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Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
24-04-2014, 07:34 PM
Resposta: #1
Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Proximidade do Ramadã torna medidas preventivas ainda mais urgentes e exige cooperação da Arábia Saudita

Por: Helen Branswell

[Imagem: silencio_saudita_sobre_sindrome_respirat...131710.jpg]

Na próximas semanas oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS) enfrentam uma situação difícil e politicamente carregada.

O mês de jejum muçulmano, o Ramadã, começa em 9 de julho e pode atrair até dois milhões de pessoas de todo o mundo para os locais sagrados da Arábia Saudita em uma peregrinação chamada umrah.

Mas uma nova doença, chamada de síndrome respiratória do Oriente Médio, ou MERS, pode ameaçá-los.

O controle de doenças infecciosas durante reuniões massivas é sempre um desafio, mas neste ano as coisas ficaram ainda piores.

Atualmente a Arábia Saudita está lutando contra a MERS, mas até o momento divulgou poucas das informações que cientistas ou oficiais de saúde pública poderiam usar para tentar evitar sua disseminação dentro da Arábia Saudita ou ao redor do mundo.

No início de maio, oficiais sauditas chocaram o mundo ao anunciar 13 novos casos no intervalo de alguns dias.

Desde o começo do mês de maio foram identificados 38 novos casos no mundo – 31 deles na Arábia Saudita – e 20 vítimas morreram.

Praticamente sem pistas para investigar sobre onde o vírus vive na natureza e como as pessoas o contraem, a OMS está tentando descobrir o que recomendar a esses peregrinos, e aos países a que eles vão voltar, sobre como evitar infecções e a disseminação internacional de uma devastadora doença nova.

A MERS provoca pneumonia severa e falha renal em alguns casos.

É semelhante à SARS, a síndrome respiratória aguda severa, que surgiu na China continental em 2002, foi transmitida para Hong Kong em 2003, e em seguida transportada nos pulmões de passageiros internacionais para Cingapura, Hanoi, Toronto e outras cidades.

Oficiais da saúde não querem lançar mão das medidas radicais adotadas durante o surto da SARS, como pedir aos cidadãos do mundo que evitassem áreas infectadas como Hong Kong e Toronto.

Por outro lado, ninguém deseja que a umrah e peregrinação hajj, maior ainda, que acontecerá em outubro, disparem uma pandemia.

O novo vírus foi isolado pela primeira vez em junho de 2012.

Mas sua existência chegou à atenção do mundo apenas semanas antes do hajj de outubro último, quando um especialista em doenças infecciosas egípcio que trabalhava na segunda maior cidade da Arábia Saudita, Jeddah, relatou que tinha tratado um homem que morreu de uma infecção provocada por um coronavírus.

Não se sabe se a MERS tem ou pode desenvolver a capacidade de ser disseminada continuamente de pessoa para pessoa.

Kamran Khan, médico especialista em doenças infecciosas que pesquisa padrões globais de voo como forma de prever a disseminação de doenças, já há algum tempo se preocupa com o calendário religioso muçulmano.

Nós ainda não temos uma boa ideia sobre a origem desse vírus, então as medidas tomadas para mitigar riscos são limitadas”, observa Khan, que trabalha para o Centro de Pesquisa Keenan no Saint Michael’s Hospital em Toronto.

Coronavírus como a MERS, a SARS, e vários outros, recebem esse nome devido ao característico halo, ou coroa, que parecem ter em suas camadas externas.

Muitos infectam morcegos; os poucos que infectam pessoas provocam doenças que vão da gripe comum à severa devastação pulmonar, comum nos casos de MERS, forçando pacientes a se submeterem à respiração mecânica.

A MERS ainda não evoluiu para se disseminar tão bem quanto a SARS é capaz de fazer.

E a SARS, nada fraca, matou cerca de 11% dos casos antes de desaparecer em 2004.

No último outono boreal, e no início de 2013, infecções de MERS apareceram esporadicamente em uma variedade de locais.

Os testes com amostras de um surto de abril de 2012 na Jordânia revelou que o vírus tinha matado duas enfermeiras naquele local.

Três homens em uma família na capital saudita, Riyadh, parecem ter passado o vírus um para o outro.

Pessoas doentes do Qatar e dos Emirados Árabes Unidos foram transportadas para o Reino Unido e a Alemanha.

E, mais recentemente, turistas levaram a infecção para o Reino Unido, França, Tunísia e Itália.

Os países afetados na Península Arábica não foram muito generosos com informações, e especialistas em saúde global ainda têm que encontrar a estratégia adequada para persuadir oficiais a levarem a sério a descoberta da fonte das infecções ou o escopo da doença em seres humanos.

Um surto da gripe aviária H7N9 na China, no início de abril, também desviou a atenção da MERS.

O último vírus, porém, não foi ignorado por muito tempo.

As 13 novas infecções no início de maio estavam ligadas, surgindo em pacientes de diálise tratados no Hospital Al Moosa do oásis Al-Ahsa na Província Leste do reino.

A SARS disparou por meio de infecções hospitalares, então notícias de que uma instituição – ou, como algumas fontes sugerem, várias instituições – foi o epicentro do surto aumenta o nível de preocupação.

Donald Low, microbiólogo do Mount Sinai Hospital em Toronto, especialista em SARS em 2003, expressou sua esperança de que o surto de Al-Ahsa “façam as pessoas levarem isso a sério”.

Low está preocupado com a possibilidade do surgimento dos super-disseminadores, como aconteceu durante a SARS.

A maioria das pessoas que contraiu a SARS passou o vírus no máximo para uma pessoa.

Mas alguns pacientes com SARS infectaram grandes números de pessoas.

Um paciente em Cingapura infectou 62 outros; uma mulher que adoeceu nos primeiros dias do surto de Toronto infectou 44.

Com a SARS, os super-disseminadores transformaram um vírus que provavelmente teria desaparecido sozinho em um surto global que custou 916 vidas.

Há algum super-disseminador na Arábia Saudita? Se sim, as autoridades sauditas não o revelaram.

Mas é evidente que infecções estão sendo detectadas mais rapidamente.

Durante a reunião anual da OMS – A Assembleia Mundial da Saúde – no final de maio, a delegação saudita recebeu o equivalente de uma reprimenda diplomática, com a Dirtora Geral Margaret Chan enaltecendo a China por seu controle do surto de H7N9 e exigindo que países com casos de MERS ajam como bons cidadãos globais e compartilhem informações de maneira precisa e completa.

No dia seguinte a Arábia Saudita anunciou mais cinco casos em uma declaração com três linhas de texto , que só revelou que as vítimas tinham entre 73 e 85 anos de idade; todos tinham doenças crônicas e viviam na Província Leste.

Especialistas em doenças infecciosas estão assombrados que mesmo com a disseminação tão avançada da MERS, o mundo ainda não tenha ideia sobre o que coloca as pessoas em risco de infecção, quanto tempo dura o período de incubação, quando pessoas estão contagiosas ou se há casos leves que não são detectados porque a vigilância está concentrada em encontrar pessoas doentes em hospitais.

Todos atribuem grande responsabilidade ao Reino da Arábia Saudita (RAS), responsável por 41 das 55 infecções até o momento.

De acordo com Michael Osterholm, diretor do Centro de Pesquisa e Política de Doenças Infecciosas da University of Minnesota: Os países europeus fizeram um trabalho exemplar com a investigação e acompanhamento dos casos que foram exportados para lá.

Agora, ou os países do Oriente Médio, particularmente o RAS, não o fizeram, ou estão escondendo informações, por qualquer razão que seja.

E em uma situação em que isso representa uma possível pandemia global, isso é imperdoável .

Cientistas também não sabem se o vírus mudou com o tempo.

Sequências genéticas de apenas quatro isolamentos virais foram armazenadas no GenBank, a base de dados aberta mantida pelo Centro para Informações de Biotecnologia dos Institutos Nacionais da Saúde.

O diagrama genético mais recente vem de uma infecção que ocorreu em fevereiro. Nenhuma sequência da enxurrada de casos recentes foi liberada.

De fato, à exceção da sequência do primeiro caso identificado – o homem de Jeddah – nenhuma sequência saudita foi colocada em domínio público.

O vice-ministro da saúde do reino, Ziad Memish, prometeu que sequências serão compartilhadas.

Nesta semana, uma equipe internacional de especialistas convocada pela OMS se reuniu na Arábia Saudita obter informações do país.

Com o relógio se aproximando do Ramadã, eles têm pouco tempo para responder perguntas fundamentais sobre essa doença – respostas necessárias para ajudar proteger os peregrinos umrah, e o resto do mundo.

FONTE:http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/si...risco.html
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25-04-2014, 06:25 PM
Resposta: #2
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Arábia Saudita relata 11 novos casos de vírus MERS, primeiro em Meca

(Reuters) - A Arábia Saudita disse na quarta-feira a descoberta de mais 11 casos de Síndrome Respiratória potencialmente mortal aguda no Oriente Médio (mers), incluindo o que parecia ser o primeiro caso na cidade sagrada muçulmana de Meca.

Um comunicado do Ministério da Saúde disse que oito das pessoas estavam em tratamento intensivo, dois mantiveram-se estáveis, incluindo um homem saudita de 24 anos de idade, a partir do "capital santa" Meca, e um não apresentaram sintomas.

Três dos afetados trabalharam na área da saúde, disse.

A Arábia Saudita tem assistido a um salto na taxa de infecção com o vírus nas últimas semanas, com muitos dos novos casos registrados em Jeddah, a segunda maior cidade do reino.

Dos 11 novos casos de quarta-feira, quatro foram registrados na capital saudita Riad, seis em Jeddah - a segunda maior cidade e principal ponto de entrada para os peregrinos visitam Meca nas proximidades - e um em si Meca, disse o comunicado.

O salto nos casos sauditas é particularmente preocupante como o país deverá ver um grande afluxo de peregrinos de todo o mundo em julho, durante o mês de jejum muçulmano do Ramadã, seguido no início de outubro com a chegada de milhões de pessoas para realizar a anual Haj em Meca e Medina.

Os últimos casos, o número total de casos confirmados no reino para 272, dos quais 81 morreram.

MERS can cause coughing, fever and pneumonia.

MERS surgiram no Oriente Médio em 2012 e é da mesma família do vírus da Sars, que matou cerca de 800 pessoas em todo o mundo depois de sua primeira aparição na China em 2002.

MERS pode causar tosse, febre e pneumonia.

Embora o número de infecções em todo o mundo MERS é relativamente pequeno, a taxa de mortalidade de mais de 40 por cento entre os casos confirmados e a propagação do vírus além do Oriente Médio é manter cientistas e autoridades de saúde pública em alerta.

Da Arábia Saudita Abdullah substituiu o ministro da saúde na segunda-feira em meio à crescente inquietação pública sobre a propagação da doença.

Um dia antes de sua demissão, Abdullah al-Rabeeah disse que não houve casos do vírus em Meca.

O ministro do Trabalho Adel Fakieh, que foi nomeado como ministro da Saúde em exercício, disse nesta quarta-feira que ele tinha acabado de voltar de uma visita ao hospital King Fahd, em Jeddah, onde um número de pacientes coronavírus estão sendo tratados.

Fakieh disse que estava satisfeito que um número de pacientes, incluindo os médicos, estavam se recuperando, mas disse que houve alguns casos críticos ainda recebem cuidados médicos.

FONTE:http://undhorizontenews2.blogspot.com.br...rando.html
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Marck Vini (02-04-2016)
03-05-2014, 11:17 AM (Resposta editada pela última vez em: 03-05-2014 11:19 AM por John Dickinson.)
Resposta: #3
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
MERS faz primeira aparição dos EUA, em Indiana


Por: Elizabeth Landau

CNN - O primeiro caso de Síndrome Respiratória do Oriente Médio (meros) coronavírus tem sido relatado em Indiana nos EUA, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, disseram sexta-feira.

O paciente é um prestador de cuidados de saúde que recentemente viajou à Arábia Saudita para prestar cuidados de saúde, disse Anne Schuchat, assistente cirurgião geral com os EUA Serviço de Saúde Pública e diretor do Centro Nacional de Imunização e Doenças Respiratórias.

A pessoa, um homem americano, viajou em 24 de abril de Riad a Londres, depois para Chicago, e tomou um ônibus para Indiana, disseram autoridades.

Ele começou a sentir falta de ar, tosse e febre em 27 de abril, de acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Indiana.

O paciente foi internado no Hospital Comunidade em Munster, Indiana, em 28 de abril, o mesmo dia em que ele visitou o departamento de emergência lá, disse que o departamento de saúde.

Ele foi isolado e está em condição estável.

Ele está recebendo suporte de oxigênio, mas não exige um ventilador, disse Schuchat.

[Imagem: 140422130739-ctw-pkg-lakhani-uae-mers-vi...y-body.jpg]
Autoridades sauditas veem pico de vírus MERS


[Imagem: 130516050920-intv-health-workers-coronav...y-body.jpg]
Os profissionais de saúde infectados com o coronavírusn


[Imagem: 140429205108-erin-gupta-mers-outbreak-ca...y-body.jpg]
Gupta: MERS foco ligado aos camelos


[Imagem: 130530153924-idesk-intv-dr-assiri-middle...ry-top.jpg]
Assassino coronavirus no Oriente Médio


O vírus representa um "risco muito baixo para o grande público mais amplo", disse Schuchat, já que não foi mostrado para se espalhar facilmente de pessoa para pessoa

O CDC e o Departamento de Saúde do Estado de Indiana estão conduzindo uma investigação conjunta sobre o caso, de acordo com um comunicado CDC. O CDC resultados dos testes de Indiana confirmou nesta sexta-feira.

O CDC, IDPH (Illinois Departamento de Saúde Pública) e CDPH (Chicago Departamento de Saúde Pública) não consideram passageiros do vôo ou ônibus para estar em contacto estreito com o paciente e, portanto, não são de alto risco , disse o Dr. LaMar Hasbrouck, diretor do IDPH.

Os passageiros do mesmo avião e ônibus como o paciente irá ser contactado pelo CDC como medida de precaução, a partir de sábado, disse o comunicado Illinois.

Se o CDC identifica indivíduos doentes com possível Mers-CoV, ele irá notificar as autoridades de saúde em Chicago e Indiana.

"Não há nenhuma razão para suspeitar de qualquer risco atual para viajantes ou funcionários no aeroporto de O'Hare, neste momento", disse o comissário CDPH Bechara Choucair.

O coronavírus, conhecido como Mers-CoV, foi relatada pela primeira vez no Oriente Médio - mais especificamente, da Península Arábica - em 2012.

O teste de laboratório confirmou 262 casos de coronavírus em 12 países, incluindo o caso de Indiana, disse Schuchat.

Noventa e três pessoas morreram.

Até agora, todos os casos MERS têm sido associados a seis países em ou perto da Península Arábica, disse Schuchat.

O Ministério da Saúde sauditahttp://translate.googleusercontent.com/t...EspjQxVk_w, e disse que quase um terço das pessoas que morreram.

Nem todos os casos sauditas foram confirmados pela Organização Mundial da Saúde.

O vírus MERS é de grande preocupação por causa da virulência , disse Schuchat.

Mas, acrescentou, Nós ainda não estamos cientes de transmissão confirmada comunidade sustentada.

No mês passado, as autoridades sauditas observaram um pico de novos casos.

O CDC esperado MERS para vir para os Estados Unidos, disse Schuchat.

Temos vindo a preparar para isso.

No entanto, "A introdução de Mers-CoV é outro lembrete de que as doenças são apenas uma viagem de avião de distância", disse ela.

MERS-CoV vem a partir do mesmo grupo de vírus como o frio e os ataques do sistema respiratório comum, de acordo com o CDC.

Os sintomas, que incluem febre, tosse e falta de ar, pode levar a pneumonia e insuficiência renal.

O CDC emitiu precauções gerais, tais como lavar as mãos frequentemente, evitando contato próximo com pessoas infectadas, evitando tocar nos olhos, nariz e boca sem lavar as mãos, e desinfecção de superfícies que são frequentemente tocadas.

Os pediatras devem perguntar sobre onde os pacientes jovens com febre alta e sintomas respiratórios ter viajado, disse Schuchat.

As crianças muitas vezes têm febre e sintomas respiratórios, mas a chave aqui é: Houve uma história de viagem nos últimos 14 dias para a Península Arábica, ou contato com alguém ... Eles devem alertar seu médico sobre que curso ou entre em contato , disse Schuchat.

Atualmente, o CDC não recomenda mudar os planos de viagem por causa do vírus, disse Schuchat.

Ninguém sabe exatamente como o vírus se originou, mas estão surgindo evidências implicando camelos.

Em umhttp://translate.googleusercontent.com/t...DoLNG_VCDA, disseram pesquisadores isolaram o vírus vivo MERS a partir de dois únicos corcova camelos, conhecidos como dromedários.

Eles encontraram vários subcepas nos vírus de camelo, incluindo um que combina perfeitamente com um subestirpe isolado a partir de um paciente humano.

O mesmo grupo de pesquisadores relataram em fevereiro que quase três quartos de camelos na Arábia Saudita testou positivo para a exposição passada ao coronavírus MERS.

Embora muitos dos casos ocorreram na Península Arábica, as pessoas já morreram da infecção em outros lugares, inclusive em países europeus e Tunísia na África do Norte.

Egito registrou seu primeiro caso em 26 de abril, de acordo com a OMS.

Transmissão da doença limitada de humano para humano também ocorreu em outros países - o que significa que algumas pessoas que viajaram para o Oriente Médio deu o vírus para outras pessoas.

Funcionários não estão cientes de quaisquer outros casos confirmados nos Estados Unidos, Schuchat disse, acrescentando que é muito cedo para assumir que ninguém está doente.

Uma investigação ativa está em andamento.

Da CNN Miriam Falco, Caleb Hellerman e Ashley Hayes contribuíram para este relatório.

FONTE:http://www.cnn.com/2014/05/02/health/indiana-mers/
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Marck Vini (02-04-2016), Profeta do Apocalipse (03-05-2014)
13-05-2014, 10:58 AM
Resposta: #4
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Na véspera da Copa, novo VÍRUS se torna preocupação: O Mers

Parece que o mundo e o Brasil estão prontinhos para servirem de cenário para um nova Pandemia.

Às vésperas da Copa do Mundo, quando milhares de pessoas de diversos países dividirão mesmos espaços, nova síndrome respiratória tem colocado autoridades de saúde em alerta; sem vacina ou tratamento específico, a Mers já matou 10 pessoas somente este ano

Ainda de acordo com McDonald, o vírus corona recebe este nome por possuir superfície rugosa, cheia de picos, semelhante a uma coroa, explica o porta-voz do CDC americano.

Mesmo ainda pouco conhecida, a Mers vem preocupando especialistas em infectologia e epidemiologia de todo o mundo.

Descoberta em meados de 2012, a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers, na sigla em inglês) já atingiu quase 400 pessoas ao longo de dois anos – a maioria delas na Península Arábica e Oriente Médio –, e matou cerca de 30% dos infectados (proporção considerada alta).

Só este ano, dos 28 casos detectados, 10 foram fatais decorrentes do quadro agravado da síndrome – que causa sintomas semelhantes ao da gripe, adicionados a um desconforto respiratório leve ou agudo.

[Imagem: mersimagemlaboratorioap.jpg]

Mers é um novo coronavírus, o que significa que ainda não existe uma imunidade na população humana. Estamos preocupados.

A maioria das pessoas com caso confirmado de infecção pela Mers-CoV desenvolveu doença respiratória aguda grave.

Elas tiveram febre, tosse, falta de ar e algumas vezes diarreia, e cerca de 30% morreram. Além disso, o vírus pode se propagar de pessoa para pessoa através do contato próximo – como cuidar ou conviver com uma pessoa infectada.

Reconhecemos o potencial de o vírus se espalhar ainda mais e causar novos casos no mundo, explica o porta-voz do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), Jason McDonald.

Apesar de nenhum caso ter sido identificado no Brasil até o momento, os profissionais de saúde do país estão sendo orientados pelo Ministério da Saúde sobre a nova doença e seus sintomas. “Estamos de olho em dois vírus importantes para a saúde mundial nesse momento, o H7N9 – um vírus influenza encontrado na China –, e o coronavírus da Mers-CoV. Há preocupação mundial para vigilância sanitária”, conta a médica infectologista e professora de Medicina na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Nancy Bellei.

[Imagem: mersarabiasaudita2013ap.jpg]

Na última semana de abril, o mais recente caso da doença foi diagnosticado em um homem nos Estados Unidos, depois de ter retornado de uma viagem para a região da Arábia Saudita.

De acordo com a OMS, outros países que já apresentaram casos da síndrome foram França, Alemanha, Itália, Jordânia, Qatar, Tunísia, Emirados Árabes e Reino Unido.

Em todos os casos, porém, houve algum contato dos infectados (direta ou indiretamente) com pessoas provenientes de países do Oriente Médio.

Por exemplo, na França, Itália, Tunísia e Reino Unido, houve casos em que pessoas não viajaram para a região mais afetada, mas tiveram algum tipo de contato com alguém doente ou que provavelmente carregava o vírus no corpo.

Em relação a este fator, o número de médicos e enfermeiros diagnosticados com a doença é bastante alto.

O porta-voz da OMS em Genebra, na Suíça, Tarik Jasarevic, disse ao Terra que "até agora, não há nenhuma evidência de transmissão entre seres humanos, e o padrão de transmissão global manteve-se inalterado”.

"Até descobrirmos como o vírus é transmitido aos seres humanos, e com viagens cada vez mais frequentes, estamos propensos a ver mais casos espalhados para outros países. (...) Apesar do recente aumento nos números a evidência atual não sugere uma mudança significativa na transmissibilidade do vírus", afirmou Jasarevic.

Ainda há poucas respostas

Por ser uma doença relativamente nova, os profissionais da saúde não têm muitas respostas importantes sobre o problema, como, por exemplo, sua origem.

Alguns testes realizados deram positivos apontando os dromedários como uma suposta fonte primária do vírus. Mas ainda é cedo para afirmar se isto implica, necessariamente, que camelos estejam diretamente na cadeia de transmissão para os seres humanos.

A epidemiologia ainda não está clara, então só podemos dizer que foi encontrado o vírus em camelos. Outros animais não foram citados”, afirma a infectologista.

[Imagem: merscamelogetty.jpg]

"Vários estudos têm confirmado QUE a Mers-CoV pode ser encontrada em camelos, mas ainda não se sabe se os camelos são a fonte de infecção humana e se assim for , qual é a via de transmissão", explica o porta-voz da OMS em Genebra, Tarik Jasarevic.

Apesar de ainda não haver citações na literatura médica sobre outros animais que possam encubar o vírus, Jason McDonald, explicou ao Terra que isto é “concebível”.

Coronavírus é um vírus comum que as pessoas adquirem durante a vida. Eles são divididos em alfa, beta e gama – e possivelmente, em breve, haverá uma nova categoria chamada delta –, e foram primeiramente encontrados em 1960.

Há cinco tipos de coronavírus e parte deles é encontrada em apenas uma espécie de animal ou em um pequeno número de espécies.

Mas há exceções, como a Sars – Síndrome Respiratória Aguda Grave –, que atinge humanos, macacos, gambás, cães, guaxinins, gatos e roedores, disse. Por isso, é possível que a Mers seja identificada futuramente em outros animais – além dos camelos.

Para encontrar respostas, a OMS está trabalhando com agências parceiras, com experiência em saúde animal e segurança alimentar, incluindo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), entre oturas autoridades.

Diversas equipes técnicas estão envolvidas, oferecendo conhecimentos para ajudar os ministérios responsáveis pela saúde humana, animal, de alimentos e agricultura neste caso.

Ainda de acordo com McDonald, o vírus “corona” recebe este nome por possuir superfície rugosa, cheia de picos, semelhante a uma coroa, explica o porta-voz do CDC americano.

Ausência de tratamento e prevenção específicos

Assim como outras doenças transmitidas por propagação viral, a Mers-CoV também é espalhada pelo ar. Portanto, o contato próximo a secreções de alguém doente – tais como em espirro, tosse, beijo e uso de mesmos talheres – é a causa de 60% dos casos já diagnosticados nestes dois anos. Desta forma, o risco de propagação é maior em ambientes fechados – ou que tenham aglomerações de pessoas.

[Imagem: mersindianarts.jpg]

Para encontrar respostas, a OMS está trabalhando com agências parceiras, com experiência em saúde animal e segurança alimentar.

Somando-se a estes fatores, a Mers ainda não possui nenhum tipo de tratamento ou prevenção eficaz, apenas o comum a outros tipos de doenças respiratórias. “A melhor forma de prevenir é mantendo a etiqueta comum de outras doenças, como a gripe”, ressalta a médica Nancy Bellei. Tal higiene, como também lembra McDonald, pode se valer de:

- lavar bem as mãos com água e sabonete por, pelo menos, 20 segundos;

- tampar o nariz e a boca ao tossir ou espirrar;

- evitar encostar as mãos nos olhos, nariz e boca com as mãos sujas;

- evitar contato com secreções de pessoas doentes;

- lavar e desinfetar superfícies onde haja bastante contato como brinquedos e maçanetas.

Preocupação com a Copa

Diante de uma doença com potencial surto global e de alta taxa de mortalidade que não possui vacinas ou medicamentos eficazes para seu tratamento, deveríamos nos preocupar com a Mers-CoV aqui no Brasil, especialmente com a chegada da Copa, mesmo sem termos registrados casos? De acordo com o Ministério da Saúde não há, no caso de Mers-CoV, uma medida específica a ser adotada. Em resposta ao Terra, o Ministério informou:

[Imagem: mersimagemlaboratoriorts.jpg]

Reconhecemos o potencial de o vírus se espalhar ainda mais e causar novos casos no mundo, explica o porta-voz do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), Jason McDonald.

O Ministério acompanha o curso da epidemia por meio de informações restritas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Especificamente sobre a Mers-CoV, o Ministério da Saúde repassa as orientações aos profissionais de saúde com as novas recomendações de tratamento dos pacientes com sintomas de coronavírus.

Ainda segundo o Ministério, desde 2011, juntamente com outros setores do Governo Federal, o órgão realiza uma série de ações visando aprimorar detecção, monitoramento e resposta a qualquer evento de saúde pública que possa ocorrer relacionado à Copa do Mundo, como reuniões, capacitações, publicações de normas técnicas e regulamentações e desenvolvimento de estratégias para o aprimoramento da comunicação e vigilância.

A médica infectologista da Unifesp também é descrente em relação a um grande problema ligando a Mers à realização da Copa em nosso país, mas ressalta que cuidado e atenção são necessários.

É claro que, com a questão da Copa, ficamos mais preocupados, mas isso talvez tivesse um maior significado se um número muito grande de pessoas da Arábia Saudita, por exemplo, ou de outros países mais afetados, viesse para o Brasil e, ainda, que parte delas estivesse doente.

Acho difícil alguém viajar estando infectado pela Mers, argumenta a médica infectologista Bellei. “Acho que o risco de transmissão em nosso país é bastante baixo, mas é maior durante a Copa”.

Outro alerta que a médica dá é em relação aos cuidados com a saúde durante a Copa, que acontecerá em junho, período do ano em que muitas pessoas ficam doentes infectadas pelo vírus da gripe, que também causa tosse e mal-estar.

Neste caso, se tivermos um doente com quadro mais grave, ele deverá ser internado e aí os médicos seguirão um procedimento de diagnóstico e tratamento – o que pode ser feito é o isolamento (mas isso já acontece com outras síndromes respiratórias), para que não haja falha de transmissão, afirma.

O porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, lembrou que a prevenção e controle de infecção medidas são fundamentais para evitar a propagação de Mers-CoV em instalações de cuidados de saúde.

E afirmou que a organização não faz atualmente a aplicação de quaisquer viagens ou restrições comerciais, nem indicação em aeroportos e locais públicos. "Não indicamos restrições de viagens, incluindo a próxima peregrinação à Meca na Arábia Saudita, disse.

Mers não é Sars

No começo da descoberta da Mers-CoV, em 2012, – e mesmo hoje – algumas características semelhantes entre as duas síndromes confundiram não só leigos, mas também alguns profissionais de saúde.

Para começar, as duas infecções são causadas por coronavírus. Além disso, elas possuem taxa de mortalidade elevada, infectados com idade média entre 30 e 50 anos, as duas provocam problemas respiratórios, como pneumonia ou insuficiência respiratória – e necessidade de uso de aparelhos para respiração de pacientes graves.

Porém, de acordo com a infectologista, os vírus das duas síndromes não possuem proximidade genética e a Sars demonstrou ser muito mais transmissível entre humanos. A Síndrome Respiratória Aguda Grave – que se espalhou em maiores proporções – apresentou mais de 8 mil casos em seis meses; já a Mers tem um número inferior a 400 casos em menos de dois anos.

Por último, a Sars tinha origem em morcegos e vespas. No caso da Mers, foi apontado o camelo, mas ainda há estudos sobre isso.

Perspectivas

Apesar do número de casos confirmados não serem considerados grandes, a gravidade da Síndrome Respiratória do Oriente Médio é alta, principalmente, pela taxa de mortalidade.

Por sua urgência, a Organização Mundial da Saúde (OMS) está trabalhando junto de outras instituições internacionais de saúde para conseguir evidências científicas que possam levar ao melhor entendimento do vírus e, por sua vez, repassar as informações para os países.

Para tanto, a primeira reunião global entre autoridades de saúde foi realizada em janeiro de 2013, seguida de outras em junho e julho.

[Imagem: mersimagemlaboratoriorts02.jpg]

Coronavírus é um vírus comum que as pessoas adquirem durante a vida. Eles são divididos em alfa, beta e gama e possivelmente, em breve, haverá uma nova categoria chamada delta , e foram primeiramente encontrados em 1960.

A OMS trabalha especialmente nas áreas mais afetadas e com os parceiros internacionais para coordenar a resposta da saúde global, incluindo o fornecimento de informações atualizadas sobre a situação da doença no mundo, orientações para as autoridades de saúde e agências de saúde, informações técnicas sobre recomendações de vigilância, testes laboratoriais, controle de infecção e gestão de clínicas.

Para a médica Nancy Bellei, é improvável que estejam sendo feitos estudos para criação de vacina. “É algo muito longo. Porém, estudos de medicamentos sempre acontecem, são feitos de forma muito diferente. Por isso, acredito que algo neste sentido seja preparado para este coronavírus. Mas não tem nada de muito promissor neste momento”, afirma.

No entanto, apesar da gravidade do caso, o Brasil ainda tem um nível baixo de perigo em transmissões – lembrando que a OMS nem chegou a recomendar restrições como cancelamento de viagens, etc.

Desta forma, mesmo sendo pouco provável que alguém seja infectado pela síndrome, o porta-voz do Centro de Prevenção americano, Jason McDonald, lembra que é caso de consultar um médico pessoas que tiverem os sintomas (tosse, mal-estar, diarreia) acompanhados de desconforto respiratório leve ou agudo.

Isto, especialmente, se viajou para a Península Arábica no prazo de 14 dias do início dos sintomas”, lembra.

Assim como outras doenças, a Mers poderá ser melhor avaliada e tratada com os devidos cuidados pelos profissionais de saúde que, basicamente, irão hidratar os pacientes e oferecer oxigenoterapia (oxigênio por aparelhos).

[Imagem: especialmersinfo.jpg]

FONTE:http://www.libertar.in/2014/05/na-vesper...torna.html
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Marck Vini (02-04-2016)
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31-05-2014, 02:12 PM
Resposta: #5
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Número de mortos chega a 186 MERS

Riad, Arábia Saudita (AP) - O Ministério da Saúde da Arábia Saudita diz que 13 pessoas morreram ao longo das duas últimas semanas do vírus respiratório Oriente Médio.

O ministério diz que 186 pessoas no total morreram em decorrência do vírus desde que foi descoberto em 2012.

Segundo o ministério, na quarta-feira mais 565 pessoas haviam contraído o vírus na Arábia Saudita.

Os números recentes indicam que a taxa de infecções e mortes podem ter um pouco mergulhado nas últimas duas semanas depois de um forte aumento em infecções e mortes em abril e na primeira metade de maio.

MERS é parte da família de corona vírus de vírus, o que inclui a síndrome respiratória aguda grave e SARS, ou grave comum.

MERS pode causar sintomas como febre, problemas respiratórios, pneumonia e insuficiência renal e calafrios.

FONTE:http://undhorizontenews2.blogspot.com.br.../mers.html
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Marck Vini (02-04-2016), Minerim (31-05-2014)
31-05-2014, 06:44 PM
Resposta: #6
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Mortais MERS doença respiratória se espalha para o Irã


[Imagem: 051414_ANR_MERS_640.jpg?ve=1&tl=1]

Dois casos de MERS, a doença respiratória mortal originária da Arábia Saudita, foram confirmados no Irã, de acordo com autoridades de saúde do país.

MERS, a Síndrome Respiratória Oriente Médio, ou Corona vírus, é uma pneumonia, muitas vezes fatal, trazendo em uma tosse severa e febre alta.

Não existem vacinas ou tratamento direto, e cerca de um terço das pessoas infectadas morrem.

Ambos os indivíduos contraíram a doença quando eles foram hospitalizados perto de um paciente infectado que havia retornado de peregrinação a Meca, embora não tenha sido confirmado se o paciente deu positivo para o vírus.

Até o momento, cerca de 175 pessoas na Arábia Saudita morreram de MERS, que já se espalhou por toda a região e mais distantes, com casos encontrados na Malásia, Grécia, Líbano e Estados Unidos. Todos os outros casos foram pessoas que quer ter viajado para ou entrar em contato com alguém da Arábia Saudita.

Os dois pacientes são irmãs e um está em estado grave, de acordo com Mohammad Mehdi Gooya, o diretor-geral de doenças transmissíveis no Centro do Ministério da Saúde iraniano for Diseases Control and Prevention.

Eles estão recebendo tratamento em Kerman, uma província iraniana do norte, onde um total de quatro casos foi relatado, mas apenas dois confirmados.

"Este é um vírus muito perigoso. Não é fácil obtê-lo, mas uma vez que você obtê-lo, é extremamente letal”, disse o Dr. David Samadi da Fox News Medical A Team.

"Viajar global está expondo mais pessoas para o vírus, mas, infelizmente, ainda não existe um bom tratamento, apenas de líquidos e descanso", disse Samadi, presidente da Urologia no Hospital Lenox Hill.

MERS foi descoberto cerca de dois anos na Arábia Saudita, e acredita-se originar de camelos, embora Samadi dissesse que é cético quanto a isso.

O vírus vem da mesma família como SARS, ou Síndrome Respiratória Aguda Grave, que matou cerca de 800 pessoas no mundo depois de ter sido detectada pela primeira vez na China em 2002.

O caso no Irã apareceu pouco antes do mês sagrado do Ramadã, quando os muçulmanos de todo o mundo viajam para a Arábia Saudita.

Todos retornam peregrinos iranianos serão testados para MERS, e aqueles que mostram quaisquer sintomas serão colocados em quarentena por um mínimo de duas semanas, disse Gooya.

Quase um milhão de iranianos fazer a viagem a cada ano. Este ano terá lugar em Outubro

FONTE:http://www.foxnews.com/world/2014/05/28/...s-to-iran/
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Marck Vini (02-04-2016)
05-06-2014, 05:42 PM
Resposta: #7
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Arábia Saudita relata salto súbito de casos de MERS e incluindo os 282 mortos

[Imagem: 201405011227766.Jpeg?7351]
CNN - A Arábia Saudita relatara significativamente mais mortes do vírus MERS na terça-feira , o mesmo dia em que o país demitiu um de seus funcionários de saúde de topo.


O Ministério da Saúde saudita informou que 282 pessoas morreram desde 2012 a partir do Oriente Médio Síndrome Respiratória corona vírus, ou Mers- CoV , uma maior valorização do número de mortos oficial anterior de 190 .

Este é de 688 totais de casos no país árabe; 353 pacientes se recuperaram e 53 ainda estão recebendo tratamento.

Cerca de cinco semanas atrás, a Arábia Saudita foi o relato de 339 casos conhecidos de Mers- Cov, 102 dos quais resultaram em mortes.

-Vírus MERS detectado nos EUA

-Caso de MERS nos EUA se espalha através aperto de mão

-Hospitais preparar para MERS surto

Os novos números saiu no mesmo dia em que o ministro da Saúde, atuando Adel Bin Mohammed Fakieh anunciou ter aliviado ministro da Saúde, deputado Dr. Ziad Memish de seu cargo, de acordo com um comunicado no site do ministério da saúde. Nenhuma razão foi dada.

Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde informou que estava ciente de 636 “casos confirmados por laboratório” de infecções MERS, que levaram a 193 mortes.

Não é imediatamente claro como números mais recentes da Arábia Saudita afetar esses números. Há casos documentados de que o vírus em todo o mundo.

Como uma corona vírus, MERS está no mesmo grupo de doenças como o resfriado comum.

Mas é muito mais letal: Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças observa que cerca de 30% das pessoas infectadas morreram.

Aqueles com MERS tendo doença respiratória aguda grave, incluindo sintomas como febre, tosse e falta de ar. Alguns desenvolvem complicações mais perigosas, como pneumonia e insuficiência renal.

Não há vacina ou tratamento especial.

MERS é pensado para ter originado na Península Arábica, em 2012. Ninguém sabe exatamente de onde veio, mas evidências implicando camelos estão emergindo.

Em um estudo publicado recentemente na mBio , disseram pesquisadores isolaram o vírus vivo MERS a partir de dois únicos corcova camelos , conhecidos como dromedários .

Eles encontraram vários subcapas nos vírus de camelo, incluindo um que combina perfeitamente com um subestirpe isolado a partir de um paciente humano.


Estudo sugere que vírus da MERS é passado de Camelo para ser humano


[Imagem: 1400746460487_384.jpg]
Um homem usando uma máscara posa com camelos em um mercado de camelos na vila de al- Thamama perto de Riyadh nesta foto de arquivo de 11 de maio de 2014 . Foto tirada 11 de maio de 2014 Para corresponder Relatório Especial Arábia MERS REUTERS / Faisal Nasser / Files. ( ARÁBIA SAUDITA - Etiquetas: Animais Saúde ) Crédito: REUTERS


NEW YORK (AP) - Um novo estudo oferece a evidência mais forte até que um vírus misterioso no Oriente Médio se espalha de camelos para as pessoas.

Os pesquisadores estudaram a doença de um dono de camelo de 44 anos de idade, na Arábia Saudita, que morreu em novembro de síndrome respiratória Aguda no Oriente Médio, ou MERS. Através de testes repetidos, eles foram capazes de mostrar: o homem e um camelo foram infectados com o mesmo vírus; o camelo tem que em primeiro lugar; e o homem ficou doente depois de colocar remédio no nariz escorrendo do animal.

O vírus havia sido detectado anteriormente em camelos, e as autoridades acreditam que se espalhou a partir de camelos para as pessoas em alguns casos MERS, embora a prova clara de que estava faltando.

'' Trabalhos anteriores tinham diferentes peças do puzzle que fez esta história provável. Mas neste pequeno episódio, todas as peças se juntaram '' para oferecer provas definitivas, disse o Dr. William Schaffner, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Vanderbilt, em Nashville.

O novo estudo foi publicado online na quarta-feira pelo New England Journal of Medicine.

MERS é uma doença respiratória que começa com febre e tosse gripal, mas podem levar à falta de ar, pneumonia e morte. Desde que apareceu pela primeira vez há dois anos, cerca de 800 doenças têm sido relatados a agências internacionais de saúde, incluindo cerca de 300 mortes.

A maioria dos casos ter sido na Arábia Saudita e países vizinhos. Aqueles fora da região - incluindo duas nos Estados Unidos - foram na sua maioria pessoas que tinham viajado no Oriente Médio.

Ainda desconhecido são quantas vezes camelo para humana propagação ocorre e se outros animais ou de fontes ambientais poderiam estar transmitindo o vírus. Os profissionais de saúde e familiares tê-lo começado após contato íntimo com pacientes MERS.

O novo relatório detalha o caso de um homem que possuía nove camelos e os manteve em um celeiro no sudoeste da Arábia Saudita. Em outubro, quatro de seus animais ficou doente. Uma semana mais tarde, ele desenvolveu sintomas de gripe. Ele foi hospitalizado na cidade de Jeddah no início de novembro, e ali morreu duas semanas depois. Os camelos recuperados.


FONTE:http://undhorizontenews2.blogspot.com.br...-news.html
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Marck Vini (02-04-2016), ruicoelho (05-06-2014)
Compre na Tudo Saudável o autênico chá de amora miura
05-06-2014, 07:38 PM
Resposta: #8
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
O coronavírus da MERS é um bebé alo lado deste seu parente: INFLUENZA TIPO A, CONHECIDO COMO H1N1

[Imagem: 080304105825-large.jpg]

O vírus Influenza é o causador da mais devastadora epidemia da história. Em apenas 18 meses, entre 1918 e 1919, a gripe espanhola vitimou entre 50 milhões e 100 milhões de pessoas – na época, 5% da população mundial. No período mais crítico da gripe espanhola, a doença matou mais gente do que a Primeira Guerra, que teve cerca de 14,5 milhões de baixas.
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John Dickinson (05-06-2014), Marck Vini (02-04-2016)
05-06-2014, 07:48 PM
Resposta: #9
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Argélia confirma casos primeiras MERS

Dois peregrinos teste positivo depois de regressar da Arábia Saudita, onde 187 pessoas morreram em decorrência do vírus.


[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcRCXQ1Lipu-8lPq0M_3Isj...r7SAo6nyHQ]

Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio
Síndrome respiratória por coronavírus do Oriente Médio, também denominada EMC/2012, é, em sentido geral, novas espécies de RNA simples de sentido positivo do gênero betacoronavírus.


Dois argelinos ter testado positivo para o vírus da Síndrome Respiratória Oriente Médio mortal, depois de voltar de peregrinações para a Arábia Saudita.

O Ministério da Saúde argelino confirmou os casos no sábado, mas não deu a condição dos homens, com idades entre 66 e 59.

Outros países incluindo são: Egito, Jordânia, Líbano, Irã, Holanda, Emirados Árabes Unidos e o EUA também registraram casos, principalmente em pessoas que tinham sido para a Arábia Saudita.

MERS já matou 187 pessoas na Arábia Saudita desde que surgiu pela primeira vez em 2012. Centenas de outros foram infectados.

Os estudos confirmaram que a origem provável da doença está entre enorme rebanho camelo da Arábia Saudita.

O vírus ataca o sistema respiratório, causando uma infecção pulmonar, com pacientes que sofrem de tosse, dificuldades respiratório e uma temperatura. Ela também provoca insuficiência renal rápida.

FONTE:http://www.aljazeera.com/news/middleeast...77511.html
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Marck Vini (02-04-2016)
06-06-2014, 12:11 AM
Resposta: #10
RE: Especialistas temem dispersão da síndrome respiratória MERS
Olhem isso:
http://entretenimento.uol.com.br/noticia...-mundo.htm

Será quem tem algo a ver? Será que seria um aviso, ou algo oculto?
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