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Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
13-03-2015, 07:39 PM
Resposta: #1
Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Claramente furioso com a decisão da administração Obama de declarar a Venezuela uma "ameaça extraordinária à segurança nacional", o presidente Nicolas Maduro exigiu que Washington mostrasse algumaevidência" de como Caracas ameaça os Estados Unidos.


[Imagem: spi_20131003140303.jpg]

"Exigimos, através de todos os canais diplomáticos globais, que o presidente Obama retifique e revogue o decreto imoral que classifica a Venezuela como uma ameaça para os Estados Unidos", disse Maduro, em um discurso durante uma "marcha anti-imperialista" convocada na capital de seu país.

Enquanto isso, vários líderes latino-americanos estão se alinhando para apoiar o presidente venezuelano, afirmando que Washington ultrapassou seus limites e interferiu em assuntos regionais nos quais não tem nenhum envolvimento.

"Este é um ataque inaceitável à soberania da Venezuela", segundo declararam as autoridades equatorianas.

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, disse que era ridículo pensar que a Venezuela poderia representar uma ameaça a tal superpotência. "É absolutamente inacreditável pensar que a Venezuela é o problema. É absurdo e injustificável", disse ela.

Cuba classificou a ação de Washington como "arbitrária e agressiva". O governo boliviano, por sua vez, disse que a ordem executiva de Obama foi "intervencionista" e fez lembrar uma ditadura.

Chamando os Estados Unidos de “Estado policial imperialistas”, Maduro voltou a acusar a administração Obama de tentar derrubar seu governo, o qual foi "democraticamente eleito", segundo lembrou o chefe de Estado.

Além de declarar a Venezuela uma ameaça, a ordem executiva de Obama também impôs sanções contra sete oficiais militares e funcionários governamentais do país latino-americano.

A Casa Branca argumenta que o governo venezuelano persegue opositores, limita a liberdade de imprensa e viola os direitos humanos – alegações que Maduro rejeita como uma conspiração contra ele.

O líder venezuelano disse ainda que está considerando viajar para Washington a fim de desafiar Obama sobre as afirmações da Casa Branca, e afirmou que seu governo está preparando um evento na capital norte-americana para refutar a rotulagem.

"Talvez eu apareça em Washington, para mostrar meu rosto pelo meu país e dizer ao governo em Washington que eles estão cometendo graves erros", disse ele.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150313/434741.html
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14-03-2015, 08:46 AM
Resposta: #2
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Argentina: declarações dos EUA sobre ameaça da Venezuela são absurdas


[Imagem: kirchner-600x315.jpg]

Argentina qualificou as declarações de Washington, em que se afirmava que a situação na Venezuela ameaça a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos, como absurdas e injustas, disse o Ministério das Relações Exteriores da Argentina.

Segundo o ministério, a gravidade das acusações e formulações rígidas, que parecem ameaças, causa perplexidade do governo argentino.

"Acusações de que Venezuela ou qualquer outro país sul-americano possa ser uma ameaça para a segurança nacional dos EUA, parecem absolutamente incríveis mesmo para uma pessoa mal informada", diz o documento.

Além disso, a Argentina, como outros países da região, "acredita que a única maneira de superar as contradições é o diálogo construtivo, e rejeita qualquer ingerência nos assuntos internos de outros Estados".

Anteriormente, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, anunciou que tinha determinado a realização de um “exercício militar defensivo especial” contra os EUA.

A iniciativa seria uma resposta às sanções norte-americanas contra funcionários do alto escalão venezuelano e à declaração do presidente dos EUA, Barack Obama, de que a Venezuela seria uma ameaça à segurança de seu país.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150312/414291.html
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Alkin (14-03-2015)
14-03-2015, 11:41 AM
Resposta: #3
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Nicolás Maduro comandará exercício militar defensivo contra os EUA


[Imagem: 2015-03-11T021026Z_877798391_GM1EB3B0S5A...00x162.jpg]

Em pronunciamento na Assembleia Nacional transmitido em rede de rádio e televisão, na terça-feira (10), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que determinou a realização de “exercício militar defensivo especial” contra os EUA.

As manobras acontecerão no sábado (14). A iniciativa seria uma resposta às sanções norte-americanas contra funcionários do alto escalão venezuelano e à declaração do presidente dos EUA, Barack Obama, de que a Venezuela seria uma ameaça à segurança de seu país.

O presidente venezuelano pediu a concessão de poderes especiais para governar por decreto para, segundo Maduro, garantir a paz e combater o imperialismo norte-americano. Ele convidou todos os cidadãos do país a apoiarem as Forças Armadas e a Milícia Nacional.

Maduro afirmou que comandará pessoalmente os exercícios militares. O chefe de Estado disse, ainda, que o país precisa “estar preparado e não pode ser jamais uma Líbia ou um Iraque”.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150311/403045.html
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Alkin (14-03-2015)
14-03-2015, 02:04 PM
Resposta: #4
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
À beira do abismo

[Imagem: Nicol%C3%A1s-Maduro-620x350.png]


Quando o governo venezuelano de Nicolás Maduro autorizou sua guarda pretoriana a usar armas de fogo contra as manifestações de estudantes sabia muito bem o que estava fazendo. Seis jovens foram assassinados nas últimas semanas pela polícia ao tentar acalmar os protestos de uma sociedade cada vez mais enfurecida contra os ultrajes desenfreados da ditadura chavista, a corrupção generalizada, o desabastecimento, o colapso da legalidade e a crescente situação de caos que se estende por toda a Venezuela.

Este contexto explica a escalada repressora do regime nos últimos dias: a prisão do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, um dos mais destacados líderes da oposição, quando completava um ano a prisão de Leopoldo López, outro dos grandes resistentes, e meses após María Corina Machado – figura relevante entre os adversários do chavismo – ter sido privada de sua condição de parlamentar e submetida a um assédio judiciário.

O regime sente-se cercado pela crítica situação econômica à qual sua demagogia e inépcia levaram o país. Sabe que sua impopularidade cresce e, a não ser que massacre e intimide a oposição, sua derrota nas próximas eleições será cataclísmica (segundo as pesquisas, sua aprovação é de apenas 20%).

Por isso, desencadeou o terror de maneira escancarada e cínica, alegando a costumeira desculpa: uma conspiração internacional dirigida pelos Estados Unidos da qual seriam cúmplices os opositores democráticos do chavismo. Conseguirá calar os manifestantes por meio de crimes, torturas e prisões em massa?

Um ano atrás o conseguiu, quando milhares de venezuelanos foram às ruas pedindo liberdade (eu estava lá e vi com meus próprios olhos a formidável mobilização libertária dos jovens). Para isso foi necessário o assassinato de 43 manifestantes, muitas centenas de feridos e de torturados nos cárceres políticos e milhares de presos. Mas, um ano mais tarde, a oposição ao regime se multiplicou e a situação de libertinagem, desabastecimento, ultraje e violência só serviu para encolerizar cada vez mais as massas venezuelanas. Para prender e dominar este povo desesperado e heroico será necessária uma repressão infinitamente mais sangrenta que a do ano passado.

Maduro, o pobre homem que sucedeu a Chávez à frente do regime, demonstrou que sua mão não treme na hora de verter o sangue de seus compatriotas que lutam pela volta da democracia na Venezuela. Quantos mortos mais e quantas prisões políticas serão necessários para que a OEA e os governos democráticos da América Latina abandonem seu silêncio e comecem a agir, exigindo que o governo chavista renuncie à sua política de repressão contra a liberdade de expressão e a seus crimes políticos, e facilitem uma transição pacífica da Venezuela para um regime de legalidade democrática?

Num excelente artigo, como costumam ser, Un estentóreo silencio, Julio Maria Sanguinetti (El País, 25/2/2015) censurou severamente estes governos latino-americanos que, com a tíbia exceção da Colômbia – cujo presidente se ofereceu para intermediar as conversações entre o governo de Maduro e a oposição – observam impassíveis os horrores que o povo venezuelano padece nas mãos de um governo que perdeu todo sentido dos limites e age como as piores ditaduras que o continente das oportunidades perdidas sofreu.

Decência

Podemos ter a certeza de que o emocionado apelo do ex-presidente uruguaio (José Mujica) à decência aos mandatários latino-americanos não será ouvido. Que outra coisa se poderia esperar desse lamentável grupo em que abundam os demagogos, os corruptos, os ignorantes, os políticos rasteiros? Sem falar na Organização dos Estados Americanos, a instituição mais inútil produzida na América Latina em toda a sua história; a ponto de, toda vez que um político latino-americano é eleito ao cargo de seu secretário-geral, parece amolecer e sucumbir a uma espécie de catatonia moral.

Sanguinetti contrapõe, com toda a razão, a atitude destes governos “democráticos” que fingem não enxergar quando na Venezuela ocorrem violações dos direitos humanos, são fechados canais de TV, emissoras de rádio e jornais, com a celeridade com que estes mesmos governos “suspenderam” da OEA o Paraguai quando o país, segundo os mais estritos procedimentos constitucionais e legais, destituiu o presidente Fernando Lugo, medida que a imensa maioria dos paraguaios aceitou como democrática e legítima. A que se deve o uso de dois pesos e duas medidas? Ao fato de que Maduro, que assistiu à transmissão do cargo presidencial no Uruguai e foi recebido com honras por seus colegas latino-americanos, é de “esquerda” e os que destituíram Lugo eram supostamente de “direita”.

Embora muitas coisas tenham mudado para melhor na América Latina nas últimas décadas – há menos ditaduras, uma política econômica mais livre e moderna, uma redução importante da extrema pobreza e um crescimento notável das classes médias – seu subdesenvolvimento cultural e cívico é ainda muito profundo e isso se torna patente no caso da Venezuela. Com o risco de serem acusados de reacionários e “fascistas” os governos latino-americanos que chegaram ao poder graças à democracia estão dispostos a cruzar os braços e fingir que não enxergam enquanto um bando de demagogos, assessorados por Cuba na arte da repressão, empurra a Venezuela para o totalitarismo.

Eles não se dão conta de que sua traição dos ideais democráticos permitirá que, no dia de amanhã, seus países sejam também vítimas desse processo de destruição das instituições e das leis que está levando a Venezuela à beira do abismo, ou seja, a tornar-se uma segunda Cuba e a padecer, como a ilha do Caribe, de uma longa noite de mais de meio século da ignomínia.

O presidente Rómulo Betancourt da Venezuela, que era de estofo diferente dos atuais, pretendeu, nos anos 60, convencer os governos democráticos da América Latina (eram poucos) da necessidade de buscar uma política comum contra os governos que – como o de Maduro – violentaram a legalidade e se transformaram em ditaduras. Ou seja, romper as relações diplomáticas e comerciais com eles e denunciá-los no plano internacional, a fim de que a comunidade democrática ajudasse desse modo os que defendiam a liberdade no próprio país. Não é preciso dizer que Betancourt não obteve o apoio de um único país latino-americano.

A luta contra o subdesenvolvimento sempre estará ameaçada de fracasso e retrocesso enquanto as lideranças políticas da América Latina não superarem este estúpido complexo de inferioridade em relação a uma esquerda à qual – apesar das catastróficas credenciais que pode exibir em questões econômicas, políticas e de direitos humanos (não bastam os exemplos dos Castros, Maduro, Morales, os Kirchners, Dilma Rousseff, o comandante Ortega e companhia?) concedem ainda uma espécie de superioridade moral em questões de justiça e solidariedade social

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John Dickinson (14-03-2015)
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14-03-2015, 02:55 PM
Resposta: #5
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Bolívia condenou as sanções dos EUA contra Venezuela


[Imagem: evo-morales.jpg]

As sanções dos EUA contra Venezuela são uma ameaça para a democracia na América Latina, segundo comunicado do ministério das Relações Exteriores da Bolívia, divulgada nesta quinta-feira.

O documento afirma que La Paz “condena a interferência dos EUA nos assuntos internos da Venezuela”, que constitui “uma violação da soberania e do direito de autodeterminação do povo venezuelano”.

Bolívia convida os Estados Unidos a desistir da sua política intervencionista do passado e a entender que somente através do diálogo e do respeito ao direito internacional será possível alcançar resultados e o bem estar dos povos”, diz o comunicado da chancelaria boliviana.

Bolívia manifestou apoio ao “presidente Nicolás Maduro, eleito de modo legítimo” e “solidariedade ao povo venezuelano nesse momento difícil”.

Além disso, na quinta-feira, uma manifestação em defesa da Venezuela foi realizada na capital boliviana, que terminou em frente à embaixada dos EUA.

Uma cúpula dos ministros das Relações Exteriores da Unasul está para ser realizada em 14 de março em Quito, no Equador, para discutir a situação na Venezuela.

Nesta segunda-feira, Washington suspendeu o visto de sete funcionários do governo venezuelano e congelou seus bens em território dos EUA. Também foi decretado pela Casa Branca, que a Venezuela representa uma “ameaça incomum e um problema extraordinário para os Estados Unidos”.

Reagindo ao fato, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que vai pedir ao Parlamento a aprovação de uma lei que lhe conceda poderes especiais para legislar por decreto contra o que ele chama de imperialismo no país.

Nas últimas semanas, os chanceleres da Unasul, alinhados com a Venezuela, se manifestaram em defesa da soberania da nação sul-americana e ofereceram seu apoio ao governo de Maduro.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150313/423240.html
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Alkin (14-03-2015)
14-03-2015, 05:41 PM
Resposta: #6
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Cuba declara apoio incondicional à Venezuela contra os EUA


[Imagem: cuba_2.jpg]

Cuba ofereceu nesta terça-feira (10) seu "apoio incondicional" a Venezuela depois que o presidente dos EUA, Barack Obama, autorizou novas sanções contra altos funcionários venezuelanos.

O governo cubano divulgou um comunicado na imprensa oficial da ilha mostrando solidariedade a Caracas e classificando a medita norte-americana como “arbitrária e agressiva”.

Havana salientou o “caráter intervencionista” da política da Casa Branca. A nota questiona como a Venezuela ameaçaria os EUA sem armas estratégicas e sem recursos para conspirar contra a ordem constitucional daquele país.

A reação cubana é o primeiro confronto público com o governo norte-americano desde que as relações diplomáticas entre Havana e Washigton foram restabelecidas.

Cuba se juntou à União das Nações Sul-Americanas (Unasul).

O Ministério das Relações Exteriores do Equador advertiu na segunda-feira (9) que o bloco não permitirá a intervenção estrangeira ou um golpe de Estado na Venezuela.

O ex-líder cubano Fidel Castro também usou a imprensa para felicitar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pela posição “brilhante e valente” contra os EUA.

O chefe de Estado venezuelano havia dito a Obama, em discurso de mais de duas horas, que ele "não tem o direito de declarar que a Venezuela é uma ameaça para o povo norte-americano".

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150310/391675.html
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Alkin (14-03-2015), Dom Ramón Valdés "tripa seca" (14-03-2015)
15-03-2015, 11:43 AM
Resposta: #7
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Chanceler venezuelana destaca segundas intenções dos EUA ao decretar sanções


[Imagem: ngoai_truong_venezuela_KHGU.jpg]

A ministra das Relações Exteriores da Venezuela, Delcy Rodríguez, em entrevista ao canal de televisão Venevisión nesta quinta-feira (12), conclamou todos os setores produtivos do país e os venezuelanos a unirem esforços contra as sanções aplicadas pelos EUA.

Segundo ela, o governo norte-americano tem outras intenções além das restrições a funcionários de alto escalão da nação sul-americana.

A ministra afirmou que os EUA estão preparando um bloqueio comercial e econômico à Venezuela.

Delcy Rodríguez disse ainda que o empresariado e o povo do país sofrerão com as sanções norte-americanas. “Isso deve chamar à reflexão e à unidade nacional.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150312/414580.html
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16-03-2015, 07:18 PM
Resposta: #8
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Correa anuncia cúpula da Unasul para apoiar Venezuela


[Imagem: safe_image.php?d=AQDdF6JO3zjrSf_D&am...amp;sh=366]

Os chefes de Estado dos países da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) devem realizar uma cúpula na semana que vem para discutir a decisão do governo dos EUA de declarar a Venezuela uma ameaça ao seu país, informou nesta terça-feira o presidente do Equador, Rafael Correa.

As declarações foram seguidas de sanções. Washington suspendeu o visto de sete funcionários do governo venezuelano e congelou seus bens em território dos EUA.

"Na quinta-feira, os chanceleres da Unasul vão se reunir em Montevidéu para preparar uma cúpula de presidentes na semana que vem", disse Correa a jornalistas.

"E daremos a resposta correspondente a esta grotesca, ilegal, descarada, inaudita, injustificada ingerência dos Estados Unidos nos assuntos internos da Venezuela", afirmou.

"Quem em sã consciência pode acreditar que a Venezuela é um perigo?", questionou.

A declaração de um país como ameaça à segurança nacional por parte de Washington é um primeiro passo para a adoção de um regime de sanções, informou Reuters.

Reagindo ao fato, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que vai pedir ao Parlamento a aprovação de uma lei que lhe conceda poderes especiais para legislar por decreto contra o que ele chama de imperialismo no país.

Nas últimas semanas, os chanceleres da Unasul, alinhados com a Venezuela, se manifestaram em defesa da soberania da nação sul-americana e ofereceram seu apoio ao governo de Maduro.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150311/397246.html
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Mediador (17-03-2015)
17-03-2015, 07:59 PM
Resposta: #9
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
Venezuela critica novas sanções dos EUA


[Imagem: 42.jpg]

Novas sanções contra funcionários do governo venezuelano foram anunciadas nesta segunda-feira, dia 9 de março, pelo presidente Barack Obama. O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, criticou o governo norte-americano de ingerência nos assuntos internos do seu país.

Nesta segunda-feira, Washington suspendeu o visto de sete funcionários do governo venezuelano e congelou seus bens em território dos EUA.

Também foi decretado pela Casa Brana, que a Venezuela representa uma “ameaça incomum e um problema extraordinário para os Estados Unidos”, informou a Agência Brasil.

Cabello rebateu as acusações do governo norte-americano e voltou a afirmar que os Estados Unidos planejam atacar seu país. "Eles já estão planejando um ataque contra nós”, disse.

Durante uma reunião com representantes do Partido Socialista Unida da Venezuela, o líder destacou que o país não aceitará “medidas de ingerência” e que os Estados Unidos “não têm moral para dizer que na Venezuela se violam direitos humanos”.

Com as novas medidas, já passam de 50 os vistos de funcionários do governo venezuelano suspensos desde o anúncio pela Casa Branca de sanções ao país.

Estados Unidos consideram que o governo de Nicolás Maduro adota medidas antidemocráticas.

Em fevereiro, em resposta às sanções que já haviam sido aplicadas pelo governo norte-americano, a Venezuela resolveu cobrar visto de cidadãos dos Estados Unidos que visitam o país.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150310/383379.html
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18-03-2015, 06:34 PM
Resposta: #10
RE: Países da América Latina apoiam Venezuela contra “imperialismo” dos EUA
EUA introduzem sanções contra altos funcionários da Venezuela


[Imagem: white-house-e1426019442650.jpg]

O presidente dos EUA Barack Obama assinou nesta segunda-feira (9) um decreto sobre a introdução de sanções contra sete altos funcionários venezuelanos devido à “violação dos direitos humanos” e “perseguição de opositores políticos”, disse a Casa Branca.

As medidas atingem representantes das forças de segurança e exército da Venezuela.

As sanções preveem a confiscação de ativos e bens no território dos EUA e a proibição de entrada nos EUA.

Segunda frisa a Casa Branca, as sanções não afetam a economia do país.

O decreto foi assinado em quadro de implementação da lei sobre a defesa dos direitos humanos e sociedade civil da Venezuela, assinada por Obama em dezembro 2014.

Os EUA acusaram repetidamente as autoridades da Venezuela de violação dos direitos humanos no país, perseguição de opositores políticos e estrangulação da mídia.

As autoridades venezuelanas negam estas acusações, afirmando que elas são uma vingança contra a política independente levada a cabo pela Venezuela.

FONTE:http://br.sputniknews.com/mundo/20150309/379519.html
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03-12-2018 03:06 PM
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Teoria da Terra Plana, como assim?
Última Resposta Por: jnana
03-12-2018 01:34 PM
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“Mais Médicos”: nada pessoal; o problema é que Cuba não é transparente.
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
03-12-2018 11:53 AM
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Brasileiros tiram R$ 9 bi da Suíça após Lava Jato.
Última Resposta Por: Aldebarâ
02-12-2018 08:47 PM
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Enquanto para alguns, o salário é uma festa, os demais brasileiros vão definhando...
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
02-12-2018 03:07 PM
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Kosher Nostra: As raízes dos judeus nos EUA
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
02-12-2018 10:27 AM
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O Veneno das Artistas Brasileiras
Última Resposta Por: Cimberley Cáspio
02-12-2018 09:49 AM
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DeepState Bush Pai Nazi Satanista Pedófilo morre aos 94
Última Resposta Por: CaféSemAçúcar
01-12-2018 10:51 PM
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