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O Estado de Israel não Bíblico (1948), origem Rothschild.
03-11-2018, 09:00 PM
Resposta: #1
O Estado de Israel não Bíblico (1948), origem Rothschild.
Afirmar que o estado de Israel moderno estabelecido em 1948 é confirmação de profecia bíblica, é a mais absurda das idéias anti-cristãs, fruto da ignorância escatológica e da fascinação (idolatria) de milhares de sacerdotes pseudos-cristãos da atualidade.

Este artigo tende acabar com isso de vez, provando na verdade, a quem serve tais denominações, ditas conservadoras, que por seus ideais até políticos (direita), vivem suas realidades morais em si, que é a involução por suas essências ultrapassadas.

Confirmando a bíblia

“Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o Senhor, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre.” (Jeremias 31:36)

– Essa profecia de Jeremias, é uma das que se cumpriram a risca, más infelizmente, os teólogos equivocados modernos tentam anulá-la, para imporem suas fantasias escatológicas, servindo indiretamente as forças das trevas. Pois não aceitando a nação judia da época de Jesus, tendo ele como o próprio Messias, a nação acabou se perdendo por completa com seu fim no ano 135 dc.

Agora vamos entender o que diz a profecia quando se refere a “descendência” e seu cumprimento em meio á história moderna.

Descendência de Israel

[Imagem: descendencia-judeus-khazars.jpg?w=648]


Após o fim do antigo reino de Israel (135 dc), a maioria do povo judeu foi disperso pelo mundo, muito poucos, restaram pela terras ao redor da antiga Israel. A maioria do judeu dispersos se misturaram com outros povos, se perdendo sua identidade genética.

Más após 1890, milhares de Judeus, pelo movimento sionista, voltaram as terras que segundo essa crença lhes pertenciam por dadivas. Já em (2013) o Dr. Eran Elhaik, cientista judeu, demonstrou que a nação judia em maioria não tinham sangue e descendência semita. Más que seriam este judeus modernos ?

Na verdade a maioria dos judeus (mais de 90 %) são Ashkenazi descendentes de mulheres européias pré-históricas e não de origem semita.

Judeus Ashkenazi

[Imagem: imperio-khazaria.jpg?w=700]


Ashkenaz era uma região em Magog, onde o chamado “red judeus” da Khazaria tinha governado um império nas margens norte dos mares Negro e Cáspio. Os Rothschilds e outros ’em maioria’ asquenazes, são descendentes dos khazares que são realmente turcos.

A Khazaria tinha sido a pequena e a minoria entre ambos cidadãos cristãos e muçulmanos, e quem governou o império absolutamente; por lei da terra onde somente [TurkJews] poderiam governar!

Havia dois reis, um invisível chamado “khagan“, e um visível chamado de “beg“. Interessante, não é, que os Rothschild, invisíveis são agora alguns [turcos/judeus] vem governando o mundo.

Em 867 dC, Os Vikings da Escandinávia, apareceram perto de Kiev (costa norte do Mar Negro), e eventualmente tomaram a cidade dos kazares.

Durante alguns anos, os invasores viveram lado a lado com os Khazars, mas depois disso puseram eles em fuga, aproximadamente quando a frase, “judeu asquenazi“, foi ouvida pela primeira vez nas regiões da Alemanha e da Hungria.

Os judeus asquenazistas não eram “verdadeiros” hebreus, mas sim os turcos que se converteram ao judaísmo. Os judeus são mais de 90 por cento dos judeus que habitam Israel hoje, mas que são realmente turcos que erroneamente acreditam serem semitas.

A conspiração para controlar o mundo pelos banqueiros internacionais não é um trama judaica, mas uma trama turca. Em suma: a maioria dos judeus de hoje não são os verdadeiros descendentes dos habitantes do Reino de Judá.

[Imagem: judaismo-vs-sionismo.jpg?w=605]


A Dominação e golpe na Palestina

Após a inauguração do movimento sionista, e por inspiração deste movimento com bases nas crenças talmúdicas e de outros falsos profeta, se tornou viral a crença sionista de uma lar nacional para o povo judeu, que deveria ser, na própria palestina. Que infelizmente já possuía, povos habitando esta região á mais de 1300 anos.

– Já em 1916, os Estados Unidos e os banqueiros que dominavam o país, era, eram pró Alemanha de Hitler, pois queria usar eles para derrubarem o regime Czar da Rússia.

Os banqueiros sionistas possuíam os grandes bancos comerciais na época e os 12 bancos da Reserva Federal (os acionistas originais dos em 1913 eram) os Rockefeller, JP Morgan, Rothschild, Lazard Frères, Schoellkopf, Kuhn-Loeb, Warburgs, Lehman Brothers e Goldman Sachs, todos com raízes nos sionismo alemão, como a família real britânica, JP Morgan, Carnegie, Bush, Rumsfeld e Clintons.

Os banqueiros sionistas alemães – Rothschilds, Rockefeller, Kuhn Loeb e as outras grandes empresas bancárias nos Estados Unidos se recusaram a financiar a França ou a Inglaterra e afirmaram: ” Enquanto a França e a Inglaterra estiverem ligadas à Rússia, nem um centavo! “.

Os jornais haviam sido todos pró-alemães, onde haviam contado ao povo as dificuldades que a Alemanha estava enfrentando com a Grã-Bretanha comercialmente e em outros aspectos, depois de fazer o acordo com os britânicos pela Palestina, de repente os alemães já não eram bons. Eram vilões. Eram hunos. Eles estavam atirando em enfermeiras da Cruz Vermelha e cortando as mãos dos bebês. Os sionistas em Londres enviaram para os EUA, para o juiz Brandeis: “Vá trabalhar no presidente Wilson. Estamos recebendo da Inglaterra o que queremos. Agora você vai trabalhar, e vai trabalhar no Presidente Wilson e fazer com que os EUA entrem na guerra.” E isso aconteceu. Logo depois que o presidente Woodrow Wilson declarou guerra à Alemanha.

E em 1919, é assinado o Tratado de Versalhes em maioria sob direção sionista “Dois anos após a Primeira Guerra Mundial, a Alemanha, que ganhava então a guerra, ofereceu à Grã-Bretanha e à França um acordo de paz negociado, mas os grupos sionistas alemães, vendo a oportunidade, fecharam um acordo com a Grã-Bretanha e a França. Bretanha para levar os Estados Unidos para a guerra se a Grã-Bretanha prometia dar aos sionistas a Palestina “.

Assim, com a “triplíce aliança”, derrubaram na palestina o Império Otamano, aliado dos Alemães, e a palestina, sob domínio britânico, é dada aos Sionistas numa grande traição ao povo árabe palestino, que lutaram contra os Otamanos, com promessas da soberania de suas terras.

[Imagem: palestina-arabe-otamona.jpg?w=617]


Salomão ben Duji – o falso Messias

No início dos khazares do século 12, houve uma tentativa de uma “cruzada judaica”, visando a conquista do Terra Santa pela força das armas. Isto foi iniciado por um judeu Khazar chamado Solomon ben Duji (Ruhi ou Roy em algumas traduções), com a ajuda de seu filho Menahem e um escriba judeu palestino.

Eles escreveram cartas para as comunidades judaicas do Oriente Médio, anunciando que tinha chegado o momento em que Deus traria seu povo de volta a Jerusalém, que Salomão ben Duji era Elias, e que seu filho era o Messias.

No entanto, esses apelos parecem ter tido pouco efeito, pois não ouvimos nada até vinte anos mais tarde; neste momento Menahem mudou-se da Rússia para o norte do Iraque e mudou seu nome para David al-Roy, e proclamou-se o Messias.

Depois reuniu uma substancial força armada de Khazars e judeus locais, e tomou posse de Amadie, uma fortaleza estratégica a nordeste de Mosul.

Parece que a partir daqui que o plano era para liderar o exército de Edessa, e lutar pela Síria Palestina, à Terra Santa.

Um dos mensageiros de David al-Roy foi a Bagdá e ousadamente disse aos judeus iraquianos que se reunissem em uma certa noite em seus telhados planos e de lá seriam voados em nuvens para o acampamento do Messias. Muitos judeus passaram a noite em seus telhados, aguardando um vôo que nunca veio para eles.

Pouco tempo depois, David al-Roy foi assassinado em sono, supostamente por seu próprio sogro, que alguns interessados ​​tinham-lhe subornado para fazer a ação.

Isso terminou a cruzada, mas como Abu Isa, David al-Roy continuou a ter seguidores por muitos anos depois. Ele também existiu por séculos na literatura judaica como um exemplo do rei que conquistou o Messias.

Os sionistas querem que você acredite, que eles são o povo escolhido e “Israel” é a terra de sua assim chamada primogenitura.

Seu símbolo é de “2 triangulos sobrepostos” conhecido como o Morgan David ou estrela de David. Não é o David da Bíblia ou Corão, mas de Davi Al-roy um falso profeta do século 12.

Em 1527 os judeus de Praga começaram a usar a estrela de David (David Al-roy) como sua bandeira de um pentagrama ou “Selo de Salomão” Mais tarde usado pelo maçom / sionista Theodor Herzl, em 1898, no início do moderno Movimento Sionista.

[Imagem: estrela-davi-sionista.jpg?resize=275%2C183]


A Estrela de Davi

“… Esta estrela de cinco pontas de cabeça para baixo é bem conhecida de todos os ocultistas como seu símbolo de Satanás.”

David al-Roy é o Rei dos Judeus, o Rei de Israel e o Rei David mencionado nos Protocolos, simbolicamente…

Os Rothschild são uma dessas famílias da fama Illuminati que, segundo se diz, até colocou um lugar em sua mesa de jantar para Satanás. No caso de você pensar que isso não importa, os Rothschilds são tidos como possuidores de 85% do ouro dos mundos.

Eles possuíam também, ações da BP Oil, que se eu não me engano eles despejaram no momento do derramamento de óleo. São imundamente ricos além da imaginação. Eles lucram com guerras e conflitos.

[Imagem: hexagrama-666-illuminati.jpg?resize=266%2C270]


A origem do nome Rothschild

Rothschild tem uma ideia e escolhe acima a bandeira do sionismo para posar a continuação da cruzada de Khazar para [o estado] de Israel, mas para os bancos.

Agora abaixo, vamos ver Mayer Bauer fazendo um novo sobrenome para si mesmo [Rothschild], com base no hexagrama e seu simbolismo cabalístico na aplicação Khazar “dividir e conquistar” para um maior controle bancário.

Talvez Bauer aka; Rothschild aprendeu algo de Muhammad & Solomon ben Duji no desenvolvimento de uma nova religião chamada “Sionismo Estadual” para o Controle Bancário do Mundo!

[Imagem: sinal-666-rothschild.jpg?w=552]


Rothschild enviaria seus filhos a outros países para explorar a usura e, portanto, a noção de ‘então’ para Audaciously começar a tomar o controle de todo o governo e subjugá-los à Monarquia.

1743: Mayer Amschel Bauer, um judeu ashkenazi, nasceu em Frankfurt, na Alemanha, filho de Moses Amschel Bauer, um emprestador de dinheiro e proprietário de uma casa de contagem.

Moses Amschel Bauer coloca um sinal vermelho acima da porta de entrada para sua casa de contagem. Este sinal é um hexagrama vermelho (que geometricamente e numericamente se traduz no número 666) que sob a instrução Rothschild vai acabar na bandeira israelense cerca de dois séculos mais tarde. Assim proclamando-se Khazar Cabalista.

[Imagem: 666-estrela-davi.png?w=650]


1753: Gutle Schnaper, um judeu ashkenazi (futura esposa de Mayer Amschel Bauer), nascido para respeitado comerciante, Wolf Salomon Schnaper.

1760: Durante esta década Mayer Amschel Bauer trabalha para um banco de propriedade da Oppenheimers ’em Hannover, Alemanha. Ele é altamente bem sucedido e se torna um parceiro júnior. Enquanto trabalha no banco, ele se familiariza com o general von Estorff.

Após a morte de seu pai, Bauer retorna a Frankfurt para assumir o negócio de seu pai. Bauer reconhece o significado do hexagrama vermelho e muda seu nome de Bauer para Rothschild, com base do hexagrama vermelho e seu significado 666, pendurado sobre a porta de entrada ( “Rot“, é alemão para “Red“, “Schild“, é alemão para , “Placa“).

É aqui que o início dos inúmeros sinais numerologicos, simbólicos, de guerras, assassinatos de presidentes, ataques ao Vaticano, e mensagens subliminares, fomentadas na aplicação da “divisão e conquista” para um maior controle bancário.

[Imagem: livro-sete-pontas-estrela.jpg?w=431]


Globalismo, nova ordem mundial, o liberalismo … Tudo isso são eufemismos para um fenômeno encarnado no império invisível da família Rothschild.

Rothschild tem + $ 300 trilhões de dólares em patrimônio e investimentos.

Valemos aqui lembrar, que não só na palestina, na segunda guerra munsial, os Rothschild aplicaram o golpe para a reconquista da palestina. Más nas doutrinas e bíblicas cristãs da época, para fascilitar isso com crendíces, hoje idolatradas por milhares de cristãos, e que por estas crendíces, não conseguem ver a relidade satânica desta falsa Israel.

Pelo contrário, apoiam todas suas iniciátivas bélicas, como um fato de defesa, onde os palestinos são vistos como inimígos da vontade divína, concluindo com bilhões já em dólares doados á Israel para cumprirem essas supostas profecias, disseminadas pela teologia Rothschild.

[Imagem: barao-jacob-rothschild.jpg?w=494]


Os Rothschild não morrem, eles simplesmente partem para a história, e seu lugar é discretamente tomado por seus filhos e netos.

A palavra é que o velho mestre Jacob deixou a cena, e que seu lugar foi ocupado por seu filho Nathan (Nathaniel Philip Rothschild, que leva o nome do fundador dos Rothschilds Inglês).

A família Rothschild produziu governadores, primeiros-ministros, ministros, supervisores que estão se certificando de que tudo vai de acordo com o grande plano.

A União Européia foi criada pelos Rothschilds (Schumann, a Khazar). A UE é um explorador da Rússia, que deve ser libertada da carga da Sibéria.

Com o objetivo de completar este trabalho os Rothschilds empregaram Soros, Berezovski, Hodorkovski, Kasparov, o Mitals …!

QUEM SÃO ROTHSCHILDS DE HOJE?

Embora desde a Segunda Guerra Mundial os departamentos de Rothschild para a criação da opinião pública têm assegurado às pessoas que o poder dos Rothschilds hoje é insignificante e que eles serão lembrados por suas vinárias na França ou jardins e filantropia na Grã-Bretanha, Completamente diferente.

[Imagem: dinastia-ashkenazi-rothschild.jpg?w=430]


Com base nos fundamentos postos por seus pais e avós, os descendentes atuais estão completando uma missão que durou vários séculos. Hoje, os Rothschild são a máquina a vapor de um trem Khazar que se dirige para a Rússia e as vastas extensões da Sibéria. Este trem, que atravessa os Balcãs, será abordado com exércitos dos membros recém-recrutados da OTAN, que então lutarão pelo império Rothschild.

[Imagem: placa-vermelha-rotshchild.jpg?w=361]


A linhagem e a cronologia desta dinastia, começou no final do século XVIII com Amshel (ou Moisés Bauer) Rothschild.

Os Rothschilds (Rothschild traduz como “o escudo vermelho“) são descendentes de Frankfurt. Não é por acaso que este é o maior centro financeiro da UE. É muito indicativo que Frankfurt é a sede do Banco Central Europeu e todos os principais bancos europeus e americanos, que são principalmente controlados pela Rothschild.

A Bolsa de Valores de Frankfurt (um dos mercados de ações mais importantes do mundo) está alinhada com a “Deutsche Borse” de propriedade dos Rothschilds através de seu “Children’s Investment Trust” e “Atticus Capital“, por um lado, e seus ramos “Merrill Lynch “e” Fidelity Investments “, por outro. Além disso, o brasão de armas da cidade de Frankfurt é um escudo vermelho!

Este símbolo remonta ao período do império Khazar e os cristãos estão adorando indiretamente a esta imagem (falsa israel), com todas suas obras. Lembremos:

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13:18)

Seria este homem também: Rothschilds ?

Resumindo:

O golpe na palestina, não foi um golpe popularmente chamado de conspiração judaica, más uma conspiração turca, procedido pela família Rothschilds, como um exemplo intervenção desta dinastia para com outras nações, no que entendemos como Golpe.

Esta família é conhecida como primária até hoje, na direção illuminati, e todos os métodos ou modos operantis desta elite bancaria, é desenvolvido por Israel que comanda os EUA, com suas hordas políticas infiltradas no congresso.

Os interesses de Israel, tem sido objetivados por diversos golpes da nação americana á outras nações, com o uso da CIA, Mossad e outras. Israel na verdade é uma nação Turca hoje, com mais de 90% de seus cidadães, que acham serem judeus, quando na verdade, possuem sangue europeu e os verdadeiro herdeiros e habitantes legítimos da palestina, foram retirados a força de lá, para a introdução de um povo ilegítimo.

Nesta Israel não se cumpre profecia de redenção nenhuma, tudo fruto de uma manipulação, orquestrada pelos sionistas, e com proveito da fé cristã, na eclosão de seu império anticristão contra toda a humanidade.

fonte: http://aespadademiguel.com/nova-ordem-mu...cao-turca/
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04-11-2018, 12:06 AM
Resposta: #2
RE: O Estado de Israel não Bíblico (1948), origem Rothschild.
Então eles também são os donos da Suíça. Como que esse país consegue ficar neutro e protegido debaixo de tantos conflitos como tem acontecido e ainda acontecem na Europa?
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04-11-2018, 12:33 AM
Resposta: #3
RE: O Estado de Israel não Bíblico (1948), origem Rothschild.
Esse texto parece complementar bem o seu tópico.


http://nonas-nonas.blogspot.com/2008/09/...ntado.html


Judeus, um povo inventado?

«Sim, diz o historiador Shlomo Sand num livro que há meses é um best-seller em Israel. Não há um povo judeu como “nação-raça”, apenas uma religião judaica, que sobreviveu pela conversão. O exílio, em 70 d.C. é um “mito”, cristão e sionista. E os palestinianos de hoje serão os “genuínos descendentes” dos antigos habitantes do reino de David. “É uma obra radical”, reconhece o autor ao P2. “Fascinante”, concordam admiradores e críticos.
Shlomo Sand, historiador na Universidade de Telavive, é "um homem muito corajoso". É ele quem se vangloria ao P2, depois de ter publicado um livro (em hebraico e em francês) e um artigo (no Monde Diplomatique) onde conclui, após oito anos de estudos, que "o povo judeu é uma invenção".
Não, escreve Sand, no século XIII a.C. Moisés "nunca poderia ter conduzido os hebreus para fora do Egipto até à Terra Prometida, porque esta era território egípcio". Não, "não há qualquer vestígio de uma revolta de escravos contra o império faraónico ou uma súbita conquista de Canã por estrangeiros". Não, a população do reino de Judá (posterior Judeia) "não fugiu para o exílio no século VI a.C. - só a elite intelectual foi forçada a instalar-se na Babilónia." Não, não houve um segundo êxodo, em 70 d.C., "porque os romanos nunca deportaram populações" - mesmo que quisessem, não tinham logística para expulsões em massa.
"À excepção de alguns prisioneiros feitos escravos, os habitantes da Judeia continuaram a viver nas suas terras, mesmo após a destruição do Segundo Templo. Uns converteram-se ao cristianismo, no século IV, e a maioria abraçou o islão durante a conquista árabe, no século VII." Os primeiros sionistas, enfatiza Sand, até à grande revolta árabe de 1936-39 na Palestina, sabiam que não tinha havido exílio".
Para fazer valer a sua argumentação, Sand cita David Ben-Gurion, o primeiro chefe do Governo de Israel, e Yitzhak Ben-Zvi, o segundo Presidente, asseverando que um e outro "disseram em várias ocasiões, em 1929, que a maioria dos camponeses da Palestina não tem origem nos conquistadores árabes, mas são genuínos descendentes dos habitantes da antiga Judeia".
"É incrível, mas não há nenhum livro, um único, que prove o exílio de 70 d.C., porque ele nunca aconteceu", empolga-se Sand, que pertence ao grupo dos "novos historiadores", como Benny Morris, Avi Shlaim ou Tom Segev. O grande exílio é um mito "originalmente cristão". A ideia era mostrar um castigo divino por os judeus não terem aceitado Jesus como Messias. No século XIX, tornou-se na "base da ideologia sionista, para legitimar a conquista da Palestina".

Os berberes judeus

Se os judeus não foram expulsos e não houve vinte séculos de errância, "o grande impulso para a judaização", no Norte de África, na Europa de Leste ou no Médio Oriente, "foi um processo de conversões", garante Sand. Entre a revolta dos macabeus, em 167 a.C., até à rebelião de Simon bar Kokhba, em 132 d.C., o judaísmo foi "a religião de mais activo proselitismo" - e foram estas "conversões maciças que, sob influência do helenismo, prepararam o terreno para a subsequente disseminação do cristianismo".
Sem as conversões no mundo pagão, avança Sand, "talvez a religião judaica se tivesse tornado completamente marginal, e poderia até nem ter sobrevivido". Mas enquanto o proselitismo durou, mesmo com um abrandamento depois da vitória do cristianismo, no século IV, "os hasmoneanos judeo-helénicos converteram à força os idumeanos [antigos edomitas] do sul da Judeia e os itureanos da Galileia, e incorporaram-nos no povo de Israel". No Curdistão já emergira, no século I d.C., o reino judeu de Adiabene. E, no Iémen, no século V d.C., apareceu "um vigoroso reino judeu em Himyar, cujos descendentes preservaram a sua fé durante a conquista islâmica até aos nossos dias."
Para fundamentar as suas conclusões, Sand cita "obras romanas, gregas e judaicas", incluindo os escritos de Flávio Josefo, Horácio, Séneca, Juvenal e Tácito. "O ponto de partida para a desconstrução dos mitos da historiografia da história dos judeus" foi, porém, a "nova arqueologia", embora ele nos assegure ter "ido mais longe".
Uma das histórias de conversões que Sand relata no seu livro Matai ve'ech humtza há'am hayehudi?, em hebraico, ou Comment le peuple juif fut inventé: De la Bible au sionisme, em francês (em breve haverá também uma versão inglesa) é a da rainha Dahia al-Kahina. Uma orgulhosa judia, ela foi líder de guerreiros berberes nas montanhas de Aurès (actual Argélia) que repeliram o exército muçulmano invasor do Norte de África, no século VII d.C.
"Perguntei a mim próprio como é que vastas comunidades judaicas apareceram em Espanha", contou Sand ao diário israelita Ha'aretz. "Reparei então que Tariq ibn Ziyad, o supremo comandante dos muçulmanos que conquistou Espanha, era berbere e que a maior parte dos seus soldados eram berberes. O reino judeu berbere de Dahia al-Kahina só tinha sido derrotado 15 anos antes. E a verdade é que há numerosas fontes cristãs a dizer que muitos dos conquistadores de Espanha eram judeus convertidos. As raízes profundas da comunidade judaica de Espanha estão nos soldados berberes que se converteram ao judaísmo."

Khazaria e os yiddish

O que Sand descreve como "a mais significativa conversão em massa" terá ocorrido no século VIII, no reino de Khazaria, situado entre os mares Negro e Cáspio, nas estepes ao longo do rio Volga. "A expansão do judaísmo do Cáucaso até à moderna Ucrânia criou uma multiplicidade de comunidades, muitas das quais se mudaram para a Europa de Leste depois das invasões mongóis", afirma o historiador.
No século VIII d.C., os khazares adoptaram a religião judaica e o hebraico como língua escrita. A partir do século X, este reino enfraqueceu e, no século XIII, foi derrotado pelos invasores mongóis. Sand não duvida que os khazares convertidos, em conjunto com os judeus das terras eslavas e do que é hoje a actual Alemanha, "constituíram a origem das comunidades judaicas na Europa de Leste (...), a base da cultura yiddish".
A influência dos khazares é um ponto de discórdia, que levou outro historiador, Israel Bartal, da Universidade Hebraica, em Jerusalém, a criticar Sand por "inventar uma invenção", embora tenha reconhecido que o livro do colega é "um estudo fascinante" (Há'aretz).
Até por volta de 1960, referiu Sand, "as origens complexas do povo judeu foram mais ou menos, relutantemente, reconhecidas pela historiografia sionista, mas depois foram marginalizadas e acabaram por ser apagadas da memória pública de Israel". Restou apenas o mito da "descendência directa do mítico reino de David", e os judeus passaram a reclamar ser "um grupo étnico específico, que regressou a Jerusalém, a sua capital, depois de 2000 anos de exílio".
Bartal nega que "um inteiro capítulo da história judaica tenha sido silenciado por razões políticas", e foi buscar a sua velha Enciclopédia Mikhal, obra de referência sionista, para relembrar a Sand a passagem sobre os khazares, "nação de origem turca".
Diz a enciclopédia, segundo Bartal: "É irrelevante se a conversão ao judaísmo abrangeu um largo estrato da nação khazar; importante é que este acontecimento foi entendido como um fenómeno de grande significado na história judaica, um fenómeno que desde então desapareceu totalmente: o judaísmo como religião missionária. (...) A questão do impacto a longo prazo desse capítulo da história judaica nos judeus da Europa de Leste - quer através do desenvolvimento do seu carácter étnico ou de outro modo - é um tema que necessita de maior investigação. Em todo o caso, embora não conheçamos a extensão da sua influência, é evidente hoje que esta conversão teve um impacto."
Sand, na conversa com o P2, contrapõe: "Quando Bartal fala dos khazares não realça que eles se converteram ao judaísmo, destaca apenas que, antes de eles se tornarem judeus, muitos judeus já tinham chegado à região provenientes da Palestina. Conseguem ver a diferença?" Bartal, acrescenta Sand, "pertence à velha corporação de historiadores, aqueles que, na Universidade Hebraica, nos anos 1930, decidiram dividir a História Judaica e a História Universal em dois departamentos distintos. Quando alguém, como eu, chega e diz que não acredita na História do Povo de Israel, é natural que eles se sintam chocados."
Apesar de tudo, Sand confessa que esperava de Bartal uma recensão mais implacável. "Das minhas 500 referências, ele menciona três erros e, destes três, só tem razão em um e meio, o que me deixa muito honrado. Também não terá gostado que o livro seja um best-seller há 19 semanas, porque isso mostra que a sociedade israelita se tornou mais plural."

Da Bíblia ao sionismo

Bartal não critica apenas a alusão de Sand aos khazares, mas também a asserção de que "'académicos reputados do passado' ocultaram a verdade no que diz respeito à origem impura dos judeus". O seu contra-argumento é o de que "nenhum historiador do movimento nacional judeu alguma vez acreditou que as origens dos judeus são étnica e biologicamente 'puras'."
E continua: "Jamais um historiador judeu 'nacionalista' tentou ocultar o facto de que as conversões ao judaísmo tiveram um grande impacto na história judaica na Antiguidade e nos primórdios da Idade Média. Embora exista na cultura popular israelita, o mito do exílio da pátria judaica (Palestina) é negligenciado nas mais sérias discussões históricas judaicas. Importantes grupos do movimento nacional judeu exprimiram reservas sobre este mito ou negaram-no completamente."
O que é que Sand tenta provar com este estudo, questionou Bartal. "Que a pátria dos judeus não é a Palestina, que a maioria dos judeus descende de diferentes nações convertidas ao judaísmo e que foram os sionistas a desenvolver, no século XIX, uma ideologia etno-biológica e a inventar o chamado "povo judeu"?
Sim, responde Sand: "Os judeus existiram como religião mas não como uma nação-raça. Foi no século XIX que intelectuais de origem judaica na Alemanha, influenciados pelo nacionalismo germânico, levaram a cabo a tarefa de criar um moderno povo judeu, herdeiro de um reino, errante durante 2000 anos e de regresso à pátria".
"Os primeiros historiadores judeus, como Isaak Markus Jost (1793-1860) e Leopold Zunz, olhavam para o Velho Testamento como uma obra teológica, que reflectia as crenças das comunidades judaicas após a destruição do Primeiro Templo", recorda Sand no Monde Diplomatique. "Só na segunda metade do século XIX é que Heinrich Graetz (1817-1891) e outros desenvolveram uma visão 'nacional' da Bíblia e transformaram a viagem de Abraão para Canã, a fuga do Egipto e o reino unido de David e Salomão num autêntico passado nacional. Pela constante repetição, os historiadores sionistas transformaram, subsequentemente, essas 'verdades' bíblicas na base da educação nacional".

Confrontar a historiografia

Ao contrário de Bartal, e ainda que tenha lamentado a profusão de "histórias pessoais, discussões teóricas e observações sarcásticas", o historiador Tom Segev recomendou a leitura da obra de Sand, qualificando-a como "um dos livros mais fascinantes e desafiantes publicados aqui [em Israel] desde há muito tempo".
"Os capítulos históricos estão muito bem escritos e citam numerosos factos e pontos de vista que surpreenderão muitos israelitas quando os lerem pela primeira vez", adianta Segev, num artigo no Há'aretz, que Sand, entusiasmado, nos leu ao telefone. Compreende-se a satisfação de ser compreendido, depois de ter sido insultado. "Houve quem me chamasse nazi e cão, e cheguei a temer ser alvo de agressões por parte de grupos de extrema-direita que violentamente têm interrompido as minhas palestras".
"Eu sou um especialista em História Contemporânea [sobretudo da França onde completou os seus estudos universitários], mas chegou um momento em que senti que era estúpido viver em Telavive e não estudar a história dos judeus, porque o movimento sionista faz parte da história moderna da Europa", disse Sand ao P2.
"Sabia que ia ser contestado, ao enveredar por outra área. Por isso, fiquei impressionado por o meu livro estar a ser vendido aos milhares. A minha posição é muito radical. O êxito talvez se explique porque as pessoas têm medo que a História não esteja com elas."
"Eu não quis destruir o Estado de Israel", vinca este homem que nasceu em Linz, na Áustria, em 1946, e passou os dois primeiros anos da sua vida num campo de refugiados judeus na Alemanha, "Era meu dever confrontar a mitológica historiografia da história dos judeus. O que eu pretendo é dar outra legitimidade ao Estado de Israel. A velha legitimação não se deve manter, porque não é verdadeira. Nunca regressámos a uma Terra Prometida."
Estado de todos
O livro tem um objectivo político, reconhece Sand: "o de transformar Israel num Estado israelita democrático e não num Estado judaico, porque um terço da população não é judia. Por que é que um rabi em Nova Iorque pode dizer que Israel lhe pertence mais do que um colega árabe israelita da minha universidade?"
Sand avisa: "É preciso mudar a consciência etnocêntrica da sociedade israelita. Não há futuro para um Estado judaico, porque deixa de fora 20 por cento de árabes e 5 por cento de imigrantes que não são considerados judeus. Na Galileia, 65 por cento dos habitantes são árabes. Se amanhã se revoltarem, e disserem que querem criar um Estado como o Kosovo, porque o Estado judaico os exclui, têm todo o direito de o fazer. Imaginam Portugal a proclamar-se um Estado dos cristãos?"
"Se em 10-15 anos, não se tornar num Estado de todos os seus cidadãos, Israel deixará de existir", vaticina Sand, ressalvando que é "pessimista mas não fatalista". A diferença? "Acredito que o futuro não é bom, mas não tenho a certeza. Se a civilização durou o século XX sem uma guerra nuclear, não tenho o direito de ser fatalista."
Antes de o telefonema acabar, mais uma clarificação: "Não sou anti-sionista, mas pós-sionista. A definição de uma pessoa como anti-sionista sugere que é contra a existência do Estado de Israel. Eu aceito o Estado de Israel. Digo que hoje há um povo israelita judeu. O problema é que o sionismo não quer reconhecer a nação israelita e apenas a nação judaica. O nacionalismo árabe também não reconhecia a identidade israelita."
De momento, declara Sand, "sou a favor da solução de dois estados - não um judaico e um árabe, mas um israelita e um palestiniano. Depois, espero que seja criada uma confederação de dois estados. Não defendo um estado binacional porque isso seria pedir aos judeus que se tornassem numa minoria no seu próprio país. É inaceitável."
E é assim que, quase quatro décadas depois de Golda Meir, ex-primeira-ministra israelita, ter dito ao Sunday Times (15 Junho 1969) que "não existe isso a que chamam de povo palestiniano", Shlomo Sand, outro israelita, vem dizer-nos que "o povo judeu é uma invenção". E para ilustrar o que daí resultou, o seu livro abre com uma citação de Karl Wolfgang Deutsch: "Uma nação é um grupo de pessoas unidas por um erro comum quanto à sua origem e uma hostilidade colectiva em relação aos seus vizinhos."»


In jornal Público, caderno P2, pág5/7, 13 de Setembro de 2008.

Essa dicotomia. Essa briga de esquerda e direita, ela é um instrumento fantástico nas mãos do poder que nos domina. ” Dr. Adriano Benayon
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04-11-2018, 01:25 AM
Resposta: #4
RE: O Estado de Israel não Bíblico (1948), origem Rothschild.
Esse é talvez um dos 5 temas mais complexos e fundamentais da NOM.
O papel dos judeus no cenário globalista.

"Quando todos dizem mentiras, dizer a verdade é mais que rebeldia...é uma revolução!
A Verdade se torna uma arma. Cuidado como usa suas palavras." - G. Orwell

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