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Hora de rever as privatizações
19 de dezembro de 2011 às 0:22
Santayana: Hora de rever as privatizações
DEBATE ABERTO
Hora de rever as privatizações
Se outros efeitos não causar à vida nacional o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., suas acusações reclamam o reexame profundo do processo de privatizações e suas razões. A presidente da República poderia fazer seu o lema de Tancredo: um governante só consegue fazer o que fizer junto com o seu povo.
Se outros efeitos não causar à vida nacional o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., suas acusações reclamam o reexame profundo do processo de privatizações e suas razões. Ao decidir por aquele caminho, o governo Collor estava sendo coerente com sua essencial natureza, que era a de restabelecer o poder econômico e político das oligarquias nordestinas e, com elas, dominar o país. A estratégia era a de buscar aliança internacional, aceitando os novos postulados de um projetado governo mundial, estabelecido pela Comissão Trilateral e pelo Clube de Bielderbeg. Foi assim que Collor formou a sua equipe econômica, e escolheu o Sr. Eduardo Modiano para presidir ao BNDES – e, ali, cuidar das privatizações.
Primeiro, houve a necessidade de se estabelecer o Plano Nacional de Desestatização. Tendo em vista a reação da sociedade e as denúncias de corrupção contra o grupo do presidente, não foi possível fazê-lo da noite para o dia, e o tempo passou. O impeachment de Collor e a ascensão de Itamar representaram certo freio no processo, não obstante a pressão dos interessados.
Com a chegada de Fernando Henrique ao Ministério da Fazenda, as pressões se acentuaram, mas Itamar foi cozinhando as coisas em banho-maria. Fernando Henrique se entregou à causa do neoliberalismo e da globalização com entusiasmo. Ele repudiou a sua fé antiga no Estado, e saudou o domínio dos centros financeiros mundiais – com suas conseqüências, como as da exclusão do mundo econômico dos chamados “incapazes” – como um Novo Renascimento.
Ora, o Brasil era dos poucos países do mundo que podiam dizer não ao Consenso de Washington. Com todas as suas dificuldades, entre elas a de rolar a dívida externa, poderíamos, se fosse o caso, fechar as fronteiras e partir para uma economia autônoma, com a ampliação do mercado interno. Se assim agíssemos, é seguro que serviríamos de exemplo de resistência para numerosos países do Terceiro Mundo, entre eles os nossos vizinhos do continente.
Alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos- entre eles Federico Mayor Zaragoza, em artigo publicado em El País há dias, e Joseph Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia – constataram que o desmantelamento do Estado, a partir dos governos de Margareth Thatcher, na Grã Bretanha, e de Ronald Reagan, nos Estados Unidos, foi a maior estupidez política e econômica do fim do século 20.
Além de concentrar o poder financeiro em duas ou três grandes instituições, entre elas, o Goldman Sachs, que é hoje o senhor da Europa, provocou o desemprego em massa; a erosão do sistema educacional, com o surgimento de escolas privadas que só servem para vender diplomas; a contaminação dos sistemas judiciários mundiais, a partir da Suprema Corte dos Estados Unidos – que, entre outras decisões, convalidou a fraude eleitoral da Flórida, dando a vitória a Bush, nas eleições de 2000 -; a acelerada degradação do meio-ambiente e, agora, desmonta a Comunidade Européia.
No Brasil, como podemos nos lembrar, não só os pobres sofreram com a miséria e o desemprego: a classe média se empobreceu a ponto de engenheiros serem compelidos a vender sanduíches e limonadas nas praias.
É o momento para que a sociedade brasileira se articule e exija do governo a reversão do processo de privatizações. As corporações multinacionais já dominam grande parte da economia brasileira e é necessário que retomemos as atividades estratégicas, a fim de preservar a soberania nacional.
É também urgente sustar a incontrolada remessa de lucros, obrigando as multinacionais a investi-los aqui e taxar a parte enviada às matrizes; aprovar legislação que obrigue as empresas a limpa e transparente escrituração contábil; regulamentar estritamente a atividade bancária e proibir as operações com paraísos fiscais.
É imprescindível retomar o conceito de empresa nacional da Constituição de 1988 – sem o que o BNDES continuará a financiar as multinacionais com condições favorecidas.
A CPI que provavelmente será constituída, a pedido dos deputados Protógenes Queiroz e Brizola Neto, naturalmente não se perderá nos detalhes menores – e irá a fundo na análise das privatizações, a partir de 1990, para que se esclareça a constrangedora vassalagem de alguns brasileiros, diante das ordens emanadas de Washington.
Mas para tanto é imprescindível a participação dos intelectuais, dos sindicatos de trabalhadores e de todas as entidades estudantis, da UNE, aos diretórios colegiais. Sem a mobilização da sociedade, por mais se esforcem os defensores do interesse nacional, continuaremos submetidos aos contratos do passado. A presidente da República poderia fazer seu o lema de Tancredo: um governante só consegue fazer o que fizer junto com o seu povo.
Mauro Santayana é colunista político do Jornal do Brasil, diário de que foi correspondente na Europa (1968 a 1973). Foi redator-secretário da Ultima Hora (1959), e trabalhou nos principais jornais brasileiros, entre eles, a Folha de S. Paulo (1976-82), de que foi colunista político e correspondente na Península Ibérica e na África do Norte.
O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a
GU4RD1ÃO pelo seu post:2 usuários diz(em) Agradece a GU4RD1ÃO pelo seu post ERNESTO (19-12-2011), henriquelhrf (19-12-2011)
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RE: Hora de rever as privatizações
Há de se colocar na cadeia todos os vigaristas que entregaram nosso patrimonio aos globalistas.
Cadeia para Dantas, Serra, FHC et catrefa já!!!!
O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a
ERNESTO pelo seu post:1 usuário disse Agradece a ERNESTO pelo seu post elaine cristina da silva (22-12-2011)
20-12-2011, 02:35 AM (Resposta editada pela última vez em: 20-12-2011 02:49 AM por elaine cristina da silva.)
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RE: Hora de rever as privatizações
Caro Ernesto
Vc só se esquece da grande corja que esta no governo atualmente, pois, um partido que se intitula PARTIDO DO TRABALHADOR começar uma nova onda de PRIVATARIA, não é só vergonhoso é chamar a cada cidadão de idiota, o governo esta dizendo que não temos poder de mobilização e que ele faz o que bem entender da vida de cada um de nos e permanecemos dizendo " AMÉM" !!
Se outro partido qualquer estivesse no poder agora toda a CUT e Movimentos Sociais estaria na rua neste momento, só que agora eles são posição neste momento eles são os caras que estão fazendo os acordos bilionários, então o povo que vá pra " ... "
Espero que o povo Brasileiro esteja bem atento pois, para mim PT nunca mais.
No site da Infraero vc consegue todos os dados de maneira bem detalhada e como verá a INFRAERO não necessita de recursos do Governo e por tratar se de uma empresa publica, ainda sustenta varios projetos sociais.
Vc acha que a concessionaria vai fazer isto ? ? kkkkkk
Verifique o numero de funcionarios !
Verifique que a Infraero declara que alguns aeroportos nem existem como cargueiro ou de passageiro, observe como a Infraero os classifica " Vinculada à Secretaria de Aviação Civil, a Infraero administra desde grandes aeroportos brasileiros até alguns tão pequenos que ainda não recebem voos comerciais regulares e são aeroportos que têm como função representar a soberania nacional em áreas longínquas."
Vc Acha que a empresa concessionaria vai fazer isto ? kkkk
De quem e de onde sairam os recursos para cuidar das unidades que dão prejuizos ?
Será que o governo irá nós perguntar nas urnas se queremos que se retire recursos da saúde, educação ou policia, os governantes ainda tem outro recurso pode criar mais uns dois impostos !
È cidadão Brasileiro o negocio é sério
Leiam o texto abaixo esclare muito o que é a INFRAERO.
A Empresa A Infraero e o desafio do novo Brasil
Com 38 anos de tradição e credibilidade no mercado, a Infraero é uma empresa pública nacional habituada à diversidade brasileira. Sediada em Brasília, está presente em todos os Estados brasileiros, reunindo uma força de trabalho de aproximadamente 36.800 profissionais, entre empregados concursados (13.500) e terceirizados (23.300).
Vinculada à Secretaria de Aviação Civil, a Infraero administra desde grandes aeroportos brasileiros até alguns tão pequenos que ainda não recebem voos comerciais regulares e são aeroportos que têm como função representar a soberania nacional em áreas longínquas. Ao todo são 66 aeroportos, 69 Grupamentos de Navegação Aérea e 51 Unidades Técnicas de Aeronavegação, além de 34 terminais de logística de carga.
Estes aeroportos concentram aproximadamente 97% do movimento do transporte aéreo regular do Brasil. Em números, isso equivale a 2,6 milhões de pousos e decolagens de aeronaves nacionais e estrangeiras, transportando cerca de 155,3 milhões de passageiros, por ano.
A Infraero também atua em aeroportos equipados para funcionar como plataforma de helicópteros e outros cuja vocação está na logística de carga aérea.
A infraestrutura aeroportuária brasileira, que pode ser equiparada aos padrões internacionais, está sendo modernizada para atender à demanda dos próximos anos. Para isso, a empresa pratica um plano de obras arrojado, executado com receita própria, em praticamente todos os aeroportos por ela administrados e que gera mais de 50 mil empregos em todo o Brasil.
O foco da Infraero, em todas as suas ações, está na segurança e no conforto dos usuários do transporte aéreo, além de sua responsabilidade social e Ambiental.
A sociedade tem como dever mover MUITAS ações juridicas para que se pare este processo que colocará em risco a Soberania Nacional e Ações Sociais que auxiliam pessoas que os governantes simplesmente ignoram busque seu direito.
Nós como Comitê Contra Privatização da Infraero CCPI formado por empregados "chão de fabrica" estamos buscando o juridico para que nos auxilie nesta luta, mas é muito pouco, necessitamos de toda ajuda e de cada pessoa, cada cidadão, que queira uma vida digna para si e sua familia.
Tente assistir o video é uma entrevista na web tv petroleira vale a pena !!
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RE: Hora de rever as privatizações
Infelizmente o Brasil é uma país sem patriotismo, nem soberania... é o país de um povo que só sabe reclamar e fazer churrasco e festinha no fim de semana, um povo que aceita tudo (principalmente se vier de fora) e nunca ta satisfeito com nada. Vive sendo manipulado pela midia elitista, acha um luxo o país exportar novela e ainda consegue chorar com os heróis do BBB.
Um fraco que já está de quatro pra NOM!
Venderam nossas riquezas e o povo não fez nada!
Adoram falar de corrupção e botar sempre a culpa no governo...
É claro... é mais fácil culpar os outros do que assumir a m...
A corrupção é escancarada porque o povo é conivente, porque a corrupção vem das bases.
Pagar propina numa blitz é ser corrupto
Arrumar notas frias para burlar o imposto de renda é ser corrupto
Falsificar identidade para entrar numa balada é ser corrupto
Colar num exame é ser corrupto
Não temos apenas politicos corruptos... temos um país corrupto e um povo que se vende fácil!
Antes de ter disposição de acusar o próximo, tenha a CORAGEM de se revelar primeiro... e me mostre que ainda podemos criar uma resistência que realmente tenha valor e não segundas intenções.
Fé e coragem!!!
"Não importa a máscara que usas...
Suas atitudes o denunciarão!!!" (R.Reeve)
O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a
2erres pelo seu post:1 usuário disse Agradece a 2erres pelo seu post henriquelhrf (21-12-2011)
20-12-2011, 03:09 PM (Resposta editada pela última vez em: 20-12-2011 03:38 PM por Sann.)
"Se a Gazeta Esportiva não deu, ninguém sabe o que aconteceu".
(Slogan de um antigo jornal de São Paulo, nos tempos pré-internet, que ainda inspira muitos jornalistas brasileiros).
Citar:Daqui a cem anos, quando os historiadores do futuro contarem a história da velha mídia brasileira, certamente vão reservar um capítulo especial para o que aconteceu em 2011. Foi o ano em que um livro desmascarou o que ainda restava de importância e influência da chamada grande imprensa na formação da opinião pública brasileira.
O suicídio coletivo foi provocado pelo lançamento de um livro polêmico, A Privataria Tucana, do premiado repórter Amaury Ribeiro Júnior, com denúncias sobre o destino dado a bilhões de reais na época do processo de privatização promovido nos anos FHC.
Como envolve personagens do alto tucanato em nebulosas viagens de dinheiro pelo mundo, o livro foi primeiro ignorado pelos principais veículos do país, com exceção da revista "Carta Capital" e dos telejornais da Rede Record.
Nos dias seguintes, os poucos que se atreveram a tocar no assunto se limitaram a detonar o livro e o seu autor. Sem entrar no mérito da obra, o fato é que, em poucos dias, A Privataria Tucana alcançou o topo dos livros mais vendidos do país e invadiu as redes sociais, tornando-se tema dominante nas rodas de conversa do Brasil que tem acesso à internet. .
No final de semana, o fenomeno editorial apareceu nas listas de jornais e revistas, mas não mereceu qualquer resenha ou reportagem sobre o seu conteúdo.
Em 47 anos de trabalho nas principais redações da imprensa brasileira, com exceção da revista "Veja", nunca tinha visto nada igual, nem mesmo na época da ditadura militar, quando a gente não era proibido de escrever, apenas os censores não deixavam publicar.
Foi como se todos houvessem combinado que o livro simplesmente não existiria. Esqueceram-se que há alguns anos o mundo foi revolucionado por um negócio chamado internet, em que todos nos tornamos emissores e receptores de informações, tornando-se impossível esconder qualquer notícia.
O que mais me espantou foi o silêncio dos principais colunistas e blogueiros do país _ falo dos profissionais considerados sérios _, muitos deles meus amigos e mestres no ofício, que sempre preservaram sua independência, mesmo quando discordavam da posição editorial da empresa onde estão trabalhando. Nenhum deles ousou escrever, nem bem nem mal, sobre A Privataria Tucana, com a honrosa exceção de José Simão.
Alguns ainda tentaram dar alguma desculpa esfarrapada, como falta de tempo para ler e investigar os documentos publicados no livro, mas a grande maioria simplesmente saiu por aí assobiando e mudando de assunto.
O que aconteceu? Faz algum tempo, as entidades representativas da velha mídia criaram o Instituto Millenium, uma instituição voltada à defesa dos seus interesses e negócios, o que é muito justo.
Sob a bandeira da "defesa da liberdade de expressão", segundo eles sempre ameaçada por malfeitores do PT e de setores do governo federal, os barões da mídia promoveram vários saraus para denunciar os perigos que enfrentavam. O principal deles, claro, era "a volta da censura".
Pois a censura voltou a imperar escandalosamente na semana passada, só que, desta vez, não promovida por orgãos do Estado, mas pelas próprias empresas jornalísticas abrigadas no Millenium, que decidiram apagar do mapa, não uma reportagem ou uma foto, mas um livro.
O episódio certamente será um divisor de águas no relacionamento entre a grande imprensa e seus clientes. Por mais que cada vez menos gente acreditasse nessa conversa, seus porta-vozes sempre insistiam em garantir que a mídia grande era independente, apartidária, isenta, preocupada apenas em contar o que está acontecendo e denunciar os malfeitos do governo, em defesa do interesse nacional e da felicidade de todos.
Agora, caiu definitivamente a máscara. Neste final de semana, ouvi de várias pessoas, em diferentes ambientes, que vão cancelar assinaturas de publicações em que não confiam mais.
Como jornalista ainda apaixonado pela profissão, fico triste com tudo isso, mas não posso brigar com os fatos. Foi vergonhoso ver o que aconteceu e não deu para esconder. Graças à internet, todo mundo ficou sabendo. Fonte: Blog do Saraiva
E agora? O que vão dizer aos seus ouvintes, leitores e telespectadores?
Para quem desejar, segue o link de download do livro que foi digitalizado em formato pdf disponibilizado na rede. Tamanho do arquivo: 21 mb: DOWNLOAD
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"Num tempo de engano universal, dizer a verdade é um ato revolucionário"
O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a
Sann pelo seu post:2 usuários diz(em) Agradece a Sann pelo seu post GU4RD1ÃO (20-12-2011), henriquelhrf (21-12-2011)
Vão fingir que a coisa não é com eles e tentar sair pela tangente.
Para poderem continuar com suas mentiras, controlando eleições e o povão com suas noticias fabricadas, a grande mídia precisa urgentemente sensurar a internet, senão serão cada vez mais desmascarados dia após dia
"Não há nada no mundo que esteja melhor distribuido do que a RAZÃO: toda a gente está convencida de que a tem de sobra." René Descartes
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Noblind pelo seu post:1 usuário disse Agradece a Noblind pelo seu post Sann (20-12-2011)
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RE: Hora de rever as privatizações
As pessoas procuram cada vez mais se informar pela internet, pois os telejornais já não satisfazem a crescente sede de informação. Nem tudo é qualidade na rede, mas é melhor que nada (diga-se TV)
Ainda que eu ande no vale da sombra e da morte, nada temerei, pois Tu estás comigo. (Salmo 23)
21-12-2011, 09:39 AM (Resposta editada pela última vez em: 21-12-2011 09:51 AM por henriquelhrf.)
(20-12-2011 01:03 PM)2erres Escreveu: Infelizmente o Brasil é uma país sem patriotismo, nem soberania... é o país de um povo que só sabe reclamar e fazer churrasco e festinha no fim de semana, um povo que aceita tudo (principalmente se vier de fora) e nunca ta satisfeito com nada. Vive sendo manipulado pela midia elitista, acha um luxo o país exportar novela e ainda consegue chorar com os heróis do BBB.
Adoram falar de corrupção e botar sempre a culpa no governo...
É claro... é mais fácil culpar os outros do que assumir a m...
A corrupção é escancarada porque o povo é conivente, porque a corrupção vem das bases.
Pagar propina numa blitz é ser corrupto
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Falsificar identidade para entrar numa balada é ser corrupto
Colar num exame é ser corrupto
Não temos apenas politicos corruptos... temos um país corrupto e um povo que se vende fácil!