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George Soros, um nazista a serviço da morte
12-09-2018, 11:03 PM
Resposta: #1
George Soros, um nazista a serviço da morte
[Imagem: george%2Bsoros%2Bnazista.jpg]

“Se alguém deve ser julgado perante o Tribunal Penal Internacional, sob acusações de genocídio e crimes contra a humanidade, é George Soros. Não só Soros conduziu ataques assassinos especulativos contra as nações do setor em desenvolvimento, causando inúmeras mortes. Por sua própria admissão, em suas próprias palavras, e nas palavras de seu próprio pai, George Soros foi um participante ativo no Holocausto, como um colaborador nazista na Hungria.” (Perfedy, 1961 – Bem Hecht).

“Quando jovem, em Budapeste, George Soros era um mensageiro para o Conselho Judaico, a organização nazista que dirigia a comunidade judaica, controlado por Adolf Eichmann, o homem conhecido como o "arquiteto do Holocausto", que estava encarregado da deportação em massa dos judeus da Polônia e Hungria para os campos de extermínio.

Eichmann chegou a Budapeste no início de 1944, para tomar conta da eliminação dos judeus húngaros. Antes de Eichmann partir, 430.000 judeus húngaros haviam sido condenados à morte.

Em 1960, agentes do Mossad israelense sequestraram Adolf Eichmann na Argentina e o levaram a Israel para ser julgado como criminoso de guerra, Foi condenado à morte, e executado em 1962.

Em seu livro de memórias de guerra de 1965, "Masquerade-Dancing Around Death na Hungria ocupada pelos nazistas" , o pai de George Soros, Tivadar Soros, dedicou um capítulo inteiro ao Conselho Judaico e o envolvimento de seu filho.

"Quando a perseguição sistemática dos judeus começou", escreveu Tivadar Soros, "não foi realizada pelos alemães, nem por seus lacaios húngaros, mas - mais surpreendentemente - pelos próprios judeus."

Uma das primeiras coisas que os alemães fizeram foi criar o que chamaram de Conselho Judaico, formado pelos líderes da comunidade judaica, e os membros do Conselho foram pessoalmente responsáveis pela implementação das várias medidas alemãs relativas à população judaica, em recompensa.

Tivadar Soros descreveu o papel de seu filho George:

"Como os judeus não podiam ir mais à escola e seus professores não podiam ensinar, eles foram ordenados a se apresentarem à sede do conselho. As crianças foram alistadas como mensageiros sob o comando de seus professores. No segundo dia, ele voltou para casa às sete da noite.”

Tivadar Soros observou que George estava começando a gostar de sua carreira como mensageiro do Reich, e a encarava como uma grande aventura".

George Soros passou a adotar a identidade do afilhado de um funcionário húngaro de nível médio, responsável pela confiscação da propriedade judaica de judeus ricos enviados para Auschwitz.

Em pelo menos duas entrevistas televisivas, em 1994 e 1998, Soros admitiu livremente sua colaboração nazista e declarou que não sentia culpa por suas ações, nem pelo extermínio de quase meio milhão de judeus húngaros.

De fato, em suas próprias palavras, George Soros admitiu em sua introdução ao livro de seu pai:

"É uma coisa sacrílega dizer, mas esses dez meses [da ocupação nazista] foram os momentos mais felizes da minha vida ... Lideramos Uma vida aventureira e nos divertimos juntos. "

P_elas suas atividades, George Soros, como colaborador da máquina de extermínio nazista, encabeçada por Adolf Eichmann, já deveria de há muito ter sido submetido ao Tribunal Penal Internacional, mas a mão invisível que comanda o Partido Democrata Americano nunca permitiu.

“Lyndon LaRouche descreveu Soros como um "caso de perfídia", precisamente o tipo de comportamento criminoso que o autor Ben Hecht denunciou e expôs em seu livro Perfídia , uma exposição de 1961 dos judeus que foram mortos por Eichmann.

Mas Hjalmar Schacht, o banqueiro que foi o padrinho de Soros, juntamente com o Banco da Inglaterra, dirigido por Montagu Norman, do genocídio nazista, foi libertado depois da guerra.

George Soros, é cúmplice dos crimes nazistas e, como tal, deveria ser julgado, afirma Lyndon LaRouche.

George Soros hoje é um dos maiores líderes do Partido Nazista, camuflado sob a flâmula denominada de “Club Bildeberg”.

FONTE: https://plus.google.com/1153908804875579...8kfcnDkitE


Nazi Collaborator George Soros 1998 60 Minutes Interview


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02-11-2018, 11:37 PM
Resposta: #2
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
"Nacionalismo" vem de "nação", que vem de "povo", "unidade". O nacional socialismo era um partido que defendia o povo da Alemanha, de ser saqueado pelos internacionalistas. Também defendia que o valor econômico deveria ter como base a mão de obra que manufaturava a matéria prima, ao invés do dinheiro (padrão ouro). Pois este último, sem o labor, não vale nada, obviamente. Desta forma, se evita fazer gastos desnecessários e se submeter a empréstimos a juros altos, ou ter uma economia regida por bolsas de valores e bancos internacionais.
Então, as nações, ou povos, que compartilhassem dessas premissas eram aliados bem vistos pelos nazistas. Inclusive, negros, árabes, judeus, japoneses, nórdicos; pessoas de todas as raças imagináveis lutaram contra os Aliados na Segunda Guerra Mundial.
Ali já se vislumbrava o que acontece hoje no mundo. Um sistema diabólico, que escraviza através de moedas cotadas pelo dólar, que tem seus valores pré-estabelecidos muito antes de se manufaturar algum produto. Apenas para satisfazer o desejo de poder de famílias avarentas, vagabundas, malévolas, que controlam os meios de comunicação, a indústria do entretenimento, as instituições em geral.
Agora, estamos prestes a ter um governo mundial. Os nazistas tentaram evitar a todo custo isto. Lutaram pela humanidade. Lutaram pelo direito mor de uma nação ser íntegra, digna, e não ser usurpada.
Sonhos estão indo pelo ralo todos os dias. Uma massa de pessoas desiludidas, tendo suas almas sugadas e vendidas aos vermes que só pensam em poder, bando de sociopatas.
E ainda vem gente dizer que Hitler, que os nazistas eram ruins. Vão ser burros e ignorantes....... Nem tenho palavras.
Apenas direi, mais: que estou vendo tudo o que acontece no mundo, hoje, com um sorriso de canto nos lábios. Pois a verdade vem à tona, cada dia que passa. Condenaram (e ainda condenam) os nazistas. E quem está acabando de exaustão, com o povo? Quem está envenenando a comida? Quem está nos envenenando com medicamentos nocivos a saúde? Quem está acabando com o planeta? Quem se recusa a desenvolver tecnologias auto-sustentáveis apenas para continuar vendendo petróleo? Quem transformou a cultura num instrumento para imbecilizar as pessoas? Quem transformou a política e economia num caos? Quem acabou com a moral da família? Quem está espalhando fome, pobreza e depressão pelo mundo? Quem são os responsáveis????
Ah, deixa eu pensar.... São os nazistas, é claro...

Não nasci para competir com os outros.
Nasci para supera a min mesmo.
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Rox Extreme (07-11-2018), WithoutDoctrine (09-11-2018)
05-11-2018, 09:35 PM
Resposta: #3
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
Por que George Soros financia movimentos de esquerda? Entenda

[Imagem: dyfftep9ne72fjd1f.png]

O casamento aparentemente contraditório entre um bilionário capitalista com grupos de esquerda desperta a seguinte pergunta: como um bilionário capitalista, especulador no mercado financeiro, decidiu financiar grupos de esquerda? E por quê? Basicamente, porque muitos movimentos de esquerda não são necessariamente contra o capitalismo de George Soros, mas contra valores e princípios conservadores, base da civilização ocidental, que representam obviamente uma resistência aos anseios globalistas de Soros e outros grandes capitalistas - tema muito discutido em outros países e totalmente obscuro no Brasil.

Recentemente, tivemos um fato marcante que nos ajudaria a entender a realidade do mundo atual e, para variar, passou batido pela grande mídia: o vazamento de informações da fundação do bilionário George Soros, Open Society Foundation, a qual doa milhares de dólares para organizações de pauta esquerdista (progressista). Até 25 de agosto, a lista completa dos documentos e das organizações de esquerda financiadas por Soros estava aqui (fonte primária).

O casamento aparentemente contraditório entre um bilionário capitalista com grupos de esquerda desperta a seguinte pergunta: como um bilionário, especulador do mercado financeiro, decidiu financiar grupos de esquerda? E por quê? Para quem acompanha os textos de Olavo Carvalho (aqui) e Flávio Morgenstern, esse casamento entre os metacapitalistas e as esquerdas não traz grandes surpresas, pelo contrário, é perfeitamente compatível com os movimentos progressistas de hoje.

De acordo com o intelectual Flávio Morgenstern (em ótimo Podcast sobre o tema, no qual resumo parte das ideias abaixo), para compreender o casamento entre George Soros e grupos de esquerda, é fundamental entender quais são os objetivos da esquerda hoje e o que é Globalismo, fenômeno muito debatido no mundo, mas pouco discutido no Brasil.

Segundo Morgenstern, o grande objetivo da esquerda é um mundo de paz entre as pessoas. Assim, para se alcançar a PAZ, na lógica esquerdista, seria necessário um Estado forte, além das fronteiras de um país, capaz de destruir todas as fontes de desigualdades na sociedade, seja ela racial, sexual ou até de renda. Mais do que isso, se tivéssemos um Estado com controle absoluto sobre a sociedade, acima das forças locais de um país, não haveria motivos para as nações entrarem em guerra. E é exatamente aí que entra o Globalismo de Geroge Soros.

Teoria da conspiração? O brilhante filósofo inglês, Roger Scruton (ver obra Como ser um Conservador), nos diz que não. Segundo ele, a União Europeia foi criada justamente para ser um Estado acima dos governos locais a fim de evitar mais guerras na Europa. O ponto chave é que a união entre os povos não ocorreu de maneira espontânea, popular, de baixo para cima, mas imposta por uma agenda globalista onde as pessoas comuns não se vêm representadas pelas novas normas e leis impostas para a sociedade pelos burocratas de Bruxelas. A saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) só mostrou este descontentamento popular com a agenda globalista.

Se de um lado, a União Europeia é um exemplo real que nos ajuda a entender o Globalismo; por outro, a relação entre o financiamento dos globalistas (George Soros) com movimentos de esquerda não parece ser tão óbvia. Por que a Fundação de George Soros financia ONGs, “coletivos” e movimentos que defendem ideologias que hoje caracterizam a nova esquerda (new left): feminismo, ideologia de gênero, black lives matter, gayzismo, abortismo, legalização das drogas, livres fronteiras para imigração, desarmamentismo, descriminalização da pedofilia, etc?

A razão é simples, muitos destes movimentos de esquerda não são necessariamente contra o capitalismo de George Soros, mas contra valores e princípios conservadores, base da civilização ocidental, que representam obviamente uma resistência aos anseios globalistas das famílias Soros, Rockfeller, Ford, entre outras.

Uma hipótese plausível é que para estes metacapitalistas colarem em prática seu projeto de governo global – novamente, tema amplamente discutido no primeiro mundo - é necessário enfraquecer qualquer resistência a esse super governo. Evidentemente que todos os elementos defendidos pela direita, principalmente pelos conservadores, são uma resistência ao poder global, tais como a família, a religião judaico-cristã, os poderes locais, o respeito às tradições, aos costumes e à liberdade individual. Por exemplo, é muito difícil um governo moldar um comportamento numa sociedade em que os valores são transmitidos pela família ou pelo convívio social, e não pelo Estado. Na mesma linha, é quase impossível um governo impor sua agenda diante de costumes e tradições tão enraizadas na sociedade. Em outras palavras, estes elementos conservadores representam uma resistência a qualquer tentativa de CONTROLE de governos sobre a sociedade civil.

Por isso, que é perfeitamente compreensível que George Soros, um super capitalista, financie agendas progressistas mundo afora: os movimentos de esquerda de hoje lutam contra princípios conservadores, que são elementos de resistência ao projeto globalista de George Soros. Mais do que isso, muitos destes movimentos progressistas não lutam pelos mais oprimidos, mas se vendem como bem-intencionados, politizando problemas de fato reais, para imporem sua ideologia sobre a sociedade. Por exemplo, é evidente que existe machismo em diversas partes do mundo; o problema é politizar o tema para impor uma ideologia e um CONTROLE sobre a sociedade, transformando todo homem num potencial machista e toda mulher numa potencial vítima. Em outras palavras, por meio de uma guerra de narrativas, exploram-se ressentimentos para imporem uma agenda antiliberal e anticonservadora sobre a sociedade, financiada com o dinheiro de Soros.

Por fim, será que é mera coincidência que uma pessoa adepta da ideologia de gênero defenda também o desarmamento da sociedade civil, o aborto, o poliamor, ridicularize o cristianismo e admire o Obama? Por que será que é tão previsível saber a opinião dos Gregórios Duviviers e dos cools da Vila Madalena e do Leblon sobre imigração, legalização das drogas, aborto, cotas, etc? Por que será que tantas pessoas pensam em bloco sobre todos estes temas? Não sei. Talvez George Soros saiba a resposta.

FONTE: https://www.infomoney.com.br/blogs/econo...da-entenda
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rmuller (13-11-2018)
07-11-2018, 05:31 PM
Resposta: #4
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
"George Soros: quem é o bilionário que financia a esquerda pelo mundo"

[Imagem: dyh08p92fbi3q37pf.png]

"Com uma fortuna estimada em mais de 25 bilhões de dólares, George Soros é hoje uma das trinta pessoas mais ricas do mundo. Húngaro naturalizado americano, Soros está com 86 anos de idade e tem influenciado governos e mercados desde o início da década de 90, quando ficou conhecido como o “homem que quebrou o Banco da Inglaterra”. Mas o interesse sobre ele aumentou ainda mais nos últimos anos. O ressurgimento de Soros se deve ao seu pesado financiamento a políticos e projetos progressistas ao redor do mundo, uma aparente contradição para alguém que fez fortuna especulando no mercado. As dúvidas sobre suas intenções são grandes: afinal, até onde o bilionário quer chegar em seu projeto global? 

Uma história de cinema 
A história daquele que hoje é um dos homens mais influentes do mundo começa na Hungria, em tempos difíceis – e é também uma história de sobrevivência. Seu pai era advogado e a família vivia com conforto para o padrão de vida húngaro da época, solidamente assentada na classe média de Budapeste, mas a existência estava em constante risco: judeus não praticantes, eram vistos com crescente desconfiança em uma Europa que se tornava cada vez mais antissemita.

Soros nasceu em 1930, em meio à Grande Depressão, e seu sobrenome original era outro: Schwartz. O pai, Teodoro, optou pela mudança em busca de algo que soasse menos judeu e permitisse à família ficar em paz. Não seria a última grande mudança pela qual eles passaram: George Soros tinha treze anos de idade quando os nazistas marcharam sobre Budapeste e começaram a deportar judeus para Auschwitz. Foi após o próprio Teodoro receber uma ordem de deportação que a família decidiu comprar documentos falsos, indicando que na realidade era cristã. 

Os Soros sobreviveram à Segunda Guerra, mas a situação dos judeus na Hungria não melhorou com a ocupação soviética: George emigrou para a Inglaterra, estudou filosofia na London School of Economics, onde foi pupilo de Karl Popper. Em meados dos anos 50, após um curto período trabalhando como caixeiro-viajante, Soros conquistou seu primeiro emprego em um banco de investimentos londrino. Nunca mais saiu do mercado financeiro. Mudou-se para Nova York, tornou-se cidadão americano e, ao longo das duas décadas seguintes, desenvolveu seu pensamento e suas estratégias econômicas. Em 1969, fundou sua própria firma de investimentos e viu o tamanho da fortuna que possuía crescer exponencialmente: nas quatro décadas seguintes, a Soros Fund Management rendeu, em média, 20% ao ano. 

O homem que quebrou o Banco da Inglaterra 
A primeira vez que George Soros conquistou as manchetes do mundo inteiro foi no início da década de 90, quando ficou conhecido como o “homem que quebrou o Banco da Inglaterra”. Considerando a posição britânica insustentável dentro do então chamado “Mecanismo Europeu de Taxas de Câmbio” (ERM, na sigla em inglês), Soros havia comprado libras nos meses anteriores, acreditando que mais cedo ou mais tarde o país acabaria por desvalorizá-la a um valor abaixo do limite definido pelo ERM. Foi o que aconteceu: apostando contra a libra esterlina, Soros lucrou 1 bilhão de dólares em apenas um dia, a chamada “Quarta-Feira Negra”, em 16 de setembro de 1992. 

A boa leitura de mercado, e os efeitos que isso havia tido na política (o Partido Conservador havia vencido as eleições britânicas em abril daquele ano com 42% dos votos, e após a “Black Wednesday” seu apoio popular despencou para 29%), fizeram com que as posições de Soros passassem a ser acompanhadas com interesse redobrado. Nos anos seguintes, sua fortuna continuou a aumentar, e sua influência cresceu na mesma proporção. O bilionário se tornou um destacado filantropo, mas pouco a pouco ficou claro o tipo de ideias que financiava, a partir de suas Open Society Foundations, criadas em 1993: organizações não-governamentais e candidatos com ideias progressistas, de esquerda e antissistema. 

Em seu livro de 1987, A Alquimia das Finanças, Soros havia mostrado o tamanho da ambição que o movia: “Dizendo sem rodeios, eu me imaginava como uma espécie de deus ou um reformista econômico como Keynes, ou, melhor ainda, me imaginava como Einstein. Meu senso de realidade era forte o bastante para me fazer entender que essas expectativas eram excessivas, e eu as mantive escondidas [...] Mas, conforme fui avançando, a realidade se aproximou o bastante da minha fantasia para que eu admitisse esse segredo, pelo menos para mim mesmo. Não é preciso dizer que me sinto muito mais feliz por causa disso”. Cada vez mais, Soros parecia mais determinado a cumprir o destino de grandeza que dizia ter imaginado para si mesmo. 

O “globalismo” 
A verdade é que George Soros já havia utilizado seu poder econômico antes: ainda em 1979, uma versão embrionária da Open Society começou a fornecer bolsas de estudo para negros sul-africanos em meio ao Apartheid. O próprio nome da organização – literalmente “sociedade aberta” – vinha da filosofia de seu mentor na London School of Economics, Karl Popper, e do francês Henri Bergson, e indicava a necessidade de uma abertura em diferentes aspectos: abertura às novas ideias, à crítica das tradições, à tolerância; sempre com o argumento de buscar governos menos autoritários e mais inclinados à defesa da liberdade e dos direitos humanos. 

Nos anos 80, as Open Societies de Soros começaram a financiar, direta ou indiretamente, grupos que lutavam contra o regime socialista no Leste Europeu: primeiro apoiou o Solidariedade de Lech Walesa, na Polônia, e em seguida canalizou recursos para grupos de oposição na Tchecoslováquia, na União Soviética e na sua Hungria natal. Após a queda do muro de Berlim em 1989 e o colapso definitivo da URSS dois anos mais tarde, o dinheiro de Soros continuou a moldar o contexto político desses países, agindo sobre os grupos que se debatiam pelo poder nas novas democracias pós-socialistas. 

A mudança fundamental que a Open Society fundada nos anos 90 trouxe foi uma atuação cada vez maior de Soros também nas grandes nações capitalistas ocidentais – financiando, nelas, grupos que muitas vezes se diziam de esquerda. A aparente contradição de um grande bilionário e especulador financiando grupos progressistas é explicada pelo mesmo tipo de ideias que havia guiado suas ações anteriores: Soros está por trás de grupos que contrariam posturas e valores tradicionais, e aposta alto nas organizações que julga capazes de empurrar a sociedade no rumo dessas mudanças sem, no entanto, ameaçar realmente o sistema capitalista que possibilita sua fortuna e seu poder. 

No contexto atual, isso indica uma interseção com boa parte das esquerdas ao redor do mundo: grupos que lutam pela legalização das drogas, pelo aborto, pelos direitos de homossexuais e pelo feminismo, pela redução do peso da religião sobre a legislação, entre outras medidas. É daí, também, que vem a desconfiança da direita em relação aos interesses de George Soros: por colocar seu dinheiro contra as instituições e tradições, estaria colocando em xeque o que os conservadores consideram ser os valores básicos da sociedade ocidental, e abrindo margem para um perigoso “globalismo” – em que esses valores viriam de cima para baixo, de uma espécie de “governo global” (que não precisa existir na prática, e sim nas ideias), que dita o certo e o errado e não se preocupa com as especificidades de cada país. 

Em um podcast intitulado “Não é você que pensa o que pensa – George Soros pensa por você”, o analista político Flavio Morgenstern dá exemplos atuais de organizações que já colocariam em prática preceitos dessa sociedade “global”: em um plano muito mais prático, a União Europeia, como uma unidade que define políticas além das fronteiras e soberanias nacionais; de forma mais ligada às ideias, a ONU, órgão transnacional máximo, onde a representação de cada país é extremamente indireta, mas cujas resoluções são raramente questionadas apesar disso. 

A extensão do poder 
Em agosto de 2016, uma série de vazamentos, conhecida como “Soros Unleashed” e divulgados pelo site DC Leaks, ajudou a compreender a extensão dos investimentos de Soros em diferentes níveis da política mundial, inclusive em organizações brasileiras, particularmente aquelas ligadas a movimentos de desmilitarização da polícia e descriminalização das drogas. De acordo com o material vazado, a Open Society destina cerca de 37 milhões de dólares a projetos na América Latina. 

A influência de Soros é muito maior nos Estados Unidos, onde seus laços com o Partido Democrata são tão estreitos que o programa humorístico Saturday Night Live já fez piada dizendo que o bilionário era o “dono” do partido. Republicanos acusam Soros de ter indicado a dedo nomes fortes do governo de Bill Clinton, ter dado o pontapé inicial nas doações de campanha de Barack Obama e, mais recentemente, ser o grande financiador de Hillary Clinton – pelo menos 25 milhões de dólares teriam saído dos bolsos de Soros para impulsionar sua candidatura. Michael Vachon, assessor de imprensa de Soros, defendeu o investidor recentemente: “ele está sempre fazendo lobby por um propósito público, nunca por lucro privado”, disse, acrescentando que o bilionário só age a partir de uma visão de longo prazo. 

Nos últimos anos, a ascensão de grupos nacionalistas ao redor do mundo contribuiu para semear ainda mais contrariedade às posturas de Soros no cenário internacional. Na Macedônia, ex-integrante da Iugoslávia, um grupo conhecido como SOS (sigla para “Stop Operation Soros”) acusa ONGs financiadas por Soros de tentar intervir na política do país. Na Hungria, o primeiro-ministro Viktor Orban é um crítico contumaz de seu rico compatriota, e a maioria parlamentar vem tentando impor legislações a fim de encerrar as atividades da Universidade Centro-Europeia, que Soros fundou em Budapeste em 1991. 

A crítica ao “globalismo”, que também é uma das bandeiras do “Brexit” no Reino Unido, esteve ainda entre os principais argumentos dos apoiadores de Donald Trump nas eleições norte-americanas. O triunfo republicano ajudou a mostrar que, embora a influência de Soros seja muito grande nos rumos da política local e mundial, seu poder não é ilimitado – nem está à prova de surpresas. No caso dos EUA, a vitória de Trump não foi apenas um duro golpe nas ideias defendidas pelo magnata: também pesou no seu bolso. Estimativas recentes indicam que George Soros viu sua fortuna encolher cerca de um bilhão de dólares desde novembro de 2016, quando as urnas confirmaram que Hillary não voltaria à Casa Branca."

FONTE: https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/g...higwx7hvf/
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Fire Fox (07-11-2018), rmuller (13-11-2018)
Canudos Ecológicos Tudo Saudável
07-11-2018, 11:28 PM
Resposta: #5
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
(02-11-2018 11:37 PM)??? Escreveu:  "Nacionalismo" vem de "nação", que vem de "povo", "unidade". O nacional socialismo era um partido que defendia o povo da Alemanha, de ser saqueado pelos internacionalistas. Também defendia que o valor econômico deveria ter como base a mão de obra que manufaturava a matéria prima, ao invés do dinheiro (padrão ouro). Pois este último, sem o labor, não vale nada, obviamente. Desta forma, se evita fazer gastos desnecessários e se submeter a empréstimos a juros altos, ou ter uma economia regida por bolsas de valores e bancos internacionais.
Então, as nações, ou povos, que compartilhassem dessas premissas eram aliados bem vistos pelos nazistas. Inclusive, negros, árabes, judeus, japoneses, nórdicos; pessoas de todas as raças imagináveis lutaram contra os Aliados na Segunda Guerra Mundial.
Ali já se vislumbrava o que acontece hoje no mundo. Um sistema diabólico, que escraviza através de moedas cotadas pelo dólar, que tem seus valores pré-estabelecidos muito antes de se manufaturar algum produto. Apenas para satisfazer o desejo de poder de famílias avarentas, vagabundas, malévolas, que controlam os meios de comunicação, a indústria do entretenimento, as instituições em geral.
Agora, estamos prestes a ter um governo mundial. Os nazistas tentaram evitar a todo custo isto. Lutaram pela humanidade. Lutaram pelo direito mor de uma nação ser íntegra, digna, e não ser usurpada.
Sonhos estão indo pelo ralo todos os dias. Uma massa de pessoas desiludidas, tendo suas almas sugadas e vendidas aos vermes que só pensam em poder, bando de sociopatas.
E ainda vem gente dizer que Hitler, que os nazistas eram ruins. Vão ser burros e ignorantes....... Nem tenho palavras.
Apenas direi, mais: que estou vendo tudo o que acontece no mundo, hoje, com um sorriso de canto nos lábios. Pois a verdade vem à tona, cada dia que passa. Condenaram (e ainda condenam) os nazistas. E quem está acabando de exaustão, com o povo? Quem está envenenando a comida? Quem está nos envenenando com medicamentos nocivos a saúde? Quem está acabando com o planeta? Quem se recusa a desenvolver tecnologias auto-sustentáveis apenas para continuar vendendo petróleo? Quem transformou a cultura num instrumento para imbecilizar as pessoas? Quem transformou a política e economia num caos? Quem acabou com a moral da família? Quem está espalhando fome, pobreza e depressão pelo mundo? Quem são os responsáveis????
Ah, deixa eu pensar.... São os nazistas, é claro...

Amigo só quem estudou a fundo hitórias de países como Alemanha e Cuba, entre outros, por exemplo, sabe que estas nações um dia foram o "paraíso" do turismo sexual e exploração de mão de obra barata, além de muita corrupção.

Aí surge um cara afim de expulsar a *** toda e é visto como ditador pela midia internacional.

Mas deixa parar por aqui... que venham as críticas

"Et in aliis quaeris mutatio."

Rox Extreme.
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??? (08-11-2018), tarcardoso (09-11-2018), WithoutDoctrine (09-11-2018)
07-11-2018, 11:59 PM (Resposta editada pela última vez em: 08-11-2018 12:05 AM por Bruna T.)
Resposta: #6
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
George Soros, respondendo as acusações de ser nazista, é sempre interessante ver o que o acusado fala em sua defesa.


George Soros não era nazista, ele era um judeu de 14 anos que se escondia deles

[Imagem: dyh0qbd3n48xl28cj.png]

O bilionário de 87 anos tem sido alvo de difamação há quase 20 anos, propagado por quadros de mensagens e dispersado por Alex Jones, Donald Trump Jr., Roseanne Barr e outros.

Translate by Google

De todas as teorias conspiratórias contornadas pelo bilionário judeu de 87 anos George Soros - que ele é o “mestre fantoche” de todos os liberais, que ele é dono da Black Lives Matter , que ele está secretamente construindo uma nova ordem mundial - o mais comprovadamente insano pode ser a alegação de que ele era nazista .

Ou seja: que o menino de 14 anos que teve que se esconder de seu próprio governo durante a ocupação alemã da Hungria foi um criminoso de guerra que enviou seu próprio pessoal para as câmaras de gás.

Essa variedade específica de paranoia anti-Soros tem sido infectada por anos em fóruns de extrema direita, mas de repente se espalhou no início desta semana, quando apareceu no discurso de Roseanne Barr no Twitter , depois se espalhou para os feeds de Donald Trump Jr e dezenas de milhares além.

[Imagem: dyh9f50vxespbo8g3.png]

Ao contrário de outras partes do discurso de Barr - ou seja, a comparação entre uma mulher negra e um macaco, desde que excluído e pediu desculpas, embora não antes de custar sua sitcom ABC - a atriz não demonstrou pesar por escrever "George Mr Soros é nazista".

O Sr. Trump Jr também defendeu sua decisão de compartilhar a mensagem, negando que houvesse algo anti-semita a respeito. Alex Jones afirma que há até mesmo uma prova do que Barr alegou - que Soros admitiu à colaboração nazista em uma entrevista de 1998 sobre "60 Minutes".

Isto é, na melhor das hipóteses, uma distorção grosseira de uma entrevista na qual o financista refletiu sobre como ele sobreviveu como um adolescente judeu na Hungria ocupada pelos nazistas.

"Eu tinha 14 anos", disse ele a Steve Kroft. "Foi um tremendo mal, uma experiência muito pessoal do mal."

Mas foi uma experiência pela qual ele não sentiu culpa, ele acrescentou, involuntariamente semeando as manchas que o seguiriam pelos próximos 20 anos.

No início da ocupação, Soros trabalhou como mensageiro do conselho judaico local, que os nazistas montaram em muitos países ocupados - usando judeus para identificar e vigiar outros judeus.

"Os membros dos conselhos judaicos enfrentaram dilemas morais impossíveis", escreveu o Museu Memorial do Holocausto dos EUA. "Eles muitas vezes não sabiam que o objetivo dos nazistas era a morte de todos os judeus, ou até acreditavam que o trabalho com o regime poderia beneficiar suas comunidades".

Um dia, o Sr. Soros recebeu ordens para entregar mensagens a vários advogados judeus em Budapeste, segundo a biografia, Sr. Soros: A vida e os tempos de um bilionário messiânico . As cartas instruíram os advogados a se reportarem a uma escola rabínica, mas Soros percebeu que eles seriam presos na chegada. Ele avisou-os sobre o perigo, de acordo com o livro, e largou o emprego no conselho depois de fazer o recado.

Quando a deportação de judeus aumentou, Soros foi forçado a esconder sua identidade judaica. Ele assumiu um nome falso e seu pai pagou a um funcionário do governo cristão que o levasse como seu “afilhado”.

Soros certa vez acompanhou seu protetor cristão em uma viagem para fora da cidade, de acordo com o livro, onde o oficial foi ordenado a inventariar a mansão de um judeu que havia fugido do país.

"George andou pelo terreno e passou um tempo com a equipe do dono da casa", escreveu o biógrafo Michael Kaufman. “Ele não colaborou com ninguém e prestou atenção ao que ele entendia ser sua principal responsabilidade: garantir que ninguém duvidasse que ele era [cristão]. Entre suas preocupações práticas estava certificar-se de que ninguém o visse fazer xixi.

Mas décadas depois, em “60 Minutes”, Kroft interrogou Soros sobre a viagem.

[Imagem: dyh9fq8fwjo1kmfgj.png]

"Você foi e ajudou na confiscação da propriedade dos judeus", disse o anfitrião.

"Sim", respondeu Soros.

"Isso foi difícil?"

"Nem um pouco", disse Soros. "Talvez quando criança você não, você não vê a conexão."

"Nenhum sentimento de culpa?"

"Não. . . . Se eu estava lá ou não, eu era apenas um espectador. A propriedade estava sendo tirada. Então eu não tive nenhum papel em tirar essa propriedade ”.

De fato, Kaufman escreveu na biografia que Soros passaria anos em terapia “lidando com o impacto que sua temporária, necessária e pragmática negação do judaísmo aos 14 anos teve no desenvolvimento de sua personalidade”.

Não que tal nuance tenha sido incluída na série de três partes de Glenn Beck, da Fox News , sobre George Mr Soros em 2010: “The Puppet Master”.

Soros era muito rico e mundialmente famoso antes de a série ir ao ar. Ele às vezes foi retratado como um herói, como por gastar bilhões de dólares em fundações promovendo a democracia na Europa Oriental. E ele às vezes tinha sido retratado como um vilão, como quando ganhou uma fortuna ao especular contra a libra britânica nos anos 90.

Mas Beck transformou o Sr. Soros em um pesadelo - usando bonecos de verdade como adereços, ele disse aos telespectadores da Fox News que Soros estava financiando uma vasta rede de organizações liberais e tentando "formar um governo paralelo, usando a ajuda humanitária como cobertura".

O tratamento de Beck sobre a infância do Sr. Soros foi bizarro. No segundo episódio da série, Soros era chamado de “filho dos judeus ortodoxos”. No terceiro, Beck disse, “sua mãe era muito antissemita” - uma simpatizante dos nazistas que pervertera seu filho.

(De acordo com a biografia do Sr. Soros, o sentimento religioso de sua mãe era complicado. Ela “tratou seu judaísmo de maneira ambígua e às vezes até com desdém” durante a ocupação, mas também arriscou sua própria vida para ajudar um estrangeiro judeu a escapar.)

Na época, a série de Beck era amplamente considerada obscena e delirante, se não completamente anti-semita.

"Considerar um jovem responsável pelo que estava acontecendo ao seu redor durante o Holocausto como parte de um esforço maior para denegrir o homem é repugnante", escreveu o diretor da Liga Anti-Difamação, Abraham Foxman. "George Soros tem sido franco sobre suas experiências de infância e a história de sua família, e aí o assunto deve ficar".

Não descansou. “The Puppet Master” foi ao ar perto do início da era da notícia falsa online, e as fantasias de Beck se tornaram evangelho em alguns cantos da internet. Alguém procurou a antiga entrevista “60 Minutes” do Sr. Soros e os clipes se espalharam pelo YouTube , animando a Ann Coulter em 2015.

Então veio o teórico de conspiração Alex Jones, cuja própria popularidade explodiu depois de um endosso de Donald Trump durante a campanha presidencial de 2016.

"Ele era um colaborador nazista", disse Jones a seus telespectadores algumas semanas após o dia da eleição. “Ele circulou e ajudou a reunir milhares de pessoas, roubou centenas de milhões de dólares, supostamente. . . . Ele saiu em cima disso. O cara é fundamentalmente mau.

[Imagem: dyh9iq4kt1dvkutab.png]

De Alex Jones para James Woods. De James Woods a fóruns clandestinos anônimos, onde alguém colou os nomes de George Mr Soros em uma foto antiga de um oficial nazista da SS e enviou-a para distribuição viral.

Um passado nazista finalmente se tornou apenas mais um aspecto da lenda de George Soros: o judeu bilionário divino que estava inundando a Hungria com refugiados, infiltrando máquinas de votação e financiando os protestos de Ferguson .

"Nossa teoria sobre o sr. Soros e por que ele é um bicho-papão tão grande, é como toda idéia anti-semita do que um judeu faz", disse Brooke Binkowski, editora-chefe da Snopes , que desbancou muitas dessas teorias. “Ele é um cara rico nos bastidores, esfregando as mãos. Ele é rico e faz iniciativas de mídia e brinca na política ”.

Esse imaginário, Soros, também se tornou tio de Chelsea Clinton e estava tentando derrubar o governo dos EUA na terça-feira, quando Roseanne Barr o incluiu em um discurso desconcertante no Twitter que ela mais tarde culparia em Ambien .

Na fúria que recebeu os comentários de Barr sobre Valerie Jarrett durante o mesmo discurso (“a irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tinham um bebê”), seus insultos contra o sr. Soros passaram relativamente despercebidos.

O presidente da ABC Entertainment não os mencionou quando anunciou que a sitcom popular de Barr seria cancelada por causa do tweet racista.

Barr não disse nada sobre o Sr. Soros quando ela pediu desculpas a Jarrett, e deixou seu "Sr. Soros é um nazista" twittar, mesmo depois de eliminar "macacos".

Mas para alguns, pelo menos, era impossível ignorar.

"George Soros tornou-se o inimigo de escolha dos déspotas em casa e em todo o mundo", escreveu seu filho, Alexander Mr Soros, no The New York Daily News . "Isso significa que ele é freqüentemente alvo de mentiras maliciosas e teorias da conspiração selvagens."

“Até agora, tenho me mantido em silêncio sobre esses assuntos, porque não quis adicionar combustível ao fogo, dando-lhes mais atenção”, continuou ele. “Mas acho uma mentira tão odiosa que sinto o dever de abordar isso diretamente.”

E então ele disse: o que seu pai tinha feito e o que ele não tinha feito, como um menino judeu assustado em uma terra governada pelos nazistas.

“As alegações de Roseanne Barr não são apenas um insulto para meu pai”, concluiu o jovem Soros, “mas todos aqueles que suportaram o Holocausto”.

FONTE: https://www.independent.co.uk/voices/george-soros-nazi-jew-conspiracy-theory-roseanne-barr-twitter-rant-a8377301.html
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rmuller (13-11-2018)
08-11-2018, 11:07 AM
Resposta: #7
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
ENÉAS EM 1997: “FHC VENDEU A VALE DO RIO DOCE PARA GEORGE SOROS E A IMPRENSA PODRE NÃO MOSTROU”

Em 1997, quando entrevistado pela televisão nacional (programa do Ratinho) durante sua terceira campanha presidencial, ele citou o apelo do “brilhante economista” LaRouche enquanto segurava um exemplar da revista EIR cuja capa atacava George Soros.

Palavras do dr. Enéas Carneiro:

” A revista americana E.I.R. (Executive Intelligence Review) mostrou claramente o que aconteceu no processo de privatização da Vale do Rio Doce ” disse o Enéas

É claro que ninguém sabe realmente o que aconteceu, porque a imprensa podre esse país não mostrou. Quem comprou a Vale foi o bilionário George Soros, um mega especulador mundial, que é apresentado pela revista EIR como um dos reis mundiais do narcotráfico.

assista o vídeo exatamente aos 8:00 minutos:




Em fevereiro de 2004, Enéas deu uma entrevista ao EIR na qual ele reiterava a urgência de mudar o sistema financeiro global, como propõe LaRouche, e endossava totalmente a idéia de construir um movimento jovem revolucionário.

“Sou um entusiasta disso [a idéia de construir um movimento jovem – ed.], um entusiasta! …Quero acreditar que líderes irão emergir dessa coleção de jovens… Mais para frente, quero participar dum processo similar a isto … ainda não sou capaz de fazer isto; faltam-me os recursos. Mas mais tarde, eu o farei”.

FONTE: https://www.diariodobrasil.org/fhc-vende...o-mostrou/
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Fire Fox (09-11-2018), rmuller (13-11-2018)
Aloe Vera Pelo Menor Preço Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
09-11-2018, 09:19 AM
Resposta: #8
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
(07-11-2018 11:28 PM)Rox Extreme Escreveu:  ...
Amigo só quem estudou a fundo hitórias de países como Alemanha e Cuba, entre outros, por exemplo, sabe que estas nações um dia foram o "paraíso" do turismo sexual e exploração de mão de obra barata, além de muita corrupção.

Aí surge um cara afim de expulsar a *** toda e é visto como ditador pela midia internacional.

Mas deixa parar por aqui... que venham as críticas

Deixa não.....o fórum tem que superara a alienação.

O que fazer???? Deixar sua nação ser um paraíso sexual ou ser acusados pelos interessados no turismo sexual e seus asseclas???

Enquanto isso continuamos domquixoteando chamando Soros de Nazista.

Porque não chamamos Soros do que ele realmente é, um capitalista acumulador de capital em detrimento de tudo e de todos:



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Rox Extreme (13-11-2018), WithoutDoctrine (09-11-2018)
09-11-2018, 10:35 PM
Resposta: #9
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
Soros vs Trump: DEFCON 2

[Imagem: dyjimbd3puqa4vg77.png]

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Por Alan Hope

O obstáculo no caminho da América de se tornar grande novamente

O 45º Presidente dos Estados Unidos da América, eleito pela esmagadora maioria do voto popular do país, bem como pelo seu colégio eleitoral, um homem de negócios bem estabelecido, autor de vários livros e personalidade televisiva da realidade, considerado controverso e obsceno, tanto fascinante por muitos, o Sr. Donald John Trump começou seu mandato no escritório em 20 de janeiro de 2017.

Até o mês de agosto ele havia emitido mais de 42 ordens executivas e 51 memorandos presidenciais, alguns argumentaram ser objetivos, enquanto outros questionáveis, e ainda assim, a América ainda está antecipando o cumprimento das promessas de campanha de Trump. Alguns círculos políticos, desconsiderando as conseqüentes crises internacionais e domésticas, além da constante reorganização de pessoal enfrentada pela administração, já haviam proclamado que Trump era um pato manco, lento por sua incapacidade e incompetência de governar. Não obstante, parece haver uma verdadeira pedra de tropeço que obstrui o esforço de Trump para 'Make America Great Again'.

"Cui bono?"

Tudo começou em 17 de março de 2016, quando vários conservadores notáveis, reunidos por Erick Erickson e Co, se encontraram no Army and Navy Club, em Washington DC, iniciando o Movimento Stop Trump. O consenso sobre a estratégia de prevenção foi alcançado, seguido pelos fundos escuros acumulados de milhões de dólares dos Comitês de Ação Política (PAC) apontados contra a indicação republicana de Trump à Convenção Nacional Republicana em julho.

A bandeira deixada pelo campo de batalha do Movimento foi rapidamente captada pelos partidários de Hillary Clinton, atormentada pela imprevista perda de seu candidato a Donald Trump. Os mesmos partidários foram instrumentais no lançamento da investigação do FBI, com base na “conclusão” das agências de inteligência dos EUA sobre a suposta interferência do governo russo nas eleições de 2016. Jogando a Carta de Delegitimização, gritando os gritos de batalha, como “Resistir!” E “Não meu Presidente”, o Movimento mascarado como uma campanha de “resistência” continuou por comícios, tornando-se violento.

Enquanto isso, a campanha foi alimentada pelos fundos do Super-PAC do Partido Democrático Prioritário USA e contribuições financeiras substanciais de outros simpatizantes, incluindo, entre outros, ninguém menos que George Soros, um dos mais bem-sucedidos especuladores financeiros e pessoas mais ricas do mundo.

O mesmo infame George Soros gastou 27 milhões de dólares para se opor à reeleição de George W. Bush em 2004 e gastou US $ 13 milhões em apoio a Hillary Clinton. O mesmo Soros, que após a vitória de Trump, anunciou sua iniciativa de US $ 10 milhões da Open Society Foundation, visando “o apoio das comunidades potencialmente visadas por 'atos de ódio' relacionados à agenda de Trump”, em apoio à Aliança Democrática. procurando financiar vários grupos para combater as políticas de Trump. O mesmo Soros, que no Fórum Econômico Mundial em Davos, descreveu Trump "como um impostor e um vigarista e um pretenso ditador".

Quem é o Sr. Soros?

György Schwartz, nascido na Hungria e naturalizado americano, atualmente George Soros (87), quando adolescente, apresentou uma testemunha de uma ocupação nazista da Hungria em 1944. Sendo de origem judaica, ele havia conseguido esconder sua verdadeira identidade ambiente onde cerca de 500.000 judeus foram abatidos nos 10 meses de ocupação. No entanto, tem sido amplamente divulgado sobre sua participação em apreensões de ativos de judeus húngaros, é difícil imaginar que um menino de 14 anos colaboraria com os nazistas por sua própria vontade.

Em 1947, Soros imigrou para a Inglaterra. Ele estudou na London School of Economics, obtendo bacharelado (1951) e depois mestrado (1954) em filosofia. Naquela época, montando as pegadas de Karl Popper, Soros desenvolveu sua Teoria da Reflexividade, argumentando que “os valores de mercado são frequentemente impulsionados pelas idéias falíveis dos participantes, não apenas pelos fundamentos econômicos da situação”.

A carreira de pós-graduação em negócios de Soros começou a se moldar em 1969, quando montou o fundo de hedge Double Eagle. No entanto, seu relativo sucesso foi sufocado pelas alegações de práticas de insider trading trazidas pela autoridade reguladora da bolsa de valores francesa - COB investigando as aquisições de ações de Soros em 1989 de quatro empresas francesas, incluindo Société Générale, Suez, Paribas e Compagnie Générale d'Électricité. O Supremo Tribunal francês condenou Soros por acusações de abuso de informação privilegiada e condenou-o a pagar a multa de € 940.000 em 2006. O recurso de Soros foi rejeitado pelo Tribunal Europeu de Direitos Humanos em 2011, devido à sua consciência do risco associado à lei de insider trading. violações.

Não obstante, a verdadeira estrela de Soros brilhou em 16 de setembro de 1992, mais conhecida como Black Wednesday do Reino Unido. Antes desse dia, seu Quantum Fund estava construindo uma posição vendida em libras esterlinas britânicas contra o marco alemão. Como resultado final, Soros foi estimado em US $ 1 bilhão, enquanto a libra esterlina perdeu 15% e 25% em relação à marca e ao dólar americano, respectivamente.
Mais tarde, apelidado de "o homem que quebrou o Banco da Inglaterra", Soros atribuiu seu sucesso à implementação de sua teoria da reflexividade. Em última análise, o Reino Unido foi forçado a retirar-se do Mecanismo Europeu de Taxa de Câmbio (ERM). recuperação econômica e queda significativa da taxa de desemprego, foi visto como um fracasso econômico, desencadeando a derrota do governo conservador de John Major em maio de 1997.

No mesmo ano, Soros tirou outro coelho da cartola, quando apostou contra o baht tailandês e o ringgit da Malásia, causando a crise financeira asiática de 1997. A última façanha de Soros, datada de 2013, causou 17% de desvalorização do iene japonês, enquanto seu fundo de investimento familiar retornou 10%, lucrando mais US $ 1 bilhão.

Filantropia? Ha!

Ao longo dos anos, relatórios crescentes indicaram não apenas as práticas empresariais um tanto questionáveis ​​e antiéticas de Soros, mas também apontaram seu envolvimento indireto na intromissão de instituições políticas dos países da Europa Oriental e dos antigos estados soviéticos. Embora nenhuma evidência real de seus ganhos financeiros pessoais tenha sido apresentada até a data, suas aspirações políticas têm sido constantemente despejadas através de suas “doações relacionadas à benevolência” para as organizações não-governamentais (ONGs).

A fascinação de Soros com as ONGs é melhor explicada por Alexis Tocqueville afirmando que, “organizações que não são comerciais nem governamentais jogam” o papel de “associações voluntárias que identificam e promovem questões de interesse público.” Assim, a combinação de enormes recursos financeiros, resumida com Soros ONGs financiadas, que por sua vez atraem milhares de ativistas através de redes sociais e meios de comunicação, permitem que ele impulsione sua chamada democratização não-violenta para os “estados menos afortunados”.

No centro da chamada “filantropia” de Soros, está a OSF estabelecida em 1984, com orçamento anual atual de quase US $ 1 bilhão. A OSF, inicialmente dedicada à construção de “sociedades vibrantes e tolerantes, cujos governos são responsáveis ​​e abertos à participação de todas as pessoas”, como afirma o site da fundação. No entanto, superando isso com uma organização de mídia internacional que publica e distribui comentários e análises sobre uma variedade de tópicos globais importantes, bem como distribui seus produtos para uma ampla rede de publicações parceiras para impressão como o Project Syndicate (a partir de 2016, tem uma rede de 459 meios de comunicação em 155 países) Soros consegue uma plataforma para lançar sua “paixão de uma mudança social” de longa data.

A fundação, juntamente com suas subsidiárias, tornou-se fundamental nas operações de Soros relacionadas à derrubada dos governos legitimamente eleitos. Para este propósito, ele utiliza roteiro provado no tempo consistindo de Delegitimação do governo, seguido por Criminalização da sociedade e Desvalorização da moeda soberana, o resultado final, indo para o motivo de toda a operação como ganho pessoal.

Isto foi testemunhado ultimamente na ARJ da Macedónia, onde o OFS criou uma “crise” centrada no abuso de poder, envolvendo escutas telefónicas ilegais, forçou a demissão do primeiro-ministro Nikola Gruevski. O sentimento do envolvimento de Soros foi repetido pelo líder húngaro Viktor Orbán, que também culpou Soros por "causar problemas" e influenciar a política húngara com seu dinheiro na visão sobre a execução da Universidade da Europa Central em Budapeste, pedindo a "des-sorosização". purga." As últimas ocorreram na véspera da visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, à Hungria em 18 de julho de 2017.

Deve-se notar que, tecnicamente, um sobrevivente do Holocausto, Soros, era conhecido por sua incompreensível postura anti-semita. Em sua entrevista à revista The New Yorker, ele declarou abertamente que sua “mãe era bastante anti-semita e envergonhada de ser judia”, continuando, “dada a cultura em que vivia, ser judeu era um estigma claro, uma desvantagem. , uma desvantagem - e, portanto, sempre houve o desejo de transcendê-la, para escapar dela. ”A visão de Soros sobre a existência de Israel como um estado também é equivocada, pois ele não“ nega aos judeus seu direito a uma existência nacional. mas… não quero fazer parte disso. ”Na sequência da visita acima mencionada, o MFA de Israel classificou Soros como uma pessoa“ que continuamente mina os governos democraticamente eleitos de Israel ao financiar organizações que difamam o Estado judeu e procuram negar o direito de se defender. ”

Então, o que Soros esteve envolvido ultimamente?

Parece que fracassando em suas guerras contra os Estados mafiosos de sua antiga pátria, a Europa, George Soros voltou seus olhos para sua nova pátria - os Estados Unidos. Já foi provado que as ONGs financiadas por Soros eram participantes ativos das iniciativas anti-Trump. Suas infusões financeiras nos elementos radicais e extremistas que operam em solo americano estão atualmente sendo investigadas pelas agências de aplicação da lei. Além disso, Soros, famoso por seu liberalismo, mostrou que não tem problemas morais para financiar o campo adversário, doando US $ 100 mil para a fundação do legado de John McCain.

Ultimamente, Soros, que já havia deixado a gerência da Soros Fund Management, LLC para seu filho, está de volta ao comando da empresa de investimentos, reestruturado do Hedge Fund para um family office. Ao retornar, o bilionário igualou seus investimentos em linha com seus prognósticos do mercado futuro, devido às incertezas sobre Trump, adquirindo uma série de posições, que provavelmente lucrarão se os mercados financeiros tropeçarem. Basicamente, Soros, que de acordo com o Wall Street Journal havia sofrido uma perda de US $ 1 bilhão, como resultado da vitória de Trump, está realmente jogando para encurtar os Estados Unidos.

Assim, é justo argumentar que Soros, dentro de seu roteiro há muito planejado e testado, está jogando cartas de Delegitimização e Criminalização, visando o resultado da desvalorização, basicamente declarando uma guerra total contra Trump. Poder-se-ia descrever essa tendência no comportamento de uma pessoa como psicopata fronteiriço e esperaria que essa busca vingativa de uma dignidade diminuída não resultasse em outro cenário de JFK ou no que resultasse em Guerra Civil.

FONTE: https://www.azernews.az/region/118885.html
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rmuller (13-11-2018)
10-11-2018, 01:14 AM
Resposta: #10
RE: George Soros, um nazista a serviço da morte
O trabalho que todo mundo é chamado para realizar não pode ser julgado pelo seu valor objetivo. Todo mundo tem apenas um dever: trabalhar. Quem fizer essa tarefa se torna indispensável para a comunidade seja algo que apenas ele possa realizar ou algo que esteja dentro das capacidades de todos. Se for de outra maneira, o homem que alcançar algo importante, cujo efeito possa ser sentido por décadas, ou até mesmo séculos, teria o direito de ser esnobe e desprezar o homem que varre as ruas.

- Adolf Hitler

Para entender a economia Nacional Socialista, é necessário primeiro reconhecer que o comunismo tem o mesmo objetivo do capitalismo, e é por isso que esse objetivo é moralmente inaceitável.

Acreditar na primazia do consumidor, as economias são baseadas ao redor do problema econômico da maximização das necessidades humanas através da exploração dos recursos escassos. A única discordância entre essas e vários outras teorias econômicas não Arianas é sobre como melhor alcançar esses objetivos, em sua maior parte são baseados na discussão sobre o feedback entre o foco no topo ou na base da pirâmide econômica. A economia Nacional Socialista difere fundamentalmente de todas essas teorias através da negação do consumo e da produção como valores em si mesmos.

Ao invés disso, nós vemos a atividade econômica apenas como algo remedial. A produção é justificada pelo fato de prover auxílios não desejados mas necessários para problemas que se não forem tratados, vão nos prevenir de alcançar nosso propósito. Por exemplo, nós não queremos sentir fome, ainda assim, a fome é uma infeliz realidade biológica, portanto nós literalmente temos o trabalho de produzir alimentos para sanar o problema da fome (que nós preferiríamos que não existisse, em primeiro lugar). Mas no momento em que nós esquecemos de que a comida é um remédio para a fome e começamos a pensar na fome como um mecanismo que nos permite apreciar a comida, nós caímos de volta no estado mental do consumismo.

É a principal tarefa da nossa economia nacional direcionar o poder de consumo do nosso povo através de meios que possam ser satisfeitos com os recursos da nossa própria produção nacional. - Adolf Hitler

Economia Direcionada

A economia Nacional Socialista não é centralmente planejada, mas centralmente direcionada.
Planejamento central envolve tomar a demanda como ela é e então usar o estado para regular a oferta. Direcionamento central envolve determinar a oferta adequada e então usar o estado para limitar a demanda. Desta forma a economia Nacional Socialista não deve ser confundida com uma economia mista, que é fundamentalmente capitalista com intervenção estatal para servir os valores capitalistas. O próprio Hitler não tinha papel no microgerenciamento da economia da
Alemanha Nacional Socialista. mas era responsável por prevenir a economia daqueles que queriam manipulá-la através de investimentos.

Um governo Nacional Socialista garante zero desemprego ao tornar dever do estado designar um trabalho remunerado para todos. Empresas privadas, cujas tarefas sejam ofertar produtos e serviços, não poderão ser obrigadas a contratar mais pessoas do que o necessário para fornecer seus produtos/serviços na quantidade desejada. A responsabilidade do emprego recai portanto sobre o estado, que deve criar projetos de trabalho públicos (preferencialmente visando a infraestrutura, serviço comunitário ou qualquer outra área que beneficie o país como um todo) - capaz de absorver todos os trabalhadores que o setor privado não pôde absorver. É importante observar que tal tarefa nunca deverá ser obrigatória, mas apenas uma oferta que sempre estará disponível. Isso não quer dizer que as empresas privadas que visem o bem da comunidade não possam ajudar a absorver os desempregados - eles poderiam facilmente (e seriam incentivados por um governo Nacional Socialista) dividir cada trabalho de período integral em dois ou mais trabalhos de períodos parciais, até que todos trabalhadores estejam empregados. É absurdamente simples quando se para pra pensar.

Hitler avisou que: “A base da política comercial Judaica era tornar o assunto incompreensível para uma pessoa comum”. Certamente, o sucesso Judaico através da historia tem sido consistentemente correlacionado com a complexidade econômica da sociedade envolvida. Em oposição à isso, a economia Nacional Socialista conscientemente almeja ser o mais simples possível, tanto na produção quanto no comércio, e é responsabilidade do estado não apenas prevenir que a economia se torne complexa mas também sempre buscar maneiras de torná-la cada vez mais simples.

A importância dessa política estatal é demonstrada pela nossa insistência em perceber a economia e a demografia como dois elementos da mesma situação. O papel econômico do estado não é meramente direcionar os instintos e necessidades não Arianos da população na direção desejada, mas melhorar a qualidade Ariana da população através da fomentação das políticas econômicas demográficas. Por isso, a economia Nacional Socialista é melhor explicada como um meio para um fim.

Se dentro da atividade social estão compreendidas as iniciativas privadas, então socialismo significa a garantia de que a essência individual será carregada através do coletivo, ou por comunidades inteiras, através da utilização do trabalho
destes. - Alfred Rosenberg

A ideia de que a economia deve crescer constantemente para ser saudável é insana. Crescimento econômico implica em mais consumo, que por sua vez resulta ou em crescente indulgência ou em aumento populacional (ou ambos), e nenhum dos dois é positivo. Uma economia nacional saudável da perspectiva Nacional Socialista é simplesmente uma economia onde ninguém está faminto ou desabrigado, e onde ninguém está em dívida com ninguém.

Assim sendo, uma economia Nacional Socialista não é dependente de uma população em constante crescimento para se manter funcionando, e na verdade é uma das poucas formas econômicas equipadas para trabalhar com uma população
que reduz ao longo do tempo, desde que tal redução ocorra de maneira controlada sob supervisão estatal. Economias com excesso de trabalhadores resulta em competição por empregos, que por sua vez resultam em salários mais baixos e
piores condições de trabalho, já quando há escassez de trabalhadores o resultado são maiores salários e melhores condições de trabalho, e portanto esse é o nosso objetivo: promover ativamente a escassez de trabalhadores.
Especificamente, a economia Nacional Socialista focaria em reduzir os novos nascimentos em contraste com ritmo no qual os recursos naturais estão acabando, mantendo desta forma a qualidade de vida e garantindo que sempre haja o
suficiente para cada um.

Essa é a melhor resposta para evitar crises como a crise do petróleo. A destruição econômica que nós vivemos hoje não é devido à redução na atividade econômica, mas devido à absoluta falta de um plano estatal direcionado, para que
fosse possível sincronizar a sociedade com uma redução na complexidade econômica, como por exemplo o fechamento compulsório de indústrias desnecessárias. Se nós temos um carro carregado e com pouco combustível, nós
continuamos assim ou aliviamos a carga?





Em uma economia Nacional Socialista; fenômenos como deflação e recessão seriam celebrados como eventos positivos, porque queda nos preços implica em produtos sendo produzidos com menos custo que antes, e redução na atividade econômica implica em produtos sendo produzidos com maior eficiência do que antes, ou que a demanda por certos produtos diminuiu. Isso então permitiria maior tempo de lazer ou
queda na população; tudo sem diminuir a qualidade de vida.

Cooperação entre Classes

Todo trabalho que é necessário enobrece aquele que o realiza. - Adolf Hitler

A economia deve ser vista unicamente como um meio para conquistar um objetivo. Nosso lema é baseado no espírito de cooperação na busca de um objetivo final, como um pré requisito ao qual a nação deve ter unidade total. De acordo com tal visão de mundo, as classes se tornam meramente uma diferenciação de ocupação, sem status social ou prestígio egoísta. O volante de um carro não é mais ou menos importante
que as rodas; nem o motor é mais ou menos prestigiado que o tanque de gasolina; o que importa é a habilidade do carro em completar sua jornada, que depende da cooperação de todas partes mecânicas essenciais para essa função. Portanto, a própria noção de “conflito de classes” se torna tão absurda quanto a noção de diferentes partes de um carro bridando entre si - tudo que se conquistaria seria a destruição total do veículo e a impossibilidade de alcançar nosso objetivo.

Um fim para o prestígio de certas classes é refletido na prática através da minimização do abismo entre margens de lucro das várias ocupações, para que o lucro se tome objeto apenas da qualidade do serviço e não do seu gênero. Por exemplo, um excelente médico merece ganhar mais que um nicotone medíocre, mas não há razão para um excelente médico ganhar mais do que um excelente encanador.

O estado deverá ter uma atitude diferente em relação ao conceito de trabalho. Ele terá que; se necessário, através de séculos de educação, romper com o desprezo da atividade física. Em principio será necessário avaliar o homem não de acordo com o tipo de trabalho que ele faz, mas de acordo com a forma e qualidade que ele os realiza. Isso pode parecer monstruoso em uma era onde o mais idiota colunista, só porque ele trabalha com a caneta. parece ser superior ao mais
preciso mecânico. Essa falsa reverência não se encontra na natureza das coisas, mas é cultivada artificialmente. - Adolf Hitler

Apenas as partes supérfluas para o propósito precisam ser eliminadas, e é responsabilidade do estado supervisionar isso. Nós podemos facilmente identificar trabalhos que almejam satisfazer demandas e trabalhos que visam estimular demandas; esse último não tem lugar na economia Nacional Socialista.

Portanto o sucesso de uma economia Nacional Socialista é medido não pela quantidade ou variedade das suas atividades, mas pela eficiência laboral e pela sua independência das forças econômicas externas. Se a medida do sucesso de uma economia consumista é como medir o quão rápido um carro pode ir ou quantos botões e funções diferentes ele possui, a medida do sucesso econômico do Nacional Socialismo seria como medir o quão bem o carro se move em direção à linha dr chegada. O carro mais rápido e repleto de funções não presta se o motorista estiver perdido ou possa ser intimidado para seguir na direção errada.


Dinheiro

Do dilúvio nasceu um mundo novo, mas enquanto isso os Fariseus continuam chorando pelos seus míseros centavos! A liberação da humanidade da maldição do ouro recai sobre nós! - Dietrich Eckart

O dinheiro tem sido descrito como um meio para realizar trocas, uma medida de valor e um método de pagamento. No entanto, uma economia Nacional Socialista define o dinheiro apenas como uma medida da produtividade. Nas palavras de Hitler, “se um fazendeiro me perguntar qual é o valor dos bens que produz, eu devo responder, o valor do trabalho que eles permitem um trabalhador urbano realizar.”

Tal definição de dinheiro, necessariamente rejeita o lastro ao ouro, prata ou qualquer outro material ou moeda. Esses lastros por definição submetem a dependência do dinheiro à quantidade de material existente, e o
prende às variações de outras moedas lastreadas por esses materiais
Por exemplo, uma moeda lastreada pelo ouro tem seu valor alterado como resultado de uma descoberta de uma nova mina em um outro país. Isso é inaceitável para um estado Nacional Socialista que consiste em total independência monetária e em comércio exterior apenas por permuta. Entre 1933 e 1936, as reservas de ouro da Alemanha Nacional Socialista diminuiu de 937 milhões para 72 milhões de Reichsmarks, a diferença foi utilizada para comprar matéria prima de real valor econômico de uma perspectiva laboral; no mesmo período o desemprego foi erradicado

Dinheiro lastreado pelo trabalho apenas, elimina qualquer excesso ou escassez de quantidade de dinheiro em circulação, assim como a quantidade de dinheiro nunca teria qualquer razão para variar além da quantidade
proporcional da produção nacional. O que acontece em outros países se torna irrelevante para um estado Nacional Socialista. Dessa forma um estado Nacional Socialista também não pode ser culpado de manipular outros países através da
economia, pois todas maneiras possíveis foram então eliminadas. Assim como o fazendeiro Ariano do Neolítico que da subsistência planta todo seu alimento e para quem moedas de ouro são ideias sem valor, a economia Nacional Socialista que se limita ao que Hitler chamou de “subsistência nacional”, pode se sentir confiante sobre seu futuro econômico e pode ganhar o a confiança de outros de uma maneira que estados lastreados pelo ouro jamais poderão.

O que cada um de nós recebe deve primeiro ser produzido por outro; ninguém pode receber mais do que os outros produziram. Então o problema do dinheiro não é artificial; mas meramente uma questão de produção, uma questão de organização do trabalho e de distribuição dos resultados do trabalho. - Adolf Hitler

Além disso, a economia Nacional Socialista deve prevenir ganhos monetários através de empréstimos ou especulação financeira de qualquer tipo, que por fim sempre pode ser reduzida à ideia Judaica de lucro por possessão, o princípio por trás da usura cuja conclusão matemática sempre é a concentração do dinheiro da economia sob domínio dos usurários. (A razão pela qual os Judeus e suas criações recebem tanto crédito se torna aparente se você olhar para países como a Suíça. Naquele país, Tom tem ações de leite, Dick segue os preços dos grãos e Harry exporta relógios. “- Adolf Hitler) A vantagem de uma moeda lastreada pelo trabalho neste caso previne os usurários de disfarçar seus ganhos através da inflação ou outras distorções temporais. Em um estado Nacional Socialista, a identificação dos usurários será uma questão trivial de observar os não trabalhadores que são capazes de permanecer solventes.

Como pode o dinheiro se multiplicar? - Alfred Rosenberg

A causa essencial da instabilidade da nossa moeda pode ser encontrada nos nossos campos de concentração. A moeda permanece estável quando os especuladores são mantidos trancados. - Adolf Hitler

O principio de que o trabalho deve ser apenas empregado onde necessário completa o nosso entendimento sobre o papel do dinheiro. Isso rejeita por absoluto qualquer uso do trabalho na produção de commodities desnecessários ou qualquer commodities em quantidades excessivas. A principal preocupação das pessoas deve ser alcançar o enobrecimento de si mesmos e dos outros, não produzir commodities das quais apenas se deriva o prazer. A economia Nacional Socialista não apenas se opõe ao excesso e prega moderação, mas se opõe ao ponto central do consumismo; e portanto despreza a futilidade em todos aspectos da vida como um ideal Ariano.

Não nasci para competir com os outros.
Nasci para supera a min mesmo.
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