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O Vindouro Governo Mundial
21-01-2014, 01:47 PM (Resposta editada pela última vez em: 21-01-2014 03:51 PM por Sann.)
Resposta: #1
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[Imagem: WG.jpg]

O Vindouro Governo Mundial

Por Adrian Salbuchi


As pessoas lúcidas e conscientes que observam o desdobrar dos acontecimentos mundiais durante a última década (ou desde 11 de setembro de 2001), com certeza já se perguntaram o que está acontecendo com o mundo em que vivemos. Vemos o aumento da violência, guerras, mentiras descaradas, operações de bandeira falsa, levantes sociais, pobreza, falências e morte de milhares de pessoas... O mundo tornou-se um lugar perigoso e lamentável de se viver, e piora a cada dia.

Isto tudo nos leva a fazer uma pergunta óbvia: Por quê? Por que tudo isto está acontecendo? Poderíamos atribuir a causa disto à natureza maligna do ser humano? Ou à sua insensatez e ignorância? Será que tudo é apenas uma série de equívocos e erros em questões cruciais?

Quase todos terão uma resposta pronta à esta indagação, caracterizada obviamente pelo seu ponto de vista filosófico particular. Os mais racionais dirão que a causa é a tomada de decisões errôneas que as pessoas normais fazem em um ambiente cada vez mais complexo. Os otimistas encolherão os ombros, subestimando a questão com a estranha declaração de que sempre houve guerras, perseguições, pobreza e corrupção... Os pessimistas, como sempre, irão se queixar de que estamos todos condenados, especialmente aqueles que proclamam: "Arrependam-se antes que o mundo acabe em 2012". Então, o que devemos pensar?

Primeiro, uma Palavra a Respeito de "Conspirações"

Se você não crê em nenhuma das explicações acima e sente que as calamidades atuais estão sendo deliberadamente planejadas (por um grupo de pessoas em algum lugar, que controla o curso dos eventos mundiais), tenha cuidado, pois corre o risco de ser rotulado como mais um paranóico, alucinado, um excêntrico que acredita em teorias conspiratórias.

Não se preocupe demais com isto, pois aqueles que classificam como "teoria conspiratória" toda tentativa de reunir um modelo alternativo de atuação real dos poderes globais, na verdade são: a) Pessoas alegremente ignorantes que crêem em um "mundo de acordo com a CNN e a FoxNews"; b) Míopes em relação aos processos geopolíticos cruciais de longo prazo; ou c) Enganadores deliberadamente propensos a proteger a Elite Global e que, por isso, reagem inquietamente toda vez que alguém lança luz sobre a questão. Neste artigo abordarei esta terceira opção.

Desmascarar as acusações de "teoria conspiratória" na realidade não é algo difícil de fazer, pois aquilo que é rotulado como tal, é apenas o comportamento humano normal. Ou será que deveríamos gritar "conspiração!" todas as vezes que duas ou três pessoas com interesses e metas em comum unirem-se a fim de coordenar e articular suas ações, unindo forças para promover esses objetivos mais facilmente e com um maior grau de precisão? Vemos isto acontecer em nossas comunidades, escolas e até em nossas próprias famílias. Este comportamento humano normal é tão onipresente que ninguém se preocupa em mencioná-lo. Até que você aponte para o fato de que os mais altos escalões do poder mundial também fazem exatamente o mesmo.

Toda vez que alguém diz que indivíduos e entidades extremamente poderosos também se envolvem de forma relativamente previsível em ações comuns, planejando e fazendo acordos a fim de alcançar metas comuns, aquela palavra que começa com "C" é usada veementemente para destruir essa linha de pensamento ou investigação de uma vez por todas.

Como você se atreve a dizer que banqueiros globais maquinam e manipulam o dinheiro e as finanças de modo a controlar as economias, mercados, governos e a mídia? Como você se atreve a insinuar que os ricos e poderosos criam organizações como o Conselho das Relações Internacionais (CFR) ou a Comissão Trilateral a fim de concretizar seus planos geopolíticos de apoiar os interesses de longo prazo da Elite Global empenhada em impôr um único Governo Mundial sobre toda a humanidade? Como você pode ser tão paranóico a ponto de sugerir que o dinheiro é usado para influenciar e colocar "pessoas de confiança" na Casa Branca, no Parlamento e no Governo Britânico, na Casa Rosada Argentina e nas mesas dos editores de todas as principais empresas de mídia?

Esta é a reação dominante que temos toda vez que falamos sobre os banqueiros, magnatas do petróleo, empreiteiros, políticos, jornalistas e suas respectivas corporações, organizações, bancos, lóbis, lojas maçônicas, forças armadas — todos os quais claramente têm interesses e objetivos em comum — unindo-se e usando suas vastas movimentações financeiras para exercer controle com punhos de ferro sobre a sociedade. Isto é tão óbvio que somente os ingênuos (ou os "analistas" descaradamente na folha de pagamento da Elite) chegam à conclusão oposta. O que é realmente ingenuidade é acreditar que George Soros nunca pega o telefone para discutir planos comuns com Henry Kissinger ou com Christine Lagarde (do FMI). Ou que David Rockefeller nunca sai para jantar com seus colegas Rothschild, Morgan e Warburg.

Não fique desconsertado quando alguém usar a palavra "conspiração" contra você. Todos aqueles que usam essa técnica para silenciar as pessoas lúcidas e atentas fazem isto porque sabem que nada é mais perigoso para eles do que... pessoas lúcidas e atentas!

Agora, vamos dar uma olhada e ver como o mundo realmente funciona, chamem isto de "conspiração", ou não.

O Governo Mundial

O sonho de erigir um Governo Mundial único e controlado por uma pequena minoria extremamente poderosa e ardilosa remonta a vários séculos. Suas raízes não se estendem apenas sob o cenário político, mas também nas esferas sociais, culturais e religiosas, frequentemente com nuances simbólicas e "ocultas".

Em nossos dias, o governo mundial tem sido descrito de variadas formas, como "Nova Ordem Mundial", "Um Mundo Unificado" e, mais recentemente "Globalização". Não importa como você o chame, o fato é que a soberania nacional (que é a capacidade do povo se organizar em torno dos Estados-nações, a fim de decidir seus próprios assuntos), de um conceito original nitidamente definido vem se esfacelando e dispersando de tal forma que, hoje em dia, ninguém sabe definir prontamente o significado de soberania.

Talvez isto fosse aceitável se a soberania nacional dos países fosse reduzida em prol da luta contra os problemas globais que afetam a humanidade como um todo (por um bem comum), no entanto, o aumento da fome, doenças, poluição e guerras nos mostra um cenário muito diferente. Por quê? O motivo é que, basicamente o Governo Mundial não se desenvolveu firmado em instituições públicas globais robustas que tenham (ou que deveriam ter) em primeiro plano o bem público de "Nós, o Povo", mas em vez disso, se desenvolveu com base em organizações privadas que têm o lucro e seus próprios interesses em primeiro plano. De fato, o Governo Mundial que está surgindo diante de nossos olhos possui uma característica-chave, que é raramente mencionada: ele é privado.

O Poder Privado

Vamos começar pelo básico: o que dirige o mundo nos dias de hoje não é a justiça, nem a busca pelo bem comum, nem as leis internacionais, os valores éticos ou a democracia. O que governa o mundo é o poder e hoje o poder tem sido ilegitimamente acumulado nas mãos de uma pequena minoria usurpadora. O que queremos dizer com "poder"?

Primeiro, poder é a capacidade concreta de planejar, promover, organizar e executar ações cujos resultados invariavelmente levarão a objetivos específicos e desejados a curto, médio e longo prazos. Poder é a capacidade e habilidade de fazer certas coisas acontecerem sem nenhuma resistência e, ao mesmo tempo, impedir que outras coisas venham a acontecer, independente de sua força. Se for necessário, usando até a guerra...

Esta definição abrange etapas políticas, econômicas, industriais, financeiras, comerciais, tecnológicas, culturais, psicológicas e (normalmente, em última instância) militares. O exercício do poder requer o uso coordenado e inteligente de todos os recursos disponíveis (sejam estes abundantes ou escassos, físicos ou virtuais) com a visão de alcançar objetivos e metas concretos.

Em segundo lugar, temos de diferenciar poder formal e poder real. O que a mídia nos mostra são os muitos chamativos resultados visíveis de ações executadas por estruturas do poder formal, isto é, os governos nacionais, mercados financeiros e mídia. Entretanto, as alavancas do poder real que fazem as coisas acontecerem são muitos menos visíveis. Eles planejam o que acontece no mundo, quando, onde e quem faz as coisas acontecerem. Simetrias entre o poder real e o poder formal ajudam a explicar como o sistema global funciona. Vamos recapitular:

O poder real está centrado em estruturas e organizações discretas e proativas que comandam processos concretos e efetivos nas esferas política, econômica e social de uma nação, região, classe econômica, instituições públicas ou privadas, ou uma combinação destas. Sua efetividade origina-se de sua continuidade no tempo, o que lhe permite aumentar e alavancar sua capacidade de dominação mundial. O poder real estrutura as forças motoras que, apesar de invisíveis, não obstante geram resultados altamente visíveis.

Já o poder formal está centrado em estruturas que são em sua maior parte executoras reativas das estratégias e decisões que emanam das estruturas de poder real. Estas incluem as estruturas eminentes, como grandes companhias multinacionais, bancos transnacionais, monopólios de multimídia, importantes universidades e altos escalões governamentais de todos os países (presidentes, membros do gabinete, congressistas, juízes). As estruturas de poder formal são as responsáveis pelos resultados visíveis enraizados em causas não tão visíveis que emanam das estruturas do poder real.

A conquista e o uso do poder tem muito em comum com o surfe: manter o equilíbrio em meio ao perigo, o risco de cair da prancha, o controle flexível de velocidade, da direção e do nível. Os bons surfistas sabem "cavalgar a onda", do mesmo modo que o filósofo italiano Julius Evola recomendava que aprendêssemos a "cavalgar o tigre"... Podemos imaginar que o poder tem um estilo felino de caçar e rapinar, o qual temos de adestrar.

Isto nos leva à necessidade de entender claramente o que é a fundamental e cruel "Lei do Poder": aqueles que têm o poder, o utilizam para promover e conduzir seus objetivos e interesses; aqueles que NÃO têm poder, precisam arcar com as consequências das ações daqueles que têm o poder de promover e conduzir seus objetivos e interesses.

Aqui temos as raízes da situação dramática que a maioria dos países sofre atualmente, pois o poder não está mais nas mãos de pessoas e organizações que trabalhem pelo bem comum da nação.

A Pirâmide

É útil abordar o poder a partir de um ponto de vista corporativo, ou empresarial. Afinal, as companhias modernas prosperaram e sobreviveram durante séculos, transformando-se na força-motriz da mudança contínua que "privatizou" o poder, transferindo as rédeas do controle das instituições políticas públicas para eminentes estruturas econômicas privadas e articuladas em três níveis hierárquicos verticais:

Os Acionistas, que são os verdadeiros proprietários e controladores de uma companhia, mesmo que raramente ou nunca estejam envolvidos com os processos operacionais e administrativos. Os acionistas concentram-se nas finanças e não na produção econômica.

Os Diretores, que representam os acionistas e supervisionam o correto, eficiente e apropriado funcionamento da empresa, de acordo com os interesses dos acionistas. A diretoria é responsável por garantir o crescimento máximo dos resultados (a rentabilidade atual e futura das ações da companhia) com redução de custos, tornando assim a corporação capitalista um agente intrinsecamente antissocial.

Os Gerentes, formados por funcionários bem-remunerados e responsáveis pela administração diária da empresa. Normalmente, eles são especialistas treinados e diligentes que agregam valor à empresa com seu talento, habilidades organizacionais e disciplina.

Nos dias atuais, a superestrutura de um genuíno Governo Mundial já existe, porém em sua maior parte, nós não o reconhecemos como tal, pois os paradigmas normalmente associados com o conceito de "governo" ainda não estão prontamente visíveis. Ao contrário, uma vez que o poder foi "privatizado", o Governo Mundial atual tem muito mais semelhanças com as estruturas de poder privado descritas acima. Ele se baseia nos fundamentos da "Globalização", onde o poder é privado e a "democracia" é o sistema politíco preferencial por meio do qual as estruturas de poder privado controlam o governo público, isto é, por meio do dinheiro.

Portanto, o poder público — o "governo" — em quase todos os países pode ocupar apenas o nível inferior das tomadas de decisões (presidente, primeiro-ministro, Congresso, Parlamento, etc). Os níveis médio e superior estão acima, ou fora do âmbito dos governos nacionais e seus países, de modo que "Nós, o Povo", não temos acesso ou controle sobre eles, embora atinjam profundamente a todos nós. Vamos olhar mais de perto como essa hierarquia de poder global atua na prática:

Decisões de Alto Nível (Isto É os "Donos" Deste Mundo) – A Abrangência Geopolítica

No mundo corporativo privado, as decisões de nível superior são tomadas pelos acionistas. No governo público mundial isso é feito pela Elite do Poder Global. Salvo os países maiores, como os EUA, Grã-Bretanha, Rússia, China e França, os governos nacionais têm pouco ou nenhum acesso às decisões de nível superior nas quais os "Mestres do Mundo" exercem o poder real. Isto tudo é coordenado e combinado em torno dos seguintes principais eixos que tratam com a geopolítica:

Centros de Estudos e Debates – Uma compacta, hierárquica, uniforme e muito poderosa rede global de centros de planejamento geoestratégico (os chamados "centros de estudos e debates"), dos quais os mais notáveis são o Conselho das Relações Internacionais (CFR), a Comissão Trilateral, o Fórum Econômico Mundial, o Projeto para um Novo Século Americano (PNAC), entre outros. O trabalho deles é planejar o desenvolvimento a longo prazo dos complexos processos políticos, econômicos, financeiros, tecnológicos, militares e culturais, integrando-os em modelos geopolíticos consistentes, sustentáveis e complexos, adaptados de forma a atingir a longo prazo o domínio nacional, regional e global.

Famílias Dinásticas e Financeiras que exercem imenso poder econômico, financeiro e social, possuidoras de fortunas há muitas gerações, ou até séculos. Exemplos: as famílias Rothschild, Rockefeller, Morgan, Mellon, Bin-Laden, Bush, Buffet, e outras.

Dinastias Reais e Linhagens da Nobreza que detêm imenso poder econômico, financeiro e social há séculos (isto é, as nobrezas reinantes da Grã-Bretanha, Holanda, Espanha e Bélgica, bem como as "nobrezas não coroadas" da França, Alemanha, Áustria, Itália e Portugal). Elas estão intimamente relacionados às suas correspondentes nas realezas islâmicas e às "nobrezas" e aristocracias financeiras dos EUA e do extremo oriente.

Organizações Religiosas – Estruturas políticas das principais vertentes religiosas, notavelmente o Vaticano, a Igreja Anglicana, igrejas luteranas e calvinistas, o Sinédrio Judaico, organizações evangélicas e pentecostais, muitas delas ferrenhamente pró-sionistas.

Estruturas Políticas Supranacionais – Maçonaria, Sionismo, Social Democracia Internacional, Democracia Cristã Internacional, várias ONGs e grupos de lóbi. Neste grupo encontram-se os mais altos escalões do poder global unidos no topo da pirâmide. Sem dúvida, tudo que há por trás da tradição "Illuminati" reside aqui: uma compacta Mesa Redonda de "Anciãos" representando o poder financeiro, as dinastias familiares, reis, rainhas e xeques, sacerdotes católicos, rabinos, pastores luteranos e anglicanos, além das linhagens sanguíneas a partir das quais o "Rei do Mundo" surgirá. Eles não delegam sua responsabilidade a ninguém.

Crime Organizado – Não é de surpreender que o crime organizado influencie as estruturas de poder e até mesmo seja criado por elas mesmas por meio de vários "acordos operacionais". Nesta categorias temos as várias Máfias, traficantes de armas, cartéis do narcotráfico, grupos de lavagem de dinheiro, além de seus respectivos gerentes financeiros. Não há limites claros entre um e outro, uma vez que os grupos do crime organizado parecem ter se infiltrado de forma bem-sucedida em organizações "legítimas", incluindo a CIA, MI6, Mossad, DEA, FBI, SEC, instituições financeiras, Bolsas de Valores, forças armadas e de segurança. A estrutura de poder da Nova Ordem Mundial contém pactos e acordos firmados com as principais organizações criminosas dispostas a respeitarem e seguirem diretrizes e regras de comprometimento informais.

Decisões de Nível Médio (Aqueles Que "Decidem") – Abrangência Estratégica

No mundo corporativo privado, este nível decisório está nas mãos dos diretores. No governo mundial, este nível é composto por um grupo de atores principais: grandes empresas multinacionais, instituições financeiras transnacionais, monopólios de mídia, as principais universidades e setores específicos em todos os governos, notavelmente nas áreas de política exterior, economia e defesa.

Estes dirigem e canalizam imensos recursos para financiar campanhas políticas que promovam partidos políticos e candidatos previamente sondados e aprovados, mantendo o equilíbrio e imagem confiáveis, de forma a garantir que o eleitorado sempre tenha a falsa impressão de que "o povo elege seus governantes". Vamos chamar isto de "jogo democrático".

As organizações que detêm o monopólio da mídia, por sua vez, executam a curto prazo intensas campanhas psicológicas (por exemplo, antes das eleições), enquanto que o sistema educacional executa a médio e longo prazos a pressão psicológica que garanta que toda a população acredite, aceite, adote e faça parte do "jogo democrático", sem questionar muito sobre isto.

Decisões de Nível Inferior ("Operadores" Cotidianos") – Abrangência Operacional

No mundo corporativo privado, este nível decisório está nas mãos dos gerentes. No governo mundial, este nível é composto pelas "autoridades", isto é, os governos, órgãos de imposição da lei (polícias), forças armadas e de segurança, entidades controladoras e supervisoras, e semelhantes. Isto inclui o "presidente" ou "primeiro-ministro" como chefe do Poder Executivo, os congressistas e parlamentares no Poder Legislativo e os juízes no Poder Judiciário do governo.

Portanto, o presidente ou primeiro-ministro de um país está limitado a meramente tomar decisões de nível administrativo de curto prazo durante seu breve mandato (geralmente de três a quatro anos, com o possível direito à reeleição; obviamente um tempo curto demais para consolidar a continuidade do poder). Podemos considerá-los como sendo os executivos-chefes de seus países, porém com suas "asas aparadas" e sendo constantemente desafiados por um grupo também controlado de candidatos da "oposição" pré-selecionados, examinados, sondados e aprovados pelos "diretores" e "acionistas" da Elite Global, que controla todo o jogo democrático, financiando as caríssimas campanhas eleitorais e as operações psicológicas (PsyOps) perpetradas pela mídia.

Dinâmicas

Outra causa principal da violência e do conflito nos dias de hoje é que os processos financeiros, econômicos e sociais têm dinâmicas muito diferentes entre si e seu próprio fator "tempo", os quais são:

Finanças (Mudanças em Alta Velocidade) – A tecnologia moderna permite que as finanças movam de forma instantânea, à medida que os operadores e atores em todo o mundo especulam, investem, vendem, migram de um mercado para outro, de uma moeda para outra, usando computadores, programas e redes de telecomunicações, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Dinâmica: O "tempo" no mundo das finanças corre na base dos segundos e minutos e o mercado financeiro tornou-se altamente automatizado. Esta imensa vantagem ajuda a explicar o motivo pelo qual as finanças reinam supremas sobre todos nós.

Economia (Mudanças de Velocidade Moderada) – Os processos econômicos acontecem em um ritmo muito mais lento, pois construir carros, aeronaves e televisores, fabricar biscoitos e roupas, prestar serviços, construir novas plantas industriais, treinar e recrutar funcionários requer planejamento, conhecimento e empenho.

Dinâmica: O "tempo" no mundo da economia corre na base de dias, meses e até anos. A economia real, portanto, opera em velocidade mais lenta que a das finanças virtuais, à qual está subordinada de forma anormal.

Sociais (Mudanças Lentas) – Os processos coletivos que governam as mudanças de paradigmas mentais, valores éticos, costumes sociais, hábitos e estilos, entre outros, ocorrem em ritmo mais lento ainda. Atualmente, estamos vivenciando uma "reengenharia" social e cultural inédita em escala mundial. Os dois principais instrumentos que dirigem as mudanças sociais são:

O Sistema Educacional – A educação nas áreas sociais, culturais, econômicas e políticas tornou-se distorcida, contaminada, desconstruída, desgastada, esvaziada de conteúdo e virada de cabeça para baixo, de toda maneira possível, a fim de acomodar-se e alinhar-se de forma a apoiar e promover o perfil mental desejado pelos planejadores da Elite Global.

Mídia – Além de distorcer nossa visão de mundo por meio da imprensa, a mídia também utiliza a indústria do entretenimento e a indústria de espetáculos para promover conteúdo imoral, destrutivo e muitas vezes pervertido, inspirada na antiga prática da idiotização coletiva, o método predominante nos dias finais do Império Romano: Panem et circensis. O "Pão e Circo" de outrora agora vem com "valor adicionado" possibilitado pela tecnologia atual.

Dinâmica: As mudanças sociais e culturais ocorrem de forma muito lenta. O "tempo", neste caso, pode levar décadas, gerações, até mesmo séculos.

A "Roda" do Poder Mundial

Nos dias atuais, a arquitetura de poder geopolítico tem o seguinte aspecto:
Principais Companhias Multinacionais Industriais – As 500 empresas da lista da revista Fortune nas áreas de indústria, serviços, varejo, petróleo, energia, mineração, pesquisa e desenvolvimento, defesa, aeroespacial, alimentos, agricultura, química, construção, distribuição, consultoria, etc.

Instituições Financeiras Privadas – Bancos inter e transnacionais, consultores financeiros, agências de avaliação de risco, Bolsas de Valores, administradoras de fundos, companhias de seguro e resseguro, fundos de pensão e de investimentos, etc.

Entidades Multilaterais Nacionais e Supranacionais – Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Banco de Compensações Internacionais, todos os bancos centrais nacionais, especialmente o Banco da Reserva Federal dos EUA e o Banco Central Europeu, as Nações Unidas, entre outras.

Universidades e Alta Academia – Nas áreas de ciências políticas, relações internacionais e governamentais, e economia (isto é, Harvard, MIT, Columbia, Princeton, Yale, John Hopkins, Chicago, Stanford, Georgetown, Oxford, Cambridge, Escola de Economia de Londres).

Monopólios de Multimídia – The New York Times, Washington Post, Newsweek, CNN-Time Warner, CBS, MSNBC, Fox, BBC, The Economist, Der Spiegel, Foreign Affairs, Reuters.

Governos – Principais políticas internas e externas, cargos econômicos, financeiros e monetários.

De modo a servir às metas e interesses da Nova Ordem Mundial, esta "Roda do Poder" precisa girar em uma direção específica, dirigida a partir de seu centro, o qual é controlado por uma discreta (apesar de não secreta) rede de centros de estudos e debates e centros de planejamento geopolítico, agindo de forma flexível, sequencial e consistente. Isto dá a cada um dos principais eixos de poder seu "libreto" específico, para que cada um atue no tempo certo e faça o que for necessário dentro de um plano muito maior que engloba o mundo décadas à frente.

Este é um esquema altamente hierarquizado, disciplinado e na forma de uma pirâmide e, ao observarmos seus operadores e atores nas partes mais baixas, eles se tornam cada vez mais numerosos e menos cientes do "quadro geral". Assim como na comunidade da Inteligência, cada agente opera de acordo com o que é necessário que ele saiba, sendo que apenas aqueles que estão no topo, ou próximo do ápice, conseguem ter uma visão geral do que acontece e como tudo se encaixa perfeitamente no longo prazo no plano-mestre. Para aqueles que apreciam os simbolismos, este é o significado do olho-que-tudo-vê estampado na nota de um dólar...

O Poder do Dinheiro

O poder baseado nas grandes riquezas é profundamente antidemocrático. Sempre fico surpreso ao ver o modo como os políticos, a mídia, os "intelectuais", acadêmicos e formadores de opinião enchem a boca para falar sobre "democracia", insistindo que ela seja imposta sobre todos, em todos os lugares e, no entanto, nunca ouvimos alguém falar sobre a urgente necessidade de democratizar as finanças e a economia. Existe um tabu em relação à esta idéia, mesmo quando é absolutamente claro para todos que as finanças e a economia são governadas por um rígido autoritarismo da variedade mais antidemocrática possível. Entretanto, nenhuma das pessoas que deveriam apontar este fato para a opinião pública mundial se atreve a fazê-lo.

Poderoso Señor es Don Dinero, escreveu o poeta espanhol Don Francisco de Quevedo y Villegas quatro séculos atrás. Certamente somos levados a meditar em como esse poderoso cavalheiro, o "Senhor Dinheiro", marcha mais forte do que nunca neste terrível século 21.

O governo mundial já está sobre nós. Durante muitas décadas ele funcionou como uma espécie de "governo das sombras", preparando-se para dar um salto maior e se tornar um formalizado e juridicamente vinculante Governo Mundial. Ele confronta o mundo com um sistema de pensamento onde "democracia" e capitalismo contêm seus próprios valores, o que significa que para fazer parte destes, temos de aceitar seus valores – mesmo valores transcendentais em questões como justiça, felicidade e semelhantes. Portanto, os cidadãos têm de entregar suas mentes ao sistema, o qual não é político, nem econômico, mas sim um sistema de percepção (consciência).

A democracia e o capitalismo são sistemas de percepção (consciência). As pessoas não se dão conta disto, mas suas mentes são determinadas por esses sistemas. Este é o motivo pelo qual democracia e capitalismo representam um regime totalitário. O totalitarismo significa o total controle da sociedade... nunca houve um regime totalitário tão forte como o que temos hoje. O totalitarismo dos sistemas democrático e capitalista é tão sofisticado que mesmo nossos próprios desejos são determinados pelo sistema. Desejamos aquilo que a sociedade quer que desejemos.

Isto não pode ser declarado de forma mais ruidosa possível. Se a verdadeira democracia é um governo criado pelo povo, para o povo, com o propósito de proteger e promover o bem comum, e o "jogo democrático" que somos forçados a jogar hoje é totalmente subserviente e subordinado a um poder não-democrático baseado na posse de riquezas, então chegamos à conclusão de que NÃO existe democracia em lugar nenhum.

Deixar de compreender isto é deixar de compreender como o sistema de poder global realmente funciona, o que por sua vez leva à incapacidade de se chegar a um diagnóstico correto que nos leve a entender o motivo pelo qual as coisas andam tão mal neste mundo. Se não chegarmos a um diagnóstico correto, jamais encontraremos a cura para esta doentia situação. É hora de abrirmos nossas mentes e olhos para esta questão!

Sobre o autor: Adrian Salbuchi é um analista político, escritor, conferencista e apresentador de um programa de rádio na Argentina. Ele já publicou diversos livros sobre geopolítica e economia em espanhol e, recentemente, publicou seu primeiro livro eletrônico em inglês: The Coming World Government: Tragedy & Hope?, que pode ser adquirido em seu site pessoal, em http://www.asalbuchi.com.ar. Salbuchi tem 58 anos de idade, é casado, pai de quatro filhos adultos e trabalha como consultor estratégico para empresas nacionais e internacionais. Ele também é o fundador do Projeto Segunda República na Argentina, que está se expandindo internacionalmente. (visite http://secondrepublicproject.com) via Espada.

Veja ainda: Os Mestres do Dinheiro — O Que Está Por Trás da Crise Global da Dívida?

Comentário:

O artigo é um pouco extenso, mas vale a pena a leitura para todos que realmente buscam compreender os acontecimentos atuais pertinentes a globalização e o vindouro governo único mundial, ou comumente mais conhecido como Nova ordem Mundial.

A questão para mim é: Como derrotar os globalistas? A humanidade está condenada? Não há nenhuma esperança de superar os ataques intermináveis ​​sobre a humanidade pelos globalistas? Devemos apenas deitar-se e tomar surras porque não há nada que possamos fazer? Há algo que possamos fazer?

Uma das possíveis soluções, além da espiritual é claro, seria Ganhar a batalha da Lógica!

Há uma clara guerra para o controle de nossas mentes. Os globalistas têm seduzido com sucesso a maior parte da humanidade a se tornarem pouco mais de ovelhas que acreditam nas mentiras apresentadas pela grande mídia. Em uma entrevista feita por Dave Hodges com Jim Marrs, foi lhe perguntado como poderíamos melhor combater o poder que os globalistas têm sobre as pessoas do Ocidente. Jim Marrs respondeu enfaticamente: "Desligue o televisor". Às vezes, a sabedoria vem em pacotes simples e Marrs tem o talento para fazer o complexo parecer simples.

Precisamos atacar o reduto globalista que eles usam para aprisionar a humanidade. Os globalistas não mantem o controle sobre nós, porque eles controlam os políticos. Eles não mantem o controle sobre nós, porque eles controlam a maior parte dos instrumentos de aplicação da lei. Os globalistas controlam-nos, porque eles controlam nossas mentes pela propaganda para nós até a morte em uma base diária através da mídia mainstream.

Qualquer princípio organizador da guerra afirma que se deve neutralizar a estrutura de comando e controle sobre o inimigo. É por isso que, sempre que se invade um país, tomam-se pela primeira vez seu radar e capacidade de comunicação. Esta é uma das abordagens que precisamos empregar em neutralizar o porão dos globalistas em nossas mentes. Para isso, só precisamos seguir o conselho de Marrs 'e desligar-se da TV (Mídia Mainstream) e assim, reduzir o principal instrumento de controle que os nossos inimigos desfrutam sobre nós, o controle sobre nossas mentes através da mídia corrompida e de propriedade dos mesmos globalistas.

Abaixo deixo o artigo na íntegra em PDF para Download.

Opinem e comentem sobre a matéria.

Grande abraço a todos! Smile


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"Em tempos de enganosidade universal, dizer a verdade é um ato de restauração"

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21-01-2014, 10:35 PM
Resposta: #2
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O artigo é um pouco extenso galera, mas vale a pena ser lido ou baixado para leitura posterior... comentem! Abraço a todos! Smile

"Em tempos de enganosidade universal, dizer a verdade é um ato de restauração"

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OfimDoComeço (14-11-2017)
21-01-2014, 11:07 PM
Resposta: #3
RE: O Vindouro Governo Mundial
Caro @Sann , li metade do tópico e digo o que achei:
FANTÁSTICO !!!!!

Para aqueles que estão despertos, ler esse tópico é como ler um jornal com notícias atualizadas sobre o que discutimos aqui todos os dias. Amanhã vou ler o restante.

Muito obrigado pelo tópico.

Abraço.

Denis.
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Exclamation RE: O Vindouro Governo Mundial
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Nos EUA, vemos atualmente milhões sofrendo com o desemprego e o impacto da retomada em massa dos imóveis por atraso no pagamento das prestações de suas hipotecas; na Grécia, Espanha, Portugal, Irlanda e Itália, medidas severas de austeridade foram impostas sobre toda a população; tudo isto está acoplado com grandes colapsos bancários na Islândia, na Grã-Bretanha, nos EUA e socorros financeiros indecentes para os banqueiros "grandes demais para quebrar" (o que é uma novilíngua para dizer "poderosos demais para quebrar").

Sem dúvida, a maior parte da responsabilidade por esse fiasco está sobre os ombros das autoridades dos governos desses países, que estão subordinadas aos interesses e objetivos do Poder do Dinheiro. Em um país após o outro, isto ocorre junto com a corrupção intrínseca, que é particularmente evidente hoje na Grã-Bretanha, na Itália e nos EUA.

À medida que avaliarmos neste artigo alguns dos componentes-chaves das Finanças Globais e dos Modelos Monetário e Bancário, os leitores terão, espero, uma melhor compreensão sobre os fundamentos de um esquema que é fraudulento e falho.

Ocultando-se atrás da máscara de falsas "leis" que alegadamente governam os mercados e economias globalizados, esse Modelo Financeiro permitiu que um grupo pequeno amealhasse um imenso e massacrante poder sobre os mercados, grandes empresas, indústrias, governos e a mídia global. As consequências irresponsáveis e criminosas das ações deles estão agora claras para todos verem.

O modelo que descreveremos em seguida está dentro da estrutura de um Sistema de Poder Global muito mais vasto, que é extremamente injusto e que foi concebido e projetado nos altos escalões dos centros de planejamento geopolíticos e geoeconômicos [1] que funcionam para promoverem a agenda da Elite do Poder Global à medida que essa elite prepara sua Nova Ordem Mundial — novamente, outra novilíngua para dizer "Vindouro Governo Mundial". [2].

Especificamente, estamos falando sobre os mais importantes centros de estudos e debates, como o Conselho das Relações Internacionais (http://www.CFR.org), a Comissão Trilateral (http://www.Trilateral.org), o Grupo Bilderberg, e outras entidades similares, como o Instituto Cato (questões monetárias), American Enterprise Institute (http://www.AEI.org) e o Projeto para um Novo Século Americano (http://www.NewAmericanCentury.org) que se conformam a uma intrincada, sólida, rígida e muito poderosa rede, planejando e gerenciando os interesses e objetivos da N. O. M.

Escrevendo a partir da perspectiva de um cidadão argentino, admito que tenho algumas vantagens sobre os cidadãos dos países industrializados, como os EUA, Grã-Bretanha, União Europeia, Japão ou Austrália, pois nas últimas décadas tivemos aqui neste país uma experiência direta de sucessivas crises de catástrofes nacionais decorrentes da inflação, hiperinflação, colapso bancário sistêmico, adoção de novas moedas, mega-substituições dos títulos da dívida soberana, golpes militares e guerras perdidas...

Finanças Versus Economia

O Sistema Financeiro (isto é, um mundo parasitário, simbólico, basicamente irreal e virtual) funciona cada vez mais em uma direção que é contrária aos interesses da Economia Real (isto é, o mundo real e concreto do trabalho, produção, fabricação, criatividade, esforços e sacrifícios feitos pelas pessoas reais). Ao longo das últimas décadas, as Finanças e a Economia seguiram seus caminhos totalmente separados e antagônicos, e não mais funcionam em um relacionamento saudável e equilibrado que priorize o bem comum de "Nós, o Povo". Este imenso conflito entre as duas pode ser visto, entre outros lugares, no Sistema Econômico e Financeiro Atual, cujo principal suporte está no Paradigma da Dívida, isto é, que nada pode ser feito sem que primeiro você obtenha crédito, financiamento e empréstimos para fazer aquilo que quer fazer. Assim, a Economia Real se torna dependente e é distorcida pelos objetivos, interesses e flutuações das Finanças Virtuais. [3].

Um Sistema Baseado em Dívidas

A Economia Real deveria ser financiada com fundos genuínos; entretanto, com o tempo, a Elite Bancária Global conseguiu fazer com que uma nação soberana após a outra abrisse mão de sua função inalienável de fornecer a quantidade correta de Moeda Nacional como instrumento financeiro principal para financiar a Economia Real. Isto requer ação firme por meio de políticas centradas em promover o bem comum de "Nós, o Povo" em cada país, para garantir o interesse nacional contra os perigos representados pelos adversários internos e externos.

Assim, podemos melhor compreender por que a "lei" financeira que requer bancos centrais sempre totalmente "independentes" do governo e do Estado tem se tornado um verdadeiro dogma. Isto é apenas outro modo de garantir que os bancos centrais estejam sempre subordinados aos interesses dos grandes bancos privados — tanto localmente em cada país, como também globalmente.

Vemos que isto prevalece em todos os países: Argentina, Brasil, Japão, México, a União Europeia e em todo outro país que adote a assim chamada prática financeira "ocidental". Talvez os EUA sejam o melhor (ou, pior) exemplo disso, pois o Sistema da Reserva Federal é uma instituição privada e cerca de 97% de suas ações pertencem aos próprios bancos-membros (admitidamente, eles têm um esquema de participação acionária muito especial), embora os banqueiros que administram o Fed façam todo o possível para dar a impressão que o banco é uma entidade "pública" operada pelo governo, algo que definitivamente ele não é.

Um dos objetivos permanentes do Bancos Globais é manter total controle sobre os bancos centrais de cada país, de modo a poder controlar suas moedas nacionais. [4]. Isto, por sua vez, permite que eles imponham uma condição fundamental (para eles) por meio da qual nunca haja a quantidade certa de moeda pública para satisfazer a verdadeira demanda e necessidades da Economia Real. É aqui que esses mesmos bancos privados que controlam o Banco Central entram em cena para "satisfazer a demanda por dinheiro" da Economia Real, gerando artificialmente dinheiro dos bancos privados a partir do nada. Eles chamam isto de "créditos e empréstimos" e se oferecerm para fornecê-los para a Economia Real, mas com um "valor adicionado" (para eles): a) a cobrança de juros, frequentemente em nível de usura e; b) eles criam a maior parte desse dinheiro a partir do nada, por meio do sistema fracionário de empréstimos.

No nível geoeconômico, isto também tem servido para gerar imensas e desnecessárias dívidas públicas soberanas em todos os países do mundo. A Argentina é um bom exemplo, pois as autoridades de seu governo são sistematicamente ignorantes e estão indispostas a usarem um dos poderes fundamentais de um Estado soberano: a altamente poderosa emissão de Dinheiro Público sem a incidência de juros (uma definição mais detalhada é dada a seguir). Em vez disso, a Argentina tem permitido que as assim chamadas "receitas" do FMI (Fundo Monetário Internacional), que refletem os próprios interesses do cartel bancário global, sejam impostas sobre o país em questões fundamentais, como as funções apropriadas de seu Banco Central, dívida soberana, política fiscal e outros mecanismos financeiros, bancários e monetários, que são assim sistematicamente usados contra o bem comum do povo argentino e contra os interesses nacionais.

Este sistema e seus resultados pavorosos, agora e no passado, são tão similares em tantos outros países — Brasil, México, Grécia, Irlanda, Islândia, Grã-Bretanha, Portugal, Espanha, Itália, Indonesia, Hungria, Rússia, Ucrânia... que somente podem refletir um plano muito bem elaborado, produzido nos mais altos escalões de planejamento da Elite do Poder Global.

Empréstimos Bancários Fracionários

Este conceito está em uso em todos os mercados financeiros mundiais e permite que os bancos privados criem dinheiro "virtual" a partir do nada (isto é, anotações em seus livros contábeis e registros eletrônicos em contas correntes e de poupança, e um vasto conjunto de linhas de crédito), em uma relação que é 8, 10, 30, 50 vezes, ou mais, maiores do que a quantia real de dinheiro (isto é dinheiro público) mantido pelos bancos em seus cofres. Como remuneração por emprestarem esse "dinheiro" privado, criado a partir do nada, os banqueiros cobram juros, exigem garantias com valor intrínseco e, se o devedor se tornar inadimplente, pode perder suas propriedades e outros ativos reais.

A relação que existe entre a quantidade de dólares, ou pesos, em seus cofres e a quantidade de crédito que os bancos privados geram é determinada pela autoridade bancária central, que fixa o nível de alavancagem fracionária para os empréstimos. Portanto, controlar o Banco Central é estrategicamente vital para os cartéis bancários privados. Esse nível de alavancagem é uma reserva estatística baseada em cálculos atuariais da porção das contas que os correntistas, em tempos normais, vão aos bancos e terminais de caixa automáticos para retirar dinheiro em notas (isto é, notas do dinheiro público). O fator-chave aqui é que isto funciona bem em tempos "normais"; entretanto, "normal" é basicamente um conceito psicológico coletivo intimamente vinculado com aquilo que os correntistas e a população em geral, julgam com relação ao sistema financeiro em geral e a cada banco em particular.

Portanto, quando por alguma razão qualquer, os tempos "anormais" aparecem — isto é, toda vez que existem crises periódicas (sutilmente previsíveis), corridas bancárias, colapsos e pânicos, que parecem explodir subitamente, como aconteceu na Argentina em 2001, e como está acontecendo agora nos EUA, Grã-Bretanha, Irlanda, Grécia, Islândia, Espanha, Itália e um número crescente de países — vemos todos os correntistas correrem até seus bancos para tentarem sacar dinheiro em notas. Neste momento, eles descobrem que não existe dinheiro suficiente em notas para sacar, exceto para uma pequena fração dos correntistas (normalmente aqueles que têm informações privilegiadas, ou os "amigos dos banqueiros").

Para o restantes dos mortais, "não sobrou mais dinheiro", o que significa que eles precisarão recorrer a qualquer esquema de seguro público que possa ou não existir (por exemplo, nos EUA, existe um seguro gerido pela Federal Deposit Insurance Corporation, que garante até 250 mil dólares para cada correntista, com dinheiro dos impostos). Entretanto, em países como a Argentina, não existe opção alguma, exceto sair às ruas e bater tampas e panelas diante daquelas ominosas, sólidas e firmemente fechadas portas de bronze dos bancos. Tudo graças ao fraudulento sistema de empréstimos bancários fracionários.

Os Bancos de Investimento

Nos EUA, os assim chamados "bancos comerciais" são aqueles que têm grandes carteiras de poupança e contas correntes para pessoas e empresas (isto é, nomes bem-conhecidos, como CitiBank, Bank of America, JPMorganChase, etc; na Argentina existem o Standard Bank, BBVA, Galícia, HSBC e outros). Os bancos comerciais operam com níveis de alavancagem fracionária para empréstimos que lhes permitem emprestar dinheiro virtual em quantias de 6, 8, ou 10 vezes mais do que o dinheiro existente em seus cofres; esses bancos são normalmente supervisionados mais de perto pelas autoridades monetárias de cada país.

Entretanto, uma diferente história ocorre nos EUA (e também em outros países) com os assim chamados "Bancos de Investimento" globais (aqueles que fazem os vultuosos empréstimos para as grandes empresas, grandes clientes e nações soberanas); sobre os quais há muito menos controle, de forma que suas relações de alavancagem para empréstimos fracionários são muitíssimo maiores. Essa maior flexibilidade é que permitiu que os bancos de investimento nos EUA façam empréstimos e, por exemplo, criem do nada 26 dólares "virtuais" para cada dólar em dinheiro que tenham em seus cofres (caso do Goldman Sachs), ou 30 dólares virtuais (Morgan Stanley), ou mais de 60 dólares virtuais (Merrill Lynch imediatamente antes de quebrar, em 15 de setembro de 2008), ou mais de 100 dólares virtuais nos casos dos bancos Bear Stearns e Lehman Brother, que também entraram em colapso. [5].

Dinheiro Privado Versus Dinheiro Público

Neste ponto em nossa análise, é essencial distinguir muito claramente entre dois tipos de dinheiro, ou moeda:

Dinheiro Privado — É o Dinheiro "Virtual" criado a partir do nada pelo sistema bancário privado. Ele gera juros nos empréstimos, o que aumenta a quantidade do dinheiro privado em circulação (eletrônica) e se propaga e expande por toda a economia. Em seguida, vemos o resultado disso na forma de inflação. O fato real é que a causa principal de inflação na economia é estrutural para o sistema bancário de empréstimos fracionários e geradores de juros, mesmo entre os países industrializados. A causa da inflação hoje em dia não é tanto a emissão excessiva de Dinheiro Público pelo governo, como todos os assim chamados especialistas em bancos querem nos fazer acreditar, mas o efeito combinado do empréstimo fracionário e juros sobre o dinheiro dos bancos privados.

Dinheiro Público — Este é o único Dinheiro Real que existe. São as notas reais emitidas pela entidade monetária nacional que detém um monopólio (isto é, o Banco Central ou alguma outra agência do governo) e, como Dinheiro Público, não gera juros, e não deve ser criado por ninguém mais, exceto o Estado. Qualquer outro que faça isso é um falsificador e deve ser colocado na cadeia, pois falsificar o Dinheiro Público é equivalente a roubar a Economia Real (isto é, "Nós, o Povo") de seu trabalho, esforços e capacidade produtiva sem contribuir em nada em termos de trabalho socialmente produtivo. O mesmo deve se aplicar aos banqueiros privados sob o presente sistema de empréstimos fracionários: falsificar dinheiro (isto é, criá-lo a partir do nada como anotações em um livro contábil, ou dados eletrônicos na memória de um computador) é equivalente a roubar a Economia Real de seu trabalho e capacidade produtiva sem contribuir em nada em termos de trabalho.

Por Que Temos as Crises Financeiras?

Um conceito fundamental que está no cerne do presente Modelo Financeiro pode ser encontrado no modo como imensos lucros parasitas por um lado e perdas sistêmicas catastróficas do outro, são efetivamente transferidos para setores específicos da economia, por todo o sistema, além das fronteiras e fora do controle público.

Como em todos os modelos, aquele que temos hoje possui sua própria lógica interna que, uma vez corretamente compreendida, torna esse modelo previsível. As pessoas que projetaram o modelo sabem muito bem que ele é governado por grandes ciclos que têm estágios específicos de expansão e contração, e cronogramas específicos. Assim, eles podem garantir que em tempos de mercados em expansão e lucros gigantescos (isto é, enquanto o sistema cresce, é relativamente estável e gera toneladas de dinheiro a partir do nada), todos os lucros são privatizados, fazendo-os fluir para instituições específicas, setores econômicos, acionistas, especuladores, bônus para executivos e alta gerência, para os corretores, "investidores", etc. que operam a máquina e mantêm todo o sistema corretamente ajustado e operacional.

Entretanto, eles também sabem que — como todos os carrinhos em uma montanha russa — quando você atinge o topo, o sistema inicia uma tendência de queda que desestabiliza, sai fora do controle, se contrai e entra irremediavelmente em colapso, como aconteceu na Argentina em 2001 e em grande parte do mundo desde 2008. Neste momento, todas as perdas são socializadas, fazendo os governos absorvê-las por meio de variados mecanismos de transferência que lançam essas perdas imensas sobre a população em geral (seja na forma de inflação generalizada, hiperinflação catastrófica, colapsos bancários, socorros financeiros, aumento dos impostos, calotes nas dívidas, estatizações forçadas, medidas extremas de austeridade, etc.).

O Esquema de Pirâmide de Ponzi Global de Quatro Lados

Como sabemos, todas as boas pirâmides têm quatro lados e, como o Sistema Financeiro Global está baseado em um esquema de pirâmide de Ponzi, não há razão por que essa pirâmide em particular não tenha também quatro lados.

A seguir está um resumo do Esquema de Pirâmide de Ponzi Global de Quatro Lados, que está no centro do Modelo Financeiro atual, indicando como esses quatro lados funcionam em uma maneira sequencial, consistente e coordenada:

Lado 1 — Criar a Insuficiência do Dinheiro Público. Isto é alcançado, como explicamos anteriormente, controlando-se a entidade Nacional Pública que emite o dinheiro público. O objetivo é desmonetizar a Economia Real para que ela seja forçada a buscar "financiamento alternativo" para suas necessidades (isto é, para que ela não tenha alternativa, senão a de recorrer aos empréstimos dos bancos privados).

Lado 2 — Impor os Empréstimos Fracionários dos Bancos Privados. Isto, como mencionado anteriormente, é dinheiro virtual privado, criado a partir do nada e sobre o qual os banqueiros cobram juros — frequentemente no nível de usura — gerando assim enormes lucros para os "investidores", credores e todos os tipos de entidades e indivíduos que operam como parasitas e que vivem à custa do trabalho dos outros. Isto nunca aconteceria se cada Banco Central gerasse flexivelmente a quantidade correta de Dinheiro Público adequada para satisfazer às necessidades da Economia Real em cada país e região.

Lado 3 — Promover um Sistema Econômico Baseado no Endividamento. Na verdade, todo o modelo da pirâmide está baseado em ser capaz de promover esse paradigma generalizado que declara falsamente que o que realmente "movimenta" a economia privada e a pública não é tanto o trabalho, a criatividade, o suor e os esforços dos trabalhadores, mas, ao contrário, os "investidores privados", "os empréstimos bancários" e o "crédito" — isto é, o endividamento. Com o tempo, esse paradigma substituiu o conceito infinitamente mais sábio, mais sólido e mais equilibrado dos lucros empresariais serem reinvestidos e as genuínas poupanças pessoais serem o fundamento para a prosperidade e segurança futuras — o conceito que o velho Henry Ford usou para fazer sua companhia ser bem-sucedida e prosperar.

Hoje, entretanto, o endividamento reina supremo e esse paradigma ficou entrincheirado e incorporado na mentalidade das pessoas, graças à grande mídia e aos jornais e publicações especializados, combinados com os Departamentos de Economia das universidades de primeira linha, que conseguiram impor esse pensamento politicamente correto com relação às questões financeiras, especialmente aquelas relacionadas com a natureza e a função apropriada do Dinheiro Público.

O fato é que esse modelo gera empréstimos desnecessários para que os credores bancários possam obter imensos lucros, e inclui a promoção do consumismo descontrolado, sem planejamento e até patológico, o que também anda de mãos dadas com o abandono cada vez maior do valor tradicional de "poupar para os dias maus".

Essas dívidas têm objetivos políticos e estratégicos, e não meramente financeiros; elas normalmente recebem uma fina camada de "legalidade" para que possam ser impostas pelos credores sobre os devedores (isto é, no caso de O Mercador de Veneza, o contrato dava ao agiota Shylock o direito legal a uma libra (453 gramas) de carne de Antônio; no caso dos países cronicamente endividados, como a Argentina, essa "legalidade" é alcançada por meio de um complexo mecanismo de lavagem da dívida pública [6] realizado pelas autoridades dos sucessivos governos formalmente "democráticos" até o dia de hoje.).

Lado 4 — Privatização dos Lucros e Socialização dos Prejuízos. Finalmente, e sabendo muito bem que no longo prazo, os números do ciclo inteiro deste modelo nunca fecham, e que todo o sistema inevitavelmente entra em colapso, o modelo impõe uma altamente complexa e frequentemente sutil engenharia financeira, jurídica e de mídia que permite privatizar os lucros e socializar os prejuízos. Na Argentina, esse ciclo tornou-se cada vez mais visível para aqueles que querem ver, pois o Ciclo da Pirâmide de Ponzi no país dura uma média de 15 a 17 anos; a Argentina teve sucessivos colapsos envolvendo depreciações brutais da moeda (1975), hiperinflação (1989) e colapso bancário sistêmico (2001). No mundo industrializado, porém, esse ciclo foi feito para durar quase 80 anos (isto é, três gerações, indo de 1929 até 2008).


Conclusões

A causa fundamental do colapso financeiro global que está em curso e que cria imensas distorções na Economia Real — e os consequentes problemas sociais, sofrimento e violência é clara: As Finanças Virtuais usurparam um pedestal de supremacia sobre a Economia Real, que não lhes pertence legitimamente. As finanças precisam sempre estar subordinadas e colocadas ao serviço da Economia Real, exatamente como a economia precisa seguir a lei e a necessidade social do Modelo Político executado por um Estado-nação soberano. Quando fazemos a engenharia reversa de todo este sistema, compreendemos por que é necessário para a Elite Global do Poder erodir a soberania das nações e eventualmente eliminá-la por completo, de modo a alcançar seus objetivos monetários, financeiros e políticos.

Na verdade, se olharmos as questões em sua perspectiva correta, veremos que a maioria das economias nacionais está praticamente intacta, apesar de terem sido terrivelmente afetadas pelo colapso financeiro. São as finanças que estão no meio de um gigantesco colapso global, à medida que esse Modelo Financeiro de Pirâmide de Ponzi cresceu e se transformou em um tipo de tumor canceroso maligno, que agora entrou em metástase e ameaça matar toda a economia e o corpo político e social, em cada país do mundo, incluindo os países industrializados.

Esta comparação do sistema financeiro atual com um tumor maligno é mais do que uma simples metáfora. Se olharmos os números, veremos imediatamente sinais dessa metástase financeira. Por exemplo, em sua edição de 22 de setembro de 2008, o jornal The New York Times explicou que o principal gatilho do colapso financeiro que tinha explodido na semana anterior, em 15 de setembro, foi, como todos sabemos, a má administração e a falta de supervisão sobre o mercado de derivativos. O jornal explicou que vinte anos antes, em 1988, o mercado de derivativos não existia; em 2002, porém, os derivativos tinham crescido e se tornado um mercado global de 102 trilhões de dólares (isto é cerca de 150% o Produto Interno Bruto de todos os países do mundo, incluindo os EUA, UE, Japão e os BRICs). Por volta de setembro de 2008, os derivativos tinham inflado ainda mais e se transformado em um mercado de 531 trilhões de dólares — isto é mais do que oito vezes o PIB do planeta inteiro!! Isto é "metástase financeira" no pior sentido da expressão! Desde então, alguns estimam que esse mercado global de derivativos possa estar na faixa de um quatrilhão de dólares...

Naturalmente, quando esse colapso começou, os governantes nos EUA, União Europeia e em todo os países, começaram a entrar em ação e implementaram a "Operação Socorro Financeiro" de todos os grandes bancos, companhias seguradoras, Bolsas de Valores, mercados especulativos e seus respectivos operadores, controladores e "amigos". Assim, trilhões e trilhões de dólares, euros e libras foram dados ao Goldman Sachs, Citicorp, Morgan Stanley, AIG, HSBC e outras instituições financeiras "grandes demais para quebrar", que é uma novilíngua para "poderosos demais para quebrar", pois controlam os políticos, partidos políticos e governos com seus punhos de aço.

Tudo isto foi pago com o dinheiro dos contribuintes ou, pior ainda, com emissão irresponsável e descontrolada de notas bancárias do Dinheiro Público e títulos do Tesouro, especialmente pelo Banco da Reserva Federal, o que, na prática, tecnicamente hiperinflacionou o dólar americano. Essa emissão irresponsável de dinheiro foi chamada de "Flexibilização Quantitativa", mas isto é novilíngua para hiperinflação.

Entretanto, até aqui, como no proverbial conto A Roupa Nova do Imperador, ninguém se atreve a declarar isto publicamente. Pelo menos não até que algum evento "não controlado" dispare ou desmascare o que agora deve ser óbvio para todos: O Imperador Dólar está totalmente nu. [7]. Quando isto acontecer, veremos então sangrentas guerras civis e sociais em todo o mundo, e não apenas na Grécia e na Argentina.

Entretanto, nesse momento, como sempre acontece, os círculos de poderosos "banquêsteres" e seus bem-remunerados operadores financeiros e analistas da mídia estarão assistindo a todo o espetáculo medonho, empoleirados com toda a segurança e conforto em seus escritórios, nos andares mais altos dos arranha-céus em Nova York, Londres, Frankfurt, Buenos Aires e São Paulo...

Notas de Rodapé

1. O conceito de "Geoeconomia" foi criado pelo Conselho das Relações Internacionais, um centro de estudos e debates sediado em Nova York, por um grupo de estudos que honrava Maurice Greenberg, o financista que foi durante décadas presidente-executivo da seguradora AIG (American International Group), que entrou em colapso em 2008 e que tinha fortes laços de conflito de interesses com a grande seguradora e resseguradora Marsh Group, cujo presidente-executivo era seu filho Jeffrey. Tanto pai e filho foram indiciados por fraude pelo então promotor-geral de Nova York, Elliot Spitzer. Mais tarde, Spitzer pagou um alto preço por isso, pois quando se tornou governador de Nova York, alguém "descobriu" suas escapadas sexuais, que foram rapidamente transformadas em um grande escândalo pelo jornal The New York Times...

2. Descrevemos a estrutura básica, modelo e objetivos da Elite Global do Poder em nosso livro eletrônico The Coming World Government: Tragedy & Hope?, que pode ser adquirido em http://www.asalbuchi.com.ar.

3. Para maiores informações, veja o Terceiro Pilar do Projeto Segunda República, "Rejeitar a Economia Baseada no Endividamento", em http://www.secondrepublicproject.com.

4. Algumas notáveis exceções: Hoje: Líbia, Irã, Síria, China; no passado: a Argentina nos tempos de Perón, a Alemanha e a Itália nos anos 1930s e 1940s... Estamos vendo um padrão aqui?

5. Veja The New York Times, 22 de setembro de 2008.

6. Veja o trabalho que compara os mecanismos de lavagem da dívida com os mecanismos de lavagem de dinheiro, dentro do Pilar 3, "Rejeitar a Economia Baseada no Endividamento", do Projeto Segunda República, em http://www.secondrepublicproject.com.

7. Isto é melhor descrito no livro deste autor, The Coming World Government: Tragedy & Hope?, no capítulo "Death & Resurrection of the US Dollar". Detalhes em http://www.asalbuchi.com.ar.

Sobre o autor: Adrian Salbuchi é um analista político, escritor, conferencista e apresentador de um programa de rádio na Argentina. Ele já publicou diversos livros sobre geopolítica e economia em espanhol e, recentemente, publicou seu primeiro livro eletrônico em inglês: The Coming World Government: Tragedy & Hope?, que pode ser adquirido em seu site pessoal, em http://www.asalbuchi.com.ar. Salbuchi tem 58 anos de idade, é casado, pai de quatro filhos adultos e trabalha como consultor estratégico para empresas nacionais e internacionais. Ele também é o fundador do Projeto Segunda República na Argentina, que está se expandindo internacionalmente. (visite http://secondrepublicproject.com). Via Espada.

Transcrição do artigo: Os Mestres do Dinheiro — O Que Está Por Trás da Crise Global da Dívida?

"Em tempos de enganosidade universal, dizer a verdade é um ato de restauração"

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Chronoplast (06-02-2014), Denis (08-02-2014), Guinaldo (06-02-2014), Jaspion (22-01-2014), naste.de.lumina (22-01-2014)
Shoyu e Missô Orgânicos Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
06-02-2014, 10:37 AM
Resposta: #5
Thumbs Up RE: O Vindouro Governo Mundial
Dando um Up para destaque aos novos membros e visitantes!

Grande abraço a todos!Smile

"Em tempos de enganosidade universal, dizer a verdade é um ato de restauração"

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Chronoplast (06-02-2014), Denis (08-02-2014)
06-02-2014, 08:56 PM
Resposta: #6
RE: O Vindouro Governo Mundial
Mais um up para destacar este tópico. Extenso, mas uma leitura boa para se compreender o que está acontecendo atualmente e o que podemos esperar deste 2014, que mal começou e já está tenso. Confused

"These chambers offer insight for those patient enough to look - in your haste to find me, perhaps you have not gazed deeply enough. Our futures are predestined - Moebius foretold mine a millennium ago. We each play out the parts fate has written for us. We are compelled ineluctably down pre-ordained paths. Free will is an illusion."
Kain
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Denis (08-02-2014), Redfoca (06-02-2014), Sann (06-02-2014)
17-04-2015, 09:00 PM
Resposta: #7
RE: O Vindouro Governo Mundial
mais um up aos novos membros!

Abraço a todos!

"Em tempos de enganosidade universal, dizer a verdade é um ato de restauração"

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Minerim (18-04-2015)
Você encontra o Sal Rosa do Himalaya pelo menor preço na Tudo Saudável
18-04-2015, 09:25 PM
Resposta: #8
RE: O Vindouro Governo Mundial
A questão que VC expôs à debate que foi como derrotar os globalista. Minha resposta é, não tem como, o que podemos é amenizar as perdas, tentarmos ajudar ao máximo de pessoas esclarecendo as coisas, ajudando a tirar as vendas dos olhos. É muito difícil conseguirmos alguma coisa além do que estamos fazendo aqui, as pessoas não estão muito a fim de confrontos de realidade, elas aceitam o que é imposto pela mídia, que ver uma coisa, escolha duas pessoas e lhe faça a pergunta sobre o 11/09, e observem o que elas iram falar, na verdade, não iram falar nada delas, apenas iram replicar o que à mídia lhes impôs.

O ser humano de hoje, está meio robotizado, já saiu de fábrica com configuração pré definida e não aceita ingerência de outro arquivo de upload. Estou vendo opções para mim e minha família, estou em contato com amigos que já participam destes tipos de fóruns, com o mesmo conteúdo que a qui é proposto, somos três famílias, e estamos juntando recursos para comprar uma chácara, quando conseguirmos este objetivo iremos nos mudar para lá, vamos tipo montar uma colônia, começarmos a produzir nossos alimentos, fazer nossa independência, um lugar afastado de olhos curiosos, se bem que o próximo passo da NOM é disponibilizar drones vigiando em tempo real do espaço, tecnologia para isso eles tem.

Eu estava trabalhando em uma instituição bancária, digo que estava, por que recentemente, fui afastado de meus serviços, mas espero voltar, mas o que eu quero dizer é que os bancos agora estão com o sistema unificados, ou seja, você correntista do BB, ou qualquer que seja seu banco, você saca seu dinheiro, em qualquer agência bancária, faz pagamentos, agiliza suas coisas sem precisar estar no seu banco, muitos dirão que é a tecnológia, eu que já sei, já tive minhas vendas retiradas, digo que é mais uma ingerência da NOM, sistema bancário unificado, moeda extinta na origem, apenas virtual, como o famoso Biticon, da qui para frente um único documento contendo todos os seus dados, imagina, apenas um documento para carregar, muitos iram dizer que é a tecnologia, eu digo que é mais uma ingerência da NOM, próximo passo, substituir este único documento por alguma coisa mais avançada, mais eficiente e menos propícia ao erro ou a fraude, o chip, ou o tal do Mondex, como disse lá no começo, é muito difícil de conseguirmos alguma coisa além do que já fazemos.
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Sann (18-04-2015)
21-04-2015, 10:14 AM
Resposta: #9
RE: O Vindouro Governo Mundial
Como sempre preciso e didático amigo @Sann ... alguém. da moderação pode fixar o tópico na pagina inicial?????

Saia do "aquário"! Pense fora da "caixinha"...
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Mediador (21-04-2015), Sann (21-04-2015)
23-04-2015, 03:26 PM
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RE: O Vindouro Governo Mundial
CHEFES DE GOVERNO ABREM CONFERÊNCIA POR “NOVA ORDEM MUNDIAL”

[Imagem: 30893e757c12b4722587f335b9673a66_XL.jpg]


O presidente da Indonésia, Joko Widodo, lembrou no discurso a primeira reunião ocorrida em Bandung em 1955, ao destacar que a Ásia e a África ainda têm muitos desafios por superar. Ele chamou a atenção para a situação na Palestina e pediu aos participantes a formação de uma nova estrutura econômica adequada para a luta que ambos os continentes travam pela estabilidade e igualdade.

A conferência em Jacarta ficou marcada por duas ausências de última hora: a do presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que cancelou a ida devido à crise de xenofobia no seu país, e a do presidente do Sudão, Omar Hassan Al Bashir, alvo de um mandado de detenção emitido pelo Tribunal Penal Internacional.

Além dos 105 países presentes, participam da conferência observadores de 15 nações e membros de 17 organizações internacionais. A cúpula, que ocorre até quinta-feira (23), foi precedida, desde o dia 19, de reuniões de altos funcionários e, depois, de ministros, além de um fórum empresarial.

O comércio entre Ásia e África cresceu de US$ 2,8 bilhões registrados em 1990 para US$ 270 bilhões em 2012. “Chegou o momento de impulsionar a cooperação econômica mútua, especialmente em comércio e investimento”, destacou, na terça-feira (21), Widodo, durante o Fórum Empresarial Ásia-África, em Jacarta.

O presidente indonésio apontou os setores de energia e infraestrutura como os mais promissores entre os dois continentes.
Na sexta-feira (24) ocorre em Bandung, a 153 quilômetros de Jacarta, uma cerimônia comemorativa do 60º aniversário da Conferência de 1955, considerada como fundadora do movimento dos não alinhados.

O presidente chinês, Xi Jinping, também presente ao evento, pretende discutir com os participantes como praticar e divulgar o espírito e as ideias desenvolvidos em Bandung diante da nova situação global.

O tema central da reunião é o reforço da cooperação sul-sul e a promoção da paz e da prosperidade mundial.

Xi Jinping fará um discurso na primeira sessão plenária para explicar as opiniões e posições da parte chinesa sobre a divulgação do espírito de Bandung e o fortalecimento das colaborações entre a Ásia e a África.

Via: Portal Vermelho, com informações da Agência Brasil e da Rádio China Internacional

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