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Nacionalismo na Europa e interesses nacionais de países europeus
14-10-2014, 08:20 PM
Resposta: #1
Nacionalismo na Europa e interesses nacionais de países europeus
Em tempos da minha juventude, o nacionalismo já estava morto há muito… e encarado como algo primitivo e desusado, escreve na edição dinamarquesa Information um escritor e jornalista sueco, Richard Swartz. E o que acontece agora?


[Imagem: 4353970150_deec9eaf48_b.jpg]
Foto: Flickr.com/tonal decay/сс-by


Estávamos nos anos 60.

Na altura, ainda estava viva a memória sobre aonde o nacionalismo, o chauvinismo e o nazismo haviam levado.

A Segunda Guerra Mundial ainda se encontrava num passado recente, ainda eram vivas muitas testemunhas.

O nacionalismo, o chauvinismo e nazismo eram censurados e, como parecia, para sempre. Naquela altura, na Europa, se desenvolviam Estados multiétnicos, que se aproximavam entre si e ganhavam força.

Os tempos dos Estados nacionais já passaram”, declaravam em uníssono politólogos, economistas e filósofos.

Hoje, porém, Richard Swartz destaca com pena o surgimento por toda a parte na Europa de tendências nacionalistas que, em sua opinião, poderão destruir a Europa.

Em vez de continuarem a integrarem-se, as pessoas começam a recordar suas etnias. Essa tendência encerra em si um perigo evidente, considera o autor do artigo publicado na Information.

Vejamos, contudo, a origem dessa tendência. Como destaca com razão o autor, os ânimos nacionalistas começaram a aparecer pela primeira vez na Iugoslávia após a desintegração da União Soviética.

Os habitantes de um país multiétnico começaram a insistir de repente que são eslovenos, croatas, bósnios, sérvios… Além disso, passaram a surgir barreiras religiosas entre católicos, ortodoxos, muçulmanos, barreiras que não existiam antes.

Será que as pessoas chegaram independentemente a isso ou foram ajudadas? Richard Swartz não responde a essa pergunta.

Mas não é segredo que, após a ruína da URSS e o enfraquecimento da situação geopolítica da Rússia, o Ocidente liderado pelos Estados Unidos decidiu arrastrar a Iugoslávia para a esfera de sua influência, aplicando o método mais simples de realizá-lo num Estado multiétnico segundo a fórmula muito conhecida “divide (o melhor, açula) e impera”. E não importa quanto sangue seria derramado.

A Iugoslávia foi apenas o começo. O mesmo método está a ser aplicado também na Ucrânia, fazendo degenerar o chauvinismo ucraniano em nazismo aberto.

Quanto aos países da Europa Ocidental, a causa do surgimento de tendências nacionalistas foi o desprezo pelos interesses de povos europeus por parte de governos de países da Europa e da UE, em geral.

Durante a juventude de Richard Swartz a união da Europa tinha como objetivo não admitir conflitos e dinamizar o desenvolvimento econômico.

Mas a crescente burocratização gerou um enorme aparelho de gestão, o que se tornou muito cômodo para manipular a nova formação, o que foi aproveitado pelos Estados Unidos que transformaram líderes da UE em seus fantoches.

Isso foi confirmado por Paul Craig Roberts, economista americano, que citou as palavras francas de um funcionário altamente colocado do Pentágono: “Estamos dando-lhes dinheiro. Estamos simplesmente a comprá-los”.

É evidente que tal situação provoca uma reação de resposta e leva à formação e ao reforço de partidos e organizações nacionalistas – desde a Frente Nacional, na França, até as Democratas Suecas, na Suécia.

Entende-se perfeitamente a razão pela qual o Partido Popular Dinamarquês sob o lema “Mais Dinamarca, menos UE”, está ganhando votos rapidamente.

FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_10_1...peus-4118/
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15-10-2014, 08:10 PM
Resposta: #2
RE: Nacionalismo na Europa e interesses nacionais de países europeus
Putin: é nosso dever combater o racismo, a xenofobia e o nacionalismo agressivo.


[Imagem: 9RIAN_02506956.HR.jpg]
Foto: RIA Novosti/Aleksey Nikolskyi


Amanhã, dia 16 de outubro, será realizada a visita do presidente da Rússia Vladimir Putin a Belgrado, capital da Sérvia.

Durante a visita o presidente irá realizar conversações com seu homólogo sérvio Tomislav Nikolic, assim como participar nas comemorações solenes, em Belgrado, do 70º aniversário da libertação da cidade dos ocupantes nazistas.

A Voz da Rússia publica a entrevista concedida por Vladimir Putin ao jornal diário sérvio Politika por ocasião de sua visita.

– Qual a importância que atribui a eventos como as comemorações por ocasião dos 70 anos da libertação de Belgrado dos nazistas?

– A importância das comemorações planejadas dificilmente pode ser sobrevalorizada. Há setenta anos os nossos povos derrubaram juntos a ideologia criminosa de ódio pela humanidade, a qual ameaçava a existência da civilização.

Hoje é importante que as pessoas dos diferentes países e dos diferentes continentes se recordem de quais poderão ser as terríveis consequências de uma crença na sua própria excepcionalidade, das tentativas em alcançar objetivos políticos duvidosos por quaisquer meios e do desrespeito pelas normas elementares do direito e da moral.

É necessário tudo fazer para evitar que tragédias destas se repitam no futuro.

Infelizmente, a “vacina” contra o vírus nazista, produzida pelo Tribunal de Nuremberg, está perdendo força em alguns países da Europa.

Uma prova evidente são as manifestações descaradas de neonazismo que já se tornaram habituais na Letônia e noutros países do Báltico. Nesse aspeto, a situação na Ucrânia suscita especiais preocupações, tendo em fevereiro ocorrido um golpe de Estado anticonstitucional, cuja força motriz foi os nacionalistas e outros grupos radicais.

Hoje o nosso dever comum é combater a glorificação do nazismo. É combater com firmeza as tentativas de revisão dos resultados da Segunda Guerra Mundial.

É lutar de forma consequente contra quaisquer formas e manifestações de racismo, xenofobia, nacionalismo agressivo e chauvinismo.

– Em sua opinião, qual é o objetivo final das sanções econômicas da União Europeia e dos EUA contra a Rússia? Qual poderá ser sua duração e até que ponto elas podem ser prejudiciais para a Rússia?

– Seria mais correto colocar essa questão aos EUA e à União Europeia, cuja lógica é difícil de compreender. Para qualquer pessoa isenta é evidente que não foi à Rússia a favorecer o golpe de Estado na Ucrânia, o qual provocou a atual grave crise político interna e divisão entre os cidadãos.

Foi precisamente a conquista anticonstitucional do poder que se tornou no ponto de partida para os acontecimentos posteriores, inclusivamente na Crimeia.

Percebendo a complexidade e a imprevisibilidade no desenvolvimento da situação, os habitantes da Crimeia, defendendo seu direito à língua materna, cultura e história, decidiram realizar, totalmente de acordo com a Carta das Nações Unidas, um referendo que resultou na reunificação da península com a Rússia.

Os nossos parceiros têm de perceber, sem qualquer dúvida, que as tentativas de pressionar a Rússia através de medidas restritivas unilaterais e ilegítimas não aproximam a resolução, mas apenas dificultam o diálogo.

Como se pode falar de intenções em reduzir a tensão na Ucrânia, quando as decisões sobre novos pacotes de sanções são aprovadas praticamente em simultâneo com a obtenção de acordos para um avanço no processo de paz? Se o principal é a intenção de isolar o nosso país, esse é um objetivo absurdo e ilusório.

Certamente que ele é impossível de alcançar, mas isso pode, com certeza, provocar grandes danos na saúde econômica da Europa e mesmo de todo o mundo.

Quanto à duração da vigência das medidas restritivas, isso depende igualmente dos EUA e da União Europeia.

Do nosso lado, nós iremos abordar de forma equilibrada a análise de riscos e consequências da aplicação das sanções e reagir de acordo com os nossos interesses nacionais.

É evidente que a redução da confiança mútua não pode deixar de influenciar negativamente tanto o clima empresarial internacional em geral, como a atividade das empresas europeias e norte-americanas na Rússia, as quais terão dificuldades em recuperar dessa perda de reputação.

Também os outros países irão pensar seriamente até que ponto será racional confiar seus meios financeiros ao sistema bancário estadunidense e aumentar sua dependência da cooperação econômica com os EUA.

– Como vê o futuro das relações russo-ucranianas? Depois de tudo o que aconteceu, a parceria estratégica entre os EUA e a Rússia será retomado ou as relações terão no futuro um desenvolvimento diferente?

– Para a Rússia as relações com a Ucrânia sempre tiveram e continuarão a ter um papel muito importante. Os nossos povos estão indissociavelmente ligados por raízes comuns espirituais, culturais e civilizacionais. Nós habitamos durante séculos o mesmo país e essa enorme experiência histórica, e o entrelaçar de milhões de vidas, é impossível de apagar ou de esquecer.

Apesar da atual etapa difícil nas relações russo-ucranianas, nós estamos interessados em uma cooperação construtiva, equitativa e mutuamente vantajosa com nossos parceiros ucranianos. Na prática isso será possível depois da obtenção de uma paz estável e da estabilização da situação na Ucrânia. Por isso, nós esperamos que esta longa e profunda crise política e econômica seja superada.

Hoje surgiu uma oportunidade real de acabar com este conflito militar, que é de fato uma guerra civil. Já foram dados os primeiros passos nesse sentido.

É necessário iniciar o mais depressa possível um verdadeiro diálogo interno ucraniano com a participação de representantes de todas as regiões e de todas as forças políticas.

Essa abordagem ficou registrada na Declaração de Genebra de 17 de abril. No âmbito desse diálogo nacional deverão ser discutidos os mecanismos constitucionais e o futuro do país, no qual viver seja confortável e seguro para todos os cidadãos da Ucrânia sem exceção.

Quanto às perspectivas das relações russo-americanas, nós sempre pretendemos ter relações abertas de parceria com os EUA. Contudo, em troca recebíamos reservas e tentativas de ingerência em nossos assuntos internos.

Aquilo que se passa desde o início do corrente ano é ainda mais desencorajador. Washington apoiou ativamente o “Maidan”, mas, quando seus protegidos em Kiev, com seu nacionalismo fanático, fizeram voltar contra eles uma parte considerável da Ucrânia e mergulharam o país em uma guerra civil, os EUA passaram a acusar a Rússia de esta ter provocado à crise.

Agora o presidente Obama incluiu, discursando na tribuna da Assembleia-Geral da ONU, a “agressão russa na Europa” nas três principais ameaças atuais à humanidade, ao lado do mortífero ebola e do movimento terrorista do Estado Islâmico. Juntamente com as restrições impostas contra setores inteiros da nossa economia, essa atitude dificilmente poderá deixar de ser considerada como hostil.

Os EUA chegaram a anunciar com alarido que iriam suspender a cooperação conosco na área da exploração espacial e da energia nuclear.

Eles congelaram a atividade da Comissão Presidencial russo-americana, criada em 2009 e que incluía 21 grupos de trabalho, incluindo os que se dedicavam ao combate ao terrorismo e ao narcotráfico.

Entretanto, a atual quebra nas relações entre os nossos dois países não é a primeira. Esperamos que os nossos parceiros percebam a irracionalidade das tentativas em chantagear a Rússia e recordem quais podem ser os resultados da discórdia entre grandes potências nucleares na estabilidade estratégica. Por nossa parte, estamos dispostos a desenvolver uma cooperação construtiva baseada nos princípios da igualdade e de um verdadeiro respeito pelos interesses recíprocos.

FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_10_1...sivo-2562/
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23-10-2014, 05:50 PM
Resposta: #3
RE: Nacionalismo na Europa e interesses nacionais de países europeus
Nacionalismo retrógrado vai tomando conta do poder na Ucrânia


[Imagem: 2023-10-14T184428Z_1281672663_GM1EAAF07K...CRISIS.JPG]
Foto: REUTERS/Gleb Garanich


Na Ucrânia, o nacionalismo se transforma na maior locomotiva do processo eleitoral. Os ânimos radicais do eleitorado estão sendo fomentados por procissões de combatentes com tochas acesas em homenagem de Stepan Bandera e do Exército Insurgente da Ucrânia (UPA, em sigla ucraniana).

Os programas eleitorais de alguns candidatos preveem planos de criação de um Grande Império Ariano.

Os analistas estão apreensivos: o nacionalismo se vai tornando numa ideologia nacional ao serviço da nova Ucrânia. Ao mesmo tempo, os políticos europeus fingem não notar esse fenômeno alarmante.

A Europa não quer ver a ameaça procedente de Kiev. Bruxelas se mantém firme e inabalável perante as marchas nazistas que decorrem em vilas ucranianas, fazem vista grossa a um novo feriado nacional dedicado à instituição do UPA, “famoso” devido a operações punitivas durante a Segunda Guerra Mundial e, em particular, a execuções sumárias de judeus e poloneses.

Para esse e outros fatos apontou o presidente russo, Vladimir Putin, se dirigindo há dias aos seus parceiros ocidentais:

É preciso proceder à desmilitarização da opinião pública. Mas as autoridades não o querem fazer. Em vez disso, organizam uma festa por ocasião do UPA, com a reputação nacionalista e pré-nazista.

As celebrações estão sendo acompanhadas por apelos à repressão do clero e de paroquianos da Igreja Ortodoxa Russa do patriarcado de Moscou. Isto, apesar de o Patriarca de Moscou e de toda a Rússia, Kirill, estar fazendo os possíveis para pôr termo ao conflito fratricida.

Ora, à luz dos últimos acontecimentos na Ucrânia, a palavra “nacionalismo” se usa, sobretudo, para convir às normas de “tolerância”.

Se chamarmos os bois pelos nomes, se trata de manifestações de nazismo típico. O regime de Poroshenko acabou por legalizar as forças políticas que os governos europeus, a despeito de sua “tolerância”, teriam logo reprimido e metido na clandestinidade.

Os programas eleitorais de muitos candidatos são, não raro, apresentados em forma de cartazes com um conteúdo bem claro: um “moskal” (habitante da Rússia) pendurado na “guilyak” (forca), ou seja, um moscovita enforcado com uma legenda em baixo: “Cada um em seu devido lugar”.

Para os eleitores mais educados foram preparados outros líderes, por exemplo, o comandante do batalhão paramilitar Azov, Andrei Beletsky. O que é que promete ao eleitoral esse tal “candidato pelas forças democráticas”? Nada mais, nada menos, a edificação de um Estado nazista.

Para o efeito, basta oficializar a ideologia de “nacionalismo socialista”, purificar a nação e criar uma sociedade de super-homens. Nesse caso, o povo ucraniano poderá cumprir com facilidade a sua “missão histórica”, encabelando os Povos Brancos na sua derradeira cruzada contra a Humanidade “precária e deficiente”, chefiada por judeus, instaurando, desse modo, um Grande Império Ariano Ucraniano.

Parecem já termos ouvido ou lido algures postulados do género… Mas agora não estamos falando dos “direitos de autor”.

Enquanto isso, Bruxelas, de ânimos antirrussos, tem centrado sua atenção nos “processos de ressurgimento democrático”, no intuito de o “abcesso castanho” explodir sem atingir o Ocidente.

Afinal, tal é um ofício de políticos, cuja tarefa consiste em fazer enquadrar os outros países na linha política de Washington.

Mas a população desses países, por exemplo, da Polônia, tem vindo a pensar que nem tudo estará correndo às mil maravilhas, embora seja muito difícil ou até impossível obter acesso à informação verosímil, sustenta o cientista político polonês e professor catedrático Adam Wielomski:

Muitos meios de comunicação social têm interpretado os eventos à sua maneira, como lhes dá na cabeça, por vezes, até silenciando os fatos evidentes.

Isto se faz propositadamente a fim de apoiar a dita revolução ucraniana a qualquer preço, pelo que ali vão transparecendo os interesses políticos e econômicos dos EUA e da Alemanha.

A mídia polonesa compreende o simbolismo dos acontecimentos e se lembra de seus cidadãos outrora mortos pelo UPA. Mas, não obstante estas vítimas procura ser prestável e obediente em relação ao Ocidente.

O professor Wielomski salienta que as forças políticas que subiram ao poder na Ucrânia estão seguindo as tradições do UPA que, para além de serem independentistas, exprimem o desejo de estrangular os direitos das minorias nacionais e realizar purgas étnicas. Os que se solidarizam com as autoridades ucranianas não devem ignorar esse fator.

Todavia, a Europa está ignorando e menosprezando. Tudo começou nos países bálticos, observa o perito da fundação “Memória Histórica”, Vladimir Simindei:

O ultranacionalismo ajuda a reproduzir as elites políticas. Na Letônia, a coalizão governante integra o movimento neonazista “Tudo para a Letônia”. Daí se pode deduzir que o ultranacionalismo não é uma doença apanhada na rua, mas sim uma enfermidade que vem assolando os gabinetes, ou seja, os altos escalões do poder.

Na Ucrânia, a violência política se torna uma norma e os ultranacionalistas têm vindo a impor seus paradigmas e roteiros políticos.

Entretanto, o nacionalismo ucraniano meteu medo até aos inspiradores do “cordão nazista” que se cria na fronteira russa. A Polônia, sempre devota e solidária com a revolução ucraniana, decidiu introduzir o sistema de vistos para os ucranianos.

Os portais poloneses escrevem que os manuais ucranianos estão saturados de símbolos nacionalistas do UPA. Assim, as tradições antipolonesa, antissemita, antirrussas e pró-alemã são encaradas na Ucrânia como uma base sólida da soberania e consciência nacional.

O culto do UPA, de barbaridade, de pessoas e organizações responsáveis pelo genocídio já atingiu as autoridades supremas da Ucrânia, concluem com pessimismo os analistas.

FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_10_2...-nia-3745/
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