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(Importante) III Guerra Mundial
20-08-2011, 02:29 PM
Resposta: #31
RE: III Guerra Mundial - 2011
Em trem blindado, líder norte-coreano faz visita à Rússia
20 de agosto de 2011 • 10h46 • atualizado às 12h04

O líder norte-coreano, Kim Jong-il, deixou neste sábado a Coreia do Norte a bordo de um trem blindado para fazer uma visita surpresa à Rússia, onde se reunirá com os as autoridades de Moscou e visitará a inóspita região siberiana onde nasceu em 1942.
O trem de Kim, de 69 anos, cruzou a fronteira de apenas 20 quilômetros que separa os dois países e prosseguiu sua travessia pela linha férrea da região de Amur, no extremo oriente russo, com rumo desconhecido.
Segundo as agências de notícias russas, o "amado líder", como é conhecido por seus súditos comunistas, deve passar uma semana em Amur - cuja capital é Vladivostok, onde já esteve em sua última visita à Rússia em 2002 - e na Sibéria.
Fontes diplomáticas informaram neste sábado ao jornal online Gazeta.ru que Medvedev se reunirá com Kim na próxima terça-feira na cidade de Ulan-Ude, capital da república siberiana budista da Buriátia, que limita ao sul com a Mongólia.
Kim, que tem enorme medo de viajar de avião e cujo estado de saúde despertou diversas especulações nos últimos anos, foi recebido na fronteira pelo governador regional e pelo representante do Kremlin no Extremo Oriente.
Por enquanto, ainda não se sabe se Kim viaja com seu filho mais novo, Kim Jong-un, o mais provável sucessor do regime de Pyongyang - e que, se um dia assumir o poder, representará a terceira geração da primeira dinastia comunista da história.
Também não se sabe se o líder se reunirá com o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, com quem se encontrou em Moscou em 2001, durante sua primeira visita à Rússia, quando cruzou toda a Sibéria a bordo de um de seus seis luxuosos trens.
FONTE - http://noticias.terra.com.br/mundo/notic...l#tarticle
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Loja Tudo Saudável
14-10-2011, 11:08 PM
Resposta: #32
RE: III Guerra Mundial - 2011
A 3ª Guerra, assim como a 1ª e a 2ª, é articulada a tempos... para a realização da NOM (O objetivo final)






Sales
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GU4RD1ÃO (21-11-2011)
18-11-2011, 08:04 PM
Resposta: #33
RE: III Guerra Mundial - 2011
Citar:
Índia planeja implantar mais 100 mil soldados na fronteira com a China


PEQUIM: A Índia tem planejado para recrutar e implantar outros 100.000 soldados ao longo das fronteiras disputadas com a China e os chineses sudoeste do Tibete. O aumento de tropas virá ao longo dos próximos cinco anos, como parte de um programa de modernização 13000000000 $ que marcará a maior expansão do exército indiano ao longo da história do país sub-continental de 60 anos, um estudioso chinês informou na mídia estatal.

No início deste mês, em Nova Delhi deu luz verde para as forças armadas indianas para implantar Brahmos mísseis de cruzeiro do sul do Tibete na implantação da Índia primeiro míssil tático visando China, segundo a imprensa indiana.

Isso também explica por que Nova Deli está interessado em vender para o Vietnã do míssil de cruzeiro supersônico Brahmos, um empreendimento Indo-russa comum. A Índia já foi auxiliar de Hanói para desenvolver suas capacidades força naval e aérea. Vietnã tem permitido à Índia acesso à Nha Trang Porto, que está situado perto do estratégico Cam Ranh Bay.

Fonte: Daily Times

Citar:
Índia vê com grande preocupação tensão crescente no Mar da China Meridional


NOVA DELHI: A Marinha indiana disse hoje que o Mar da China Meridional é uma área de "grande preocupação" e desdobramentos não terão implicações globais.

"Estamos vendo o nervosismo nas relações entre os países desta região. O potencial para conflito no Mar do Sul da China e da instabilidade na Península Coreana têm na maior consciência de analistas para as deficiências da região em termos de arranjos institucionais para resolver crises em potencial. O Mar da China Meridional é uma área de preocupação significativa ", disse o chefe da Marinha Almirante Nirmal Verma, em um seminário sobre segurança nacional.

A declaração do Chefe da Marinha indiana vem num contexto de um incidente em que Pequim se opõe sobre a exploração de petróleo em dois blocos vietnamitas no Mar da China Meridional pela ONGC da Índia Videsh Ltd (OVL).
Fonte: The Economic Times.com

Citar:
Índia testa míssil de olho na China


NOVA DELI: Índia testou nesta terça-feira com sucesso uma nova geração de mísseis Agni com um amplo alcance de 3.500 km e "eficiência de matar", o que levou os cientistas animados de defesa a proclamá-lo gostaria de acrescentar "dissuasão fantástica" para o programa do país de armas nucleares.
O teste do "mais avançado" de mísseis superfície-superfície chamado Agni-IV também lançou a contagem regressiva para a Índia testar o seu míssil mais estratégico e ambicioso o Agni-V, que terá perto de ICBM (míssil balístico intercontinental) com uma capacidade de mais de 5.000 km de alcance, em dezembro-janeiro.

"Este teste tem pavimentado o caminho para o sucesso da missão Agni-V , que será lançado em breve", disse o controlador-chefe da DRDO (mísseis e sistemas estratégicos) Chander Avinash.
Aliás, o diretor do projeto para a Agni-IV não é outro senão Tessy Thomas, a 48-year-old DRDO cientista que fez uma marca para si mesma no bastião declaradamente masculina de mísseis estratégicos, como relatado por TOI antes.
O Agni-IV, que fracassou em sua avataar anteriormente como "Agni-II-Prime" em dezembro de 2010, incorporando muitas tecnologias novas de navegação, de propulsão, aviônicos e em outras áreas para representar "um salto quântico" na tecnologia de mísseis para a Índia.

Tendo introduzido o Paquistão específicos Agni-I (700 km) e Agni-II (mais de 2.000 km) mísseis, as forças armadas estão agora no processo de operacionalização do 3.500 km Agni-III após a conclusão de seu desenvolvimento e pre ensaios de indução do ano passado.
Paquistão, é claro, permanece um pouco à frente da Índia em seu arsenal de mísseis, dada a ajuda secreta que ele tem da Coréia do Norte e China para a sua familia Ghauri e Shaheen de mísseis.

Os dois estágios Agni-IV e três estágios Agni-V, por sua vez, são destinadas a adicionar alguns muito necessária muscular dissuasão credível contra a China, que tem um enorme arsenal nuclear com mísseis, como o 11200-km Dong Feng-31A capazes de atingir qualquer cidade indiana. O canister de lançamento do Agni-V, com a sua mobilidade rodoviária alta e rápida capacidade de reação, em particular, está sendo falado sobre como uma réplica pequena mas afiada para a China.
O Agni-IV representa um passo significativo para este objectivo. Apesar de ter sido testado para uma gama de 3.000 km a partir de um lançador móvel de estrada na ilha de Wheeler, na costa Odisha às 9 horas na terça-feira, ela pode facilmente ir até 3.500 km.

"O míssil, com uma carga reduzida para 800 kg de 1.000 kg, seguida de sua trajetória, atingiu uma altura de cerca de 900 km e atingiu o alvo pré-designado no Golfo de Bengala, com nível de precisão muito elevado, após um voo de 20 minutos, ", disse um cientista DRDO.

"Muito mais leve do que Agni-II e Agni-III, Agni-IV é um míssil totalmente novo, com dois estágios de propulsão sólida e uma carga útil com reentrada escudo térmico. Todos os objetivos da missão foram plenamente atendidos. Todos os sistemas funcionaram perfeitamente até o fim de encontrar a reentrada temperaturas de mais de 3.000 graus Celsius ", acrescentou.

O míssil, no entanto, terá de ser testado várias vezes antes que ele possa estar pronto para produção em série e depois de indução. A família de mísseis Agni, que constituem a perna terra de missão da Índia por uma totalmente operacional tríade de armas nucleares, têm sido marcada por falhas ao longo dos anos.
Três lançamentos de Agni-II variantes, por exemplo, falharam em 2009 e 2010. DRDO, no entanto, culpou fabricação e outros problemas, em vez de todo o projeto integral e falhas de desenvolvimento.
Fonte: The Times on India.com
Visto em: http://2012umnovodespertar.blogspot.com/...taque.html

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18-11-2011, 09:03 PM
Resposta: #34
RE: III Guerra Mundial - 2011
Exército dos Estados Unidos testa míssil cinco vezes mais rápido que o som
O governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou que o Exército norte-americano testou de forma bem-sucedida uma nova arma capaz de atingir cinco vezes a velocidade do som. A chamada Arma Hipersônica Avançada foi lançada do Havaí e atingiu seu alvo, o atol de Kwajalein, a 3,7 mil quilômetros de distância em menos de meia hora.

De acordo com as autoridades norte-americanas, o míssil, que pode ter o percurso alterado para evitar que passe pelo espaço aéreo de determinados países, é parte de um programa para que os Estados Unidos tenha capacidade de atingir qualquer país do mundo em apenas uma hora.

O programa militar norte-americano é denominado Iniciativa Estratégica de Defesa Estratégica. O objetivo é construir um sistema de defesa capaz de impedir um ataque nuclear contra o território dos Estados Unidos. O programa também ficou conhecido como guerra nas estrelas.

Por Ag. Brasil



http://www.jornalagora.com.br/site/conte...=4&n=20215

Fora Temeroso, governo dos idiotizados pela mídia !

Governo do Mal lavado não me representa tal qual não me representava o governo dos Sujos ...
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Shoyu Orgânico Fermentado Naturalmente Você Encontra na Tudo Saudável
20-11-2011, 11:10 AM (Resposta editada pela última vez em: 20-11-2011 11:11 AM por Guevara.)
Resposta: #35
RE: III Guerra Mundial - 2011
Citar:
Chefe do exército russo afirma que risco de guerra nuclear aumentou

Doutrina militar do país admite uso de armas nucleares para defesa de território e aliados

MOSCOU - O chefe do Estado-Maior do Exército da Rússia, General Nikolai Makarov, afirmou nesta quinta-feira que o país está enfrentando uma ameaça crescente de ser envolvido em conflitos em suas fronteiras, que podem se transformar em uma guerra nuclear.

Makarov citou a expansão da Otan para o leste e disse que os riscos da Rússia ser empurrada para conflitos locais “cresceram consideravelmente”. Ele acrescentou que “sob certas condições, conflitos locais e regionais podem resultar em uma guerra em grande escala envolvendo armas nucleares”.

O declínio das forças convencionais da Rússia levaram o Kremlin a confiar cada vez mais na intimidação nuclear. A doutrina militar russa diz que o país pode usar armas nucleares para conter um ataque nuclear no território da Rússia ou de um aliado ou ainda para conter um ataque convencional em larga escala que ameace a existência do país.
Fonte: http://oglobo.globo.com/mundo/chefe-do-e...ou-3259073

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21-11-2011, 05:38 PM
Resposta: #36
RE: III Guerra Mundial - 2011

O caminho de Washington para a ruína e 3º Guerra Mundial


[Imagem: 3+guerra.jpg]


A administração Obama tem intensificado tensões com a China através de uma série de medidas que só podem ser caracterizadas como grandes provocações destinadas a minar as relações entre os dois países. Estas provocações incluem apoio político a movimentos separatistas, tais como o monge teocrático financiado pelos EUA que lidera os separatistas tibetanos e os separatistas uigures baseados em Washington, assim como através dos US$6,4 bilhões de vendas de armas avançadas a Formosa (Taiwan), um protetorado virtual da US Navy.

O presidente Obama encontrou-se publicamente e apoiou estes grupos separatistas e secessionistas, jactando-se da recusa de Washington em reconhecer as fronteiras existentes da China. Isto é parte da estratégia estado-unidense de encorajar a ruptura física de países independentes, as quais são encaradas como “obstáculos” para o seu programa de construção do império militar global.

Além de continuar e escalar as políticas hostis do seu antecessor, a administração Obama tem explorado várias outras questões a fim de mobilizar a opinião pública americana e de aliados em respaldo da sua postura de confrontação. Primeiro, a administração Obama afirma que a moeda da China (o Renminbi) está artificialmente subavaliada a fim de dar uma vantagem injusta às exportações chinesas, portanto enfraquecendo as exportações manufatureiras dos EUA a um custo de “milhões de empregos americanos”. Em segundo lugar, a administração afirma mentirosamente que, depois de os EUA terem aberto o seu mercado manufatureiro interno para firmas chinesas, os chineses deveriam reciprocamente fazer o mesmo e abrir os seus setores financeiros aos bancos de investimento da Wall Street.

Em retaliação às crescentes exportações chinesas, Washington elevou as tarifas protetoras sobre tubos de aço e pneus para automóveis, e emitiu ameaças do Congresso de novas medidas protecionistas.

Os EUA têm insistido que outros países apoiem a sua política agressiva em relação ao Irão, incluindo imposições de sanções financeiras e apoiando também as ameaças belicosas de Israel de bombardear Teerão. Em contraste, a China rejeita sanções econômicas, preferindo negociações, enquanto aumenta o seu comércio e investimentos em setores estratégicos da economia iraniana. Obama recusa-se a aceitar a rejeição da China da política orientada pela óptica militar de mudança de regime, bem como a busca chinesa de comércio com o Irão.

A definição da administração estado-unidense do que é “auto-determinação” inclui dar apoio a movimentos regionais separatistas étnico-religiosos na China, enquanto, ao mesmo tempo, invade e ocupa estados independentes, como o Iraque e Afeganistão, ordenando ataques de mísseis a outros estados, como o Paquistão e a Somália, estabelecendo mais de 700 bases militares por todo o mundo com jurisdição extra-territorial e empenhando-se em assassínios dos seus opositores no exterior através da CIA e de Forças Especiais.


Em contraste, a China não está em guerra e opõe-se a invasões militares de estados soberanos. A China não tem bases militares além-mar e está ameaçada pela política dos EUA de cercar as suas fronteiras com bases americanas em estados clientes na Ásia Nordeste, Sudeste e Central.


Enquanto forças de ocupação militar dos EUA violam brutalmente direitos humanos de milhões de cidadãos em países ocupados ou alvos, e ameaçam os direitos civis de americanos críticos com regras arbitrárias, julgamentos secretos e a suspensão do habeas corpus, o regime Obama critica duramente a China pelo seus processos a ativistas da oposição.

O regime Obama imiscuiu-se dentro de um conflito entre uma corporação privada estado-unidense, a Google, transformando a questão numa falsa luta pela “liberdade de expressão” ao nível de relações de estado para estado. Apesar da presença em expansão de muitos companhias de tecnologias da informação de propriedade americana na China, o regime Obama levantou a questão da “censura à internet” ao nível de uma confrontação política importante.


As alterações climáticas são outra fonte de agravamento da tensão entre os estados. Na cimeira de Copenhaga, em Dezembro de 2009, Obama rejeitou qualquer acordo sobre a redução de emissões de carbono enquanto desviava crítica e culpava a China e outros países em desenvolvimento, os quais haviam acordado objetivos informas significativos sobre reduções de CO2.

  • Políticas imperiais: a que preço?


As provocações políticas e diplomáticas do regime Obama contra a China na busca do seu império militar custam um preço muito alto real e potencial. Não podemos assumir que a China permanecerá como um estóico saco de pancada para os EUA, absorvendo ameaças potenciais, pressões econômicas e insultos diplomáticos gratuitos sem tomar contra-medidas, especialmente na esfera econômica.
  • O papel crucial da China como credor dos EUA


A postura provocativa e militarista dos EUA em relação à China põe em perigo grandes interesses econômicos privados e públicos dos EUA, incluindo o financiamento da China à florescente dívida estado-unidense.

A China é o maior investidor do mundo em títulos dos EUA. Segundo um estudo pormenorizado do Congressional Research Service (CRS) (30/Julho/2009), a China possui um vasto montante de dívidas a longo e curto prazo do Tesouro americano, dívida corporativa e ações dos EUA estimadas em mais de US$1,2 Trilhão. O investimento da China em títulos do Tesouro dos EUA foi utilizado para ajudar a financiar a (medíocre) “recuperação” econômica estadunidense. Se o regime Obama persistir nas suas provocações, a China pode decidir desfazer uma grande parte dos seus haveres em títulos dos EUA, induzindo outros investidores estrangeiros (Japão – 1 trilhão, OPEP – 200 bilhões, Brasil – 180 bilhões) a venderem também os seus haveres (CRS op cit.). Isto levaria a uma drástica depreciação do dólar e forçaria Washington a elevar drasticamente taxas de juro, as quais poderia conduzir os EUA a uma mais profunda recessão/depressão. Economistas, os quais afirmam que os interesses econômicos chineses sofreriam com uma tal liquidação, ignoram o fato de que para Pequim a soberania nacional é mais importante do que perdas econômicas a curto prazo, especialmente tendo em vista o apoio estado-unidense a movimentos secessionistas. Além disso, os chineses têm altas taxas de poupança, enormes reservas estrangeiras e mercados cada vez mais diversificados assim como fornecedores de commodities essenciais. A China está numa posição muito melhor para absorver o “choque” de um declínio nas relações econômicas com os EUA resultante da belicosidade americana do que a economia norte-americana infestada de dívida, fraca industrialização, com poupança negativa e de orientação militar.

  • Investimentos diretos estrangeiros


Entre as 400 maiores corporações multinacionais dos EUA listadas na Forbes, quase todas têm investimentos lucrativos na China, os quais estão a crescer. A posição cada vez mais confrontacional do regime Obama em relação à China coloca estes investimentos em risco.

Os investimentos estrangeiros dos EUA na China excedem muito os investimentos desta nos EUA, segundo um relatório publicado pelo Centro de Estudos Asiático-Americanos da UCLA. Em 2006, o investimento direto estrangeiro (IDE) da China nos EUA era de US$600 milhões, ao passo que os investimentos dos EUA na China eram de US$22,2 bilhões. O relatório chega a declarar “…as queixas de muitos homens de negócio e políticos americanos de que a China pode investir com relativa facilidade em companhias dos EUA enquanto a China ainda restringe duramente o acesso a mercados e companhias na China parece não ser confirmado pelos números”. O governo americano, de fato, bloqueou vários investimentos em grande escala de companhias chinesas, incluindo a compra por muitos bilhões de dólares de uma companhia petrolífera (UNOCAL), de uma companhia de aparelho elétricos (Maytag) e de uma companhia de computadores (3Com Corp). Os investimentos chineses nos EUA não são sempre lucrativos. O Fundo de Riqueza Soberana (um fundo de investimento dirigido pelo governo chinês) perdeu em menos de um ano mais de 50% do seu investimento de US$8 bilhões de dólares nos grupos financeiros Blackstone Group e Morgn Stanley.

O regime de Obama queixa-se acerca do tratamento chinês “restritivo” de companhias americanas em desafio à realidade econômica. Os ataques são parte de uma estratégia política de propaganda anti-chinesa para aumentar o antagonismo do público americano contra a China e mobilizar apoio interno para qualquer confrontação militar. Mesmo quando companhias dos EUA arrecadam lucros milhares de vezes maiores do que os investimentos chineses nos EUA, e as principais casas de investimentos estadunidenses trapaceiam investidores chineses em milhões, a Casa Branca grita delito!

A muito difamada política da China de restringir takeovers financeiros por firmas da Wall Street foi uma das razões de o colapso especulativo dos EUA não haver tido muito impacto na sua economia. E ainda assim Washington continua a atacar Pequim acerca da questão da “abertura dos mercados financeiros chineses à Wall Street”.
  • Comércio EUA-China


O regime Obama levantou a questão da moeda “subavaliada” da China, ignorando convenientemente o fato de que as importações da China provenientes dos EUA estão a crescer mais depressa do que as suas exportações para os EUA. Entre 2006, 2007 e 2008 as exportações anuais estadunidenses para a China cresceram 32%, 18% e 9,5%, de um vasto espectro de produtos industriais americanos com alto valor, acrescentado empregos qualificados bem pagos e lucros substanciais aos estadunidenses.

Além disso, o fato de as exportações dos EUA para a China incluírem um conjunto variado de setor manufatureiros e serem competitivos à atual taxa de câmbio sugere que o vasto défice comercial dos EUA com a China tem menos a ver com a política cambial chinesa e mais a ver com políticas de investimento públicas e privadas dos EUA. Em grande medida, a maioria das exportações da China para os EUA são o resultado de decisões corporativas de multinacionais de produzir e subcontratar na China. Por outras palavras, o défice comercial com a China está relacionado diretamente com a estratégia de investimento global das multinacionais estado-unidenses, as quais, por sua vez, floresceram depois de o governo dos EUA ter liberalizado regras e desregulamentado a conduta dessas corporações. Políticas de investimento liberais sob o governo dos EUA, e não “regras comerciais supostamente injustas” dos chineses, são a causa principal do défice comercial estadunidense.


A postura raivosa adotada pelo regime Obama em relação à moeda”subavaliada” da China é uma trama política para desviar a atenção das suas desastrosas políticas econômicas liberais e o seu apoio para a conduta de investimento de grandes corporações dos EUA.

O défice comercial anual dos EUA com a China cresceu quase quatro vezes entre 1999 e 2008, de US$68,7 bilhões para US$266,3 bilhões. O crescimento do défice comercial coincide com a mudança maciça do investimento estado-unidense da manufatura para a especulação imobiliária, financeira e em atividades de seguros. Por outras palavras, os EUA re-direcionaram suas estratégias de investimento da produção de mercadorias utilizáveis para o consumo interno em favor da importação de bens manufaturados do exterior com um maior lucro para as corporações. O enfraquecimento da capacidade produtiva dos EUA – suas forças produtivas – refletiu-se na sua posição competitiva declinante e no aprofundamento dos seus desequilíbrios comerciais. Dadas as estreitas relações entre a Casa Branca e a Wall Street, os decisores políticos procuram culpar os monetários chineses por uma moeda subavaliada, ao invés de encarar a bolha da economia estimulada pelas políticas do Federal Reserve e geradas pelas casas de investimento da Wall Street, cujos executivos avançam na ocupação de postos economicos chave no governo dos EUA e que proporcionam substanciais financiamentos para campanhas eleitorais.

Naqueles setores econômicos em que o investimento dos EUA levou a eficiência acrescida, como a agricultura, os EUA tem competido com êxito. A China é o principal comprador da soja, trigo e do algodão americano – o que representa mais da metade das vendas mundiais da primeira e um terço da segunda e última conforme a U.S. International Trade Commission e o Departamento do Comércio dos EUA.

  • Comércio, crédito, investimento versus militarismo e especulação


As relações econômicas da China com os EUA têm sido extraordinariamente lucrativas e favoráveis para os grandes capitalistas estado-unidenses e o governo americano. Os chineses ao comprar títulos do US Treasury (Títulos dos EUA) com juros baixos, tem financiado o comércio e os défices orçamentais dos EUA, os quais são o resultado de gastos militares exorbitantes, múltiplas guerras e ocupações imperiais e investimentos especulativos não produtivos. As multinacionais dos EUA têm obtido altas taxas de lucro com os seus investimentos na China, lucros muito além do que teriam ganho nos EUA e muitas vezes maiores do que umas poucas firmas chinesas ganham no clima mais restritivo dos EUA. Importantes setores econômicos dos EUA na indústria aero-espacial, agronegócio, instalações portuárias, transportes e retalhistas comerciais gigantes e importadores dependem e lucram com o comércio com a China. Os especuladores estado-unidenses têm sido capazes de arrecadar lucros enormes com os Fundos Soberanos Chineses ao bombearem e descarregarem ações especulativas dos EUA.

Como a dinâmica crescimento da China (consumo interno) e a taxa de procura do consumidor chinês continuam a correr à frente dos EUA, as exportações estadunidenses para a China ultrapassam as suas importações da China.

O crescente antagonismo político e as precipitadas ações diplomáticas contra a China tomadas pela Casa Branca e o Congresso EUA servem perfeitamente para minar os interesses econômicos básicos de um vasto feixe de empresas capitalistas dos EUA bem como a credibilidade da economia estado-unidense. O que é ainda mais impressionante é o fato de que muitas das acusações mentirosas apontadas contra Pequim, incluindo o seu suposto “tratamento injusto” de investidores e a alegada “economia fechada” – aplicam-se com maior força a Washington.
  • O paradoxo do ganho econômico e da hostilidade política


A chave para o entendimento deste paradoxo de ganho econômico e hostilidade política jaz nas estruturas econômicas e nas estratégias globais fundamentalmente diferentes dos dois países. A economia dos EUA tem sido conduzida pelas suas classes burguesa financeiras e especulativas, as quais por sua vez exercem influência política decisiva sobre a política econômica do estado. Ao mesmo tempo, a classe capitalista comercial está mais sintonizada com a importação de bens manufaturados, ao invés de investimento a longo prazo em investigação e desenvolvimento no setor manufactureiro nacional. Nem o capital comercial nem o financeiro tem um interesse em estimular exportações estado-unidenses e em investir nas forças produtivas do seu país. A concepção e execução da estratégia global dos EUA é controlada pelos militaristas civis e pelos ideólogos imperiais no governo e os seus contrapartes em setor do alto comando militar.

Em contraste com a busca chinesa do poder global orientada pelo mercado, o imperialismo estado-unidense é construído em torno da conquistas militar e da apropriação de riqueza econômica estrangeiros. A influência desproporcionada exercida pelos militaristas civis no governo dos EUA resultou numa série de guerras no estrangeiro, as quais deformaram severamente a economia do país e levaram a uma obsesão militar dos objetivos globais estado-unidenses. Confrontada com as crescentes relações econômicas e influência da China na Ásia, África, América Latina e Oriente Médio e a oposição de Pequim às políticas imperiais de orientação militar dos EUA contra o Irão, Washington escalou suas provocações políticas, pressões diplomáticas e interferência nos assuntos internos chineses. Como estas pressões estadunidenses aumentam, a opinião pública chinesa torna-se mais nacionalista, o que por sua vez serve de base para acusações de “xenofobia” e “chauvinismo” por parte dos mass media dos EUA. A natureza irracional da recente propaganda anti-China promovida pelos mass media ocidentais é mais evidente nas estridentes advertências de uma suposta ameaça militar chinesa à segurança asiática, especialmente quando os EUA continuam a expandir a sua cadeia de bases militares que cercam a China desde a Coreia do Sul, Japão, Filipinas, Austrália, Afeganistão e Ásia Central. A China não tem nem bases militares no estrangeiro nem frotas navais junto às costas de qualquer território dos EUA ou de aliados seus.

Quanto maior a confiança dos EUA na força militar, em sanções econômicas brutais e em bloqueios totais para derrubar governos soberanos e estender a sua rede de regimes clientes, maior a sua hostilidade em relação à China, a qual está a expandir os seus laços econômicos com “adversários” dos EUA, tais como o Irão, Venezuela, Nicarágua, etc.

Os EUA enfraqueceram gravemente as suas forças produtivas no processo de financiar uma máquina militar global. A China, por outro lado, tem procurado tornar-se uma potência mundial na base do desenvolvimento a longo prazo e em grande escala das suas forças produtivas, mesmo com a oposição dos EUA. Em todas as ocasiões Washington perdeu enorme oportunidades para a economia dos EUA decorrentes do crescimento dinâmico da China, de mercados internos florescentes e da expansão econômica além-mar, em favor de pequenas provocações.
  • Conclusão


Em última análise o que temos é um conflito entre dois sistemas político-economicos diametralmente opostos.

Por um lado, um império dos Estados Unidos de orientação militar, o qual centra-se em conquistar e saquear o Iraque, o Afeganistão e o Irão, apoia as ambições de um Israel militarista, procura estados clientes marginais na América Latina e militariza construindo bases militares imperialistas em Paquistão, Colômbia e no México.

Pelo outro lado, a China aprofunda seus laços políticos-econômicos com países asiáticos dinâmicos, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, etc, aumenta suas ligações petrolíferas com a Arábia Saudita, Irão, os Estados do Golfo, a Venezuela, Rússia e Angola, desloca os EUA como principal parceiro comercial do Brasil, Argentina, Peru e Chile; e aumenta suas ligações de comércio e investimento com a África do Sul em minerais e projetos de construção relacionados a infraestrutura. O contraste é gritante.
A expansão economica global da China é confrontada pelo cerco militar dos EUA, provocações diplomáticas e uma campanha de propaganda anti-chinesa maciça concebida para desviar a atenção pública dos EUA dos desequilíbrios extremos na sua economia interna. Ao invés de olhar para dentro a fim de entender porque os EUA estão a declinar rapidamente, o regime Obama encoraja o público a culpar as políticas comerciais supostamente incorretas da China, suas políticas de investimento supostamente “restritivas”, sua taxa de câmbio supostamente manipulada e a sua resposta dura a movimentos secessionistas financiados pelos EUA.

No final das contas os EUA não resolverão os seus défices orçamentais nem os seus desequilíbrios comerciais, para não mencionar suas infindáveis guerras imperiais, através do recurso auto-descritos divinais, como o Dalai Lama, e a provocar uma potência econômica e militar dinâmica tal como a China. Nem tão pouco pode Washington escapar aos seus profundos desequilíbrios economicos satisfazendo especuladores da Wall Street e ignorando o declínio das forças produtivas da América. Aviões de guerra, escaladas militares e exércitos fantoches empenhados em guerra infindáveis não são contra-peso a escalada de investimentos, desenvolvimento de mercados fortes e joint ventures que ligam a China às economias emergentes mais dinâmicas do mundo.


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21-11-2011, 06:49 PM
Resposta: #37
RE: III Guerra Mundial - 2011
Citar:Oficiais da Força Aérea relatam que um aviador armado com uma pistola barricou-se num edifício em uma base da Força Aérea Colorado que controla todos os satélites GPS, mas as operações não foram interrompidas.

Schriever (SHREE'-ver) A porta-voz Jennifer Thibault da Air Force Base (THEE'-balt) diz que o edifício foi evacuado depois do impasse que começou segunda-feira. Ela diz que não foram disparados tiros e ninguém ficou ferido.

Thibault diz que o aviador é membro de um esquadrão de segurança e está armado com sua própria pistola. Outro porta-voz diz que ele enfrenta problemas de um assunto em tribunal civil, mas ela não tinha mais detalhes.

Seu nome não foi divulgado.

A base de cerca de 60 quilômetros ao sul de Denver controla mais de 60 satélites militares. Thibault, diz o piloto está em um edifício onde o pessoal se preparar para as implantações.
Fonte:
http://abcnews.go.com/US/wireStory/gunma...e-15000487

Bem que ele poderia explodir aquela bagaça toda, faltou a malícia...rsrs

Twitter - http://twitter.com/eguevara2012
Blog - http://caminhoalternativo.wordpress.com
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eduvix (21-11-2011)
Sua pele mais bonita com colágeno hidrolisado
21-11-2011, 07:31 PM (Resposta editada pela última vez em: 21-11-2011 07:33 PM por Noblind.)
Resposta: #38
RE: III Guerra Mundial - 2011
Videos para se ter uma ideia do que é a China no campo militar e o que pode acontecer se eles entrarem em guerra.







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Dimitrizacari (21-11-2011)
21-11-2011, 09:16 PM
Resposta: #39
RE: III Guerra Mundial - 2011
Os xing lings vao triturar os yankees e seus aliados, assim como estao fazendo com a produçao de todo tipo de bens de consumo.

Vamos tirar o chapeu para eles !

Fora Temeroso, governo dos idiotizados pela mídia !

Governo do Mal lavado não me representa tal qual não me representava o governo dos Sujos ...
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22-11-2011, 12:51 AM
Resposta: #40
RE: III Guerra Mundial - 2011
(21-11-2011 09:16 PM)paupau Escreveu:  Os xing lings vao triturar os yankees e seus aliados, assim como estao fazendo com a produçao de todo tipo de bens de consumo.

Vamos tirar o chapeu para eles !

Quero ver EUA e Israhell "chupar essa manga"...
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