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Infiltrar, Enganar e Saquear - O Brasil e sua história ocultada
26-07-2013, 07:50 PM
Resposta: #1
Bug Infiltrar, Enganar e Saquear - O Brasil e sua história ocultada
Infiltrar, Enganar e Saquear - O Brasil e sua história ocultada.
Comunidade judaica Zur Israel, Nassau e Cabral colonizando...


[Imagem: caravelas_portuguesas-549x236.jpg]

Cabral chegando ao Brasil com a Cruz pátea utilizada pelos Templários estampada nos mastros dos navios


[Imagem: ilustracao-retrata-o-genocidio-dos-indio...;amp;h=281]


Eu me refiro à Cabral colonizando... o descobrimento do Brasil estará sempre em questionamento enquanto as autoridades brasileiras não revelarem a verdadeira história. Uma das primeiras coisas que colocamos sob suspeita quando começamos a estudar mais a fundo a "Descoberta da América" é a própria denominação do evento histórico, esta curiosa expressão que batiza a ocorrência colossal - "descoberta". Será este termo mais adequado? melhor que "invasão", que “choque de civilizações”, que “limpeza étnica”? Será que dizer “descobrir” não serve para mascarar e esconder todos os horrores colossais da guerra de conquista que empreenderam as potências européias contra o Novo Mundo? Sabemos, que cumprindo o Tratado de Tordesilhas em 1496, os tupi-guarani que no Brasil habitavam, desbravaram o território brasileiro, demarcando as terras para oeste como brasileiras. Motivo das investigações, que abaixo transcrevo a 1a. parte da história, e verdadeira.

Após a chegada de Cabral em terras tupiniquins, o Brasil não fora imediatamente inserido no contexto histórico pelos portugueses, ficou, a disposição dos argentários, que utilizaram os bens aqui existentes através de contratos de arrendamento com Portugal.

É certo que, como diz Disraeli, citado pelo próprio autor, “o mundo é governado por personagens muito diferentes dos que imaginam os indivíduos cujo olhar não penetra os bastidores”(1).

Mas, quantas vezes esses “personagens diferentes” longe de serem “causa”, não passam de “instrumentos” das forças reais e profundas que governam os acontecimentos políticos? E quantas vezes, dada a complexidade dos fenômenos sociais, e, daí a dificuldade de ver claro, o que se aponta como bastidores reais, não é mais do que a armada de cenários fabricada pela parcialidade ou erguida pela imaginação? Colocaremos um pouco de luz sobre as “zonas de mistério” de nossa história.(2).


É necessário iluminar a história com o esplendor das idéias. Palavras profundas, que resumem a história da humanidade nos últimos tempos que graças e verdades ricas em dados nos deixou sérios redatores para que hoje, possamos entender os motivos que estão levando a nossa "selvagem civilização à derrocada final". :


“Ainda se tem em vista toda a hierarquia humana, quando o mundo começa a se afastar de Cristo, no Renascimento".
"Ainda se têm em vista os Príncipes e os Reis, quando se afasta do Papa e do Imperador, na reforma".
"Ainda se têm em vista os burgueses quando se retiram a nobreza Reis e Príncipes, que são os seus pontos culminantes, na Revolução Francesa".
"Ainda se têm em vista o Povo, quando se ultrapassa o plano da Burguesia de 1848 à 1917. E não se têm mais em vista senão a borra social engolida pelo judeu, quando se vai além das massas, em 1917”(3).

No início do reino de D. Manuel o batismo favoreceu os portugueses cristãos-novos assim, fazendo-se convertidos, conseguiram com facilidades junto a coroa os arrendamentos mercantis (29).

Todo esse plano, em todas a nações, foi cuidadosamente elaborado e lentamente executado pelo judaísmo. Raramente descoberto e sempre mantido nas sociedades como secretas. Judaísmo e maçonaria criaram um meio social propício à guerra do que está embaixo contra o que se acha em cima, desmoralizando e materializando a HUMANIDADE, utilizando o capitalismo maçônico, dividindo-a e enfraquecendo-a intimamente pela democracia, separando-a e tornando-a agressiva pelo exagero dos nacionalismos, dissolvendo-a e descaracterizando-a pelo cosmopolitismo, encolerizando-a pelas crises econômicas e enlouquecendo-a com o comunismo (4).

Relato depoimento importante que aconteceu no dia 25 de setembro de 1498 e que teve repercussão nos destinos do Brasil, que ainda não tinha sido invadido não descoberto como mencionam.
A armada portuguesa de Vasco da Gama ancorara diante da costa na ilha de Anchediva, a doze léguas de Goa, o almirante conversava com os capitães, olhando Gênova, olhando a faina de limpeza a que se procedia em alguns navios. No seu, a capitânes “S. Gabriel”, contra-mestre e marujo preparavam as espias que deviam puxá-la até a praia, as ondas do Oceano Indico. O vigia do “S.Gabriel” assinalou um barco ao longe que se aproximou, era um parau que vinha de Goa, tangindo pela sua vela pardusca de esteira. Encostou a nau. Um homem galgou o portaló e saltou no convés. Vestia-se de maneira hindu: mundaçó à cabeça, terçado à cinta, brincos nas orelhas. O nariz adunco se recurvava para os beiços úmidos e sensuais: queria falar com o almirante a quem abraçou, como se usa no Oriente, com expansões. Curvando-se em salamaleques, disse em péssimo italiano que era cristão levantisco, viera muito criança para as terras do mouro Sabayo, senhor de ilha e da cidade de Goa. Enquanto falava, seus olhos miúdos e vivos, como os de um camundongo, espreitavam todo o navio, detendo-se, sobretudo, na artilharia. Vasco da Gama sorria na sua barba açoitada pelo vento, quando lhe informaram do marujo intruso no seu "S.Gabriel" mandou que fosse pendurado no mastro grande e um chicote de cabo alcatroado cantava-lhe nas carnes que se tingiam de sangue. O marujo suplicou, contando a verdade: não era cristão nem levantisco; era judeu e natural da Polônia. O Sabayo mandara-o como espião. A Armada Sabayo era grande e poderosa, bem tripulada de rumens e bem provida de canhões venezianos (6). No dia 26 de setembro a frota Luzíadas fazia-se de vela para Portugal, levando a bordo o astuto e inescrupuloso judeu polaco, “por ser de grande experiência e muito conhecedor das coisas da Índia", o qual foi mais tarde, batizado e recebeu o nome de Gaspar da Gama. Dois anos depois, a partida dos navios de Pedro Álvares Cabral, o judeu Gaspar embarcava na nau do capital-mor como língua e conselheiro, hoje, diríamos intérprete e técnico; em coisas e negócios das Índias. Seus olhos vivos e espertos, olhos de rato fugido dos ghetos da Polônia, viram o nosso Brasil no primeiro dia de seu amanhecer. Ao lado de Pedro Álvares Cabral, “de quem não se apartava”, Avistou o vulto azul do Monte Pascoal, contemplou a terra virgem e dadivosa, a indiada nua e emplumada de cocares, assistiu a primeira missa celebrada por frei Henrique de Coimbra. O judeu Gaspar da Gama tornou as Índias com seu padrinho Vasco da Gama. Na última dessas expedições, encontramo-lo com o nome de Gaspar de Almeida “por amor de Viso-Rei, de quem era estimadíssimo”, declara um panegirista dos judeus(8). Por adulação e baixeza, afirmamos diante dos fatos: Batizado por Vasco da Gama, o israelita tomou de acordo com o costume em má hora instituído por D. Manuel e que estragou, na judiaria, de grandes apelidos da nobreza lusa, o nome da família do seu padrinho Vasco da Gama; empanado ante a glória de Dom Francisco de Almeida, o poderoso Vice-Rei do Ultramar, o hebreu mesquinho abandonou o nome de Gama e adotou o de Almeida sem cerimônia... O judeu Gaspar da Gama casa-se com uma judia “grande letrada da lei”. Se unia, não a uma cristã, mas a uma israelita ferrenha, tamuldista praticante. Foi ela quem fez com que os judeus das sinagogas hindus comprassem as bíblias hebraicas que vendia Francisco Pinheiro, filho do Corregedor da corte de D. Manuel, o doutor Martim Pinheiro, por mando deste, decerto cristão-novo ou cristão judaizante. O episódio mostra como os judeus secretamente, influenciaram as decisões dos grandes navegantes (5).
Estes grifos auxiliam a clara visão do primeiro capítulo da História do Brasil, tão diferente do que nós aprendemos nas escolas.

A vinda do judeu Gaspar ao Brasil está claramente comprovada pelas instruções dadas ao capitão- mor Pedro Alvares Cabral, conservadas entre os documentos da Torre do Templo, que se referem pessoalmente a ele. Entre o século XV ao começo do século XVI, se desencadearam os conflitos na Polônia contra os israelitas, fugindo às perseguições, cortara as gadelhas reveladoras de sua procedência e afundara-se no Oriente, tendo alcançado às Índias, depois de viver em Jerusalém e Alexandria. Segundo o autor das “Lendas da Índia”(5).

Em Porto Seguro no ano de 1500 quando os navios desembarcaram os invasores, o judeu Gaspar procurou entender-se com os indígenas, recorrendo às línguas e dialetos que aprendera no Oriente, Não se fez entender patavina. Mas compreendeu o que poderia valer a nova terra, na qual se quisesse plantar, daria tudo, como anunciava o escrivão da feitoria de Calecut embarcado na Real Armada.



Cristovão Colombo o navegador, desejava encontrar ouro e prata para libertar a "Terra Santa” Jerusalém dos turcos otomanos


O Grande Khan, Imperador da China, em solicitação endereçada, no século XIII, ao navegador veneziano Marco Polo, para ser instruído na doutrina cristã, a expansão da fé cristã e a concretização da prédica de Cristo, Ide e pregai a toda criatura, presente nos Evangelhos canônicos, representando para a mentalidade medieval cristã, a edificação de uma Republica Christiana universal, (Manuel Rosa "Colón. La Historia Nunca Contada",à aventura dos Grandes Descobrimentos). Encoraja assim, Cristovão Colombo, “conforme Garcia de la Riegla, de Pontevedra, na Galiza, Colombo era de raça judia da primeira metade do século XV (42)”, juntou-se a seu irmão Bartolomeu, bom cartógrafo e construtor de esferas era muito entendido em cosmografia, e bom marinheiro, embora não se saiba onde foi buscar esses conhecimentos, sendo sempre um colaborador leal e eficaz do navegador,(43). O imaginário de Colombo, ao pretender, com as riquezas em ouro e prata das recém-descobertas Índias Ocidentais, equipar e enviar uma cruzada destinada a libertar a “terra santa” Jerusalém dos turcos otomanos, então governados pelo Sultão Solimão, o Magnífico. Colombo expressa, em seu Diário de Viagem, na data de 26 de dezembro de 1492, que deseja encontrar ouro em “quantidade suficiente para que os Reis possam, em menos de três anos, preparar e empreender a conquista da Terra Santa”. Ademais, na Carta aos Reis , de 31 de agosto de 1498, o almirante prossegue, afirmando que ‘foi assim que manifestei a Vossas Altezas o desejo de ver os benefícios de minha atual empresa consagrados à conquista de Jerusalém, o que fez Vossas Altezas sorrirem, dizendo que isto lhes agradava, e que mesmo sem este benefício, este era seu desejo.” (44).

"somente durante um século foi para Portugal, extraído das minas de quatro províncias, a insignificante soma de 63,417 arrobas de ouro bruto”.
“De 1751 a 1769, os navios saídos do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco levam para Lisboa, em moedas de ouro cunhadas no Brasil 29,265:352$000 para o erário régio, e para os particulares”. Imaginem quem está a ler este texto; O quanto levaram de bens preciosos de 1492 à 1750?= ouro, prata, estanho, páu brasil, óleo de baleia, açúcar... sem custo algum, a terra grátis, a mão-de-obra grátis pelo trabalho escravo dos índios e negros, assassinados... para calarem suas bocas. Deixando-nos como herança, às dívidas externas e internas ( A.J. de Melo Morais).


damos a palavra ao escritor dos judeus Sr. Solidônio Leite Filho,grifando suas informações mais importantes:
“Talvez por seu intermédio tivesse os israelitas percebido, desde logo, a importância do novo descobrimento, que pouco interessava o ambicioso espírito do afortunado monarca português, cujas atenções estavam inclinadas para as riquezas da Índia. Aproveitando-se desta opinião conseguiram alguns cristãos-novos, a cuja frente se achava o Fernando de Noronha, arrendar a terra havia pouco descoberta. Sabiam eles perfeitamente que o comércio do pau-Brasil, por si só, os indenizaria das despesas” (10).
Assim, aprende-se na escola unicamente a aparência da história, que é o melhor meio de ocultar a sua essência.

Na verdade, um judeu aventureiro da Polônia apanhado por Vasco da Gama em fragrante delito de espionagem, adere aos lusos que o chicotearam, batiza-se, toma como fidalgo, casa com a judia tamuldista e vem com Cabral, ao Brasil que examina em primeira mão, e a água lustral do batismo? Por esse preço pagou o direito de assoprar informações ao ouvido de D.Manuel o Ventureiro e de dar hábeis pareceres, e conceitos logo aceitos nos conselhos dos capitães.

Oras, como nos mostra a história universal antiga, vemos de forma transparente que do Brézil os antigos povos puros e não sanguinários, já utilizavam das riquezas daquela que denominavam “Terra Santa”. Vejam as declarações de D.Pedro como menciono à seguir:


A fim de se libertar do monopólio criado, Marco Polo no século XIII, fala constantemente no Páu bresil em suas obras, que eram das mais lindas e comentadas pelos cosmógrafos cartógrafos e pilotos da época dos descobrimentos. No século XVIII, D. Pedro II disse: Não foi a nossa terra descoberta em 1500 que deu o nome de páo, mas sim o páo que lho deu a ela. Aqui estão as provas – São quinze documentos da idade media, aos quais se ajuntam os seguintes factos: Por S.M.I. D.Pedro II: Da Biblioteca Imperial Parisiense, Marco Polo disse: em 1298 <<N´esta província nasce em grandíssima quantidade o berzi manso>>. Em 1307 documento veneziano em francez puro, Marco Polo disse: cinco vezes brezil. Em 1111 após pavoroso incêndio, Veneza foi reedificada sobre estacaria de páo-brezil oriental (Romance de Perceval Le Gallois, de Chrestien de Troyes). Durante tantos séculos, foi utilizada no mundo o páo de tinta, o verniz brezil, ou Brecillis, ou Brazillis... No século XVIII D.Pedro II por informações em Paris pelo Srs. Galbert Lefelvre & Comp, que era extrator do páu brezil, páo nobre, resulta do páo de tinta, que seguindo operações triturárias transforma-se no tingidor púrpura, no corante intenso da mais pura qualidade, sempre brezil, brézil, brizil... D.Pedro II afirmou: Ora, visto que o páo vermelho é vendido pelo mercador nas tênues formas de cavacos e serradura para se lhe extrair o extrato que surgiria a tinta, não é tão natural que d´aqui se lhe originasse o nome, chamando-se lhe brizil, brezil, brézil, e por corrupção Brasil? (41).
Foram os venezianos, sem a menor dúvida, que elevaram o Brasil fazendo-o nascer e conhecido no Ocidente, para a tinturaria, para obras de marcenaria, e carpintaria (42). Em 1111, após o pavoroso incêndio que destruiu mais de sua metade, Veneza foi reedificada sobre estacaria de pau-brasil oriental. À França, já era mencionado no século XI, como se vê do documento de Saint-Omer e se lê no famoso Romence de Perceval le Gallois, de Chrestien de Troyes: "meias tintas de Bresil". Outros remontam as menções relativas à França ao século IX, ao tempo das relações diplomáticas e comerciais do Império Carlovingio com os Impérios árabe e Bizantino. Nas pautas aduaneiras de Ferrara, em 1193, e de Módena, em 1316, se leem as variantes: Brezil, Brasilly, Brecillis, Brazillis e Brazili. Brisolium, isto é, Brisolio, é como diz uma Carta Régia de Carlos IV, Rei de França, em 1321. Brisiaci, isto é,Brisiaco, é como diz um Aresto de Paris em 1368. O Brasil de São Brandão Segundo os Bolandistas, São Brandão nasceu na Irlanda em 565, quando a lenda narra o empreendimento de sua viagem para o Ocidente, a bagatela de 105 anos! E, para isso, concorreu o elemento ideológico, espiritual, condensado na designação de uma famosa ilha lendária Brasil, a longa série das ilhas misteriosas semeadas pela imaginação dos antigos à face do vasto Oceano Tenebroso, desafiando a audácia dos aventureiros (42).

E o reinado continua influenciado e hipnotizados pelo comércio da Índia, sem saberem das fortunas e riquezas que esconde as terras brasileiras... sonhando epopéias e conquistas. Enquanto os exploradores cristãos-novos continuar a hipnotizar a monarquia na conquista, navegação e comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia... enriquecerão, com os produtos que afloram por toda a vasta extensão da terra de Santa Cruz que em um apenas um, toque do cartógrafo e cosmógrafo judeu, ou inspirados por judeus, mudará a Terra do Brasil (10).


O reino de Portugal ignorava o lucro fabuloso que o cristão-novo Fernão de Noronha traficava.

No século XVIII D.Pedro II através de consultas a mercadores francezes que lhe declararam que o páu brasil exportado em tóros, sofria várias operações de preparo e no final do processo, dos cavacos e da serradura, surgia o extrato e deste extrato que o tintureiro preparava as tintas (41). O traficante monopolista ganhou muito dinheiro enganando o reino português. Reino, que no final sofreu graves consequências financeiras por ter confiado demais nos falsos convertidos.

Os fatos mostram que o judeu Gaspar da Gama conhecedor do comércio das índias, se infiltrou entre os portugueses descobridores e ao marcar território com Cabral, manteve o território livre e demarcado para Fernão de Noronha que já estava preparado, como agente do argentário e usurário judeu alemão Jacob Fugger.

No dia 24 de janeiro de 1504, D. Manuel arrendou A Ilha de S. João ao português cristão-novo Fernão de Loronha vulgo Noronha e seus sócios (11), alienava uma parte do Brasil, dando-a de mão beijada a um judeu traficante do pau-de tinta que era a anilina daquele tempo. Terminou o arrendamento da costa brasileira em 1506. Fernando de Noronha agenciou na corte, sua renovação ou prorrogação, por mais dez anos o que deixa ver que os lucros auferidos no comércio de madeiras de tinturaria florescia. Noronha era representante do banqueiro alemão Jacob Fugger, “o rico" da cidade alemã de Augsburg. Por meio de seu representante Fernão de Noronha, Fugger foi o primeiro não-português a investir no Brasil, ainda em 1503 (40). Tudo a ganância e usura na venda de indulgências existente no reinado e papado, levou os protestos de Lutero que acabou sendo excomungado. Além da prorrogação dos contratos, os judeus cristãos-novos obtinham o monopólio do negócio da madeira tintória, carregando os navios do consórcio Fernando de Noronha por ano das nossas matas litorâneas a bagatela de “vinte mil quintais da preciosa madeira”(12). O primeiro carregamento foi levado logo em 1503, dois anos após a invasão do Brasil (13) Assim como Nassau ao chegar no Brasil com a finalidade da escravaria, o cristão-novo Fernão de Noronha também abusava do tráfico de negros. O reino de Portugal ignorava o lucro fabuloso que Fernão de Noronha expropriava. No século XVIII D.Pedro através de consultas a mercadores francezes, lhe declararam que o páu brasil exportado em tóros, sofria várias operações: retirada a parte para construção e móveis aí entrava o processo de trituração e no final do processo, dos cavacos e da serradura, era extraído o extrato e deste extrato que o tintureiro preparava as tintas, as anilínas melhores do mundo como dizia Marco Polo (41). O exportador monopolista ganhou muito dinheiro enganando o reino que no final, decretou falência.

Os judeus novos estavam envolvidos no trânsito de mercadorias entre as colônias ibéricas e os Países Baixos, e pelo menos desde a década de 1590, encontra-se referência ao estabelecimento de marranos portugueses na Holanda(22). Estes descendentes dos judeus convertidos à cristãos-novos, durante as primeiras décadas do século XVII, construíram comunidades judaicas organizadas e unidas. Por esta época já se ensaiava o "assalto holandês ao mundo colonial ibérico" (23), que durou até 1.640. Neste espaço de tempo o Brasil tornava-se possessão espanhola e isso teria conseqüências diretas para parte da economia neelandesa. Navios neelandeses nas costa brasileira e portuguesa durante todo o século XVI, consignados a seu mercado, principalmente a Antuérpia, que depois do saque em (1585) esta tomara a frente dos negócios do açucar (24). Eram os sefardim os responsáveis por quase todas as importações de especiarias asiáticas e açucar brasileiro, através de contatos comerciais firmados em Portugal (25).

Em 1640, Portugal com ajuda da Inglaterra e da Holanda tornou-se independente da Espanha Assume o trono português D. João IV, iniciando a dinastia de Bragança.

Entender como os judeus chegaram a formar uma comunidade no Recife nos anos 1600 , requer uma revisão histórica, desde fins do século XV, quando foram expulsos de Espanha e Portugal (26), desde as incursões fenícias e gregas verifica-se a existência de grupos de judeus que formaram comunidades aumentadas por aqueles que fugiram das guerras. A partir da invasão muçulmana de 711 que aumentou a presença de judeus na Ibéria, bastante tolerados pelos mouros, foi nesta época que surgiu a denominação sefardim (profecia de Abdias) como sendo o refúgio dos judeus de Jerusalém no exílio (27). Daí serem os judeus ibéricos conhecidos como sefardim. D. João III, alheio ao perigo do trono à frente, confiava os comandos mercantil aos sefardins portugueses. Não se deu conta que foi este o motivo que o erário do reino debilitava dia-a-dia, motivo do surgimento da depressão financeira portuguesa (32).

Os judeus ibéricos sefardins aliaram-se ao tráfico negreiro e o monopolizaram durante o ciclo do açúcar brasileiro incorporando também a mineração e a madeira. O objetivo do Alemão Nassau a escravaria, aliando-se ao materialismo dos judeus cristãos-novos Noronha, marcando no Brasil durante séculos, o extermínio do povo tupiniquim que não queria cooperar, o tráfico cruel dos negros além mares como negócio lucrativo, e a captura dos negros que seriam utilizados nos engenhos, no cultivo e colheita da cana de açúcar, na extração do pau-de-tinta, na mineração do ouro, diamantes, óleo de baleia e outras riquezas. Expropriaram todas estas riquezas sem custo, porque utilizavam a mão de obra escrava dos índios e do tráfico negreiro. Estes homens no início do parágrafo citados e outros, aceitavam a função além mares apenas com contratos firmados com a monarquia, na condição de monopólio. Tornaram-se com o sangue dos negros traficados e suas cabeças de capitadas, quando não jogados no mar devido sobrecarga nos navios, os mais ricos do mundo.
O código judaico Choschen Hamischpt, 227, 26, Declara, que é permitido explorar um não judeu.

Na Companhia das Índias, os acionistas com investimentos superiores a 4000 florins, (ou 6000 para os de Amsterdam), eram os "principais acionistas”. Dominando os mares navegavam os holandeses. A conquista de Pernambuco e das outras capitanias do norte. O Recife era beneficiado através dos aterros. Nassau com a ajuda dos portugueses judeus-novos já instalados no Brasil, transformou a região invadida. O terreno plainado, os braços dos rios canalizados, fazendo-se erguer a cidade Mauricia comparável a de um bairro de uma cidade neerlandesa como queria Nassau. A partir de 1635 com a queda do Arraial do Bom Jesus, na região do Rio Capibaribe, a Companhia de Nassau passou a autorizar a migração de judeus para o Brasil. Em Amsterdam, dezenas pediram permissão para mudar-se para o Brasil. A maior parte deles tinha poucos proventos, pedindo isenção de passagens, imigrando com suas famílias, enquanto outros foram antecedidos por agentes e rapidamente formaram patrimônios em Pernambuco, como engenhos, propriedades urbanas, ou receitas sobre arrendamento e cobrança de impostos (28). Houve também os judeus que vieram como soldados da Companhia de Nassau em 1630.

Os colonos judeus do Brasil holandês consistiu em três grupos (34):

1-Cripto-judeus que foi o primeiro de Portugal e Espanha para o Brasil como os colonos haviam deixado.

2-Judeus sefarditas primeiro segundo para a Inquisição em 1600 de Portugal e Espanha para a Holanda e fugiram depois de 1630 como colonos judeus e partiu de Amsterdã para o Brasil. Sefardim judeus descendentes dos primeiros israelitas.

3-ASJKENASISCHE primeiros judeus para a Guerra dos 30 Anos 1618-1648 da Alemanha e da Polónia à Holanda fugiram, e depois de 1630 como colonos judeus passou de Amsterdam para o Brasil.
Em janeiro 1634 o anúncio da Estados Gerais da Holanda anunciaram que existia liberdade religiosa para todos os habitantes do Brasil Holandês.

Muitos dos judeus que viviam Crypto no Brasil holandês (aqueles que estão sob coação tinham sido batizados católicos romanos), os cristãos novos / conversos ou marranos chamada , voltou para sua antiga fé e tradições judaicas.

Em 02/09/1634 aconteceu a permissão do WIC com os colonos judeus de Amsterdam para se instalarem no Brasil Holandês (MOISES COHEN HENRIGUES aka JAN (JOHN) HARRISON). Em 1635 veio o primeiro grande grupo de colonos judeus para o Brasil holandês. Os colonos judeus chegaram em Recife e se estabeleceram na costa ilha "Itamaracá" (47 km ao norte de Recife).

Em 1636, há menção de uma sinagoga com Rabi Jacob Itamaracá Lagarto.
Em 1636, há menção de uma sinagoga na Paraíba situado no centro de plantações de açúcar.
Em 1636, há menção de uma sinagoga em OLINDA localizado em um centro de plantações de açúcar.
Em 1636, em Recife os serviços da comunidade judaica realizada na sinagoga na Casa, dois ricos judeus comerciantes de açúcar no Recife: primeiro na casa de David Senior Coronel aka e DUARTE SAVAIRA(38) em Jodenstraat para Recife; segunda na casa de Jacomo PINTO PAULO PINTO aka Jacob Jessurun em Jodenstraat para Recife.

Muitos dos judeus que viviam Crypto no Brasil holandês (aqueles que estavam sob coação tinham sido batizados católicos romanos), os cristãos novos / conversos ou marranos chamada , voltaram para sua antiga fé e tradições judaicas tinham toda liberdade a Inquisição no Brasil não era drástica.(34).

A Inglaterra já tendo por detrás o seu plano secreto planejado pelos banqueiros detentores dos saques do ouro retirados das colônias invadidas e sacrificadas, prepara para no momento oportuno, aguardando o desleixo de Portugal, abocanhar o Brasil, colocando os brasileiros como seus servis eternos. Para isto, prejudicaram o Brasil e o povo brasileiro a se desenvolver como Nação sendo todas as suas riquezas remetidas e nada ficando para o desenvolvimento brasileiro, como menciona acima as declarações do cacique Guaicaipuro.

Oliver Cromwell lider Inglês militar e político apoia-se na experiência dos cristãos-novos portugueses (judeus) no comércio marítimo e ultramarino para tornar a Inglaterra numa potência econômica. A iniciativa partiu do rabino português Menasseh ben Israel (Manuel Dias Soeiro, natural da Ilha da Madeira) que, em 1651, negociou com Cromwel a vinda da comunidade para Londres, assim como revogação do decreto da expulsão dos judeus datado de 1290. porém não tardaram a desprezar Cromwell bajulando novamente a monarquia quando do casamento de Dona Catarina de Bragança com Carlos II, em 1661(38).

Foi a Carvajal que Cromwell deu a garantia do direito dos judeus de permanecer na Inglaterra

António Fernandes Carvalhal, foi um Português - judeu comerciante, que se tornou o primeiro endenizened Inglês judeu . Em 1653 Carvajal foi escolhido como possuidor de um número de navios de comércio para o Oriente e Índias Ocidentais , ao Brasil e ao Levante .

A documentação histórica mostra-o na sua limpidez. ; Em 1654 com a pretensão da Inglaterra em conquistar Pernambuco, o conde de Nassau, fidalgo alemão a serviço do Kahal, quando toma o lugar de preposto ou procônsul da colônia judaica de Pernambuco, traz com escopo principal, tornar o Recife "o centro distribuidor da escravaria".

Durante a invasão e permanência dos holandeses no litoral brasileiro, os portugueses foram obrigados a emigrar para o interior, vindo a instalar com isto vários currais de criação de gado. A expansão destes currais foi registrada pelos visitantes estrangeiros que visitaram o Ceará nesta época. Em 25/06/1637 o alemão Nassau envia uma expedição de nove navios para a Guiné, na África, sob comando do coronel Hans van Koin, para traficar mais negros para Pernambuco.

Durante a permanência dos holandeses no litoral nordestino, a queima dos canaviais desorganizou a produção de açúcar. Os portugueses foram obrigados a emigrar para o interior, vindo a instalar vários currais de criação de gado. Fato registrado pelos visitantes estrangeiros que visitaram o Ceará na época de Nassau. Essa descentralização beneficiou a Bahia, prejudicando o Rio de Janeiro. Assim, importavam de São Paulo cal, farinha de mandioca, trigo, milho, feijão, carnes, salgados, toucinho, linguiça, marmelada, tecidos rústicos, e galões de algodão à prova de flexas (Luiz Felipe de Alacastro, O trato dos viventes; formação do Brasil no Atlântico Sul (31)

A comunidade judaica Zur Israel, formada por portugueses cristãos-novos, colaborou com Nassau na Companhia das Índias no Brasil, engajou-se nestes processos. Produziu espaços físicos através de aterros e beneficiamento de áreas pouco salubres e também responsável pela construção de boa parte dos edifícios da cidade e de alguns equipamentos urbanos como lojas, mercado, senzalas, característico da sua atuação econômica, com o perfil do comportamento de seus membros aos padrões da sociabilidade neerlandesa. O corpo comunitário fazia-se parte do corpo social. Dispondo de auto regulamentação interna, produziu espaços que cruzavam espécies de suas referências culturais, cemitérios, sinagoga, textos, desfrutando de benefícios por parte do governo de Nassau. As articulações de cristãos-novos portugueses e suas redes comerciais entre Brasil Portugal e Holanda. Entre 1609 e 1621, intensificou-se o comércio entre o Brasil e a República; com o fim da Trégua, foi imposto um embargo extremamente rigoroso aos comerciantes neelandeses com relação às colônias ibéricas.

Membros da comunidade judaica haviam se tornado importantes na sociedade Mauricia de Nassau, participavam da corte de Nassau como também das associações burguesas, participando de expedições militares, servindo-se como diplomatas. As restrições oficiais impostas aos judeus foram efêmeras e aqui puderam eles desfrutar da liberdade "tão grande que se não achava assim em nenhum lugar" nas palavras do predicante Soler, oficial da Igreja Francesa da cidade de Mauricia. Os judeus do Recife holandês alcançaram um destaque econômico e demográfico representando 25% da população branca em 1645. Os pequenos negócios como feiras, lojas, engenho, senzalas eram proibidos aos judeus na Holanda - e os negócios de corretagem estavam nas mãos de profissionais israelitas.

E o reinado em Portugal enganado pelos sefardins portugueses, continuava influenciado e hipnotizado pelo comércio da Índia, sem saber das riquezas que estava sendo extraída da terra Santa Cruz transitando ilegalmente pelos mares mundo a fora...

Pela proibição na construção da Sinagoga em 1639 e a construção em 1640 podemos ver a concordância que existia entre Nassau e os judeus no Brasil.

Em 1638/1639 Relatórios do Alto Conselho,mencionavam judeus fazerem calúnias contra os cristãos e praticarem publicamente a religião (36).
Em 1639 Nassau mandou publicar medidas de interdição aos judeus (37):
“Não edificarão os judeus novas sinagogas[?]. A nenhum judeu será permitido casar com cristã ou ter concubina cristã. Não poderão converter cristãos ao mosaísmo, nem chamá-los da liberdade evangélica para os encargos da Lei velha, nem da luz para as sombras. Nenhum judeu poderá ultrajar o sacrossanto nome de Cristo. No recenseamento dos corretores, não excederão a terça parte do respectivo número. Comerciando, não fraudem a ninguém.
Os filhos nascidos de judeu e de cristão, morrendo os pais, serão
entregues para serem educados aos parentes cristãos. Os que não
tiverem estes serão educados em orfanatos, se forem pobres, ou
ficarão sob os cuidados do Conselho Secreto, se forem ricos."

Em 03 de dezembro 1640 Tem início a construção no Recife da sinagoga[?] em Mauritsstadt Kahal Kadosh ZurIsrael (Santa Comunidade Rochedo de Israel), na Rua dos Judeus (Jodenstraat ), antiga Rua do Bode (Bockestraat ). É a primeira sinagoga construída nas Américas. No início da vinda dos judeus para o Recife haviam sido formadas duas comunidades hebraicas: Zur Israel e Maguen Abraham (Escudo de Abraão) que posteriormente foram unificadas como Zur Israel em referência ao nome do Recife.

Os lucros obtidos pela WIC com o corso contra Espanha e Portugal no Atlântico e nas Antilhas, que se estima em 30 milhões de florins, não davam para pagar a guerra (45 milhões) e a burocracia da Companhia WIC, que tomara dinheiro emprestado aos acionistas, não distribuía dividendos desde 1628. Nassau foi exonerado do governo e é informado que a WIC o havia dispensado, devendo voltar à Europa em meados do ano seguinte. Quando Piet Heyn capturara a frota espanhola da prata ao largo de Cuba, sua dívida acumulada superava 18 milhões de florins. E o partido dos burgueses de Amsterdammer, no seio da Companhia, queria a paz, prevendo restituir a área conquistada no Nordeste brasileiro, contra a abertura do comércio com as possessões da América espanhola. A principal alegação foi a trégua com Portugal.

Em setembro de 1641, sabedores da intenção de Nassau de voltar para a Europa, os judeus do Recife lhe enviam carta denominada “Petição da Nação Judaica” pedindo sua permanência e oferecendo-lhe 3.000 florins por ano durante o tempo que estivesse na cidade(18).
Em 1641 Gonsalves de Mello publicou e entregou ofício a Nassau. Contrário que era entre outras, ao caráter multinacional da comunidade judaica contestando, que os judeus vieram dos países “Polônia, Espanha, Itália, Turquia, Barbaria, Alemanha (...) para onde voltariam com seu saque, quando a nossa pátria é que deveria enriquecer” (35)

Em 1642 – 01 de julho. Mudança de Nassau para o Palácio de Friburgo (Vrijburg ), também conhecido como Palácio das Torres, que passa a ser sua residência oficial no Recife..

Em outubro de 1642 - Concluída e aberta a primeira sinagoga das Américas, Zur Israel, no Recife. O prédio, em estilo holandês, tinha 3 pavimentos abrigando 2 lojas, 2 escolas uma piscina com sete degraus - um "mikvê" - utilizada em rituais de banho de purificação e o templo. Kahal Kadosh Zur Israel - Santa Comunidade Rochedo de Israel. Seu primeiro rabino foi o luso-holandês Isaac Aboab da Fonseca (1605-1693) Amsterdammer, Isaac Abaad da Fonseca o primeiro autor da língua hebraica no Novo Mundo.

Em 1645 -15 de julho. Ocorre o massacre do engenho Cunhaú/RN, onde os flamengos com a ajuda dos índios tapuias, sob às ordens do judeu alemão Jacob Rabbi, mataram cruelmente inúmeras pessoas, inclusive o padre André Soveral, em plena missa na capela de Nossa Senhora das Candeias.
Em 1645 03 de outubro. Dia do massacre de Uruaçú/ RN, quando holandeses e índios janduís torturaram e mataram dezenas de homens, mulheres e crianças,novamente com a participação do judeu Jacob Rabbi.
Em 1645 – 04 de abril. É assassinado a tiros e golpes de sabre, Jacob Rabbi após uma reunião com vários holandeses na casa de Dirk Mulden van Mel, às margens do riacho Guajaí

Em 1654 - Focado em restabelecer relações com a Inglaterra, dificultadas pela Guerra civil inglesa onde toma partido pela causa real, Portugal negociou o Tratado de Westminster com Oliver Cromwell(39).
Em 1654 - Com a chegada gradativa de reforços portugueses, os holandeses por fim foram expulsos em 1654, na segunda Batalha dos Guararapes. Com a expulsão dos holandeses, o forte foi tomado pelos portugueses e passou a ser chamado forte de Nossa Senhora de Assunção.
Em 1668 - Cinco anos após a expulsão, os holandeses voltaram ao Ceará comandados por Matias Beck e ergueram o forte Shoonemborch, na desembocadura do riacho Marajaitiba no rio Pajeú.
Em 1654 com a expulsão dos holandeses das terras brasileiras, foram para as Antilhas e aumentaram a produção de açúcar com suas técnicas avançadas, gerando uma decadência na produção açucareira no nordeste do Brasil.

Em 1654 a República Holandesa exige as terras brasileiras que tinham sido conquistadas pela Coroa Portuguesa. Portugal cede e devolve os territórios. Johan de Witt e Cornelis de Graeff não concordam, pois achavam o comercio mais importante que a tomada de territórios. Esse será um dos fatores que levaram a ser assinado um tratado de paz.

Em 1640, Portugal com ajuda da Inglaterra e da Holanda tornou-se independente da Espanha Assume o trono português D. João IV, iniciando a dinastia de Bragança.

A Inglaterra já tendo por detrás o seu plano secreto planejado pelos banqueiros detentores dos lucros usurpados das colônias invadidas e sacrificadas, prepara para no momento oportuno abocanhar o Brasil. Do desleixo de Portugal que sacrificou nossa indústria em prol da britânica e acabou por concordar em eliminar a lavoura brasileira para favorecer a agricultura das colônias inglesas das Antilhas.

Em 6 de agosto de 1661, foi assinado um tratado de paz em Haia entre Portugal e a cidade holandesa. Com esse tratado as terras brasileiras conquistadas pela Holanda, que se chamavam de Nova Holanda ou Brasil Holandês, tiveram de ser formalmente devolvidas à Portugal em troca de uma indenização de oito milhões de florins, equivalente a 63 toneladas de ouro.

Manoel Martins Dormido português cristão novo que nas Flandes mudou o nome para David Abravanel fincou domicilio na Grã Bretanha que hoje é a sinagoga de Londres que exerce hegemonia em todo o mundo (36). O domínio dos judeus na Inglaterra e em Londres como centro financeiro.

No entanto, a inércia de Portugal, o judeu-alemão Mauricio de Nassau, os cristãos-novos seus colaboradores conseguiram dar início à derrocada do Brasil colocando-o em mãos dos banqueiros da City London.

Pelo tratado de Utrecht, em 1713, a Inglaterra consegue o monopólio do comércio de escravos por trinta anos. Foi o maior holocausto praticado contra a humanidade!

Pelo tratado de Paris, seguido da Paz de Quebec, em 1763, a Inglaterra obtém o direito de ancorar navios em Porto Franco e Porto Belo, nas Antilhas, bases de contrabando e do "monopólio do tráfico para América do Sul 98". Segue o holocausto dos escravos pela Inglaterra e sua clã.

Em 1799, o ministro Cannig declara, sem pejo, ao parlamento, com todas as letras, que efetivamente, a Grã-Bretanha "exercia o monopólio do tráfico". A Inglaterra e sua clã na pratica do holocausto dos negros.

Mais tarde, a confissão de Benjamin Disraeli, primeiro ministro, nos dará a conhecer que não era a Inglaterra, mas os judeus governando-a e servindo-se dela...

***********
1- Benjamim d´Israeli, lord Beaconsfield Coningshi, 1844
2- História Secreta do Brasil -Gustavo Barroso Vl -conceito pg.23
3- “La Guerre Occulte” de Emanuel Malynski e León de Poncis
4- História Secreta do Brasil -Gustavo Barroso VI –conceito pg.26
5- História Secreta do Brasil – Vol.1 –pg. 29-30-32-32-33-34-35.
6- Solidônio Leite Filha, “Os judeus do Brasil” e J. Leite & Cia., 1923, pg.
7- 24-25 - Gaspar Corrêa “Lendas da India”, tomo I. Entre as mercês, segundo Damião de Góis “Crônica d´El Rei D.Manoel”. pág. 32.
8- Solidônio Leite Filho, op. Cit., pg.27.
9- C. Solidonio leite Filho, op. Cit. Pg. 35.”A sua voz ( do judeu Gaspar) foi sempre aceita nos conselhos dos capitães”. Na Índia, até o grande Afonso de Albuquerque, conforme depões Gaspar Corrêa, “Lendas da Ìndia”, tomo !!, pg. 177, muito se aconselhava com seu intérprete o judeu Musefe. A loja confiança do Cristiano judeu é que permite a este dar os seus botes...
10- Simão de Vasconcelos, “Crônica da Companhia de Jesus do Estado do Brasil” 26 A.J.F. Lopes, Lisboa, 1765, pg. XXXII, 9 “... Terra de Santa Cruz, título que depois converteu a cobiça dos homens no Brasil, contentes ; do nome de outro pau bem diferente do de cruz e de efeitos bem diversos”.
11- Pierro Rondinelli, “Roncollo Colombiana”, 3ª. Parte, vol.ll pg.121
12- Solidonio Leite Filho, PP. 11. Pg.37; Leonardo de Chade messer in “Livro Comemorativo do Descobrimento da América”, Ed. DA Academia de Ciência de Lisboa.
13- Melo Morais, “Crônica do Império do Brasil””, 1879, pg. 19.
14 http://gallica.bnf.fr/ark:/12148/btv1b55...NAS.langPT
15- http://anussim.org.br/a-chegada-dos-cris...ao-brasil/
16- http://anussim.org.br/a-influencia-dos-j...a-mineira/
17- http://judeusdecaruaru.blogspot.com.br/2...lonia.html
18- http://pt.scribd.com/doc/116101959/Crono...rincipal-8
19- http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinagoga_Kahal_Zur_Israel
20- http://bdtd.bczm.ufrn.br/tde_arquivos/30...nielOB.pdf
21- http://judeusdecaruaru.blogspot.com.br/2...lonia.html
22- VLESSING,1993,p.43-44).
23- BOXER,2004,p.1-43.
24- segundo Honathan I. Israel 1990, p. 420.
25- MELLO, 1996, p.201-204; e PUNTONI,1999,p.27-34.
26- POLIAKOV, 1979 e 1996; ATTALI,2003; HOHNSON,1005
27- OVADIAH,1:20 "BIBLIA hebraica"(2006).
28- MELLO, 996, p.217-226.
29- Damião de Góis na crônica do Felicíssimo Rei D. Manuel, pte.I.I p.14
30- apud SCHALKWIJK,1986,p.180-182
31- (SP;Companhia das Letras 2000),pp.194-195.
32- (Ordenações Afonsinas, III, 64, 17). Gama Barros, Hist. Da Adm. Publ., 1ª.ed., t. IV,PP.180-191
33- http://malcomxrevolution.wordpress.com/2...os-judeos/
34- http://www.uaisites.adm.br/iclas/pagina_...ndeEstamos
35- MELLO, José Antônio Gonsalves de. Gente da Nação: cristãos-novos e judeus em Pernambuco, 1542-1654. 2ª ed. Recife: Fundaj, Ed. Massangana, 1996, pp. 261-264.
36- MELLO (ed.), op. cit. (1983), pp. 100, 196.
37- BARLEUS, Gaspar. (1974) [Amsterdam, 1647]. História dos feitos recentemente praticados durante oito anos no Brasil. Belo Horizonte: Editora Itatiaia; São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.
37- SILVA, op. cit. (2003). P. 259.
38- http://lusotopia.no.sapo.pt/indexOP03RUnidoComPort.html
39- Pedro Nobre. Westminster, Tratado de (1654) (em português). http://www.fcsh.unl.pt/cham. A 10 de Julho de 1654 foi, por fim, assinado o tratado de Westminster, no qual o reconhecimento da independência do reino de Portugal (1º artigo), factor de extrema importância para os propósitos portugueses, era pago com amplas concessões. Embora houvesse a estipulação de privilégios comuns, como a liberdade de comércio em todos os domínios (2º) e a livre entrada e partida de barcos em ambos os portos (18º), o tratado incidiu especialmente sobre direitos e privilégios concedidos aos súbditos britânicos. Destes, destacavam-se a liberdade religiosa nos domínios portugueses (14º); a concessão de direitos judiciais, fiscais e económicos para britânicos residentes no reino português (5º, 8, 9º e 13º); a restituição de naus, bens e dinheiro tomados nos senhorios de Portugal (25º). Para além do mais, salientava-se a liberdade de comércio nos territórios portugueses (3º), com vários privilégios e isenções de direitos e tributos (20º e artigo secreto), assim como a autorização de trato entre britânicos e castelhanos (10º). O comércio com o Brasil era particularmente focado, tendo os mercadores britânicos livre participação no comércio daquele território com a metrópole portuguesa, com excepção de cinco produtos (farinha, peixe, vinho, azeite e pau-brasil), que permaneciam como exclusivo da Companhia do Brasil (11º). João IV, apesar da vulnerabilidade do reino português relativamente à Grã-Bretanha, decidiu não ratificar o tratado, pois opôs-se às liberdades religiosas concedidas e às excessivas exigências económicas que o acordo encerrava. Deste modo, e durante os dois anos seguintes, a coroa portuguesa procurou modificar alguns pontos do tratado, acabando por ratificá-lo sem alterações a 9 de Junho de 1656, isto após a pressão exercida em Lisboa pelo almirante Blake e pelo conde de Sandwich, Edward Montagu, que exigiram igualmente o pagamento de 50 mil libras. Os britânicos ratificariam o tratado a 9 de Fevereiro de 1657. O tratado de Westminster é, por norma, referenciado como o início da supremacia política britânica relativamente a Portugal. O reino português empregou o seu potencial e importância mercantil e estratégica, para unir-se ao Reino Unido de Cromwell (líder da República parlamentar britânica como Lord Protector entre 1653-58), garantindo a defesa da sua independência. Em troca desta, a Coroa portuguesa teve de dar amplas concessões económicas e comerciais, quer no Reino quer nos seus territórios imperiais, satisfazendo os desejos económicos (segurança das rotas atlânticas), políticos (isolamento da França) e estratégicos (utilização dos portos portugueses) do reino britânico. Facto sintomático disso foram as vastas liberdades, direitos e privilégios que os súbditos britânicos adquiriram (que tinham proposto à Coroa hispânica mas que esta havia recusado), garantindo no reino português um estatuto semelhante aos seus súbditos.
40- http://pt.wikipedia.org/wiki/Jakob_Fugger, foi um banqueiro e membro da família Fugger. Comerciante como os seus irmãos, ele aprendeu o método das partidas dobradas no porto de Veneza. Ele era conhecido em toda a Europa e usou parte da sua fortuna para emprestar dinheiro a governantes.
41- Revista Trimetral do Instituto Histórico Geográfico e Ethnográphico do Brasil, Debaixo da Immediata Proteção de SMI O Sr. D. Pedro II, Parte I, Rio de janeiro 1866, B.L. Garnier – Livreiro editor. -
42- O Brasil na Lenda e na Cartografia Antiga Vol. 199 – Gustavo Barroso, 1941, Pág.14,65,88,97,
42- Salmonal 1992, p.83
43- Salmoral 1992, p. 80
44- TODOROV Tzevetan, 1999, p. 12.
Obras consultadas do mestre em História das Américas Prof. José Gonçalves Salvador.
O centenário da Chegada de Nassau e o sentido das comemorações Pernambucanas Sobrinho Barbosa Lima, tipografia da Imprensa Oficial Recife, 1936.
A PRESENÇA HOLANDESA NOBRASIL: MEMÓRIA E IMAGINÁRIOLivro do Seminário InternacionalMuseu Histórico NacionalRio de Janeiro, 2004
A PRESENÇA JUDAICA NAURBANIZAÇÃ DO RECIFE NOSSÉCULOS XVII E XXSilva, Maria Carolina Medeiros daI Colóquio de História da UFRPE2007
JOHANN MORITZ IN BRAZILIANAND GERMAN HISTORYIFER InstitutSiegen, 2002
HISTORIA GERAL DO BRAZIL Varnhagen, Francisco Adolpho Madrid, 1854

Postado por Marilda Oliveira às 19:54 - http://www.blogger.com/profile/10601473252874983810
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Christopher Sellars (12-04-2014), Firenze (19-09-2013), Mediador (13-04-2014), probra (12-04-2014), Sergio Santos (26-07-2013), yuryrodrigues (19-09-2013)
Loja Tudo Saudável
19-09-2013, 08:37 AM
Resposta: #2
RE: Infiltrar, Enganar e Saquear - O Brasil e sua história ocultada
A ultima Nau a aportar no Brasil tem a bandeira vermelha do PT, mas à esta altura dos acontecimentos, já poderiam tê-la descido do mastro e hasteado a outra.
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Mediador (13-04-2014), yuryrodrigues (19-09-2013)
12-04-2014, 05:38 PM
Resposta: #3
RE: Infiltrar, Enganar e Saquear - O Brasil e sua história ocultada
Excelente artigo Gestalt, parabens ! Moro na Ilha de Itamaracá na Vila Velha onde Jacob Lagarto foi o rabino. Gostaria estar em contato com voce. Por favor me procura no Facebook ou no email christopher.sellars@gmail.com
Abraço, Chris.
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