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Pentágono e Operação Paperclip.
26-02-2013, 08:43 PM
Resposta: #1
Pentágono e Operação Paperclip.
OPERAÇÃO “PAPERCLIP

Porque me proponho a falar desta maquiavélica e bizarra (para nós) operação? Para termos a noção de quem nem sempre nos liberta está a agir honestamente. O aproveitamento desleal e a sede de poder e sabedoria, com o objectivo de dominar tudo e todos, leva o homem a comportamentos falsos e hipócritas. Afinal os libertadores do mundo, à data, não queriam senão mais do que resgatar e aproveitar o conhecimento (dos outros), para proveito próprio. Fizeram-no (dizem eles), ao abrigo de por fim à guerra e da libertação do mundo da tirania de um um homem louco, A. Hitler, porque sabiam do seu poderio, e sabiam do conhecimento muito avançado dos seus cientistas. Penso que a história não se repete, mas de cada vez que vejo forças dos EUA num conflito bélico, começo a questionar-me o porquê da sua intervenção. Aplica-se aqui neste caso a frase: lobo com pele de cordeiro. Vamos estando atentos à NOM pois parece que desde que se desmoronou o Império soviético, a balança ficou em desiquilíbrio, fazendo com que o poderio militar dos EUA não tenha nada nem ninguém para os enfrentar. Talvez pela boca tenha morrido o peixe, se pensavam que seriam os donos do mundo, algo lhes veio travar o ímpeto. Nada mais nada menos do que o "Grande Dragão Amarelo". penso que assim, do mal o menos, pelo menos voltou a existir a força do bom senso em termos de conflitos mundiais, pois a China tem sempre uma palavra a dizer.


[Imagem: media-27703-96973.jpg]


Numa fria manhã de Fevereiro de 1945, o major Robert Staver, do Serviço de Inteligência Militar dos Estados Unidos, desceu no aeroporto de Londres com ordens para se apresentar imediatamente ao Comando de Armas e Munições aliado. Pouco depois ele falava com seus superiores quando foi jogado ao chão por uma formidável explosão no prédio vizinho. Staver tinha sido enviado à Inglaterra para aprender tudo sobre bombas voadoras alemãs e estava sendo recebido pouco amistosamente por uma delas. Mas Staver era um espião arguto, e tinha a sorte ao seu lado. Uma semana depois de sua chegada à Inglaterra as unidades blindadas do III Exército norte-americano entraram em Bonn e capturaram documentos importantes, entre os quais uma lista completa dos principais cientistas que trabalhavam em Peenemünde, a grande base alemã de foguetes. Uma cópia desta lista foi entregue a Staver, que voou com ela para Washington, levando também a duplicata do secretíssimo “Relatório de Oslo”, um apanhado de informações reunidas na Europa ocupada pelos agentes do MI-5 (o Serviço Secreto do governo britânico). No conjunto aqueles documentos definiam o perfil do enorme esforço da Alemanha nazista para desenvolver versões ainda maiores (capazes de atingir o território dos Estados Unidos), do míssil balístico A-4 (o famoso V-2), com os quais bombardeavam Londres e outras cidades inglesas desde Setembro do ano anterior. A análise do material recolhido por Robert Staver foi suficiente para que o Pentágono enviasse, no dia 2 de abril, ordens expressas ao general Eisenhower para a captura dos planos, dos mísseis e, se possível, dos próprios técnicos de Peenemünde. O relatório de instruções, classificado como absolutamente sigiloso, estava marcado com o nome de código de “Operação Paperclip” (Operação Clipe de Papel).


Como surgiu a operação:

Enquanto isto, na enorme e moderníssima estação de pesquisas construídas na foz do Rio Peene, os cientistas alemãs viviam dias de desassossego. Na sua grande maioria não tinham qualquer simpatia pelo governo nazista de Berlim. Sua aventura começara em 1923, quando alguns deles, então simples entusiastas dos foguetes, haviam fundado, em Berlim, a “Associação para Viagens Especiais”. Do Grupo original faziam parte cientistas de renome como Hermann Oberth, Rudolf Nebel e Willy Ley, aventureiros como Max Vallier e jovens entusiastas, como Werner Von Braun. Dos pequenos foguetes dos anos 1920 eles passaram gradualmente a modelos maiores até que, em 1938, foram “descobertos” pelas autoridades militares alemãs. De uma hora para outra receberam dinheiro, ajuda e prioridades técnicas. Ganharam novas instalações em Peenemünde e continuaram trabalhando. Seu país estava em guerra e, por isto, o interesse governamental era mais que justificado. Mas, aos poucos, seus planos de lançar engenhos ao espaço foram sendo preteridos por projectos militarmente mais úteis. Em fins de 1944 aperfeiçoaram o foguete balístico A-4, capaz de levar 1.000 kg de explosivos a 350 km da distância. Por ordem de Hitler aquele engenho foi produzido em série e mudou de nome. Passou a se chamar Vergeltungwaffe nº 2, ou V-2. Os ingleses, que acompanhavam o esforço de longe, decidiram interrompê-lo arrasando as instalações de Peenemünde. Na noite de 18 de Agosto de 1943 um total de 150 bombardeiros pesados da Real Força Aérea (RAF) lançaram sobre Peenemünde mil toneladas de bombas, destruindo quase tudo. Hitler, num acesso de raiva, ordenou a dispersão das fábricas de bombas V-2 e os técnicos de Peenemünde ficaram reduzidos a ensaios com novos modelos ainda maiores daquele míssil, capazes de cruzar o Atlântico e chegar a Nova Iorque.




[Imagem: von+braun.jpg]

O General Dornberger ( a esquerda) e o cientista Werner von Braun (de braço quebrado) no momento em que se entregam aos americanos depois de fugirem de Peeneumünde.

Uma decisão difícil:

Estes ensaios avançaram, mas como admitiram mais tarde os técnicos alemães de Peenemünde , “já não tínhamos mais nenhuma fé na causa do Governo de Berlim”. Pior ainda: eles sabiam que tinham-se transformado em personagens suspeitos para a cúpula nazista e, por pouco, alguns deles - dentre os quais Von Braun - não foram fuzilados por ordem de Hitler. Esta era a situação no dia 3 de Abril de 1945 quando o General Walter Dornberger, Von Braun vários dos seus colegas decidiram deixar Peenemünde. Era impossível continuar ali. Oitenta quilómetros a sudeste os canhões russos já bombardeavam Stetin, enquanto a oeste os blindados dos americanos tomavam Bleicherode. Sua decisão , porém, não foi unânime. Alguns especialistas importantes, como Halther Frolic, Schenost, Waldman, Erich Ptze (Diretor de Produção dos mísseis), Werner Braun (especialista em motores), Erich Muller, Helmuth Gottrup e a maioria dos técnicos de nível médio optaram por seguir as ordens e ficar em Peenemünde. Os demais optaram pela saída. Dornberger, Von Braun e 500 dos seus principais colaboradores embarcaram num comboio de camiões (por falta de gasolina, accionados com álcool de foguete) carregados com toneladas de planos e desenhos e rumaram para o sul. Seu destino: Oberammergau, nos Alpes. Como o próprio Von Braun escreveu mais tarde, “foi uma decisão difícil de tomar. Na minha mesa de trabalho tinha cinco ordens de Alto-comando para permanecer em Peenemünde. E outras cinco mandando que eu saísse de lá. Todas pediam que os planos e instalações fossem destruídos...”. Peenemunde foi tomada na semana seguinte pelo 2º Exército Soviético, comandado por Konstantin Rokossowsky. Mas o comboio de Von Braun, cruzando por rodovias sob bombardeiro, conseguiu milagrosamente chegar intacto a Nordhausen, onde um telefonema avisou-os de que os americanos estavam a apenas 20 quilómetros de distância. Von Braun e seus companheiros concordaram que seria uma estupidez perder tantos anos de pesquisa valiosa. Por isso, rumaram para o sul.


Uma presa valiosa:

Por ordem de Dornberger 14 toneladas de planos foram escondidos numa caverna em Dorton, depois os cientistas fugiram para Obeyoch, perto da fronteira da Áustria. Nessa altura, Robert Staver e o agente Charles L. Stewart estavam firmes na busca aos técnicos foragidos. E tinham de andar depressa, já que os russos aparentemente buscavam a mesma coisa, capturando as instalações de mísseis de Rusterort e Carlsberg, nas proximidades de Frischen, e também as de Memel e Erfurt, na Turíngia. Mas chegaram atrasados à linha de montagem das V-2 na firma Mittelwerk, em Nordhausen. Dias antes, numa verdadeira operação de comandos chefiada pelo Coronel Helger N. Toftoy a 144ª Companhia Motorizada norte-americana “esvaziou” os depósitos de Nordhausen. Dezenas de mísseis V-2, peças delicadas e toneladas de documentos foram embarcados para o Ocidente em composições ferroviárias. O primeiro trem saiu no dia 22 de maio. Mas o ultimo só partiu no dia 31, horas antes da chegada dos russos. Quando, dias depois, Stalin leu o relatório sobre o acontecido, explodiu “Alguém tem de ser responsabilizado por deixar escapar uma presa tão valiosa...”


[Imagem: jupiter+C.jpg]

Von Braun (sentado à direita na foto) apresenta uma maquete do foguete Jupiter C que, em 1958, colocou em órbita o primeiro satélite americano

Rumo aos EUA:

Mas já era tarde. Enquanto em Moscovo Joseph Stalin ordenava uma investigação completa, na França o precioso buletim tecnológico era embarcado em dezasseis navios cargueiros, rumo aos Estados Unidos. Von Braun (com o braço quebrado em um acidente de automóvel) e seus amigos renderam-se a Charles Steward no dia 5 de maio. Tinham passado as últimas semanas fazendo planos mirabolantes de satélites e vôos à lua, num ambiente paradisíaco de florestas, enquanto a sua volta a Alemanha nazista desmoronava-se nos minutos finais. Robert Staver, por ordens superiores, levou seus preciosos “hóspedes“ para Paris e depois para Londres, onde eles foram cuidadosamente guardados até viajarem incógnitos para o Novo México com documentos falsos. Von Braun, por exemplo, viajou com o passaporte de Willian Smith. Nos Estados Unidos a equipe alemã retomou seus laboratórios e instalações e passou a trabalhar para o exército. Gradualmente a vigilância sobre eles foi relaxada e alguns acabaram voltando à Alemanha. Mas a maioria ficou, e deu a sua nova pátria de adopção compensações mais que úteis pelo esforço a eles despendidos. Foram eles que desenvolveram o foguete “Júpiter C” que, em 31 de janeiro de 1958, colocou em órbita o primeiro satélite americano; o foguete “Juno II”, que levou a primeira sonda americana à lua, e os gigantescos foguetes “Saturno”, responsáveis pela primazia americana nos vôos tripulados à lua. Quando isto aconteceu, os custos da “Operação Paperclip” já tinham sido pagos milhares de vezes.


BOA LEITURA E BOM ESTUDO. OBRIGADO A TODOS PELOS POSSÍVEIS COMENTÁRIOS:
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(26-02-2013), A.Xavier (26-02-2013)
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26-02-2013, 09:27 PM (Resposta editada pela última vez em: 26-02-2013 09:30 PM por A.Xavier.)
Resposta: #2
RE: Pentágono e Operação Paperclip.
Von Braun foi um engenheiro extremamente capacitado. Suas criações elevaram a tecnologia a um patamar que para época era quase que surreal.
A operação clipe de papel foi administrada pelos poderosos da Maçonaria e possuía uma gama simbolismos que mostrava essa designação. O próprio Von Braun foi um maçom de 33º grau e era Nazista por 'natureza' por assim dizer e inventor do poderoso foguete V2.

O interesse da operação Paperclip nunca foi apresentado em sua totalidade, sempre houve um certo sigilo sobre a operação, apenas os cabeças sabiam, muito se especulou e até hoje existe um grande debate dos historiadores da II Guerra sobre essa operação que que possuía como carro-chefe o ocultismo da maçonaria.

fonte para pesquisa - PaperClip - Ocultismo

fonte 2 : PaperClip

Excelente post !

Para tirar um coelho da cartola você precisa colocá-lo antes.
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ruicoelho (27-02-2013)
27-02-2013, 07:33 PM
Resposta: #3
RE: Pentágono e Operação Paperclip.
(26-02-2013 09:27 PM)A.Xavier Escreveu:  Von Braun foi um engenheiro extremamente capacitado. Suas criações elevaram a tecnologia a um patamar que para época era quase que surreal.

Boa tarde caro amigo: Em 1980, o Departamento de Defesa dos EUA, mandou elaborar um relatório, que acabou por se tornar, penso que prepositadamente, inconclusivo. Sevia o mesmo para averiguar do conhecimento da CIA sobre a situação dos nazis, que foram resgatados em segredo para a área da investigação militar. A bomba estourou quando Tscherim Soobzokov, um ex-soldado das SS, disse ter advertido a CIA da sua ligação à causa nazi. Os EUA tornaram-se num paraíso para os colaboradores científicos de A. Hitler. Aliás, supõe-se que antes do fim da II guerra, as negociações com estes cientistas envolviam a CIA, e o FBI, no sentido de existir uma protecção pessoal para os cientistas, caso estes colaborassem com seus conhecimentos avançados.
Episódio particularmente importante para os EUA foi a captura de Von Braun, um dos principais projectistas alemães que trabalharam no desenvolvimento do foguete V-2. Von Braun participou activamente no programa de mísseis balísticos dos EUA e, depois, nos primeiros passos do programa espacial dos EUA. Foi ele que projectou o lançador Saturno V que levaria mais tarde as naves Apollo à Lua. Sobre a matéria em questão aconselho vivamente o fantástico livro "ASCENSAO DO QUARTO REICH de MARRS, JIM, editora LUX-CITANIA (Portugal) COLOQUEI O LIVRO COMO ANEXO NO FINAL DA RESPOSTA.


Episódio importante sobre o famoso "SINO" nazi. Transcrevo na integra o artigo para quem estiver interessado nesta temática.

[Imagem: image2.png]

Aconselho vivamente a leitura atenta do texto, pois tem a informação mais importante sobre um dos episódios mais enigmáticos da sofisticada e futurista investigação cientifica do 3º Reich, (Reino). O avança tecnológico era tão grande que os próprios militares e cientistas americanos, ficaram espantados com a descoberta do "SINO" Leitura demasiado importante embora densa, mas vale a pena perder um pouco de tempo e analisar o texto. Boa leitura e, caso queiram comentar, pois aqui estamos todos de espírito aberto.



“Armas, Ciência e Tecnologia Suprimidas e Ainda Secretas de Hitler”


-Ver o video abaixo do texto- ( Ovni Nazi : Documentário Legendado)



Não é segredo que os nazistas desenvolveram os experimentos e as superarmas mais macabras já vista pela Humanidade. Entre elas está esse “Sino”. Claro, não é um sino comum. Você vai ver nesse post o porquê ele se tornou tão temido e desejado depois que a Guerra terminou. Confira o mistério do Sinistro Sino Nazista:
Nos anos 40, nazistas teriam desenvolvido aparelho que causava macabros efeitos de campo. Qual era seu propósito e o que houve com ele?
Sabe-se que os nazistas tentaram construir aeronaves em formato de disco. O objeto em questão, à primeira vista, pode parecer o projeto de uma aeronave não tripulada. Mas não se engane.
O Sino (em alemão, Die Glocke) está na lista de superarmas de Hitler (Wunderwaffe). Seu projeto era tão secreto, que até hoje não ficou claro se Hitler tinha conhecimento dele ou não.
O Sino aparece no documentário “OVNI Nazista” (“Nazi UFO Conspiracy”), do Discovery Channel, e foi trazido a público pelo jornalista polonês Igor Witkowski. O jornalista e escritor militar Nick Cook tornou-o ainda mais popular, assim como Joseph P. Farrell. Muitos o associam ao ocultismo nazista, antigravidade, pesquisa de energia em ponto zero, etc., enquanto outros duvidam de sua existência – como o ex-cientista aeroespacial David Myhra.
Em 2000, Witkowski publicou o livro “A Verdade sobre a Wunderwaffe” (“Prawda O Wunderwaffe”, lançado em alemão como “Die Wahrheit über die Wunderwaffe”) e alegava a existência do que chamou de “sino nazista”. Ele escreveu que descobriu a existência do Sino ao ler transcrições do interrogatório de Joseph Sporrenberg, ex oficial da SS, feito em 1950/51, quando Sporrenberg foi preso na Polônia e interrogado pela KGB e depôs numa corte de crimes de guerra polonesa. O escritor diz que as transcrições confidenciais lhe foram mostradas em agosto de 1997 por um contato da inteligência polonesa que alegava ter acesso a documentos do governo polonês sobre armas nazistas secretas. Witkowski diz que só foi autorizado a transcrever os documentos, não podendo fotocopiá-los.
Embora não existam evidências que comprovem as alegações do escritor, elas ganharam um público maior com “A Caça pelo Ponto Zero” (“The Hunt for the Zero Point”), no qual o britânico Cook acrescentou suas próprias especulações sobre as alegações de Witkowski. Em 2003, o livro de Witkowski foi lançado em inglês, “The Truth about the Wunderwaffe”, traduzido por Bruce Wenham.
Cientistas do Terceiro Reich trabalhando para a SS numa instalação alemã conhecida como “O Gigante” (“Der Riese”) próxima à mina Wenceslau, perto da fronteira com a República Tcheca, teriam criado o Sino. A mina fica a 50 quilômetros de Breslau, uma pequena vila norte de Ludwikowice (antes conhecida como Ludwigsdorf). Cook e Witkowski visitaram o local para o Documentário “UFOs: the Hidden Evidence”, da TV britânica Channel 4.
O objeto é descrito como tendo a forma de um sino – daí seu nome -, feito de um metal duro e pesado, com 2,75 m de diâmetro e de 3,65 a 4,6 m de altura. Segundo Cook, o Sino continha dois cilindros que giravam ao contrário um do outro e estariam cheios de “uma substância parecida com mercúrio de cor violeta”. O líquido metálico era chamado de Xerum 525 e era cuidadosamente “armazenado em uma ‘garrafa térmica’ fina com um metro de altura forrada com [3 cm de] chumbo”. Outras substâncias seriam empregadas nos experimentos e eram chamadas de “metais leves” (Leichtmetall), como peróxidos de tório e berílio. De acordo com Cook, o Sino emitia forte radiação quando acionado – efeito que teria causado a morte de vários cientistas além de plantas e animais sujeitos a testes.
Segundo Sporrenberg, o projeto correu sob os codinomes “Laternenträger” e “Chronos” e sempre envolvia Die Glocke.
Baseado em indicações externas, Witkowski especula que as ruínas de uma estrutura metálica (chamada de “Henge”) na vizinhança da mina Wenceslau pode ter servido para testes em um experimento sobre “propulsão antigravitacional” gerada pelo Sino. Para outros, a estrutura abandonada não passou de uma torre de refrigeração industrial comum. Falaremos a respeito mais adiante.
As alegações de Witkowski e as especulações de Cook geraram mais conjecturas sobre a máquina. Escritores como Jim Marrs, Henry Stevens e Joseph P. Farrell incluíram o Sino em suas obras. Segundo Farrell, o dispositivo era tão importante para os nazistas que eles assassinaram 60 cientistas que trabalharam no projeto e os enterraram numa cova coletiva. O General Sporrenberg foi encarregado dos assassinatos e, posteriormente, foi levado à corte polonesa de crimes de guerra por assassinar seu próprio pessoal no que se tornaria território polonês – e é através de seu depoimento que hoje sabemos sobre o Sino.


[Imagem: henge1.jpg]



Num vale próximo Da cidade de Ludwikowice, no sul da Polônia existe uma estrutura circular chamada The Henge ou Armadilha de moscas. Nessa região existem alguns tÚneis subterrâneos, dois anéis que circundam a região debaixo da Terra com acesso a bases subterrâneas com salas e diversos equipamentos. Para estes teóricos nesta estrutura circular era testado o Die Gloke, ou "O Sino". Era um projecto totalmente secreto, era tão secreto que nem ao menos Hitler tinha total conhecimento do mesmo. Este projecto consistia num Sino de cerâmica e metal, com três metros de altura e um metro e meio de diâmetro. Este sino seria para produzia alata energia magnética. Para voar não seria dinamicamente interessante pois geraria muito atrito o que reduziria muito sua velocidade. Então para que serviria? Alguns teóricos acreditam que seria uma máquina do tempo. Como um conhecido actualmente como "acelerador de partículas" que consegue fazer coisas desaparecerem e reaparecerem. Esta máquina usaria a gravidade aliada com magnetismo parar acelerar partículas e conseguir velocidades inimagináveis e até mesmo viajar no tempo, que como disse Albert Einstein, seria teoricamente possível. O tempo pode ser reduzido quando se movemos muito rápido. Passa o tempo relativamente mais devagar do que do jeito que nós imaginamos que está indo. Porém o projecto do Sino nunca foi levado para frente segundo os documentos nazis. Na verdade assim que os aliados chegaram tudo havia desaparecido, tudo sobre o projeccto, incluindo o Sino e seu comandante, o general da SS, Hans Kammler. Teria o general Kammler junto a outros oficiais nazis desaparecido com a ajuda do Sino viajando no tempo ou indo talvez para outro planeta? Todos os engenheiros e cientistas que participaram do processo e ainda foram encontrados foram fuzilados pela SS. Mas foi encontrado um recado junto dos participantes do projecto antes de serem fuzilados. Um recado vindo da líder. Maria Orsitsch. que dizia -Juntos no local combinado- Para os teóricos ele, com ajuda extraterrestre salvaria a todos. Seria um local em Hamburgo. Nesta época um OVNI foi avistado pro alguns moradores em Hamburgo. Depois disso Maria e diversos outros membros da Sociedade Vril desapareceram. Por anos foi dito por ex-membros da Vril que todos haviam fugido para outro planeta.
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No livro “Armas, Ciência e Tecnologia Suprimidas e Ainda Secretas de Hitler” (“Hitler’s Suppressed and Still-Secret Weapons, Science and Technology”), de 2007, Stevens especula que o Sino continha mercúrio vermelho e descreve histórias alegando que um espelho côncavo no topo do dispositivo permitia a visão de “imagens do passado” durante sua operação.
Witkowski especulou que o Sino foi parar numa “nação sul-americana amigável aos nazistas”. Para Cook, a máquina foi para os Estados Unidos como parte de um acordo com o General Hans Kammler, da SS. Para Farrell, o Sino foi recuperado por militares próximo a Kecksburg, EUA. Também há quem acredite que os nazistas o destruíram pouco antes do fim da II Guerra a fim de evitar que os Aliados o encontrassem e dominassem sua tecnologia. Exploraremos estas possibilidades mais adiante. Vamos, por enquanto estudar os efeitos de operação e objetivos do Sino.
Quando era operado, era acionado por apenas um ou dois minutos por consumir muita energia e pelos efeitos eletromagnéticos e radioativos. Vários cientistas morreram em sua primeira operação. Em testes subsequentes, plantas e animais como ratos foram expostos ao Sino e se decompuseram em forma de uma gosma escura sem apresentar a putrefação normal em questão de minutos ou horas após a exposição.
Durante os testes, o Sino emitia um brilho azul e o pessoal era mantido de a 150 ou 200 metros do Sino, protegidos por toneladas de rochas. Os técnicos mais próximos disseram sentir um gosto metálico na boca enquanto o aparelho estava ligado. A câmara na qual o dispositivo era testado era revestida com blocos de cerâmica e camadas de borracha. A borracha era retirada e queimada após cada teste e a câmara era lavada com salmoura por prisioneiros de campos de concentração próximos.
A rotação do objeto, o Xerum 525 e os efeitos de campo sugerem que os alemães pesquisavam as propriedades inerciais e de vórtice de material radioativo sujeito a rotação de alta velocidade.
É possível que esta rotação fosse causada pela passagem de corrente – por isso o consumo tão alto de energia elétrica – mas a possibilidade de rotação mecânica não deve ser excluída por conta disso, já que os progressos alemães em turbinas a jato e centrífugas de urânio teriam dado a eles a experiência para construir turbinas de altíssima velocidade para girar o material de estudo. Neste sentido, é possível que o Sino não passasse de duas turbinas de altíssima velocidade que cujos sentidos de rotação eram contrários – algum tipo de turbina eletromecânica de altíssima velocidade, talvez uma ramificação do desenvolvimento de tecnologia de centrífugas alemãs.
O armazenamento do dispositivo numa câmara subterrânea de 30 m² revestida com blocos de cerâmica e camadas de borracha sugere que ele emitia grande calor e efeitos de campo eletromagnéticos e eletrostáticos extremamente fortes quando operado. O relato de gosto metálico na boca dos poucos que sobreviveram também dá força à teoria. O decaimento rápido sem putrefação aparente de material orgânico em seu campo de influência sugere efeitos que alguns associariam a ondas escalares.
“Uma substância cristalina se formava dentro dos tecidos, destruindo-os a partir de dentro; líquidos, incluindo sangue, viravam uma geleia e se separavam em frações claramente destiladas”, contou Sporrenberg. “Pessoas no programa também sofriam de problemas para dormir, perda de memória e equilíbrio, espasmos musculares e um gosto ruim permanente na boca.” As plantas perdiam toda a clorofila e ficavam brancas. Poucas horas depois, morriam.
Melhorias de equipamento tornaram o Sino menos letal. Mas, apesar da roupa protetora, cinco dos sete cientistas envolvidos posteriormente morreram com sintomas mencionados acima.
E o que era o Xerum 525? À primeira vista, parece ser algum isótopo radioativo de mercúrio ou uma substância radioativa numa solução química. Vale notar que um estranho óxido de mercúrio conhecido como “mercúrio vermelho” pode ter grandes propriedades de emissão de nêutrons quando sujeito a estresse explosivo repentino, podendo ser uma maneira sem fissão de iniciar as enormes reações de fusão de bombas de hidrogênio, além de ser capaz, por conta própria, de explosões de fissão de poucos kilotons. Talvez os nazistas tenham tropeçado numa substância similar durante a guerra.
“Henge” Em agosto de 2005, o investigador alemão e oficial de pessoal da GAF Gerold Schelm visitou o “Henge” e divulgou suas descobertas três meses depois. Ele acredita ter desacreditado esta parte da história, demostrando uma estrutura similar foi descoberta na cidade polonesa de Siechnice, tratando-se apenas da estrutura de uma torre de refrigeração. Ele até mostrou uma imagem da torre completa para comparação.
“As semelhanças entre a estrutura de concreto conhecida como ‘The Henge’ e a estrutura de base desta torre em Siechnice são óbvias. Apesar do número de colunas não ser o mesmo (2 em Siechnice e 11 em Ludwikowice), estou certo de que até suas dimensões são quase as mesmas. As características de construção são exatamente as mesmas, levando à presunção de que a torre de refrigeração e ‘The Henge’ foram construídos usando os mesmos planos, talvez até a mesma empresa de construção. Não tive sorte em descobrir quando a torre de refrigeração em Sciechnice foi erguida, mas está em condições muito boas e acho que foi construída após a II Guerra Mundial, talvez nos anos 60 ou 70″, declarou Schelm.
Witkowski indicou a Cook alguns parafusos metálicos visíveis sobre o topo da estrutura acima de cada coluna. Witkowski concluiu que tais parafusos absorveram a força física de um aparato pesado que estava no centro da estrutura – possivelmente, o Sino.
“Comparando os detalhes de ‘The Henge’ e da torre de refrigeração em Sciechnice, o propósito dos parafusos mencionados por Witkowski se torna claro: A construção metálica superior da torre de refrigeração está apoiada exatamente sobre estes 12 parafusos, visíveis no topo de cada coluna como em ‘The Henge’. Desculpe-me, Sr. Witkowski, mas, neste ponto, sua teoria vai ralo abaixo. A estrutura de concreto à qual o senhor se referiu como ‘equipamento para testes’ para o ‘Sino nazista’ não passa das ruínas de uma torre de refrigeração. E, levando este fato em consideração, parece muito plausível que a usina de força no limite norte do vale, próximo à ‘Fabrica’, tivesse uma torre de arrefecimento, e um bom local para erguer esta torre de refrigeração teria sido o banco próximo à ‘Fabrica’. A ‘Fabrica’, o que quer que tenha produzido, obviamente precisaria de grandes quantidades de eletricidade. E num lugar bem remoto. Teria sido factível construir uma usina de força próximo à fábrica, produzindo a eletricidade necessária a partir do carvão da Mina Wenceslau. Como o próprio Cook escreveu, havia uma usina de força no limite do vale, e Witkowski mostrou-a a ele.” Mais palavras de Schelm.
Quando Cook perguntou a Witkowski o que era, Witkowski disse não ter certeza. “Mas o que quer que seja – o que quer que tenha sido – acredito que os alemães conseguiram completar. Com esta luz, é difícil ver, mas parte da pintura verde original permanece. Você não camufla algo que não está terminado. Não faz sentido”, completou o polonês.
Posteriormente, ele disse acreditar ser um local de testes. Cook escreveu: “Não concordei com a tese de local de testes de Witkowski, mas, novamente, não estava recusando-a também.”
Witkowski mostrou a Cook que o chão na área da estrutura havia sido cavado à profundidade de um metro e forrado com os mesmos ladrilhos de cerâmica que Sporrenberg descreveu haver na câmara que continha o Sino.
“Eu havia trazido uma pequena pá dobrável e comecei a cavar em três ou quatro lugares dentro da circunferência de ‘The Henge’. Não encontrei nada. Apenas a própria terra, cheia de minhocas, insetos e raízes de ervas daninhas”, contou Schelm.
Não acredita-se que Witkowski tenha comentado sobre a estrutura em Siechnice. Schelm comentou sobre a pintura na estrutura em Ludwikowice: “Quando olhei entre as colunas, notei na borda sudoeste da ruína o que pode ter sido um aro de concreto, chegando ao entorno de ‘The Henge’ num diâmetro ligeiramente maior e cerca de 3 metros fora do círculo de colunas. Uma porção de cerca de 4 metros do aro sobrava. O resto do aro não estava acessível por conta do mato ou foi demolido há muito tempo. O aro de concreto havia sido pintado com a mesma tinta turquesa que havia sido usada para toda a estrutura.”
Joseph Farrell comentou em seu livro “A Irmandade SS do Sino” (“SS Brotherhood of the Bell”), de 2006: “Witkowski também forneceu a este autor mais informações que não estavam disponíveis quando seu livro foi publicado. Rainer Karlsch, historiador alemão que recentemente publicou um livro sobre o programa nuclear de Hitler, também mencionou em seu livro que uma equipe de físicos de uma universidade alemã (em Giessen) realizou pesquisas em Ludwikowice, isto é, ‘The Henge’. O resultado é tal que há isótopos na construção (no reforço) que só podem ser o restado de irradiação por um forte feixe de nêutrons, de forma que deve ter existido algum dispositivo acelerando íons, principalmente íons pesados. Poderia ser calculada qual era a intensidade de radiação em 1945 e geralmente foi muito alta. Em outras palavras, o que quer que tenha sido testado em ‘The Henge’ – e há indicação de que era o Sino – não apenas requeria uma estrutura robusta para segurá-lo mas também emitia radiação forte e pesada.”
Mas ‘The Henge’ não pode ser parte de uma torre de arrefecimento que foi utilizada para testar o Sino?
Kammler Uma chave para entender os segredos do Sino é o engenheiro e administrador alemão Hans Kammler que começou como servidor civil no ministério aéreo do Reich e cuja ambição o levou a SS, onde se tornou chefe das divisões de construção e obras que comandavam os campos de concentração.
Albert Speer, ministro de armamentos de Hitler, notou que Kammler era “loiro, de olhos azuis, astuto, sempre vestido corretamente e bem criado … capaz de decisões inesperadas a qualquer minuto”. Era a SS, não a Luftwaffe (força aérea), que controlava o programa de armas secretas nazista e Kammler, um engenheiro qualificado, logo ficou seriamente envolvido.
Kammler era famoso por sua esperteza e crueldade. 20 mil escravos morreram criando o vasto complexo de galerias sob as montanhas Harz, na Alemanha, onde Kammler supervisionou a produção de foguetes V1. Em um dia de março de 1945, os guardas enforcaram 52 pessoas na galeria 41, amarrando uma dúzia por vez a uma viga que era levantada por um guindaste. Os próximos na fila eram obrigados a assistir. Essa crueldade era a marca de Kammler.
Sua carreira incluiu a demolição das ruínas deixadas pela repressão sangrenta ao levante do Gueto de Varsóvia e o esboço arquitetônico do campo de Auschwitz, incluindo a fabricação dos fornos e das câmaras de gás.
Em 28 de fevereiro de 1945, Kammler colocou um piloto dentro de um pequeno míssil pilotado chamado Natter. O Tenente Lothar Siebert, da Luftwaffe, se tornou a primeira pessoa a ser lançada verticalmente em um foguete. Após subir 330 pés a “bolha” da cabine se desprendeu e decapitou o piloto. A 1.600 pés, o Natter falhou e começou a cair, finalizando a infeliz estreia do lançamento vertical tripulado.
Kammler chegou a general da SS a cargo não só de todos os programas de misseis e aeronaves, mas também de sua própria pesquisa e grupo de reflexão. Ele montou sua operação secreta no vasto complexo industrial Skoda, na Tchecoslováquia – país que a SS considerava como seu próprio domínio privado.
Sem dúvida, os segredos eram a garantia de segurança de Kammler após o fim da guerra. Em meados de abril de 1945, ele sumiu do mapa – junto com o Sino. Mesmo sendo um líder nazista, longas buscas nos Arquivos Nacionais dos EUA não encontram nenhuma menção a ele. Como pode o indivíduo mais poderoso fora do círculo íntimo de Hitler ter sido esquecido tão facilmente?
Kammler era famoso por sua esperteza e crueldade. 20 mil escravos morreram criando o vasto complexo de galerias sob as montanhas Harz, na Alemanha, onde Kammler supervisionou a produção de foguetes V1. Em um dia de março de 1945, os guardas enforcaram 52 pessoas na galeria 41, amarrando uma dúzia por vez a uma viga que era levantada por um guindaste. Os próximos na fila eram obrigados a assistir. Essa crueldade era a marca de Kammler.
Sua carreira incluiu a demolição das ruínas deixadas pela repressão sangrenta ao levante do Gueto de Varsóvia e o esboço arquitetônico do campo de Auschwitz, incluindo a fabricação dos fornos e das câmaras de gás.
Em 28 de fevereiro de 1945, Kammler colocou um piloto dentro de um pequeno míssil pilotado chamado Natter. O Tenente Lothar Siebert, da Luftwaffe, se tornou a primeira pessoa a ser lançada verticalmente em um foguete. Após subir 330 pés a “bolha” da cabine se desprendeu e decapitou o piloto. A 1.600 pés, o Natter falhou e começou a cair, finalizando a infeliz estreia do lançamento vertical tripulado.
Kammler chegou a general da SS a cargo não só de todos os programas de misseis e aeronaves, mas também de sua própria pesquisa e grupo de reflexão. Ele montou sua operação secreta no vasto complexo industrial Skoda, na Tchecoslováquia – país que a SS considerava como seu próprio domínio privado.
Sem dúvida, os segredos eram a garantia de segurança de Kammler após o fim da guerra. Em meados de abril de 1945, ele sumiu do mapa – junto com o Sino. Mesmo sendo um líder nazista, longas buscas nos Arquivos Nacionais dos EUA não encontram nenhuma menção a ele. Como pode o indivíduo mais poderoso fora do círculo íntimo de Hitler ter sido esquecido tão facilmente?
“Foi só quando observei a única fotografia de guerra que existe de Kammler em seu uniforme de general, andando em direção à câmera, seu quepe com o emblema da cabeça da morte suficientemente para um lado para trair mais que uma pitada de vaidade, que comecei a entender. Kammler era louro. Tire o uniforme, e ele poderia ter sido qualquer homem europeu de 40 anos. No caos do colapso do Reich, Kammler poderia ter ido a qualquer lugar, assumido qualquer personagem, e ninguém teria notado”, escreveu Cook em seu livro.
Kammler, que havia movido seu QG para Munique, contou a Speer que ofereceria “aviões a jato e foguetes” aos estadunidenses. Ele também deixou escapar que tinha “outros desenvolvimentos” na manga.
Provavelmente, ele voltou para seu “grupo de projetos especiais”, na Tchecoslováquia, ao invés de simplesmente esperar a chegada dos estadunidenses a Munique. Ele tinha dois motivos para esta jornada arriscada: recuperar os documentos e projetos e escondê-los antes de fazer o acordo que lhe daria liberdade.
Embora Skoda ficasse na zona de ocupação soviética, tropas dos EUA tinham o controle do local seis dias antes do Exército Vermelho aparecer. Tempo mais do que suficiente para remover algo que você queira e já soubesse que estava lá. Ou ignorar, se já tiver pego. Os estadunidenses pareciam indiferentes quanto a informações sobre Kammler. Será que ele já tinha selado o acordo?
Segundo Sporrenberg, o Sino foi retirado por uma equipe especial de evacuação da SS logo antes da chegada dos russos. Foi aí que mais de 60 cientistas do projeto foram cruelmente assassinados para preservar o segredo. Para onde o Sino foi levado?
Uma possibilidade era usar os portos adriáticos no norte que ainda estavam sob controle alemão. Um comandante de U-boat pode ter evacuado pessoal e carga pelo mar. Outra possibilidade era usar um Ju-390, um avião de transporte pesado com seis motores usado por um grupo especial da força aérea alemã, que era mantido para fins de evacuação. Ele poderia estar com uma bandeira inimiga ou neutra. Acredita-se, também, que eles podem ter sido levados para a Base 211, em Neu Schwadenland, Antártida. Outros apontam a Noruega, onde as tropas alemãs ainda detinham território.
De qualquer forma, Kammler tinha os meios para mover milhares de toneladas de documentos, equipamento e pessoal para qualquer lugar que quisesse. Ao fim da II Guerra Mundial, por meio de tecnologia nazista que nunca viu a luz do dia, os EUA podem ter adquirido conhecimento do tipo mais perigoso.
Uma outra ideia muito difundida é a de que o Sino foi destruído pelos nazistas para impedir que os Aliados se apoderassem de sua tecnologia.
Kammler teria pedido a um assistente para atirar nele antes que pudesse ser capturado pelos russos. Também há quem defenda que ele encontrou seu fim na Tchecoslováquia num tiroteio com partidários.
Kecksburg Em 9 de dezembro de 1965, uma bola de fogo grande e brilhante foi vista por milhares de pessoas em, pelo menos, seis estados dos EUA e Ontário, Canadá. O objeto riscou o céu sobre a região de Detroit, Michigan, e Windsor, Ontário. Foi relatado que ele deixou cair destroços metálicos quentes sobre Michigan e o norte de Ohio queimando gramados. Estrondos sônicos ouvidos no oeste da Pensilvânia foram atribuídos ao objeto. A imprensa presumiu ser um meteoro após autoridades descartarem explicações como acidente aeronáutico, teste de míssil e reentrada de satélite.
Testemunhas na pequena vila de Kecksburg, Pensilvânia, a cerca de 48 km de Pittsburg, disseram que algo atingiu um bosque. Um garoto disse ter visto o objeto pousar. Sua mãe viu uma fumaça azul saindo do bosque e alertou as autoridades. Outras pessoas disseram ter sentido uma vibração e “uma pancada” na hora aproximada da queda do objeto.
Outras pessoas de Kecksburg, incluindo bombeiros voluntários disseram ter encontrado um objeto com a forma de uma bolota (ou um sino) e do tamanho de um Fusca. Também se disse haver uma escrita lembrando hieróglifos egípcios numa banda ao redor da base do objeto. Posteriormente, uma intensa presença militar, principalmente do Exército, assegurou a área, mandando civis saírem, e removeu o objeto com num caminhão. No momento, porém, os militares disseram que fizeram uma busca na região mas não encontraram nada.
O “Tribune-Review”, da vizinha Greensburg tinha um repórter no local e sua manchete no dia seguinte era “Objeto voador não identificado cai perto de Kecksburg – Exército cerca área” (“Unidentified Flying Object Falls near Kecksburg – Army Ropes off Area”). Segundo o artigo, “A área onde o objeto pousou foi imediatamente fechada por ordem de autoridades do Exército dos EUA e da Polícia Estadual, declaradamente em antecipação de uma ‘inspeção detalhada’ do que pode ter caído? Autoridades da Polícia Estadual presentes ordenaram que a área fosse cercada para aguardar a esperada chegada de engenheiros do Exército dos EUA e, possivelmente, de cientistas civis”. Contudo, uma edição posterior do jornal afirmou que as autoridades declararam não ter encontrado nada ao realizar uma busca na área.
O incidente ficou conhecido como “Roswell da Pensilvânia”.
A explicação oficial para a bola de fogo é um meteoro de tamanho médio. Quanto ao objeto, se ele realmente existiu, variam de nave extraterrestre a restos do satélite soviético Cosmos 96 – que tinha forma parecida com a do objeto relatado.
Porém, em 1991, o Comando Espacial dos EUA conclui que o Cosmos 96 caiu no Canadá cerca de 13 horas antes do avistamento da bola de fogo. “Posso te dizer categoricamente que não há maneira de qualquer detrito do Cosmos 96 ter pousado na Pensilvânia por volta das 16h45 [hora aproximada da queda]” afirmou o cientista chefe de detritos orbitais do Centro Espacial Johnson, da NASA, Nicholas L. Johnson em entrevista a Leslie Kean em 2003. “A mecânica orbital é muito rígida.”
Em dezembro de 2005, a NASA afirmou ter estudado o objeto e concluído tratar-se de um satélite russo, mas disse que seus arquivos sobre o caso estavam perdidos desde os anos 1990.
Teria o Sino nazista realmente ido para os EUA após a II Guerra e, por algum motivo, caído num bosque na Pensilvânia em 1965?
Stargate Qual era, afinal, o propósito do sinistro Sino?
No livro “Sociedades Secretas” (“Secret Societies”), Jan Van Helsing alega que, numa reunião que contou com membros de várias ordens secretas (Vril Gesellschaft, Sociedade Thule, elite da SS do Sol Negro) e dois médiuns, dados técnicos para a construção de uma máquina voadora foram recebidos com mensagens que teriam vindo do sistema estelar de Aldebaran.
Segundo Sporrenberg, o Sino estava associado a “Compressão de vórtice” e “separação de campos magnéticos”. Outra fonte mencionou “polarização de giro” e “ressonância de giro”. Conforme Witkowski indicou a Cook, “princípios físicos que estavam associados à nova onda de pioneiros de gravidade e antigravidade – pessoas como o Dr. Evgeny Podkletnov.”
Era isso? O Sino era um dispositivo antigravitacional? Se fosse, seria o bastante para Kammler seduzir os vencedores da guerra.
Um dos contatos científicos de Cook em “A Caça ao Ponto Zero” era “Dr. Dan Marckus”. Cook disse ter mudado o nome dele e que se tratava de “um cientista iminente ligado ao departamento de física de uma das universidades britânicas mais conhecidas”. Para “Marckus”, o Sino era algo ainda mais espetacular.
Abaixo, palavras de Cook em “Caça pelo Ponto Zero”.
“Pouco antes de eu embarcar em meu voo para Munique, olhei meu celular procurando mensagens. Havia quatro e Dan Marckus havia deixado três delas. O que quer que estivesse em sua mente, eu sabia que era importante porque, pela primeira vez, Marckus estava me perseguindo.
Com um olho no portão de embarque e outro no relógio, eu retornei a ligação dele.
Mesmo com o alvoroço de movimento no hall de embarque e a estática de uma linha ruim, eu poderia dizer que algo havia ocorrido.
‘Eu sei o que eles estavam tentando fazer’, ele disse simplesmente.
Meu tom atenuou-se. ‘Ok, continue. Estou ouvindo.’
‘Eles estavam tentando criar um campo de torção.’
‘O que é um campo de torção?’
‘Laternenträger significa portador da lanterna. Mas é o segundo codinome que é a pista. Chronos. Você sabe o que isso significa, não sabe?’
‘Sim, Dan. Eu sei o que significa. O que é um campo de torção? O que ele faz?’
‘Se você gerar um campo de torção de magnitude suficiente, a teoria diz que você pode curvar as quatro dimensões do espaço ao redor do gerador. Quando você curva o espaço, também curva o tempo. Agora você entende o que eles estavam tentando fazer?’
Eu não disse nada. Foi Marckus que fechou a volta [completou o raciocínio].
‘Eles estavam tentando construir uma maldita máquina do tempo’, ele disse.”
Cook conclui: “De fato, os nazistas estavam tentando construir um ‘Stargate’!”
Em seu livro, Stevens escreveu sobre uma conversa no início dos anos 60 entre um amigo de seu pai e seu chefe na NASA, Otto Cerny, um cientista alemão que participou da Operação Clipe de Papel, na qual a CIA enviou mais de 700 cientistas alemães para os EUA sem o conhecimento do Departamento de Estado. De início, Cerny era vago sobre seu trabalho anterior, “experimentos estranhos sobre a natureza do tempo”. Porém, depois, ele desenhou uma estrutura feita de um círculo de pedras com um anel ao redor do topo com um segundo anel no qual algo era pendurado. Em um ponto da conversa, Cerny descreveu algo similar a um espelhos côncavo no topo do dispositivo que permitia que “imagens do passado” fossem vistas durante sua operação. Ele alegou que era possível “voltar e presenciar coisas”, mas não avançar.


Texto integral extraido e compilado do: BLOG DO ASTRONOMO (http://blogdoastronomo.wordpress.com/)




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A.Xavier (27-02-2013)
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