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Governo vai alterar a lei da videovigilância.
O secretário de Estado da Administração Interna disse esta quinta-feira que o Governo vai alterar a lei da videovigilância, para que este instrumento seja utilizado em mais cidades, no combate ao crime e na protecção das florestas.
"É vontade do Governo em alterar a lei da videovigilância, transformando-a numa lei de vídeo proteção", disse o secretário de Estado, que esta quinta-feira participou no I Congresso Franco-Lusófono sobre Observação da Criminalidade.
Em declarações aos jornalistas, o governante referiu que atualmente o aumento da criminalidade está associado a um aumento do uso da tecnologia por parte das organizações criminosas, fazendo, por isso, sentido que se possa recorrer à videovigilância para tornar determinadas zonas "mais seguras".
"Aquilo que o Governo pretende é alargar do ponto de vista legislativo a possibilidade do recurso a esse instrumento em diversas situações", disse, adiantando que se pretende igualmente agilizar o processo.
Filipe Lobo D"Ávila (advogado português) garantiu que a videovigilância passará a ser mais utilizada no país e vão estar asseguradas todas as questões de protecção da imagem e pessoas, assim como "um reforço do controlo de todos os procedimentos".
Além das questões relacionadas com a segurança interna, um dos novos critérios será o recurso à videovigilância no âmbito da protecção florestal e detecção de incêndios florestais, sublinhou.
O secretário de Estado referiu ainda que a vigilância das florestas não vai substituir o actual sistema nacional de postos de vigia da responsabilidade da GNR.
O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a
izziboy pelo seu post:1 usuário disse Agradece a izziboy pelo seu post Alexg (03-11-2011)
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RE: Governo vai alterar a lei da videovigilância.
Não acho nada má ideia beto, mas seria dificil de controlar e tambem digamos que o governo iria "tirar" autoridade aos pais, no fim de contas, os pais é que são mandam nos filhos.
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União Europeia planeia gigantesco sistema de vigilância
Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
21 de Setembro de 2009
A União Europeia está a desenvolver um Pan-óptico do séc. XXI, um massivo sistema de vigilância descrito pelos críticos como «orwelliano», «arrepiante» e «extremamente sinistro» que irá comparar dados de várias fontes, incluindo câmaras de vigilância (CCTV) e computadores pessoais, de forma a detectar «comportamentos suspeitos» em todo o continente.
Num plano mais vasto, esta é mais uma etapa na criação de uma polícia federal pan-europeia, onde a informação e os poderes são partilhados num sistema centralizado. É também um grande passo rumo ao estabelecimento de uma CIA (Agência Central de Inteligência norte-americana) europeia destinada não a controlar os inimigos estrangeiros, mas sim a espiar a sua própria população.
O sistema de vigilância, conhecido como Projecto Indect, promete recolher informação através duma «monitorização contínua» de «sites da internet, fóruns de discussão, grupos da usenet, servidores de ficheiros, redes p2p [onde se incluem os programas de partilha de ficheiros] e computadores pessoais». Também irá usar imagens CCTV e outros métodos de vigilância para desenvolver padrões de «comportamentos suspeitos» pela análise do tom das vozes das pessoas (sugerindo que as conversas pessoais serão gravadas) tal como «a postura e os movimentos das pessoas».
O seu principal objectivo será a «detecção automática de ameaças, comportamento anormal ou violência».
Isto é um super Echelon, uma nova versão de um programa da norte-americana National Security Agency (NSA – Agência de Segurança Nacional), que espia os seus próprios cidadão há já várias décadas – expandido e actualizado com a tecnologia do séc. XXI. Em 1999, o governo australiano admitiu fazer parte da rede global de intercepção e vigilância da NSA – em aliança com os Estados Unidos da América e o Reino Unido – que escuta «todas as chamadas telefónicas internacionais, faxes, e-mails e transmissões de rádio» no planeta. O Projecto Indect é meramente uma nova incarnação do mesmo sistema de vigilância.
Stephen Booth, analista da Open Europe, descreve o projecto como «orwelliano» e uma «enorme invasão de privacidade», sublinhando que os impostos dos cidadãos europeus estão ser usados para financiar um programa que os trata a todos como culpados até prova em contrário.
«Já é bastante perigoso a nível nacional, mas à escala da Europa esta ideia torna-se terrivelmente sinistra», acrescentou Shami Chakrabarti, o director do grupo de direitos humanos Liberty.
O Projecto Indect é um enorme passo rumo à construção de um colossal recinto vigiado na qual toda a população do planeta está encarcerada.
Os métodos utilizados para tal são um regresso tecnologicamente avançado ao conceito de Pan-óptico, criado pelo teorista social Jeremy Bentham em 1785: um edifício prisional concebido «de forma a permitir ao observador avistar (óptico) todos (pan) os prisioneiros sem estes perceberem se estão ou não a ser vigiados», formando deste modo o que um arquitecto afirmou ser «um sentimento de omnisciência invisível».
Bentham descreveu o Pan-óptico como «uma nova forma de poder e controlo, de uma forma até agora sem precedentes».
A noção do indivíduo não saber quando está a ser observado pelas autoridades é vital na concretização do derradeiro objectivo: manter a população num estado constante de subjugação, constrangimento e medo, levando-a a auto-regulamentar o seu próprio comportamento.
De acordo com Peter Scharff, investigador do Instituto Dinamarquês para os Direitos Humanos, o Pan-óptico foi desenvolvido para promover «a auto-regulamentação que seria provocada pela vigilância constante». O conceito foi incorporado em prisões, construídas com vários módulos (um design ainda hoje usado), aumentando o número de prisioneiros que podem ser controlados por apenas uma pessoa. O facto das autoridades aplicarem métodos de controle concebidos para comunidades prisionais na nossa sociedade mostra as suas verdadeiras intenções, e relembra-nos mais uma vez que a liberdade tão apregoada pelos políticos não passa de um mito.
Isto não tem nada a ver com apanhar criminosos. No Reino Unido, o país com mais câmaras de vigilância por habitante do mundo, as estatísticas mostram que essas câmaras não tiveram qualquer tipo de impacto no combate à criminalidade. Trata-se de mostrar aos escravos quem manda: é um jogo psicológico para reforçar a relação de poder e superioridade dos actuais estados democráticos aos cidadãos.
O objectivo final é convencer o indivíduo que exprimir a sua opinião em público, fazer qualquer tipo de protesto ou questionar a estrutura de poder que o rodeia pode ser um acto «suspeito», nocivo para a sociedade; e que todo aquele se atrever a pensar de forma diferente, ou que ponha o pé de fora desta cela prisional invisível mas opressiva, irá sofrer consequências negativas. Fonte: ESCUDO.tv
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RE: Governo vai alterar a lei da videovigilância.
(03-11-2011 05:49 PM)beto Escreveu: Porque tudo nesse Brasil precisa de Lei? Só aqui que é assim.
Vamos criar uma lei para que as crianças não assistam TV depois das 22h.
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RE: Governo vai alterar a lei da videovigilância.
Existem coisas que não percebo, mas já tinha reparado câmaras por todo lado, e fiz uma introspecção e fiz uma espécie de puzzle, raciocinem comigo e por favor se estiver errado digam-me.
Já existe o facebook com mais de 750 milhões de usuários cada um com as suas respectivas religiões e outras informações, a Google tem o google maps onde se pode ver quase tudo( segundo o que li algures o processo de captação de imagens houve captura de informações por exemplo passwords),etc.
Eu acho que o Big Brother já nos está a observar.
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RE: Governo vai alterar a lei da videovigilância.
Se todos essas tecnologias estivessem a disposição do bem, nada teríamos com oque se preocupar.
Observe que já está disponível no mercado um sistema via Sat. Que permite os país localizem seus filhos,em qual setor da cidade em que estão,em que velocidade o veículo que o pai emprestou ou presenteou está, dando até a possibilidade dos país reprogramarem o comando de aceleração em que os filhos podem andar, colocando uma velocidade máxima permitida por eles mesmos. E reprogramando as rotas de como os filhos devem seguir ao destino casa.
E que nao sendo cumprido, o sistema logo avisa o controlador.
Olhemos com bons olhos...
Nao há lado bom...
Ninguém gosta de ter suas vidas controladas...
O cerco está se fechando.
Quanto mais pessoas estiverem conscientes disto, mais difícil será para eles implantarem controles remotos na gente.
Pra isso acontecer nos teremos que aceitar.
E para nao acontecer teremos que nos renegar
Eu nao aceito. Direi nao até o fim.
Eu controlo meu filho mostrando para ele ,oque nos trás benefícios verdadeiros. e oque nos traz malefícios verdadeiros.
A princípio um bom caráter está na criação, mas se pessoa escolher trilhar o mal caminho uma punição já seria o suficiente.
Como a sociedade familiar está em constante desagregação na maior parte, então eles querem ser nossos moderadores.
E blá,blá.blá.