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O elétron é o espírito?
12-05-2018, 05:48 PM
Resposta: #1
O elétron é o espírito?
I
O geneticista molecular e prêmio Nobel, professor Werner Arber, diz 1:
"As descobertas da genética molecular nos demonstram... que a criação
é infinita no espaço e no tempo... A criação continua ativa aqui e
agora, em toda parte e sempre mais, a saber, na escolha livre dos
detalhes da execução de processos específicos da vida".

II
Eis as palavras do professor Joachim Illies, do Instituto Max Planck
de Limnologia2:
"Somos todos fanáticos defensores da objetividade. Fazemos de conta
que a 'prova objetiva' é o último dos enunciados possíveis, e o máximo
valor que se possa atingir, vivendo na ilusão de que estamos num mundo
objetivamente comprovado que chamamos orgulhosamente de 'ciência
moderna'. Faz-se necessária uma desmitologização radical, para que não
percamos o acesso a nós mesmos e à verdade que se acha por trás de
toda a ciência".

III
O professor Max Thürkauf, físico da Universidade de Basiléia, afirma3
"No fundo, as ciências procuram reduzir tudo a processos
físico-químicos. Os fenômenos paranormais, porém, se relacionam com
aquilo que chamamos vida ou mundo de espírito e estão acima dos
processos físicos e químicos".

IV
O bioquímico, professor Erwin Chargaff4, escreve:
"Uma avalancha pertinaz de informações penetra por todas as frestas da
consciência; o ruído vazio de uma máquina sem carga abafa todo e
qualquer pensamento... Claro, há sempre algo mais a fazer: sabe-se que
piolhos pequenos têm sempre piolhos ainda menores. Mas, até que ponto
podemos decompor os átomos e seus núcleos? Tenho a leve impressão de
que, com a abolição do prêmio Nobel de física, não apareceria mais
nenhuma partícula elementar".

V
Em seu livro O espírito da matéria, afirma o físico teórico Jean E. Charon5:
"Raramente os cientistas se dispõem a se dedicar a questões
'metafísicas', pela simples razão de não lhes ser permitida essa
preocupação pelos guardiães da ciência oficial: nada mudou, a
abordagem de questões metafísicas é considerada uma atitude
não-científica. Eu, pessoalmente, acho esse comportamento
escandaloso".

VI
E finalmente as palavras do professor A. E. Wilder-Smith, convidado
para lecionar em diversas universidades renomadas em todo o mundo6;
"A ciência investiga apenas aqueles objetos que, dentro de nossas
dimensões materiais, são úteis à pesquisa. Se vier ai guém com a
proposição de que Deus, que é um Logos ou pensamento de caráter
pessoal, deve estar na base da codificação da vida, os cientistas,
como de costume, afastarão de imediato e decididamente essa hipótese,
por estar além de suas possibilidades de investigação... Mas, que
diríamos de um astrônomo que não quisesse explicar as trajetórias dos
corpos celestes por meio das leis da gravitação, só porque a idéia de
tal força contraria seus princípios filosóficos? A essência dessa
força não poderia ser reproduzida em laboratório, nem pesquisada.
Seria possível estudar os efeitos dessa força, mas não a sua própria
essência. Por isso, o tema da gravitação seria, cm sua totalidade,
cientificamente insustentável".


Uma reviravolta? Uma reviravolta!

Entremos na sala escura de um oftalmologista para fazer uma
experiência: análise de um olho humano com o microscópio eletrônico.
Atravessando a córnea, a íris e a retina, vamos divisar, além do
cristalino, suspenso entre fibras finíssimas, um nervo óptico que,
milhares de vezes aumentado, mais se parece a uma árvore com suas
múltiplas ramificações. É um mundo fascinante que se nos depara. Ao
longo das fibras nervosas aparecem pequenos cristais semelhantes a
blocos de rocha no meio de uma paisagem irreal. Nosso microscópio se
aproxima de cadeias moleculares, formadas por centenas de átomos
acoplados. Ao examinar de perto um dos átomos, aumenta de repente a
claridade ao máximo: vemos um mundo em movimento constante. Aí está o
núcleo em torno do qual giram, em altíssimas velocidades, partículas
ainda menores — os prótons, nêutrons e elétrons. Entre o núcleo e as
partículas revela-se um universo parecido com aquele formado pelo Sol
e pelas trajetórias dos planetas.
Vamos fixar um elétron. Se pudéssemos acoplá-lo a um medidor e se
reduzíssemos sua velocidade em câmara lenta, constataríamos que esse
elétron aumenta e se contrai um número de vezes por segundo igual a
1023 — ele está pulsando. 1023 significa o número 10 acrescido de 23
zeros! Esse mundo em movimento constante, perpassado de radiações
difusas, é a dimensão misteriosa de toda a matéria.
Essa experiência, que teve por objeto o olho, poderia ter, também, por
objeto um pedacinho da pele do corpo, uma lasca de madeira ou de
pedra. Realmente, apenas o começo da viagem seria diferente, mas,
chegados ao destino, encontraríamos sempre o átomo e suas partículas
subatômicas. No final das contas, tudo se reduz a energia, radiação e
movimento — em pleno acordo com os postulados de Einstein, publicados
há setenta e cinco anos.
Essa realidade imutável e eterna leva muitos cientistas ao desespero,
ao passo que outros se tornam mais humildes.
Numa obsessão desenfreada e útil, fomos decompondo quase tudo em suas
partes constitutivas; as moléculas viraram grupamentos de átomos;
passamos a estudar seu comportamento e o das partículas subatômicas em
gigantescos aceleradores, capazes de desintegrar átomos e liberar
radiações. No fim, porém, continuamos frente ao mesmo resultado: atrás
da menor unidade revela-se uma ordem nova, uma nova lei que parece
determinada por instruções desconhecidas por nós, provenientes de uma
autoridade que todos os filósofos costumam chamar de "espírito".
O matemático e físico francês Jean E. Charon conseguiu provar que a
matéria e o espírito estão ligados entre si de modo inseparável.
Charon fala a linguagem exata da matemática7. Os colegas que ainda não
tenham assimilado seus trabalhos, num modo de pensar totalmente novo,
não poderão deixar de tomar conhecimento deles; já não há como
desconhecê-los. Como o caminho de Charon leva, também, de volta à
pré-história, que aponta para os "deuses", terei muito prazer em
retomá-lo. As provas de Charon significam uma reviravolta.

A questão dos elétrons

A matéria é massa, é substância de tudo o que vive e existe. A matéria
pode ser reduzida a átomos e partículas elementares, seja qual for sua
consistência. São verdades sabidas de longa data. E de onde vem essa
matéria? Como ela surge? Como surgiu? Como tudo começou? São questões
excitantes.
No começo havia o nada, o vazio sem-fim — a "radiação negra", como
dizem os físicos, Essa radiação se encontrava desde o início, por
assim dizer, em estado de espera. Pode-se perguntar o que havia antes
desse estado; mas não há resposta, a não ser que ela nos seja
outorgada numa outra dimensão, após a morte. Essa solução, porém,
necessita do recurso à fé.
Como fomos treinados a pensar em quatro dimensões limitativas —
comprimento, largura, altura, tempo —, não conseguimos imaginar um
tempo infinito. Ao colocar um criador antes de qualquer começo,
impõe-se, imediatamente, a velha pergunta, sempre atual: e quem criou
o criador? O perpetuum mobile físico, provavelmente, nunca existiu; a
pergunta pela pergunta é um perpetuum mobile filosófico.
A matemática e a física são os contrapontos da filosofia. Cálculos
físicos e observações comprovam que, a partir da radiação negra — do
nada, portanto —, surgiu um primeiro par de partículas materiais: um
elétron* e um pósitron**.
*Partícula fundamental cuja carga elétrica é negativa. Possui
propriedades físicas que determinam uma reação recíproca com o campo
magnético do lugar em que se encontra.
**Partícula fundamental de massa e carga iguais ao elétron, mas de
sinal contrário.

Dotadas de cargas negativa e positiva, respectivamente, essas
partículas, praticamente, não precisaram de energia para, juntas,
formarem um par: a primeira matéria.
O primeiro elétron pulsava (e continua pulsando) no ritmo inimaginável
de 1023 contrações e expansões por segundo. Esse movimento causou
temperaturas extremamente altas, de várias centenas de milhões de
graus, dentro do elétron. A radiação eletromagnética decorrente é
chamada novamente pelos físicos de radiação negra.
Com base numa ação física recíproca, o pósitron é capaz de se acoplar
à partícula fundamental do nêutron, formando juntamente com ele um
próton, que é um dos elementos constitutivos do núcleo atômico. A
seguir, o elétron se une a esse próton para formar um átomo de
hidrogênio. Setenta e cinco por cento da matéria do universo é
constituída de hidrogênio. Como não pode haver hidrogênio sem elétron,
segue-se, logicamente, que o elétron existiu antes do hidrogênio. O
slogan superficial que diz que "no início era o hidrogênio" não é
correto; no início era o elétron, que estava presente na formação do
primeiro par de partículas, mantendo seu papel exclusivo dentro de
toda matéria e até do espírito.
Jean E. Charon comprovou matematicamente que o elétron possui
propriedades semelhantes às de um buraco negro. Vamos investigar, pois
não queremos perder de vista esses elétrons.
O que vem a ser um buraco negro?
Precisamos retroceder. Desde o começo do mundo, desde a grande
explosão, havia gases, hidrogênio c poeira cósmica espalhados pelo
universo. As partículas foram se juntando, girando numa espécie de
nuvem, até formarem uma esfera, em virtude da rotação contínua. Essa
esfera atraiu cada vez mais matéria. A densidade crescente provocava o
atrito entre as partículas, gerando calor; tanto calor que se produziu
uma estrela abrasada. A jovem estrela continuava a se adensar a ponto
de brilhar, finalmente, como um sol. Núcleos atômicos mais leves se
fundiram para formar outros mais pesados. No calor dessa caldeira, o
hidrogênio se transformou em hélio, e este, em carbono, oxigênio e
nitrogênio, formando elementos cada vez mais pesados, até chegar ao
ferro.
Durante esse processo de fundição, havia uma produção e uma liberação
ininterrupta de energia — um processo que se realiza no Sol, há
bilhões de anos. Ele despeja, segundo o astrofísico americano John
Taylor**, "quatro milhões de toneladas por segundo de sua própria
massa, dez mil vezes a quantidade de água que passa, na mesma fração
de tempo, sob a Ponte de Waterloo, no rio Tâmisa".
É difícil sustentar um consumo tão elevado de forças durante bilhões
de anos, mesmo em se tratando do Sol: quando os elementos mais leves
tiverem sido consumidos, terminará a fusão nuclear (a formação de
núcleos atômicos pesados a partir dos mais leves), já que não haverá
mais nada a fundir. O astro incha, explode e torna-se uma nova
estrela, enorme, uma supernova. Durante a explosão, a luminosidade
aumenta cem milhões de vezes. A massa estelar é lançada ao cosmo, até
que, na última fase de sua extinção, a maior parte volta a cair dentro
da própria estrela, comprimindo-se e diminuindo-a. Por causa de seu
tamanho reduzido, passa então a ser incluída no grupo das "anãs
brancas". Apesar de anãs, essas estrelas continuam demonstrando sua
força: em virtude de seu grande peso, aumenta a velocidade de rotação
em torno do próprio eixo. Apesar de terem guardado sua massa original
nas turbulências, seu diâmetro reduz-se a poucos quilômetros. A anã
branca torna-se "pulsar", designação originada dos breves sinais
(pulsações) que se acredita provirem da estrela anã, de acordo com o
número de giros. Aqui não importa discutir se ela emite realmente
esses sinais a cada giro. O fato é que ela gira e, girando, perde
energia, o que leva a uma contínua redução dos giros em torno do
próprio eixo. O pião começa a parar.
Num colapso total, a estrela chega a seu fim. A pressão interna já não
é capaz de resistir à força gravitacional do espaço. Ela desmorona
sobre si mesma, e nenhum raio voltará a testemunhar sua existência
anterior. O que resta é aquilo que os astrônomos chamam de "buraco
negro". O astrofísico Reinhard Breuer9 o define da seguinte maneira:
"Um buraco negro é uma estrela que, em virtude de sua contração, se
tornou extremamente pesada, a ponto de nenhuma partícula conseguir
deixar sua superfície, nem mesmo a luz. A contração de uma estrela,
que leva ao nascimento de um buraco negro, acontece de modo fulminante
— em frações de segundo — por meio do chamado 'colapso gravitacional'
".
Devemos ao astrônomo Karl Schwarzschild (1873-1916) a possibilidade de
determinar antecipadamente o surgimento inevitável de um buraco negro.
Como diretor do observatório astrofísico de Potsdam, ele conseguiu
realizar descobertas decisivas em relação ao movimento das estrelas
fixas. O valor mínimo que uma estrela precisa atingir, antes que o
espaço ao redor se feche sobre ela, é chamado de "raio de
Schwarzschild". Desse modo Schwarzschild comprovou aquilo que Einstein
tinha descoberto com seus cálculos e que os astrônomos e astrofísicos
passaram, desde então, a observar inúmeras vezes.
Comparável a uma bolha na água, o buraco negro forma um espaço dentro
do espaço. O que entrar nesse espaço do buraco negro nunca mais sairá
dele. O monstro medonho não deixa escapar nem quanta de luz, de modo
que se torna invisível. Sua presença se constata pela curvatura de
nosso espaço, que forma uma espécie de funil em direção ao espaço do
buraco negro. Nesse mundo estranho, as leis da física diferem por
completo das de nosso ambiente:
— Em comparação com o decorrer do tempo em nosso universo, o tempo no
buraco negro corre em sentido inverso.
— Nas dimensões do buraco negro, o espaço adquire caráter temporal e o
tempo, caráter espacial.
— No universo em que vivemos, todos os processos se desenrolam com
entropia crescente. Por entropia entendemos a medida daquela parte do
calor que, durante a transferência da energia, já não fica disponível
para realizar trabalho mecânico. De acordo com a segunda lei da
termodinâmica, a "ordem" dentro de um sistema isolado alcança sempre
um estado de equilíbrio de desordem total, chamado de "entropia
máxima". Em palavras simples: jogando um balde de água quente dentro
de uma banheira de água fria, haverá uma mistura de ambas. Essa
mistura é chamada de "desordem".
— No espaço do buraco negro tudo acontece ao contrário; os processos
se realizam com entropia decrescente. Aumenta a "ordem".
— No buraco negro, o tempo decorre ciclicamente, o que significa que
os estágios passados voltam a repetir-se continuamente: toda
informação volta a seu princípio. Como nada consegue escapar dessa
caixa-forte, não há mais perda de informação: a ordem é atemporal.
Nesse ciclo, crescem a informação e a ordem — de modo semelhante à
experiência humana, que se enriquece dia a dia pelo aumento de
informação.

No papel de destaque: o elétron

Já nos idos de 1963-64, o prêmio Nobel Richard Phillips Feynman,
professor do Califórnia Technology Institute, em Pasadena, conseguiu
provar que o espaço dentro de um elétron não é vazio, registrando-se
nele a ação de neutrinos e de radiação negra.
Jean E. Charon logrou a comprovação complementar de que o elétron se
comporta como um buraco negro, deformando o espaço circundante do
mesmo modo: o espaço se curva e se fecha em torno do minúsculo
elétron, assim como a água envolve a bolha. O elétron possui todas as
características do buraco negro, com mais uma possibilidade: de dentro
de seu espaço fechado, ele consegue entrar em contato com outros
elétrons.
Opor-se-ia essa afirmação à minha comparação com uma caixa-forte bem cerrada?
Dois elétrons que se movem rapidamente, um em direção ao outro, acabam
por repelir-se mutuamente. Todo elétron obedece a uma força que o
mantém afastado do outro; essa força é chamada de "ação á distância".
Fótons negros, que são quanta de luz sem massa, de comprimento de onda
muito curto, trocam sua velocidade com os fótons negros de outros
elétrons. O que fascina e importa nesse contexto é o fato de os
processos no elétron se realizarem com entropia decrescente, portanto,
acompanhados de uma ordem crescente. Se os elétrons permutam entre si
os fótons negros — o que é um fato comprovado —, então aumenta
continuamente o estado de informação do elétron. A conseqüência é
fantástica. Como o elétron está presente desde a criação do mundo e
como não "esquece" nada, há um contínuo aumento de suas informações,
sejam quais forem os estágios percorridos.
O elétron sempre foi uma partícula estável. Considerado como portador
de memória, ele assistiu a tudo, desde o início mais remoto. Perpassou
o universo, entrou em toda a matéria, é parte constitutiva de todos os
seres vivos, de todas as plantas, pedras, sóis... e de todos os
cérebros. Sua ordem aumentava, e ele reunia mais e mais informações
que podia trocar com as partículas de sua espécie.
No contexto de sua descrição dos buracos negros10, eis o que escreve
Rudolf Kippenhahn (1926), professor de astronomia e astrofísica em
Goettingen:
"Mesmo a matéria que compõe os nossos corpos deve ter fervido ao menos
uma vez no interior de alguma estrela".
Essa afirmação precisa ser recebida e compreendida em todo o seu
alcance: a matéria do elétron é imortal. Como ele nada esquece, como
participou e participa de fatos passados e presentes, tornam-se
imortais, ao mesmo tempo, seu saber e sua experiência. O elétron
conserva todas as mensagens de alegria e sofrimento experimentados.
Ele esteve e está em tudo na Terra, em cada pedra, em cada planta... e
tudo e todos são portadores de informação. Os corpos morrem e
decompõem-se, mas o elétron continua vivo, passando adiante, numa
série sem começo e sem fim, os conhecimentos e as informações do
passado para o futuro.
Jean E. Charon constata5:
"Isso significa que toda matéria que tenha participado de uma
estrutura viva ou pensante, possuindo, durante a existência
relativamente curta dessa estrutura, as qualidades de saber dela, não
pode voltar simplesmente, após a morte da estrutura, a seu psiquismo
original e difuso. A informação e o saber adquiridos não podem mais
perder-se; nenhum poder deste mundo é capaz de reduzir a 'consciência'
das partículas elementares, após a morte de uma estrutura de
organização complexa".

Caem os véus

Por trás de muitos problemas paranormais, parapsicológicos c
metafísicos, que ficaram até hoje sem solução, transparece agora, como
por encanto, um sistema cósmico mais amplo. A série de quadrinhos
"Amar é... ", reproduzida diariamente em milhões de jornais, pode ser
reduzida ao contato dos elétrons entre dois parceiros. Como tudo fica
simples!
Albert Einstein determinou que seu corpo fosse cremado e seu cérebro,
colocado à disposição dos pesquisadores. Em 1978, foi divulgada pela
imprensa a notícia vergonhosa de que seu legado à ciência fora
encontrado num vidro de conserva, mergulhado em aldeído fórmico,
dentro de uma caixa de papelão, no escritório de um laboratório de
testes biológicos, em Wichita, no Kansas, Estados Unidos. Lendo
naquela ocasião a notícia estarrecedora, pensei logo na chance que a
humanidade tinha deixado escapar, depois que as células tinham
perecido. Mas agora sabemos que os elétrons desse supercérebro
continuam existindo; eles circulam pelo universo, estacionam em
plantas e pedras e penetram em algum cérebro, onde fazem ressurgir seu
saber acumulado. Elétrons, cujo saber Einstein aumentara, ressurgem
estimulando num novo cérebro idéias que seu dono não adquiriu por
experiência própria.
A lembrança repentina de algum ato ocorre a muita gente. Em nossa
mente, surge espontaneamente um quadro ou uma situação que pensamos
ter vivido, apesar da advertência de nossa memória de que nunca
estivemos naquele lugar e de que não participamos daquele
acontecimento. Depois de descoberta a imortalidade dos conhecimentos
dos elétrons, pode-se considerar desvendado também esse mistério: os
elétrons de pessoas falecidas há muito tempo aninham-se em nosso
cérebro, projetando as imagens de antigas lembranças.
O irreal torna-se fato concreto. O obscuro, o misterioso e o
inexplicável tornam-se compreensíveis. No elétron, o tempo passa em
sentido contrário, como nos buracos negros; por isso ele é capaz de
anunciar, também, fatos futuros: a clarividência, a premonição e a
profecia se tornam explicáveis.
Todos os europeus leram certamente o nome do vidente Gérard Croiset,
falecido há pouco. Investigadores de polícia de diversos países
recorriam às suas intuições quando era necessário descobrir as pistas
de uma criança seqüestrada ou o cadáver de um assassinado. A
freqüência de acertos de Croiset superava a lei das probabilidades.
Ele era médium de algo que ele mesmo não conseguia explicar, ficando
sem saber o que se passava em seu cérebro nesses momentos. Como outros
médiuns destacados, ele se mantinha sempre humilde, atribuindo sua
capacidade a uma força que lhe vinha de Deus. O poder dos elétrons
torna o fenômeno compreensível: uma criança seqüestrada pensa e emite
para o meio ambiente elétrons carregados de memória. Essas minúsculas
partículas oniscientes estão em toda parte, desconhecendo qualquer
obstáculo, qualquer parede que se interponha à sua frente. Caso o
cérebro de um médium consiga interceptar um desses elétrons emitidos,
deixando-o penetrar em sua consciência, achará a pista como se fosse
um "sonâmbulo", enquanto os outros procuram em vão. Ele saberá dizer,
também, se a vítima ainda vive ou se está morta. Como acontecia com
Croiset, outros também conseguirão achar um cadáver oculto.
Pode ser que o cérebro necessite de uma certa aptidão para encontrar
acesso às informações dos elétrons. Mas eu desconfio que essa aptidão
e essa capacidade estejam latentes em qualquer um de nós.
Aquilo que ontem não passava de utopia e ficção científica começa a
ser decifrado com a descoberta da potencialidade informativa do
elétron. E agora se coloca a pergunta: e nós, quem somos nós? Para
dizê-lo com toda a rudeza: somos, assim como toda a matéria, veículos
e alojamento dos elétrons, com a função de colher informações e
experiências e de armazená-las neles, que duram para sempre e que as
passam adiante, de eternidade em eternidade!
Em meados dos anos.50, uma outra descoberta, igualmente
desconcertante, chocou o mundo. Francis C. Crick conseguiu decifrar,
em colaboração com J. D. Watson, os mistérios da hereditariedade.
Qualquer célula do corpo contém em si o código genético, o esboço para
a constituição do corpo todo. Essa maravilha da natureza hoje já faz
parte dos conhecimentos gerais, na imagem representativa da hélice
dupla do ADN, mesmo que os biólogos ainda desconheçam a causa que
determina a molécula de ADN a passar adiante as informações sobre a
constituição de um corpo, assim como também não conhecemos as leis que
fazem que o óvulo feminino abrigue apenas um determinado gameta
masculino entre os duzentos ou trezentos milhões que penetram no órgão
reprodutor feminino. A causa que atua nesse caso é o espírito que está
atrás da matéria, é a consciência do elétron: quando os gametas
masculino e feminino se aproximam, realiza-se em fração de segundo uma
troca de informações entre os prótons negros de seus elétrons.
Procura-se o portador mais indicado para a evolução.
Utopia? Não, atualmente. Wernher von Braun exprimiu-se nestes termos:
"Nada parece, na seqüência dos fatos, tão simples quanto uma utopia
realizada".


Deus não joga dados

"A substância do mundo é a substância do espírito", escreveu o
astrônomo e físico inglês Arthur Eddington (1882-1944), pioneiro da
pesquisa sobre a estrutura interna dos astros.
Distingue-se entre matéria viva e matéria morta. Essa dicotomia não
corresponde na realidade à matéria: esteja viva ou morta, ela se
compõe de átomos, prótons e elétrons.
Lembremos agora as pesquisas feitas pelo dr. Robins nos círculos de
pedras de Rollright: as pedras pulsavam; surgiam campos magnéticos —
eis o mundo dos elétronsI Quando alguém adentrava o círculo,
registrava-se a interrupção das pulsações. Haveria, a partir desse
momento, uma comunicação dos elétrons com a pessoa? Não seria
possível, de acordo com as pesquisas mais recentes, que um médium,
sensibilizado para receber as mensagens dos elétrons, conseguisse
"falar" com as pedras? As pedras vibram, libertando elétrons e
transmitindo informações. Elas atingem os homens como atingem toda a
natureza e o universo inteiro.
Em quase todas as ilhas da Melanésia e da Polinésia existem
antiqüíssimos santuários de pedra. Eles são chamados de marae. A
arquitetura dos maraes não é uniforme. Ora se trata de um grande
retângulo formado por enormes monólitos, como é o caso na ilha
Raiatea, ora de um templo cm forma de terraço, como em Arahurahu, no
Taiti, ora de uma disposição ordenada de monólitos, como na ilha
Tubuai, no sul do oceano Pacífico. Antes da chegada do cristianismo,
os maraes eram "lugares oficiais do encontro entre os polinésios e as
realidades do outro mundo"11.
Desconhecemos os ritos celebrados nos maraes. Os ilhéus, no entanto,
contavam aos primeiros europeus que lá chegaram que os maraes eram
muito tapu, lugares muito sagrados. Tapu significa "o muito marcado" —
em oposição ao comum. Nosso termo "tabu" é derivado da língua dos
polinésios.
O que era "tabu" nos maraes, o que era "muito marcado"? Teriam sido as
pedras ao redor das quais os ilhéus se reuniam? Vislumbrariam eles o
espírito atrás da matéria que lhes falava através das pedras?
Havia um outro termo sagrado para os ilhéus dos mares do sul: mana —
em alemão, "wirksam"*. Segundo a informação da enciclopédia Brockhaus,
trata-se de uma palavra usada para designar uma força ou uma
influência não em sentido tísico, mas em algum sentido sobrenatural.
Mana age nos seres humanos e na natureza orgânica, sendo transmitido,
via de regra, por hereditariedade, de acordo com a enciclopédia
citada. Mana pode estar concentrado no homem, como, por exemple no rei
sagrado, ou nos objetos. Mana é também a força que provoca pavor e
respeito.
*Em português, "eficaz". (N. do T.)

Um marae não era apenas tabu, ele possuía também muito mana. Eis o
relato de Wilhelm Ziehr12 '':
"Mana pode ocorrer, também, em certos lugares, como desfiladeiros que
inspiram terror, locais escuros na praia ou na floresta. Um mana
impessoal desse tipo se concretiza, então, em forma de espíritos ou
demônios que rodeiam esses lugares sagrados. Por meio de cerimônias
secretas é possível, por exemplo, a gente se tornar invisível e
inviolável em virtude do mana de uma certa caverna numa rocha de coral
que tica nas Novas Hébridas (Port Olry). Uma rocha saliente congrega
tanto mana que qualquer um que se coloque sob ela pode mudar de sexo.
Pedras de forma estranha são colocadas em locais especiais de culto,
pois elas também abrigam forças misteriosas".
Quando morria alguma pessoa respeitada — um sacerdote sábio, um
cacique admirado, um herói valente —, ela continuava, mesmo na morte,
com um mana misterioso; seus ossos eram mais respeitados que os de
mortais comuns; suas sepulturas se distinguiam das outras por um tabu
especial, porque eles eram possuidores de mais mana.
Um mundo estranho e fantasmagórico, cujo culto só podia ser
registrado, até agora, como mistério exótico, passa a encontrar uma
explicação plausível. O mana que distinguia o sacerdote sábio, o
cacique admirado c o herói valente, consistia em elétrons
imorredouros. Um sacerdote tem mais mana que os outros, "irradiando"
por isso mais sabedoria e conhecimento. O que parecia simples
superstição revela-se como pressentido conhecimento das forças
atuantes que se encontram escondidas na matéria. Não se perde muito do
mana dos falecidos, uma vez que os elétrons continuam sua ação na
matéria do corpo. Não seria lícito perguntar se é esse o motivo de nós
nos sentirmos de modo diferente num cemitério e num teatro ou alhures?
Se é por isso que nos assaltam lembranças do passado e pensamentos
sobre o futuro quando estamos em necrotérios? Se nesses instantes
ocorre uma troca mais intensa de elétrons?
Teriam os assim chamados primitivos um contato mais íntimo com a
natureza, percebendo as vibrações dos céleres elétrons? Saberiam eles
"falar" com as plantas, com os animais e com objetos (fetiches!)?
Uma lenda da Polinésia13 conta que o deus Maui veio das ilhas Tuamotu
para Raivavae a fim de erigir um grande marae.
Terminada a tarefa, Maui levou uma das pedras para Tubuai, onde
construiu outro marae, para nele inserir a pedra trazida da outra
ilha. Esse deus devia estar possuído de uma verdadeira mania de
construção, pois, logo depois de acabado o marae de Tubuai, pegou
outra pedra para edificar em Rurutu, depois em Rimatara, depois em
Rarotonga (ilhas Cook), e assim por diante. Para toda parte ele levava
uma das pedras do marae que acabara de construir. Seria uma lenda
absurda? Hoje sabemos que o deus Maui fez aquilo: com cada pedra ele
implantou o mana dentro da nova construção. Maui certamente escolhia
pedras bem determinadas para essa finalidade.
Pois então vejamos: pedra não é igual a pedra. O basalto tem estrutura
atômica diferente da andesita, o granito a tem diferente das rochas de
coral. É verdade que, no fundo, tudo se iguala no mundo dos átomos, da
radiação difusa e do elétron; mas há diferenças nas retículas atômicas
em estado rudimentar— falamos delas quando nos referimos a Stonehenge.
Certos tipos de pedras trocam seus elétrons mais rapidamente quando se
realiza a adução de pequenas quantidades de energia, enquanto outros
só conseguem soltar seus elétrons com muita dificuldade.
Os homens "primitivos" sabiam disso? Teria sido esse o motivo para
nossos remotos ancestrais reunirem uma seleção de determinadas pedras
em certos lugares de culto? Terá sido esse o motivo de em Stonehenge
serem colocadas precisamente as pederneiras que eram trazidas a duras
penas de quatrocentos quilômetros de distância? Uma publicação do dr.
Hans Biedermann14 reforça essa hipótese:
"Os arqueólogos que estudam os vestígios das épocas pré-históricas da
Guatemala conhecem diversas esculturas de pedra, representando cabeças
ou figuras sentadas de homens extremamente gordos. Essas estátuas,
conhecidas entre os arqueólogos como fat boys(Garotos gordos),
destacam-se por uma característica até agora ainda não devidamente
apreciada, descoberta pelo geógrafo Vincent H. Malmstrom (Darthmouth
College, Hanôver NH, EUA): certas partes do corpo são magnéticas. Por
volta do ano 2000 a.C, deviam ter existido pedreiros ou artistas
plásticos familiarizados com o fenômeno do magnetismo, uma vez que
escolhiam como matéria-prima de suas obras blocos de basalto providos
de um magnetismo natural, em parte fortemente con> provável. No caso
das cabeças de pedra, que lembram até certo ponto as esculturas um
pouco mais recentes dos olmecas, no golfo do México, verificou-se que
as zonas de concentração do magnetismo natural se situam na região
temporal, enquanto nas figuras dos gordos sentados ou agachados estas
zonas se concentram na região do umbigo".
"That's it", disse o lorde, e passou a beber seu uísque. É isso aí,
digo eu. No magnetismo há campos eletrostáticos a se influenciarem
mutuamente; realiza-se uma troca de elétrons. Pesquisadores atuais
constataram, com o auxílio de medidores modernos, o efeito real dessas
pedras imemoriais. Mas gostaria que eles, que pretendem saber tudo, me
explicassem com que aparelhos os cientistas conseguiram determinar, há
quatro mil anos, qual era o ponto magnético de uma rocha!
A investigação do senso magnético no homem vivo está apenas começando15.
Em junho de 1979, em Bernard Castle, um lugarejo do condado inglês de
Durham, foram colocados num ônibus trinta e um meninos e meninas, de
olhos vendados; era um dia encoberto, que não permitia nenhuma
orientação pelo sol. Levaram as crianças a um lugar desconhecido. Na
cabeça de algumas crianças foram afixadas barras magnéticas, e na das
outras, apenas barras simuladas do mesmo peso e aparência. Ainda com
os olhos vendados, as crianças, ao chegarem ao lugar escolhido, deviam
indicar a direção em que achavam que se situava o ponto de partida. O
objetivo da experiência era descobrir se a capacidade de orientação do
ser humano sofre alguma influência de campos magnéticos.
O resultado foi surpreendente e despertou muita atenção na Inglaterra
quando da publicação do relatório no New Scientist, em outubro de
1980. Das crianças que participaram do teste, apenas as que tinham
levado barras simuladas na cabeça souberam indicar corretamente o
ponto de partida, mas as que tinham levado ímãs ficaram desnorteadas.
Robert R. Baker, da Universidade de Manchester, graças aos resultados
de outras experiências, acabou por se convencer inteiramente de que os
seres humanos "dispõem realmente de sensibilidade magnética, que pode
até ser perturbada por outras fontes de magnetismo".
Apesar de praticamente não haver dúvida quanto à percepção magnética
em diversos seres vivos —- abelhas, pombos, aves de arribação,
golfinhos, etc. —, seus mecanismos biofísicos permaneciam um enigma
para a ciência. Pesquisadores da Princeton University, Nova Jersey,
conseguiram comprovar, no ano passado, a existência de material
magnético permanente em partes autopsiadas da cabeça e do pescoço de
pombos.
Não ficou claro — segundo os pesquisadores da revista Science — se as
estruturas magnéticas dos seres vivos servem como detectores do campo
magnético da Terra nem se sua percepção é levada até os órgãos
sensoriais. "Já existem pelo menos seis laboratórios em todo o mundo
que se dedicam à investigação do magnetismo humano": é assim que
termina esse relatório atualizado.

O círculo se fecha

Quando as descobertas decisivas de Jean E. Charon forem integradas
nessas investigações, há de fechar-se o círculo: campos magnéticos são
áreas de atuação dos elétrons. O espírito primevo, o espírito de Deus,
sabia disso. Ele fez que todas as suas criaturas e toda a matéria
fossem capazes de receber a força que emana dos elétrons. Nada daquilo
que aconteceu nos bilhões de anos desde a criação do mundo ficou
relegado ao acaso pelo espírito que está atrás da matéria — a criação
do mundo não foi um "jogo"!
Albert Einstein dizia que "Deus não joga dados".
Meus críticos apreciam criticar minha teoria dos deuses astronautas
com a alegação mortífera de que as próprias distâncias que nos separam
de outros planetas carregados de vida tornam impossível uma
participação de extraterrestres na origem da vida em nosso planeta.
Eles afirmam que as naves espaciais jamais alcançariam urna aceleração
que os aproximasse da velocidade da luz, a única possibilidade de
transportar a vida!
Sem repetir aqui o que já escrevi em relação a essa posição no meu
livro Provas, basta dizer que, segundo os conhecimentos mais recentes,
um vôo espacial — imaginável! — de um ser tecnicamente superior a nós
já nem seria necessário para introduzir o saber e a experiência dos
extraterrestres em nosso planeta, fazendo deles agentes da "criação"
terrestre. O átomo como veículo de elétrons carregados de todo o
conhecimento já existia antes da criação da Terra. O cérebro de nossos
ancestrais poderia também ter recebido suas informações sobre a origem
do universo por intermédio de elétrons. Talvez tenham sido os elétrons
os mensageiros que anunciaram a existência de sistemas solares
longínquos e de seres estranhos.
"A pergunta 'por quê?' é uma pergunta mal colocada. Melhor seria
perguntar: 'Por que não?' ", escreveu Bernard Shaw.
A resposta soberana veio de Max Planck (1858-1947), que, com sua
fórmula de radiação, inscreveu na bíblia da física a lei da radiação
negra do calor. Em 1918, ele obteve o prêmio Nobel de física por sua
teoria quântica. No crepúsculo de sua vida, Max Planck confessou:

"Como físico, isto é, como pessoa que serviu durante toda a vida à
ciência mais objetiva, a saber, à investigação da matéria,
considero-me livre da suspeita de ser um fantasista. Digo-lhes,
portanto, o seguinte, depois de todas as pesquisas que fiz em relação
ao átomo: não há matéria em si! Toda matéria provém e é constituída de
uma força que põe as partículas atômicas em vibração e as mantém
unidas no minúsculo sistema solar que é o átomo. Mas, como em todo o
universo não existe nenhuma força inteligente nem eterna em si, mister
se faz que suponhamos por trás dessa força a presença de um espírito
inteligente consciente. Esse espírito é a causa primeira de toda a
matéria".
O elétron.

Do livro, Viagem a Kiribati, Erich von Daniken.
[Imagem: 5a1b5ac7750c07b2b1fa960822b760206ec8e467.jpg]
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vLP (29-05-2018)
Chás medicinais você encontra na Tudo Saudável
12-05-2018, 07:16 PM
Resposta: #2
RE: O elétron é o espírito?
kkkkk
Quando os átomos compartilham elétrons, podemos chamar de reencarnação?
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Salsichinha (17-05-2018)
12-05-2018, 07:21 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-05-2018 08:05 PM por Thucks.)
Resposta: #3
RE: O elétron é o espírito?
Não parece lógico. Afinal estão "compartilhando".

Documentário: Além do Cosmos (esclarece muitas dúvidas)





O Mundo da Física Quântica: Tudo é Energia


Físicos prêmio Nobel provaram sem margem de dúvidas que o mundo físico é um grande mar de energia que pisca em milissegundos, repetidas vezes.

Nada é Sólido.

Este é o mundo da Física Quântica.

Eles provaram que os pensamentos é que colocam tudo junto e unem este campo de energia em constante mudança criando a “realidade” que vemos.

Então, por que vemos uma pessoa em vez de um aglomerado piscante de energia ?

Pense em um rolo de filme.

Um filme é uma coleção de aproximadamente 24 quadros por segundo. Cada quadro é separado por um intervalo. No entanto, por causa da velocidade com que um quadro substitui o outro, nossos olhos são enganados e pensamos que vemos uma imagem contínua e em movimento.

Pense na televisão.

Um tubo de TV é simplesmente um tubo com vários elétrons atingindo a tela de uma certa maneira, criando a ilusão de forma e movimento.

Isto é o que todos os objetos são de qualquer forma. O ser humano tem 5 sentidos físicos (visão, audição, tato, olfato e paladar).

Cada um desses sentidos tem um espectro específico (por exemplo, um cão ouve uma gama diferente de som do que o ser humano, uma serpente vê um espectro de luz diferente do que o ser humano e assim por diante).

Em outras palavras, o seu conjunto de sentidos percebe um mar de energia a partir de um certo ponto de vista limitado e forma uma imagem disto.

Ela não é completa, nem é precisa. É apenas uma interpretação.

Todas as nossas interpretações são baseadas unicamente no “mapa interno” da realidade que temos, e não na verdade real. Nosso “mapa” é resultado de experiências coletivas da nossa vida pessoal.

Nossos pensamentos estão ligados a essa energia invisível e eles determinam a forma que a energia vai assumir. Nossos pensamentos literalmente mudam o Universo de partícula em partícula para criar a vida física.

Olhe ao seu redor.

Tudo que você vê em nosso mundo físico começou como uma idéia, uma idéia que cresceu, que foi compartilhada e se manifestou, crescendo o suficiente até dar a ilusão de um objeto físico através de uma série de etapas.

Nós literalmente nos tornamos a maioria do que pensamos.

Sua vida se torna a maioria do que você imaginou e acreditou.

O mundo é literalmente seu espelho, permitindo-lhe experimentar no plano físico o que você pensa, sente e mantém como sua verdade… Até você alterá-la.

A física quântica nos mostra que o mundo não é a coisa rígida e imutável que parece ser. Em vez disso, é um lugar que está fluido continuamente, construído através dos nossos pensamentos individuais e coletivos.

O que nós pensamos na verdade é realmente uma ilusão, quase como um truque de mágica.

Felizmente nós começamos a descobrir esta ilusão e mais importante, como mudar isto.

O seu corpo é feito do que ?

Nove sistemas compreendem o corpo humano, incluindo o circulatório, digestivo, endócrino, muscular, nervoso, reprodutivo, respiratório, esquelético e urinário.

Que são compostos do que ?

De tecidos e órgãos.

Os tecidos e órgãos são feitos do que ?

Células.

As células são feitas do que ?

Moléculas.

As moléculas são feitas do que?

Átomos.

Os átomos são feitos do que ?

Partículas sub-atômicas.

As partículas subatômicas são feitas do que ?

Energia !

Você e eu somos a luz pura da energia em sua configuração mais bonita e inteligente. A energia que está mudando constantemente sob a superfície e você controla tudo isso com sua poderosa mente.

Você é um grande e poderoso ser humano estelar.

Se você pudesse se enxergar sob um poderoso microscópio eletrônico e realizar alguns experimentos em si mesmo, você poderia ver que é composto de um conjunto de energia em constante mudança na forma de elétrons, nêutrons, fótons e assim por diante.

Assim como é tudo em torno de você. A física quântica nos diz que é o ato de observar um objeto que faz com que ele esteja lá e passa a existir assim que começamos a observá-lo.

Um objeto não existe independentemente do seu observador ! Então, como você pode ver a sua observação, a sua atenção para alguma coisa, e sua intenção, literalmente cria essa coisa.

Isto é científico e comprovado.

O seu mundo é feito de espírito, mente e corpo.

Cada um desses três, espírito, mente e corpo, tem uma função que é única para ele e não compartilhada com o outro. O que você vê com os seus olhos e experimenta com o seu corpo é o mundo físico com o que chamamos de corpo. O corpo é um efeito, criado por uma causa.

Esta causa é o pensamento.

O corpo não pode criar. Ela só pode experimentar e ser experimentado… Que é a sua função original.

O pensamento não pode experimentar… O que ele pode fazer é criar e interpretar. Ele precisa de um mundo de relatividade (o mundo físico do corpo) para experimentar em si.

O espírito é o Tudo O Que É, o que dá vida ao pensamento e ao corpo.

O corpo não tem o poder de criar, ainda que de a ilusão de poder fazê-lo. Essa ilusão é a causa de muita frustração. O Corpo é puramente um efeito, mas não tem o poder de provocar ou criar.

A chave de toda esta informação é você aprender a ver o Universo de forma diferente de como você o ve agora, para que possa manifestar tudo o que você realmente deseja.

©John Assaraf

Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

http://www.imagick.com.br/?p=23712









Elétrons nunca morrem


[Imagem: 010165151230-detector-borexino-3.jpg]

O detector Borexino é formado por sensores mergulhados em um tanque esférico de aço de 13,7 metros de diâmetro, contendo 2.100 toneladas de água ultrapura - tudo instalado nas profundezas de uma mina, protegido por 1.400 metros de rocha para evitar qualquer interferência externa. [Imagem: A. Brigatti/INFN]



Vida infinita

De acordo com as medições mais precisas já feitas até hoje, o tempo de vida de um elétron é de 66.000 yotta-anos, ou 6,6 × 1028 anos.

Isto é cinco quintilhões de vezes a idade do Universo, de forma que é o que mais se aproxima de um "tempo infinito" já medido pelo ser humano.

Esta foi a conclusão dos físicos que trabalham no experimento Borexino, no Laboratório Gran Sasso, na Itália - o mesmo que confirmou a teoria sobre a geração de energia no Sol e ajudou a medir o calor gerado pela Terra.

O trabalho do Borexino é procurar indícios de que o elétron decai para um fóton e um neutrino - um processo que violaria a conservação da carga elétrica e apontaria para uma física além do Modelo Padrão.

Mas nenhum decaiu, e os dados indicam que, se algum decair, isso só vai começar a acontecer depois dos tais 66.000 yotta-anos desde que os elétrons foram criados - este seria o tempo mínimo de vida de um elétron, segundo os físicos.

Lei da conservação de carga

O elétron é o portador de carga elétrica negativa de menor massa que se conhece. Se ele decaísse, a lei de conservação de energia dita que o processo envolveria a produção de partículas de menor massa - neutrinos, por exemplo, ou fótons, que não têm massa.

Mas todas as partículas conhecidas com massas menores do que a massa do elétron não têm carga elétrica, de forma que a carga do elétron teria que "desaparecer" durante esse processo hipotético de decaimento, o que violaria a conservação de cargas, que é um princípio que faz parte do Modelo Padrão da física de partículas.

Como resultado, o elétron hoje é considerado uma partícula fundamental, que nunca vai decair.

No entanto, o Modelo Padrão não explica adequadamente todos os aspectos da física e, portanto, a descoberta do decaimento do elétron poderia ajudar os físicos a desenvolver um modelo melhor da natureza.

Por essas medições, o elétron não se mostrou disposto a colaborar com a elaboração desse tão esperado novo modelo.

Bibliografia:

Test of Electric Charge Conservation with Borexino
M. Agostini et al. (Borexino Collaboration)
Physical Review Letters
Vol.: 115, 231802
DOI: 10.1103/PhysRevLett.115.231802

http://www.inovacaotecnologica.com.br/no...vdjUNQrJkh

A “vida” de um elétron é ao menos 5 quintilhões de vezes maior do que a idade do universo



A física básica sugere que elétrons são essencialmente imortais. Uma
experiência fascinante recentemente falhou em derrubar essa suposição
fundamental. Mas os esforços dela produziram um tempo de vida mínimo
revisado para elétrons: 60.000 yotta-anos, o que é – preste atenção –
cerca de cinco quintilhões de vezes a atual idade do universo.

Os yotta anos
Um elétron é a partícula subatômica mais leve que transporta uma carga
elétrica negativa. Não há componentes conhecidos nele, e é por isso
que os elétrons são considerados os blocos básicos do universo, ou uma
partícula elementar.

Uma equipe de pesquisadores de diversas nacionalidades que trabalham
no experimento Borexino, na Itália, buscava sinais de elétrons
decaindo em partículas mais leves, mas, como esperado, não deu muito
certo. Isso é bom, porque confirma o que físicos vem suspeitando há
muito tempo. Se eles encontrassem evidências de que elétrons decaem em
fótons e neutrinos – partículas elementares com ainda menos massa –
isso violaria a conservação de uma carga elétrica. Tal descoberta
sugeria uma nova física muito além do modelo padrão.

Mas os cientistas conseguiram fazer a medida mais precisa do “tempo de
vida” de um elétron. Seus cálculos sugerem que uma partícula presente
hoje vai permanecer por aí por cerca de 66.000 yotta ano (6.6 × 1028
anos), o que diz a Physics World que isso é “cerca de cinco
quintilhões de vezes a atual idade do universo.” Os detalhes do
trabalho foram publicados no jornal científico Physical Review
Letters.

Um artigo do APS Physics explica com os cientistas chegaram a isso:

O borexino consiste em uma estrutura com líquido baseado em petróleo
que acende quando um neutrino, uma partícula neutra praticamente sem
massa, bate em um elétron solto de um dos átomos do líquido. Os cerca
de 2000 fotomultiplicadores do detector então amplificam e detectam a
luz emitida. Os pesquisadores calcularam a sensibilidade do detector a
fótons produzida via um hipotético decaimento de elétrons em um fóton
e um neutrino… Então eles buscaram “eventos” de fótons acima desse
fundo com energias perto de 256 kilo-elétron-volts, uma energia
correspondente à metade da massa de repouso do elétron.

Após observarem o acumulado de 408 dias em dados, eles encontraram…
nada. Mas conseguiram determinar uma duração de vida de um elétron.

Um novo limite inferior
Isso não sugere que elétrons vão viver por tanto tempo assim.
Provavelmente o universo não vai existir dentro de tanto tempo. E
mesmo que ele ainda esteja por aí, as propriedades fundamentais de
partículas como elétrons provavelmente vão ser completamente
diferentes.

Segundo, e mais importante, a nova medida aumenta a estimativa
anterior do limite inferior da longevidade de um elétron. O novo
número é cerca de 100 vezes maior do que o limite inferior anterior,
que foi determinado em um experimento similar em 1998. Para explicar
de outra forma, se tal reação ocorrer, ela deve acontecer menos de uma
vez a cada 6.6 × 1028 anos.

Sem sinais de decaimento
O motivo por trás dessa duração de vida tão longa tem a ver com o fato
dos cientistas não conseguirem ficar completamente certos de que
elétrons são imunes a deteriorização. As observações feitas pelos
pesquisadores do Borexino – ou a falta de observações – sugerem que,
como não vimos decaimento de elétrons até agora, sua duração de vida
deve ser ao menos tão grande quanto o cálculo sugere.

Sean Carroll, um professor do Departamento de Física do Instituto de
Tecnologia da Califórnia, explicou assim ao Gizmodo:

O decaimento é muito natural em partículas físicas; partículas pesadas
tendem a decair em mais leves. Um nêutron sozinho, por exemplo, vai
decair em um próton, um elétron, e um anti-neutrino em alguns minutos.
É a versão da partícula elementar do decaimento do núcleo radioativo
do urânio, por exemplo.

Mas algumas coisas parecem nunca acontecer, o que é descrito por leis
de conservação. Por exemplo, a carga elétrica total não muda. Além
disso, o “número bariônico” (número total de prótons mais nêutrons,
menos o número de anti-prótons mais anti-nêutrons), e o “número
leptônico” (elétrons mais neutrinos, menos suas antipartículas). Note
que isso é definido pela decadência de nêutrons. Antes da decadência,
temos um nêutron que tem carga = 0, número bariônico = 1, e número
leptônico = 0. Depois, ele também tem carga = 0 (próton = +1, elétron
= -1, anti-neutrino = 0), número bariônico = 1 (próton = 1, elétron e
anti-neutrino = 0), e leptônico = 0 (próton = 0, elétron = 1,
anti-neutrino = -1).

Números bariônicos e leptônicos nunca foram vistos mudando em
experimentos – quem conseguir isso leva para casa um Prêmio Nobel –
mas em teoria acreditamos que eles podem mudar, e provavelmente
mudaram no universo antigo. (Isso ajudaria a explicar porque há mais
matéria do que antimatéria no universo).

Mas ninguém espera que a carga mude, o que é uma quantidade mais
robustamente conservada.

“Seria uma das coisas mais surpreendentes da história se a carga
elétrica não for conservada,” disse Carroll. “É por isso que todo
mundo acha que elétrons não decaem.”

Carroll disse que as únicas partículas que são mais leves do que
elétrons são eletricamente neutras: neutrinos, fótons, glúons e
grávitons. Se existisse outra partícula leve carregada, já teríamos
detectado ela. Isso sugere que não há nada para o elétron decair.

“Mas deveríamos continuar procurando! É como ganhar na loteria – é
improvável, mas se acontecer, você fica rico,” disse Carroll.
“Infelizmente, eles não encontraram nada, mas resultados nulos são uma
parte importante da ciência. [Physical Review Letters]

FONTE: GIZMODO BRASIL

http://ufos-wilson.blogspot.com.br/
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Thucks pelo seu post:
Anonymous_T.ron (15-05-2018)
13-05-2018, 12:33 AM
Resposta: #4
RE: O elétron é o espírito?
@Thucks
ate queria ler e responder sua postagem, mas o tempo que vou consumir para ler tudo isso, absorver o conteudo e ainda ter que responder a cada topico do qual citam será demasiadamente longo. Poderia, por gentileza, fazer um resumo?
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a AnotherBrickInTheWall pelo seu post:
Anonymous_T.ron (15-05-2018)
Pasta de Dente sem Flúor Oralin Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
15-05-2018, 02:29 PM
Resposta: #5
RE: O elétron é o espírito?
As respostas foram postadas devido ao sarcasmo, não tenho interesse de impor minhas ideias a ninguém. Quem quiser ler, e principalmente, observar que quase todos os tópicos por mim criados, possuem uma ligação, provavelmente chegará a mesma conclusão que eu.
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[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Thucks pelo seu post:
777 (18-05-2018), Infinite (15-05-2018)
15-05-2018, 03:57 PM
Resposta: #6
RE: O elétron é o espírito?
Espírito é uma consciência e elétron não tem consciência.
No confronto do tempo com a eternidade, passado e futuro não mais existirão e restará somente o presente.
Nesse sentido, o espírito é maior do que o tempo e o espaço, pois o tempo e o espaço não mais existirão, mais o espírito de cada um de nós (seres humanos) continuará existindo, posto que não somos eternos, na medida em que tivemos um inicio, mas fomos feitos para a eternidade.
A vida sem a perspectiva da eternidade não teria nenhum sentido...
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18-05-2018, 01:52 AM
Resposta: #7
RE: O elétron é o espírito?
Para quem nao acredita que um elétron nao tenha consciência, eu recomendo dar uma pesquisada no experimento da dupla fenda. Ai depois me diga se n tem.
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Você encontra o Sal Rosa do Himalaya pelo menor preço na Tudo Saudável
18-05-2018, 02:26 PM
Resposta: #8
RE: O elétron é o espírito?
No confronto do tempo com a eternidade, passado e futuro não mais existirão e restará somente o presente.


"Vida infinita

De acordo com as medições mais precisas já feitas até hoje, o tempo de vida de um elétron é de 66.000 yotta-anos, ou 6,6 × 1028 anos.

Isto é cinco quintilhões de vezes a idade do Universo, de forma que é o que mais se aproxima de um "tempo infinito" já medido pelo ser humano."

O elétron parece ser infinito. Como se busca explicação para tudo, essa é a que melhor explica o espírito.

Vale lembrar que pesquisadores chegaram a conclusão de que o sonho, nada mais é do o elétron indo para um universo paralelo.
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25-05-2018, 03:24 PM
Resposta: #9
RE: O elétron é o espírito?
Quando sonhamos, viajamos para universos paralelos, dizem cientistas


Algumas testemunhas ou, assim chamados contatados, dizem que os seres
extraterrestres que nos visitam são na verdade interdimensionais, e
não de outros planetas. Bem, pelo menos alguns deles. Isto é muito
intrigante, porque, na verdade, os cientistas estão cada vez mais
afirmando que universos paralelos são perfeitamente possíveis, e agora
alguns desses cientistas dizem que, quando sonhamos, nossas mentes
viajam para esses universos.


Todas as noites, os humanos têm uma média de 6 a 10 sonhos. Poucos
minutos depois de despertarmos, esses sonhos geralmente são
esquecidos. Mas e se houver um significado real para os sonhos, que os
tornaria mais lucrativos para lembrar?


A ciência moderna, bem como tribos nativas americanas e mexicanas,
acreditam que nós, ou pelo menos nossos cérebros, visitamos um
“universo paralelo” quando sonhamos. Isso explicaria porque os seres
humanos podem sonhar em cores e podem sentir com os cinco sentidos o
que está acontecendo no sonho. Se você já sonhou em comer a torta de
maçã da sua avó, já percebeu que parece que você pode saborear e
cheirar a deliciosa torta à sua frente? Ou talvez você sonhou em andar
numa montanha-russa e sentiu a emoção à medida que subia as rampas
íngremes e corria por elas.


A verdadeira ciência de universos paralelos
Os místicos também acreditam que há lugares onde os sonhos ocorrem,
mas o relacionaram com seres sobrenaturais, como fantasmas e
espíritos. No entanto, desde 1920, os cientistas tentaram evitar seres
tão questionáveis ​​e, na busca de encontrar o lugar ideal de
partículas nucleares para hospedarem sonhos, perceberam que tal
formação seria impossível na Terra. Assim, eles afastaram o argumento
do sobrenatural, em direção ao campo discutivelmente mais confuso da
física.


Um exemplo da teoria científica dos universos paralelos seria pensar
em dois mundos: um em que você nasceu e um em que você não está.
Logicamente, você nunca pode estar em um estado tão “dual” dentro de
uma dimensão e, portanto, a necessidade de múltiplas dimensões
paralelas surge. Pense nisso: em outro mundo, pode haver uma cópia de
você que faz as coisas de forma um pouco diferente e, como resultado,
pode ter uma vida melhor do que você. Em outro mundo, pode haver uma
pessoa como você que não esqueceu seu discurso na reunião corporativa.
Em outro mundo, pode haver outra versão de você que entende o que está
acontecendo com nossos sonhos – e talvez até então, saberemos se os
cientistas ou os místicos ganham neste debate.

https://www.disclose.tv/scientists-say-w...eam-315913
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