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[Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
31-08-2015, 05:53 PM
Resposta: #1
[Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
Embora o tema possa parecer esgotado, este tópico tem a intenção de encontrar pontas soltas do lado evolucionista e do lado criacionista que, com sabedoria se consigam unir por forma a encontrar uma espécie de teoria unificada. Não gostava de ver comentários radicais de ambos os lados, mas, comentários que possam acrescentar algo de válido ao conhecimento da origem do homem. Como podem ler ao longo do texto, (peço por favor que tenham paciência e leiam com calma até ao fim. Garanto-vos que não se irão arrepender) para quem esteja interessado, encontrará pontes de ligação entre a fé e a razão, prova disso são a quantidade de cientistas que professam uma religião. As conclusões apontam também para que a evolução não anule a presença de um Deus maior, aliás, nos empurra para observar a evolução de tudo como obra de um criador transcendente. Dito isto parece que o evolucionismo não anula Deus. Sou adepto de que um dia a ciência e a religião se cruzarão no caminho que percorrem em direcção ao futuro, falo da tal unificação... Não devemos nos deixar tapear pela singularidade de nossa espécie, acreditando que somos o produto de forças especiais. Os cosmólogos que estudam as origens do universo têm que pensar em um big bang. Para os biólogos evolucionistas, uma crise de soluços é uma ideia mais adequada. Se pudéssemos ter o privilégio de observar as origens de nossa espécie e de nossa linhagem, uma coisa chamaria nossa atenção - a de que nada de muito especial aconteceu. Leiam e comente dentro do respeito mutuo não esquecendo que cada um tem uma opinião que pode, além de ser diferente, complementar a opinião do outro. Tenham paciência mas por favor façam o exercício da leitura. Obrigado a todos.

Em que condição poderia o evolucionismo coexistir com o criacionismo?

[Imagem: cxd.png]

O debate sobre a teoria da evolução, de Charles Darwin, se torna mais intenso nas culturas em que visões conservadoras do Cristianismo são mais populares. Nos Estados Unidos, fonte da maior parte da literatura antievolucionista, cerca de metade da população pensa que a evolução é falsa e quer removê-la do currículo das escolas públicas. A controvérsia é tão intensa que muitos pais educam os filhos em casa, em vez de mandá-los a escolas públicas onde se ensina a evolução. Em outros países, onde há aulas de religião na rede pública ou onde muitas crianças vão a escolas confessionais, o debate é sobre o que vai ser ensinado nas aulas de Biologia: criação ou evolução, Deus ou Darwin.

A oposição à evolução já foi exclusividade dos Estados Unidos, e lá ela continua mais forte que em quase todos os outros países – uma pesquisa da revista Nature descobriu que só na Turquia existe mais oposição à evolução que nos EUA. Mas ela também está crescendo na Austrália, na Inglaterra e na América Latina – e muito da antipatia vista nesses locais tem sua origem nos Estados Unidos. É trágico que a oposição à evolução tenha se fortalecido nas últimas décadas, justo quando a evidência a seu favor se tornou tão forte que praticamente toda a oposição a ela dentro da comunidade científica tenha desaparecido.

Duas vozes principais contestam a evolução. A primeira é o “criacionismo de Terra jovem”, que tenta convencer as pessoas de que a Terra foi criada cerca de 10 mil anos atrás, como descrito no primeiro capítulo da Bíblia. Apesar da evidência avassaladora de que nosso planeta tem bilhões de anos, esses criacionistas se recusam a aceitar as conclusões da ciência, já que elas contradizem sua incomum interpretação totalmente literal da Bíblia. A outra voz, mais sofisticada, é o “Design inteligente”, que tenta refutar a evolução ao encontrar coisas complexas na natureza que a evolução não consegue explicar muito bem. Por anos, ambos os grupos vêm dizendo que a evolução está morrendo, apesar de ela estar cada vez mais saudável.

A batalha sobre a teoria de Darwin é intensa porque muitos acreditam que a evolução é incompatível com a crença em um Deus criador. À medida que nossas culturas se tornam mais seculares, a visão científica segundo a qual nós evoluímos substitui a visão tradicional segundo a qual Deus nos criou, como descrito na Bíblia. Muitos cristãos temem que a religião que foi integrante central de suas culturas esteja sendo empurrada para as margens. A substituição da criação bíblica tradicional pela evolução biológica seria parte desse processo. Lutar contra Darwin, então, é visto como lutar por Deus. E quem não quer lutar por Deus?

A afirmação de que Darwin substituiu Deus, no entanto, é simplesmente falsa. Muitos cientistas são cristãos e acreditam que a evolução é apenas a maneira que Deus usa para criar. Assim como Newton não virou ateu quando percebeu que era a gravidade que mantinha os planetas em suas órbitas, não precisamos nos tornar ateus se aceitamos que Deus cria por meio de um processo evolutivo. A ciência, para os milhões de cristãos que a abraçam, é o estudo de como Deus faz as coisas, e não um longo argumento a favor da inexistência de Deus.


No princípio... o quê? Darwin, o evolucionismo e os cristãos.


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Há exatos 150 anos o mundo científico e o mundo religioso foram abalados pelo lançamento de um livro. O impacto dessa obra resultou do fato de que o autor propunha uma explicação muito diferente daquela aceita tradicionalmente para a grande diversidade das formas de vida existentes na Terra. O livro foi “A Origem das Espécies” (1859) e seu autor, o biólogo e naturalista inglês Charles Robert Darwin (1809-1882). Segundo Darwin, todas as espécies de seres vivos hoje existentes, inclusive o ser humano, evoluíram a partir de um ancestral comum por meio de mutações graduais (variações espontâneas) e da seleção natural (sobrevivência dos mais aptos). Assim, ao longo de um imenso período de tempo organismos vivos simples deram origem a outros mais complexos meramente através de leis naturais intrínsecas, sem intervenção externa sobrenatural. É claro que essas proposições representavam um sério desafio para a fé cristã histórica.

Evolução de uma teoria


A idéia da evolução não surgiu com Darwin. Na antiguidade, ela já havia sido proposta pelo filósofo grego Anaximandro. Na primeira metade do século 19 tinha sido levantada por diversos cientistas, inclusive o avô de Darwin. Inicialmente foi aplicada à geologia, para então estender-se à biologia. Um evento decisivo para Charles Darwin foi a famosa viagem de estudos que fez à América do Sul no navio Beagle, durante cinco anos, na década de 1830. Nessa viagem, ele passou pelo Brasil, mas fez suas observações mais importantes nas ilhas Galápagos. Darwin inicialmente era um homem religioso, tendo inclusive, quando jovem, considerado a carreira ministerial. Em “A Origem das Espécies”, ele deixou algum espaço para a crença em Deus. Todavia, em sua outra obra sobre o assunto, “A Descendência do Homem” (1871), assumiu uma postura mais agnóstica. Ainda assim, quando morreu foi sepultado na Abadia de Westminster, a poucos metros do túmulo de Isaac Newton.

Rapidamente a teoria da evolução alcançou notoriedade e crescente aceitação. Um dos principais responsáveis por isso foi T. H. Huxley, o indivíduo que cunhou o termo “agnóstico”, que utilizou para descrever sua própria posição. Curiosamente, muitos líderes religiosos foram simpáticos à nova teoria. Dentre eles, podem ser mencionados Frederick Temple, futuro arcebispo de Cantuária, Lyman Abbott, influente clérigo americano, e Henry Drummond, biólogo e pastor escocês. Para eles, a evolução era um sinal da providência de Deus e de seu contínuo trabalho em sua criação. Outros, porém, como o pregador calvinista inglês Charles H. Spurgeon, manifestaram sua contrariedade. Na comunidade científica, com o passar dos anos a teoria evolucionista se tornou a doutrina universalmente aceita, a posição consagrada pela academia.

O julgamento do macaco


Nos primeiros cinqüenta anos após a publicação do clássico de Darwin, as reações contra o conceito de evolução biológica foram relativamente limitadas nos círculos cristãos. Na verdade, alguns aspectos do evolucionismo ganharam simpatizantes não só entre os teólogos liberais, mas também entre alguns conservadores. Dois exemplos conhecidos são o presbiteriano Benjamin B. Warfield e o batista Augustus H. Strong. Essa situação mudou radicalmente a partir da década de 1920, com a eclosão do movimento fundamentalista nos Estados Unidos. Em sua luta ferrenha contra o modernismo, os fundamentalistas adotaram uma posição antievolucionista radical. Para eles, a teoria da evolução era um sério atentado contra a inspiração e autoridade das Escrituras, pois colocava em dúvida o relato da criação contido no livro do Gênesis.

Um episódio constrangedor para esse grupo ocorreu em julho de 1925 na cidadezinha de Dayton, no Tennessee. John T. Scopes, um professor de biologia, havia ensinado a teoria da evolução em suas aulas no curso secundário, o que violava uma recente lei estadual. Quando o caso foi levado a julgamento, os dois principais assistentes da acusação e da defesa foram, respectivamente, o ex-candidato a presidente William Jennings Bryan, representante da posição fundamentalista, e o advogado agnóstico Clarence Darrow. O evento, que ficou conhecido como “monkey trial” (julgamento do macaco), teve enorme cobertura da imprensa, tendo sido o primeiro julgamento dos Estados Unidos a ser transmitido pelo rádio em âmbito nacional. Ao ser interrogado por Darrow sobre questões de Bíblia e ciência, Bryan se mostrou vacilante em muitas de suas respostas. A posição conservadora deixou uma imagem de estreiteza de mente e superficialidade.

Um desafio real


Para os cristãos, o maior problema de muitos evolucionistas está em sua postura filosófica -- o naturalismo -- que nega “a priori” qualquer lugar para Deus nos fenômenos estudados pela ciência. Esses cientistas afirmam dogmaticamente que questões de fé e questões de ciência são compartimentos estanques, incomunicáveis. O autor Phillip E. Johnson é um dos mais respeitados críticos das pretensões filosóficas das teorias darwinistas e neodarwinistas. Ele demonstra que os defensores da evolução naturalista são tão condicionados por pressuposições sobre a realidade e o conhecimento quanto os seus opositores. Dois bons livros de Johnson que abordam esses temas são “Darwin no Banco dos Réus” (Cultura Cristã) e Ciência, Intolerância e Fé (Ultimato). Esse e outros estudiosos teístas argumentam que existem questões cruciais para as quais a abordagem naturalista não tem uma resposta convincente, a começar da origem da vida e das leis precisas e universais que regem toda a realidade. Alguns deles, não necessariamente religiosos, têm proposto o conceito de “projeto inteligente” (Intelligent Design).

No âmbito do cristianismo, tem existido uma variedade de posições em relação ao assunto. Uma abordagem é o “evolucionismo teísta”, segundo o qual Deus criou de maneira direta no início do processo e desde então atua somente através de causas secundárias por meio da evolução biológica. Um exemplo clássico desse enfoque é o teólogo e antropólogo católico Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), que reinterpretou toda a mensagem cristã em termos evolucionistas. Outra perspectiva, o “criacionismo progressivo”, entende que as atuais variedades de organismos são resultantes do processo de diversificação por meio da microevolução, a partir dos protótipos criados originalmente por Deus. Por fim, há o criacionismo clássico, segundo o qual cada espécie foi criada diretamente por Deus. Essa posição inclui o entendimento literal dos dias da criação (24 horas), de uma terra jovem (cerca de dez mil anos) e de um dilúvio universal que explicaria os depósitos sedimentares e os fósseis de hoje.

Criacionismo e educação

Recentemente ocorreu na imprensa de São Paulo mais um capítulo do debate sobre o ensino do criacionismo em sala de aula. Desta vez a controvérsia se centrou na educação básica dos Colégios Presbiterianos Mackenzie. Nestes últimos anos, essa conceituada instituição vem implantando o chamado Sistema Mackenzie de Ensino, um conjunto de materiais didáticos que procura dar uma abordagem cristã ao ensino das ciências. Por várias semanas a “Folha de São Paulo” trouxe matérias sobre o assunto. O colunista André Petry, da revista “Veja”, conhecido por suas posições secularistas, escreveu um artigo sarcástico sobre o tema. Em síntese, os autores disseram: mantenham o criacionismo restrito às aulas de religião; não o levem para as classes de ciências.

Infelizmente, o termo “criacionismo” está desgastado. Muitas vezes, é usado para descrever uma posição religiosa estreita que adota uma determina interpretação da Bíblia e rejeita em bloco o que entende ser uma visão científica antibíblica. Em seu livro “The Scandal of the Evangelical Mind” (O escândalo da mente evangélica), o historiador Mark Noll procura evidenciar os danos que a chamada “ciência da criação” tem causado ao evangelicalismo. Todavia, no melhor sentido do termo, o criacionismo é a afirmação de uma das convicções mais básicas do cristianismo. Ao contrário dos gregos, que criam na eternidade da matéria, e dos gnósticos, que a consideravam intrinsecamente má, os cristãos abraçaram a posição conhecida como “creatio ex nihilo”, ou seja, Deus criou todas as coisas a partir do nada, sem utilizar qualquer material preexistente. A criação é, portanto, boa e valiosa. Essa verdade é a primeira declaração da Escritura (“No princípio criou Deus os céus e a terra”) e do Credo Apostólico (“Creio em Deus Pai, todo-poderoso, criador do céu e da terra”).

Conclusão


No transcurso do segundo centenário do nascimento de Darwin e dos 150 anos de sua famosa teoria, os cristãos têm duas tarefas a realizar. Por um lado, devem buscar maneiras construtivas de se relacionar com o mundo ao seu redor, do qual a ciência faz parte. A ciência moderna tem raízes cristãs e muitos cientistas são, ainda hoje, homens e mulheres tementes a Deus. A pesquisa científica tem dado contribuições formidáveis à humanidade. É verdade que não pode existir harmonia plena entre o evangelho e o mundo: o escândalo da cruz sempre estará presente. Todavia, é danoso para o testemunho cristão e para a influência cristã na sociedade levantar barreiras por vezes desnecessárias em relação à cultura. Por outro lado, os cristãos não podem negociar suas doutrinas essenciais. Seria inconsistente declarar certas convicções nos templos e nas aulas de religião e suprimi-las em outros contextos. De modo cortês, mas com firmeza e integridade, eles devem mostrar que a sua fé não pode ficar restrita a um gueto. Sendo verdadeira, ela deve encontrar expressão em todas as esferas da vida, inclusive no terreno intelectual e acadêmico.



Darwin e sua presença na teologia


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Charles Darwin continua polêmico duzentos anos após seu nascimento e cento e cinqüenta anos depois da publicação de A Origem das Espécies. O medo que teólogos no correr desses cento e cinqüenta anos tiveram de Darwin nos leva a esta pequena reflexão sobre o assunto. Serei breve, não pretendo, nem acho possível esgotar o assunto, desejo apenas apresentá-lo. Creio que o medo referido é mantido por tradição baseada mais em desconhecimento do que em fatos.

É importante entender que Darwin sempre conviveu com o cristianismo inglês, o anglicanismo. Nosso cientista nasceu durante as guerras napoleônicas, quando os conservadores governaram em estreita associação com a igreja. Embora o alto clero tenha adotado uma postura que se aproximava em muito do fundamentalismo, a família de Darwin procurou não se afastar de sua tradição iluminista, quando os não-conformistas levantavam a bandeira da “unidade sem uniformidade”. Assim Darwin, seguindo uma tradição escandalosa para o anglicanismo oficial da época, se posicionou no campo do unitarianismo, que prega a unidade absoluta de Deus, a liberdade de cada pessoa para buscar a verdade e a espiritualidade sem a necessidade de dogmas ou instituições, como fizera um de seus avós, Erasmus, que era livre-pensador. Aliás, Charles foi batizado numa capela unitarista. Quando sua mãe faleceu, ele tinha oito anos e foi estudar em Shrewsbury School, uma escola pública sob administração da igreja anglicana.

O pai de Charles, Robert Darwin, era médico e livre pensador como Erasmus. Quando a família constatou que Charles não pretendia fazer medicina, como o pai, sugeriu que seguisse a carreira eclesiástica. Mais tarde, Darwin escreveu: "Gostei da idéia de ser pastor no interior. Passei a ler com atenção o Credo de Pearson e livros sobre Deus. E como não tinha a menor dúvida sobre a verdade absoluta e literal de cada palavra da Bíblia, logo me convenci de que os nossos princípios deveriam ser aceitos integralmente”. E, assim, foi matriculado no Christ's College Cambridge para o bacharelado em Artes exigido.

Mas, por obra do destino (ops!), ele freqüentava as aulas de história natural ministradas pelo pastor John Stevens Henslow, que também era professor de teologia. E passou a ler os textos de outro pastor, William Paley, que trabalhava Filosofia Moral e Política e dava umas aulas muito criativas sobre As Evidências do Cristianismo. Darwin escreveu que apreciava tanto os textos de Paley que poderia expor todos seus argumentos, embora não com a mesma precisão. Disse que gostou tanto do livro A Teologia natural, obra maior de Paley, que era quase capaz de recitá-lo de memória.

Depois de ter sido aprovado nos exames de teologia, Charles não abandonou a Teologia Natural de Paley, que apresentava provas da existência de Deus recorrendo à complexidade dos seres vivos, que foram colocados num mundo organizado e feliz, conforme escolha e finalidade definidas pelo Criador. E foi assim que Charles começou a se interessar pela ciência. E tal escolha aconteceu num momento em que Cambridge recebia a visita de dois missionários que nadavam contra a corrente, Richard Carlile e Robert Taylor. Aliás, Taylor, “o capelão do Diabo”, já tinha, inclusive, sido preso por blasfêmia. A presença dos dois e suas posturas não-conformistas geraram tumultos e ambos foram expulsos de Cambridge. Essas surumbambas fizeram Charles repensar sua escolha.

A teologia deu lugar à ciência. E a viagem na expedição do Beagle foi um acontecimento benfazejo. Quando retornou à Inglaterra e desenvolveu a teoria da seleção natural, então sim, começou a entrar em conflito com o argumento teleológico que marcara seus estudos teológicos.

A morte esteve presente na vida de Darwin: pensou sobre ela e sua leitura cristã e acabou por considerar a construção da fé produto e desenvolvimento da própria sociedade. Mas, foi com a morte da filha Annie que se afastou da crença em um Deus bom, deixando o cristianismo de lado, embora não tenha rompido formalmente com sua igreja local: continuou a ajudar financeiramente suas ações sociais e missionárias. Aos domingos, no entanto, preferia sair para caminhar, enquanto a família ia aos cultos. É interessante notar que quando escreveu A Origem das Espécies ainda era teísta: acreditava na existência de Deus como causa primeira.

Foi no final da vida que Darwin passou a questionar a religião como avalista da ciência. Disse que a ciência não pertence a Cristo e que o hábito da investigação científica faz um homem sábio quando busca e admite o óbvio. Disse não crer que houvesse sempre revelação, embora sobre a futura vida, caberia a cada um julgar por si próprio entre probabilidades vagas e contraditórias. Nunca afirmou ser ateu, preferia ser visto como agnóstico.

Caso convidássemos Darwin para uma conversa tranqüila, e se isso fosse viável hoje, muito possivelmente nos contasse que não tinha ouvido para música a ponto de questionar como poderia tirar algum prazer dessa arte. Ou dizer como, em um período em que colecionava besouros, tendo encontrado dois deles segurou um em cada mão. Mas eis que um terceiro aparece! Então, sem pensar, coloca um deles na boca para liberar uma das mãos. O inseto libera um líquido que queima sua língua e como resultado dois besouros se perdem.

História simples, quase sem importância, uma bobagem, mas serve para situar o homem. Alguém que não teve vergonha de incluir estes detalhes em suas memórias.

Às vezes, um de meus estudantes, querendo se fazer apologista, diz em sala de aula: “Não concordo que viemos dos macacos!” Bem, quem quiser atacar a teoria de Darwin, que ataque, não ficarei no caminho. Mas descartar ou abominar o que não se conhece é base segura para o fundamentalismo, para o preconceito, para a violência. Ainda hoje, mesmo na Europa e nos Estados Unidos, a teoria da evolução só é bem aceita em meios científicos. Mas muito possivelmente as reservas por parte da população possam ser explicadas pelos equívocos e folclores atribuídos a Darwin, como a afirmação prematura de meu aluno em sala de aula. De todas as maneiras, sabemos como é difícil para a fé simples aceitar que o ser humano visto enquanto elemento de um ecossistema não é autônomo e independente em relação às outras espécies.

Mas voltemos aos equívocos e folclores. Um exemplo de equívoco é o chamado “darwinismo social", que afirma existir raças superiores e raças inferiores. O que foi amplamente utilizado pelo nazismo. Darwin não defendeu tais idéias. Ao contrário, quando deixou o Brasil disse que não voltaria mais a um país escravagista. Já folclore é a idéia linear da evolução, presente naqueles desenhos de um macaco de quatro, outro semi-ereto na frente e, por último, o homo sapiens. De acordo com Darwin, o homo sapiens não veio do macaco, mas de um ancestral comum tanto ao homo sapiens como aos macacos. E, mais ainda, não há uma espécie menos evoluída e outra mais evoluída: todas emergem como ramificações da vida que se espraia.

Assim, Darwin nos apresenta a probabilidade de termos um antepassado comum com os macacos, que não era homem e não era macaco, ao menos não como os conhecemos hoje. Este antepassado, por sua vez, provavelmente tinha antepassados comuns com vários mamíferos de seu tempo e assim por diante.

Mas alguém que vê sua fé ameaçada pela teoria da evolução poderia dizer: “Mas dá na mesma, a alternativa é ainda mais primitiva!”. É verdade. Por isso, eu diria ao estudante de religião: tão primitiva quanto os vários estágios do processo da produção de um vaso. Neste caso partimos de terra, moldamos até obter a forma desejada, deixamos secar, levamos ao forno, e por aí vai. É algo que não sei fazer, mas admiro os que sabem. É uma arte. Se eu disser que acredito que exista a etapa da modelagem da argila ninguém me acusaria de não acreditar que o oleiro fez o vaso. Se eu for em frente com a metáfora do vaso posso dizer que ambos são fruto de um processo de criação. É certo que Darwin não disse isso, nem pensava assim. Estou apenas construindo pontes.

No livro dos princípios, o de Gênesis, os períodos de tempo nomeados normalmente são traduzidos como dias, mas podem ser qualquer unidade de tempo, yom ou eras como aparece no hebraico. Quanto tempo é uma era? Pode ser muito tempo. Talvez tempo bastante para o surgimento dos primeiros pedacinhos unicelulares de vida através de variações genéticas e seleção natural, equivalentes ao processo de modelagem dos animais, do vaso-humano, da vida neste planeta. Esta opinião pode ser questionada, como tudo sob o sol. É perfeitamente possível questionar Darwin. Ele mesmo questionava suas descobertas o tempo todo. Mas, podemos crer no oleiro, na existência do vaso e em sua modelagem.

O evolucionismo cristão


[Imagem: 2.jpg]

A origem das espécies de Darwin levou a teologia a repensar o surgimento do universo e do ser humano. E quem fez essa caminhada inusitada e criativa foi o jesuíta Pierre Teilhard de Chardin, precursor do evolucionismo cristão: cientista e teólogo proibido pela igreja. Só depois da morte, em 1955, aos poucos suas pesquisas e produção saíram do ostracismo. Hoje é leitura obrigatória quando em teologia se discute cristianismo e evolução.

Assim, as discussões sobre a origem da vida continuam a gerar polêmicas, principalmente porque leitores tomam o relato de Gênesis, em seus três primeiros capítulos, como literalidade absoluta. Por isso, as idéias de Darwin causam tanto desconforto hoje como quanto em 1858, quando apresentou a teoria da evolução à comunidade científica.

Quase setenta anos depois daquele desconforto, em 1926, Teilhard de Chardin, com 45 anos de idade, vivendo e trabalhando como paleontólogo em Tientsin, na China, escreveu à sua prima Margueritte Chambom. Disse que estava decidido a relatar o mais simplesmente possível a experiência ascética e mística que vivia e ensinava. Mas não pretendo abandonar o rigor do cristianismo. Queria, antes que nada, ir adiante.

Na época de Darwin, outra leitura sobre a origem da vida, defendida pelo pastor William Paley, ganhara força: dizia que a adaptação dos organismos vivos era fruto de um projeto inicial, de um desenho inteligente. Mas, como vimos, Darwin rompeu com as idéias de Paley e partiu uma hipótese radical: os seres vivos se desenvolveram a partir de mudanças aleatórias e as particularidades do humano se deram por razões adaptativas.

Para Chardin, ir adiante era uma postura de paleontólogo. Mas ele não era só um paleontólogo, era teólogo e místico. Assim, ir à frente significava que arriscaria tornar-se o Darwin da teologia. E em Tientsin, onde a Companhia de Jesus acabara de abrir um instituto de estudos superiores e para onde foi mandado numa espécie de exílio, pois lá suas idéias não repercutiriam, mergulhou em pesquisas de campo e produção teórica.

É interessante ver que as oposições que Darwin e Chardin enfrentaram foram semelhantes.

A Companhia de Jesus sem desejar colocou Chardin no lugar certo, pois em Tientsin estavam sendo realizadas escavações e expedições paleontológicas. De 1923 a 1946, ele permaneceu lá. E não se afastou de suas pesquisas. Aprofundou-se na ciência, a procura de um novo pensar teológico. E foi assim que surgiu sua principal obra: O fenômeno humano (1955), onde apresentou os conceitos que passaram a balizar o evolucionismo cristão. Mas escreveu também outros trabalhos importantes: O coração da matéria (1950), O surgimento do homem (1956), O lugar do homem na natureza (1956), O meio divino (1957), O futuro do homem (1959), A energia humana (1962), Ciência e Cristo (1965).

Chardin formatou novas leituras da evolução, da estrutura orgânica do universo e da tendência do ser a alcançar um estado cada vez mais orgânico, de unificação. O fim da existência passou a ser visto como a convergência das consciências individuais na consciência do centro ômega, momento de completude do processo evolutivo.

"Uma só liberdade, tomada isoladamente, é fraca, incerta e pode facilmente errar nos seus tateios. Uma totalidade de liberdades, agindo livremente, acaba sempre por encontrar o seu caminho. E eis por que, incidentemente, sem minimizar o jogo ambíguo da nossa escolha em face do Mundo, eu pude sustentar implicitamente, no decurso desta conferência, que nós avançávamos, livre e inelutavelmente, para a Concentração através da Planetização. Na evolução cósmica, poder-se-ia dizer, o determinismo aparece nas duas pontas, mas, aqui e lá, sob duas formas antitéticas: em baixo, uma queda no mais provável por defeito, - em cima, uma subida para o improvável por triunfo de liberdade".

O universo, para Chardin, está impregnado de pensamento, o que se torna patente com a evolução, através da crescente complexidade estrutural que a matéria alcança. Chardin intuiu laivos de consciência nos graus ínfimos da existência, no plano físico do universo. A evolução levou esta consciência a revelar-se mais avançada no ser humano. Ora, a organicidade do todo implica uma lógica, seria absurdo determo-nos neste ponto do caminho sem continuá-lo.

Assim, para Chardin, o fenômeno humano não completou a sua trajetória e não alcançou a necessária conclusão, mas tal movimento está implícito na lógica do desenvolvimento do próprio fenômeno. Então o Cristo, para este cientista e teólogo, pode ser proposto à ciência como biótipo do fenômeno humano, como modelo que o humano poderá atingir com a evolução, e o Evangelho como a lei social da unidade coletiva representada pela humanidade do futuro. Esse é o processo da evolução, numa correlação das compreensões da ciência e da espiritualidade cristã. E o humano faz parte deste processo.

Chardin constrói, assim, uma teologia da evolução, onde a santificação se dá por meio da presença universal do pensamento imanente da divindade. É a sagração da evolução. Chardin caminhou no terreno do cristianismo, mas fez uma nova leitura da origem da existência, onde a estrutura mais íntima do ser é de natureza psíquica, para concluir que a vida é pensamento coberto de morfologia e a espiritualidade é o ápice da evolução.

Ou como disse numa oração:


"Rico da seiva do Mundo, subo para o Espírito que me sorri para além de toda conquista, revestido do esplendor concreto do Universo. E, perdido no mistério da Carne divina, eu já não saberia dizer qual é a mais radiosa destas duas bem-aventuranças: ter encontrado o Verbo para dominar a Matéria, ou possuir a Matéria para atingir e receber a luz de Deus".

A partir de Darwin e de sua presença na teologia, através de Chardin, podemos dizer que pensar a existência humana é tarefa aberta e permanente para a ciência e a teologia. Mais do que perder-se em formulações dogmáticas, quer na ciência ou na teologia, o desafio humano é a busca para compreender como (ciência) e por que (teologia) estamos conectados à existência e ao Universo.


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31-08-2015, 08:55 PM (Resposta editada pela última vez em: 31-08-2015 08:58 PM por Marcusmho.)
Resposta: #2
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
A teoria da evolução, assim como o espiritismo e o comunismo, foram criações da maçonaria e illuminati, o qual os financiaram para fazer uma crescente onda de pensamento anti-cristão, para dá início a apostasia do ocidente

quanto ao papa, é só uma marionete, que no momento certo, quando a apostasia tá no auge com a lavagem cerebral completa da civilização ocidental, aparece um papa com essa ladainha que só engana os já enganados.
a história de adão e eva é essencial para entender a necessidade da graça de Cristo, a entrada do pecado do mundo e a sua solução, observa-se também as descendencias de adão até noé e de noé até abraão, sendo portanto, indissociáveis a realidade e não metafóricos

   

TEORIA DA EVOLUÇÃO É UMA FRAUDE(EVIDÊNCIAS)

1 - A Falsa evidência da homologia e semelhança genética:
Dizem que membros semelhantes e genes semelhantes de espécies animais distintas é uma prova de que vieram de um ancestral comum, mas percebe-se que isso não é prova alguma e sim uma inferência, pois em vez de ancestralidade comum, podemos ter mais evidência de design comum destes animais desenhados por um criador. Então não há um mecanismo empiricamente demonstrado para estabelecer que as homologias sejam devidas à ancestralidade comum, ao invés de design comum. Os argumentos Darwinistas sobre a “homologia” e “genes semelhantes” são um caso clássico de raciocínio circular e inferência falsamente induzida a evidência.



2 - Os Falsos diagramas embrionários:
Ernest Haeckel, um professor alemão muito influente da Universidade de Jena. Haeckel tinha publicado uma série de gravuras em 1866 mostrando o desenvolvimento embrionário de diversas espécies(um pouco depois do livro a origem das espécies de Darwin), O propósito dos diagramas era mostrar que o ciclo de desenvolvimento no útero refletia (ou "recapitulava") os mesmos estágios pelos quais uma espécie passou durante o longo processo de sua evolução. O problema com os diagramas é que eles eram uma total fabricação. Começando com imagens legítimas dos embriões de diferentes espécies, Haeckel fez uma série de ajustes para torná-los mais similares uns com os outros. Ele misturou embriões, removeu ou acrescentou partes, mudou o tamanho relativo de diversos aspectos, identificou outros incorretamente, e distorceu de várias formas as evidências até que obteve os resultados que desejava. Lembre-se que tudo isto foi realizado em um tempo em que a ciência da Embriologia Comparada era pouco compreendida. Haecke sabia que apenas alguns poucos acadêmicos na Europa e nos EUA poderiam contestar suas afirmações, mas que, dado o prestígio da Universidade de Jena, isto era altamente improvável.

Entretanto, alguém abriu a boca e contestou. O professor Ludwig Rutimeyer, da Universidade de Basileia, demonstrou para as autoridades de Jena, em 1868, que os diagramas eram "um pecado contra a verdade científica". Por exemplo, ele pôde mostrar que Haeckel usara o mesmo desenho para ilustrar os embriões de três espécies diferentes. Haeckel foi forçado a admitir que seus desenhos continham incorreções, mas incrivelmente, foi mantido em seu cargo. Além disso, sua retratação recebeu tão pouca divulgação que a fraude toda foi exposta novamente alguns anos mais tarde, em 1874, pelo professor Wilhelm His, da Universidade de Leipzig. Ele declarou que Haeckel tinha praticado "fraude evidente" e "que tinha excluído a si mesmo de qualquer pesquisa científica séria". Alguém poderia pensar que Haeckel e seu diagrama fraudulento tivessem sido vilificados dali para frente pela comunidade científica. Mas, isto nunca aconteceu — o que é um escândalo em si mesmo. Em vez de rejeitarem a fraude cometida por Haeckel, os evolucionistas continuaram a usar seus diagramas como se fossem autênticos. Eles já foram reproduzidos em inúmeros livros-texto em todo o século 20 e ainda estão em uso hoje no próprio sistema de ensino Stephen Jay gould, um dos maiores proponentes da teoria da evolução, escreveu recentemente que nós deveríamos estar "estupefatos e envergonhados pelo século de reciclagem descuidada que levou à persistência desses desenhos em um grande número, se não na maioria dos livros modernos." (mas claro, não foi descuidado, mas proposital).



3 - A Mutação das Drosófilas:
Os evolucionistas insistem que uma série de mutações aleatórias precisam eventualmente levar ao aparecimento de uma que de algum modo confira uma vantagem real, ou potencial, a uma espécie, por menor que seja a mudança. Em sua obstinação em fornecer evidências experimentais disso, eles criaram incontáveis gerações da mosca drosófila (Drosophila melanogaster) sob condições controladas nos laboratórios e induziram mutações aleatórias em seu código genético por meio da irradiação e outros métodos. Como a mosca-da-fruta pode produzir uma nova geração a cada duas semanas, os cientistas podem observar os resultados em centenas de gerações. Quantas novas espécies foram produzidas por esse processo? Quantas novas proteínas? Quantas novas enzimas? A resposta: nem uma sequer.
Se milhões de mutações aleatórias são necessárias antes que uma mutação verdadeiramente benéfica apareça, então o que acontece com aquelas mutações que não são imediatamente fatais ou prejudicias para o organismo(portanto não selecionado pelo ambiente) e que são transmitidas para a próxima geração? Essas mutações deletérias, a partir de um ponto de vista estatístico, excederiam em muito o número de mutações benéficas. Assim, a inevitável entrada das mutações deletérias no banco genético de toda a espécie resultaria na progressiva deterioração de uma espécie e no seu eventual desaparecimento, então o mecanismo que eles estavam usando para explicar a evolução precisaria levar inexoravelmente, não à criação de novas espécies, mas à destruição das existentes!


4 - A População Humana:
De acordo com os evolucionistas, a humanidade evoluiu no Grande Vale do Rift, no nordeste da África, cerca de 200 mil anos atrás. Agora, vamos considerar por um momento as severas implicações práticas disso. Se assumirmos que a taxa de crescimento populacional entre o homem primitivo era aproximadamente similar à taxa existente hoje — pouco mais de 1% — e se assumirmos que a população humana total da Terra 200 mil anos atrás era de apenas 100 indivíduos, então ela teria crescido para vários trilhões (não bilhões) em menos de dez mil anos! Talvez a taxa anual de crescimento de 1% seja alta demais por causa dos avanços da medicina atual e da produção em massa. Entretanto, mesmo se usarmos uma taxa menor, ainda obteremos uma expansão astronômica na população em apenas alguns milhares de anos. Por exemplo, alguns historiadores reconhecem que a população do planeta como um todo durante o tempo do nascimento de Jesus Cristo era em torno de 100 milhões de habitantes. Com base na população atual (ano de 2012) de 7 bilhões, isso representa um aumento anual de longo prazo de pouco mais de um quinto de 1% (0,212%). Se aplicarmos essa mesma taxa anual de crescimento à nossa população humana que vivia no nordeste da África, ela teria crescido de 100 indivíduos para 157 bilhões em apenas 10 mil anos. Isto por que crescemos de forma exponencial em curtos espaços de tempo mesmo com taxas baixas de crescimento, nós somos os animais mais adaptáveis e menos suscetíveis a predação, mesmo com a escassez de alimento, desastres naturais e epidemias, a população voltaria a níveis altos em pouco tempo(sendo que para o ser humano é muito fácil se espalhar entre os continentes, tendo espaço de sobra para crescer, atravessar a Rússia a pé levaria apenas 70 dias, sem considerar as paradas) e o avanços tecno-científico se faria presente em uma sociedade bem povoada que logo apareceria, no entanto dizem que começamos do zero a pouco tempo atrás, se mantendo na idade da pedra por 200 mil anos e passando da idade do bronze para a eletrônica em cerca de 5000 anos.
Como você pode ver, a teoria do Grande Vale do Rift é impossível. Se extrapolarmos retroativamente a partir da população atual usando somente um taxa anual de crescimento um pouquinho maior (porém ainda conservadora) — 0,302% em vez de 0,212% — descobrimos que uma população inicial de 100 pessoas teria aumentado para 7 bilhões, a atual população mundial, em cerca de 6 mil anos. Isto é totalmente consistente com a estrutura cronológica encontrada na Bíblia.



5 - Taxas de erosão:
As medições mostram que existem rios que escavam o seu leito em mais de 1.000 mm de altura cada 1.000 anos enquanto outros só retiram 1 mm em 1.000 anos. A redução de altura média para todos os continentes do mundo é à volta de 60 mm cada 1.000 anos(chuvas, ventos e sol). Na escala de vida humana, estas taxas de erosão são pequenas. Mas para aqueles que dizem que os continentes têm bilhões de anos, as taxas são avassaladoras. Uma altura de 150 quilómetros de continente seria erodido em 2,5 bilhões de anos. Desafia o bom senso. Se a erosão tem estado a atuar ao longo de milhões de anos, não haveria continentes na terra. Este problema foi levantado por um número de geólogos que calcularam que a América do Norte deveria ter sido aplanada em 10 milhões de anos se a erosão se tivesse mantido à velocidade atual. Este é um espaço de tempo ridículo se compararmos com os supostos 2,5 bilhões de anos dos continentes que eles dizem ter.(sobre as placas tectônicas, podem elevar montanhas, mas continentes em placas que entram de baixo delas, como a índia, sumiria em muito menos tempo devido a taxa de erosão)


6 - Coluna geológica (inversões):
Segundo a coluna geológica, a várias camadas que se sobrepõe na crosta terrestre onde os fósseis mais antigos ficam abaixo e os mais recentes acima, entretanto, A famosa falha de carreamento Heart Mountain , no Wyoming, tem mantido os geólogos perplexos há anos; de acordo com a datação pelos fósseis, os estratos mais antigos, com uma espessura entre 450 a 500 metros e entre 50 a 100 km de extensão, estão colocados por cima dos mais recentes. Argumenta-se que a parte mais antiga foi levantada e transportada por cima da mais recente; Pierce (1957) admite que esta explicação ortodoxa é fantástica mas que não encontra uma explicação alternativa (Taylor 1996, 448).
Contrariando o princípio dos fósseis "antigos" e "novos" conforme os paleontólogos os classificam, existem longas faixas onde as coisas estão invertidas. Os fósseis antigos encontram-se situados por cima dos fósseis novos no Glacier National Park no Canadá (com 800 km de comprimento), na China e na Escandinávia (com 140.000 km 2 de extensão). Em vários lugares encontram-se camadas pré-cambrianas (as mais antigas) sobre um leito cretáceo. E nos estados de Tennessee e Geórgia (E.U.A.) uma grande "falha" estende-se por centenas de quilómetros em que os depósitos cambrianos se sobrepõem aos depósitos carboníferos. Isto, em termos evolucionistas, representa uma inversão na ordem dos acontecimentos em, pelo menos, 300 milhões de anos (Santos 1988)



7 - Meteoritos fósseis:
Excetuando os estratos superiores da Terra, os meteoritos fósseis são muito raros, o que demonstra que os estratos não estiveram expostos durante milhões de anos.



8 - Oceanos Poluídos pelo Sal e níquel:
O processo evolucionário necessita de milhões de anos para operar com sucesso. Entretanto, mesmo se a Terra tivesse apenas 10 milhões de anos de idade — uma fração do tempo necessário para a “evolução” ocorrer — os oceanos do mundo estariam tão fortemente carregados com depósitos de sal e de outros minerais solúveis que estariam tão mortos quanto o Mar Morto. Considerando a quantidade de níquel existente nos oceanos e tendo em consideração a taxa a que o níquel está a ser adicionado à água devido aos meteoritos, o tempo de acumulação corresponde a alguns milhares e não milhões de anos (Baker 1998, 25).


9 - Campo magnético da terra:
Na década de 70, o professor de física Dr. Thomas Barnes reparou que medições feitas desde 1835 mostravam que este campo estava a decair 5% por século (medições arqueológicas mostram também que o campo era 40% mais forte do que hoje no ano 1.000 a.C.). Barnes calculou que a corrente não poderia estar a decair há mais de 10.000 anos, ou então a sua potência original seria tão grande que derreteria a terra. Este modelo é, obviamente, incompatível com os milhares de milhões de anos necessários aos evolucionistas (Creation 20(2):15 March-May 1999)



10 - DNA em fósseis:
Muitos cientistas relataram terem descoberto DNA em fósseis que se diz terem milhões de anos. Alguns relataram ter reavivado bactéria dos intestinos duma abelha, supostamente com 15-40 milhões de anos. E, mais recentemente, investigadores alegam ter reavivado bactérias de rochas que se diz terem a idade de 250 milhões de anos. Agora alguns geólogos e microbiologistas em Inglaterra relatam ter encontrado DNA em pequenas inclusões em cristais de sal variando de “idade” entre 11 e 425 milhões de anos. As suas descobertas foram publicadas no prestigiado jornal Nature (Fish 2002). O DNA fragmenta-se em cadeias com 100-200 unidades de comprimento, que, a água apenas, iria fragmentar completamente em menos 50.000 anos, e que, a radiação de fundo apenas, iria eventualmente destruir a informação no DNA, mesmo na ausência de água e oxigénio. Existem pessoas bem conhecidas e respeitadas que acreditam que o DNA não pode sobreviver mais do que 100.000 anos ou à volta disso. A sua constituição química básica significa que as suas ligações se desfazem.


11 - Dinossauros não mineralizados:
Muitos restos de dinossauros ainda não estão completamente mineralizados. Mais de metade do fóssil é ainda osso original e não pedra! Alguns até possuem substâncias químicas da altura em que o animal estava vivo (proteínas e aminoácidos)! Alguns fósseis de peixe ainda mantinham o cheiro a peixe quando foram descobertos. (Taylor 1989, 28)


12 - Conflito com Outros Ramos da Ciência (Segunda Lei da Termodinâmica) e a trivialização da complexidade:
Todos os ramos da ciência — com uma exceção — reconhecem e aceitam a Segunda Lei da Termodinâmica. Essa lei diz que todos os processos ordeiros no universo estão se movendo continuamente para um estado menos ordeiro. Em resumo, eles estão se deteriorando. O exemplo mais óbvio é a perda progressiva do calor. Cada objeto, grande ou pequeno, terrestre ou interestrelar, está perdendo calor por meio da radiação. Esse calor nunca pode ser recuperado em sua totalidade, o que significa que todo sistema ordeiro eventualmente perderá calor e morrerá, a não que mais calor seja adicionado a partir de outra fonte.
Por exemplo, vemos que a energia necessária para que a matéria morta se torna-se viva é colossal: Existem 135 x 10^165 possíveis combinações para a hemoglobina. Para se realizar as combinações necessárias seria consumida a energia e a matéria de 10 sextilhões de universos por segundo, durante 10 trilhões de trilhões de anos para se produzir as combinações de hemoglobina, por acaso(ASIMOV, Issac. The genetic code). Essa lei recebe o respeito em todos os ramos da ciência, exceto na Biologia Evolucionária. Por quê? Porque ela refuta um dogma fundamental da Evolução — que um sistema ordeiro pode avançar, de forma puramente acidental e entrar em um estado mais ordeiro. Em resumo, a Segunda Lei da Termodinâmica, que algumas vezes é chamada de Lei da Entropia, garante que nada nunca pode evoluir. Portanto, a não ser que outros ramos da ciência estejam seriamente errados, a assim chamada ciência da Evolução é completamente falsa.


13 - Proto-Galáxias (galáxias primitivas):
Os proponentes do Big Bang acreditam que ao olharem cada vez mais longe no espaço, estão a olhar para trás no tempo muitos bilhões de anos, para uma época muito mais próxima do chamado acontecimento primordial - o Big-Bang, as galáxias nestas regiões seriam bem jovens e primitivas no início do universo, Contudo, em vez de observarem qualquer “Proto-Galáxia” eles vêm “galáxias normais, com grandes famílias de estrelas” ou seja, galáxias que para eles seriam velhas demais ou evoluídas demais para estar nos primórdios do universo. (Creation ex nihilo 21(3) 1999, 9)


14 - Acumulação:
Se o universo foi originado pelo "Big Bang", então a matéria devia estar distribuída uniformemente. Contudo o universo contém uma distribuição da massa extremamente desigual. Isto significa que a matéria está concentrada em zonas e planos à volta de regiões relativamente vazias. As galáxias distantes estão agrupadas como continentes cósmicos para além de extensões de espaço quase vazias.




15 - Planetas do sistema solar diferentes:
Todos os planetas do sistema solar são diferentes uns dos outros, até os satélites. (Kerr 1994, 1360) Como consequência disto, todas as velhas teorias sobre a evolução da terra e do sistema solar (a hipótese nebular, a teoria da onda, etc.) são impossíveis, pois dizem que todo o sistema solar derivou de um mesmo material.




16 - Planetas esfriando:
Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão estão esfriando. Júpiter, por exemplo, irradia mais ou menos o dobro da energia que recebe do Sol; Saturno, o triplo. Se o sistema tivesse bilhões ou mesmo milhões de anos, esses cinco planetas estariam absolutamente congelados há muito tempo. (A Família Int. “Contato” nº 15)


17 - Datações:
Existem pelo menos seis métodos radiométricos disponíveis. A data que se assume que a amostra tem determinará qual o método que será usado porque cada um deles dará um resultado diferente.
Por exemplo: quando ossos de dinossauro contendo carbono são encontrados, não se lhes faz datação com C-14 porque o resultado seria de apenas alguns milhares de anos. Visto que isto não estaria de acordo à data assumida baseada na coluna geológica, os cientistas usam outro método de datação de modo a se obter uma idade mais próxima do resultado desejado. Todos os resultados radiométricos que não estão de acordo com as idades pré-designadas na coluna geológica são rejeitadas. (Hovind 1998, 47)


18 - Decaimento constante:
O decaimento radioativo tem sido considerado como sendo um processo constante, que ocorre por transmutação aleatória dos átomos do elemento instável. Quando estamos perante um número elevado de átomos existe uma certa certeza estatística de que em qualquer momento um número específico de átomos estará num processo de decaimento ou mudança espontâneo. Estes números dar-nos-ão a taxa de decaimento mas tudo está baseado no pressuposto de que se trata de um processo aleatório. No entanto, trabalhos estatísticos levados a cabo por Anderson e Spangler (1973) mostraram que, de fato, o processo de decaimento não é aleatório; isto significa que a taxa de decaimento não pode ser conhecida ao certo, pondo em questão todo o processo de datação radiométrica (Anderson 1972).
"É óbvio que as técnicas radiométricas podem não ser os métodos de datação absolutos que afirmam ser. As estimativas de idade em um determinado estrato geológico, medidos por diferentes métodos radiométricos são frequentemente diferentes (às vezes em centenas de milhões de anos). Não existe absolutamente um 'relógio' radiológico confiável de longo prazo." [The Science of Evolution, Macmillan, Nova York, 1977].



19 - Carbono-14:
O método do Carbono-14 foi inventado por Willard Libby no início da década de 1950 na Universidade de Chicago. Embora não sejam de desprezar, os métodos de datação são sobre-valorizados. Willard Libby disse que o seu método só era correto para objetos com apenas alguns milhares de anos. O Carbono-14 (o isótopo instável do estável Carbono-12) é formado na atmosfera pela ação dos raios cósmicos sobre os átomos de Azoto-14 (Nitrogênio-14) do ar. Contudo, a instabilidade relativa deste Carbono-14 origina que ele comece imediatamente a decair para Nitrogênio-14, a forma isotópica estável do carbono. A "meia-vida" do Carbono-14 (o tempo que leva para metade do Carbono-14 de um sistema dado decair de volta a Nitrogênio-14) é aproximadamente de 5.730 anos. Por isso, depois de mais ou menos seis meias-vidas, ou seja, à volta de 35.000 anos, não existiria praticamente nenhum Carbono-14 para ser medido (alguns cientistas afirmam poder medir quantidades extremamente pequenas até aos 80.000 anos, ou 14 meias-vidas, mas isso é muito duvidoso). O radiocarbono (Carbono-14) não devia encontrar-se em rochas “antigas”, mas encontra-se! Uma vez mortas as criaturas, o radiocarbono existente nos seus organismos devia decompor-se rapidamente. Após milhões de anos, os seus restos estariam completamente livres de radiocarbono. Mas as amostras de materiais orgânicos retirados de todas as camadas de rocha, como fósseis, carvão, calcário, gás natural e grafite, têm todas radiocarbono mensurável. Estas descobertas são relatadas na literatura científica secular com frequência (mas geralmente são rejeitadas como erros de medição, sendo estes erros de medição muito improvável pois os instrumentos são de alta precisão).

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/To...z3kR4WKnH2
























Série de vídeo SAINDO DA MATRIX entenda tudo sobre as conspirações
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"E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões." (Joel 2:28-30)
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31-08-2015, 09:45 PM (Resposta editada pela última vez em: 31-08-2015 09:46 PM por lizardman.)
Resposta: #3
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
Nossa o post aqui ta Up total
Mas vou deixar uma pergunta no ar
Mudando de paradigma, e se o criacionismo e evolucionismo for algo diferente do q diz a ciência e a teologia? deus nao é como a teologia diz e a evolução nao foi como e ciência diz? ou seja um outro paradigma
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31-08-2015, 11:24 PM
Resposta: #4
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
(31-08-2015 09:45 PM)lizardman Escreveu:  Nossa o post aqui ta Up total
Mas vou deixar uma pergunta no ar
Mudando de paradigma, e se o criacionismo e evolucionismo for algo diferente do q diz a ciência e a teologia? deus nao é como a teologia diz e a evolução nao foi como e ciência diz? ou seja um outro paradigma

Amigo lizard! Pensei isto hoje, e já venho pensando algo do tipo de uns tempos para cá. Vc foi preciso! E se não for "isso" nem "aquilo" Mas acho q os Humanos vão demorar um pouco a enxergarem a terceira possibilidade, digo a não-científica e a não-religiosa. Talvez nós dois, sejamos privilegiados de já termos enxergado, ou pelo menos vislumbrado. Tongue
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Gittarakuru (01-09-2015), lizardman (01-09-2015), ruicoelho (01-09-2015)
Maca Peruana pelo menor preço você encontra na Tudo Saudável
31-08-2015, 11:38 PM
Resposta: #5
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
Uma coisa é certa, todos nós somos compostos de uma única fonte de energia. Aliás, átomos são compostos de energia.
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Gittarakuru (01-09-2015), ruicoelho (01-09-2015)
01-09-2015, 01:59 AM
Resposta: #6
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
Tópico muito legal.

"Vivo em uma sociedade que que anseia pela verdade,mas que odeia aqueles que a dizem"

-Salcichones III
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lizardman (01-09-2015), ruicoelho (01-09-2015)
01-09-2015, 10:52 AM
Resposta: #7
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
(31-08-2015 11:24 PM)Andяew Escreveu:  
(31-08-2015 09:45 PM)lizardman Escreveu:  Nossa o post aqui ta Up total
Mas vou deixar uma pergunta no ar
Mudando de paradigma, e se o criacionismo e evolucionismo for algo diferente do q diz a ciência e a teologia? deus nao é como a teologia diz e a evolução nao foi como e ciência diz? ou seja um outro paradigma

Amigo lizard! Pensei isto hoje, e já venho pensando algo do tipo de uns tempos para cá. Vc foi preciso! E se não for "isso" nem "aquilo" Mas acho q os Humanos vão demorar um pouco a enxergarem a terceira possibilidade, digo a não-científica e a não-religiosa. Talvez nós dois, sejamos privilegiados de já termos enxergado, ou pelo menos vislumbrado. Tongue
aham foi uma epifania ou vislumbre. fico feliz q consegui fazer compreender as ideias Big Grin
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Andяew (01-09-2015)
Stévia pelo menor preço você encontra aqui
01-09-2015, 05:36 PM (Resposta editada pela última vez em: 01-09-2015 05:37 PM por Andяew.)
Resposta: #8
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
(01-09-2015 10:52 AM)lizardman Escreveu:  aham foi uma epifania ou vislumbre. fico feliz q consegui fazer compreender as ideias Big Grin

Amigo lizardman...
Uma Epifania vale mais q 1000 insights... HaHaHa!

[Imagem: fanfiction-originais-epifania-3383051,160420150116.jpg]


Amigo @ruicoelho
O q esta frase do filósofo Khalil Gibran lhe diz? Q leitura vc faz dela?

“Não há religião nem ciência para além da beleza.”
― Khalil Gibran
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lizardman (01-09-2015), ruicoelho (01-09-2015)
01-09-2015, 06:02 PM (Resposta editada pela última vez em: 01-09-2015 06:46 PM por ruicoelho.)
Resposta: #9
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
(01-09-2015 05:36 PM)Andяew Escreveu:  ...
“Não há religião nem ciência para além da beleza.”
...

A beleza é o somatório da ordem imposta no acto da criação. Obedece a regras, tem em conta o objectivo da mesma e serve de alimento à nossa alma...

Nada destes atributos encontramos na ciência nem na religião, como tal supera e transcende as mesmas. Se repararmos na beleza feminina, ela toca os nossos 5 sentidos, interessante não? Nada mais mexe com os nossos sentidos tão intensamente como a beleza feminina. Isto não é ciência nem religião, é beleza...

(...) Aderindo à leitura tradicional do livro do Gênese e às resoluções doutrinais do IV Concílio de Latrão (1215), Tomás acreditava que o Universo tinha tido um começo temporal e que, portanto, Aristóteles estava errado ao afirmar que era eterno. No entanto, sustentava que não podemos saber, baseados somente na razão natural, se o Universo é eterno ou não. Além disso, mesmo um Universo eterno continuaria a ser um Universo criado. Afirmar, com base na fé, que o Universo teve um início temporal não comporta nenhuma contradição com o que as ciências naturais possam afirmar, posto que elas, naquilo que lhes compete, deixam a questão por resolver. Hawking nega o início absoluto no tempo, mas ao mesmo tempo afirma que o passado é finito: isso envolve uma complicada especulação sobre a gravidade quântica, que afinal não fica completamente formulada. Apesar da inteligibilidade das afirmações científicas de Hawking, as conclusões que ele e outros extraem delas a respeito da Criação são falsas. (...)

Tomás de Aquino e o Big Bang


[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcSjMLUZ4JepS_A7ThcbaG4...pJ1NX-ghMi]

A pergunta “De onde viemos?” pode ser respondida de diversas maneiras. Não as distinguir bem tem sido a causa de uma considerável confusão no discurso sobre as implicações teológicas da Cosmologia contemporânea. Os Mitos das Origens estão no centro de todas as culturas. Na Filosofia e na Cosmologia, as análises sobre esse tema proporcionam importantes esclarecimentos sobre as relações entre Ciência e Religião.

***


Certo dia, um garotinho perguntou à mãe de onde era que ele tinha vindo. A mãe, feliz por ter a chance de conversar sobre um assunto tão importante com o filho, começou com uma explicação elementar da biologia humana, fazendo até várias referências à Teoria da Evolução. Para não limitar a sua análise aos aspectos meramente físicos, falou de Deus como Criador de cada alma humana e como Origem de todas as coisas. Depois que a mãe acabou, o menino — que parecia estar um tanto confuso — explicou-lhe que havia perguntado isso porque um colega seu da classe tinha dito que viera do Piauí...

A pergunta “De onde viemos?” pode ser respondida de diversas maneiras. Devemos ter isso em mente ao dirigirmos nossa atenção para as explicações da Cosmologia contemporânea sobre a origem do Universo. A teoria dominante entre os cientistas, hoje em dia, é a de que estamos no período que se segue à explosão gigante (ou melhor: ainda estamos dentro dessa explosão) que se deu há quinze bilhões de anos. Muitos cosmólogos referem-se a esse Big Bang como uma “singularidade”, ou seja, um limite último, uma borda, um “estado de infinita densidade” no qual o espaço-tempo cessa. Trata-se, portanto, de um limite extremo para tudo o que podemos conhecer sobre o Universo, pois é impossível especular — ao menos no âmbito das ciências naturais — sobre ocorrências anteriores ou externas às categorias de tempo e espaço.

[Imagem: NASA.jpg]

Interconexão Quântica (enlace e entrelace de objectos, corpos e almas no Todo ou Uno)


No entanto, nas duas últimas décadas os cosmólogos formularam algumas teorias que pretendem explicar o próprio Big Bang como “uma flutuação de um vácuo primitivo”. Assim como no laboratório certas partículas subatômicas surgem espontaneamente do vácuo, devido ao fenômeno chamado “túnel quântico vindo do nada” (quantum tunneling from nothing), da mesma forma o Universo como um todo teria surgido de um processo semelhante. Outros cosmólogos, como Stephen Hawking, sustentam que a noção de “singularidade inicial” deve ser rejeitada. De acordo com ele, o Universo não tem bordas: “é completamente autocontido e não é afetado por nada externo a si mesmo”. Hawking está convencido de que só se pode obter uma teoria científica se “as leis da Física valerem em toda parte, inclusive no início do Universo”. Para ele, a teoria quântica contemporânea nos leva a rejeitar a própria idéia de um ponto privilegiado como início do Universo.

Essas recentes variações sobre a cosmologia do Big Bang fizeram com que muitos se perguntassem se estamos perto de poder explicar a própria origem do Universo. As novas teorias afirmam que as leis da Física são suficientes para explicar a origem e a existência do Universo. Se isso é verdade, então vivemos num Universo que se teria autocriado: chegado à existência por si mesmo, a partir de um nada cósmico. Ou, segundo a análise de Hawking, uma vez que a questão sobre a origem do Universo não faria mais sentido, já não haveria lugar para um Criador. E o Filósofo da Ciência Quentin Smith observa que, se a cosmologia do Big Bang estiver certa, “o nosso Universo existe sem que haja para isso qualquer explicação... Existe de modo não-necessário, improvável e não-causal. Não há absolutamente nenhuma razão para a sua existência”.

Num Universo tão auto-suficiente, exaustivamente entendido em termos das leis da Física, parece não haver lugar para o Deus revelado dos judeus, dos cristãos e dos muçulmanos. Os avanços da Ciência moderna ameaçariam reduzir o Criador a um artifício intelectual próprio de épocas menos esclarecidas. Parece que o Deus da teologia tradicional não passa de uma hipótese que agora já se mostra desnecessária...

É muito freqüente que as discussões contemporâneas sobre as relações entre Ciência e Religião padeçam de uma enorme ignorância da História. A questão que ora nos ocupa é um exemplo disso. Muitos mal-entendidos se dissipariam simplesmente evocando as sofisticadas análises feitas pelos grandes mestres da Escolástica do século XIII, Alberto Magno e Tomás de Aquino, quando debatiam sobre o alcance e sobre as implicações teológicas da mais avançada ciência natural do seu tempo: os trabalhos de Aristóteles e dos seus comentadores, que acabavam de ser traduzidos para o latim.

No entanto, com base nessa ciência, e seguindo a tradição dos pensadores judeus e muçulmanos, Tomás de Aquino elaborou uma doutrina sobre a criação ex nihilo (“a partir do nada”) que permanece como uma das conquistas mais perduráveis da Cultura Ocidental. Ao analisá-la, obtém-se uma clareza refrescante para os debates, freqüentemente confusos, que envolvem as relações entre Ciência e Religião.

Para muitos dos contemporâneos de Tomás de Aquino, parecia haver uma incompatibilidade fundamental entre a afirmação da Física antiga, que dizia que nada pode surgir do nada, e a afirmação da fé hebraica e cristã, que diz que Deus fez todas as coisas do nada. Além do mais, para os gregos antigos, se uma coisa vinha de outra, então algo deveria ter existido sempre: o Universo teria que ser eterno.

[Imagem: geometria.png]

Universo aberto, oscilante e fechado


As recentes especulações, ao afirmarem que o Universo teria começado a partir de uma “flutuação” ou de um “túnel quântico vindo do nada”, reafirmam o antigo princípio grego segundo o qual nada se tira do nada. Afinal, o “vácuo” da moderna física de partículas, cuja “flutuação” teria dado origem ao Universo, não é um Nada absoluto. Embora não se pareça com o Universo que conhecemos, ainda assim tem que ser alguma coisa campo eletromagnético ou gravitacional (N. do T.).>: caso contrário, como poderia “flutuar”?

Um Universo eterno parecia ser incompatível com um Universo criado ex nihilo, o que levou alguns cristãos medievais a dizer que a Ciência grega, especialmente na versão de Aristóteles, tinha que ser proibida porque contradizia as verdades da Revelação. Tomás de Aquino, convencido de que as verdades da Ciência não podem jamais contradizer as verdades da Revelação (pois Deus é o autor de ambas), pôs-se então a trabalhar para conseguir uma reconciliação entre a Ciência aristotélica e a revelação cristã.

A chave da análise de Tomás de Aquino é a distinção que estabeleceu entre criação e transformação. As ciências naturais, tanto as aristotélicas como as contemporâneas, têm por objeto um mundo de coisas em transformação: desde as partículas subatômicas até às árvores e às galáxias. Sempre que há uma transformação, deve haver alguma coisa que se transforma. Os antigos tinham razão: do nada, nada surge, desde que o verbo “surgir” indique uma transformação. Toda transformação exige uma realidade material subjacente.

[Imagem: Creation-of-the-World.-Painting-by-Brueghel.jpg]

"A Criação do Mundo" - Jan Brueghel


A Criação, por sua vez, é a causa radical da existência de tudo o que existe. Causar totalmente a existência de alguma coisa não é produzi-la por transformação de outra: criar não é trabalhar sobre algo ou contar com alguma coisa material já existente. Se no ato de produzir uma coisa nova o agente utilizasse algo anterior já existente, não seria a causa total e completa da coisa nova. Mas uma tal causação total e completa é precisamente o que ocorre na Criação. Criar é dar — conferir — o ser, a existência: todas as coisas dependem completamente de Deus pelo fato de serem. Deus não toma o Nada e faz algo “a partir dele”. Mais propriamente falando, qualquer coisa completamente entregue a si própria, separada da causa do seu ser, não seria absolutamente nada. A Criação não é, pois, um mero evento longínquo: é a completa e contínua causa da existência de tudo. A Criação é, portanto, objeto da Metafísica e da Teologia, e não das ciências naturais.

Tomás de Aquino não via nenhuma contradição na noção de um Universo que fosse eterno e criado, pois mesmo que o Universo não tivesse tido um início temporal, ainda assim dependeria de Deus justamente para poder ser. Não há, pois, nenhum conflito entre a doutrina da Criação e a Física. As teorias das ciências naturais explicam as mudanças e as transformações, quer sejam biológicas ou cosmológicas, quer eternas ou finitas, em todo caso são sempre processos. A Criação é a explicação da existência das coisas, da sua razão de ser, e não da sua mudança.

Tomás também não pensava que o começo do texto do Gênese apresentasse qualquer dificuldade para as ciências naturais, pois a Bíblia não é um manual científico. O que é essencial para a fé, segundo ele, é o fato da Criação, não a maneira ou o modo como o mundo foi formado. A sua firme adesão à verdade das Escrituras, evitando as armadilhas de uma interpretação estritamente literal do texto, é um valioso corretivo para certas exegeses bíblicas que concluem ser necessário optar entre a interpretação literal da Bíblia e a Ciência moderna. Para Tomás, o sentido literal da Bíblia é o significado que Deus — seu Autor — pretendeu dar às palavras. O sentido literal do texto inclui, pois, metáforas, comparações e outros modos de expressão úteis para acomodar a verdade da Bíblia à compreensão dos leitores. Por exemplo: quando se lê na Bíblia que Deus “estendeu a mão”, isso não nos obriga a pensar que Deus tenha mãos: o significado literal de textos como esse refere-se ao poder de Deus, não à sua anatomia. Nem os “seis dias” do começo do Gênese nos obrigam a pensar numa ação de Deus ao longo do tempo, pois o ato criador é instantâneo.

O Big Bang descrito pelos modernos cosmólogos é uma transformação e não uma criação. As ciências naturais não explicam sozinhas a origem última de todas as coisas. Os apologetas da doutrina cristã da Criação não podem afirmar que a “singularidade” inicial da cosmologia do Big Bang clássica confirme cientificamente o seu ponto de vista. Mas os que se opõem à doutrina da Criação também não podem dizer que as recentes variações sobre a cosmologia do Big Bang corroborem o seu ponto de vista. Mesmo que o Universo fosse o resultado da “flutuação de um vácuo primordial”, ainda assim não se trataria de um Universo autocriado: continuaria a ser necessário explicar a existência das coisas. Ao contrário do que dizem alguns, que o Universo descrito pela Cosmologia contemporânea não deixaria espaço para a ação de nenhum Criador, temos de reconhecer que, se não houvesse um Criador como causa de tudo, nada – nenhuma coisa – existiria.

Tomás de Aquino não veria dificuldade alguma em aceitar a teoria cosmológica do Big Bang, mesmo nas suas versões mais recentes, afirmando ao mesmo tempo a doutrina da Criação ex nihilo. Mas certamente sublinharia a distinção entre os avanços da Cosmologia e as reflexões filosóficas e teológicas a respeito desses avanços.

As variantes da cosmologia do Big Bang que mencionei (há provavelmente outras mais) são somente especulações teóricas. Mas essa sua condição de “simples especulações” não justifica o erro de não distinguir entre o domínio das ciências naturais e os da Metafísica e da Teologia, nem tampouco que se pretenda dar a essas especulações uma injustificada vigência em outros campos. Como no caso do menino que pergunta a sua mãe de onde veio, a resposta é uma grande história que não tem nada a ver com o assunto.

Tomás de Aquino não tinha a vantagem de poder usar o telescópio espacial Hubble, mas em muitos aspectos ele via mais longe e mais claramente do que alguns daqueles que o usam.


fonte: Quadrante
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Andяew (01-09-2015), lizardman (01-09-2015)
01-09-2015, 11:20 PM (Resposta editada pela última vez em: 01-09-2015 11:27 PM por Diakonov.)
Resposta: #10
RE: [Megapost] Darwin ou Deus? Os cristãos podem ter ambos .
Daí vem a pergunta. Se Deus é a causa de tudo, o que é deus? Uma entidade pensante com uma personalidade definida, um reizinho que faz tudo ao seu bel prazer ou por necessidade psicológica? Não apostaria nisso. É-me mais certo que a causa da criação em si é um conjunto de padrões imateriais (não-particulados) que estão numa dimensão formada por algo além de um espaço delimitado ou uma linha temporal. Dimensão esta que "cerca" todas as outras que possuem espaço e tempo delimitados. Esta dimensão que falo seria como um grande vácuo, sem partículas, tendo apenas padrões imateriais, que dariam origem a partículas em dimensões com espaço e tempo.
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ruicoelho (02-09-2015)
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