrário da versão oficial ocidental. Simples e óbvio!



Luís Garcia, 12.02.2017, Chengdu, China
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a ruicoelho pelo seu post:
Bruna T (21-05-2017), Doc S (20-05-2017), Marck Vini (20-05-2017)
15-05-2017, 07:06 PM
Resposta: #7
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
O engraçado dessa situação das Fake News é como as mídias de massa são hipócritas, eles diariamente usam fontes anônimas do governo, dos militares, de todo o lugar.

Afinal, como eles podem julgar os outros de postarem notícias falsas, se eles mesmos usam fontes anonimas imaginárias sem prova alguma?

"Agradecimento significa respeito, nem sempre significa concordância de opinião!"

Não importa o que aconteça, a verdade prevalecerá!


1-2-3
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Doc S pelo seu post:
Marck Vini (20-05-2017), Xevious (16-05-2017)
Spirulina Orgânica da Fazenda Tamanduá Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
20-05-2017, 10:56 AM
Resposta: #8
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
Tanto as notícias de fake News como as de cunhos tendencioso são as mesmas coisas, ou é para inventar e mascarar algo ou alguém ou é para denegrir ou elevar alguém a algum patamar.

Aqui no fórum, tem membros que usam da falácia que a mídia é corrupta e prostituta do sistema e que é mentirosa, mas quando fala-se algo ao seu entendimento... Nossa, vai lá e clava a fonte como verdadeira!

Jedermanns Freund ist niemals Freund

Na multidão de palavras, existem aquelas que edificam e as que destroem... o muito falar não significa sabedoria, mas sim a impaciência no ouvir!


A língua do sábio, destila o conhecimento; porém a boca dos tolos derrama a estultícia. PV-15:2
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a Beobachter pelo seu post:
Doc S (20-05-2017), Marck Vini (20-05-2017), ruicoelho (23-05-2017)
20-05-2017, 05:08 PM
Resposta: #9
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
Acho os temas de ruicoelho dos mais categorizados para se conhecer a ideologia antinova ordem mundial, como os administradores daqui gostam de dizer.

Entre outros, ao trazer elementos sobre a banalização da notícia divulgadas pela media (Não esquecendo... Meat The Truth - Uma verdade mais que inconveniente. - ruicoelho - 02-02-2017 07:35) e o “combate” à produção de notícias falsas (Detectores de notícias falsas e outras falsidades.- ruicoelho, 06-03-2017, 17:04) sua colaboração acena esperança para um mundo melhor.
Por outro lado, ainda que caminhemos, o outro lado parece adiantar-se em passos largos.

Paradoxalmente, no mesmo berço das organizações think tanks que arquitetam a ordenação dos interesses (Oxford), divulga-se um conceito (post-truth) que pode fazer compreender o processo vitorioso da nova Ordem Mundial. Descobriram que o apelo às emoções e às crenças pessoais exercem muito mais influência na moldagem da opinião (doxa) das pessoas do que os próprios fatos objetivos, cuja interpretação exige muito da razão (logos) de cada um.

Donald Trump se elegeu com esta técnica de vale-tudo; os governos e os impeachment no Brasil parecem se valer desse fermento que também faz crescer esperanças e acena soluções, radicais ou utópicas.

Nada de novo no processo dominação política: dos mais fortes; dos mais nobres; dos mais ricos; dos mais hábeis. São mudanças que garantem a permanência de uma sempre renovada Ordem Mundial, capaz até de transformar seus supostos adversários em agentes de sua manutenção.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Rosa de Bauru pelo seu post:
ruicoelho (23-05-2017)
21-05-2017, 03:09 PM
Resposta: #10
RE: Detectores de notícias falsas e outras falsidades.
(05-03-2017 03:35 PM)ruicoelho Escreveu:  
1 - Confirmar endereço URL como fonte fidedigna
2- Verificar se o tema em causa está a ser abordado por algum media de referência
3 - Identificar e validar as fontes de informação no artigo
4 - Ler mais do que um artigo sobre o tema que despertou o seu interesse
5 - Um bom exercício pode ser perguntar-se: qual a probabilidade do que acabei de ler ser verdade?
6 - Procurar a secção Sobre 
(ou About) e pesquisar no Google para confirmar se alguma fonte credível já escreveu sobre essas pessoas
7 - Observar as fotografias para detetar manipulações descaradas


Excelente trabalho, gostaria de complementar com mais algumas dicas básicas.


Como identificar a veracidade de uma informação e não espalhar boatos

Notícias falsas têm potencial devastador. Há algumas técnicas para tentar evitá-las.

Aqui estão elas.
[Imagem: 11527644295_057d1a19f7_k.jpg]

'Na dúvida, achei melhor compartilhar': será que essa é a melhor abordagem?
 
O serralheiro carioca Carlos Luiz Batista, de 39 anos, viu sua vida virar de cabeça para baixo em poucos dias em razão de um boato compartilhado nas redes sociais. Uma mensagem, acompanhada de sua foto, dizia que o serralheiro era “estuprador e sequestrador de crianças”.

Batista, que começou a receber ameaças, agora tem medo de sair de casa. Não é o primeiro caso do tipo: em 2014, uma mulher foi espancada até a morte no Guarujá, litoral paulista, depois de ser acusada, em boatos em redes sociais, de que estuprava e sequestrava crianças. No entanto, nem sequer existiam denúncias do tipo na região.

Esses casos demonstram o que acontece a indivíduos, em casos extremos, quando o compartilhamento de informações mentirosas sai do controle. Essa prática, comum em um mundo no qual todos são consumidores e produtores de conteúdo, também pode ter impactos políticos e sociais - na medida em que informações falsas ajudam as pessoas a construir opiniões.

Nos últimos anos, a crise política escancarou esse cenário no Brasil. De acordo com um levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso a Informação da USP, na semana em que a Câmara autorizou a abertura do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, em abril, três das cinco matérias mais compartilhadas no Facebook no Brasil eram falsas.

Por que as pessoas compartilham informações sem checá-las
“A dinâmica [de compartilhamento de boatos] é um efeito da polarização do debate político, mas também é muito marcada pelo viés de confirmação”, disse ao Nexo Marcio M. Ribeiro, professor da USP e pesquisador do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso a Informação da universidade.

O viés de confirmação é uma tendência cognitiva que faz com que nós tenhamos mais propensão de lembrar, pesquisar informações ou interpretar fatos de maneira que eles confirmem nossas crenças ou hipóteses.

Na dinâmica da comunicação digital e dos algoritmos que mostram apenas aquilo que queremos ver, o viés de confirmação cria uma “bolha” de visão de mundo que exclui aqueles que pensam diferente - o chamado “filtro bolha”.

Quando recebemos, por meio das redes sociais, o link de uma matéria que confirma nossa visão de mundo, temos mais chances de ignorar possíveis evidências de que ela seja falsa.

“Na dinâmica das redes sociais, as pessoas têm tanta ou mais responsabilidade que os veículos em determinar qual conteúdo terá mais ou menos visibilidade por meio do compartilhamento”, diz Ribeiro. Por isso, cabe também aos usuários garantir que a informação compartilhada seja verdadeira.

Como identificar notícias falsas e matérias inverídicas
Abaixo, o Nexo reuniu um conjunto de boas práticas que podem ser aplicadas de maneira rápida, no dia a dia, por qualquer pessoa. Geralmente, o ideal é usar mais de uma técnica - e, se tiver tempo, todas elas.

10 boas práticas para o consumo de informações na web

1- Cruzamento de fontes
É simples: basta jogar as informações-chave relacionadas à notícia em questão no Google e verificar se outros veículos também falaram dela, e em quais termos. Caso você encontre apenas uma fonte para aquela informação, vale desconfiar. Se encontrar várias fontes, mas todas elas forem cópias de apenas um veículo, também é razoável considerar a matéria com cautela.

2- Buscar a fonte original
Uma notícia ou print mostra que uma figura pública disse ou fez alguma coisa. Confira nos canais oficiais daquela pessoa se o print é verdadeiro, ou se há uma entrevista original, publicada em um veículo de confiança, que exiba a declaração em questão. Também é importante ficar atento a perfis falsos - muitas vezes, prints de declarações polêmicas têm origens em perfis não-oficiais, às vezes criados com propósitos humorísticos, outras para difamar alguma figura pública.

3- Credibilidade de quem publica
Verifique o histórico do veículo que publicou a informação. Redações com jornalistas profissionais, sejam de veículos tradicionais ou novos, mantêm critérios de checagem em suas reportagens. E quando há erro, essas redações costumam corrigi-los. Isso não quer dizer que sites e blogs pequenos, além de posts no Facebook ou em outras redes sociais, não tragam bons conteúdos. Basta que você conheça o histórico desses canais.

4- Adjetivos demais são suspeitos
O excesso de adjetivos para difamar ou exaltar alguém ou algo, ou seja, um viés muito claro de acusação ou defesa no texto, também merecem sinal amarelo (especialmente em textos noticiosos).

5- Faça uma busca reversa da imagem
Muitas fotos que circulam nas redes sociais são montagens. Antes de compartilhar a suposta foto da capa da revista “Time” que mostra uma reportagem bombástica sobre o Brasil, confira no próprio site do veículo - ou faça uma busca reversa, que procura a imagem no Google e encontra outros lugares em que ela (ou versões parecidas) foram publicadas. Para fazer isso, basta acessar a busca de imagens do Google. Então, clique no ícone de câmera dentro do campo de busca e transfira a imagem que gostaria de pesquisar.

6- Há gente que se dedica a achar boatos
Para qualquer tipo de informação recebida via Whatsapp e Facebook, há sites dedicados exclusivamente a pesquisar e confirmar (ou não) os boatos espalhados nas redes. Dois dos mais famosos são o E-Farsas e o Boatos.org. Uma visita rápida pode evitar o compartilhamento de uma informação falsa.

7- Verifique a data da publicação
Em um contexto e data diferente, uma notícia antiga pode servir a uma narrativa atual completamente diferente daquela em que ela estava inserida no passado. Por isso, é comum que links antigos ganhem novas ondas de compartilhamento anos depois de publicados. Para evitar que uma informação fora de contexto contamine seu julgamento, adquira o hábito de checar a data de publicação de uma matéria antes de compartilhá-la. Geralmente, essa informação se encontra embaixo do título.

8- Vá além do título
É relativamente comum o compartilhamento de informações por Whatsapp e Facebook apenas com base no título do link. O título, no entanto, pode ser modificado: além de o Facebook permitir isso na publicação do conteúdo, também é possível usar ferramentas que mudem o título exibido quando o link é compartilhado. Por isso, evite compartilhar material sem ler o conteúdo completo.

9- Sem fonte, não confie
Em muitos casos, textos ou vídeos compartilhados por mensagens do Whatsapp vêm sem uma fonte - ou, então, mencionam fonte sem um link para ela. Cheque sempre, usando o Google, se a informação é verdadeira e está mesmo disponível na fonte mencionada. Se o conteúdo vier sem fonte, é muito improvável que seja real. Além disso, ligue o radar diante de vídeos ou áudios gravados por completos desconhecidos. Qualquer um pode fazer um vídeo ou áudio de Whatsapp e dizer o que quiser, e já temos provas suficientes de que muita gente inventa informações falsas para compartilhar nessas redes.

10- Na dúvida, pense duas vezes
“Na dúvida, achei melhor compartilhar.” Você já deve ter lido a frase por aí. No entanto, embora a abordagem seja muitas vezes bem intencionada, ela pode ter efeitos trágicos - como aqueles mencionados nos primeiros parágrafos deste texto. Caso não consiga obter confirmação de uma informação que consumiu na internet, recomendamos que considere não compartilhá-la.

Fonte: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2...har-boatos
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Bruna T pelo seu post:
ruicoelho (23-05-2017)
Irrigador Nasal Lota pelo menor preço você encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais


Tópicos Similares
Tópico: Autor Respostas Visualizações: Última Resposta
  A verdade sobre o Google e a suposta censura de notícias no Brasil Guevara 1 4,433 18-02-2011 01:35 PM
Última Resposta: beto

Ir ao Fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitantes
Tópicos relacionados...

Publicidade:
Loja de Produtos Naturais Tudo Saudável

Recomende o Fórum


Sites Associados: Dossiê Vacina HPV
Registro de Efeitos Adversos das Vacinas
Rastreando Chemtrails
Site Notícias Naturais
Fórum Notícias Naturais Blog Anti-Nova Ordem Mundial

Pesquisar

(Pesquisa Avançada)

Olá, Visitante
Olá Visitante!
Para participar do fórum, é necessário se Registrar.



  

Senha
  





Usuários Online
Existem no momento 160 usuários online.
» 3 Membros | 157 Visitantes
Anonymous_T.ron, Bortoloto, DeOlhOnafigueira

Estatísticas do Fórum
» Membros: 19,901
» Último Membro: danylawyer
» Tópicos do Fórum: 24,441
» Respostas do Fórum: 260,508

Estatísticas Completas

Tópicos Recentes
Formação em Marte: Nave?
Última Resposta Por: Anonymous_T.ron
Hoje 09:21 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 2
Dono da JBS grava Temer dando aval para comprar silêncio de Cunha
Última Resposta Por: tarcardoso
Hoje 08:17 PM
» Respostas: 294
» Visualizações: 16314
Últimos acontecimentos ONLINE
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
Hoje 07:43 PM
» Respostas: 481
» Visualizações: 124482
Fatos Esperados sobre a NOM
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
Hoje 06:22 PM
» Respostas: 8
» Visualizações: 329
NOM - Manipulação de mentes, de energias, controlando entidades não físicas?
Última Resposta Por: Toualy
Hoje 04:38 PM
» Respostas: 29
» Visualizações: 5030
Lula é condenado na Lava Jato a 9 anos e 6 meses de prisão no caso do triplex
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Hoje 04:13 PM
» Respostas: 75
» Visualizações: 4521
Queima de arquivo - Lista compilada.
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
Hoje 03:42 PM
» Respostas: 11
» Visualizações: 530
As diferenças entre socialismo e nacional-socialismo
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Hoje 03:27 PM
» Respostas: 62
» Visualizações: 2383
Apocalipse 12 e o céu em 23/09/2017
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Hoje 02:28 PM
» Respostas: 88
» Visualizações: 10876
COREIA DO NORTE: Centralização de Notícias importantes
Última Resposta Por: Doc S
Hoje 01:26 PM
» Respostas: 215
» Visualizações: 19442
Oficial Israelita afirma que criticar George Soros é "anti-semitismo"
Última Resposta Por: tarcardoso
Hoje 08:37 AM
» Respostas: 5
» Visualizações: 286
[Atualizações] Conflitos na Síria
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Ontem 10:00 PM
» Respostas: 695
» Visualizações: 150283
The Bar - Filme faz referência à ataques na Espanha??
Última Resposta Por: jonas car
Ontem 08:43 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 143
Democracia ou Liberdade? O sucesso dos EUA como Republica Constitucional
Última Resposta Por: tarcardoso
Ontem 08:15 PM
» Respostas: 13
» Visualizações: 461
Efeito Paralaxe, Efeito Forer e como Somos Manipulados.
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
Ontem 07:46 PM
» Respostas: 4
» Visualizações: 349
Abraham Lincoln e John F. Kennedy coincidências ou conspiração?
Última Resposta Por: Nikoloz
Ontem 01:33 PM
» Respostas: 7
» Visualizações: 15387
Clodovil foi assassinado?
Última Resposta Por: Nikoloz
Ontem 01:01 PM
» Respostas: 10
» Visualizações: 1622
Tópicos escolhidos pela administração
Última Resposta Por: Nikoloz
Ontem 12:38 PM
» Respostas: 55
» Visualizações: 171328
Desvendando o significado secreto/ocultado pela elite dos tres macacos sabios
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
21-08-2017 10:31 PM
» Respostas: 4
» Visualizações: 417
Nova capa da revista "The Economist" - The World in 2017
Última Resposta Por: aioria
21-08-2017 09:40 PM
» Respostas: 23
» Visualizações: 9627
Hoax como ferramenta para controle de mídia
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
21-08-2017 08:17 PM
» Respostas: 2
» Visualizações: 129
Israelita Sionista pego traficando bebês para os EUA
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
21-08-2017 06:00 PM
» Respostas: 16
» Visualizações: 825
Túmulo de Jesus foi aberto e vai ser estudado.
Última Resposta Por: Xevious
21-08-2017 03:48 PM
» Respostas: 19
» Visualizações: 3160
Xenofobia é confundido com o preconceito racial
Última Resposta Por: Xevious
21-08-2017 03:44 PM
» Respostas: 8
» Visualizações: 384
Síndrome Pseudo-Moral Anti-Nazismo!
Última Resposta Por: Infinite
21-08-2017 01:01 PM
» Respostas: 24
» Visualizações: 1100
Oposição controlada por trás da tragédia de Charlottesville
Última Resposta Por: Sanderson S. Pierre
20-08-2017 05:02 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 441
O terrorismo é um dos fenômenos mais temidos da atualidade
Última Resposta Por: Doc S
20-08-2017 01:51 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 158
O caso Chelsey Wright
Última Resposta Por: Bruna T
19-08-2017 09:06 PM
» Respostas: 17
» Visualizações: 2085
Mapa dos piores ataques terroristas em todo o mundo: 100 ou mais fatalidades
Última Resposta Por: Bruna T
19-08-2017 12:01 PM
» Respostas: 7
» Visualizações: 384
Comunismo, Sionismo e Capitalismo - Amigos Íntimos
Última Resposta Por: ULTRON
19-08-2017 11:59 AM
» Respostas: 13
» Visualizações: 10484

Lista completa de tópicos

Divulgue o fórum em seu site!

Camisetas:
camisetas resista à nova ordem mundial