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O lobby sionista no Brasil
18-07-2012, 01:41 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-07-2012 02:05 AM por ULTRON.)
Resposta: #1
O lobby sionista no Brasil
Para começarmos a montar nosso quebra cabeça, coloco as perguntas retiradas do site do Armindo Abreu (economista, diplomado em Analise de inteligência pela escola superior de guerra, escritor do livro “O Poder Secreto”).

[Imagem: frente.jpg]


Você sabia que:

63. Que Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso foram beijar a mão de um poderosíssimo empresário americano, assim que se elegeram presidentes do Brasil? Por que? Quem é e o que faz esse misterioso e poderoso chefão?

64. Que assim que LULA tomou posse foi procurado por representante desse mesmo empresário para tratar de assuntos alimentares e do plantio de soja transgênica?
http://armindoabreu.blogspot.com.br/2009...chive.html

As resposta encontramos no livro Delenda New York, A Nova Catargo!!!

Edgard Bronfman, o dito Rei dos Judeus, um importante mega empresário, dono da Seagram´s, de empresas na área do petróleo, química, petroquímica e comunicações, líder da Liga de Anti-Difamação da B´nai B´rith, apesar de aparentemente ignorado pela nossa grande imprensa não esconde seu particular interesse pelos assuntos brasileiros. Por isso, fez questão de receber tanto Collor de Mello quanto Cardoso, nos mesmos dias em que, presidentes eleitos do Brasil, viajaram aos Estados Unidos e foram recepcionados na Casa Branca pelos seus correspondentes americanos. Empresário e líder dos mais influentes, porém discretíssimo, de pouca visibilidade, por ocasião desses encontros presidenciais foi noticiado, superficialmente, apenas como um “empresário americano” ou, até mesmo como um “desconhecido empresário”.
Fonte:
https://docs.google.com/viewer?a=v&q=cac...kypXF2Nldg

Corroborando o que foi dito no livro Delenda New York, encontramos o seguinte comentário retirado do site: http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/blogs/o-sionismo-e-uma-forma-de racismo

Comentário de Marilda Oliveira em 19 janeiro 2010 às 2:12
Fernando Collor de Melo disse que o Brasil errou ao votar contra o sionismo na ONU em 1975, e faria o possível para reverter a posição.
Fernando Collor de Mello, dois meses antes de tomar posse como presidente em 1990, afirmou aos representantes do Congresso Mundial Judaico que o Brasil cometeu um erro ao votar nas Nações Unidas em 1975, a favor de uma resolução que considerava o sionismo uma forma de racismo, e afirmou que faria o possível para corrigir a posição brasileira.

Em uma reunião de meia hora, Collor conversou com o presidente e o secretário-geral do Congresso, respectivamente Edgar Bronfman e Israel Singer, além do presidente da Confederação Israelita do Brasil, Beno Milnitzky, e o rabino Henry Sobel, da Congregação Israelita Paulista.

A revisão do voto brasileiro, segundo Sobel, era uma promessa de Tancredo Neves, que não viveu para cumprí-la.

Segundo Bronfman, o Brasil ainda é um pais muito interessante para empresas estrangeiras. Ele afirmou que os japoneses perceberam isso e vão investir mais no Brasil no próximo governo, enquanto espera que os norte-americanos façam o mesmo.

Bronfman é acionista da Dupont, gigante da industria química, e dono da multinacional de bebida Seagrams, controladora da Almadén e da marca Tropicana de sucos nos EUA.

Bronfman ressaltou ainda a posição do Congresso Judaico de defender os interesses da América Latina e do Brasil, evitando qualquer desvio de verbas da região para a Europa Oriental, como se vem discutindo nos EUA.

O congresso é uma organização privada com grande poder de pressão sobre o executivo e o legislativo norte-americanos.

O lobby judaico vai defender um aumento absoluto do montante da ajuda externa, e não uma redistribuição da quantia atual. No Brasil vivem mais de 10% dos 14 milhões de judeus que existem no mundo.

O rabino Sobel lembrou o compromisso de Collor, assumido em São Paulo, de não conceder ao atual escritório da OLP (Organização para Libertação da Palestina) no Brasil o status diplomático. Essa afirmação de Collor causou ressentimentos na comunidade árabe (aproximadamente dois milhões no Brasil) e colocou o então candidato em uma situação bastante delicada.

Para Sobel, a imagem de moderação que a OLP tenta projetar hoje esconde as facções que ainda defendem a eliminação do Estado de Israel. Se os moderados venceram internamente, afirmou, Israel terá que ter o bom senso de iniciar um diálogo. O rabino abençoou o presidente eleito e disse que ambos ficaram emocionados.

A votação da resolução a que se referiu Collor ocorreu em 10 de novembro de 1975, na Assembléia Geral da ONU. O projeto, proposto pelos países árabes, foi aprovado por 72 votos contra 35 e 32 abstenções. O Brasil votou a favor, acompanhando os países árabes, os socialistas e a maioria dos países africanos e asiáticos. Os Estados Unidos e países da Comunidade Econômica Européia lideraram a oposição à resolução.
folha Acervo On line 26/01/1990.

Pensamento do judeu sionista:
"A nossa raça é superior. Nós somos deuses divinos neste planeta. Nós somos diferentes das raças inferiores porque elas vieram dos insetos. De fato, comparados à nossa raça, outras raças são bestas e animais, gado, no máximo. Outras raças são consideradas excremento humano. Nosso destino é controlar as raças inferiores. Nosso reino terrestre [o planeta terra], será controlado por nosso líder com mão de ferro. As massas irão lamber nossos pés e nos servir como escravos".
(Postado por Tio Bin08:13}
http;//marildacdeoliveira.blogspot.com/



Um pouco sobre a família Bronfman...

[Imagem: bronfman.jpg]








Os Bronfman

Edgar Bronfman, presidente do Congresso Mundial Judaico, em plena campanha por uma renovada identidade judaica...
Além de presidente do Congresso Mundial Judaico, Edgar Bronfman é o chefão da conhecida e bilionária família Bronfman, ex-proprietários da Seagram's Company Ltd., uma gigantesca empresa de bebidas alcoólicas com matriz em Montreal, no Canadá, e subsidiárias em todo o mundo.
As atividades dessa família no ramo de destilados tiveram início com Samuel Bronfman, fundador do atual império Seagram's, na década de 20 do século passado, com a fabricação e venda de bebidas alcoólicas, sendo a principal dessas bebidas uma "inovação" inventada por Eneas Coffey em 1831: o blend whiskey. Samuel Bronfman dizia: "A destilação é uma ciência, o blending é uma arte". Veremos mais à frente o que é, e o que significa essa "arte" de Samuel Bronfman.
Stephen Birmingham, em The Rest of Us: The Rise of America's Eastern European Jews (Boston, 1984) relata que "enquanto o verdadeiro scotch whiskey levava de dois a doze anos para ser envelhecido, o fenômeno "cotch Bronfman" poderia envelhecer em dois dias sem que ninguém percebesse a diferença."
A "mágica" se dá através de uma mistura de álcool com várias espécies de malte, dois ou três tipos de uísque de grão, e outros ingredientes. Foi por meio desse líquido que Samuel Bronfman deu início ao seu império.
Quanto a esse apelido de família, é digno de nota o fato que Samuel, o pai de Edgar, não se chamava Bronfman mas sim, Baryla... Só depois, com a sua atividade de contrabandista, passou a usar o nome Bronfman, uma vez que essa palavra, em yidish, significa... whiskey man, "o homem do uísque".
A Seagram's Company Ltd. é uma empresa canadense dessa família de judeus russos, e cujo rápido crescimento se deu na época da "Lei Seca", ou seja, durante a proibição de bebidas alcoólicas nos Estados Unidos, exatamente quando Samuel Bronfman começou a traficar uísque falsificado do Canadá, inundando a América com os seus venenos através de negócios milionários com a Cosa Nostra.
Essa organização de psicopatas, a Máfia, fartamente abastecida não só com ininterruptos carregamentos de blend whiskey, mas também com os famosos licores Seagram's e outras bebidas, era chefiada por facínoras como Lucky Luciano,

Da esquerda para a direira: Lucky Luciano, Frank Costello e Meyer Lanski.
Frank Costello e Meyer Lansky (nascido Majer Suchowlinski). Este último logrou transformar a "organização" numa corporação multinacional (graças a fornecedores como Sam Bronfman) ao abrir cassinos, clubes noturnos e casas de jogos em Cuba, nas Bahamas e em Londres, além de internacionalizar o circuito da prostituição.1

O psicopata e mafioso judeu, Meyer Lanski, em visita a Jerusalém...
Meyer Lansky era um fanático sionista, tendo contribuído com milhões de dólares do crime organizado para a agressiva campanha do lobby judeu na votação da ONU durante a partilha da Palestina e, transbordante da empáfia judia, escolheu para o seu epitáfio a frase que rancorosamente gostava de repetir: "Jamais me curvarei ante um cristão". E assim, com sócios como esses, as portas começaram a se abrir rapidamente para essa família de traficantes internacionais, os Bronfman.

Os herdeiros

Sam, o godfather, legou a seu herdeiro, Edgar Bronfman, uma estrutura tal que as bebidas Seagram's hoje são vendidas em mais de cento e noventa países e territórios. Afiliados e subsidiárias em quarenta países formam com eles o maior sistema de distribuição da indústria de bebidas alcoólicas do planeta. A Seagram's produz, comercializa e distribui mais de duzentas e trinta marcas de bebidas destiladas, mais de cento e oitenta marcas de vinhos, champagnes, ports, cherrys, e mais de cinqüenta marcas de cervejas e de outras bebidas, como refrescos e misturas com variados teores de álcool. Entre algumas das mais conhecidas, estão marcas como Crown Royal, Captain Morgan, Chivas Regal e Absolut Vodka.
Com o tempo, o primeiro herdeiro do império Bronfman legou a seu filho, Edgar Bronfman Jr., primo de Jeffrey Bronfman2, todas as condições para que expandisse as empresas Seagram's para áreas de multimídia e do entretenimento de massas, e assim surgiu um imenso conglomerado de mega-empresas, como a Warner Music, e que hoje abarca a MCA (empresa de entretenimento); a Universal Pictures (uma das maiores companhias cinematográficas do mundo); a Interscope Records (o maior promotor de um novo e estranho tipo de "música", a gangsta rap, cujas letras incitam explicitamente os negros a cometer atos de violência contra brancos); a Universal Music e a PolyGram (empresas discográficas, sendo esta última a maior da Europa). Com a compra da PolyGram, em 1998, Bronfman apropriou-se também da Deutsche Grammophon, da Decca-London e das empresas discográficas Philips. Entre os tantos "artistas" que os Bronfman já produziram, ou empresariam, figuram Madonna, e Xena: a Princesa Guerreira, entre outros famosos.
Quando a renda da PolyGram se somou às da MCA e da Universal, os Bronfman se tornaram donos do quarto maior império dos meios de comunicação, com renda anual em torno dos doze bilhões de dólares. Grupos como esses Bronfman, detentores da mídia mundial, realmente controlam os Estados Unidos e o mundo. Os Bronfman podem até se dar ao luxo de financiar simultaneamente dois candidatos à presidência dos Estados Unidos. Nas eleições americanas, nas quais Bush venceu, eles doaram a ambos os partidos, quantias praticamente iguais, o mesmo ocorrendo, evidentemente, agora durante a disputa Obama vs McCain.
Além de traficar bebidas e alucinógenos, a whiskey family está envolvida no controle da mídia internacional e a serviço da política dos Rothschild, com o apoio do Clube Bilderberg e da B'nai B'rith, que também é dirigida por Edgar Bronfman. Eis o sinistro tripé, a base da estrutura do poder da chamada Nova Ordem Mundial.

Samuel Bronfman (o terceiro da esquerda para a direita) reunido com líderes judeo-sionistas em Jerusalém, em 1956.
A expressão Nova Ordem Mundial é usada freqüentemente para referir a distensão e a reorientação das relações internacionais do pós-Guerra Fria mas, em realidade, esse nome refere o insidioso processo de despersonalização dos povos que eclodiu ao final do século XIX e, mais especificamente, a Grande Onda: esse avassalador movimento em escala gigantesca, de perversão e decadência da nossa Civilização, surgido nos EUA, já na década de 1950, e avançando pelo mundo afora.
Agentes de perversão e corrupção social
No caso dos Bronfman, à custa de quais maquinações teriam alcançado eles tamanho poder e fortuna? Sem dúvida alguma, através do sofrimento e da destruição da vida de milhões e milhões de famílias em todo o mundo. Agora contam também com os lucros astronômicos provindos de suas mega produções "artísticas", as quais seguem influenciando, de forma mórbida e perversa, outros tantos milhões de crianças e adultos em todo o mundo, tendo como protagonistas, "artistas" por eles patrocinados, que estimulam insistentemente o consumo das drogas. Com isso, lograram alastrar pelo planeta, o vício, a autodestruição e a mediocridade, atuando como perfeitos agentes dessa cabala de devassidão e degradação da humanidade.
Estima-se que cerca de 90% da população adulta do planeta, ou seja, aproximadamente cinco bilhões e meio de seres humanos, bebam álcool com alguma freqüência, sendo que aproximadamente 50% já apresentam problemas temporários devido a esse vício, e 10 a 15% são alcoólatras crônicos. O alcoolismo social é uma insidiosa forma de dependência, tolerada por quase todos e praticada pela maioria dos jovens e adultos nas sociedades "modernas e liberais", sendo a mais disseminada e a principal forma de toxicomania da atualidade.
Durante cinqüenta anos, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, acompanharam a vida de seiscentos homens para identificar as causas do alcoolismo, e o resultado está em The Natural History of Alcoholism Revisited (Cambridge, 1995) de George Eman Vaillant, com base na pesquisa da qual ele foi coordenador por duas décadas. Eis algumas de suas conclusões:
A minha principal convicção hoje é que o alcoolismo é um problema de dimensões trágicas ainda sub-dimensionadas. Em relação ao álcool, nenhuma medida efetiva vem sendo tomada. Só que, do ponto de vista da sociedade, o alcoolismo é um problema muito grave. Seu maior dano é a destruição de famílias inteiras. Para citar um só exemplo: nos Estados Unidos, 50% de todas as crianças atendidas nos serviços psiquiátricos vêm de famílias de alcoólatras. E grande parte dos abusos cometidos contra crianças têm raízes nesse vício. Sem sombra de dúvida é uma doença, resultante de um cérebro que perdeu a capacidade de decidir. Os japoneses têm um provérbio que diz: "Primeiro o homem toma uma bebida, e depois a bebida toma o homem." O indivíduo alcoólatra é alguém que perdeu a liberdade de escolha.
O alcoolismo relacionado à violência urbana e doméstica, aos acidentes de trânsito e de trabalho, e ainda, às inúmeras doenças é, atualmente, na maior parte do mundo, um dos maiores problemas no que diz respeito à saúde pública. Os gastos decorrentes do uso do álcool e de outras drogas estão entre os mais expressivos dessa área da administração pública. Para se estimar esses valores, as pesquisas têm se pautado, principalmente, nos custos com tratamento médico, na perda de produtividade dos trabalhadores consumidores de drogas e nas perdas sociais decorrentes de milhões de mortes prematuras.
Em 1997, o alcoolismo ocupava o quarto lugar no grupo das doenças que mais incapacitam. Os transtornos mentais associados ao uso de substâncias psicoativas, como as Psicoses e Síndromes de Dependência de álcool e de outras drogas, são o primeiro motivo de internações psiquiátricas.
Segundo pesquisa realizada pelo NIAAA – National Institute on Alcohol and Alcoholism Abusive, dos Estados Unidos, o consumo abusivo e persistente de álcool é uma importante causa de morbidade, um fator verificado em 68% dos homicídios culposos, 62% dos assaltos, 70% dos assassinatos, mais de 30% dos casos de suicídio e 44% dos roubos ocorridos no país (ALCOHOLALERT, 1997). Pesquisas ainda comprovam que 70% das vítimas fatais de acidentes de trânsito haviam consumido álcool, isso se não for em época de datas comemorativas como carnaval, Natal, ou a passagem de ano, as quais registram índices ainda maiores.
Para se ter uma idéia, no Brasil os gastos decorrentes direta ou indiretamente do alcoolismo, atingem a marca dos cento e oito bilhões de dólares por ano, ou seja, 7.9% do Produto Interno Bruto do Brasil. E nos Estados Unidos, conforme informações do NIAAA, a cifra chega a cento e noventa bilhões ao ano.
O mais alarmante é a tendência mundial que aponta em direção ao início cada vez mais precoce da dependência de drogas e álcool por parte de crianças e adolescentes. No Brasil, servem de referência os estudos realizados, desde 1987, pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) sobre o uso de drogas por estudantes de 1º e 2º graus, e crianças e adolescentes em situação de rua. O último levantamento do CEBRID, realizado em 1997, revela que o percentual de adolescentes que já consumiram drogas entre os dez e os doze anos de idade é altíssimo: 51.2% usaram álcool; 11% usaram tabaco; 7.8%, solventes; 2% ansiolíticos e 1.8% já se utilizaram de anfetaminas. Nas dez capitais pesquisadas, cresceu a tendência para o uso constante de maconha entre crianças e adolescentes. O uso freqüente de cocaína e de álcool também aumentou em seis capitais. Quanto ao uso pesado de drogas, isto é, vinte vezes ou mais ao mês, também foi constatado um aumento nas dez capitais para a maconha e, para o álcool, em oito capitais. A situação agrava-se entre as crianças e adolescentes que vivem nas ruas.
É essa a perversa "arte" dos Bronfman que, ao mesmo tempo em que lograram a proeza de diminuir "magicamente" o tempo de envelhecimento do uísque para dois dias, lograram também diminuir drasticamente a qualidade e o tempo de vida de milhões e milhões de seres humanos e de suas famílias pelo mundo afora.
O alcoolismo é um dos mais graves e dramáticos problemas da nossa sociedade. O álcool é uma droga como a heroína e a cocaína; vicia, degenera e altera o estado mental das pessoas, levando-as a atos insensatos, violentos e até a cometer crimes. É um escândalo que as bebidas alcoólicas não sejam combatidas, mas sejam glamorizadas, e o seu uso incentivado no convívio social. A abstinência do álcool é considerada praticamente impossível frente aos perversos estímulos e armadilhas da publicidade e da propaganda; e os responsáveis por essa perversidade, são justamente os meios de comunicação social que, infelizmente, estão nas mãos daqueles mesmos agentes que destilam, fermentam e distribuem em escala mundial, o álcool, o vício e a decadência.3
________________________________________
OBSERVAÇÃO:
Exatamente como o lobby dos Bronfman, na década de 1930, logrou convencer o povo e os políticos americanos que era melhor para a sociedade liberar o comércio e o consumo das bebidas alcoólicas, agora por aqui também já temos uns desavergonhados lobistas, como ministros e ex-ministros, e também um certo deputado que publica livros sobre "a influência do cânhamo para o desenvolvimento da humanidade"... (Gabeira, Fernando, A maconha, São Paulo, Publifolha, 2006) e outros agentes de peso, membros do Clube Bilderberg, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, todos muito interessados e ativamente empenhados em convencer a população, e as autoridades, que a liberação das drogas entorpecentes e alucinógenas será a melhor "solução" para o tráfico e o crime organizado.
É evidente que a estreiteza e o embotamento da mente de viciados em maconha e em outros entorpecentes, já não lhes permite perceber o ardil da "liberação das drogas". Eles não alcançam entender que o Crime Organizado seguirá em outras atividades lucrativas e que, depois de liberadas, a maconha, a cocaína, o craque, seguirão, como o álcool, em sua escalada de destruição da nossa sociedade. Gente como Carlos Minc, FHC, Gabeira, e outros propagandistas da descriminalização das drogas entorpecentes, estão a serviço de organizações cujo intuito não é o bem da humanidade.
Alfredo Braga
A.B.


Fonte: http://www.alfredo-braga.pro.br/discusso...nfman.html

Por fim...
Por trás de toda grande fortuna há um crime. (Honoré de Balzac, em Comédia Humana)

Em determinada hora, a partir de agora... Outras espécies de vida irão desaparecer da face do planeta...
Para sempre... E o ritmo está acelerando.
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18-07-2012, 01:54 PM (Resposta editada pela última vez em: 18-07-2012 02:00 PM por Hubble.)
Resposta: #2
RE: O lobby sionista no Brasil
O ódio dos sionistas aos Cristãos e outros povos não Judeus é estarrecedor.

"Deuteronômio 7:2 e o SENHOR, teu Deus, as (nações que) tiver dado diante de ti, para as ferir, totalmente as destruirás; não farás com elas aliança, nem terás piedade delas;"

Seguem a risca os seus escritos, que dizem para destruir e corromper todas as nações para que no final apenas uma reste, Israel.
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Pescada (18-07-2012), Rox Extreme (01-02-2015), ULTRON (18-07-2012)
18-07-2012, 06:50 PM
Resposta: #3
RE: O lobby sionista no Brasil
Parabéns Ulton, e obrigado pela valiosa contribuição. Tópico bem elaborado e tão completo que não tenho nada a complementar sobre o assunto.

Saia do "aquário"! Pense fora da "caixinha"...
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ULTRON (18-07-2012)
18-07-2012, 07:46 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-07-2012 02:06 AM por ULTRON.)
Resposta: #4
RE: O lobby sionista no Brasil
Pois é Pescada, é estranho que eu nunca tinha ouvido falar nesta família Bronfman, e acredito que a maioria do fórum também não.

Pelas pesquisas feitas, vejo que essa família é muito influente, e importante para o movimento sionista. É interessante notar que após o Brasil se tornar uma “democracia” novamente, isto é, com As Diretas Já, onde Collor e companhia foram eleitos pelo voto do povo, os presidentes em questão tiveram contato com o Sr. Bronfoman, como se de alguma forma, esse sujeito fosse uma espécie de “chefe” ou “rei”.

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Pescada (19-07-2012), Rox Extreme (01-02-2015)
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19-07-2012, 09:19 AM
Resposta: #5
RE: O lobby sionista no Brasil
Seria este cidadão uma espécie de responsável menor da NOM para assuntos relacionados ao Brasil ou América Latina? Ou seria alguém ainda maior. Quem sabe até maior que os Rothchild?

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ULTRON (19-07-2012)
19-07-2012, 11:19 AM
Resposta: #6
RE: O lobby sionista no Brasil
Interessante... Realmente é um tema que merece atenção.
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ULTRON (05-06-2014)
19-07-2012, 11:46 AM
Resposta: #7
RE: O lobby sionista no Brasil
Interessante texto sobre o lobby judeu nos E.U.A.


UM OLHAR PARA O ‘PODEROSO LOBBY JUDEU’
Por Mark Weber (Junho de 2002)

http://www.ihr.org/leaflets/jewishlobby.html

TRANSLATED BY J. R. Drake



Durante décadas, Israel violou as regras bem estabelecidas e baseadas no direito internacional e desobedeceu a numerosas resoluções das Nações Unidas

na sua ocupação e conquista de terras, em matanças extrajudiciais, e nos repetidos actos de agressão militar. A maioria dos países do mundo olha para as políticas de Israel, e especialmente a sua opressão contra os Palestinianos, como ultrajantes e criminosas. Este consenso internacional reflecte-se, por exemplo, em numerosas resoluções das NU que condenam Israel, resoluções essas que foram aprovadas por esmagadora maioria.

“O Todo o Mundo” Secretário das Nações Unidas General Kofi Annan disse recentemente, “é de maior importância que Israel retire [dos territórios Palestinianos ocupados]. Não acredito que todo o mundo... possa estar enganado.” / 1 Apenas nos Estados Unidos os políticos e os média continuam a apoiar intensamente Israel e as suas políticas. Durante décadas os EUA forneceram a Israel apoios cruciais a nível militar, diplomático e financeiro, incluindo mais de 3 biliões de dólares de ajuda por ano.

Por que são os Estados Unidos o único bastião de suporte para Israel?

O Bispo Desmond Tutu da África do Sul, que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 1984, identificou a razão de forma imparcial: “O governo de Israel colocou um pedestal [nos Estados Unidos], e criticá-lo é ser-se imediatamente apelidado de anti-semita,” disse ele. “As pessoas estão assustadas no seu próprio país, têm medo de dizer que o mal está mal porque o lobby Judeu é poderoso - muito poderoso.” / 2

O Bispo Tutu disse a verdade. Embora os Judeus constituam apenas três por cento da população dos Estados Unidos, eles exercem imenso poder e influência – muito mais que qualquer outro grupo étnico ou religioso.

Benjamin Ginsberg, como autor e professor de ciência política, assinalou o seguinte: / 3

>>

Desde os anos 60 que os Judeus têm exercido considerável influência na vida Americana nos ramos económico, cultural e político. Os Judeus representaram um papel principal nas finanças Americanas durante os anos 80, e eles estiveram entre os principais beneficiários dessa década de fusões e reorganizações comuns. Actualmente, apesar de pouco mais de dois por cento da população nacional ser Judaica, perto de metade dos bilionários são Judeus. O director geral de três das maiores redes de comunicações televisivas e quatro dos maiores estúdios de cinema são Judeus, assim como os donos da maior cadeia nacional de jornais e do mais influente jornal, o New York Times... Os cargos e a influência dos Judeus na política Americana são igualmente marcantes...

Os Judeus são apenas três por cento da população nacional e compreendem onze

por cento daquilo que este estudo define como a elite da nação. No entanto, os Judeus constituem mais de 25 por cento da elite jornalística e editorial, mais de 17 por cento dos líderes de importantes organizações voluntárias e de interesse público, e mais de 15 por cento dos melhores empregados civis. <<

Stephen Steinlight, antigo Director do Conselho Nacional Americano dos Assuntos Judaicos, nota a similaridade do “poder político desproporcional” dos Judeus, o qual é “pouco a pouco, maior que qualquer outro grupo étnico/cultural na América.” Ele continua, explicando que “o poder da influência económica Judaica está desproporcionalmente concentrado em Hollywood, na televisão, e na indústria noticiosa.“ / 4

Dois bem conhecidos escritores Judeus, Seymour Lipset e Earl Raab, assinalaram no seu livro de 1995, Os Judeus e o Novo Cenário Americano: / 5

>>

Durante as últimas três décadas, os Judeus [nos Estados Unidos] fizeram 50 por cento dos duzentos intelectuais de topo... 20 por cento dos professores nas principais universidades... 40 por cento dos sócios das principais firmas de advocacia em Nova Iorque e Washington ... 59 por cento dos directores, escritores e produtores das 50 melhores receitas de filmes de cinema de 1965 a 1982, e 58 por cento dos directores, escritores e produtores em duas ou mais séries de televisão de horário nobre. <<

A influência do Judaísmo Americano em Washington, salienta o diário Israelita Jerusalem Post, é “bastante desproporcional para o tamanho da comunidade, dos líderes Judaicos e do reconhecimento oficial dos EUA. Mas também o é a quantidade de dinheiro com que eles contribuem para as campanhas [eleitorais] .” Um membro da influente Conferência dos Presidentes das Principais Organizações Judaicas Americanas “estimou que os Judeus contribuíram sozinhos com 50 por cento dos fundos para a reeleição de [o Presidente Bill] Clinton na campanha eleitoral de 1996.” / 6

“Não faz qualquer sentido tentar negar a realidade do poder Judaico e a sua proeminência na cultura popular,” reconhece Michael Medved, um bem conhecido autor Judeu e crítico de cinema. “Qualquer lista dos mais influentes produções executivas em cada um dos grandes estúdios de cinema produzirá uma

muito maior lista de reconhecidos nomes Judeus.” / 7

Uma pessoa que tem estudado cuidadosamente este assunto é Jonathan J. Goldberg, agora editor do Forward, um influente semanário da comunidade Judaica. No seu livro de 1996, Poder Judaico, ele escreveu: / 8

>>

Em alguns sectores chave dos média, especialmente entre os directores dos estúdios de Hollywood, os Judeus dominam numericamente de tal forma que chamar a estes negócios ‘controlados pelos Judeus’ é pouco mais que uma observação estatística...

Hollywood no final do século vinte continua a ser uma indústria com uma matriz pronunciadamente étnica. Na prática todos os principais executivos dos maiores estúdios são Judeus. Escritores, produtores, e num degrau inferior directores, são desproporcionalmente Judeus – um estudo recente demonstrou que os números aumentaram para 59 por cento entre os filmes mais produtivos.

A influência combinada de tantos Judeus numa das indústrias mais importantes e lucrativas da América dá aos Judeus de Hollywood bastante poder político. Eles são a maior fonte de dinheiro para os candidatos Democratas. <<

Reflectindo sobre a sua função nos média Americanos, os Judeus são repetidamente retractados como possuidores de altos princípios, altruístas, confiáveis, misericordiosos, e merecedores de simpatia e suporte. Enquanto milhares de Americanos aceitam com prazer tal imagem esteriotipada, nem todos se deixam impressionar. “Estou muito zangado com alguns dos Judeus,” queixou-se o actor Marlon Brando durante uma entrevista em 1996. “Eles sabem perfeitamente o que são as suas responsabilidades... Hollywood é dirigida por Judeus. É propriedade de Judeus, e eles têm que ter uma grande sensibilidade sobre o caso das pessoas que estão a sofrer.” / 9

Um Factor Bem Entrincheirado

O poder intimidatório do “lobby Judeu” não é um fenómeno novo, mas tem sido há muito tempo um factor importante na vida Americana.

Em 1941, Charles Lindbergh falou sobre o perigo do poder Judaico nos média e no governo. Este tímido com 39 anos de idade – conhecido em todo o mundo pelo seu épico voo Nova Iorque - Paris em 1927, a primeira travessia solitária transatlântica – dirigiu-se a 7,000 pessoas em Des Moines, Iowa, a 11 de Setembro de 1941, sobre os perigos do envolvimento dos Estados Unidos na guerra que rebentava pela Europa. Os três mais importantes grupos que pressionavam a América para a guerra, explicou ele, foi o Britânico, foi o Judeu e a administração Roosevelt.

Dos Judeus, ele disse: “O seu maior perigo para este país repousa na sua enorme posse e influência nos nossos filmes de cinema, na nossa imprensa, na nossa radio, e no nosso governo.” Lindbergh continua:

>>

..Por razões que são tão compreensíveis do seu ponto de vista como são inoportunas para nós, por razões que não são Americanas, [eles] desejam envolver-nos na guerra. Nós não podemos reprendê-los por defenderem aquilo em que acreditam para o seu próprio interesse, mas temos também que ver os nossos. Não podemos permitir que paixões e preconceitos naturais de outras pessoas conduzam o nosso país à destruição. <<

Em 1978, o Judeu Americano Alfred M. Lilienthal escreveu no seu estudo detalhado, A Ligação Sionista: / 10

>>

Como tem sido imposto o Sionismo ao povo Americano?... É a ligação Judaica, a solidariedade tribal entre eles e a espantosa influência entre os não-Judeus, que tem moldado o seu poder sem precedentes... Na enorme área metropolitana, a ligação Judaísmo-Sionismo penetrou perfeitamente nos afluentes financeiro, comercial, social, entretenimento e círculos artísticos. <<

Como resultado da influência Judaica nos média, escreve Lilienthal, a cobertura noticiosa do conflito Israelo-Palestiniano na televisão Americana, nos jornais e revistas, é cruelmente simpática para Israel. Isso é evidente, por exemplo, no enganador retracto do “terrorismo” Palestiniano. Como assinala Lilienthal: “A reportagem sobre o Holocausto vista só de um lado, e que, neste caso nunca relata as consequências, está sempre garantida porque os componentes mais efectivos da ligação Judaica estão provavelmente a controlar os média.”

A História do ‘Holocausto’ Vista Só De Um Lado

Os Judeus influenciam a vida cultural e académica, o que tem um profundo impacto em como os Americanos olham para o passado. Em parte alguma encontramos uma mais óbvia e tão bem entrincheirada “Judeocêntrica” visão da história do que na campanha dos média sobre o “Holocausto”, que se concentra

no destino dos Judeus na Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

Como o historiador Israelita do Holocausto Yehuda Bauer, professor na Universidade Hebraica em Jerusalém, observou: / 11

>>

No meio de apresentações genuínas ou de forma não autêntica, de acordo com os factos históricos ou em contradição a eles, com empatia e compreensão ou como um monumental estilo barato, o Holocausto transformou-se num símbolo frequente e importante da nossa cultura... Dificilmente passa um mês sem uma nova produção de Televisão, um novo filme, um novo drama, novos livros, prosas e poesias, lidando com o assunto, e o dilúvio vai aumentando em vez de diminuir. <<

O sofrimento dos não-Judeus simplesmente não merece uma atenção semelhante. Ofuscado pela vitimização Judaica estão, por exemplo, os milhões de vítimas

Americanas aliadas na Segunda Guerra Mundial, na Rússia Estalinista, juntamente com as milhões de vítimas no regime da China Maoista, assim como os 12 a 14 milhões de Alemães, vítimas da fuga e expulsão de 1944-1949, das quais cerca de dois milhões perderam as suas vidas.

Os bem financiados média do Holocausto e a campanha “educacional” são de interesse crucial para Israel. Paula Hyman, professora de história Judaica moderna na Universidade de Yale, declarou: / 12

>>

Em relação a Israel, o Holocausto pode ser usado para monopolizar a crítica política e suprimir o debate; reforça o sentimento dos Judeus como o povo eternamente marginalizado que apenas pode contar com ele próprio para a sua defesa. A invocação do prolongado sofrimento dos Judeus devido aos Nazis muitas vezes toma o lugar de um argumento racional, e é esperado que convença os mais desconfiados da legitimidade política governamental Israelita. <<

Norman Finkelstein, um estudioso Judeu que ensinou ciência política na Cidade Universitária de Nova Iorque (Colégio de Hunter), diz no seu livro, A Indústria do Holocausto, que “invocar o Holocausto” é “um truque para retirar legitimidade a qualquer crítica aos Judeus.” / 13 “Ao conferir uma total inocência aos Judeus, o dogma do Holocausto imuniza Israel e a América Judaica de censura legítima... O Judaísmo organizado explorou o holocausto Nazi para desviar as críticas a Israel e às suas políticas moralmente indefensáveis.” Ele escreve sobre a insolente “exploração” da Alemanha, Suíça e outros países por Israel e o Judaísmo organizado “para a extorsão de biliões de dólares.” “O Holocausto”, vaticina Finkelstein, “poderá vir a

tornar-se no ‘maior roubo da história da humanidade’.”

Os Judeus em Israel sentem-se livres para agir com brutalidade contra os Árabes, escreve o jornalista Israelita Ari Shavit, “acreditando com a absoluta certeza de que agora, com a Casa Branca, o Senado e uma grande quantidade dos média Americanos nas suas mãos, as vidas dos outros não valem tanto como as nossas em particular.” / 14

O Almirante Thomas Moorer, antigo Presidente Chefe do Estado Maior dos Estados Unidos, falou com uma dura irritação sobre a influência Judaico-Israelita nos Estados Unidos: / 15

>>

Nunca vi um Presidente - não me interessa quem – enfrentá-los [os Israelitas]. Isto não deixa de nos confundir a cabeça. Eles conseguem sempre o que querem. Os Israelitas sabem sempre o que se passa. Cheguei a um ponto aonde eu deixei de escrever o que quer que fosse. Se o povo Americano tivesse percebido como essas pessoas se agarram ao nosso governo, eles já se teriam revoltado e até pegado em armas. Os nossos cidadãos, certamente, não têm a mínima ideia do que se está a passar. <<

Actualmente, o perigo é maior do que alguma vez foi. Israel e as organizações Judaicas, em colaboração com este país pró-Sionista, estão a

espicaçar os Estados Unidos – a principal potência militar e económica do mundo – para novas guerras contra os inimigos de Israel. Como reconheceu recentemente o embaixador Francês em Londres, Israel – que ele chama de “aquele pequeno país de caca” – é uma ameaça para a paz mundial. “Por que

haverá o mundo de estar em perigo de uma Terceira Guerra Mundial por causa daquele povo?,” diz ele. / 16

Para resumir: os Judeus exercem demasiado poder e influência nos Estados Unidos. O “lobby Judeu” é um factor decisivo no suporte dos Estados Unidos a Israel. Os interesses Judaico-Sionistas não são idênticos aos interesses Americanos. Na realidade, eles estão frequentemente em conflito.

Enquanto o “muito poderoso” lobby Judaico ficar entrincheirado, não haverá fim para a sistemática distorção Judaica dos actuais assuntos e da história,

para o domínio Judaico-Sionista do sistema político dos EUA, para a opressão Sionista aos Palestinianos, para o sangrento conflito entre Judeus e não-Judeus no Médio Oriente e para a ameaça de Israel à paz.

Fonte:http://www.radioislam.org/islam/portugues/weber.htm

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19-07-2012, 11:55 AM (Resposta editada pela última vez em: 19-07-2012 11:56 AM por Pescada.)
Resposta: #8
RE: O lobby sionista no Brasil
Dominar postos de comando, políticos (sobretudo o legislativo) ou formadores de opinião são a prioridade dos Sionistas. Lição aprendida e que rapidamente vem sendo aplicada também por outros grupos tidos como "minoria", tais como os homossexuais.

Desta forma, moldam a opinião pública (a massa ignorante) e, muito pior, moldam as leis, em benefício próprio.

Saia do "aquário"! Pense fora da "caixinha"...
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Sergio Santos (19-07-2012), ULTRON (19-07-2012)
19-07-2012, 12:12 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-07-2012 12:15 PM por ULTRON.)
Resposta: #9
RE: O lobby sionista no Brasil
Pois é, na midia por exemplo temos os donos da globo,sbt,veja,rbs, só para citar alguns.

Isso é preocupante, ainda mais quando sabemos que o pensamento sionista é racista, como mostra a frase abaixo.

"A nossa raça é superior. Nós somos deuses divinos neste planeta. Nós somos diferentes das raças inferiores porque elas vieram dos insetos. De fato, comparados à nossa raça, outras raças são bestas e animais, gado, no máximo. Outras raças são consideradas excremento humano. Nosso destino é controlar as raças inferiores. Nosso reino terrestre [o planeta terra], será controlado por nosso líder com mão de ferro. As massas irão lamber nossos pés e nos servir como escravos".
http://www.youtube.com/watch?v=hDP--rr7HgA

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19-07-2012, 02:17 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-07-2012 02:25 PM por Hubble.)
Resposta: #10
RE: O lobby sionista no Brasil
A NOM é o sionismo.

-Os Illuminatis são o braço sionista ligado a ciência e ao ocultismo.
-Os BilderBERGS são o braço economico dos sionistas.
-A Comissão Trilateral é o braço estratégico dos sionistas, que cuida da infiltração pelos sionistas, nos governos ao redor do mundo. (Henry Kissinger)
-A IAPAC é o braço político dos sionistas, se encarrega de não deixar subir à presidencia dos EUA, qualquer candidato que não seja completamente submisso a Israel.
-A ONU é o protótipo do futuro governo mundial sionista, que já tem até futura sede na cidade de Hayffa, em Israel.

Sem falar ainda que os bancos, que depois da atual crise criarão uma moeda única mundial, são todos dominados pelos "Bergs" e "Mann" da vida, controla o capital mundial e também a mídia, que se encarrega de deixar o gado humano sempre desinformado acerca NOM, o futuro governo mundial do "terceiro templo", baseado em Israel.

Resumindo = A NOM é o sionismo.
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