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Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
02-09-2019, 07:32 PM (Resposta editada pela última vez em: 02-09-2019 08:03 PM por Bruna T.)
Resposta: #1
Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
[Imagem: 2019-09-02-18-10-44-www-gazetadopovo-com...6c94fc.png]

Todos já nos deparamos com imagens de ursos polares caminhando por pedaços flutuantes de gelo: vítimas emblemáticas do aquecimento global que está derretendo os polos, símbolos da ameaça ao planeta representada por nossa produção de energia – sobretudo do dióxido de carbono que as fábricas e automóveis emitem. Ouvimos mais e mais gritos pedindo a imposição de limites e o fim do desperdício para salvarmos não apenas os ursos polares, mas também os planetas e nós mesmos.

No discurso político e na imprensa, tempestades e enchentes geralmente são mostradas como sinais do apocalipse, acompanhadas por pedidos para que se salve o meio-ambiente e se respeite a Mãe Natureza. Somente as catástrofes parecem chamar nossa atenção e raramente se fala que o aquecimento global tem alguns benefícios, como o aumento na produção de grãos em regiões anteriormente congeladas da Rússia e Canadá. Tampouco ouvimos falar que as pessoas geralmente morrem de frio, não de calor. Vozes isoladas criticam o alarmismo do aquecimento global, considerando-o uma tese pseudocientífica cujo verdadeiro objetivo é conter a modernização econômica e o crescimento dos livres mercados, e aumentar o poder do Estado sobre o indivíduo.

Mais dúvidas do que convicções

Não sou climatologista e sempre tive dificuldades para tirar conclusões a partir desses argumentos. Daí me encontrei com Judith Curry em sua casa, em Reno, Nevada. Curry é climatologista. Ela chefiava o Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto da Tecnologia da Geórgia até desistir do mundo acadêmico para poder se expressar com independência. “O livre pensar e a climatologia se tornaram coisas incompatíveis”, diz ela. Você quer dizer que o aquecimento global não é verdade?, pergunto. “Existe um aquecimento, mas não entendemos exatamente as causas”, diz ela. “O fator humano e o dióxido de carbono contribuem para o aquecimento, mas quanto é uma questão de intenso debate científico”.

Curry é uma acadêmica, não uma analista política. Ao contrário de muitos oráculos no jornalismo e na política, ela nunca dá sua opinião sem provas. E ela tem dados para corroborar suas opiniões. Ela me diz, por exemplo, que entre 1910 e 1940 o planeta se aqueceu durante um episódio climático que lembra o nosso. O aquecimento não pode ser atribuído às indústrias, diz ela, porque na época as emissões de dióxido de carbono provocadas pela queima de combustíveis fósseis eram pequenas. Na verdade, diz Curry, “quase metade do aquecimento observado no século XX se deu na primeira metade do século, antes do aumento nas emissões de dióxido de carbono”.

Portanto, fatores naturais tinham de ser a causa. Nenhum dos modelos climáticos usados pelos cientistas que hoje trabalham para as Nações Unidas é capaz de explicar este aquecimento anterior. Os modelos tampouco são capazes de explicar o resfriamento repentino que ocorreu entre 1950 e 1970, criando uma onda alarmista que pregava o início de uma nova era do gelo. Eu me lembro das capas de revistas do fim dos anos 1960 e começo dos 1970 retratando o planeta prestes a entrar numa era de frio mortal. De acordo com um grupo de cientistas, estávamos enfrentando um cenário de apocalipse ambiental – mas o oposto do atual.

Mas o nível dos oceanos não está subindo, contra-argumento, causando erosão no litoral e ameaçando inundar centros populações ao nível do mar e ilhas desabitadas inteiras? “Sim”, responde Curry. “O nível do mar está subindo, mas isso está ocorrendo desde os anos 1860; ainda não observamos nenhum aumento acelerado na nossa época”. Aqui mais uma vez temos de cogitar a hipótese de que as causas para o aumento nos níveis dos oceanos são, na maior parte, naturais, o que não surpreende ninguém, de acordo com Curry, porque “a mudança climática é um fenômeno complexo e incompreendido, com vários processos nele envolvidos”.

Culpar as emissões de dióxido de carbono pelos humanos talvez não tenha base científica, continua ela, mas “algumas pessoas ficam mais tranquilas acreditando que dominamos o assunto”. Ela diz que “nada incomoda mais os cientistas do que a incerteza”.

Isso explica por que Curry abandonou o mundo acadêmico das pesquisas com financiamento governamental. “A climatologia se transformou num partido político de tendências totalitárias”, acusa ela. “Se você não apoia o consenso da ONU de que o aquecimento global é causado pelos seres humanos, se você expressa o menor ceticismo, você é um negacionista, uma marionete de Donald Trump, um quase-fascista que deve ser excluído da comunidade científica”. Hoje em dia, a climatologia “oficial” só aceita dados que reforçam sua hipótese de que a Humanidade está por trás do aquecimento global. Aqueles que ousam demonstrar algum interesse pelas causas naturais da variação climática – como ventos solares ou oscilações terrestres – são desprezados pela comunidade científica, na melhor das hipóteses.

A retórica dos alarmistas, vale a pena dizer, usa cada vez mais “mudanças climáticas” em vez de “aquecimento global”, e “mudanças climáticas” podem significar qualquer coisa. Essa mudança se deu em 1992, quando as Nações Unidas ampliaram o escopo de sua preocupação ambiental para incluir toda mudança que a atividade humana possa estar causando, abrangendo tantas coisas que poucas das atividades humanas são capazes de escapar a essa ideia.

“Política, dinheiro e fama”

As pesquisas científicas deveriam se basear no ceticismo, na reflexão constante a respeito das ideias consagradas: ao menos foi o que aprendi com meu mentor, o maior filósofo da ciência do nosso tempo, Karl Popper. O que levou os climatologistas a traírem a própria essência de sua vocação? A resposta quem dá é Curry: “política, dinheiro e fama”. Os cientistas são seres humanos, com motivações humanas; hoje em dia, o financiamento público, os prêmios e as promoções acadêmicas são dados para os ambientalmente corretos.

Entre os climatologistas, explica Curry, “uma pessoa não pode gostar muito do capitalismo e do desenvolvimento industrial e deve defender o globalismo em detrimento das nações”. Pense diferente e você será ostracizado. “A climatologia está se tornando uma ciência cada vez mais dúbia, servindo a um projeto político”, reclama ela. Em outras palavras, “a carroça política está na frente dos cavalos da ciência”.

É assim muito tempo na ciência ambiental, diz ela. A controvérsia quanto ao aquecimento global teve início em 1973, durante a crise do petróleo, que despertou o medo, sobretudo nos Estados Unidos, de que o petróleo fosse acabar. A indústria nuclear, diz Curry, se aproveitou da situação para defender a energia nuclear como a melhor alternativa e começou a subsidiar movimentos ecológicos hostis ao carvão e petróleo – e tem feito isso desde então. Assim nasceu a narrativa do aquecimento.

A NASA exerceu um papel na propagação da narrativa. Depois de encerrar as expedições lunares, a NASA estava à procura de uma nova missão, por isso criou alguns modelos climáticos improvisados que se atêm sobretudo às emissões de dióxido de carbono porque é um fato fácil de isolar e porque “é algo que está sujeito ao controle humano”, observa Curry. Apesar de ser apenas um entre vários fatores que causam as variações no clima, o dióxido de carbono foi aos poucos se transformando no maior vilão da história. Forças burocráticas nas Nações Unidas que defendem um governo mundial – governo da ONU, óbvio – passaram a apoiar essa linha de pesquisa. Daí os cientistas foram convocados e receberam incentivos para provar que tal projeto científico era cientificamente necessário, lembra Curry. A ONU criou o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) em 1988 para promover essa pauta e, desde então, climatologistas – um grupo cada vez mais visível e próspero – adotaram essa fé.

Em 2005, conversei com Rajendra Pachauri, engenheiro ferroviário indiano que se tornou climatologista e virou diretor do IPCC, órgão que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2007, sob seu comando. Pachauri me disse, sem nenhum constrangimento, que, na ONU, ele só contratava climatologistas que estivessem convencidos de que as emissões de dióxido de carbono explicavam o aquecimento global, eliminando todos os outros. Esse conluio extraordinário é o que permite aos políticos e analistas dizerem que “a ciência afirma que” o dióxido de carbono é o culpado pelo aquecimento global ou que existe um “consenso entre os cientistas” quanto ao aquecimento – o que significa que nenhum estudo posterior é necessário, algo que não faz nenhum sentido, já que a pesquisa científica se baseia não no consenso, e sim em visões contraditórias.

Acordo de Paris e outros tratados

Curry é cética quanto a quaisquer resultados positivos que possam surgir de tratados ambientais – sobretudo do Acordo de Paris, assinado em 2016. Segundo os termos do acordo, as nações signatárias – entre as quais não estão os Estados Unidos, que se retirou o pacto – se comprometeram a reduzir as emissões de gases do efeito estufa para estabilizar a temperatura do planeta ao nível atual. Mas, como explica Curry, mesmo que todos os países respeitassem o compromisso – o que é improvável – a redução da temperatura em 2100 seria de insignificantes 0,2 graus. E isso supondo que as previsões dos modelos climatológicos estejam corretas. Se houver um aquecimento menor do que o previsto, a redução na temperatura causada pela limitação nas emissões de gases será ainda menor.

Desde que o Acordo de Paris foi assinado, nenhum governo tomou medidas sérias. A saída dos Estados Unidos do pacto não é o único problema; a Índia está ignorando o acordo e a França “não cumpre seus objetivos de redução na emissão de gases ano após ano”, como admite Nicolas Hulot, ambientalista francês e ex-ministro do Presidente Emmanuel Macron. O acordo não pode ser levado a cabo e não gera nenhuma sanção – uma condição imposta por muitos governos que de outro modo não o assinariam.

Continuamos vivendo uma realidade contraditória: por um lado, ouvimos dizer que não existe ameaça maior à Humanidade do que os níveis de dióxido de carbono da atmosfera; por outro, nada acontece para realmente solucionar essa suposta ameaça. A maioria dos economistas sugere que o único incentivo eficiente para que se reduza as emissões de gases do efeito estufa seria a criação de um imposto mundial sobre o carbono. Nenhum governo parece disposto a aceitar tal medida.

Há uma crise apocalíptica envolvendo o aquecimento global ou não? “Sempre nos disseram que estávamos próximos do ponto a partir do qual seria impossível voltar atrás – que, por exemplo, o derretimento da calota polar no Ártico era o início do apocalipse”, diz Curry. “Mas esse derretimento, que teve início há décadas, não está provocando nenhuma catástrofe”. Os ursos polares se adaptam e se mudam para outros lugares e nunca foram tão numerosos; eles são ameaçados menos pelo derretimento e mais pela urbanização e desenvolvimento econômico da região polar, diz ela.

No último ano, aproximadamente, o planeta começou a resfriar”. Embora “ninguém saiba se isso vai ou não durar ou se isso será capaz de pôr a hipótese do aquecimento global em cheque”. De acordo com Curry, a ruptura dramática da camada de gelo não se daria por causa do derretimento provocado pelo aquecimento global, e sim por “erupções vulcânicas na região antártica, erupções essas que quebram o gelo e que não podem ser previstas”. Os climatologistas não falam sobre essas erupções porque seus modelos teóricos não respondem pelo imprevisível.

Curry, então, recomenda passividade? De jeito nenhum. Para ela, a pesquisa deve ser diversificada a fim de abranger o estudo das causas naturais das mudanças climáticas e não se ater obsessivamente ao fator humano. Ela também acredita que, em vez de perdermos tempo com tratados inúteis e debates estéreis, seria melhor nos prepararmos para as consequências das mudanças climáticas, sejam elas um aquecimento ou resfriamento. Apesar da balbúrdia em torno de eventos climáticos extremos, diz ela, furacões geralmente provocam menos danos hoje do que nos séculos passados porque os sistemas de alarme e os planos de evacuação melhoraram. Essa seria a abordagem correta.

O pragmatismo de Curry talvez não gere elogios entre os ambientalistas e os analistas progressistas, embora ninguém realmente questione a validade das pesquisas dela ou dos dados robustos que ela menciona a respeito de uma realidade absurdamente complexa. Se bem que nem a realidade nem a complexidade geram paixões como as dos mitos, e é por isso que o trabalho de Judith Curry é tão importante hoje em dia. Ela é uma caçadora de mitos.

Guy Sorman é colaborador do City Journal.

© 2019 City Journal. Publicado com permissão. Original em inglês

FONTE: https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/o...to-global/




OBS: O audio esta em inglês, ative a opção legendas para portugês
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02-09-2019, 10:51 PM (Resposta editada pela última vez em: 02-09-2019 11:10 PM por CaféSemAçúcar.)
Resposta: #2
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
Temperatura dos oceanos bate recorde e sobe cada vez mais rápido
Estudo combinou os resultados com os anteriores e comprovou que os oceanos não só estão se aquecendo de forma gradual, mas que o processo está acelerando

https://exame.abril.com.br/ciencia/tempe...is-rapido/

--

Segundo alguns cientistas o aquecimento dos mares acontece por causa do enfraquecimento da magnetosfera, mas isso não é por causa da emissão de CO2, algo segundo cientistas impossível o homem estar causando. As possibilidades são de que o Sol está muito forte e o núcleo da terra também está em uma atividade extrema.

O aquecimento dos oceanos acaba interferindo em todo o sistema planetário, fazendo com que em alguns lugares chova mais, em outros faça mais frio ou em outros fique mais quente e assim vai, deixando o clima mais extremo.

Hoje é quase impossível ficar de baixo do Sol, pelo menos para mim e para muitas outras pessoas que também perceberam isso ao longo do tempo.

Era a esquerda, agora ele se veste de direita liberal sionista. Troca-se a ração e seguimos para o abate. Mas os goyim estão acordando!

“Human beings are under the control of a strange force that bends them in absurd ways, forcing them to play a role in a bizarre game of deception.”
--Dr. Jacques Vallee

" Truth-seeking is a never-ending changing of directions"
--Wes Penre
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mbastos73 (07-09-2019), ruicoelho (07-09-2019)
03-09-2019, 01:14 PM
Resposta: #3
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
Aquecimento global existe.
Pode ser que não seja totalmente responsabilidade humana, a coisa é complexa.

Mas as medidas que são aconselhadas para impedir um aquecimento global, são realmente danosas a humanidade?

Ou seriam danosas a apenas alguns bilionários que detêm certos recursos?
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ruicoelho (07-09-2019)
03-09-2019, 09:09 PM
Resposta: #4
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
(03-09-2019 01:14 PM)Xevious Escreveu:  Aquecimento global existe.

Alguns estudiosos afirmam que não:

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Entrevista com Fred Pearce

[Imagem: 51VI44NSRZL._SL500_AA300_.jpg]

Na semana passada, durante uma viagem, tive a chance de ler o livro recente de Fred Pearce nos e-mails de East Anglia (foto acima). Depois de ler o livro, em vez de fazer uma crítica convencional, decidi abordar Pearce sobre fazer uma entrevista comigo. Pearce respondeu prontamente e graciosamente. Abaixo você pode ver minhas perguntas e suas respostas. Agradecemos a Fred por participar!

1. Você é um "cético em relação ao clima"? Como você caracterizaria suas opiniões sobre ciência e política das mudanças climáticas?

A: Sou cético, espero, no melhor sentido. Cético, mas não cínico. Cético no sentido de questionar. (Desculpe, mas nós britânicos escrevemos com c.) Eu acho que aqueles que questionam ativamente a história principal dos cientistas climáticos nos deram uma boa oportunidade argumentando, corretamente, que esses cientistas sabem menos do que às vezes afirmam ou sugerem. Existem enormes incertezas na previsão do impacto do "efeito estufa" no clima, algumas delas não incluídas nos modelos. Algumas pessoas têm sido menos do que honestas sobre isso. A maré pode estar mudando, no entanto. Prevejo que o próximo relatório do IPCC terá barras de erro mais amplas que o último. Quanto mais sabemos, menos parecemos ter certeza.

[Imagem: Fred-Pearce-enviromental--001.jpg]

Onde eu acho que alguns críticos do IPCC estão errados é em concluir que, porque sabemos menos do que pensamos, não precisamos nos preocupar. Eu acho que precisamos nos preocupar mais. Resultados de alto impacto e baixa probabilidade são uma preocupação real. É por isso que um livro que escrevi há alguns anos (With Speed ​​and Violence), com o subtítulo "por que os cientistas temem pontos críticos na mudança climática".

Seja como for que arranjemos, temos que acabar com o vício em combustíveis à base de carbono. Mesmo que não tenhamos acertado nossas estimativas de sensibilidade climática, em algum momento precisamos abandonar o hábito. Vamos continuar com isso. A chave será a tecnologia. Estou otimista de que podemos fazer isso, mas pouco claro sobre a combinação de forças (culturais, éticas, políticas, econômicas) que nos levarão até lá. É provável que haja pontos de inflexão no desenvolvimento tecnológico e no sistema natural, e espero que alcancemos o nosso antes que a natureza atinja o seu.

2. Os problemas que envolvem os e-mails de East Anglia envolvem uma quantidade incrível de "ele disse - ele disse" e seu livro procura solucionar algumas dessas contestações. Quão importante é para as pessoas entenderem os vários detalhes misteriosos dessas disputas? É possível determinar quem está certo e quem está errado nesses debates?

A: Não é importante, exceto para as pessoas que querem. Escrevi o livro porque estava em posição de conhecer os antecedentes de alguns dos problemas, conhecer muitas das pessoas envolvidas e (sendo freelancer) ter tempo para dedicar a ele. Também senti que muito lixo estava sendo falado tanto pelos interessados ​​em usar os e-mails para jogar fora os cientistas quanto pelos defensores dos cientistas. Eu pensei que uma investigação jornalística antiquada poderia ser útil.

Eu também tinha a sensação de que, algumas vezes, no passado, não havia prestado atenção suficiente ao que alguns "céticos" estavam dizendo, e eu pessoalmente precisava explorar seus argumentos um pouco mais a fundo. Alguns dos detalhes são misteriosos e muitos não são passíveis de respostas simples do certo e do errado. Uma das vantagens de fazer um estudo de comprimento de livro é que você pode refletir melhor isso. A Nuance é um luxo em uma notícia de mil palavras que raramente sobrevive à edição. E é claro que quem é julgado certo ou errado pode depender da sua perspectiva (moral, temporal e outras). Você pode refletir isso também. Onde eu sentia que as pessoas estavam escondendo coisas ou contando verdades muito parciais, eu disse. Onde senti que havia simplesmente interpretações diferentes, eu também disse isso.

3. Ninguém em seu livro aparece como um personagem particularmente simpático. Você é extremamente agressivo com os "céticos" e tem pouca simpatia pelos cientistas nos e-mails. O que isso diz sobre o debate sobre as mudanças climáticas?

R: Eu suspeito que muitos dos atores da história chegaram ao ponto em que eles simplesmente não viam nada além de motivos ruins entre seus antagonistas. Climategate foi uma tragédia de motivos equivocados. Portanto, para dar um exemplo, os e-mails costumavam ver Steve McIntyre como um negador climático hostil e de motivação política, quando ele era na verdade um libertário de dados de uma persuasão amplamente "morna". McIntyre tendia a responder vendo-os como tendo algo a esconder, quando frequentemente não o faziam. O debate ficou rançoso. Muitas pessoas estavam sendo forçadas a tomar partido quando não queriam. "Se você não é por nós, é contra nós."

Eu acho que o lançamento dos e-mails e as consequências que se seguiram, embora injustos para algumas pessoas envolvidas nele, resultarão em um debate muito mais aberto e sincero sobre a ciência climática no futuro.

4. Em alguns lugares do seu livro, você identifica quem estava certo e quem estava errado em debates científicos específicos. Até que ponto os repórteres estão bem preparados para fazer tais julgamentos e tem certeza de que os seus se sustentaram?

A: Os repórteres recuam desses julgamentos. Muitas vezes, fora da convenção jornalística, mais do que tudo. Havia um longo artigo na Columbia Journalism Review, analisando a versão da investigação que realizamos no jornal Guardian, aqui no Reino Unido, em março. A matéria comentou em termos favoráveis ​​sobre como estávamos mais dispostos do que os repórteres americanos (e os jornalistas em geral, eu diria) a considerar uma mentira uma mentira. Para dar um exemplo, parecia-me inconcebível que o senador Inhofe não tenha enganado conscientemente seus comentários sobre a citação "ocultar o declínio". Sua interpretação era totalmente inconsistente com o momento do email que ele estava discutindo. Então eu disse.

É claro que colunistas e escritores de opinião geralmente são livres com suas conclusões (incluindo aquelas sobre os motivos das pessoas sobre as quais escrevem), mas raramente se incomodam em organizar o tipo de evidência para fazê-lo permanecer. Essa é a virtude da investigação. Se você fizer uma investigação, não deverá retirar conclusões quando forem logicamente inevitáveis. Sim, estou confiante de que os meus se aguentaram. Mas estou feliz em admitir erros onde eles ocorrem. Após os artigos originais do Guardian, convidamos os leitores (incluindo os participantes da história) a anotar uma versão que colocamos on-line, e essas correções e críticas (juntamente com outras que chegaram até nós por outras rotas) foram incorporadas na versão do livro, como revisões ou citado como novas perspectivas.

5. Você afirma que Kevin Trenberth foi sujeito a ataques baseados em suas visões de furacões semelhantes às experimentadas por Mann e Santer. Como participante dos debates sobre furacões, não vi ataques sistemáticos a Trenberth como os enfrentados por Santer e Mann. Indiscutivelmente, Trenberth estava dando melhor do que estava recebendo - eu perdi alguma coisa?

R: Trenberth teve muita repercussão, principalmente na época do Katrina. Eu concordo que ele deu alguns também. Não é muito sistemático, eu acho. Eu geralmente subscrevo as teorias da história sobre a conspiração. Coisas acontecem, como alguém disse uma vez. A principal diferença é que isso aconteceu em poucos meses, enquanto os ataques a Santer e Mann já acontecem há anos. Eles também costumavam estar mais carregados de bagagem política (como foram algumas das respostas, como vimos nos e-mails).

Judy Curry argumentou que as "guerras de furacões" foram resolvidas dentro de alguns meses (ou pelo menos se tornaram discussões civis) porque os cientistas envolvidos estavam dispostos a conversar entre si. Considerando que, em particular, a disputa por tacos de hóquei persiste por mais de uma década, porque não era. Eu acho que provavelmente há alguma verdade nisso. Como um aparte, noto que Trenberth agora está se tornando um apóstolo para discussões sobre incerteza científica.

6. Se a imagem geral de uma influência humana no clima não está implicada nos emails, por que alguém deveria se importar com esse episódio? Em um ponto, você chama todo o resto de "exibição lateral".

A: Talvez não devessem. Mas eles fizeram, e eu pensei que precisava de uma investigação séria. Se eu perdi meu tempo, que assim seja. No entanto, acho que foram levantadas questões sutis sobre o processo e a integridade científicos - sobre o compartilhamento de dados, sobre a resposta às solicitações de IP, mais geralmente sobre como a ciência lida com o IP, sobre conflitos de interesse na revisão por pares e na elaboração de relatórios do IPCC, sobre declaração de interesse , sobre a transparência do processo do IPCC. No campo do IPCC, muitos dos pontos são abordados no recente relatório do Conselho da InterAcademy.

A saga mostra que os debates sobre o taco de hóquei permanecem sem solução (até Phil Jones concorda com isso agora). Mas, para mim, é uma demonstração se o século 11 foi tão quente quanto o século 20. Sabemos que há variabilidade natural. Se pudermos usar isso para avaliar a sensibilidade do clima às forças de efeito estufa, isso é útil, mas as temperaturas reais no século 11 parecem ter pouca importância. (Eu diria que sempre argumentei isso, inclusive em pontos em que o IPCC parecia interessado em usar o taco de hóquei como algum tipo de confirmação do aquecimento global causado pelo homem.)

7. Você pode apontar para o trabalho específico de Daniel Nepstad que justifica a alegação do IPCC de que "40% das florestas da Amazônia poderiam reagir drasticamente ..."? Analisei isso e não encontrei tais declarações em nenhum dos trabalhos de Nepstad (ou de qualquer outra pessoa). Você reivindica o contrário. O que eu perdi?

A: Dei uma nova olhada nisso. Em uma declaração aqui:

http://www.whrc.org/resources/essays/pdf/2010-02-Nepstad_Amazon.pdf

O próprio Nepstad diz que a reivindicação de 40% está correta. Ele cita dois de seus próprios trabalhos:

Nepstad, D., P. Lefebvre, U. Lopes da Silva, J. Tomasella, P. Schlesinger, L. Solorzano, P. Moutinho, D. Ray e J. Guerreira Benito (2004), a seca na Amazônia e suas implicações para a inflamabilidade da floresta e crescimento de árvores: uma análise em toda a bacia, Global Change Biology, 10, 704-717.
E Nepstad, D., I. Tohver, I., D. Ray, P. Moutinho, G. Cardinot. 2007. Mortalidade de grandes árvores e lianas após seca experimental em uma floresta amazônica. Ecology88 (9): 2259-2269.

Este último encontrou um “aumento de 38% na mortalidade” de uma seca simulada em um experimento florestal em larga escala. Essa parece uma justificativa razoável para que “até 40% das florestas da Amazônia possam reagir drasticamente”, embora se possa questionar a afirmação de Nepstad de que fundamentou as palavras de que isso é resultado de “até uma ligeira redução na precipitação”. No contexto da palavra "possível" do IPCC, talvez sim. É discutível.

Também baseiei meu resumo da situação em dois documentos do Met Office:
PM Cox et al, 2004. Morte na floresta amazônica sob as projeções do ciclo clima-carbono para o século XXI. Teoria e Climatologia Aplicada, 78, 137-156. DOI 10.1007 / s00704-004-0049-4

E RA Betts et al., 2004. O papel das interações ecossistema-atmosfera na diminuição simulada da precipitação na Amazônia e na morte da floresta sob o aquecimento global do clima. Teoria e Climatologia Aplicada, 78, 157-175. DOI 10.1007 / s00704-004-0050-y

O primeiro prevê uma queda na cobertura de árvores de folhas largas de 80% para 28% entre 2000 e 2100 como resultado de uma combinação de mudanças climáticas (incluindo redução da precipitação) e a perda de carbono resultante dos solos. Este último prevê uma redução de 80% com “menos de 10%”, até ao final do 21 r século, com fortes reacções entre o ciclo de carbono e precipitação reduzida. Ambos, portanto, sugerem mudanças muito superiores a uma perda de 40%.

Você pode razoavelmente dizer que o “trabalho posterior” de Nepstad não justifica completamente a declaração do IPCC, mesmo que Nepstad diga que sim. Embora eu ache que isso é um longo caminho. Mas o trabalho de Cox e Betts (ambos realizados no UK Met Office) parece justificá-lo, especialmente porque ele diz apenas "poderia".
Concordo que poderia ter sido mais difícil com o IPCC neste momento. Não desejo apoiar ou denegrir o texto do IPCC que, eu sugiro, poderia ter sido melhor composto. De qualquer forma, desejei guardar minhas críticas por indiscrições bastante mais claras.

8. Em seu livro, você me chama de cético climático em vários lugares. Em qual base?

A: Eu usei o termo livremente. Despreocupadamente, você pode dizer. Eu poderia ter feito uma distinção entre aqueles que são "céticos" em relação à ciência do clima e aqueles que são céticos em relação às conclusões políticas tiradas dela. Eu estaria certo em colocá-lo na segunda categoria? Talvez o termo seja mais carregado nos EUA do que no Reino Unido. Às vezes me chamo de "cético no melhor sentido". Mas, em geral, eu não gosto de dar rótulos às pessoas com quem eles são pessoalmente infelizes, sem justificá-los. Então, lamento esse termo no seu caso.

9. Você diz que talvez os jornalistas não tivessem feito seu trabalho. O que isso significa e o que eles devem fazer de maneira diferente?

R: Os jornalistas, sob pressão do tempo e de seus editores, raramente leem os e-mails antes de escrever suas histórias. Eles basicamente relataram o que estava sendo dito sobre os e-mails. E fez isso sem crítica. Principalmente, eles não denunciaram os próprios emails, além de usar as citações selecionadas por eles pelos protagonistas. Eu acho que isso é um mau jornalismo. Deveríamos ter uma missão para explicar. Muitas vezes perdemos de vista isso. Devo enfatizar que não tenho prazos diários (ou não todos os dias, de qualquer maneira). Então, isso é fácil para mim dizer. Mas devemos cavar mais e encontrar mais a verdade.

10. Finalmente, você diz que os cientistas criaram "duas tribos". No entanto, seu livro é cheio de linguagem que divide o mundo entre "os céticos" e os cientistas e seus aliados associados. Como você caracterizaria o debate climático?

A: Sim, provavelmente culpado. Mas se as pessoas insistem em alinhar-se em dois campos, é difícil não denunciá-las dessa maneira. Tentei ir além dessa caricatura ao discutir as questões substantivas. Antes do lançamento dos e-mails, o debate climático havia se polarizado. Entre os principais cientistas em particular, tornou-se difícil criticar qualquer aspecto da história principal - como retratado nos relatórios do IPCC e no "processo de Copenhague" sem ser rotulado de alguma forma como destruidor, cético ou até negador. Isso não era saudável. Criou o clima em que algumas partes das avaliações do IPCC (especialmente as partes do relatório do grupo de trabalho 2 sobre impactos) se tornaram ocasionalmente desequilibradas - conforme destacado no relatório do Conselho da InterAcademy.

Eu realmente acredito que parte do veneno foi removido no ano passado.

FONTE: http://rogerpielkejr.blogspot.com/2010/0...earce.html
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Koala (04-09-2019), Marck Vini (04-09-2019)
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04-09-2019, 10:18 AM
Resposta: #5
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
(03-09-2019 09:09 PM)Bruna T Escreveu:  
(03-09-2019 01:14 PM)Xevious Escreveu:  Aquecimento global existe.

Alguns estudiosos afirmam que não:
A maior polêmica não é em dizer que existe ou não aquecimento global

Mas que ele seria ou não provocado pelo homem.

Temos algumas provas irrefutáveis do aquecimento global.

Quer ver?
Vá a Indonésia e pergunte porque eles estão mudando sua capital (Jacarta), para uma cidade mais afastada do mar.

Ou vá a ilha de Tuvalu e pergunte porque existe uma migração de toda população para outras ilhas..

São regiões que sentem na carne este fato, no caso a elevação do nível do mar.
Não adianta ter algum morador de Tuvalu crente que o aquecimento global não exista.
Ele terá que se mudar, porque a água ta vindo, ele acreditando ou não.
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ruicoelho (07-09-2019)
04-09-2019, 05:45 PM
Resposta: #6
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
O admin postou este artigo no blog dele. Muito interessante. Dá uma conferida.

O argumento é de que as mudanças climáticas ocorrem de forma sazonal, ou seja, é cíclico e natural. Mas além disso, a mudança na distância da órbita terrestre em relação ao Sol interfere nas mudanças climáticas.

Citar:Se tivéssemos que resumir tudo em uma frase simples, seria o seguinte: O maior fator que influencia os padrões climáticos na Terra é o Sol , ponto final. Dependendo da posição da Terra em relação ao Sol a qualquer momento, as condições climáticas vão variar drasticamente e até criar anormalidades drásticas que desafiam tudo o que os humanos pensavam que sabiam sobre o funcionamento da Terra.



NASA Admite que as Mudanças Climáticas Ocorrem Devido à Mudanças na Órbita Solar da Terra
https://www.anovaordemmundial.com/2019/0...m+Mundial)

Era a esquerda, agora ele se veste de direita liberal sionista. Troca-se a ração e seguimos para o abate. Mas os goyim estão acordando!

“Human beings are under the control of a strange force that bends them in absurd ways, forcing them to play a role in a bizarre game of deception.”
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Marck Vini (04-09-2019), rmuller (05-09-2019)
05-09-2019, 11:25 AM
Resposta: #7
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
Sim é tudo inter-relacionado.

Há uma meia dúzia de movimentos conhedidos da terra, como translação e os outros.
Há uma dúzia de ciclos já conhecidos do Sol e se desconfia que existem mais.
Normalmente se fala só do ciclo de 11 anos, mas este é só o principal deles.

Estamos muito longe ainda de dominar todos os parametros, para podermos fazer uma boa previsão.

E o motivo principal, é que temos pouco tempo de observação, levando em conta que só a poucas décadas temos as aparelhagens necessárias para uma boa obtenção de informações.

Então não tem mágica, qualquer previsão terá uma grande incidência de desvio matemático.
Talvez em um século já tenhamos as informações suficientes para que nosso clima não nos pegue mais de calças curtas.
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Fire Fox (08-09-2019), Marck Vini (08-09-2019)
Você encontra o Sal Rosa do Himalaya pelo menor preço na Tudo Saudável
07-09-2019, 04:02 PM
Resposta: #8
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
(04-09-2019 05:45 PM)CaféSemAçúcar Escreveu:  O admin postou este artigo no blog dele. Muito interessante. Dá uma conferida.

O argumento é de que as mudanças climáticas ocorrem de forma sazonal, ou seja, é cíclico e natural. Mas além disso, a mudança na distância da órbita terrestre em relação ao Sol interfere nas mudanças climáticas.

Citar:Se tivéssemos que resumir tudo em uma frase simples, seria o seguinte: O maior fator que influencia os padrões climáticos na Terra é o Sol , ponto final. Dependendo da posição da Terra em relação ao Sol a qualquer momento, as condições climáticas vão variar drasticamente e até criar anormalidades drásticas que desafiam tudo o que os humanos pensavam que sabiam sobre o funcionamento da Terra.

Em segundo, os oceanos. Até pq são estes os responsáveis pela maior quantidade de área do planeta.

NASA Admite que as Mudanças Climáticas Ocorrem Devido à Mudanças na Órbita Solar da Terra
https://www.anovaordemmundial.com/2019/0...m+Mundial)
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CaféSemAçúcar (14-09-2019)
08-09-2019, 12:41 AM (Resposta editada pela última vez em: 10-09-2019 01:24 PM por CaféSemAçúcar.)
Resposta: #9
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
Senador esquerdista relaciona aborto a mudanças climáticas
Democrata defende que países pobres deveriam ter controle de natalidade


[Imagem: bernie-sanders.jpg]


O senador norte-americano Bernie Sanders, democrata que defende o controle de natalidade, relacionou a questão do abordo com as mudanças climáticas no planeta.

Durante evento da CNN, Sanders respondeu a pergunta da professora Martha Readyoff, que questionou se ele apoiaria a inclusão do controle populacional em sua agenda de mudanças climáticas.

Em sua respostas, o senador afirmou que deveria haver controle de natalidade em países pobres, devido ao crescimento populacional, que deveria ser um item a ser considerado nas mudanças climáticas.

Ele aponta o acesso ao aborto como algo que tem “tudo a ver” com a ideia de mudanças climáticas do planeta e ações necessárias para conter essas mudanças.

Sanders faz uma relação entre o controle de natalidade e a prática do aborto, acolhendo o argumento de que isso ajudaria nas questões climáticas.

A resposta do senador provocou reação dos republicanos e de eleitores conservadores, que criticam o uso da questão para tentar emplacar um discurso pró aborto.

https://www.gospelprime.com.br/senador-e...spelprime&

----

Eles já nem querem esconder mais que a agenda é anti-goy


---

Agora olha essa outra idéia genial e sensacional:

Cientista na TV sueca sugere comer carne humana para reduzir o aquecimento global.
E eles ainda colocam dedo humano em garfo na imagem.

[Imagem: Swedish%2BBehavioral%2BScientist%2BSugge...0%2599.jpg]


http://humansarefree.com/2019/09/swedish...gests.html

https://www.standard.co.uk/news/world/sc...30561.html

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Marck Vini (08-09-2019)
08-09-2019, 11:09 AM
Resposta: #10
RE: Judith Curry: A caçadora de mitos sobre o aquecimento global
(08-09-2019 12:41 AM)CaféSemAçúcar Escreveu:  [b]Cientista na TV sueca sugere comer carne humana para reduzir o aquecimento global.
E eles ainda colocam dedo humano em garfo na imagem.

Considerando que nos altos cargos da NOM vamos encontrar uma imensa maioria de satanistas, isso não me surpreende.

Mas que é bizarro tb não se discute.

Do jeito que as coisas estão acho que é uma questão de décadas até ser oficializado algo grotesco assim.

Com esse "politicamente correto" exigindo que a sociedade aceite cada dia algo mais hediondo que no dia anterior, é uma questão de tempo.

"Cantadas nas catedrais, sussurradas nas sombras, sempre inconstantes, raramente imutáveis. Assim se constroem as LENDAS."
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CaféSemAçúcar (08-09-2019), Fire Fox (10-09-2019)
Compre Cúrcuma em Pó na Tudo Saudável
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