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Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
23-09-2015, 12:51 PM
Resposta: #1
Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
Citar:[Imagem: 150922-Crise3.jpg]

Para Morin, resistência à oligarquia financeira terá de ser feita “por ator coletivo, de legitimidade democrática incontestável e disposto a organizar o financiamento da atividade econômica mundial”

Livro aponta: oligarquia financeira subjugou bancos centrais, transferiu a Estados dívidas tóxicas e está prestes a provocar crise global ainda mais grave

François Morin, entrevistado por Vittorio De Filippis

A transferência, para os Estados, das dívidas privadas tóxicas de 28 grandes bancos “sistêmicos”, durante a última crise financeira, explica as políticas de austeridade praticas na Europa.

Francesas, europeias ou norte-americanas, todas as autoridades bancárias asseguram: se o mundo viver uma nova crise financeira, comparável à de 2007-08, nem os Estados, nem os contribuintes vão pagar as consequências. É possível acreditar?

O economista François Morin, professor emérito da Universidade de Toulouse e membro do conselho do Banco Central francês, tem uma resposta categórica: não. Em L’Hydre Mondial [A Hidra mundial], um livro publicado em maio, e no qual ele menciona dados inéditos, Morin mostra como 28 bancos de porte mundial constituem um oligopólio totalmente distanciado do interesse público.

Para colocar os cidadãos a salvo de desastres financeiros futuros, o autor considera que é necessário destruir estes bancos, que ele compara a uma hidra, e resgatar a moeda para a esfera pública. Eis sua entrevista:

Como um punhado de bancos tomou a forma de uma hidra mundial?

O processo é perfeitamente claro. Depois da liberalização da esfera financeira iniciada nos anos 1970 (taxas de câmbio e de juros definidas pelo mercado e não mais pelos Estados, e liberalização de movimento do capital), os mercados monetários e financeiros tornaram-se globais em meados dos anos 1990. Os maiores bancos tiveram então de adaptar a sua dimensão a esse novo espaço de intercâmbio, por meio de fusões e reestruturações. Reuniram-se as condições para o surgimento de um oligopólio em escala global. O processo assumiu rapidamente escala internacional e tornou-se gigantesco: o balanço total dos 28 bancos do oligopólio (50,341 trilhões de dólares) é superior, em 2012, à dívida pública global (48,957 trilhões de dólares)!

Desde 2012, descobriu-se também que esses bancos muito grandes se entenderam entre si de forma fraudulenta a partir de meados dos anos 2000. A partir desse momento, esse oligopólio transformou-se numa hidra devastadora para a economia mundial.

Em que esses bancos são sistêmicos?

Estes 28 bancos foram declarados, acertadamente, “sistêmicos” pela reunião do G20 de Cannes, em 2011. A análise das causas da crise financeira da crise iniciada em 2007-2008 não podia deixar pairar qualquer dúvida sobre a responsabilidade desses bancos no desencadeamento do processo. Estão em causa os produtos financeiros “derivativos”, que espalharam-se na época e ainda continuam a ser difundidos em todo o mundo. Lembremo-nos de que estes derivativos são produtos que visam oferecer garantias a seus possuidores, em caso de dificuldades econômicas – e alguns deles têm caráter muito especulativo. Sua conversão em dinheiro pode tornar-se catastrófica, em caso de uma crise. No entanto, apenas 14 bancos com importância sistêmica “fabricam” estes produtos, cujo valor imaginário (o montante dos valores segurados) chega a 710 trilhões de dólares — ou seja, mais de 10 vezes o PIB mundial!

E você afirma que eles praticam acordos fraudulentos?

Múltiplas análises demonstraram que esses bancos ocupam posições dominantes sobre vários grandes mercados (de câmbio, de títulos de dívida e de produtos derivados). É característico de um oligopólio. Mas desde 2012, as autoridades judiciais dos Estados Unidos, britânicas e a Comissão Europeia aumentaram investigações e multas que demostram que muitos desses bancos – sobretudo onze entre eles (Bank of America, BNP-Paribas, Barclays, Citigroup, Crédit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs, HSBC, JP Morgan Chase, Royal Bank of Scotland, UBS) – montaram sistematicamente “acordos organizado em bandas”. A imposição de multas de muitos bilhões de dólares, contra a manipulação do mercado de câmbio ou da Libor [taxa de referência para juros interbancários, estabelecida em Londres], demonstra que esta prática existe.

O mundo está sentado sobre uma montanha de bombas-relógio financeiras montadas unicamente por este punhado de bancos?

Há várias evidências de muitas bolhas financeiras que podem estourar a qualquer momento. As bolha do mercado de ações só pode ser explicada pelas enormes injeções de liquidez, por parte dos bancos centrais. Mas, acima de tudo, há a bolha da dívida pública que atingiu todas as grandes economias. As dívidas privadas tóxicas do oligopólio bancário foram maciçamente transferidas para os Estados, na última crise financeira. Este superendividamento público, devido exclusivamente à crise e a esses bancos, explica as políticas de “rigor” e “austeridade” praticadas em cada vez mais países. Este superendividamento é a ameaça principal, como se vê na Grécia.

Regulação de derivativos – inclusive de crédito –, luta contra o “sistema bancário da sombra”, reforço dos fundos próprios, separação entre bancos de depósito e de investimento… não se pode dizer que nada foi feito para estabelecer algum controle sobre os bancos.

Vamos olhar mais de perto. O “sistema bancário sombra”, ou seja, o sistema financeiro não regulamentado, não pare de crescer – notadamente através do oligopólio bancário – para escapar das normas de supervisão e, em primeiro lugar, para negociar com derivativos. O reforço de capital próprio dos maiores bancos foi ridiculamente baixo. E em nenhuma legislação em vigor há uma verdadeira separação “patrimonial” das atividades bancárias. Em suma, o lobby bancário, muito organizado em escala internacional, tem sido eficaz, e o oligopólio pode continuar na mesma lógica financeira deletéria que praticava antes da crise.

Como os Estados tornaram-se reféns do oligopólio sistêmico que são os bancos?

Depois dos anos 1970, os Estados perderam toda a soberania monetária. Eles são responsáveis. A moeda agora é criada pelos bancos, na proporção de cerca de 90%, e pelos bancos centrais (em muitos países, independentes dos Estados) para os restantes 10%. Além disso, a gestão da moeda, através de seus dois preços fundamentais (as taxas de câmbio e taxas de juros) está inteiramente nas mãos do oligopólio bancário, que tem todas as condições para manipulá-los. Assim, os grandes bancos têm nas mãos as condições monetárias para o financiamento dos investimentos, mas sobretudo do para o financiamento dos déficits públicos. Os Estados não são apenas disciplinados pelos mercados, mas sobretudo reféns da hidra mundial.

Há portanto uma relação quase destrutiva desses bancos com relação aos Estados

Essa relação é, de fato, devastadora. Nossas democracias esvaziam-se progressivamente, em razão da redução (ou da ausência) de margem de manobra para a ação pública. Além disso, o oligopólio bancário deseja instrumentalizar os poderes dos Estados, para evitar eventuais regulações financeiras, ou limitar o peso das multas às quais deve fazer face quando é pego com a boca na botija. Quer evitar especialmente processos de repercussão pública.

Mas os bancos não permitem aos Estados financiar os déficits orçamentários?

Não devemos esperar que os bancos privados defendam interesses sociais! Os bancos veem primeiro os seus lucros, que eles podem realizar por meio de suas atividades financeiras particulares, ou de suas atividades especulativas. Seus gestores olham para os Estados como para qualquer outro ator econômico endividado. Medem os riscos e a rentabilidade de um investimento financeiro. As dívidas do Estado são vistas por eles como um ativo financeiro, tal como qualquer outro – que se compra ou se vende, e sobre o qual é igualmente permitido especular.

Na mitologia grega, Hércules é o encarregado deve matar a hidra. E em nosso mundo: onde está o Hércules capaz de matar a hidra bancária mundial?

Sobre isso, não há dúvidas. Nosso Hércules de amanhã será um ator coletivo, uma futura comunidade internacional, de legitimidade democrática incontestável, libertada de seus dogmas neoliberais, e suficientemente consciente de seus interesses de longo prazo para organizar o financiamento da atividade econômica mundial. Dito de outra forma, um ser ainda imaginário! Um primeiro passo seria dado, contudo, se um novo Bretton Woods fosse convocado para criar uma moeda comum em escala internacional, e não apenas no contexto das soberanias monetárias nacionais restauradas.

Você aposta na inteligência política?

Sim, certamente! Mas, sobretudo, aposto na inteligência dos cidadãos do nosso planeta. As redes sociais podem ser instrumentos formidáveis para criar esta inteligência política, de que temos extrema necessidade hoje.

Estariamos caminhando para um desastre de escala sem precedentes?

Ele está diante de nós. Todas as condições estão maduras para um novo terremoto financeiro ocorrer, quando os Estados estão exangues. Ele será ainda mais grave do que o precedente. Ninguém pode desejá-lo, porque seus efeitos econômicos e financeiros serão desastrosos e suas consequências políticas e sociais podem ser dramáticas. Podemos vê-los na Grécia. Urgência democrática e lucidez política tornaram-se indispensáveis e urgentes.

Os bancos estão todos podres? As finanças, necessariamente perversas?

Quando um oligopólio superpoderoso administra o dinheiro como um bem privado, não podemos ser surpreendidos pela lógica financeira que resulta daí. Os bancos buscam metas de lucro, com a tentação recorrente, entre os maiores, de fazer acordos oligopolistas. A hidra bancária nasceu há cerca de dez anos, e já tomou conta de todo o planeta. O confronto de poderes, entre bancos avassaladores e poderes políticos enfraquecidos, parece agora inevitável. Um resultado positivo desta luta – a priori desigual – só pode ocorrer por meio mobilização de cidadãos que estejam plenamente conscientes do que está em jogo.

http://outraspalavras.net/capa/os-28-ban...-do-mundo/
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23-09-2015, 01:04 PM (Resposta editada pela última vez em: 23-09-2015 01:11 PM por naste.de.lumina.)
Resposta: #2
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
O BIS é a cabeça da Besta.
[Imagem: bis-bank-for-international-settlements-b...erland.jpg]

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23-09-2015, 01:05 PM (Resposta editada pela última vez em: 23-09-2015 01:13 PM por Peter Joseph.)
Resposta: #3
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
Citar:Entender os mecanismos da crise ou bater panelas?

[Imagem: 426823FB50A0FDCFB93A4D98B24D03A90ECD7CFB...4B0D18.png]


A dinâmica dominante do financismo desequilibra o planeta e os Estados viraram a grande 'mama' deste grupo de gigantes financeiros.

François Morin, ex-conselheiro da Banque de France, autor de uma dezena de livros sobre a organização dos sistema financeiros, entende realmente do assunto. E escreveu agora um pequeno livro que é uma pérola, em termos de descrição de como funciona o oligopólio dos 28 gigantes financeiros do planeta. Extremamente claro e didático, com tabelas simples, explicita os mecanismos de poder que os grupos representam. E que poder!

“Atores que adquiriram dimensão mundial, estes bancos se transformaram nos anos 1990 em oligopólio em razão das posições dominantes que ocupavam nos maiores mercados monetários e financeiros. Este oligopólio se transformou por sua vez em ‘oligopólio sistêmico’ quando, a partir de 2005, os bancos que o constituem abusaram das suas posições dominantes, multiplicando acordos fraudulentos. Como se surpreender, nestas condições, que face a este oligopólio sistêmico, tão novo e tão poderoso, os Estados se tenham visto ultrapassados, ou até se tenham tornado reféns?”.(115) Já suspeitávamos? Sem dúvida, mas agora temos o detalhe da engrenagem, e vai crescendo por toda parte a indignação com o sistema, que ao mesmo tempo gera a instabilidde e dela se nutre.

Na análise estão todos: JPMorgan Chase, Bank of America, Citigroup, HSBC, Deutsche Bank, Santander, Goldman Sachs e outros, com um balanço de mais de 50 trilhões de dólares em 2012, quando o PIB mundial é de 73 trilhões. A relação com os Estados é particularmente interessante, pois a dívida pública mundial, de 49 trilhões, está no mesmo nível que o balanço dos 28 bancos. Os Estados viraram a grande “mama” deste grupo de gigantes financeiros. (36) “Face aos Estados fragilizados pelo endividamento, o poder dos grandes atores bancários privados parece escandaloso, em particular se pensarmos que estes últimos estão, no essencial, na origem da crise financeira, logo de uma boa parte do excessivo endividamento atual dos Estados”.(35, ver tabela 16)

A China aparece com o Bank of China, mas no conjunto a quase totalidade é de bancos ocidentais, com forte dominância americana, e muita presença dos principais países europeus. Este oligopólio sistêmico, como o chama Morin, é portanto um instrumento de poder do Ocidente. Os 28 controlam igualmente os chamados derivativos, essencialmente especulação com variações de mercados futuros: o volume atingido em 2012 é de 720 trilhões de dólares, 10 vezes o PIB mundial. Se pensarmos que tantos países aceitaram reduzir os investimentos públicos e as políticas sociais, inclusive o Brasil, para satisfazer este pequeno mundo financeiro, não há como não ver a dimensão política que sistema assumiu.

Um aporte particularmente forte do livro é a análise de como este grupo de bancos vai se dotando, a partir de 1995, de instrumentos de articulação, a GFMA (Global Financial Markets Association), o IIF (Institute of International Finance), a ISDA (International Swaps and Derivatives Association), a AFME (Association for Financial Markets in Europe) e o CLS Bank (Continuous Linked Settlement System Bank). Morin apresenta em tabelas como os maiores bancos se distribuem nestas instituições. O IIF, por exemplo, “verdadeira cabeça pensante da finança globalizada e dos maiores bancos internacionais”, é um poder político assumido: “O presidente do IIF tem um status oficial, reconhecido, que o habilita a falar em nome dos grandes bancos. Poderíamos dizer que o IIF é o parlamento dos bancos, seu presidente tem quase o papel de chefe de estado. Ele faz parte dos grandes tomadores de decisão mundiais”. (61)

O livro ajuda muito a entender o sistema de poder que está por trás de um conjunto de deformações mundiais, que se materializam nas sucessivas crises, inclusive a crise de 2008 que ainda perdura, e facilita as nossas análises sobre os ataques especulativos recentes na Argentina, na Grécia ou Brasil. Assim Morin complementa de forma muito rica um conjunto de estudos que surgiram ultimamente, resultado indireto da crise de 2008, e que nos permitem gradualmente entender a arquitetura e engrenagens de poder que criam o presente caos financeiro planetário.

Nos últimos anos tivemos a primeira pesquisa de fundo sobre a rede mundial de controle corporativo, pelo Instituto Federal Suíço de Pesquisa Tecnológica, que identificou os 147 grupos que controlam 40% do sistema corporativo mundial, sendo 75% deles bancos. Temos hoje uma visão mais clara sobre os traders, 16 grupos que controlam a quase totalidade do comércio de commodities no planeta, a quase totalidade sediados na Suíça, e responsáveis pelas dramáticas quedas recentes de preços. O Tax Justice Network, o ICIJ (consórcio mundial de jornalismo investigativo) e o próprio Economist pela primeira vez jogam um pouco de luz sobre os paraísos fiscais e as transferências internacionais ilícitas ou ilegais, identificando por exemplo cerca de 520 bilhões de dólares de fonte brasileira (cerca de 28% do PIB) e os mais de 20 trilhões em nível mundial. O Global Financial Integrity nos traz os dados sobre as fraudes internacionais em notas fiscais (misinvoicing, ou mispricing), que custam ao Brasil cerca de 2% do seu PIB a cada ano, e cerca de 60 bilhões de dólares anuais na África.

O Crédit Suisse, que entende tudo de fortunas pois ajuda a administrá-las, chocou o planeta com estes números simples: 85 famílias têm um patrimônio igual ao da metade mais pobre da população mundial, resultado direto dos mecanismos financeiros. Se nos tempos de Marx a mais-valia se extraía empresa por empresa, hoje esta mais valia se extrai por meio de mecanismos globais, acima inclusive do poder regulador dos Estados. Com estes e outros estudos, gradualmente está se levantando o véu sobre o gigante descontrolado que nos controla.

Numeroso estudos teóricos, em particular de François Chesnais, já tinham delineado a dinâmica, e o trabalho do Piketty delineou o histórico e as consequências globais com ênfase nos países desenvolvidos. Nesta nova geração de estudos, chegamos cada vez mais perto de entender não a teoria geral da financeirização, mas sim as engrenagens do seu funcionamento, com nomes e valores. Como se trata, e de longe, da dinâmica dominante que desequilibra o planeta, vale a pena se debruçar. Muitas coisas se tornam claras. Melhor do que usar o fígado, o ódio e as panelas, é entender realmente os mecanismos da crise que enfrentamos.

http://cartamaior.com.br/?/Editoria/Econ...s-/7/34400

(23-09-2015 01:04 PM)naste.de.lumina Escreveu:  O BIS é a cabeça do polvo.
[Imagem: bis-bank-for-international-settlements-b...erland.jpg]

O autor do livro cita como cabeça pensante da "Hydra financeira", um tal de IIF (Institute of International Finance). Deste instituto nunca tinha visto falarem antes:
Citar:O IIF, por exemplo, “verdadeira cabeça pensante da finança globalizada e dos maiores bancos internacionais”, é um poder político assumido: “O presidente do IIF tem um status oficial, reconhecido, que o habilita a falar em nome dos grandes bancos. Poderíamos dizer que o IIF é o parlamento dos bancos, seu presidente tem quase o papel de chefe de estado. Ele faz parte dos grandes tomadores de decisão mundiais”.
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Doc S (12-07-2017), Guigo Xavier (23-09-2015), Hotep (13-07-2017), naste.de.lumina (23-09-2015)
23-09-2015, 01:31 PM
Resposta: #4
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo

O MEDO É O ASSASSINO DA MENTE E A PRISÃO DA ALMA

O 'Agradecimento' significa educação e respeito, não é necessariamente concordância de opinião.
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23-09-2015, 08:29 PM
Resposta: #5
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
Tenho certeza que os Rothschilds são uns dos principais responsáveis por isso.
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Doc S (12-07-2017), Guigo Xavier (23-09-2015), naste.de.lumina (23-09-2015)
23-09-2015, 10:53 PM
Resposta: #6
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
Cambio e o mercado de ações entregam países nas mãos dos oligopólios.

Nunca acreditei nesses câmbios e juros. Hoje em dia tenho aprendido como são fachadas para o controle do poder econômico.

A dívida público do Brasil com os bancos é em torno 40% de toda a despesa. Não temos controle desse país.

"Não é quem eu sou por dentro e sim o que eu faço é que me define." Batman.
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Doc S (12-07-2017), naste.de.lumina (23-09-2015), rmuller (24-09-2015)
24-09-2015, 07:36 PM
Resposta: #7
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
(23-09-2015 01:04 PM)naste.de.lumina Escreveu:  O BIS é a cabeça da Besta.
[Imagem: bis-bank-for-international-settlements-b...erland.jpg]

Por que toda vez que eu ouço algo de horror sobre o sistema sempre escuto a palavra Suiça?

"..., Antes que Abraão fosse...Eu sou."
João 8:58
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Doc S (12-07-2017), naste.de.lumina (24-09-2015)
Compre na Tudo Saudável o autênico chá de amora miura
12-07-2017, 03:33 PM
Resposta: #8
RE: Os 28 bancos que controlam o dinheiro do mundo
Dez anos depois da crise, analistas alertam para novos riscos

Uma explosão da dívida, taxas de juros em níveis muito reduzidos e ativos duvidosos: estes são alguns elementos que vários analistas reunidos em um fórum em Aix-en-Provence, na França, apontaram como riscos potenciais, 10 anos depois da crise econômica que abalou o planeta.

"Uma nova crise vai acontecer, não sei quando, mas estou seguro de que será dramática para o nosso estilo de vida, a democracia e os valores liberais", advertiu Paul Tucker ex-vice-governador do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla original).
A possibilidade de uma nova crise nos mercados aparece nos debates com frequência, ainda que a recuperação da economia viva um bom momento.

Na última quarta-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou para "os ricos negativos" que "a incerteza sobre as políticas das economia avançadas" e também "a vulnerabilidade do setor financeiro e um endurecimento repentino das condições financeiras" podem representar para a economia global.

Controle aos mercados
Em meados de 2007, o colapso do setor imobiliário nos Estados Unidos, especificamente dos empréstimos de alto risco, conhecidos como "subprime", gerou a crise econômica mais grave do século.

Mas, dez anos depois, "à parte de haver mais regulação atualmente, a situação é pior do ponto de vista macroeconômico", afirmou Alfonso Prat-Gay, ex-ministro de Finanças da Argentina.

"Os valores de imóveis nos Estados Unidos voltaram aos níveis mais altos", contou, citando que "os níveis de endividamento tanto do setor público quanto do privado" também já estão batendo no teto.

Outra fonte de preocupação para os especialistas são os juros. Segundo eles, a última década "com taxas de juros quase nulas levou a tomada de riscos exagerados por parte de alguns atores, com a supervalorização de alguns mercados de ações", opinou Catherine Lubochinsky, membro da associação acadêmica Círculo dos Economistas, grupo de estudos que organizou esse evento.

"Mas, ironicamente, também podemos nos preocupar com a ampliação das taxas de juros e seu impacto" sobre a estabilidade política de alguns países.

Diante deste cenário, as tentativas de limitar os excessos do setor e se preparar para crises futuras permitiu avanços, lembrou Bruno Angles, presidente do Crédit Suisse para França e Bélgica.

"As exigências de fundos próprios para os bancos foram reforçadas consideravelmente a pedido dos reguladores" e "mecanismos de resolução europeus, como o Fundo Único de Resolução, permitem ter elementos de resposta ao problema das instituições 'too big to fail' (grandes demais para falir), cuja queda poderia desestabilizar todo o sistema financeiro".

Crescimento e inflação
Nesse contexto de incertezas, só a expansão econômica e uma dose razoável de inflação são capazes de prevenir futuras crises no longo prazo, indicou Yves Perrier, chefe da entidade de gestão de ativos Amundi. "Não se absorve o excesso de uma dívida tão grande como a que temos hoje em dia só com políticas de austeridade", alertou.

Se, para alguns, os sinais de uma nova crise já despontam no horizonte, outros especialistas, como Jean-Michel Charpin, outro membro do Círculo, estão focados em outras fontes de instabilidade.

Caso haja uma nova crise, "vai vir de fora", garantiu o economista francês.

Segundo ele, "as fontes de instabilidade no mundo são múltiplas, também no plano geopolítico, com a tentação de fechamento" em alguns lugares, que podem originar "tensões consideráveis" em um momento em que a Europa assiste ao auge do populismo.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/interna...scos.shtml


Qual a força dos 28 bancos que dominam as finanças do planeta

A crise mundial de 2008 mudou em quase nada quem são os detentores do poder financeiro global. Quase oito anos depois e em meio a sinais de uma estagnação global, o sistema financeiro do planeta segue dominado por 28 grandes bancos internacionais, chamados por alguns de seus críticos mais ferrenhos de a "hidra".

"Os Estados são reféns desta hidra bancária e são disciplinados por ela. A crise prova esse poder", afirma François Morin, autor do livro A Hidra Mundial, o Oligopólio Bancário, professor emérito da Universidade de Toulouse e membro do conselho do Banco Central francês.

"Os grandes bancos detinham os produtos tóxicos responsáveis pela crise, mas, em vez de reestruturá-los, os Estados acabaram assumindo suas obrigações - e a dívida privada se transformou em dívida pública."

Em seu livro, o pesquisador se concentra em cinco mecanismos que, segundo ele, concedem aos bancos esta hegemonia financeira, econômica e política.

1. Ativos
Os 28 bancos detêm recursos superiores aos de dívidas públicas de 200 países do planeta. Enquanto estas entidades têm ativos (bens, dinheiro, clientes, empréstimos, entre outros) que somam US$ 50,3 trilhões (R$ 178 trilhões), a dívida pública mundial é de US$ 48,9 trilhões (R$ 173,7 trilhões).

Outra forma de dimensionar a questão: há centenas de milhares de bancos no mundo, mas estes concentram 90% dos ativos financeiros bancários. Com a hiperconcentração, a queda de um ou mais destes bancos tem um potencial devastador não apenas no setor, mas na economia global.

Essa é a base do argumento no centro dos debate depois da crise de 2008: o risco de instituições “too big to fail” (grandes demais para quebrar, em inglês).

Segundo Oscar Ugarteche, economista da Universidade Nacional Autônoma do México e autor de A Grande Mutação, que estuda o novo sistema financeiro mundial, com esse nível de concentração do poder financeiro, existe “grande possibilidade” de repetição de uma crise como a de 2008.

“Estes mercados cresceram com a liberalização financeira dos últimos 30 anos”, diz o economista. “Foi com sua participação nos mercados especulativos que se chegou (à crise de) 2008.”

2. Criação de moeda
O sistema clássico de emissão monetária é formado por uma Casa da Moeda que imprime as notas necessárias a um Banco Central, que está posicionado no centro da cena financeira. Mas, hoje, 90% da moeda é criada por estes 28 bancos, e só 10% é de responsabilidade de bancos centrais.

A transição do dinheiro físico para o dinheiro creditício está mudando esta equação. “Estamos fechando o círculo. No começo, havia bancos que faziam operações de comércio exterior e interno. Era dinheiro-crédito. Mas não havia controle e centralização desta função”, diz Ugarteche.

“Isso só começa a acontecer com a criação de um Banco Central responsável pela emissão monetária. O primeiro é o da Inglaterra no século 17. Mas, com a desregulamentação bancária dos anos 1990, estamos voltando ao princípio. Os bancos emitem crédito, e não há muito controle a respeito”, afirmou.

Se antes a expansão do dinheiro era de certa forma protegida pelo nível de reserva monetária de um país, hoje em dia, este limite perdeu a relevância.

Em meio a esta total flexibilização de crédito, a consultoria McKinsey estima que a dívida total – isto é, a soma da dúvida pública, privada e individual – tenha crescido mais de US$ 57 trilhões nos últimos sete anos e, hoje, chega aos US$ 200 trilhões (R$ 710,7 trilhões), cerca de três vezes o PIB mundial.

3. Mercado cambial
A movimentação no mercado cambial é uma das maiores do mundo: US$ 6 bilhões (R$ 21,3 bilhões) diários. Cinco dos 28 bancos controlam 51% deste mercado.

“O câmbio nos Estados Unidos e no Reino Unido não depende das variáveis econômicas de um país. Basta que operadores, vinculados aos bancos, decidam que o valor de uma moeda não se sustenta para que a ataquem especulativamente”, diz Ugarteche.

“Com compras ou vendas maciças, arrastam o resto dos atores do setor financeiro, provocando uma modificação no câmbio que não tem nada a ver com a saúde econômica de um país.”

4. Taxas de juros
Com seu potencial financeiro, estas 28 entidades têm um peso fundamental sobre as taxas de juros. Dado o nível altíssimo de circulação diária de ativos financeiros e de dívida, qualquer variação da taxa de juros faz girar automaticamente quantidades enormes de dinheiro.

Estados Unidos, Grã-Bretanha e Comissão Europeia deram início em 2012 a uma investigação que mostrou como este nível de concentração dos bancos leva a uma manipulação do mercado.

Segundo a investigação, 11 dos 28 bancos – Bank of America, BNP-Paribas, Barclays, Citigroup, Crédit Suisse, Deutsche Bank, Goldman Sachs, HSBC, JP Morgan Chase, Royal Bank of Scotland e UBS – se comportaram como “entidades ou grupos organizados” ao manipular as taxas de juros chamadas “Libor”.

A Libor é fechada diariamente em Londres e determina a taxa com que bancos emprestam. Tem impacto direto no mercado de derivativos e no que é pago por consumidores e produtores para quitar dívidas. “Nada mudou. Um escândalo parecido ocorreu recentemente com Goldman Sachs, Morgan Stanley e JP Morgan no mercado de commodities”, afirma Ugarteche.

5. Derivativos
A metade dos 28 bancos produzem os chamados derivativos por US$ 710 trilhões, o equivalente a dez vezes o PIB mundial. Ugarteche ilustra o funcionamento deste mercado com um ativo financeiro bem modesto: uma vaca.

O que fazer para transformar a vaca em dinheiro? Em outras épocas, ela era vendida em troca de uma quantidade de dinheiro. Mas, hoje, outra opção é possível: uma transação futura.

Por exemplo: são vendidos o lucro em potencial que será obtido com o leite da vaca ou os bezerros que ela irá parir. É possível também vender o eventual leite que estes eventuais bezerros possam produzir, caso sejam fêmeas.

“A partir de uma vaca real, é criada uma economia fictícia construída mediante o uso de operações financeiras distintas. É um mundo de probabilidades. O bezerro é um futuro possível, nada além disso, assim como outros rendimentos obtidos a partir da vaca. O que acontece se a vaca ficar doente?”, questiona Ugarteche.

Caso isso ocorra, as operações efetuadas vão para um buraco negro. E foi assim que, em 2008, desapareceram mais de US$ 200 bilhões, o que arrastou em sua queda dispositivos de segurança que supostamente garantiam todo o fluxo de valores financeiros.

Os 28 maiores bancos do mundo
J.P. Morgan Chase
Bank of America
Citigroup
HSBC
Deutsche Bank
Groupe Crédit Agricole
BNP Paribas
Barclays PLC
Mitsubishi Ufjfg
Bank of China
Royal Bank of Scotland
Morgan Stanley
Goldman Sachs
Mizuho FG
Santander
Société Générale
ING Bank
BPCE
Wells Fargo
Sumitomo Mitsui FG
UBS
Unicrédit Group
Crédit Suisse
Nordea
BBVA
Standart Chartered
Bank of New York Mellon
State Street Bank & Trust Co

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2..._global_fn

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