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O racismo ainda é declarado e sistêmico nos EUA.
11-01-2019, 11:55 PM
Resposta: #1
O racismo ainda é declarado e sistêmico nos EUA.
Por Julia Braun -VEJA

[Imagem: mundo-politica-black-lives-matter-201607...ze=680,453]

Manifestantes protestam em Nova York contra a brutalidade policial e apoiam o movimento 'Black Lives Matter' (Vidas negras importam) (Eduardo
Munoz/Reuters



O legado de Martin Luther King ainda permanece vivo para a maioria dos americanos. Porém, 50 anos após seu assassinato, suas palavras ainda são incômodas e mais relevantes do que nunca em um país – e mundo – que permanece extremamente dividido por questões raciais e sociais.

King condenava três grandes males americanos: o racismo, o militarismo e a exploração econômica. Sua receita para a mudança incluía uma “redistribuição radical do poder econômico e político” para promover a justiça racial e social.

Mas os Estados Unidos ainda estão longe de superar esses obstáculos. Após dois governos de Barack Obama, o primeiro presidente negro do país, a eleição de Donald Trump e a aplicação de suas políticas conservadoras, anti-imigração e de cunho militar representaram para muitos um retrocesso em muitas dessas questões.

“As estatísticas vêm nos mostrando como os afro-americanos ainda vivem em constante desigualdade quando se trata de saúde, segurança e educação, além de em desvantagem em oportunidades econômicas”, diz Alejandra Y. Castillo, CEO da YWCA USA, organização que luta contra o racismo e o machismo no país. “Mesmo 50 anos após a luta de Martin Luther King por direitos civis e econômicos, essa discussão ainda é de extrema importância não só para os negros, mas para todo o país. ”

Um estudo recente do Census Bureau americano mostra que a desvantagem em relação a oportunidades econômicas no país é tão grande, que mesmo meninos negros nascidos em famílias ricas e nos bairros americanos mais desenvolvidos ainda recebem salários mais baixos e tendem a ter condições socioeconômicas piores em sua vida adulta.

A discussão sobre o racismo no país ganhou força nos últimos anos em razão do crescimento de movimentos e protestos contra violência policial, encarceramento em massa da população negra e a constante descriminação institucional e estrutural do governo e sociedade americana.

“Houve um grande progresso na direção da igualdade racial nos Estados Unidos desde 1968”, afirma Esmeralda Simmons, diretora executiva do Centro para a Lei e Justiça Social, em Nova York. Porém, segundo a ativista, os direitos civis que foram tão dificilmente conquistados durante 300 anos de resistência e pelos movimentos das décadas de 50 e 60 foram reduzidos durante as últimas décadas.

A anulação em 2013 de parte do Ato de Direitos do Voto, aprovado em 1965 graças aos esforços de Luther King, tem prejudicado o acesso às urnas. A legislação estipulava que Estados com históricos de discriminação racial eram obrigados a submeter à aprovação federal qualquer mudança em suas regras eleitoral.

Em quase metade do país, estão em vigor novas leis que exigem a apresentação de documento com foto no dia da eleição, o que cria obstáculos para negros e pobres votarem. Os pleitos também não acontecem no domingo, como no Brasil, mas em dias de trabalho normal. Quem quiser votar, tem que conciliar a ida aos postos de votação com o emprego.

A realidade para as mulheres negras é ainda mais difícil, já que são desproporcionalmente afetadas tanto pelo racismo como pela desigualdade de gênero. Uma mulher afro-americana hoje, por exemplo, tem 3 ou vezes mais chances de morrer por complicações na gravidez ou no parto do que uma branca, segundo a YWCA USA.

Violência policial e encarceramento

O recente assassinato do jovem negro Stephon Clark – que foi baleado oito vezes pela polícia de Sacramento, Califórnia, enquanto estava no quintal da casa de sua avó – e o fracasso dos promotores estaduais e federais em condenar Baton Rouge, policial de Louisiana que em 2016 matou Alton Sterling mesmo após imobilizá-lo no chão, evidenciam a brutalidade policial nos bairros de comunidades negras.

O caso de Clark foi o mais recente de uma série de mortes de homens negros pela polícia, que provocaram protestos por todo os Estados Unidos e alimentaram um debate nacional sobre preconceitos no sistema de justiça e sobre a crença americana que conecta raça e criminalidade.

“Há essa ideia equivocada de que as comunidades negras são particularmente perigosas e que mais policiais são necessários nessas regiões. Quando há mais policiamento é inevitável haver mais prisões, mais conflitos”, diz Vincent Southerland, diretor executivo do Centro para Raça, Desigualdade e Lei da Universidade de Nova York.

Segundo a entidade Sentencing Project, que defende mudanças no sistema criminal americano, de forma geral, homens negros têm seis vezes mais chances de serem presos do que os brancos. Os afro-americanos são apenas 13% da população americana, porém de acordo com o Departamento de Justiça, representam 37% da população carcerária.

Histórico racista e de luta

[Imagem: imagens-do-dia-polica-black-lives-matter...;amp;w=300]

Sandra Sterling, tia de Alton Sterling, lamenta durante enterro em Lousiana- 15/07/2016 (Jonathan Bachman/Reuters)

Para muitos especialistas, os Estados Unidos nasceram racistas, devido ao seu passado escravagista.

“O racismo e escravidão eram aspectos centrais da cultura americana quando este país foi formado em 1776”, diz Esmeralda Simmons. “E continuam a desempenhar um papel importante em todas as esferas de nossa sociedade e da vida de nossos cidadãos. ”

“Quando as ideias racistas foram disseminadas para apoiar o sistema de desigualdade e escravidão, elas ganharam vida própria e cresceram a partir daí”, afirma o ativista Vincent Southerland.

A descriminação estrutural e apoiada pelas grandes instituições do país impulsiona o crescimento de movimentos racistas e de supremacia branca. O episódio registrado em Charlottesville, na Virgínia, em agosto do ano passado, quando manifestantes racistas e antirracistas se enfrentaram, deixando três mortos e dezenas de feridos, é consequência direta dessa disseminação.

Se Martin Luther King pudesse observar os Estados Unidos de hoje, com certeza reconheceria o progresso conquistado em matéria de direitos civis pelo país, como a legalização do casamento homossexual e a eleição de um presidente negro. Porém, estaria certo de que é preciso continuar pressionando e de que ainda há muito para avançar.

“Se King ainda estivesse vivo, veria que o caminho pela frente ainda é longo e tortuoso”, diz Alejandra Castillo, da YWCA USA. “O processo para erradicar e eliminar o racismo é contínuo, por isso devemos permanecer lutando.”

[Imagem: mapa-racismo-espa%C3%B1ol.jpg?w=755&ssl=1]

Mapa do racismo nos EUA segundo as buscas do Google. Do azul para o vermelho, as cores determinam o número de pesquisas à palavra niger em relação à média (promedio, em espanhol) (Fonte: Notas)


veja.abril.com.br/mundo/racismo-ainda-e-obstaculo-para-conquista-de-direitos-civis-nos-eua/

Pesquisa: http://www.geledes.org.br/os-lugares-mai...os-unidos/
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12-01-2019, 10:39 AM (Resposta editada pela última vez em: 12-01-2019 10:12 PM por Cimberley Cáspio.)
Resposta: #2
RE: O racismo ainda é declarado e sistêmico nos EUA.
Brasil: os estados brasileiros mais perigosos para jovens negros.

Por Mariana Desidério - EXAME

São Paulo – O Brasil é mais perigoso para os negros do que para os brancos. De acordo com estudo divulgado, jovens negros têm 2,5 mais chances de morrer assassinados do que os jovens brancos. O número já é assustador, mas fica ainda mais quando olhamos para os índices nos estados. Na Paraíba, primeiro do ranking, um jovem preto ou pardo tem 13,4 mais chances ser vítima de homicídio do que um branco. Lá, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes é de 8,6 para os brancos e de 115,4 para os negros. Para não haver distorções, a conta leva em consideração a quantidade de habitantes negros e brancos em cada estado.

Outros estados do Nordeste aparecem no topo da lista, como Pernambuco (11,57) e Alagoas (8,75). Na outra ponta está o Paraná, única unidade da federação em que os brancos morrem mais do que os negros (índice de 0,66). Um lugar em que as taxas de homicídios de negros e brancos fossem iguais teria um resultado igual a 1.

Os números fazem parte do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade Racial 2014, que foi à época, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Ministério da Justiça. O estudo usa dados de 2012 e considera pessoas de 12 a 29 anos. Além do chamado “risco relativo de homicídios entre negros e brancos”, o índice leva em consideração indicadores de mortalidade, frequência à escola, situação de emprego, pobreza e desigualdade. Com exceção do risco relativo, que é calculado com base nas taxas de homicídios de negros e brancos, todos os demais indicadores seguem uma escala de 0 a 1, sendo que quanto maior o valor, maior a vulnerabilidade.

Navegue pelas fotos abaixo para saber quais estados do país são mais perigosos para os jovens negros e conhecer a posição de cada unidade da federação nos demais indicadores.

Paraíba: jovem negro tem 13,4 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_joao-pessoa14.jpg?quality=...;amp;w=920]

(Divulgação / Cacio Murilo)

Unidade da Federação Paraíba
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 13,4
Indicador de mortalidade por homicídio 0,659
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,394
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,687
Indicador de pobreza 0,692
Indicador de desigualdade 0,196
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,517

Pernambuco - jovem negro tem 11,57 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_caruaru3.jpg?quality=70&am...;amp;w=920]

(Leo Caldas/EXAME.com)

Unidade da Federação Pernambuco
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 11,57
Indicador de mortalidade por homicídio 0,557
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,365
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,698
Indicador de pobreza 0,589
Indicador de desigualdade 0,367
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,506


Alagoas - jovem negro tem 8,75 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_maceio_02_christian_kneppe...;amp;w=920]

(Divulgação / Christian Knepper)

Unidade da Federação Alagoas
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 8,75
Indicador de mortalidade por homicídio 0,909
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,242
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,911
Indicador de pobreza 0,872
Indicador de desigualdade 0,186
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,608

Distrito Federal - jovem negro tem 6,53 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_brasilia28.jpg?quality=70&...;amp;w=920]

(Divulgação/Embratur)

Unidade da Federação Distrito Federal
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 6,53
Indicador de mortalidade por homicídio 0,466
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,017
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,097
Indicador de pobreza 0,242
Indicador de desigualdade 0,632
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,294

Espírito Santo - jovem negro tem 5,91 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_01247259_6b8h4a0c1d5.jpg?q...;amp;w=920]

(Valter Monteiro/VEJA)

Unidade da Federação Espírito Santo
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 5,91
Indicador de mortalidade por homicídio 0,632
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,66
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,437
Indicador de pobreza 0,334
Indicador de desigualdade 0,35
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,496

Sergipe - jovem negro tem 4,24 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_aracaju_andre_moreira_prai...;amp;w=920]

(Divulgação / André Moreira)

Unidade da Federação Sergipe
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 4,24
Indicador de mortalidade por homicídio 0,424
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,466
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,549
Indicador de pobreza 0,724
Indicador de desigualdade 0,186
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,46

Ceará - jovem negro tem 4,01 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_fortaleza13.jpg?quality=70...;amp;w=920]

(Wikimedia Commons)

Unidade da Federação Ceará
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 4,01
Indicador de mortalidade por homicídio 0,531
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,499
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,604
Indicador de pobreza 0,734
Indicador de desigualdade 0,183
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,502

Acre - jovem negro tem 3,82 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_ac3.jpg?quality=70&amp...;amp;w=920]

(Marcos Rosa/Veja)

Unidade da Federação Acre
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 3,82
Indicador de mortalidade por homicídio 0,203
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,076
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,64
Indicador de pobreza 0,791
Indicador de desigualdade 0,296
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,372

Amazonas - jovem negro tem 3,67 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_manaus35.jpg?quality=70&am...;amp;w=920]

(Embratur/Fotos Públicas)

Unidade da Federação Amazonas
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 3,67
Indicador de mortalidade por homicídio 0,375
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,154
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,542
Indicador de pobreza 0,648
Indicador de desigualdade 0,451
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,418

Pará - jovem negro tem 3,64 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_para23.jpg?quality=70&...;amp;w=920]

(Divulgação/Embratur)


(Divulgação/Embratur)
Unidade da Federação Pará
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 3,64
Indicador de mortalidade por homicídio 0,424
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,229
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,622
Indicador de pobreza 0,743
Indicador de desigualdade 0,537
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,493

Bahia - jovem negro tem 3,54 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_139113192.jpg?quality=70&a...;amp;w=920]

(Mario Tama/Getty Images)

Unidade da Federação Bahia
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 3,54
Indicador de mortalidade por homicídio 0,584
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,312
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,62
Indicador de pobreza 0,662
Indicador de desigualdade 0,26
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,478


Rio Grande do Norte - jovem negro tem 3,4 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_vista-aerea-da-praia-de-po...;amp;w=920]

(Camilla Veras Mota/Viagem e Turismo)

Unidade da Federação Rio Grande do Norte
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 3,4
Indicador de mortalidade por homicídio 0,405
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,123
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,642
Indicador de pobreza 0,663
Indicador de desigualdade 0,162
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,38


Roraima - jovem negro tem 3,29 mais chances de ser assassinado
[Imagem: size_960_16_9_boa_vista_tiago_orihuela3....;amp;w=920]

(Tiago Orihuela/ Prefeitura Boa Vista)

Unidade da Federação Roraima
Risco relativo de homicídios entre negros e brancos 3,29
Indicador de mortalidade por homicídio 0,256
Indicador de mortalidade por acidentes de trânsito 0,783
Indicador de frequência à escola e situação de emprego 0,631
Indicador de pobreza 0,586
Indicador de desigualdade 0,251
IVJ - Índice de Vulnerabilidade Juvenil (Violência e Desigualdade Racial) 0,497

Maranhão - jovem negro tem 2,8 mais chances de ser assassinado

Piauí - jovem negro tem 2,76 mais chances de ser assassinado

Amapá - jovem negro tem 2,63 mais chances de ser assassinado

Goiás - jovem negro tem 2,61 mais chances de ser assassinado

Mato Grosso do Sul - jovem negro tem 2,39 mais chances de ser assassinado

Rio de Janeiro - jovem negro tem 2,31 mais chances de ser assassinado

Minas Gerais - jovem negro tem 2,2 mais chances de ser assassinado

Mato Grosso - jovem negro tem 1,97 mais chance de ser assassinado

Rondônia - jovem negro tem 1,78 mais chance de ser assassinado

Tocantins - jovem negro tem 1,75 mais chance de ser assassinado

Rio Grande do Sul - jovem negro tem 1,67 mais chance de ser assassinado

São Paulo - jovem negro tem 1,49 mais chance de ser assassinado

Santa Catarina - jovem negro tem 1,42 mais chance de ser assassinado

Paraná - o único estado em que os jovem brancos morrem mais do que os negros

exame.abril.com.br/brasil/os-estados-brasileiros-mais-perigosos-para-jovens-negros/
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12-01-2019, 01:27 PM
Resposta: #3
RE: O racismo ainda é declarado e sistêmico nos EUA.
Acredito que estes dados sejam muito relativos.
Vamos pegar por exemple a quantidade de negros que vão para o crime nestes estados.

Talvez as chances deles irem para o crime nestes estados sejam exatamente nestas proporções apresentadas.

A consequência é a morte, sem dúvida.
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Cimberley Cáspio (12-01-2019)
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