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O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
22-04-2016, 05:10 PM (Resposta editada pela última vez em: 22-04-2016 05:18 PM por Sunabouzu.)
Resposta: #1
O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Segue abaixo um resumo da vida do homem considerado o primeiro serial killer que se tem noticias detalhadas de seus atos na historia; o barão Gilles de Rais , que do heroísmo e amor platônico a Joanna D'arc, foi parar no ocultismo, magia negra e rituais sádicos com crianças.

[Imagem: 200px-Gillesderais1835.jpg]

Gilles de Montmorency-Laval nasceu em Machecoul (Bretanha) no dia 10 de setembro de 1404. Ficou conhecido como Gilles de Rais (ou de Retz) após se tornar o barão deste local. Foi um nobre francês e soldado que lutou em diversas batalhas ao lado de Joana D’Arc contra os ingleses.

Gilles é acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças. Juntamente com Erzsébet Báthory, aristocrata húngara que agiria no século seguinte, ele é considerado por alguns historiadores como precursor do assassino em série moderno.

Seu pai foi Guy de Montmorency-Laval e sua mãe era Marie de Craon. Ele tinha um irmão, René de Susset, com o qual foi muito unido em sua infância. Fora uma criança inteligente, falando, inclusive, latim fluentemente. Após a morte de sua mãe e, posteriormente, a trágica morte de seu pai, os dois irmãos ficaram sob a tutela do avô materno, Jean de Craon. Ele ensinou aos garotos o narcisismo, a soberba, o poder, o orgulho, o que fez com que moldasse a personalidade de Gilles. Mas no começo, Jean dava muito mais atenção ao irmão de Gilles, o que fez com que esse vivesse fechado na biblioteca da casa. Lá ele encontraria seu alter ego e heróis em livros sobre a Roma antiga. Ele via como os antigos imperadores romanos eram poderosos, ricos e matavam sem dever explicações a ninguém.

Aos 14 anos, seu avô lhe deu uma grande armadura milanesa e o proclamou cavaleiro. Logo já manejava uma espada e destruia seus bonecos de treino e já demonstrava sua agressividade. Primeiramente com animais, mas logo com seres humanos. Aos 15 anos, cometeria seu primeiro assassinato. Ele chamou seu amigo Antoin para um duelo, que este pensava ser inofensivo. No entanto Gilles levou o duelo a sério e acabou atingindo Antoin com a espada, que agonizou até a morte. Nessa ocasião ele não foi sequer acusado, pois era nobre e Antoin por sua vez, era de origem humilde.

Sua enorme agressividade levou-o a entrar para a carreira militar, na qual poderia descontar a fúria nos inimigos. Lutava sempre na vanguarda dos soldados (tropas pagas por ele) contra os ingleses, e parecia outra pessoa quando lutava, tamanha era sua habilidade.

Após uma das campanhas ele se casou com Catherine, que era de uma casa nobre da Bretanha, em 1420. Em 1429, Catherine daria à luz a única filha do casal, Marie. Porém Gilles dizia não amar a esposa e posteriormente, ficava evidente o caráter de bissexualidade do homem.

Mais tarde, Gilles lutaria ao lado de Joana D’Arc, pela qual possuía uma estima muito grande, novamente contra os ingleses, retornando vitorioso a Paris.

Gilles de Rais era tão importante que, ainda novo, quando Carlos VII foi ser coroado rei, Gilles foi um dos poucos a ter uma lugar de honra na cerimônia. Mas logo Gilles de Rais se afastou da vida pública e da carreira militar, ficando mais recluso em suas imensas fazendas, já separado de sua mulher.

Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. Gastava toda a fortuna em obras artísticas que lhe recordavam as campanhas com Joana D’Arc e em festas para seus estranhos amigos e conselheiros. As bizarrices, porém, ocorriam ao cair da noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, previamente sequestrados por ‘bruxas’. Para defender-se de acusações de que os meninos sequestrados eram levados ao seu Castelo, Gilles dizia que os entregava a Inglaterra para se converterem em padres.

Ele utilizou, além do castelo de Tiffauges, o castelo de Machecoul e a casa de Suze para cometer seus delitos.

Uma das primeiras vítimas seria um belo garoto chamado Etienne Corrillaut, também conhecido como Poitou. Mas, antes de ser morto, um criado de Gilles sugeriu que ele fosse poupado e transformado em pajem, isto é, um auxiliar para serviços gerais. Poitou acabaria por se juntar a Gilles em suas práticas homicidas, mais tarde.

O sadismo de Gilles de Rais, em algum momento, misturou-se com o desejo de recuperar sua riqueza, e então ele enveredou na magia negra. No final da década de 1430, Gilles de Rais e um padre italiano começaram a praticar rituais em que o sangue de crianças era misturado a ferro e chumbo, na esperança de que daí nascesse ouro.

Tudo acabaria em outubro de 1440, quando uma investigação levou até Gilles de Rais. Em seu julgamento (altamente detalhado nas escritas do século XV), ele se declarou, a princípio, inocente. Entretanto, em um de seus transtornos de personalidade, dos quais já sofria há anos, ele assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo.

Mas quantas crianças Gilles de Rais realmente matou, afinal? Umas 200 crianças, dizem as fontes mais otimistas. Outros acreditam que este número pode chegar a 800! Fato concreto é que, em uma torre, em uma de suas propriedades, foram encontrados restos desmembrados de 40 a 50 crianças. Muitas crianças possivelmente tinham os restos queimados, por isto nunca foram encontradas.

No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus colaboradores, incluindo Poitou, foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.


Naqueles tempos sombrios , imaginar quantos sádicos desses estavam a solta é algo assustador; e piora se imaginarmos que ainda devem existir indivíduos doentes assim.

...Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo (Gálatas 6:3).
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23-04-2016, 06:20 PM
Resposta: #2
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Ele e Elizabeth Bathory. Eu li em um livro da criminalista brasileira Ilana Casoy . Li pelas nets da vida que ele chegava a se masturbar vendo as crianças mortas e que esse cara era o verdadeiro Conde Dracula ou Guilles de Rais


[Imagem: 1e4c068340.gif]

"Pois o Universo se tornou inútil, não pela sua própria vontade" Romanos 8:20
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23-04-2016, 09:38 PM
Resposta: #3
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Ué mas e Caligula então ?

"Curioso, valorizamos mais o ouro e a prata do que o ar e a água, mas bastam alguns segundos sem ar pra perceber a realidade.
Quanto de nossa percepção foi contaminada?"

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24-04-2016, 10:16 PM
Resposta: #4
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
(23-04-2016 09:38 PM)jonas car Escreveu:  Ué mas e Caligula então ?

Calígula não seguia padrões, suas extravagâncias variavam muito de acordo com seu humor etc... E não eram tão hardcore quanto desses dois monstros.

...Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo (Gálatas 6:3).
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25-04-2016, 10:40 AM
Resposta: #5
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Parece que quanto mais poder a pessoa tem mais podre ela fica. Certamente isso sinigfica ganhar o mundo e perder a alma. Ao ganho do ponto de consciência o sofrimento é certa. O que me enoja é essa história que é polida demais a ponto de distorcer a verdade.
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25-04-2016, 12:15 PM (Resposta editada pela última vez em: 25-04-2016 05:57 PM por Sunabouzu.)
Resposta: #6
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Conforme muito bem lembrado pela amiga @Boa Bess, temos Elizabeth Bathory, que era igualmente (ou ate mais, se isso é possivel) cruel e sanguinária, mas sua crueldade estava intrinsecamente ligado ao narcisismo.

Elizabeth Bathory, a sanguinária Condessa de Ecssex

[Imagem: Elizabeth_Bathory_Portrait.jpg]

Nasceu em 1560. Era considerada uma das mulheres mais belas da altura. Poderia ser muito atraente por fora, mas o seu interior revelava uma pessoa muito diferente.Elizabeth era uma sanguinária por natureza e há quem diga que assim o era devido a traumas de infância (não consegui apurar se era verdade ou mentira).Casou muito nova com o conde Ferencz Nadasdy de quem teve três filhos. O conde era um guerreiro conhecido e respeitado e como tal estava constantemente em guerras fora do seu castelo e da sua terra. Aproveitando isso e talvez por se sentir sozinha, Elizabeth começou então a buscar prazeres noutros lados.As influências foram surgindo da parte da sua tia, uma lésbica muito conhecida na altura e a partir daí, Elizabeth começou a partilhar o mesmo gosto por esse tipo de aventuras, participando em várias orgias organizadas pela sua tia.Recebeu também muitas influências da parte de criados seus que praticavam as artes da magia negra.

Uma visita pela sua vida...

A história da vida de Elizabeth começa na antiga fronteira entre a Roménia e a Hungria no castelo Ecsed, onde a família Bathory estava instalada.Em 1560, George Bathory (de descendência Ecsed) e Anna Bathory (de descendência Somlyo) tiveram uma filha, Elizabeth, fruto de um casamento entre duas nobres, mas decadentes famílias húngaras.A família Bathory era uma das mais ricas e poderosas famílias protestantes em toda a Hungria.Nela existiram dois dos mais importantes príncipes reinantes na Transilvânia, um vasto número de heróis de guerra, oficiais da igreja na Hungria e até mesmo um grande construtor de impérios, Stephen Bathory, príncipe da Transilvânia e rei da Polônia.Para além destes nobres a família Bathory era constituída por mais pessoas de um foro não tão nobre.Elizabeth tinha um tio que era supostamente adicto aos rituais e adoração em honra de Satanás, uma tia, (de quem já falei), Klara Bathory, conhecida como lésbica e bissexual que se divertia a torturar criados e ainda um irmão, Stephan, conhecido pela sua fama de bêbado e libertino.

Passemos então a alguma informação sobre a condessa, apresentando um incidente acontecido durante a sua infância e que nos pode esclarecer acerca das suas atitudes:

Não se sabe bem quando, mas imagina-se que esta cena se passou entre os seis e os onze anos de Elizabeth, quando um grupo de ciganos foi chamado ao castelo de Ecsed (na altura sua casa) para divertir a corte.Durante a estadia dos ciganos no castelo um deles foi acusado de vender crianças aos turcos.Foi levado a julgamento, considerado culpado e sentenciado à morte.Elizabeth lembrava-se do choro do cigano durante a noite, lamentando a sua sentença e isso deve tê-la impressionado. De madrugada, Elizabeth escapou à vigilância da sua ama e correu para fora do castelo para ver a punição.Aí viu um cavalo no chão, moribundo, e alguns soldados a abrirem-lhe a barriga. Três dos soldados agarraram então no cigano e puseram-no dentro da barriga do cavalo, deixando-o apenas com a cabeça de fora e seguidamente coseram a barriga com uma agulha e linha.Outro relato que se conhece, mas não se sabe se é verídico é o seguinte:
- Aos nove anos de idade, um grupo de rebeldes atacou o seu castelo. A maior parte deste foi destruída e muitas das pessoas que lá viviam foram torturadas, violadas e posteriormente mortas.Elizabeth e as suas duas irmãs Anichka e Shandra foram levadas pelas suas amaspara se esconderem na floresta.Elizabeth encontrou refúgio numa árvore, mas as suas irmãs foram encontradas e torturadas até à morte. Elizabeth não teve outra escolha senão ver as suas irmãs e aias a serem violadas e mortas.Mais tarde encontrou o caminho para casa e viu os assassinos sentados numa mesa, posta fora do castelo, com o seu líder, Dozsa, numa cadeira de ferro, com fogo no fundo da mesma estando ele a ser cozinhado. Os outros assassinos foram obrigados a comer a carne cozinhada do seu líder. Parece que alguns não se importaram muito, talvez porque tinham fome na altura... Foram depois mortos.Esta punição foi infligida neles quando foram apanhados e o tio de Elizabeth pronunciou a sentença.O castelo foi restaurado, mas ninguém pôde preencher o vazio causado pela perda das irmãs e pai de Elizabeth.Embora isto não seja uma desculpa, para o posterior comportamento de Elizabeth, podemos perceber mais um bocado das suas atitudes anos mais tarde.Estes e mais alguns incidentes durante a sua infância, influenciaram a sua idéia do que seria um comportamento correto e conceitos de moralidade.

Um olhar sobre a mulher:

Ao contrário de muitas mulheres da altura, Elizabeth foi muito bem educada e a sua inteligência ultrapassava até mesmo a de muitos homens. Ela era excepcional, tornou-se fluente em húngaro, latim e alemão quando a maior parte dos nobres húngaros nem sequer sabiam escrever. Até mesmo o príncipe regente daTransilvânia nesse tempo tinha pouca educação.Alguns professores modernos e contemporâneos dizem que embora ela fosse louca e capaz de fazer inúmeras atrocidades, era também uma pessoa com pleno controlo das suas faculdades.

O seu futuro marido:

Em 1555, Ferenc Nadasdy nasce no seio de uma família que por direito de nobreza era tão prestigiosa quanto a dos Bathory, mas não era nem tão rica nem tão antiga.A educação de Ferenc foi meticulosamente documentada pela sua mãe, Ursula, viúva, durante o período entre 1567 e 1569 altura em que ele andava na escola de Vienna.Estes documentos comprovam que Ferenc não era um bom estudante. Mal aprendeu a escrever húngaro e a escrever e ler um pouco de alemão e latim.Ferenc desenvolveu-se como um atleta e pouco mais.Embora tivesse adquirido pouca educação acadêmica era certamente popular entre os seus colegas. Em 1571, aos 16 anos, graças às cuidadosas manipulações de sua mãe, Ferenc ficou noivo de Elizabeth, quando esta tinha apenas 11 anos de idade.

O casamento:

Ferenc casou com Elizabeth a 8 de Maio de 1575 num acontecimento de gala onde até o Santo Imperador Romeno Maximian II foi convidado a estar. Sabe-se que ele não pôde ir devido a viagens, mas enviou uma delegação para o representar e um caro presente de casamento.O casamento, que juntou as duas proeminentes famílias protestantes realizou-se no castelo Varanno, onde o jovem Conde Ferenc Nadasdy juntou o nome da condessa ao seu. Mas Elizabeth, naquela altura já emancipada, escolheu permanecer uma Bathory a ficar apenas com o nome dela, já que o seu nome era mais antigo e mais ilustre que o dele.

O desenrolar da história:

Ferenc escolheu a guerra como carreira e já não permanecia muito em casa, deixando assim Elizabeth no castelo Sarvar reinando e especialmente disciplinando os criados. A Condessa levava essa disciplina a um ponto considerado hoje sadismo.Bater nas criadas com um pedaço de madeira era a menor das suas punições, de acordo com os relatos. Freqüentemente ela espetava alfinetes na parte superior e inferior dos lábios das raparigas...na sua carne...e debaixo das unhas.Uma punição particularmente dura era arrastar as raparigas para a neve, fora do castelo, onde ela ou as suas aias despejavam água fria nelas até morrerem congeladas.Durante os primeiros 10 anos de casamento, Elizabeth e Fernenc não tiveram filhos já que estavam muito pouco tempo juntos, dado o seu empenhamento na sua carreira militar, mas por volta de 1585, Elizabeth deu à luz uma rapariga que chamou de Anna. Nos nove anos seguintes deu à luz Ursula e Katherina e em 1598 nasceu o seu primeiro filho, Paul. A julgar pelas cartas que ela escreveu a parentes, Elizabeth era uma boa mãe e esposa, o que não era de surpreender visto que os nobres costumavam tratar a sua família imediata de maneira muito diferente dos criados mais baixos e classes de camponeses.Uma das coisas que Elizabeth fazia para se divertir durante a ausência do conde era visitar a sua tia Klara, a tal bissexual assumida de quem já falei. Rica e poderosa, Klara tinha sempre muitas raparigas disponíveis.Sendo assim, Elizabeth divertia-se muito nas suas visitas à tia, fato revelado pela freqüência das mesmas. Enquanto isso, Ferenc criava um grande nome para si próprio. Em meados de 1598, Ferenc era um conhecido herói de guerra: era um de cinco heróis conhecidos como o quinteto profano que inspirava o terror nos turcos que até mesmo o coroaram com uma popular alcunha reveladora do medo por eles sentido. Chamaram-no de "Cavaleiro Negro da Hungria".Durante essa mesma altura, a coroa começou a ter problemas por causa do pagamento aos seus heróis e acabou por gerar uma enorme dívida monetária à família Nadasdy, de quem Elizabeth agora fazia parte.

A morte do Conde

No final de 1603, Ferenc ficou subitamente doente e acabou por morrer na manhã de 4 de Janeiro de 1604, quando uma forte nevada caiu no castelo Servar.Nunca se chegou, a saber, se Ferenc tinha conhecimento das atividades homicidas da sua mulher, mas sabe-se que durante o tempo que estava em casa também gostava de torturar os criados. Quando Ferenc permanecia em casa durante as raras tréguas com os turcos, juntava-se a Elizabeth e planeavam métodos de tortura, não chegando, no entanto, a ponto de matar os próprios criados como Elizabeth fazia.Apenas quatro semanas depois da morte do seu marido, Elizabeth decidiu que já tinha lamentado a morte dele o suficiente e depressa se apressou a fazer aparições na corte.Muitos historiadores pesquisadores da vida da Condessa dizem que a morte de Ferenc foi o impulso suficiente para a sua reputação de usar os banhos de sangue para fins cosméticos.Os relatos mostram que o seu comportamento sádico começou em força depois da morte do seu marido e indicam que nenhuma das testemunhas no julgamento mencionou o facto da Condessa se banhar em sangue.

Uma possível justificação sobre o medo do envelhecimento demonstrado pela Condessa.

Uma antiga lenda diz que em certa altura enquanto passeava com um jovem cavalheiro, Elizabeth foi verbalmente abusiva para uma senhora idosa, pois a Condessa achou que o aspecto da senhora era repulsivo.A senhora respondeu: "Cuidado, ó vaidosa, em breve ficarás como eu e depois, o que farás?” Esta foi outra das razões apresentada para justificar a obsessão de Elizabeth com a idade e o envelhecimento, apesar de não haver evidências em nenhum documento que comprovem este evento.Vale a pena mencionar aqui algumas outras lendas embora novamente aqui falte documentação para comprovar estas histórias.A prática sanguinária de Elizabeth começou quando uma criada acidentalmente puxou o cabelo da Condessa enquanto o estava a pentear.Elizabeth instintivamente bateu na rapariga com tanta força que a mesma começou a sangrar, fazendo com que o sangue espirrasse para a mão da Condessa.Ao princípio Elizabeth ficou enraivecida e apanhou uma toalha para limpar o sangue, mas subitamente reparou que à medida que o sangue ia secando a sua pele parecia ter retomado a mesma brancura e jovialidade da pele das jovens camponesas.Embora pareça que ela nunca tomou banho em sangue de raparigas, vários relatos mostram que as torturava de tal maneira que ficava ensopada no sangue delas tendo de trocar de roupa antes de poder prosseguir.Elizabeth poderia ter continuado com esta moda de torturar criados até à morte, à sua vontade e indefinidamente, porque até os clérigos naquele tempo consentiam que os nobres tratassem os seus criados da maneira que quisessem, por mais cruel que essa fosse e legalmente não faziam nada.

Os seus cúmplices

Acompanhando a Condessa nestas ações macabras estavam um servo chamado apenas de Ficzko, Helena Jo, a ama dos seus filhos, Dorothea Szentos (também chamada de Dorka) e Katarina Beneczky, uma lavadeira que a condessa acolheu mais tarde na sua sanguinária carreira.Entre os anos de 1604 e 1610 uma misteriosa mulher de nome Anna Darvulia, que provavelmente era amante de Elizabeth, juntou-se a ela e ensinou-lhe novas técnicas de tortura. Passou a ser uma das mais ativas sádicas nas práticas de Elizabeth.Depois de um severo golpe, que a deixou cega, Darvulia deixou o seu trabalho a Elizabeth, Helena Jo e Dorka, certa de que as tinha ensinado bem.Completamente em pânico, algumas raparigas tentaram em vão escapar-se do castelo, embora se saiba que poucas o conseguiram. Aquelas que escapavam, eram logo encontradas e punidas da maneira a seguir relatada: “... uma rapariga de 12 anos chamada Pola conseguiu escapar do castelo, mas Dorka, ajudada por Helena Jo, apanhou a assustada rapariga de surpresa e levou-a à força para o castelo de Csejthe.A Condessa recebeu a rapariga no seu retorno. Estava furiosa, novamente. Avançou para a rapariga e forçou-a a entrar numa espécie de jaula, construída com a forma de uma grande bola, demasiado estreita para ser possível a pessoa sentar-se e demasiado baixa para se poder permanecer em pé.Uma vez colocada a rapariga lá dentro a jaula era erguida por uma roldana e dezenas de espigões ressaltavam de dentro dela.Pola tentou não ser apanhada pelos espigões, mas Ficzko manuseou as cordas de modo a que a jaula oscilasse para os lados. A carne de Pola ficou desfeita.Com a morte de Darvulia, na altura em que Elizabeth atingiu os seus 40 anos, esta tornou-se ainda mais descuidada.Era Darvulia que se certificava que as vítimas seriam apenas camponesas e que nenhuma rapariga da nobreza era levada, mas com a sua morte e também com as dúvidas das camponesas acerca das maravilhas do castelo Csejthe, Elizabeth começou então a escolher raparigas da baixa nobreza. Sentindo-se sozinha, a Condessa juntou-se à viúva de um fazendeiro da cidade vizinha de Miava. O nome dela era Erzsi Majorova.Aparentemente foi ela que encorajou Elizabeth a ir atrás de raparigas de berço nobre para além de continuar a sua busca entre as camponesas.As atrocidades de Elizabeth continuaram: Um cúmplice seu testemunhou que em alguns dias Elizabeth deitava raparigas nuas no chão do seu quarto e torturava-as de tal maneira que o chão ficava inundado de sangue.Elizabeth teve de pedir aos criados que trouxessem um tapete para tapar as poças de sangue.Uma jovem aia que não conseguiu agüentar as torturas e morreu muito rapidamente mereceu o seguinte comentário no diário da Condessa: "Ela era muito pequena...” Elizabeth chegou a um ponto na sua vida em que ficou muito doente e não conseguia levantar-se da cama nem arranjar forças para torturar as suas criadas. Ordenou então que lhe fosse trazida uma das suas jovens criadas.Dorothea Szentes, uma rude mulher camponesa arrastou uma das criadas jovens de Elizabeth para o seu lado e segurou-a aí.Elizabeth ergueu-se da sua cama e tal como um cão raivoso abriu a boca e mordeu a rapariga na face. Depois seguiu para os ombros onde rasgou um pedaço de carne com os dentes.Depois disso, Elizabeth mordeu os seios da rapariga.

O seu maior erro:

Elizabeth deixou de ter o cuidado de providenciar enterros cristãos, feitos pelo pastor protestante do local, pelo menos inicialmente. Depois de algum tempo, o pastor recusou-se a prosseguir com estes ritos, pois haviam muitas raparigas mortas por causas desconhecidas e misteriosas, mas sempre levadas a cabo por Elizabeth.Ela ameaçou-o então para que ele não revelasse os seus atos e continuou a ter os corpos enterrados secretamente.Mais perto do fim, os corpos começaram a serem deixados em locais perigosos (nos campos junto ao castelo, na horta perto da cozinha, etc.) Estas ações contribuíram muito para a descoberta dos seus crimes.

Pormenores e descoberta dos crimes:

Ao longo do seu reinado como "Condessa Sanguinária", depois da morte do seu marido, outro dos seus propósitos foi fazer com que o rei húngaro, Mathias II pagasse as dívidas que tinha ao seu falecido marido Ferenc, de modo a que ela pudesse continuar com a sua vida sem preocupações.O rei não pagou essas dívidas e Elizabeth teve de vender dois castelos pertencentes à sua família nos arredores da Transilvânia.Estas ações chamaram a atenção do primo de Elizabeth, o conde Thurzo.O conde, reconhecendo o perigo deste procedimento, reuniu o resto do clã Bathory e planeou mandar exilar Elizabeth num convento onde iria findar os seus dias.Os planos do conde Thurzo para conseguir salvar a família foram interrompidos quando:- no Inverno de 1610, Elizabeth achou que a sua posição social era intocável perante a lei, desde que os seus criados lançassem raparigas mortas das muralhas do castelo para um sítio descampado onde existiam lobos vorazes. Mas, esta cena foi vista pelos habitantes da vila de Csejthe, que informaram os oficiais do rei.O rei e os altos oficiais da igreja forçaram o rei Thurzo a agir, e ele assim o fez, pretendendo apenas proteger os interesses da família Bathory. O ataque foi planeado para ser feito no feriado de Natal, enquanto o Parlamento Húngaro não estava reunido.A 29 de Setembro de 1610 foi efetuado o ataque ao castelo Csejthe.Não houve necessidade de fazer um ataque noturno de surpresa, pois ao longo dos anos, as evidências dos crimes de Elizabeth foram-se acumulando.Quando o grupo de ataque chegou à mansão senhorial de Elizabeth, encontraram o corpo de uma criada espancada mesmo antes de entrarem, pois Elizabeth e os seus cúmplices não se tinham preocupado em enterrar o corpo.Dentro da casa, os nobres depararam-se ainda com os corpos de mais duas raparigas, muito marcadas pelas torturas estando uma delas ainda viva.Na carta que escreveu à sua mulher, o conde Thurzo disse: "Tomei a mulher Nadasdy em custódia, ela foi imediatamente levada para a sua fortaleza... Irá ser bem vigiada e mantida em forte imprisionamento até Deus e a lei decidirem acerca dela... Esperarei apenas até que a mulher acusada seja levada para a fortaleza e se instale num quarto próprio para ela”.O conde Thurzo não esperou por Deus e a lei, pois decidiu que Elizabeth não devia ser levada a tribunal, mas sim sentenciada a permanecer presa no seu castelo Csejthe.

Os julgamentos:

Os julgamentos em 2 e 7 de Janeiro de 1611 foram feitos apenas para satisfazer um ato oficial.Durante os julgamentos, os testemunhos dos seus cúmplices, Ficzko, Dorka, Katharina Beneczky e Helena Jo foram ouvidos. Erzi Majorova foi julgada muito mais tarde porque desapareceu. É importante salientar que as quatro testemunhas mencionaram apenas entre 30 e 60 mortes, mas uma quinta testemunha, ouvida no dia 7 de Janeiro, revelou a peça do puzzle que faltava.O testemunho mais surpreendente veio de uma mulher, identificada apenas como "senhora Zusanna", não tendo sido mencionado o seu último nome, que depois de descrever as torturas feitas por Helena Jo, Dorothea e Ficzko...e de ter pedido um atenuante para Katarina Beneczky, revelou a evidência mais chocante deste julgamento: existia uma lista ou registro (que se encontrava num cesto de desenhos), feito pela Condessa onde a própria revelava o número de raparigas mortas até então: foram 650.Os criados foram considerados culpados e as suas penas deliberadas da seguinte maneira:- Em primeiro lugar, Helena Jo, seguida por Dorothea Szentes, as então chamadas de culpadas do grande crime foram condenadas a: os seus dedos (aqueles que usaram como instrumentos de tortura e na carnificina e ainda por onde pingou o sangue de cristãs) seriam arrancados pelo executor público com uma pinça incandescente e posteriormente os seus corpos deveriam ser atirados ainda vivos para o fogo.- Ficzko foi decapitado. O seu corpo, exangue, juntar-se-ia ao dos seus cúmplices e seria também queimado.Apenas Katharina Beneczky escapou à sentença de morte.Mais tarde, a 24 de Janeiro de 1611, Erzsi Majorova foi encontrada, considerada culpada e executada.Apenas Elizabeth não foi trazida perante a corte e julgada, graças a uma carta escrita pela sua poderosa família e às maquinações do conde Thurzo.

A sentença de Elizabeth:

A sentença de Elizabeth foi proferida pelo próprio conde Thurzo: "Tu, Elizabeth, és como um animal" - disse ele - "estás nos últimos meses da tua vida. Não mereces respirar o ar nesta terra, nem ver a luz do Senhor. Irás desaparecer deste mundo e nunca mais irás aparecer. As sombras irão encobrir-te e terás tempo para te arrependeres da tua brutal vida. Condeno-te, Senhora de Csejthe, a seres impressionada perpetuamente no teu próprio castelo."Trabalhadores foram chamados para tapar totalmente as janelas e a porta com tijolos do quarto de Elizabeth no castelo de Csejthe onde ela passaria o resto da sua vida. Seria deixado aberto apenas um pequeno orifício por onde passaria a comida e o ar. Fora desta cena, quatro forcas foram mandadas construir nos quatro cantos do castelo para demonstrar aos camponeses que justiça havia sido feita.Em 31 de Julho de 1614, Elizabeth deu a conhecer a sua última vontade em testamento a dois padres catedráticos da diocese de Esztergon. Ela desejou que todos os bens que restassem da sua família fossem divididos igualmente pelos seus filhos e descendentes.

Acerca da sua morte:

Em Agosto do ano de 1614 um dos carcereiros da Condessa quis vê-la, pois era sabido que ela tinha sido (ou era ainda) uma das mulheres mais bonitas da Hungria.Espreitando através da pequena abertura na sua cela de paredes, ele viu a Condessa deitada no chão.Elizabeth Bathory estava morta aos 54 anos.O seu corpo deveria ter sido enterrado na igreja da cidade de Csejthe, mas os habitantes acharam repugnante a idéia de ter a "infame Senhora" sepultada na cidade.


Fonte:http://www.acemprol.com/elizabeth-bathor...t3106.html

...Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo (Gálatas 6:3).
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25-04-2016, 07:17 PM
Resposta: #7
Wink RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
(25-04-2016 10:40 AM)spyroots Escreveu:  Parece que quanto mais poder a pessoa tem mais podre ela fica. Certamente isso sinigfica ganhar o mundo e perder a alma. Ao ganho do ponto de consciência o sofrimento é certa. O que me enoja é essa história que é polida demais a ponto de distorcer a verdade.


A verdade é que,quando sabemos pra quem e porque estamos vivendo,não existe desvio.Tem muito poder PARA ELES e vivem PARA ELES mesmos....
Pessoas sem propósito .. fato


[Imagem: 1e4c068340.gif]

"Pois o Universo se tornou inútil, não pela sua própria vontade" Romanos 8:20
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25-04-2016, 08:11 PM
Resposta: #8
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Eu já conhecia a história da condessa de sangue. Ela faz o conde drácula parecer um escoteiro...

Imagino ao longo da história humana quantos nobres sinistros cometeram atrocidades iguais.

E não esqueçam o filme O Albergue. Que se baseia em fatos reais. Até hoje vemos ricaços com seus"passatempos" macabros por aí.

As vezes tenho certeza quando dizem que o inferno é aqui, e os humanos são os demônios....

"Cantadas nas catedrais, sussurradas nas sombras, sempre inconstantes, raramente imutáveis. Assim se constroem as LENDAS."
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Sunabouzu (25-04-2016), ULTRON (25-04-2016)
25-04-2016, 11:07 PM (Resposta editada pela última vez em: 25-04-2016 11:07 PM por ULTRON.)
Resposta: #9
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
Muito bom tópico.

Certamente na nossa contemporaneidade, haja inúmeros seriais killers por serem descobertos.

Outros casos antigos importantes.

Jack, O Estripador

http://forum.antinovaordemmundial.com/To...estripador


O caso do zodíaco...

Em determinada hora, a partir de agora... Outras espécies de vida irão desaparecer da face do planeta...
Para sempre... E o ritmo está acelerando.
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26-04-2016, 09:30 AM
Resposta: #10
RE: O primeiro grande serial killer do mundo: Gilles de Rais
(25-04-2016 07:17 PM)Boa Bess Escreveu:  
(25-04-2016 10:40 AM)spyroots Escreveu:  Parece que quanto mais poder a pessoa tem mais podre ela fica. Certamente isso sinigfica ganhar o mundo e perder a alma. Ao ganho do ponto de consciência o sofrimento é certa. O que me enoja é essa história que é polida demais a ponto de distorcer a verdade.


A verdade é que,quando sabemos pra quem e porque estamos vivendo,não existe desvio.Tem muito poder PARA ELES e vivem PARA ELES mesmos....
Pessoas sem propósito .. fato

Eu estudei esoterismo, estudei fisica e uma das leis que rege o universo é a "causa e efeito". Me sinto bem por ter pessoas (aqui no forum) que querem buscar o conhecimento, a verdade. No fundo acredito que não posso julgar essas pessoas, somente esperar em Deus.
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Boa Bess (26-04-2016), Kbsilva (26-04-2016), lizardman (29-04-2016), Sunabouzu (26-04-2016)
Stévia pelo menor preço você encontra aqui
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