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Jesus, a biografia (im)possível
07-07-2019, 02:31 PM (Resposta editada pela última vez em: 09-07-2019 04:57 PM por ruicoelho.)
Resposta: #1
Jesus, a biografia (im)possível
Historicamente falando, quem foi Jesus de Nazaré? Aliás, a pergunta que muitos historiadores — e, por que não teólogos? — espalhados pelo mundo fazem é: “Jesus realmente existiu?”.

Mas então quem foi Jesus? Não se pretende aqui falar do Jesus "milagreiro" da Bíblia, mas sim do homem mortal, político, judeu e revolucionário que talvez tenha vivido na Galiléia no início do que normalmente nós chamamos de “Era Cristã” e que influenciou milhões de pessoas através dos séculos seguintes. E é sobre este homem que me proponho a conversar.

[Imagem: jesus-830x450.jpg]

Quem foi Jesus? E quem é ele hoje? A cada 25 de Dezembro os cristãos celebram o seu nascimento, mas, quanto à sua vida subsistem muitas dúvidas e mistérios. Fomos saber quais as mais recentes teses sobre este "judeu marginal" que "viveu num recanto do Império Romano"

Um profeta ou um blasfemo? Um subversivo ou um sedutor? Um homem ou um deus? Um marginal ou um judeu da elite? Um amigo dos pobres e das mulheres ou um opositor aos líderes religiosos do seu tempo? Um político ou um mestre espiritual? Um sonhador ou um revolucionário?

Impossível compor uma biografia de Jesus de Nazaré, cujo nascimento é assinalado desde há séculos a 25 de Dezembro - mesmo se não há certezas sobre a data exacta ou sequer sobre o próprio nascimento. Começamos então por ver que sabemos pouco. Ou talvez não. Ed Parish Sanders, um dos mais importantes estudiosos sobre a personagem histórica de Jesus, escreve n’"A Verdadeira História de Jesus (ed. Notícias/Casa das Letras): "Há muitos aspectos sobre o Jesus histórico que permanecerão um mistério."

Não se sabe, por exemplo, quando e onde nasceu exactamente - apesar de, na festa do Natal, se assinalar a cidade de Belém como lugar onde veio à luz, segundo a tradição. Não se sabe se teve irmãos, embora John P. Meier, autor de Um Judeu Marginal - Repensando o Jesus Histórico (ed. Imago/Dinalivro), uma das obras maiores dos estudos contemporâneos sobre Jesus, aponte para a probabilidade de serem legítimos os vários irmãos de Jesus.

Não se sabe ainda como viveu durante os primeiros 30 anos da sua vida. Não se sabe se se casou - Meier diz que tudo aponta para que tenha permanecido celibatário. Desconhece-se se Jesus tinha consciência plena da sua missão - ou, na linguagem crente, se era Deus.

Sabemos pouco, então, sobre Jesus? O mesmo E. P. Sanders escreve: "Sabemos que iniciou a vida pública sob João Baptista, que teve discípulos, que esperava o Reino, que foi da Galileia para Jerusalém, que fez algo hostil ao Templo, foi julgado e crucificado." Sabemos ainda "quem era, o que fez, o que ensinou e por que morreu; e, talvez o mais importante, sabemos como inspirou os seus seguidores, que, por vezes, não o entenderam, mas que lhe foram tão fiéis que mudaram a História".

Bilhete de identidade

Uma biografia impossível? À procura de respostas, a Sociedade Missionária da Boa Nova organizou o colóquio Quem foi, quem é Jesus Cristo. A convite do teólogo e filósofo Anselmo Borges, vários pensadores e especialistas contemporâneos passaram por Valadares (Gaia), em Outubro, dando um panorama do que se conhece sobre Jesus, em várias áreas. Acompanhámos a iniciativa, que contou com a participação de alguns dos mais destacados teólogos espanhóis.

O bilhete de identidade de Jesus tem alguns elementos seguros, outros menos: sabe-se que a sua família era de Nazaré, na Galileia (actual norte de Israel). Não há certezas sobre se terá nascido ali ou em Belém. A tradição aponta para esta pequena cidade próxima de Jerusalém para confirmar Jesus como o messias esperado pelos judeus, a partir de textos do Antigo Testamento.

O seu pai - adoptivo, segundo a tradição cristã, já que o verdadeiro pai seria o próprio Deus - era artesão. O que significava que a família tinha alguns meios de sobrevivência. Depois de uns 30 anos de vida discreta, Jesus apareceu em público a ensinar uma nova doutrina e a curar pessoas aflitas que o procuravam. Por causa disso, após cerca de dois anos de vida pública, foi acusado pela elite religiosa e levado junto do governador romano, Pôncio Pilatos, que o mandou crucificar. Dois dias depois, vários dos seus seguidores começaram a dizer que o tinham visto vivo, ressuscitado. Para lá destes dados, quem era este homem? Este "judeu marginal", como é designado por John P. Meier, que "viveu num recanto do Império Romano" e que, depois de uma presença de intervenção pública que "pode não ter chegado a dois anos", "morreu como blasfemo religioso e subversivo social e político". O que fez ou disse para ser condenado à morte? Uma "morte de cruz, própria dos escravos" numa "coligação de interesses religiosos e políticos de Jerusalém e Roma", nas palavras de Anselmo Borges.

Xabier Pikaza, teólogo basco espanhol, adianta: o judeu Yeshua, ou Jesus, natural da Galileia, foi antes de mais um profeta escatológico, ou seja, que anunciava o fim dos tempos e a instauração do Reino de Deus. Como outros profetas escatológicos do judaísmo, não sacralizava a ordem do Templo, não recusava a ordem social, mas insistia na acção de Deus que iria "transformar a ordem social e política".

Foi também um sábio, mestre de moral, que falava através de parábolas, diz ainda Pikaza. Foi alguém carismático, com a capacidade de curar pessoas, que gostava de estar à mesa com amigos e conhecidos. John P. Meier entende que Jesus se via a si mesmo como um messias na linha do rei David, considerado em Israel como libertador.

Essa foi uma das razões para que fosse mal visto pelas autoridades - sobretudo as religiosas. Acabaria condenado à morte, acusado de querer ser o "rei dos judeus". O número de seguidores, a sua crítica a aspectos da lei religiosa judaica, o facto de dizer que estava iminente o fim da ordem social vigente e o seu apelo ao "reino de Deus" terão sido causas essenciais para o levar à morte, diz Pikaza.

Polémicas mediáticas

Em 2003, a publicação de “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, provocou um fenómeno mediático à volta de Jesus. O autor, que não defende uma tese original, funda-se em correntes gnósticas para afirmar um Jesus casado com Maria Madalena e com descendência em França, para onde aquela emigrara.

O Jesus da gnose "tem pouco a ver com o Jesus da História", diz António Piñero, uma das autoridades mundiais sobre o gnosticismo cristão. O Jesus gnóstico é mesmo "uma pura construção do espírito humano". Jesus, para os gnósticos, é "a manifestação humana da primeira emanação de Deus transcendente, o seu unigénito, a sua palavra".

Entendendo-se como seres espirituais, os gnósticos vêem-se acima dos humanos, aos quais está reservado um de dois fins: os hílicos ou pagãos terão o seu corpo destruído totalmente, enquanto os psíquicos (cristãos integrados na Igreja), se viverem rectamente, poderão despojar-se do corpo no momento da morte e ascender a um céu inferior. Um entendimento coerente com o modo de olhar o mundo e a vida, vistos como intrinsecamente maus.

Provavelmente, a perspectiva gnóstica de Jesus fundou-se no quarto evangelho, o de João, embora este não seja mais do que "protognóstico". Ao contrário das correntes gnósticas que se desenvolverão nos séculos II e III, o evangelho de João entende que Jesus viveu historicamente e que a sua mensagem é para todos e não apenas para alguns, poucos, eleitos.

Nas últimas décadas, e de modo surpreendente, a arqueologia tem confirmado a historicidade do quarto evangelho: ao contrário do que se pensava, lugares e factos narrados apenas no evangelho de S. João tiveram existência concreta. Um desses lugares, que se pensava serem apenas recurso narrativo, é a piscina de Siloé, perto de Jerusalém, onde Jesus cura um cego de nascença.

No último século e meio, as ciências bíblicas socorreram-se da arqueologia, da filologia, da crítica textual e de muitas outras disciplinas para tentar chegar mais perto do Jesus histórico. Nas últimas duas décadas - sinal dos tempos? - contrapôs-se a esse movimento de rigor científico uma tendência segundo a qual basta alinhar uns quantos indícios e algumas polémicas mediáticas para afirmar supostas verdades científicas.

A publicação do Evangelho de Judas, texto gnóstico do século II, em 2007, foi um desses episódios mediáticos à procura de polémica. Mas o texto, ao invés de corrigir o que se sabe dos quatro evangelhos canónicos sobre Jesus, apenas permitia conhecer a história e convicção de um grupo de cristãos gnósticos, os cainitas.

Outro episódio foi a "descoberta" de um ossário supostamente pertencente a Jesus e à sua família, que durante 25 anos foi encarado por especialistas como mais um conjunto de débeis vestígios arqueológicos. Só que, em 2006, os cineastas James Cameron (realizador de Avatar) e Simcha Jacobovici realizaram um documentário em que pretendiam provar que aquele era mesmo o túmulo perdido de Jesus. Nos seus blogues, quer Piñero quer Pikaza criticaram veementemente os cineastas, na esteira de diversos investigadores israelitas, acusando-os de querer apenas fazer dinheiro e apontando as razões de falta de sustentação científica.

Também um filme como A Paixão, de Mel Gibson, pretendeu mostrar no ecrã o que teriam sido os sofrimentos infligidos a Jesus. Mas, critica Pikaza, a obra não faz mais do que apresentar um Jesus "sobrenatural", que está "separado da história concreta e dos conflitos sócio-religiosos que estão em primeiro plano nos evangelhos".

Jesus não sabia tudo

Se Jesus era Deus, conheceria ele tudo o que lhe aconteceria? Juan Estrada, teólogo e professor na Universidade de Granada, diz que Jesus "não sabia tudo". Por isso é que ele era um homem como os restantes, que aprendeu e cresceu como qualquer outra pessoa. O que não invalida a possibilidade de ser também, ao mesmo tempo, Deus - para quem crê. Mas já lá iremos.

"Se Jesus é filho de Deus, tem que ser primeiro filho", diz Estrada ao P2. "O que não podemos é projectar sobre a vida de Jesus tudo o que viremos a saber sobre ela, depois da ressurreição."

Estrada admite que as leituras da vida de Jesus estão condicionadas "pela perspectiva da morte e ressurreição e pela interpretação dogmática que se impôs no século IV". É como um livro que se começa a ler pelo fim: antes de contar a sua vida, já se conhece "a identidade do personagem, desde a sua dupla identidade de filiação e divindade".

O resultado é um "Jesus tão divino que resulta pouco humano", diz o teólogo espanhol. De tal modo que se faz dele um "super-homem". Mas, contrapõe, os textos dos evangelhos apresentam, ao contrário, alguém que se vai descobrindo a si mesmo: Jesus crescia "em sabedoria e graça", lê-se no evangelho de S. Lucas. E, em vários textos em que Jesus se relaciona com pagãos (não judeus), ele próprio se surpreende e muda a sua teoria e prática em relação a eles.

É verdade que os evangelhos utilizam o título de "filho do homem" para se referir a Jesus. Esse título, usado 66 vezes, tem uma conotação messiânica, diz Estrada. E também o distanciamento de Jesus em relação à sua família (física), que acontece durante a sua vida pública, mostra que ele se sente enviado por Deus.

Era Jesus um keynesiano antes do tempo? Apontado como amigo dos mais pobres e defensor de uma mais justa distribuição da riqueza, Jesus é radical em alguns dos seus ensinamentos, diz José Ignacio González Faus, um dos mais destacados nomes da teologia espanhola e europeia. Um desses ensinamentos é a conhecida frase: "Não se pode servir a dois senhores, a Deus e ao dinheiro." Entre Deus e o dinheiro há uma "incompatibilidade absoluta", diz Faus, "porque o dinheiro exige do ser humano uma rendição e uma entrega total".

González Faus recorda que os evangelhos utilizam a palavra aramaica "mamôn" para designar o dinheiro. "Mamôn" remete para o verbo "hemin", que significa "acreditar", “aceitar confiadamente" - é daí que deriva a palavra "áme", que significa "assim seja", ou "faça-se". "O dinheiro gera um tipo de fé de índole religiosa: daí deriva a sua incompatibilidade com a fé em Deus", conclui o teólogo.

Faus socorre-se do economista John Maynard Keynes, que, na sua Teoria Geral sobre o Emprego, o Juro e o Dinheiro, escreve que o dinheiro está a substituir a dimensão religiosa, na sua função de assegurar o futuro, sempre "tão inseguro para o ser humano". "A riqueza é para ajudar quem a não tem, não para desfrutar egoisticamente dela", comenta González Faus.

Em Jesus, antes do Cristianismo (ed. Paulinas), o sul-africano Albert Nolan, biblista e padre da Ordem dos Pregadores, ou dominicanos, concorda: "A busca de riqueza está diametralmente oposta à busca de Deus ou do "Reino" de Deus." E acrescenta que, além de se ter oposto às autoridades religiosas do judaísmo, Jesus também se confrontou com os homens de negócios e as autoridades judaicas de Jerusalém.

O eurodeputado Paulo Rangel, do PSD, que também falou no colóquio, sobre Jesus e a política, tem uma perspectiva diferente. Refugiando-se nos textos dos quatro evangelhos, e "com a liberdade que só a ignorância permite", diz que não se descobre neles uma "teoria geral de Jesus" sobre a política.

"A relação de Jesus e da sua mensagem sobre a política" é de carácter "fragmentado, intermitente e aberto". Para Rangel, não se detecta na vida de Jesus "um momentum" maquiavélico, de afirmação de intervenção política. "Não há um fechamento de Jesus à política e ao político, mas não há um momentum político", diz o eurodeputado.

No debate entre "conservadores" e "progressistas", prossegue Rangel, foram os "progressistas" que denunciaram o conluio da religião com o poder. Mas são estes que mais insistem numa leitura política da personalidade de Jesus, colando-a a um modelo - ainda que, admite, Jesus se preocupe com os mais pobres e os mais desfavorecidos. O que o eurodeputado gostaria era de ver a Igreja Católica a deixar "cair os sinais políticos" que foram, porventura, úteis no passado, mas que "hoje não são necessários".

Memória apagada

Jesus provavelmente não se casou. Mas várias mulheres acompanharam-no, no grupo de seguidores mais próximos, durante os dois anos e meio que terá durado a sua vida pública. Mas não discriminou Jesus as mulheres, pelo facto de não ter nenhuma entre os doze apóstolos?

"Não há dúvida que Jesus era judeu e estava inserido na cultura judaica", diz a professora universitária Isabel Allegro de Magalhães, que tem investigado o tema. Mas Jesus fez rupturas, que escandalizaram mesmo os mais próximos. Isabel Allegro defende que Jesus não se limitou a seguir a ortodoxia judaica do seu tempo, mas também não foi um reformador. Antes deu prioridade à ideia da inclusão dos mais pobres e dos marginalizados - entre os quais as mulheres.

Diversos estudos recentes apontam também para um papel das seguidoras de Jesus mais preponderante do que até há pouco era admitido. Maria Joaquina Nobre Júlio, autora de Jesus e as Mulheres dos Evangelhos (ed. Multinova), disseca os episódios dos evangelhos para verificar que várias mulheres seguiam Jesus com um papel importante no grupo dos discípulos. E na biografia Eu, Paulo (ed. Paulinas), Murphy O’Connor escreve que S. Paulo colocou várias mulheres a liderar as comunidades cristãs que ele fundava - realidade que está retratada em vários mosaicos bizantinos, mas foi depois apagada da memória cristã, como o suíço Daniel Marguerat escrevia, em 2006, em “Le Monde de La Bible”.

O facto que abalou o mundo

Jesus ressuscitou? Questão central do cristianismo, a ressurreição permanece um "obscuríssimo mistério", como diz Andrés Torres Queiruga, teólogo galego, traduzido em vários países. Zaratrustra já falava da ressurreição antes da Bíblia, recorda. E, na Bíblia, os relatos da ressurreição de Jesus são todos diferentes uns dos outros.

"Estamos a falar de algo que não é possível comprovar", admite este teólogo. Sanders escreve: "Nada é mais misterioso do que a história da sua ressurreição, que tenta retratar uma experiência que os próprios autores não conseguiram compreender."

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CaféSemAçúcar (09-07-2019)
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07-07-2019, 10:34 PM
Resposta: #2
RE: Jesus, a biografia (im)possível
Desculpe dizer isso, mas vocês cientistas adoram denegrir ou diminuir a importância de Jesus Cristo.

Ciência e religião são dos pontos separados por uma abissal imensurável!

Espero que o senhor encontre paz no seu coração!

Já não sou quem eu era nem voltarei a ser quem fui, mas serei sempre fiel aos meus princípios.


Não há prisioneiro pior do que aquele que não busca conhecimento, mas pensa estar livre.
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08-07-2019, 08:41 AM (Resposta editada pela última vez em: 08-07-2019 09:00 AM por Marcelo Almeida.)
Resposta: #3
RE: Jesus, a biografia (im)possível
"político e revolucionário"?
Jesus nunca foi político e revolucionário.
Uma das táticas da esquerdalha é criar um espantalho e ficar batendo nele para iniciar uma discussão.
Mais..., qual discussão?
Não há discussão, minimamente honesta, sobre premissas absolutamente falsas!
O maior obstáculo à implantação da NOM são os princípios cristãos e os valores da família tradicional.

Jesus dividiu a história da humanidade em A/C e D/C.
Até aquele que se diz ateu e não crente, toda vez que coloca uma data em algum documento, é obrigado a reconhecer, no calendário, o nascimento de Cristo.
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ruicoelho (08-07-2019)
08-07-2019, 10:59 AM
Resposta: #4
RE: Jesus, a biografia (im)possível
(08-07-2019 08:41 AM)Marcelo Almeida Escreveu:  ...
Jesus dividiu a história da humanidade em A/C e D/C.
...

Compreendo perfeitamente o seu ponto de vista, mas a questão aqui, pelo menos é essa a intenção, é analisar a figura histórica de Jesus, tanto no tempo como no espaço. Não devemos esquecer a influencia que Jesus teve na luta contra a ocupação romana da Judeia.

Os factos históricos podem assim corroborar os alicerces da actual igreja cristã. Cristã, pois católica será uma outra discussão.

Apesar da sua suposta divindade, não é certamente este atributo, que invalida uma análise do ponto de vista antropológico e histórico.

Pessoalmente penso que se podem abrir aqui portas, para um melhor entendimento da figueira carismática que Ele foi.
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CaféSemAçúcar (09-07-2019)
Loja Tudo Saudável
08-07-2019, 12:45 PM
Resposta: #5
RE: Jesus, a biografia (im)possível
Engraçado, mais esses "estudiosos" e "pesquisadores" se preocupam tanto com Jesus.
A maior religião do mundo é o Islamismo. Por que não vão pesquisar sobre o profeta Maomé?
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08-07-2019, 02:14 PM
Resposta: #6
RE: Jesus, a biografia (im)possível
(08-07-2019 08:41 AM)Marcelo Almeida Escreveu:  Jesus nunca foi político e revolucionário.
Sim ele nunca foi político como nossos conceitos atuais.

Mas ele dizia aos abonados, se querem conseguir salvação, doem tudo aos pobres e vivam uma vida humilde.

Note que isto não significa largar da sua profissão, pode continuar trabalhando e ganhando bem, mas o ideal, segundo ele é ficar só com o necessário para o sustento e enviar os excedentes a quem precisa.

Isto se assemelha bastante com o apregoado pelo socialismo.

Mas também não se trata de socialismo.
Porque no socialismo algo assim é dito para toda população, sem exceção.

Mas no conceito dele, isto não é obrigatório, mas aconselhável, apenas em uma situação, se deseja a salvação da alma.

Bem.. não se trata de uma lei de Jesus, mas emfim é bem convincente para todos aqueles que creem nas palavras dele.
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Diakonov (11-07-2019), ruicoelho (08-07-2019)
08-07-2019, 03:18 PM
Resposta: #7
RE: Jesus, a biografia (im)possível
(08-07-2019 10:59 AM)ruicoelho Escreveu:  
(08-07-2019 08:41 AM)Marcelo Almeida Escreveu:  ...
Jesus dividiu a história da humanidade em A/C e D/C.
...

Compreendo perfeitamente o seu ponto de vista, mas a questão aqui, pelo menos é essa a intenção, é analisar a figura histórica de Jesus, tanto no tempo como no espaço. Não devemos esquecer a influencia que Jesus teve na luta contra a ocupação romana da Judeia.

Os factos históricos podem assim corroborar os alicerces da actual igreja cristã. Cristã, pois católica será uma outra discussão.

Apesar da sua suposta divindade, não é certamente este atributo, que invalida uma análise do ponto de vista antropológico e histórico.

Pessoalmente penso que se podem abrir aqui portas, para um melhor entendimento da figueira carismática que Ele foi.

Luta contra a ocupação romana na Judeia? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Crise de riso, Jesus disse o que iria acontecer, como Jerusalem seria destruida e o conselho que ele deu não foi lutar e sim fugir para os montes.
Quem lutava contra a ocupação romana na Judeia eram os líderes religiosos daquela época, mais precisamente os fundamentalistas Zeolotes.

Jesus em nenhum momento se meteu na politica, tanto que o conselho dele quanto a pagar impostos é dar a cesar o que é de cesar.

Essa foi "ótema"

"Existem dois tipos de história mundal: Uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos."

Honoré de Balzac
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Loja Tudo Saudável
08-07-2019, 03:24 PM (Resposta editada pela última vez em: 08-07-2019 03:38 PM por Marcelo Almeida.)
Resposta: #8
RE: Jesus, a biografia (im)possível
(08-07-2019 02:14 PM)Xevious Escreveu:  [quote='Marcelo Almeida' pid='282664' dateline='1562582498']
Jesus nunca foi político e revolucionário.
"Sim ele nunca foi político como nossos conceitos atuais.
Mas ele dizia aos abonados, se querem conseguir salvação, doem tudo aos pobres e vivam uma vida humilde.
Note que isto não significa largar da sua profissão, pode continuar trabalhando e ganhando bem, mas o ideal, segundo ele é ficar só com o necessário para o sustento e enviar os excedentes a quem precisa.
Isto se assemelha bastante com o apregoado pelo socialismo."


Não se pode ler uma passagem divorciada do contexto.
O amor ao dinheiro é prejudicial e não o dinheiro em si.
No contexto das escrituras, fica evidenciado que Deus é glorificado na riqueza e o diabo na miséria.
Deus é glorificado na saúde e o diabo na doença.
Deus é glorificado na paz e o diabo na guerra.
Deus é glorificado no casamento e o diabo no divórcio.
Além disso, a meritocracia é evidente quando Jesus ensina que todos colhemos somente o que plantamos.
A única igualdade divina é a igualdade de oportunidades.
O socialismo/comunismo é inimigo de Deus, posto que Deus nos deu uma individualidade e o comunismo quer troca-la por uma coletividade utópica.
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08-07-2019, 03:38 PM (Resposta editada pela última vez em: 08-07-2019 03:48 PM por CaféSemAçúcar.)
Resposta: #9
RE: Jesus, a biografia (im)possível
Jesus era um “aeon”

Dentro dessa estrutura básica entra a ideia de Jesus como Redentor dos abrigados na materialidade. Ele vem como um descendente do reino espiritual com uma mensagem de auto-redenção. O corpo de literatura gnóstica, que é mais amplo do que os textos de Nag Hammadi, apresenta vários pontos de vista desta figura Redentor.

Há, de fato, diferentes escolas do gnosticismo com cristologias diferentes. No entanto, a imagem comum emerge. O Cristo vem dos níveis mais elevados de seres intermediários (os chamados “aeons”, emanações da “Região da Luz”), não como alguém que veio se sacrificar na cruz para nos redimir dos pecados, mas como um revelador que veio sob a forma física de Jesus e para nos ensinar o caminho da gnose que nos faria relembrar o caminho de volta ao Pleroma.

Ele não foi uma espécie de agente pessoal do deus-criador revelado no Antigo Testamento - essa divindade metafisicamente despenteada e que criou um universo que está em uma verdadeira bagunça. Em vez disso, Jesus desceu de um nível mais elevado para ser um catalisador, para inflamar a “gnosis” latente dentro do ignorante. Em vez de trazer uma restauração ética às criaturas errantes de Deus através da crucificação e ressurreição, Ele teria vindo para nos relembrar que dentro de cada um de nós estaria uma verdade esquecida.

Morte e Ressurreição de Cristo

Cristo teria feito parte de uma cadeia de iluminados, aeons: Set, Enoch, Nicoteo, Noé, Sem, Abrahão, Zoroastro, Buda etc. Todos eles teriam tido a missão de nos mostrar que as nossas percepções condicionadas pelas experiências distorcidas nesse cosmos físico criaram uma prisão da essência espiritual no homem (a “centelha”). Lembrar através de um conhecimento secreto que o homem está perdido e longe de casa.

O problema é que o Cristianismo foca no sofrimento e na morte de Cristo, beirando o sado-masoquismo. Para o gnóstico, dor e sofrimento são partes da condição da queda nesse mundo, o resultado de nossa queda na a matéria.

Não há graça no sofrimento. O objetivo é transcender a matéria, não chafurdar em seus aspectos mais dolorosos. O foco no sofrimento e na morte de Jesus demonstra apenas a reação do ignorante para a principal lição de Cristo: a gnose. Ao contrário, na “ressurreição ilustrada” a morte é um tema superado. É irrelevante se fisicamente Jesus voltou dos mortos ou não, uma vez que os gnósticos e Jesus têm desprezo pela matéria, parece altamente improvável que a ressurreição teve a ver com a re-animação de um cadáver. Foi um despertar para a luz, a Transfiguração, em vez de alguma misteriosa reanimação.

http://cinegnose.blogspot.com/2012/12/o-...e-nag.html

--

A versão gnóstica é a mais palatável. Mas Jesus parece que foi um entrante (provavelmente um anunnaki) como diz os textos de Nag Hammadi.
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Diakonov (11-07-2019), Marck Vini (08-07-2019)
08-07-2019, 04:17 PM (Resposta editada pela última vez em: 08-07-2019 04:27 PM por ruicoelho.)
Resposta: #10
RE: Jesus, a biografia (im)possível
(08-07-2019 03:18 PM)NoNOM Escreveu:  ...

(...)
Citar:Portanto, de acordo com os relatos bíblicos e outras fontes históricas, a responsabilidade jurídica e moral pela morte de Cristo deve ser atribuída a Pôncio Pilatos que, sabendo-o inocente, condenou-o a ser flagelado e crucificado. Que Pilatos tinha consciência da sua responsabilidade nesse processo iníquo é o que se prova pelas palavras que então proferiu, enquanto lavava as mãos e sujava a sua consciência. Com efeito, se se declarou inocente do sangue daquele justo é porque se sabia responsável e queria iludir a sua culpa: como afirma um conhecido adágio jurídico, uma desculpa não pedida indicia uma manifesta acusação.

Não só Pôncio Pilatos foi o principal responsável pela morte de Cristo, como foram também romanos os executores da pena capital, nomeadamente o centurião e os soldados que crucificaram Cristo entre dois ladrões. Tratando-se de uma missão tão melindrosa, é evidente que o governador imperial não poderia correr o risco de que não fosse executada de acordo com as suas ordens, o que poderia ter acontecido se a mesma tivesse sido confiada a judeus. Com efeito, alguns destes eram furiosos inimigos de Cristo, enquanto outros eram seus devotos seguidores: uns e outros, pelo seu ódio ou devoção, poderiam contrariar, por excesso ou defeito, a execução da pena. Os fariseus, exagerando nos sofrimentos a infligir ao condenado à pena capital; os cristãos, aproveitando a ocasião para libertarem o seu Mestre e Senhor.
(...)

Citar:Pôncio Pilatos: Pôncio Pilatos, também conhecido simplesmente como Pilatos (em latim: Pontius Pilatus, foi governador (praefectus) da província romana da Judeia entre os anos 26 e 36 d.C. Na tradição Cristã, conhecido por ter sido o juiz que condenou Jesus Cristo a morrer na cruz.

Os burros não falam, zurram... e eu não costumo zurrar.

[Imagem: 350x]

SINOPSE: Fascinante, provocadora, fruto de uma meticulosa investigação, esta é a biografia que questiona todos os mitos acerca do homem conhecido como Jesus de Nazaré. Há dois mil anos, um judeu itinerante pregador e taumaturgo percorria a Galileia, reunindo seguidores para constituir o que ele designava por Reino de Deus. O movimento revolucionário que este homem pôs em marcha ameaçou a ordem estabelecida ao ponto de acabar por ser preso, torturado e executado. Examinando a construção do mito através dos séculos, Reza Aslan lança uma nova luz sobre a história de uma das personagens mais influentes e enigmáticas - Jesus na perspetiva da era tumultuosa em que viveu, a Palestina do século I, um tempo inundado de fervor apocalíptico, em que pregadores, profetas e supostos messias calcorreavam a Terra Santa, transportando a mensagem de Deus. Esta foi a era dos Zelotas que, unidos sob a bandeira do nacionalismo, faziam da resistência à ocupação romana um dever sagrado, do qual todos os Judeus estavam incumbidos. Neste livro, Aslan compara a figura de Jesus dos evangelhos com a das fontes históricas e descreve um homem cheio de convicção, porém repleto de contradições. E explora as razões que levaram o Cristianismo dos primeiros anos a difundir a imagem de um pacífico mestre espiritual em detrimento da do revolucionário politicamente comprometido.

Os burros não estudam... eu estudo.
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CaféSemAçúcar (09-07-2019)
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