Óleo de Coco Extra Virgem pelo menor preço é na Tudo Saudável



Responder 
 
Avaliação do Tópico:
  • 3 Votos - 5 Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
17-03-2014, 08:58 PM
Resposta: #61
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
Soluções que diminuam a criminalidade certamente são o melhor caminho, mas ninguém quer ver solto um assassino, tenha ele 18 anos ou 16.

"A realidade é mais surpreendente que a ficção."
"Em terra de estúpidos a verdade é chamada de loucura."
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Electron32 pelo seu post:
asmdec (18-03-2014)
Chás medicinais você encontra na Tudo Saudável
18-03-2014, 09:01 PM
Resposta: #62
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
Por coincidência ...

Senado “ressuscita” redução da maioridade penal.

http://congressoemfoco.uol.com.br/notici...ade-penal/
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a jeffermagno pelo seu post:
Thatha (13-04-2014)
13-04-2014, 06:50 PM
Resposta: #63
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
Quero que os defensores de bandidos, de plantão, assistam esse video e continuem a dizer que o bandido é o coitadinho que não teve oportunidade na vida. Tenho ódio desses bandidos malditos.

http://videos.r7.com/apos-assalto-frustr...74885.html
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a #RSO# pelo seu post:
Doc S (22-01-2017), Tony Stark (13-04-2014)
13-04-2014, 06:56 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-04-2014 07:02 PM por Tony Stark.)
Resposta: #64
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
(13-04-2014 06:50 PM)#RSO# Escreveu:  Quero que os defensores de bandidos, de plantão, assistam esse video e continuem a dizer que o bandido é o coitadinho que não teve oportunidade na vida. Tenho ódio desses bandidos malditos.

http://videos.r7.com/apos-assalto-frustr...74885.html

Manda esse vídeo pra Maria do Rosário. Que triste.

Bandido tem mais é que se fu.der mesmo. Direitos humanos uma ova. Esse vídeo me deixou revoltado. Quero ver defenderem bandido agora... A vítima não fez nada, morreu por besteira.

Conheço muita gente que é pobre e prefere trabalhar do que vira bandido, virar bandido é opção. Não tem essa de nascer uma tabua rasa, tem gente que nasce pra ser ruim mesmo.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a Tony Stark pelo seu post:
#RSO# (13-04-2014), Doc S (22-01-2017), MARCELO DF (11-01-2017)
Óleo de Copaíba é na Tudo Saudável
11-01-2017, 07:17 PM
Resposta: #65
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
Que belo discurso sobre direitos humanos.

Pena que aqui no Brasil a elite coxinha não vai investir em educação, não vai prover as oportunidades que a Suécia, com seus apenas 8 milhões de habitantes, prover para seu povo.

Logo ficar defendendo que é preciso investir em reabilitação de presos é uma falácia. Se esse texto tivesse versado sobre investir em educação e saúde para o povo brasileiro até poderia ser levado a sério.

Ficar com esse mi mi mi de reabilitação de bandidos só serve para que a população tenha ainda mais ódio a bandidos já que prisões que parecessem hotéis seria visto pelas pessoas como regalia para facínoras. Enquanto muitos trabalhadores saem as cinco da manhã para trabalhar e não tem direito a 3 refeições decentes vocês querem reabilitar estupradores, latrocidas, pedófilos e colocar esses canalhas em hotéis. Deviam lutar por escolas melhores, hospitais decentes em que os médicos coxinhas realmente trabalhassem e não que fossem apenas bater ponto.

Claro, é mais fácil lutar por bandidos fazendo "Taichi Chuan" do que lutar para que a grande maioria da população tenha acesso a água, esgoto, escola. Isso faz vocês parecerem mais humanos e dignos do que os selvagens que pregam a morte de um bandido que "apenas" estuprou e matou uma menina de 4 anos. Afinal, ele irá pagar sua "pena" ficando 4 anos, em média, preso. Uma pena bem justa diga-se não é mesmo?

Qual população vai aceitar esse tipo de situação num país igual ao Brasil?

Só vocês loucos de pedra defendem, SIM, bandidos.

Querer usar Suécia e uma ilha vulcânica com 300 mil pessoas e comparar com o Brasil é ridículo. Primeiro a Suécia tem uma população 9 vezes menor que a brasileira. Segundo lá as pessoas tem maiores oportunidades e se tornam marginais com certeza não por carência material.

Querem menos bandidos no Brasil. Tirem essa elite podre do poder. Essa elite que há 500 anos destrói a vida de milhões a cada geração. Sem isso nada feito. Afinal essa elite tem certos helicópteros recheados de cocaína, tem juízes que auxiliam traficantes a serem soltos, tem juízes do STF que liberta estuprador e depois processa quem diz isso na cara dele.

Ficar com esse mi mi mi de que a população está errada em pedir a morte de bandidos produz mais violência é típico de quem vive no mundinho de praça de alimentação de shopping.

A população por experiência própria sabe que um bandido morto é um bandido que não sairá num saidão de dias das mães, Natal, Ano Novo, Páscoa para matar, roubar e/ou estuprar um inocente. Sabe que morto um maldito desses não sairá depois de cumprir 5, 6,7 anos de reclusão para matar novamente. Ah! É que eles reincidem por ficarem revoltados com as condições das prisões...Diriam os canalhas que defendem bandidos. Estranhamente os bandido nunca pensam em se afastar do crime para não voltarem para as terríveis prisões. "É que eles não encontram empregos" diria um defensor de bandidos. É mesmo? Nossa!!! Deve ser fácil para os trabalhadores encontrarem emprego. Ah! Fodam-se os trabalhadores, esses pilantras só pensam em defender bandidos.

Querem melhorar a vida de estupradores,latrocidas e assaltantes nas prisões. Quem sabe uma pensão para bandidos não é mesmo. Pago com o dinheiro dos que são assaltados e mortos por eles de preferência.

Bandido bom é sim bandido morto principalmente se for estuprador e pedófilo.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a MARCELO DF pelo seu post:
Doc S (11-01-2017)
11-01-2017, 07:58 PM (Resposta editada pela última vez em: 11-01-2017 08:02 PM por Doc S.)
Resposta: #66
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
(11-01-2017 07:17 PM)MARCELO DF Escreveu:  ...

É isso mesmo, não pode ter moleza pra bandido não, to contigo, essa reabilitação na base de conversinha não funciona não por isso eu vou além, enquanto os bandidos não tiverem de trabalhar na cadeia para garantir almoço e janta eles nunca mais vão mudar.

Querem reabilitar os presos e fazerem eles virarem gente honesta, sigam esse conselho:

Precisamos de uma classe política que ponha rumo nesse país, precisamos de uma nova classe política que faça os presos trabalharem, fazerem serviços públicos, pavimentação de ruas, tubulações, urbanização, serviço braçal.

Porque isso sim é uma pena de reclusão e privação da liberdade, presídio só serve pra vagabundo se tornar ainda pior, presídio é centro de comando de gangues e cartéis da droga neste país.

Se tivéssemos gente com fibra no comando deste país estes presos iam estar todos fazendo as obras de infraestrutura de graça que este país precisa, e ai sim eles iriam aprender a serem cidadãos e trabalhar igual gente honesta.

É assim que tem que ser, sem maus tratos mas sem moleza pra vagabundo! Vagabundo tem que trabalhar pra ocupar a mente e não fazer besteira!

"Agradecimento não significa plena concordância de opiniões!"

"Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível" — Sun Tzu

A verdade sempre prevalecerá!
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Doc S pelo seu post:
Alimah (12-01-2017), MARCELO DF (11-01-2017)
11-01-2017, 09:01 PM
Resposta: #67
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
(11-01-2017 07:58 PM)Doc S Escreveu:  
(11-01-2017 07:17 PM)MARCELO DF Escreveu:  ...

É isso mesmo, não pode ter moleza pra bandido não, to contigo, essa reabilitação na base de conversinha não funciona não por isso eu vou além, enquanto os bandidos não tiverem de trabalhar na cadeia para garantir almoço e janta eles nunca mais vão mudar.

Querem reabilitar os presos e fazerem eles virarem gente honesta, sigam esse conselho:

Precisamos de uma classe política que ponha rumo nesse país, precisamos de uma nova classe política que faça os presos trabalharem, fazerem serviços públicos, pavimentação de ruas, tubulações, urbanização, serviço braçal.

Porque isso sim é uma pena de reclusão e privação da liberdade, presídio só serve pra vagabundo se tornar ainda pior, presídio é centro de comando de gangues e cartéis da droga neste país.

Se tivéssemos gente com fibra no comando deste país estes presos iam estar todos fazendo as obras de infraestrutura de graça que este país precisa, e ai sim eles iriam aprender a serem cidadãos e trabalhar igual gente honesta.

É assim que tem que ser, sem maus tratos mas sem moleza pra vagabundo! Vagabundo tem que trabalhar pra ocupar a mente e não fazer besteira!

Aí você veria a choradeira desses canalhas que defendem bandidos. Iriam dizer que o era a volta da "escravidão". Que os presos deveria receber 8.000 reais de "indenização" pelos trabalhos prestados. Claro, dinheiro que não seria usado para ressarcir as vítimas e sim para o próprio facínora. Que estariam cumprindo "pena dupla", já que para essa gente trabalhar honestamente é um castigo pior que a morte. Iriam até cooptar médicos "humanistas" que iriam vender atestados para os presos de quadrilhas, que pudessem pagar, "atestando" que os mesmos não eram aptos a trabalhos braçais.

Depois iriam querer forçar os governos estaduais a colocar quem sabe, pedófilos para trabalhar em creches e hospitais infantis e estupradores em abrigos de mulheres que sofreram maus tratos. Ou então em ONGs comandadas por doentes mentais que defendem que governos paguem para que pessoas fumem crack, por exemplo.

Não se engane, enquanto existir liberdade para que idiotas que defendem bandidos, eles irão criar problemas para a sociedade defendendo bandidos.

O negócio é impedir a atuação desses malditos, deles e de advogados que ganham milhões defendendo quadrilhas.

Um exemplo de algo que deveria ser feito urgentemente era impedir visita intima e visita pessoal com familiares. No máximo aquelas visitas por uma parede de vidro e telefone com um guarda do lado e filmagem para impedir a entrada de drogas, celulares e armas. Mas isso não interessa a advogados, elite em geral e nem aos defensores de bandidos.

Não estou falando que os Direitos Humanos foi criado para defender bandidos. Muita gente que atua na defesa dos direitos humanos de fato impede que inocentes sejam presos e torturados por policiais bandidos, mas o fato é que esse sistema facilita a vida de bandidos que não fazem nada a além de fazer do crime uma profissão.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
Loja Tudo Saudável
12-01-2017, 01:37 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-01-2017 01:40 PM por tarcardoso.)
Resposta: #68
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
(11-01-2017 09:01 PM)MARCELO DF Escreveu:  
(11-01-2017 07:58 PM)Doc S Escreveu:  [quote='MARCELO DF' pid='254570' dateline='1484169468']
...
...

Enquanto isso continuemos alienados lutando contra os efeitos e ignorando as causas.

Fazer isso que os senhores estão falando é mais do que argumento para os globalistas virem dominar o Brasil com a desculpa dos direitos humanos.

Não sejamos tolos a ponto de ignorar que a criminalidade faz parte do sistema, ela não é um mero efeito colateral, é um dos pilares do sistema.

Não ignorem que essa ONGs de direito humano não passam de tentáculos da NOM, armas prontas para serem usadas nos chamados softpower.

Se não termos um amplo entendimento desvinculado desse ódio cego que embaralha o raciocínio, ficaremos preso como piões no jogo de tabuleiro da NOM.

Assim como os consumistas compulsivos são os zumbis devoradores de cérebros que faz as engrenagens girar, o medo é uma arma poderosa para nos manter alienado.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a tarcardoso pelo seu post:
MARCELO DF (12-01-2017)
21-01-2017, 07:35 PM
Resposta: #69
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
Citar:Na Inglaterra, temos recentemente tido uma controvérsia sobre a Pena Capital. Eu não sei se um homicida é mais capaz de se arrepender e fazer o bem na forca, algumas semanas após seu julgamento, ou na enfermaria da prisão, trinta anos depois. Eu não sei se o medo da morte é um dissuasor indispensável. Eu não preciso, para o propósito desse artigo, decidir se este é um dissuasor moralmente permissível. Essas são questões que proponho deixar intocada. Meu assunto não é a Pena Capital em particular, mas aquela teoria da punição em geral que a controvérsia revelou ser chamada a teoria Humanitária. Aqueles que a defendem pensam que ela é suave e misericordiosa. Nisto acredito que eles estão seriamente enganados. Acredito que a “Humanidade” que eles afirmam é uma ilusão perigosa e disfarça a possibilidade de crueldade e injustiça sem fim. Insto um retorno à teoria tradicional, ou Retributiva, não apenas, nem sequer primariamente, nos interesses da sociedade, mas nos interesses do criminoso.

De acordo com a teoria Humanitária, punir um homem porque ele merece, e tão quanto ele merece, é mera vingança, e, portanto, bárbaro e imoral. Alega-se que os únicos motivos legítimos para punir são os desejo de dissuadir outros por exemplo ou consertar o criminoso. Quando essa teoria é combinada, como frequentemente acontece, com a crença de que todo o crime é mais ou menos patológico, a ideia de consertar diminui-se àquela de cicatrizar ou curar [healing or curing], e a punição se torna terapêutica. Dessa forma, parece à primeira vista que nós passamos da noção dura e farisaica de dar aos ímpios seus merecimentos [Desert, termo filosófico: sentido aproximado] para a caridosa e esclarecida de cuidar dos psicologicamente doentes. O que poderia ser mais afável? Um pequeno ponto que é dado como certo por essa teoria, porém, precisa ser explicitado. As coisas feitas ao criminoso, mesmo que elas sejam chamadas de curas, serão tão compulsórias quanto elas eram nos velhos dias em que as chamávamos de punições. Se uma tendência de roubar pode ser curada por psicoterapia, o ladrão, sem dúvida, será forçado a submeter-se ao tratamento. De outra forma, a sociedade não pode continuar.

Meu argumento é de que essa doutrina, misericordiosa que pareça, na realidade significa que cada um de nós, a partir do momento em que ele quebra a lei, é privado dos direitos de um ser humano.

A razão é essa. A teoria Humanitária remove da Punição o conceito de Merecimento. Mas o conceito de Merecimento é o único elo de ligação entre punição e justiça. É apenas como merecida ou imerecida que uma pena pode ser justa ou injusta. Eu não alego aqui que a questão ‘Ela é merecida?’ é a única que podemos razoavelmente perguntar sobre uma punição. Podemos bem apropriadamente perguntar se ela é suscetível de dissuadir outros e de reformar o criminoso. Mas nenhuma dessas duas últimas questões é uma questão de justiça. Não há sentido em falar sobre uma “dissuasão justa” ou de uma “cura justa”. Exigimos de um dissuasor não se é justo, mas que detenha. Exigimos de uma cura não se é justa, mas se tem êxito. Logo, quando deixamos de considerar o que o criminoso merece e consideramos apenas o que irá curá-lo ou dissuadir outros, nós tacitamente o removemos por completo da esfera da justiça; em vez de uma pessoa, um sujeito de direitos, temos agora meramente um objeto, um paciente, um “caso”.

A distinção se tornará mais clara se nós perguntarmos quem será qualificado para determinar penas quando as penas não forem mais tidas como derivando sua adequação dos merecimentos do criminoso. Na visão antiga, o problema de fixar a pena certa era um problema moral. Por conseguinte, o juiz que fazia isso era uma pessoa treinada em jurisprudência; treinada, isto é, em uma ciência que lida com direitos e deveres, e que, pelo menos em sua origem, aceitava conscientemente a orientação da Lei da Natureza e da Escritura. Devemos também admitir que no código penal real da maioria dos países na maior parte do tempo esses originais elevados foram tão modificados pelo costume local, interesses de classe e concessões utilitárias ao ponto de ser muito imperfeitamente reconhecível. Mas o código nunca esteve em princípio, e nem sempre de fato, além do controle da consciência da sociedade. E quando (digamos, na Inglaterra do século dezoito) punições reais conflitavam muito violentamente com o senso moral da comunidade, os júris se recusaram a condenar e a reforma foi finalmente provocada. Isto foi possível porque, enquanto estivermos pensando em termos de Merecimento, a propriedade do código penal, sendo uma questão moral, é uma questão em que todo homem tem o direito a uma opinião, não porque ele segue essa ou aquela profissão, mas simplesmente porque ele é um homem, um animal racional desfrutando da Luz Natural. Mas tudo isso muda quando deixamos de lado o conceito de Merecimento. As únicas duas questões que podemos agora perguntar sobre uma punição são se ela dissuade e se cura. Mas essas não são questões sobre as quais qualquer um tem o direito de ter uma opinião simplesmente por ser um homem. Ele não tem o direito a uma opinião mesmo que, além de ser um homem, ele por acaso seja também um jurista, um Cristão e um teólogo moral. Pois elas não são questões sobre princípio, mas sobre assuntos de fato; e, para tais, quicam in sua arte credendum [latim: algo como “qualquer um, em sua arte/habilidade, acredite”]. Apenas o ‘penólogo’ especialista (deixemos coisas bárbaras terem nomes bárbaros), à luz de experimento anterior, pode nos dizer o que é provável de dissuadir: só o psicoterapeuta pode nos dizer o que é provável de curar. Será vão para o resto de nós, falando simplesmente como homens, dizer, ‘mas essa punição é medonhamente injusta, medonhamente desproporcional aos merecimentos do criminoso’. O especialista, com lógica perfeita, responderá, ‘mas ninguém estava falando sobre merecimentos. Ninguém estava falando de punição em seu sentido vingativo arcaico da palavra. Aqui estão as estatísticas provando que esse tratamento dissuade. Aqui estão as estatísticas provando que esse outro tratamento cura. Qual sua dificuldade?’

A teoria Humanitária, então, remove as penas das mãos de juristas a quem a consciência pública tem o direito de criticar e as coloca nas mãos de especialistas técnicos cujas ciências especiais nem ao menos empregam tais categorias como direitos ou justiça. Pode-se argumentar de que, como essa transferência resulta de um abandono da velha ideia de punição, e, portanto, de todos os motivos vingativos, será mais seguro deixar nossos criminosos em tais mãos. Não farei uma pausa para comentar sobre a visão simplória da natureza humana decaída que tal crença implica. Deixe-nos, em vez disso, lembrar que a ‘cura’ dos criminosos deve ser compulsória; e deixe-nos então assistir como a teoria realmente funciona na mente do Humanitário. O ponto de partida imediato desse artigo foi uma carta que li em uma de nossos semanais Esquerdistas. O autor estava suplicando que um pecado que um determinado pecado, hoje tratado por nossas leis como um crime, deveria doravante ser tratado como uma doença. E ele queixou-se que, sob nosso sistema atual, o infrator, após um tempo na cadeia, era simplesmente solto para retornar ao seu ambiente original, onde ele provavelmente teria uma recaída. O que ele queixou-se de não foi o fechamento [do preso na cadeia], mas o deixar sair. Em sua visão curativa da punição o infrator deveria, naturalmente, ser detido até que ele fosse curado. E, é claro que os endireitadores oficiais são as únicas pessoas que podem dizer quando isto é. O primeiro resultado da teoria Humanitária é, portanto, substituir uma sentença definitiva (refletindo até certo ponto o julgamento moral da comunidade sobre o grau de mal-merecimento envolvido) por uma sentença indefinida terminável somente pela palavra daqueles especialistas—e eles não são especialistas em teologia moral e nem mesmo na Lei da Natureza—que a infligem. Qual de nós, se estivesse no banco dos réus, não preferiria ser julgado pelo sistema antigo?

Pode ser dito que através utilização continuada da palavra punição e o uso do verbo ‘infligir’ eu estou deturpando os Humanitários. Eles não estão punindo, não infligindo, apenas curando. Mas não nos deixemos enganar por um nome. Ser levado sem minha permissão de minha casa e amigos; perder minha liberdade; ser submetido a todos esses ataques a minha personalidade que a psicoterapia moderna sabe bem como proporcionar; ser refeito em função de algum padrão de ‘normalidade’ chocado em um laboratório Vienense ao qual nunca professei fidelidade; saber que esse processo nunca terminará até meus raptores terem sucesso, ou até que eu me torne sábio o suficiente para enganá-los com sucesso aparente—quem se importa se isso é chamado Punição ou não? Que isso inclui a maior parte dos elementos pelos quais qualquer punição é temida—vergonha, exílio, servidão, e anos consumidos pelo gafanhoto—é óbvio. Apenas um enorme mal-merecimento poderia justificar isso; mas mal-merecimento é a própria concepção que a teoria Humanitária jogou fora.

Se nos voltamos agora da justificação curativa da punição para a dissuasiva, descobriremos a nova teoria ainda mais alarmante. Quando você pune um homem in terrorem [latim: para/sobre o medo], fazemos dele um ‘exemplo’ para outros, você está assumidamente usando-o como um meio para um fim; o fim de outra pessoa. Isso, por si só, seria uma coisa bem perversa de se fazer. Na teoria clássica da Punição isto era, é claro, justificado com o fundamento de que o homem o merecia. Isso era suposto estabelecido antes que qualquer pergunta de ‘fazer dele um exemplo’ surgisse. Você, então, como diz o ditado, matou dois coelhos com uma cajadada só [em inglês, dois pássaros com uma pedra; o sentido é o mesmo]; no processo de lhe dar o que ele merecia, você dava como exemplo aos outros. Mas retire o merecimento e toda a moralidade da punição desaparece. Por que, em nome dos Céus, eu devo ser sacrificado pelo bem da sociedade desta maneira?—a não ser, é claro, que eu mereça isso.

Mas isto não é o pior. Se a justificação da punição exemplar não deve ser baseada no merecimento, mas apenas em sua eficácia como um dissuasor, então não é absolutamente necessário que o homem que punimos deva ao menos ter cometido o crime. O efeito de dissuasão exige que o público capte a moral ‘Se fizermos tal ato nós sofreremos como aquele homem.’ A punição de um homem realmente culpado que o público acha inocente não terá o efeito desejado; a punição de um homem na realidade inocente irá, dado que o público ache-o culpado. Mas todo Estado moderno tem poderes que tornam fácil fingir um julgamento. Quando uma vítima é urgentemente necessária para propósitos de exemplificação e uma vítima culpada não pode ser encontrada, todos os propósitos de dissuasão serão igualmente servidos pela punição (chame de ‘cura’ se preferir) de um homem inocente, dado que o público possa ser enganado a achá-lo culpado. Não adianta me perguntar por que eu assume que nossos governantes serão tão maus. A punição de um inocente, isto é, um homem não merecedor, é má apenas se concedermos a visão tradicional de que punição justa significa punição merecida. Após abandonarmos esse critério, todas as punições terão que ser justificadas, se de todo, com outros fundamentos que nada tem nada a ver com merecimento. Onde a punição de um inocente possa ser justificada com base nesses fundamentos (e poderia em alguns casos ser justificada como um dissuasor), não será menos moral que qualquer outra punição. Qualquer desgosto por ela da parte do Humanitário será meramente uma ressaca da teoria Retributiva.

É, de fato, importante ressaltar que meu argumento até agora não pressupõe nenhuma má intenção da parte do Humanitário e considera apenas o que está envolvido na lógica de sua posição. Minha contenda é que homens bons (não homens maus), agindo consistentemente sobre essa posição, iriam agir tão cruel e injustamente quanto os maiores tiranos. Eles podem em alguns aspectos agir até pior. De todas as tiranias, uma tirania sinceramente exercida pelo bem de suas vítimas pode ser a mais opressiva. Pode ser melhor viver sob barões ladrões [robber barons, plutocratas inescrupulosos] do que sob intrometidos morais onipotentes. A crueldade do barão ladrão pode algumas vezes dormir, sua cupidez pode ser em algum momento saciada; mas aqueles que nos atormentam para o nosso próprio bem nos atormentarão sem fim, pois eles o fazem com a aprovação de suas próprias consciências. Eles podem ser mais propensos a ir para o Céu, mas, ao mesmo tempo mais propensos a fazer da terra um Inferno. Sua própria bondade ferroa com insulto intolerável. Ser ‘curado’ contra sua vontade, e curados de estados que podemos não considerar como doença, é ser posto no mesmo nível daqueles que ainda não atingiram a idade da razão, ou daqueles que nunca irão; ser classificado com crianças, imbecis e animais domésticos. Mas ser punido, seja quão severamente, porque nós o merecemos, porque ‘devíamos saber melhor’, é ser tratado como uma pessoa humana feita à imagem de Deus.

Na realidade, porém, devemos encarar a possibilidade de maus governantes armados com uma teoria Humanitária de punição. Um grande número de plantas [de projeto, blueprint] para uma sociedade Cristã são meramente o que os Elizabetanos chamavam ‘cascata’ [‘eggs in moonshine‘, prato elisabetano. Expressão usada de forma não literal; foi traduzida assim em sua ocorrência no Príncipe Caspian, de autoria de Lewis], porque elas assumem que a totalidade da sociedade é Cristã, ou que os Cristãos estão no controle. Esse não é o caso na maior parte dos estados Contemporâneos. Mesmo se fosse, nossos governantes ainda seriam homem decaídos, e, portanto nem muito sábios nem muito bons. Como é, eles geralmente serão descrentes. E já que a sabedoria e a virtude não são as únicas ou as mais comuns qualificações para um lugar no governo, eles normalmente não serão sequer os melhores descrentes.

O problema prático da política Cristã não é aquele de elaborar esquemas para uma sociedade Cristã, mas aquele de viver tão inocentemente quanto podemos com nossos companheiros súditos sob governantes descrentes que nunca serão perfeitamente sábios e bons e que algumas vezes serão bem maus e bem tolos. E quando eles são maus, a teoria Humanitária da punição colocará em suas mãos um instrumento de tirania melhor do que a malvadez já teve antes. Pois se crime e doença devem ser considerados a mesma coisa, segue-se que qualquer estado de espírito que nossos mestres escolherem chamar de ‘doença’ podem ser tratados como um crime; e compulsoriamente curados. Será inútil alegar que estados de espírito que desagradam o governo não precisam sempre envolver torpeza moral e, portanto, não merecem sempre a perda da liberdade. Pois nossos mestres não estarão usando os conceitos de Merecimento e Punição, mas aqueles de doença e cura. Nós sabemos que uma escola da psicologia já considera a religião como uma neurose. Quando essa neurose em particular se tornar inconveniente para o governo, o que impedirá o governo de prosseguir para ‘curá’-la? Tal ‘cura’, é claro, será compulsória; mas sob a teoria Humanitária isso não será chamado pelo nome chocante de Perseguição. Ninguém irá nos culpar por sermos Cristãos, ninguém irá nos odiar, ninguém irá nos injuriar. O novo Nero irá se aproximar de nós com as maneiras sedosas de um médico, e embora tudo será de fato tão compulsório quanto a tunica molesta [latim: camisa irritante; método de execução por queima usado na Roma Antiga] ou Smithfield ou Tyburn [áreas da Inglaterra associadas à execuções], tudo irá ocorrer dentro da esfera terapêutica sem emoção na qual palavras como ‘certo’ e ‘errado’ ou ‘liberdade’ e ‘escravidão’ nunca são escutadas. E de tal forma, quando o comando for dado, todo Cristão proeminente na terra poderá desaparecer noturnamente em Instituições para o Tratamento dos Ideologicamente Doentios, e recairá sobre os carcereiros especialistas dizer quando (se algum dia) eles irão reemergir. Mas não será perseguição. Mesmo que o tratamento seja doloroso, mesmo que seja vitalício, mesmo que seja fatal, tudo isso será apenas um acidente lastimável; a intenção era puramente terapêutica. Na medicina comum haviam operações dolorosas e operações fatais; igualmente nisto. Mas, porque eles são ‘tratamentos’, não punição, eles podem ser criticados apenas por colegas especialistas, e apenas em bases técnicas, nunca por homens como homens e com bases na justiça.

É por isso que acho essencial se opor a teoria Humanitária da punição, raiz e ramos, onde quer que a encontremos. Ela carrega em sua fronte um semblante de misericórdia que é completamente falso. E assim que ela engana homens de boa vontade. O erro começou com a afirmação de Shelley de que a distinção entre misericórdia e justiça foi inventada nas cortes de tiranos. Soa nobre, e foi de fato o erro de uma mente nobre. Mas a distinção é essencial. A visão mais velha era de que a misericórdia ‘temperava’ a justiça, ou (no nível mais alto de todos) que a misericórdia e a justiça tinham se encontrado e se beijado. O ato essencial da misericórdia era perdoar; e perdoar em sua própria essência envolve o reconhecimento de culpa e mal-merecimento no recipiente. Se o crime é apenas uma doença que precisa ser curada, não um pecado que merece punição, não pode ser perdoado. Como você pode perdoar um homem por ter um abcesso dentário ou um pé torto? Mas a teoria Humanitária quer simplesmente abolir a Justiça e substituí-la pela Misericórdia. Isto significa que você começa sendo ‘gentil’ para as pessoas antes de você ter considerado seus direitos e então força sobre elas supostas gentilezas que ninguém além de você irá reconhecer como gentilezas, e cujo recipiente irá sentir como crueldades abomináveis. Você extrapolou o objetivo [overshot the mark]. A Misericórdia, separada da justiça, se torna imisericordiosa. Esse é o paradoxo importante. Assim como há plantas que irão florescer apenas em solo montanhoso, da mesma forma parece que a Misericórdia florescerá apenas quando ela cresce nas fendas da rocha da Justiça; transplantada para os pântanos do mero humanitarismo, torna-se uma erva daninha devoradora de homens, ainda mais perigosa porque ainda é chamada pelo mesmo nome que a variedade da montanha. Mas deveríamos há muito ter aprendido nossa lição. Nós deveríamos agora ser velhos demais para sermos enganados por essas pretensões humanitárias que têm servido para iniciar cada crueldade do período revolucionário no qual vivemos. Estes são os ‘bálsamos preciosos’ que irão ‘quebrar nossas cabeças’.

Há uma boa frase em Bunyan: ‘Me veio queimando na mente a ideia de que, apesar do que ele disse, e por mais que me bajulasse, quando ele me levasse para sua casa, me venderia como escravo.’ Há um bom dístico, também, em John Ball:

‘Cuidado antes de se arrepender

Conheça seus amigos pelos seus inimigos.’

Uma última palavra. Você pode perguntar porque eu enviei isto para um periódico australiano. A razão é simples e talvez valha a pena registrar; não consigo audiência para ele na Inglaterra.
fonte
C.S. Lewis (1898-1963) era um ensaísta, novelista e poeta, e na faculdade de Magdalen College, Oxford, quando ele escreveu esse artigo.

"Não seja tolo, o mal prevalece contra a ingenuidade.
Seja astuto como a serpente e sem malicia como as pombas!"

Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
24-01-2017, 01:58 PM
Resposta: #70
RE: Ninguém é a favor de bandidos, é você que não entendeu nada
Cadeia no Brasil é depósito daqueles que a sociedade renegou através de várias formas,cadeia no Brasil não recupera,pelo contrário forma mais criminosos.
Pena de morte é retrocesso,com esse tipo de pena ao invés de evoluirmos estamos retrocedendo aos tempos da Babilônia e se pena de morte resolvesse países como Irã,EUA,Indonésia e outros não teriam mais crimes.
Quando não investimos em criação de emprego,educação e projetos sociais nós estamos investindo no crime futuro.
Os Direitos Humanos não são para defender bandido,mas sim defender todo aquele que a sociedade desumanizou e o colocou a margem.
A frase "bandido bom é bandido morto" é iguinorante,seletivista e desagradável.
Jamais podemos julgar alguém,nós não conhecemos o ambiente em que o cidadão se criou,quem o criou se é que alguém o criou,se ele teve oportunidades ou não e como foram essas oportunidades,o que ele pensa,o que ele fez,se ele tem algum problema mental ou não.
O mundo só pode melhorar quando conseguirmos melhorar quem esta ao nosso redor,bandido ou não todos temos direitos e deveres e temos que cumpri-los e recebe-los.
Errou,tem que pagar,mas de forma justa,humana e que evite que ele cometa o mesmo erro.
Cadeia tem que ser para reeducar e não exilar.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Sanderson S. Pierre pelo seu post:
Nelson Ferreira (24-01-2017)
Compre Alimentos Orgânicos na Tudo Saudável Produtos Naturais
Responder 


Tópicos Similares
Tópico: Autor Respostas Visualizações: Última Resposta
  Filme Café: E se o mundo que você vive não for real? BioMachine 1 444 09-07-2019 01:13 AM
Última Resposta: Anonymous_T.ron
  Fatos que ninguém questiona (mas deveria) Anonymous_T.ron 17 2,152 30-06-2019 03:17 AM
Última Resposta: jonas car
  Quantidade milionária de ouro sai do Brasil e a ANM desconhece. Não sabe de nada. Cimberley Cáspio 2 368 14-06-2019 10:18 AM
Última Resposta: Rox Extreme
  Lixo radioativo em Itu permanece por tempo indeterminado. Ninguém fala no assunto. Cimberley Cáspio 2 592 04-02-2019 09:14 PM
Última Resposta: ULTRON
  Não querem que você saiba: Geração de energia. Anonymous_T.ron 4 936 13-01-2019 09:19 PM
Última Resposta: tufoeffect

Ir ao Fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitantes
Tópicos relacionados...

Publicidade:
Loja de Produtos Naturais Tudo Saudável

Recomende o Fórum


Sites Associados: Dossiê Vacina HPV
Registro de Efeitos Adversos das Vacinas
Rastreando Chemtrails
Site Notícias Naturais
Fórum Notícias Naturais Blog Anti-Nova Ordem Mundial

Pesquisar

(Pesquisa Avançada)

Olá, Visitante
Olá Visitante!
Para participar do fórum, é necessário se Registrar.



  

Senha
  





Usuários Online
Existem no momento 80 usuários online.
» 1 Membros | 79 Visitantes

Estatísticas do Fórum
» Membros: 21,193
» Último Membro: Webtoolsoffers
» Tópicos do Fórum: 26,319
» Respostas do Fórum: 280,256

Estatísticas Completas

Tópicos Recentes
Últimos acontecimentos ONLINE
Última Resposta Por: Velho Druida
Ontem 10:54 PM
» Respostas: 1383
» Visualizações: 241653
Fake News: Céu de São Paulo fica escuro por causa das queimadas na Amazônia
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 09:34 PM
» Respostas: 21
» Visualizações: 1569
A campanha de ódio, mentiras e desinformação contra a ativista Greta Thunberg
Última Resposta Por: Velho Druida
Ontem 09:30 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 41
Taiwan pede à China que cesse hostilidades em seus laços com a ilha
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 07:52 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 253
Rússia considera "inaceitável" resposta militar ao ataque na Arábia Saudita
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 07:47 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 52
Que tipo de informação é vazada pelo seu navegador?
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 07:41 PM
» Respostas: 6
» Visualizações: 668
Edward Snowden: O maior perigo ainda está por vir, com os aprimoramentos de IA
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 07:40 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 101
Será que protestar nos leva a algum lado?
Última Resposta Por: ruicoelho
Ontem 05:15 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 39
Chefe indígena, defensor da Amazónia, sugerido para Nobel da Paz 2020
Última Resposta Por: Marcelo Almeida
Ontem 05:14 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 35
Justiça gasta R$ 4,3 bilhões com dinheiro extra para juízes e desembargadores
Última Resposta Por: Marcelo Almeida
Ontem 03:20 PM
» Respostas: 1
» Visualizações: 95
Flávio Bolsonaro e o PT tem uma pauta em comum: enterrar a CPI da Lava Toga
Última Resposta Por: dyego.jhou
Ontem 01:44 PM
» Respostas: 4
» Visualizações: 227
Google no banco dos réus? O cerco se fecha sobre as gigantes de tecnologia
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 12:44 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 47
Por que o socialismo não funciona?
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 12:39 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 43
2.246 bebês abortados foram encontrados na casa de um abortista
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 12:31 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 46
A Santa Sé no Clube Bilderberg?
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 11:39 AM
» Respostas: 4
» Visualizações: 428
Ataque à Aramco pode afetar cerca de 5% da produção mundial de petróleo bruto
Última Resposta Por: Bruna T
Ontem 11:17 AM
» Respostas: 0
» Visualizações: 39
Sinto, logo existo.
Última Resposta Por: Marcelo Almeida
Ontem 10:13 AM
» Respostas: 29
» Visualizações: 4392
A engenharia social da pedofilia.
Última Resposta Por: Marcelo Almeida
Ontem 08:33 AM
» Respostas: 0
» Visualizações: 73
Cristina Martín, a mulher que desmascarou o clube Bilderberg
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:57 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 94
O experimento mais avançado do Big Brother da China é uma bagunça burocrática
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:56 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 67
EUA sancionam hackers norte-coreanos pelo Swift hack, WannaCry e outros ataques
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:55 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 54
Mais um produto falsificado Made in China: a democracia vendida por Pequim
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:54 PM
» Respostas: 6
» Visualizações: 236
O Vietnã realiza experimentos para tentar acabar com a dengue
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:54 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 43
Navio de guerra dos EUA desafia reivindicações chinesas no disputado Mar da China
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:53 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 37
O Homem foi a Lua?
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 03:52 PM
» Respostas: 201
» Visualizações: 55715
10 alegadas armas secretas dos militares dos EUA
Última Resposta Por: Bruna T
14-09-2019 01:15 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 78
Algumas músicas anom
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
14-09-2019 01:43 AM
» Respostas: 197
» Visualizações: 34455
Negacionismo científico: Uma negação ignorante ou infame?
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
14-09-2019 12:40 AM
» Respostas: 3
» Visualizações: 142
O Brazil com "Z" de Ama'Z'ônia
Última Resposta Por: jonas car
14-09-2019 12:04 AM
» Respostas: 101
» Visualizações: 3957
Greenpeace protesta do lado de fora do Salão Automóvel de Frankfurt contra a poluição
Última Resposta Por: Bruna T
13-09-2019 09:16 PM
» Respostas: 0
» Visualizações: 93

Lista completa de tópicos

Divulgue o fórum em seu site!

Camisetas:
camisetas resista à nova ordem mundial