Manteiga Ghee pelo menor preço é na loja Tudo Saudável


Atualizações: Operação Jade Helm

Responder 
 
Avaliação do Tópico:
  • 2 Votos - 5 Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
O ano em que o globalismo estourou
12-12-2016, 06:10 PM
Resposta: #1
O ano em que o globalismo estourou
[Imagem: queda_de_roma.jpg]


Pontos de viragem históricos são muitas vezes difíceis de verificar no momento em que acontecem. Normalmente somos capazes de vê-los mais claramente em retrospetiva. Não obstante, atrevo-me a argumentar que 2016 foi o ano em que o globalismo estourou. Até agora, tanto apoiantes como opositores viam o projeto globalista como algo que avançava inexoravelmente ao longo de seu percurso predeterminado, deixando toda a oposição de lado. Mas o globalismo não é apenas uma orientação política. Primeiro e acima de tudo, é a natureza do capitalismo atual. É global. As transnacionais conquistam o mundo, submetendo as nações e os povos sob a sua engrenagem poderosa como um rolo compressor.

Não há nenhum bom funcionamento

Como sempre no passado, o facto de a história nunca ocorrer de forma suave e regular está novamente a ser confirmado. A tentativa do capitalismo de subjugar o mundo inteiro é uma tendência objetiva. Corresponde à necessidade inerente ao capital para uma acumulação sem limites. E como Karl Marx e Friedrich Engels escreveram no Manifesto Comunista: "os preços baixos tornam-se a artilharia pesada que destrói todas as muralhas da China".

Neste sentido, é irresistível. Como Marx e Engels também escreviam, a burguesia é uma reminiscência do "feiticeiro que já não é capaz de controlar os poderes ocultos que evoca. Desde há décadas, a história da indústria e do comércio tem sido a história da rebelião das forças de produção da era moderna contra as condições de produção da era moderna."

Assim, o globalismo enfrenta os conflitos criados pelo próprio capitalismo, e que não é capaz de resolver, levando às crises e ao caos. A repressão, fortalecendo a luta de classes, é uma das consequências. Mas o próprio capitalismo não evolui estavelmente. Alguns Estados capitalistas mantêm-se de pé, enquanto outros se afundam, e os seus mútuos conflitos já levaram a duas guerras mundiais e inúmeras outras guerras e conflitos.

Particularmente agora, quando vários dos principais países capitalistas entraram numa recessão duradoura, até mesmo depressão, conflitos violentos irão necessariamente a ocorrer. Quando os tempos estão difíceis, mesmo o melhor dos amigos pode tornar-se inimigo. Esses conflitos são questões de vida e morte, nada menos. Não passou muito tempo desde que Barack Obama em 2014 fez um discurso onde falou sobre uma futura nova ordem mundial :

"(…) parte da preocupação das pessoas é apenas no sentido de que o mundo não está suportando a velha ordem e ainda que não estejamos seguros de para onde necessitamos ir em termos de uma nova ordem baseada num diferente conjunto de princípios, como um senso de humanidade comum, baseado em economias que funcionem para todas as pessoas."

Os EUA quase tiveram êxito

Após o colapso da União Soviética, os EUA têm sido de facto o único poder supremo e esta posição tem sido explorada nas suas tentativas de dominar o resto do mundo. Isso tem sido feito através de acordos de comércio assimétricos, favorecendo os grandes grupos capitalistas dos EUA. E, não menos importante, tem sido feito através de guerras, golpes de Estado, assassinatos, ameaças e subornos. Também usaram o seu sobrevalorizado dólar, como um martelo pilão contra todos os outros. A artilharia ligeira nesta batalha tem sido os media dominados pelos EUA e o seu objetivo altamente bem sucedido de controlar a mentalidade dos povos e as formas de atuação dos políticos.

Os EUA levaram guerras ao Afeganistão, Jugoslávia, Somália, Iraque, Iêmen, Líbia e Síria, desencadearam um golpe de Estado na Ucrânia e asseguraram mudanças de regime, em muitos outros países. Na África, os Estados Unidos realizam dezenas de operações militares todos os anos garantindo o controlo para os seus principais grupos capitalistas. Os EUA deram um passo gigante na destruição e pilhagem da Rússia durante a presidência de Boris Yeltsin. Os EUA também subjugaram quase completamente a Europa reduzindo as antigas potências coloniais do velho mundo, como Alemanha, França e Reino Unido, à condição de vassalos.

Batendo contra a parede

Queda da Bastilha. Sem oficialmente tornar esta questão um grande problema, a China aproveitou os benefícios da globalização para a construir uma indústria que se tornou a fábrica do mundo e sistematicamente desenvolver as suas infraestruturas, a investigação, a ciência e tecnologia para garantir que a China não permanecesse uma nação exportadora de segunda classe. Isso aconteceu parcialmente com elevados investimentos das empresas dos EUA. As relações de comércio assimétrico entre os EUA e a China têm surgido devido à necessidade inerente ao capital dos EUA de bens baratos, mas criou um sistema econômico que implacavelmente reforça a China à custa dos EUA.

Os EUA aprenderam dolorosamente que a competição global não é um jogo para apenas um único ganhar. O lema de Donald Trump "fazer de novo a América grande" ("Make America Great Again") é uma desesperada admissão que os EUA perderam o seu próprio jogo.

Além disto, os EUA fracassaram em todas as suas guerras. A guerra do Afeganistão, para a qual ainda não se vê um fim, é a mais prolongada na história dos EUA. E o custo é tremendo. Linda Bilmes, antiga CFO (Chief Financial Officer) do Departamento de Comercio dos EUA estimou que os custos diretos e indiretos totais das guerras no Iraque e no Afeganistão acabarão na faixa dos 4 a 6 milhões de milhões de dólares . Este cálculo foi publicado em Harvard.

Os EUA têm sido capazes de financiar a sua poderosa máquina de guerra com vendas de títulos do governo à China. Mas esta fonte agora seca rapidamente, à medida que a China se encontrar suficientemente forte e pronta para "desdolarizar" a economia global.

A guerra do Iraque foi um desastre que continua a produzir miséria. Com a Noruega a apoiar, os EUA destruíram a Líbia, mas a catástrofe deste país vai continuar a afectar grandemente a Europa, No final do verão de 2015, parecia que os exércitos de jihadistas dos EUA ganhariam a guerra na Síria, mas a Rússia interveio e os mais brilhantes estrategas dos EUA agora encaram a derrota.

Annus horribilis

Em 2015, os cinco presidentes da UE apresentaram um plano para abolir as democracias nacionais nos Estados-membros da UE em 2025 . Se pudessem seguir a via que traçaram, a partir de 2025 os parlamentos nacionais dos Estados membros já não poderiam decidir sobre seus próprios orçamentos. Os cinco presidentes são o líder da Comissão Europeia Jean-Claude Juncker, o presidente da Cimeira da UE Donald Tusk , o Presidente do Eurogrupo Jeroen Dijsselbloem , o Presidente do Banco Central Europeu Mario Draghi e presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz . Nenhum destes cavalheiros tem um mandato democrático, mas eles emitem diretivas e regulamentos para 500 milhões de pessoas que então têm de respeitá-los.

Porém, 18 meses depois podemos indiscutivelmente determinar, que isso não vai ser assim. Como sabemos a UE já não existe. A UE não é uma " união cada vez mais unida" , citando a formulação otimista de tratados. É antes o que afirma um sarcástico comentário do The Economist, "uma união sempre mais distante" .

E assim os acontecimentos ocorrem uns após outros. Alguns países revoltam-se contra a política migratória da UE, uma política que não tem o apoio da maioria dos eleitores em nenhum país, tendendo assim a estourar mais cedo ou mais tarde.

A mudança mais crucial ocorreu com o Brexit. A resolução britânica de retirada da UE abriu a válvula de escape para a saída da UE. Se adicionarmos a derrota do TPP (Parceria Transpacífica) e TTIP (Parceria de Comércio e de Investimento Transatlântica), temos a extensão dos problemas que os globalistas enfrentam justamente em 2016.

Outras tensões sobre a coesão da União têm sido as políticas de guerra e as sanções contra a Rússia. São políticas em grande medida contrárias aos interesses objectivos dos Estados europeus, mas são mantidas apesar de forte resistência interna devido às imposições dos EUA.

O primeiro-ministro italiano Matteo Renzi não foi eleito por ninguém. Alcançou a liderança do seu próprio partido e ocupa o cargo de primeiro-ministro, porque fez um acordo com Berlusconi: " eu coço as suas costas se você coçar as minhas ". Mas ele decidiu assemelhar-se a Cameron, propondo ao seu próprio povo um voto de confiança para obter a maioria através de emendas constitucionais. Contudo, colocou-se em risco de se tornar ainda mais parecido com Cameron do que gostaria de ser. O povo italiano não quer estas alterações e Renzi está em perigo de ter que engolir um grande murro no estômago ao pequeno-almoço – um murro que o fará ver cinco estrelas, pois Beppe Grillo e o seu movimento Cinco Estrelas estão à espera desta oportunidade.

Além disto, ao que parece as eleições presidenciais francesas vão ser entre dois candidatos ambos defensores da détente e cooperação com a Rússia. Um desafio completo à doutrina da NATO.

Perdendo na Síria e na Ucrânia

Brigada nazi na Ucrânia. Os EUA, o Ocidente, a Turquia e os Estados ditatoriais do petróleo financiam uma guerra de mercenários da Jihad para destruir a Síria. (o papel da Noruega tem sido financiar a componente mais ou menos civil da guerra e empenhar-se numa economia de guerra contra a Síria). A guerra esteve perto de sucesso visado pela NATO em 2015, mas agora verifica-se que os jihadistas e o Ocidente vão perder. Este é verdadeiramente um grande revés para os imperialistas neoconservadores e estabelece uma bifurcação de importância decisiva nas vias da política internacional.

Desde o verão de 2014 que os neocons dos EUA, tentaram fomentar uma guerra na Ucrânia. Em fevereiro de 2014, desencadearam o golpe da praça Maidan em Kiev, prometendo à população riqueza e sucesso. O que conseguiram foi guerra, pobreza, fascismo e um Estado falido. Mesmo que oficialmente responsáveis da NATO não se atrevam ainda a dize-lo, eles sabem que também esta guerra está perdida. E a bancarrota da Ucrânia será passada para os contribuintes da UE (e da Noruega).

Hillary Clinton e a derrota do Partido Democrático da guerra

Donald Trump foi o candidato opositor que a campanha de Clinton desejava para ter certeza de eleger o seu próprio candidato impopular. Todos os grandes bancos e financeiros estavam na equipa de Clinton, Wall Street, a indústria de armamento, todos os meios de comunicação importantes. E todos eles estavam expectantes sobre Hillary Clinton para uma escalada da guerra na Síria e talvez atacar aí as forças armadas russas. Mas então eles perderam. Donald Trump é um demagogo de direita, reacionário, capitalista, mas aparentemente percebeu que a era dos EUA como "A nação indispensável" acabou.

Isto também é um golpe à lealdade dentro da NATO. Responsáveis europeus da NATO temem as consequências da perdar da proteção dos EUA. Envolveram-se pessoalmente em crimes de guerra, assegurando-se confiadamente que os EUA sempre os protegeriam e os manteriam longe dos tribunais internacionais. Agora já não podem ter tanta certeza disso. Se nada mais sair desta eleição nos Estados Unidos, pelo menos temos a hipótese de ver que espécie de patéticos vassalos são realmente os líderes europeus.

E a Turquia, que mantém o segundo maior exército da NATO, constituindo o vulnerável flanco sul da NATO, namora a ideia de aderir à Aliança da Eurásia na Organização de Cooperação de Xangai, em estreita ligação com a China e a Rússia.

A fábrica chinesa continua a girar sem ser ultrapassada

Estrada da Seda. Deng Xiaoping aconselhou os líderes do seu país a não serem visíveis na política internacional, para evitar atenção indesejada. Eles na realidade têm seguido este conselho. A economia da China é atualmente a fonte mais importante de crescimento que ainda existe no mundo, o país estabeleceu seu próprio banco de desenvolvimento, pretende construir uma nova "estrada da seda" (One Belt, One Road) e aí investir centenas de milhares de milhões de dólares. Se nenhuma grande guerra eclodir, a economia da China será maior do que a economia dos EUA em valores absolutos daqui até 2020. Nessa altura, a China também terá ultrapassado largamente os Estados Unidos como uma nação de pesquisa e desenvolvimento. A China é já o maior parceiro comercial e o maior investidor em grande número de países que têm sido tradicionalmente aliados da América.

Bem antes dos destaques deste ano, podemos já estabelecer 2016 como um ano memorável. Para os globalistas, é o seu "Annus horribilis". Podemos constatar como isto terá um significado histórico em todo o mundo. De que forma permanece ainda desconhecido. Os EUA conduziram desde há muito uma guerra indireta contra seus "aliados", agora esses conflitos finalmente poderão romper à superfície e expor-se à plena luz do dia. Pode até haver uma situação de "todos contra todos". Velhas alianças irão desfazer-se e novas surgirão. Estas coisas raramente ocorrem de forma pacífica. Mas tempos de caos são também tempos de oportunidades. É mais fácil para os povos oprimidos lutar contra inimigos que estão divididos, do que com inimigos que permanecem unidos.

http://resistir.info/crise/globalismo_estourou.html
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 7 usuários diz(em) obrigado a Peter Joseph pelo seu post:
Anonymous_T.ron (12-12-2016), Doc S (12-12-2016), Jaspion (19-12-2016), MARCELO DF (13-12-2016), marcosarierom (13-12-2016), Nelson Ferreira (15-12-2016), tarcardoso (14-12-2016)
Temperos saudáveis você encontra pelo menor preço aqui - Loja Tudo Saudável
12-12-2016, 08:19 PM
Resposta: #2
RE: O ano em que o globalismo estourou
Seremos testemunhas da guerra entre a NOM ocidental (o consórcio da OTAN de George Soros e da maçonaria) contra a NOM islâmica e contra a NOM russo-chinesa....

Qual das 3 forças vencerá?
O que elas farão com os povos dominados?
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a VentoCalmo pelo seu post:
Nelson Ferreira (12-12-2016), Peter Joseph (13-12-2016), ULTRON (13-12-2016)
13-12-2016, 01:50 PM
Resposta: #3
RE: O ano em que o globalismo estourou
Creio que oq estamos vendo hoje em dia, é o mundo indo para sua normalidade..

E o "normal" não é os EUA serem a nação mais importante, mas a China.

O mundo de fato é uma China mais o restante..

A China só não é muito mais poderosa doq é, porque passou muito tempo fechada econômicamente.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 5 usuários diz(em) obrigado a Xevious pelo seu post:
Doc S (18-12-2016), Nelson Ferreira (15-12-2016), paupau (13-12-2016), Peter Joseph (13-12-2016), tarcardoso (14-12-2016)
13-12-2016, 02:48 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-12-2016 03:13 PM por Peter Joseph.)
Resposta: #4
RE: O ano em que o globalismo estourou
(12-12-2016 08:19 PM)VentoCalmo Escreveu:  Seremos testemunhas da guerra entre a NOM ocidental (o consórcio da OTAN de George Soros e da maçonaria) contra a NOM islâmica e contra a NOM russo-chinesa....

Qual das 3 forças vencerá?
O que elas farão com os povos dominados?

A atual ordem dominante, que de nova não tem nada, está em ruína após quase conseguir dominar geral. Quem agora tem força para pegar o posto, é a frente Eurasiana liderada por Russia e China. Islâmicos não tem força pra dominar, só estou curioso pra saber se irão se aliar aos novos donos do mundo (Eurasianos) ou se farão oposição a eles. A atual ordem sionista tende a minguar e desaparecer ou virar outra coisa, a menos que ocorra uma reviravolta total, o que não acredito que seja possível.

Existe também uma outra chance, apesar de pequena, que é de nós escravos, maioria da humanidade, nos unirmos e estabelecermos finalmente uma civilização de paz e harmonia, baseada na abundância e não na escassez.

(13-12-2016 01:50 PM)Xevious Escreveu:  Creio que oq estamos vendo hoje em dia, é o mundo indo para sua normalidade..

E o "normal" não é os EUA serem a nação mais importante, mas a China.

O mundo de fato é uma China mais o restante..

A China só não é muito mais poderosa doq é, porque passou muito tempo fechada econômicamente.

Os impérios Orientais realmente sempre foram super poderosos. Vamos ver se irá voltar à cena novamente, tudo indica que sim, por meio da união entre China e Russia.

Leiam este texto abaixo e vejam com mais detalhes como está funcionando o desenrolar do projeto Eurasiano de poder global, que é o grande motivo para que OTAN avance sobre o Oriente:

Eurásia, o pesadelo que atormenta Washington



Como a China aproveita-se da obsessão militarista dos EUA para propor, em alternativa, uma integração baseada em ferrovias de alta velocidade, gasodutos, portos e redes de fibra ótica


Há quase seis anos, o presidente Putin propôs à Alemanha “a criação de uma comunidade econômica harmoniosa que se estenda de Lisboa a Vladivostok.”

A ideia representava um imenso empório comercial que uniria Rússia e União Europeia ou, nas palavras de Putin, “um mercado continental unificado com capacidade estimada em trilhões de dólares.”

Em resumo: Integração da Eurásia.


Washington entrou em pânico. Registros mostram como a visão de Putin – embora extremamente sedutora para os industriais alemães – foi rapidamente desmontada pelo processo de demolição controlada que os EUA puseram em ação na Ucrânia.

Três anos atrás, no Cazaquistão, depois na Indonésia, o presidente Xi Jinping expandiu a visão de Putin, propondo o projeto Um Cinturão, Uma Estrada [ing. One Belt, One Road (OBOR)], também chamado Novas Rotas da Seda, ampliando a integração geoeconômica do Pacífico Asiático mediante uma vasta rede de rodovias, ferrovias para trens de alta velocidade, oleodutos e gasodutos, portos e cabos de fibra ótica.

[Imagem: Map-China-New-Silk-Road-EAU.jpg]


Em resumo: uma versão da integração da Eurásia ainda mais ambiciosa, envolvendo dois terços da população mundial, a economia e o comércio. A diferença é que agora a coisa vem com poderosos músculos financeiros a lhe dar suporte, mediante um Fundo Rota da Seda, o Banco Asiático de Investimento e Infraestrutura (BSII), o Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS (NBD), uma muito ampla ofensiva comercial por toda a Eurásia e a entrada oficial do yuan na cesta de moedas que usufruem dos Direitos Especiais de Saque do FMI (que é como o batismo do yuan, que passa a ser moeda que interessa manter nos cofres, como moeda de reserva, a todos e quaisquer bancos centrais de países em crescimento.

Na recente reunião do G20 em Huangzhou, o presidente Xi claramente demonstrou como o projeto OBOR é absolutamente central à visão chinesa de como deve avançar a globalização. Pequim está apostando que a ampla maioria de nações em toda a Eurásia preferirão investir em, e lucrar com, um projeto “ganha-ganha” de desenvolvimento econômico, em vez de se deixar enredar num jogo estratégico tipo perde-perde entre EUA e China.

E isso é anátema absoluto para o Império do Caos. Como aceitar que a China esteja vencendo o Novo Grande Jogo na Eurásia / século 21, construindo Novas Rotas da Seda?

E não esqueçam a Rota da Seda na Síria

Poucos no ocidente souberam que, como RT noticiou, antes do G20 reuniu-se um Fórum Econômico Oriental em Vladivostok. Essencialmente, foi mais uma celebração de facto da integração da Eurásia, com Rússia, China, Japão e Coreia do Sul.

E que essa Eurásia integrada em pouco tempo se fundirá com a União Econômica Eurasiana liderada pela Rússia – a qual, só ela, já é um tipo de Nova Rota da Seda russa.

Todas essas estradas levam à conectividade total. Considerem-se, por exemplo, os trens de carga que agora já ligam regularmente Guangzhou, o entreposto chave no sudeste da China, ao centro logístico no parque industrial Vorsino, perto de Kaluga [quase na fronteira entre a Rússia e a União Europeia]. A viagem agora é feita em apenas duas semanas – economizando nada menos que um mês de viagem, em relação ao trajetopor mar; e corta 80% do custo, em relação ao transporte aéreo.

É mais uma conexão estilo Nova Rota da Seda entre China e Europa via Rússia. Outra conexões, muitíssimo mais ambiciosa, será a expansão da ferrovia Transiberiana, com trens de alta velocidade: a Rota da Seda Siberiana.

Há também a integração mais próxima, de China e Cazaquistão – país também membro da União Econômica Eurasiana. A ferrovia duty-free Transeurasiana já está operando, de Chongqing em Sichuan cruzando Cazaquistão, Rússia, Belarus e Polônia, até Duisburg na Alemanha. Pequim e Astana estão desenvolvendo uma zona livre comum de comércio em Horgos. E, paralelamente, uma Zona de Cooperação Econômica Transfronteira China-Mongólia, começou a ser construída mês passado.

O Cazaquistão está até flertando com a ambiciosa ideia de um Canal Eurasiano do Mar Cáspio ao Mar Negro, e dali adiante até o Mediterrâneo. Mais cedo ou mais tarde, empresas construtoras chinesas aparecerão com um estudo de viabilidade, pronto.

Uma agenda de Washington virtualmente invisível na Síria – embutida na obsessão do Pentágono com não admitir que nenhum cessar-fogo jamais funcione, ou para impedir que seus “rebeldes moderados” caiam, em Aleppo – é quebrar ali, também, um importante nó da Nova Rota da Seda. A China tem operado comercialmente conectada à Síria desde a Rota da Seda original, que sempre passou por Palmyra e Damasco. Antes da “Primavera Árabe” síria, comerciantes sírios era presença vital em Yiwu, sul de Xangai, o maior centro atacadista para bens de consumo de pequeno porte de todo o mundo. Os sírios compravam ali todos os tipos de produtos, no atacado, para revender no Oriente Médio.

O “Lago Norte-americano”

A Washington neoconservadora/neoliberal está totalmente catatônica, incapaz de formular qualquer resposta – ou, pelo menos, alguma contraproposta, à integração eurasiana. Uns poucos ali, com QI um pouco mais alto, podem compreender que o que se chama “ameaça” da China aos EUA tem tudo a ver com força econômica. Considerem a profunda hostilidade de Washington contra o BAII (Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento). Mas nem todo o lobbying norte-americano mais furioso conseguiu impedir que aliados seus, como Alemanha, Grã-Bretanha, Austrália e Coreia do Sul, se integrassem ao novo banco, como parceiros.

E há o empenho insano para conseguir aprovar a “Parceria” Trans-Pacífico, TPP – China excluída – e braço comercial da OTAN, de apoio ao pivô para a Ásia, que deveria ter sido a cereja do bolo, hoje já quase completamente abatumado, da política econômica de Obama. Seja como for, no pé em que está hoje, a TPP está praticamente morta.

O que a conjuntura geopolítica parece estar mostrando é a Marinha dos EUA disposta a fazer praticamente qualquer coisa, no esforço para impedir que a China assuma o domínio estratégico no Pacífico, ao mesmo tempo em que a TPP operaria como arma para impedir que a China dominasse economicamente aquela região.

Com o pivô para a Ásia configurado como ferramenta para “conter a agressão chinesa”, os excepcionalistas demonstraram claramente como são incapazes de admitir que todo o jogo está relacionado à geopolítica da cadeia de suprimento pós-ideológico. Os EUA não precisam conter a China; precisam, isso sim, desesperadamente, da conexão industrial, financeira e comercial com os nós cruciais, em toda a Ásia, para (re)construir a economia norte-americana.

Longe vão os dias, de março-1949, quando MacArthur podia pavonear-se de que “o Pacífico é agora um lago anglo-saxão”. Mesmo depois do fim da Guerra Fria, o Pacífico era um lago norte-americano de facto; os EUA violavam à vontade o espaço aéreo e naval da China.

Hoje, meros 67 anos depois, temos aí toda a Academia de Guerra do Exército dos EUA e toda a Think-Tankelândia passando noites em claro debruçados sobre os sofisticados mísseis chineses capazes de vedar o acesso à Marinha dos EUA para o Mar do Sul da China. Lago norte-americano? Acabou-se. No more.

O xis da questão é que a China apostou fortemente na construção de infraestrutura – que se traduz em conectividade de primeira classe para todo o planeta – como os reais commons globais do século 21, muitíssimo mais importantes que security. Afinal, toda uma grande parte da infraestrutura global ainda está para ser construída. Enquanto a China turbina o próprio papel de maior exportador global de infraestrutura – de ferrovias de alta velocidade a telecomunicações de baixo custo – a “nação indispensável” está ainda às voltas com a tal pivoteação, atrapalhada, perplexa, doentiamente obcecada com “contenção” por via militar.

Dividir para governar aqueles rivais “hostis”

Bem… As coisas não mudaram muito desde quando o Dr. Zbig “Grande Tabuleiro de Xadrez” Brzezinski sonhava no final dos anos 1990s com uma fragmentação chinesa de dentro para fora, diretamente até a Estratégia de Segurança Nacional de 2015 de Obama, que nada é além de fútil nostalgia retórica sobre conter Rússia, China e Irã.

Daí a cesta de mitos agregados como “liberdade de navegação” – eufemismo que Washington adota para “controle perene de rotas marítimas que são rotas de suprimento para a China – e uma apoteose de “agressão chinesa” cada vez mais fundida com “agressão russa”; afinal de contas, a parceria estratégica encabeçada por Pequim-Moscou para integração da Eurásia tem de ser rompida a qualquer custo.

Por quê? Porque a hegemonia global dos EUA tem de ser sempre percebida como força irremovível, uma força da natureza que ninguém muda, feito a morte e os impostos (exceto a Apple na Irlanda).

Vinte e quatro anos depois do Guia de Planejamento da Defesa do Pentágono (ing.Pentagon’s Defense Planning Guide), ainda prevalece o mesmo modo de pensar: “Nosso primeiro objetivo é impedir a reemergência de novo rival (…) impedir qualquer potência hostil de dominar região cujos recursos, sob controle consolidado, sejam suficientes para gerar poder global. Essas regiões incluem Europa Ocidental, Ásia Oriental, o território da União Soviética e o sudoeste da Ásia”.

Epa! Agora, até o Dr. Zbig “Grande Tabuleiro de Xadrez” Brzezinski também está apavorado. Como conter essas amaldiçoadas rotas da seda, com as “ameaças existenciais” (para o Pentágono) China e Rússia, bem ali, no coração da ação? Dividir para governar. E o que mais teriam?!

Para um já confuso Brzezinski, os EUA devem “conceber uma política na qual pelo menos um dos dois estados potencialmente ameaçadores torne-se parceiro na busca por estabilidade primeiro regional, depois mais amplamente global, e assim conter pelo menos o rival menos previsível mas potencialmente o que tem maior probabilidade de se superdistender. Atualmente, o que mais provavelmente se superdistenderá parece ser a Rússia, mas no longo prazo, pode ser a China.”

Tenham bons pesadelos.

http://outraspalavras.net/destaques/eura...ashington/

Xi Jinping não perde tempo

Presidente chinês aproveita confusão aberta em Washington, com eleição de Trump, e lança vasta ofensiva diplomática na Ásia, Europa e América do Sul:

http://outraspalavras.net/destaques/xi-j...rde-tempo/

Já podemos ver vários sintomas desta implosão da ordem globalista atual. Na Grã-Bretanha, a redução do papel do Estado nacional, diante de um governo comum (União Européia), alimentou ressentimentos nacionalistas, desembocando no Brexit. Em países da Europa continental a xenofobia e islamofobia avançam, pari passu com a chegada de refugiados e os episódios de terrorismo.

Nos EUA a crítica à globalização surge agora como um sentimento de decadência econômica. O discurso de Trump em Detroit - cidade símbolo da decadência industrial americana -, contra a política de comércio internacional de seu país, é uma descarada apologia ao nacionalismo econômico. Seu mote é cirúrgico: "America first".

Trump culpa o comércio com a China e México pela perda dos empregos no seu país. Sua proposta fundamental é restringir as trocas e rever os acordos comerciais, como forma de assegurar a manutenção dos empregos industriais nos EUA.

Os EUA têm tido déficits comerciais constantes e crescentes com esses países. Enquanto o liberalismo econômico vê as trocas como mutuamente vantajosas, o nacionalismo vê o comércio como uma arena de disputa. Ao ter déficits comerciais, os EUA estariam perdendo parte de seu poder, de sua riqueza e soberania. Essa é a essência do pensamento de Trump.

A saída é se livrar e rever acordos como o NAFTA e TPP. Esse discurso nasce e se desenvolve em um solo fértil. Enquanto entre 1945 e 1975 os salários americanos cresciam junto com o crescimento da produtividade do trabalho, a partir de então os salários permaneceram estagnados, mesmo com a produtividade ainda crescente. Ou seja, não só muitos trabalhadores americanos perderam seus empregos, como os que permanecem empregados estão relativamente mais pobres que seus pares dos anos 1970.

Citar:A vitória de Trump traz à tona a questão do desemprego e do subemprego nas áreas antes industrializadas dos EUA e de outras partes do mundo. Ao sentir-se cada vez mais supérfluo com automação da produção, os trabalhadores americanos reagiram contribuindo massivamente para eleição de um candidato que soube manipular os sentimentos de medo e de insegurança que dominam as regiões em acelerada desindustrialização e empobrecidas. A responsabilidade pela crise do emprego é atribuída de forma simplista a deslocação da indústria americana para o Sudoeste Asiático, México e, principalmente, para China. Os imigrantes latinos são acusados de competir de forma desigual com os trabalhadores brancos nativos e de disseminarem a violência, sendo os mexicanos o principal alvo.

A aparência manifestada pela crise do capitalismo é tomada como sua essência, inclusive por analistas que se opõem a Trump por outros motivos. Em nenhum momento a questão fundamental da crise da mercadoria, da valorização, da acumulação de “riqueza abstrata” (Marx), do dinheiro é considerada. É preciso entender como o aumento da produtividade pela cientifização e automação da produção, que há décadas vem tornado o trabalho (substância do valor) supérfluo, afetando a formação de “riqueza abstrata”, é determinante para as questões abordadas.

Esse novo momento de desemprego ascendente, o que ainda resta de postos de trabalho são precarizados e os salários rebaixados numa espiral sem fim, para sustentar um anêmico crescimento que se fundamenta na desigualdade e na geração de capital fictício.

http://rumoresdacrise.blogspot.com.br/20...dores.html
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Peter Joseph pelo seu post:
tarcardoso (15-12-2016), ULTRON (13-12-2016)
Biscoitos saudáveis e sem glúten
você encontra aqui!
13-12-2016, 08:40 PM
Resposta: #5
RE: O ano em que o globalismo estourou
É com muita alegria que eu vejo o inconformismo dos aderentes da NOM a derrota na Inglaterra, EUA, Síria.

Não passa um dia em que eles não reclamem da vitória do TRUMP. Provavelmente estão criando um cenário para um "Lee Oswald" surgir e um atentado FALSE FLAG ocorrer já em 2017.

Quem sabe não usem um "ativista negro" ou um "cucaracha borracho" para bode expiatório, mas pode ser que usem um "Sírio vingativo" também.


E com muita tristeza que vejo a vitória desses malditos no Brasil com seus golpistas manipulando os analfabetos funcionais brasileiros.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a MARCELO DF pelo seu post:
Peter Joseph (14-12-2016), tarcardoso (15-12-2016)
13-12-2016, 09:54 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-12-2016 09:57 PM por paupau.)
Resposta: #6
RE: O ano em que o globalismo estourou
(13-12-2016 01:50 PM)Xevious Escreveu:  Creio que oq estamos vendo hoje em dia, é o mundo indo para sua normalidade..

E o "normal" não é os EUA serem a nação mais importante, mas a China.

O mundo de fato é uma China mais o restante..

A China só não é muito mais poderosa doq é, porque passou muito tempo fechada econômicamente.

O modelo Chines causa inveja a todos os outros paises, e este modelo esta e sara implantado no resto do planeta : CONSUMO e DIVERTIMENTO a custas dos ESCRAVOS ( trabalhadores ) ...

Reclamar da China e consumir quase que 100% dos produtos produzidos pela mesma é PIADA ...

Fora Temeroso, governo dos idiotizados pela mídia !

Governo do Mal lavado não me representa tal qual não me representava o governo dos Sujos ...
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a paupau pelo seu post:
Peter Joseph (14-12-2016), tarcardoso (15-12-2016)
15-12-2016, 01:58 PM (Resposta editada pela última vez em: 15-12-2016 02:00 PM por tarcardoso.)
Resposta: #7
RE: O ano em que o globalismo estourou
Quem bom poder ver um tópico desses sendo debatido aqui no fórum.

Tambem vejo com muita alegria essa guinada anti-NOM ocorrendo no coração do império.

É triste ver nosso pais ao longos desses 13 anos bajulador da NOM dar essa guinada prol-NOM.

Milton Santos já demonstrava o regionalismo como antítese do globalismo e que interessante movimentos tradicionalistas (normalmente reacionários) ser a principal força anti-NOM.

Como bem explanado, também me preocupa estarmos entrando em Era de extremos que pode cambiar para uma guerra generalizada que é um artifício usado pela NOM para queimar recurso e dar um reset no capitalismo.

Também me preocupa o "american first" do Trump caminhar para aumentar o cerco no quintal norte americano a qual nos engloba.

Cabe a nos ant-NOM ser uma luz para que não sejamos usado em uma guerra de queima de recursos para justificar uma renovação de fôlego do sistema capitalista.

Ressalta aqui que estou me referindo ao sistema capitalista do imperio-anglo-americano-sionista.

Um pouco de China, budismo e taoismo fará bem a esse mundo dominando por ganancia judaica/protestante.

Veremos.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a tarcardoso pelo seu post:
Peter Joseph (15-12-2016)
Compre amendoim e derivados pelo menor preço aqui - Loja Tudo Saudável
15-12-2016, 03:27 PM (Resposta editada pela última vez em: 15-12-2016 03:39 PM por Peter Joseph.)
Resposta: #8
RE: O ano em que o globalismo estourou
(13-12-2016 08:40 PM)MARCELO DF Escreveu:  É com muita alegria que eu vejo o inconformismo dos aderentes da NOM a derrota na Inglaterra, EUA, Síria.

Não passa um dia em que eles não reclamem da vitória do TRUMP.

Isto tudo representa a implosão desta atual ordem dominante (illuminatis), por isto estão cada vez mais desesperados vendo seu sisteminha de dominação global ruir e colapsar.

(13-12-2016 08:40 PM)MARCELO DF Escreveu:  E com muita tristeza que vejo a vitória desses malditos no Brasil com seus golpistas manipulando os analfabetos funcionais brasileiros.

Diante do quadro atual, é natural para eles quererem garantir pelo menos o seu quintal, a América Latrina (a latrina dos EUA, onde sempre defecam).

(15-12-2016 01:58 PM)tarcardoso Escreveu:  Milton Santos já demonstrava o regionalismo como antítese do globalismo e que interessante movimentos tradicionalistas (normalmente reacionários) ser a principal força anti-NOM.

Realmente, e me surpreende os reacionários serem uma força maior contra a ordem mundial do que os progressistas.

Citar:Como bem explanado, também me preocupa estarmos entrando em Era de extremos que pode cambiar para uma guerra generalizada que é um artifício usado pela NOM para queimar recurso e dar um reset no capitalismo.

De fato, esta é sempre uma possível ultima cartada para tentarem se reestabelecer, indo pro tudo ou nada.

Citar:Também me preocupa o "american first" do Trump caminhar para aumentar o cerco no quintal norte americano a qual nos engloba.

Tentar resguardar pelo menos o seu quintal é consequência natural diante do quadro atual.


Citar:Um pouco de China, budismo e taoismo fará bem a esse mundo dominando por ganancia judaica/protestante.

Nisto discordo, não creio que serão senhores melhores do que os atuais. Tudo me faz crer que a Ordem Eurasiana será também baseada na escassez e na dominação, como a atual, por isto não será algo de fato bom para a humanidade. Acabará sendo melhor em alguns aspectos e pior em outros, dando um resultado final similar ao que temos hoje, ou seja, ainda escravos.
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a Peter Joseph pelo seu post:
MARCELO DF (15-12-2016), Nelson Ferreira (15-12-2016), tarcardoso (15-12-2016)
15-12-2016, 06:32 PM
Resposta: #9
RE: O ano em que o globalismo estourou
(15-12-2016 03:27 PM)Peter Joseph Escreveu:  ...
Nisto discordo, não creio que serão senhores melhores do que os atuais. Tudo me faz crer que a Ordem Eurasiana será também baseada na escassez e na dominação, como a atual, por isto não será algo de fato bom para a humanidade. Acabará sendo melhor em alguns aspectos e pior em outros, dando um resultado final similar ao que temos hoje, ou seja, ainda escravos.

Concordo com sua contra-argumentação.

No mínimo conseguiremos uma chance no decorrer da mudança superar a escassez.

Quando dois inimigos se digladiam ambos saem fracos.

Veremos o que o Zeitgeist nos oferece.

Abraço.
Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a tarcardoso pelo seu post:
Peter Joseph (15-12-2016)
19-12-2016, 04:11 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-12-2016 04:13 PM por Peter Joseph.)
Resposta: #10
RE: O ano em que o globalismo estourou
Veja só o plano da China para dominar a atual revolução industrial em curso (robótica, inteligência artificial etc...), é uma iniciativa do governo chinês chamada Made In China 2025. Sendo esta somente a primeira parte, que se encerra em 2025, de um plano mais amplo, com prazo para ser concluído até 2049:

http://www.radardofuturo.com.br/futuro/i...a-na-china

http://brasileconomico.ig.com.br/mundo/2...stria.html

http://www.asiacomentada.com.br/2015/05/...hina-2025/
Visitar o website do usuário Encontrar todas as respostas deste usuário
Adiciona agradecimento Citar esta mensagem em uma resposta
Sua pele mais bonita com colágeno hidrolisado
Responder 


Ir ao Fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitantes
Tópicos relacionados...

Publicidade:
Loja de Produtos Naturais Tudo Saudável

Recomende o Fórum


Sites Associados: Dossiê Vacina HPV
Registro de Efeitos Adversos das Vacinas
Rastreando Chemtrails
Site Notícias Naturais
Fórum Notícias Naturais Blog Anti-Nova Ordem Mundial

Pesquisar

(Pesquisa Avançada)

Olá, Visitante
Olá Visitante!
Para participar do fórum, é necessário se Registrar.



  

Senha
  





Usuários Online
Existem no momento 151 usuários online.
» 3 Membros | 148 Visitantes
Guigo Xavier, IAΩ, Infinite

Estatísticas do Fórum
» Membros: 19,973
» Último Membro: sandramaria
» Tópicos do Fórum: 24,498
» Respostas do Fórum: 261,995

Estatísticas Completas

Tópicos Recentes
O Brasil Foi Vendido. O Dia em Que a NOM Leiloou A Nação.
Última Resposta Por: Guigo Xavier
Hoje 12:26 PM
» Respostas: 68
» Visualizações: 5299
O Brasil Pós-Temer
Última Resposta Por: Diakonov
Hoje 11:02 AM
» Respostas: 13
» Visualizações: 1349
Cibercultura e o Futuro da Humanidade
Última Resposta Por: tarcardoso
Hoje 09:51 AM
» Respostas: 10
» Visualizações: 926
Últimos acontecimentos ONLINE
Última Resposta Por: Beobachter
Ontem 10:49 PM
» Respostas: 544
» Visualizações: 130449
banco SATANder promovendo ideologia de gênero, pedofilia, zoofilia e zombando Cristo
Última Resposta Por: ULTRON
Ontem 10:01 PM
» Respostas: 79
» Visualizações: 5732
Suco Verde
Última Resposta Por: sandramaria
Ontem 09:03 PM
» Respostas: 10
» Visualizações: 11862
23 de Set 2017 a Olho Nu. (Ajuda)
Última Resposta Por: Motta
Ontem 08:34 PM
» Respostas: 43
» Visualizações: 5987
General fala em possibilidade de intervenção
Última Resposta Por: Beobachter
Ontem 08:28 PM
» Respostas: 23
» Visualizações: 1981
Terremoto, Furacão, Tempestade Solar - Acontecimentos recentes!
Última Resposta Por: Surfista
Ontem 07:45 PM
» Respostas: 83
» Visualizações: 9951
Terremotos recentes
Última Resposta Por: Elenin20182024
Ontem 01:45 PM
» Respostas: 36
» Visualizações: 46985
Nibiru, Elenin, - Transformações da Terra - o que ninguém te conta
Última Resposta Por: Elenin20182024
Ontem 10:46 AM
» Respostas: 1204
» Visualizações: 507884
Teoria Crítica e Marxismo Cultural, as estratégias para a dominação do ocidente
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
Ontem 06:31 AM
» Respostas: 18
» Visualizações: 3638
Dilma e a inauguração do Templo de Salomão
Última Resposta Por: Elenin20182024
Ontem 01:48 AM
» Respostas: 58
» Visualizações: 29262
Brasil, o Reino de Ofir
Última Resposta Por: Elenin20182024
Ontem 01:29 AM
» Respostas: 10
» Visualizações: 2380
Decifrando o Haarp
Última Resposta Por: Thebox
20-09-2017 06:26 PM
» Respostas: 119
» Visualizações: 88079
Catastrofe climatica de Junho à Setembro?!...
Última Resposta Por: Elenin20182024
20-09-2017 12:00 PM
» Respostas: 67
» Visualizações: 8006
Olavo de Carvalho - Os Verdadeiros Agentes da Nova Ordem Mundial
Última Resposta Por: tarcardoso
20-09-2017 09:00 AM
» Respostas: 15
» Visualizações: 11989
Recrutamento para o Programa Espacial Secreto em andamento?
Última Resposta Por: Elenin20182024
19-09-2017 11:53 PM
» Respostas: 22
» Visualizações: 2162
Como o Fórum ajuda você?
Última Resposta Por: Beobachter
19-09-2017 11:32 PM
» Respostas: 25
» Visualizações: 1102
MEGA TÓPICO - COREIA DO NORTE: Centralização de Notícias importantes
Última Resposta Por: Beobachter
19-09-2017 08:36 PM
» Respostas: 337
» Visualizações: 28849
Lula é condenado na Lava Jato a 9 anos e 6 meses de prisão no caso do triplex
Última Resposta Por: Beobachter
19-09-2017 08:20 PM
» Respostas: 122
» Visualizações: 6573
Simbolismo em GoT
Última Resposta Por: Leandrors
19-09-2017 06:38 PM
» Respostas: 23
» Visualizações: 2260
Reversão do envelhecimento .
Última Resposta Por: Doc S
19-09-2017 04:44 PM
» Respostas: 2
» Visualizações: 593
Atuação da Open Society de George Soros no Brasil e a Revolução Socialista Globalista
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
19-09-2017 02:43 AM
» Respostas: 30
» Visualizações: 4402
Direita e Esquerda dois braços - Um corpo
Última Resposta Por: Surfista
18-09-2017 10:13 PM
» Respostas: 141
» Visualizações: 45173
Como Sobreviver a um Tsunami e Terremoto
Última Resposta Por: Elenin20182024
18-09-2017 02:54 PM
» Respostas: 26
» Visualizações: 40426
Terremotos pelo mundo
Última Resposta Por: Elenin20182024
18-09-2017 02:53 PM
» Respostas: 19
» Visualizações: 14463
[Vídeo] Dr. Lair Ribeiro - 38 Fatos Importantes do Iodo na Saúde
Última Resposta Por: Doc S
17-09-2017 10:03 PM
» Respostas: 13
» Visualizações: 4855
Sobrevivencialismo: Conceito e Principais Postulados
Última Resposta Por: Elenin20182024
17-09-2017 06:49 PM
» Respostas: 14
» Visualizações: 9308
CERN - Qual a verdadeira agenda?
Última Resposta Por: Dwayne Johnson
17-09-2017 05:12 PM
» Respostas: 9
» Visualizações: 1504

Lista completa de tópicos

Divulgue o fórum em seu site!

Camisetas:
camisetas resista à nova ordem mundial