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O que é o BIS - Bank for International Settlements ?
02-10-2013, 12:09 AM
Resposta: #1
O que é o BIS - Bank for International Settlements ?
[Imagem: sede.jpg]


Um artigo do Wall Street Journal, que bem conhece os bastidores da finança e que de certeza não pode ser considerado como um diário "conspirador", nos conta o que é esse banco.

Conta o Wall Street Journal:
A cada dois meses, mais de uma dúzia de banqueiros se encontram aqui, no domingo à noite, para conversar e jantar no 18 º andar de um edifício cilíndrico, com vista para o Reno [reuniões em Basileia, na Suíça, ndt].

As discussões durante o jantar, sobre o dinheiro e a economia, são mais do que académicas. Na mesa há os chefes dos principais bancos centrais de todo o mundo, representando os países que produzem anualmente mais de 51 triliões de dólares de produto interno bruto, três quartos da produção económica mundial.

Mister King, do Banco da Inglaterra, lidera as discussões durante o jantar numa sala decorada pelo estúdio de arquitectos suíço Herzog & de Meuron, que projetou o estádio "Ninho de Pássaro" para a Olimpíada de Pequim. Os homens têm assentos reservados numa mesa redonda, numa sala perfumada com orquídeas brancas e emoldurada por paredes brancas, tecto preto e vista panorâmica.

Argumentos sérios alternam-se com aperitivos, vinho e conversa, de acordo com pessoas que estão familiarizadas com esses jantares. Mr.King geralmente pede aos seus colegas para falar sobre as perspectivas nos países deles. Outros fazem perguntas. As reuniões não produzem transcrições ou relatórios. Nenhum membro do pessoal de serviço é admitido.

De facto, nenhuma das pessoas está ai para socializar, as razões são outras. Falamos duma organização internacional imensamente poderosa, acerca da qual a maioria das pessoas pouco ou até nada sabe. São eles, os presidentes dos maiores bancos centrais mundiais, que controlam o fluxo do dinheiro. De todo o dinheiro.

É este o Banco Mundial? Não, este é o Banco de Compensações Internacionais (BIS, do inglês Bank for International Settlements), o Banco Mundial dos Bancos Centrais. Pois os senhores sentados com vista sobre o rio Reno (mas têm filiais em Hong Kong e na Cidade do México) são os presidentes dos 60 bancos centrais mais importantes do planeta (inclusive Portugal, Brasil, China, Estados Unidos, França, Italia, israel, Alemanha, Índia, Reino Unido, Rússia, Banco Central Europeu....).

[Imagem: world.jpg]

Os países membros do BIS

Quando comparado com o Banco Mundial "normal", o BIS apresenta algumas diferenças:

- O BSI é uma sociedade de capital privado, com sede legal em Basileia (Suíça). O Bancos dos Bancos Centrais é uma sociedade privada??? Claro que sim: se os Bancos Centrais nacionais (a maioria deles) forem privados (algo repetido até a exaustão neste blog), porque carga d'agua a principal organização deles deveria ser pública?

- O elenco dos accionistas não é público: sabe-se apenas que entre os donos da sociedade aprecem os Bancos Centrais da Bélgica, da França, da Alemanha, do Reino Unido, da Italia e dos Estados Unidos.

- O capital social é constituído por 3 biliões de Dólares, composto por 600.000 acções sem direito de voto, transferíveis apenas após autorização do instituto. As acções conferem participação aos úteis.

- O Conselho Directivo decide por maioria, mesmo sem unanimidade.

- O BIS não emite moeda nem empresta dinheiro.

- O BIS e os dependentes deles gozam de imunidade de jurisdição, tal como os bens da organização.

- O BIS tem total isenção de impostos.

- E, obviamente, o BIS não responde a nada ou a ninguém.

É esta uma das sociedade cujas decisões afectam a vida de todas as outras no planeta. E os membros não são eleitos, são simplesmente escolhidos e participam em reuniões secretas das quais ninguém sabe nada.

Mas por conta de quem trabalha o BIS? Ora bem, nesta altura é possível libertar as rédeas da fantasia, cada um está livre de escolher os nomes dos verdadeiros donos. O que interessa aqui são as decisões que a instituição toma.

Fundado em 1929, durante a Segunda Guerra Mundial o BIS reciclava o dinheiro e o ouro dos nazistas; depois, uma vez acabado o conflito, por muitos anos manteve um perfil baixo, operando nos bastidores.

Foi aqui que foram tomadas importantes decisões, como desvalorizar ou defender moedas, fixar o preço do ouro, regular as operações bancárias offshore, aumentar ou diminuir as taxas de juros no curto prazo.
Em 1977, contudo, o BIS abandonou o anonimato em troca duma sede e dum papel ainda mais eficiente. O novo edifício é um arranha-céu circular de 18 andares com uma longa história, que se eleva acima da cidade medieval. Logo tornou-se conhecido como a "Torre de Basileia".

Os tempos tinham mudados, o BIS estava nas condições de ganhar notoriedade (uma relativa notoriedade), reclamar a própria total independência e até constituir uma sua própria força policial privada.

É na sede do BIS que tem lugar o fórum Global Economy Meeting (GEM): a maioria das pessoas nunca ouviu falar do GEM, mas ao longo dos últimos anos este fórum já recebeu 31 governadores dos bancos centrais como membros permanentes, além de uma série de outros governadores presentes em rotação. É, de facto, o grupo mais importante para a gestão global entre os bancos centrais.

Mas voltemos ao BIS: o que faz em concreto esta organização?

Um artigo publicado em InvestorsInsight explica como o BIS alcança a "estabilidade monetária e financeira":

[Imagem: bis.jpg]

Escritórios do BIS na Suíça

Isto é conseguido através do controlo da moeda. Actualmente, detém 7% dos fundos de câmbio disponíveis no mundo, cuja unidade de conta foi convertida em Março de 2003 do Franco Suíço para os Direitos Especiais de Levantamento, um "dinheiro" fiat artificiais, com um valor baseado num conjunto de moedas (44% de Dólares dos EUA, 34% de Euros, 11% de Yen japonês, 11% de Libra Esterlina).

O banco também controla uma grande quantidade de ouro, que guarda e empresta utilizando o grande poder de alavancagem no preço do ouro, sendo o ouro ainda a única moeda universal. As reservas de ouro do BIS foram avaliadas no relatório anual de 2005 em 712 toneladas. Como esta quantia esteja repartida entre depósitos dos bancos membros e reservas do BIS não é conhecido.

Ao controlar os câmbios da moedas e o ouro, o BIS pode fazer muito para determinar as condições económicas dum determinado país. Lembrem-se disso da próxima vez que a Federal Reserve ou o presidente do Banco Central Europeu anunciarem um aumento nas taxas de juros. Podem apostar que não aconteceu sem o "conselho" do BIS.

Ainda dúvidas acerca do poder dos bancos centrais e da organização deles, o BIS?

"Quando termos em conta todos os bancos centrais do mundo, chega-se a mais de 9.000 mil milhões de dólares", afirma Marc Doss, gestor regional de investimentos da Wells Fargo Private Bank, "É como criar a segunda maior economia do mundo a partir do nada".
Na verdade, a dos bancos centrais tornou-se uma economia em si mesmo, um império de vários bilhões de dólares que massaja e manipula os mercados.

Portanto, é um esquema piramidal, no base do qual encontramos os Estados (nós) que precisam de dinheiro; no nível acima, os bancos privados; acima, os bancos centrais; mais acima ainda, o BIS.
Para que a coisa fique ainda mais clara: nós, acima os bancos privados, mais acima os bancos privados controlados por privados, mais acima ainda o BIS, o banco dos bancos centrais, privado também.

O futuro?

O futuro já começou: em Março de 2003, como lembrado, o BIS abandonou o Franco Suíço para adoptar uma nova unidade de conta, o Direito Especial de Levantamento, um "dinheiro" artificial baseado em outras moedas. Segundo alguns, o precursor do dinheiro global.

Assim: o Banco Mundial é importante? Sim, até conhecer o BIS...

(Nota final: fica um pouco mais claro, agora, como é que os "grandes inimigos" da Humanidade são aqueles Países com um banco central realmente independente? Iraque, Irão, Líbia, Venezuela...)

http://informacaoincorrecta.blogspot.pt/...o-bis.html

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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02-10-2013, 12:20 AM
Resposta: #2
RE: O que é o BIS - Bank for International Settlements ?
Grande @Campanário! Obrigado pelas informações!


E pelo link .......

Até.

"Et in aliis quaeris mutatio."

Rox Extreme.
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Campanário (02-10-2013), Doc S (10-05-2018)
08-05-2018, 09:24 PM (Resposta editada pela última vez em: 08-05-2018 09:26 PM por Toualy.)
Resposta: #3
RE: O que é o BIS - Bank for International Settlements ?
Considerações prévias:

De facto e inegavelmente este fórum é repositório de um conhecimento e informação de extrema importância para todos nós. Penso mesmo que não deve existir tema de referência anti-nom que não esteja aqui incluído e debatido. Só falta ligar todos os pontos e verificar algo comum que se cruza entre todos eles.

Passemos ao post

O Bank of International Settlements (BIS), é o Banco Central dos Bancos Centrais, com sede em Basileia, Suiça. Mas você sabe quem é o proprietário do BIS ou como ele é regulamentado?

O BIS é uma organização privada de propriedade dos 55 bancos centrais. Os CEO desses bancos centrais viajam para a sede do BIS a cada dois meses, e a Assembléia Geral, o órgão executivo supremo deste, acontece uma vez por ano.

Assim, os bancos privados são proprietários do FED (e de outros bancos centrais), e os bancos centrais, por sua vez, são proprietários do BIS. E este super banco é amplamente imune à regulação, fiscalização e impostos.

Formalmente registrado como uma corporação de ações, é reconhecido como uma organização internacional e, portanto, não está sujeita a nenhuma jurisdição que não seja a lei internacional.

Não paga impostos, e os seus membros e funcionários desfrutam de ampla imunidade. Nenhuma outra instituição regulamenta o BIS, apesar de administrar cerca de 4% do total das reservas monetárias mundiais, ou seja, € 217 trilhões ($ 304 trilhões), além de 120 toneladas de ouro.

Os banqueiros centrais não são eleitos pelo povo, mas são nomeados pelos seus governos. No entanto, eles exercem poder que excede o de muitos líderes políticos. Suas decisões afetam economias inteiras, e uma única palavra de seus lábios é capaz de movimentar os mercados financeiros. Eles estabelecem as taxas de juros, determinando assim o custo dos empréstimos e a velocidade das correntes financeiras globais e estes, por sua vez, respondem diretamente ao BIS.

É onde os métodos que criam o esquema de escravização mais elaborado são formulados. Feitos no mais absoluto sigilo, todas as atividades estão fora do alcance e da compreensão, até mesmo das agências suíças e pelo governo. Os elementos de sigilo e imunidade diplomática caracterizam a má intenção por parte de seus verdadeiros donos.

O clube mais exclusivo do mundo tem dezoito membros.

Eles vão a Basileia para participar do Comitê Consultivo Econômico (ECC) do Banco de Compensações Internacionais (BIS), que é o banco dos bancos centrais. Seus membros atuais incluem o presidente do Federal Reserve dos EUA, o governador do Banco da Inglaterra, do Banco Central Europeu; do Banco da China; e os governadores dos bancos centrais da Alemanha, França, Itália, Suécia, Canadá, Índia e Brasil.

O ECC, que costumava ser conhecido como o encontro dos governadores do G-10, é o mais influente dos inúmeros encontros do BIS, aberto apenas a um pequeno e seleto grupo de banqueiros centrais de economias avançadas.

Presidem os governadores dos bancos centrais dos trinta países considerados os mais importantes para a economia global.

Em tom jocoso e absurdamente prepotente um dos principais tópicos de discussão de uma das reuniões foi a excelência do vinho servido e a estupidez dos ministros das Finanças.

As autoridades suíças não têm jurisdição sobre as instalações do BIS. Fundado por um tratado internacional, e ainda protegido pelo Acordo da Sede de 1987 com o governo suíço, o BIS goza de proteções semelhantes àquelas concedidas à sede das Nações Unidas, do Fundo Monetário Internacional (FMI) e das embaixadas diplomáticas. As autoridades suíças precisam da permissão da administração do BIS para entrar nos prédios do banco, que são descritos como "invioláveis".

O BIS tem o direito de comunicar em código e enviar e receber correspondência em sacos cobertos pela mesma proteção que as embaixadas, o que significa que não podem ser abertas


Os extraordinários privilégios legais do banco também se estendem a seus funcionários e diretores. Os gerentes seniores desfrutam de um status especial, semelhante ao dos diplomatas, enquanto cumprem seus deveres na Suíça, o que significa que suas malas não podem ser revistadas (a menos que haja evidência de um ato criminoso) e seus documentos são invioláveis. Os governadores dos bancos centrais que viajam para Basileia para as reuniões bimestrais têm o mesmo status na Suíça. Todos os funcionários do banco estão imunes à lei suíça, por toda a vida, por todos os atos praticados durante o desempenho de suas funções. O banco é um lugar popular para se trabalhar e não apenas por causa dos salários. Cerca de seiscentos funcionários vêm de mais de cinquenta países. A atmosfera é multi-nacional e cosmopolita, embora muito suíça, enfatizando a hierarquia do banco. Como muitos dos que trabalham para a ONU ou o FMI, parte do pessoal do BIS, especialmente a gerência sênior, é movida por um senso de missão, que está trabalhando para um propósito maior e até celestial e imune a considerações normais. de responsabilidade e transparência.

Os banqueiros que têm permissão para entrar no santuário das reuniões dos governadores confiam uns nos outros de forma absoluta, apesar da enorme quantidade de dinheiro envolvida, nenhum acordo jamais foi assinado nem memorandos de entendimento foram iniciados. A palavra de cada oficial é suficiente e nunca houve desilusões.

As discussões dos banqueiros centrais no BIS, as informações que eles compartilham, as políticas avaliadas, as opiniões trocadas e as decisões subseqüentes que são tomadas são profundamente políticas. Os banqueiros centrais, cuja independência é constitucionalmente protegida, controlam a política monetária no mundo desenvolvido. Eles gerenciam o fornecimento de dinheiro para as economias nacionais. Eles estabelecem as taxas de juros, decidindo, assim, o valor de nossas economias e investimentos. Eles decidem se devem se concentrar na austeridade ou no crescimento. Suas decisões moldam nossas vidas.

Os banqueiros centrais agora “parecem mais poderosos que os políticos”, escreveu o jornal The Economist, “mantendo o destino da economia global em suas mãos”. Como isso aconteceu? O BIS, a instituição financeira global mais reservada do mundo, pode reivindicar grande parte do crédito. Desde o seu primeiro dia de existência, o BIS dedicou-se a promover os interesses dos bancos centrais e a construir a nova arquitetura das finanças transnacionais. Ao fazê-lo, gerou uma nova classe de tecnocratas globais unidos, cujos membros deslizam entre posições altamente pagas no BIS, no FMI e nos bancos centrais e comerciais.

A opacidade do banco, a falta de responsabilidade e a influência cada vez maior levantam questões profundas - não apenas sobre política monetária, mas também transparência, responsabilidade e como o poder é exercido em nossas democracias.



O BIS é o banco mais importante do mundo e é anterior ao FMI e ao Banco Mundial. Por décadas, ele esteve no centro de uma rede global de dinheiro, poder e influência global encoberta. O BIS foi fundado em 1930. Nacionalidades são irrelevantes a lealdade primordial é ao financiamento internacional.

Atualmente, a principal missão do BIS, em suas próprias palavras, é tríplice: “servir os bancos centrais em sua busca pela estabilidade monetária e financeira, fomentar a cooperação internacional nessas áreas e atuar como um banco para os bancos centrais”.

O BIS é uma instituição única: uma organização internacional, um banco extremamente lucrativo e um instituto de pesquisa fundado e protegido por tratados internacionais. O BIS é responsável perante seus clientes e acionistas - os bancos centrais - mas também orienta suas operações. As principais tarefas de um banco central, argumenta o BIS, são controlar o fluxo de crédito e o volume de moeda em circulação.

O BIS também ajuda a supervisionar bancos comerciais, embora não tenha poderes legais sobre eles. O Comitê de Basileia de Supervisão Bancária, baseado no BIS, regula os requisitos de capital e liquidez dos bancos comerciais. O comitê não tem poderes de execução, mas tem enorme autoridade moral. "Este regulamento é tão poderoso que o princípio de oito por cento foi definido em leis nacionais",


Durante a crise de 2008 a moeda europeia estava ameaçada de colapso, enquanto os que têm dinheiro e conhecimento buscavam abrigo seguro em francos suíços ou ouro. Os jovens, os talentosos e os móveis estão novamente fugindo de seus países de origem para novas vidas no exterior. As poderosas forças do capital internacional que criaram o BIS e que conferiram ao banco seu poder e influência, triunfam de novo.

O BIS tem estado no coração do projeto de integração europeia, fornecendo conhecimentos técnicos e mecanismos financeiros para a harmonização da moeda. Durante a década de 1950, gerenciou a União Européia de Pagamentos, que internacionalizou o sistema de pagamentos do continente. O BIS acolheu o comité de governadores dos bancos centrais da Comunidade Económica Europeia, criado em 1964 e que coordenou a política monetária transeuropeia. Durante a década de 1970, o BIS lançou o “Snake”, o mecanismo pelo qual as moedas européias eram mantidas em faixas de taxas de câmbio. Durante a década de 1980, o BIS sediou o Comitê Delors, cujo relatório em 1988 traçou o caminho para a União Monetária Européia e a adoção de uma moeda única. O BIS foi parteira do Instituto Monetário Europeu (IME), precursor do Banco Central Europeu.

O banco se tornou um pilar central do sistema financeiro global. Além dos Global Economy Meetings, o BIS abriga quatro dos mais importantes comitês internacionais que lidam com serviços bancários globais: o Comitê de Basileia de Supervisão Bancária, o Comitê sobre o Sistema Financeiro Global, o Comitê de Sistemas de Pagamento e Liquidação e o Irving Fisher. Comitê, que lida com as estatísticas do banco central. O banco também abriga três organizações independentes: dois grupos que lidam com seguros e o Financial Stability Board (FSB). O FSB, que coordena as autoridades financeiras nacionais e as políticas reguladoras, já é considerado o quarto pilar do sistema financeiro global, depois do BIS, do FMI e dos bancos comerciais.

O BIS é agora o trigésimo maior detentor mundial de reservas de ouro, com 119 toneladas - mais do que o Catar, o Brasil ou o Canadá. A afiliação ao BIS continua a ser um privilégio e não um direito.

Bank For International Settlements (BIS): Como os Rothschilds controlam e ditam ao mundo

Os bancos centrais são bancos privados que são de propriedade da família bancária Rothschild. A família existe há mais de 230 anos e entrou em cada país neste planeta, ameaçou todos os líderes mundiais e seus governos e gabinetes com morte e destruição física e econômica, e então colocou seu próprio pessoal nesses bancos centrais para controlar e gerenciar o livro de bolso de cada país

O grande plano da Primeira Esfera de Influência é criar uma nação única global. Por favor, não confunda com o termo globalização. A nação única gobal e a globalização não poderiam ser mais diferentes em conceito, escopo e propósito. A nação única global é um estado. Tem um governo. Um conjunto de leis para todos os cidadãos comuns, sem leis para a elite. A globalização refere-se à comunicação, negociação, interação, etc. entre países soberanos separados, diferentes e independentes.
O grande plano da Primeira Esfera de Influência é criar uma nação única global.

O próprio Federal Reserve (FED) é um banco privado ilegalmente criado e diretamente responsável por criar todas as depressões, recessões e a inflação e deflação do dólar. O Fed controla a impressão do dólar e cobra os juros do governo dos EUA sobre esses empréstimos. A cada ano, torna-se difícil, se não impossível, que o governo pague esses juros. Assim os impostos de renda pessoal dos EUA vão diretamente para a família Rothschild.

Os bancos centrais são uma das razões pelas quais cada país está em dívida tão grande com essa família insidiosa, os Rothschilds.

Os Bancos Centrais do Mundo de Rothschild:

Afeganistão: Banco do Afeganistão
Albânia: Banco da Albânia
Argélia: Banco da Argélia
Argentina: Banco Central da Argentina
Armênia: Banco Central da Armênia
Aruba: Banco Central de Aruba
Austrália: Reserve Bank of Australia
Áustria: Banco Nacional Austríaco
Azerbaijão: Banco Central da República do Azerbaijão
Bahamas: Banco Central das Bahamas
Bahrain: Banco Central do Bahrein
Bangladesh: banco de Bangladesh
Barbados: Banco Central de Barbados
Bielorrússia: Banco Nacional da República da Bielorrússia
Bélgica: Banco Nacional da Bélgica
Belize: Banco Central do Belize
Benin: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Bermuda: Autoridade Monetária das Bermudas
Butão: Autoridade Monetária Real do Butão
Bolívia: Banco Central da Bolívia
Bósnia: Banco Central da Bósnia e Herzegovina
Botsuana: Banco do Botswana
Brasil: Banco Central do Brasil
Bulgária: Banco Nacional da Bulgária
Burkina Faso: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Burundi: Banco da República do Burundi
Camboja: Banco Nacional do Camboja
Camarões: Banco dos Estados da África Central
Canadá: Banco do Canadá - Banque du Canada
Ilhas Caimão: Autoridade Monetária das Ilhas Cayman
República Centro-Africana: Banco dos Estados da África Central
Chade: Banco dos Estados da África Central
Chile: Banco Central do Chile
China: o Banco do Povo da China
Colômbia: Banco da República
Comores: Banco Central das Comores
Congo: Banco dos Estados da África Central
Costa Rica: Banco Central da Costa Rica
Costa do Marfim: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Croácia: Banco Nacional da Croácia
Cuba: Banco Central de Cuba
Chipre: Banco Central do Chipre
República Checa: Banco Nacional da República Checa
Dinamarca: Banco Nacional da Dinamarca
República Dominicana: Banco Central da República Dominicana
Área do Caribe Oriental: Banco Central do Caribe Oriental
Equador: Banco Central do Equador
Egito: Banco Central do Egito
El Salvador: Banco Central de Reserva de El Salvador
Guiné Equatorial: Banco dos Estados da África Central
Estônia: Bank of Estonia
Etiópia: Banco Nacional da Etiópia
União Européia: Banco Central Europeu
Fiji: Reserve Bank of Fiji
Finlândia: Banco da Finlândia
França: Banco da França
Gabão: Banco dos Estados da África Central
Gâmbia: Banco Central da Gâmbia
Geórgia: Banco Nacional da Geórgia
Alemanha: Deutsche Bundesbank
Gana: Banco do Gana
Grécia: Banco da Grécia
Guatemala: Banco da Guatemala
Guiné-Bissau: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Guiana: Banco da Guiana
Haiti: Banco Central do Haiti
Honduras: Banco Central de Honduras
Hong Kong: Autoridade Monetária de Hong Kong
Hungria: Banco Magyar Nemzeti
Islândia: Banco Central da Islândia
Índia: Reserve Bank of India
Indonésia: Banco da Indonésia
Irã: o Banco Central da República Islâmica do Irã
Iraque: Banco Central do Iraque
Irlanda: Banco Central e Autoridade de Serviços Financeiros da Irlanda
Israel: Banco de Israel
Itália: Banco da Itália
Jamaica: Banco da Jamaica
Japão: Banco do Japão
Jordânia: Banco Central da Jordânia
Cazaquistão: Banco Nacional do Cazaquistão
Quênia: Banco Central do Quênia
Coreia: Banco da Coreia
Kuwait: Banco Central do Kuwait
Quirguistão: Banco Nacional da República do Quirguizistão
Letônia: Banco da Letônia
Líbano: Banco Central do Líbano
Lesoto: Banco Central do Lesoto
Líbia: Banco Central da Líbia
Lituânia: Banco da Lituânia
Luxemburgo: Banco Central do Luxemburgo
Macau: Autoridade Monetária de Macau
Macedônia: Banco Nacional da República da Macedônia
Madagascar: Banco Central de Madagascar
Malawi: Reserve Bank of Malawi
Malásia: Banco Central da Malásia
Mali: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Malta: Banco Central de Malta
Maurício: Banco da Maurícia
México: Banco do México
Moldávia: Banco Nacional da Moldávia
Mongólia: Banco da Mongólia
Montenegro: Banco Central do Montenegro
Marrocos: Banco de Marrocos
Moçambique: Banco de Moçambique
Namíbia: Banco da Namíbia
Nepal: Banco Central do Nepal
Países Baixos: Banco dos Países Baixos
Antilhas Holandesas: Banco das Antilhas Holandesas
Nova Zelândia: Reserve Bank of New Zealand
Nicarágua: Banco Central da Nicarágua
Níger: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Nigéria: Banco Central da Nigéria
Noruega: Banco Central da Noruega
Omã: Banco Central de Omã
Paquistão: Banco do Estado do Paquistão
Papua Nova Guiné: Banco da Papua Nova Guiné
Paraguai: Banco Central do Paraguai
Peru: Banco Central de Reserva do Peru
Filipinas: Bangko Sentral ng Pilipinas
Polônia: Banco Nacional da Polônia
Portugal: Banco de Portugal
Catar: Banco Central do Qatar
Romênia: Banco Nacional da Romênia
Rússia: Banco Central da Rússia
Ruanda: Banco Nacional do Ruanda
São Marino: Banco Central da República de San Marino
Samoa: Banco Central de Samoa
Arábia Saudita: Agência Monetária da Arábia Saudita
Senegal: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Sérvia: Banco Nacional da Sérvia
Seychelles: Banco Central das Seychelles
Serra Leoa: Banco da Serra Leoa
Singapura: Autoridade Monetária de Singapura
Eslováquia: Banco Nacional da Eslováquia
Eslovênia: Bank of Slovenia
Ilhas Salomão: Banco Central das Ilhas Salomão
África do Sul: South African Reserve Bank
Espanha: Banco da Espanha
Sri Lanka: Banco Central do Sri Lanka
Sudão: Banco do Sudão
Suriname: Banco Central do Suriname
Suazilândia: Banco Central da Suazilândia
Suécia: Sveriges Riksbank
Suíça: Banco Nacional da Suíça
Tajiquistão: Banco Nacional do Tajiquistão
Tanzânia: Banco da Tanzânia
Tailândia: Banco da Tailândia
Togo: Banco Central dos Estados da África Ocidental (BCEAO)
Tonga: National Reserve Bank of Tonga
Trinidad e Tobago: Banco Central de Trinidad e Tobago
Tunísia: Banco Central da Tunísia
Turquia: Banco Central da República da Turquia
Uganda: Banco do Uganda
Ucrânia: Banco Nacional da Ucrânia
Emirados Árabes Unidos: Banco Central dos Emirados Árabes Unidos
Reino Unido: Bank of England
Estados Unidos: O fedido sujo sujo Stinky Fed, Federal Reserve Bank de Nova York
Uruguai: Banco Central do Uruguai
Vanuatu: Banco da Reserva de Vanuatu
Venezuela: Banco Central da Venezuela
Vietnã: O Banco do Estado do Vietnã
Iêmen: Banco Central do Iêmen
Zâmbia: Banco da Zâmbia
Zimbábue: Reserve Bank of Zimbabwe

Conclusão

Verificamos que o super banco, com sede na Suiça, a capital mundial do sistema bancário, controla todos os outros e todos os outros, por sua vez, são controlados pelos Rothschild (escudo vermelho). Devemos iniciar aqui a viagem atribulada para descobrir toda a verdade, seguindo o rasto do dinheiro, e descobrir quem de facto está por trás de toda a chamada "conspiração".

Com muita pena minha, mais uma vez disponho de pouco tempo. Irei postando pontualmente informações pertinentes sobre a verdadeira identidade dos conspiradores, ligando os vários posts já constantes no fórum até culminar num mega post, que estou a realizar no pouco tempo livre que disponho, com a informação de quem são, onde estão e a rede de influências mundial dos mentores desta designada conspiração, que é real como todos já sabem, para instaurar o governo único mundial.

Forte Abraço,

Fontes:
https://geopolitics.co/2015/04/12/bank-f...tral-bank/
http://vaticproject.blogspot.pt/2010/04/...s-bis.html

“If I´m wrong about God them I wasted my life. If you´re wrong about God then you wasted your eternity.” – Lecrae

"Não são os políticos os que governam o mundo. Os lugares de poder, além de serem supranacionais, multinacionais, são invisíveis." – José Saramago
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