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Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
11-02-2015, 06:17 PM (Resposta editada pela última vez em: 11-02-2015 06:20 PM por Guigo Xavier.)
Resposta: #1
Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
[Imagem: CHARGE500e-adilson.GIF]


Dando continuidade ao tópico feito ontem: http://forum.antinovaordemmundial.com/To...-nacionais

Gostaria de trazer algumas informações que se sucederam em forma de respostas, mas gostaria de dar uma valorizada nelas por serem de muita relevância.

Como sempre, quando se abre uma divergência, nós nos empenhamos mais em buscar mais informações sobre o tema. Nesse caminho, consegui fazer uma junção interessante que, a meu ver, confirma a tese de que os EUA (marionete máxima da elite sionista), está por trás da desvalorização abrupta da empresa petroleira brasileira.

Primeiramente, gostaria de deixa um vídeo muito bom sobre as interferências estadunidenses, principalmente, sobre os países que detêm reservas de petróleo.
No vídeo é indicado alguns pontos importantes sobre líderes que buscavam melhorar seus países e foram boicotados ou assassinados por interesse americano.





Feita essa introdução, percebo que essas ações se assemelham em muito com as que estamos vivenciando no nosso país.

Em meados de 2013, Edward Snowden publicou documentos que comprovam a espionagem dos EUA na Petrobrás.

Petrobras também foi espionada pelos EUA

Documentos apresentados pelo programa Fantástico, neste domingo 8, mostram que a rede privada de computadores da petrolífera brasileira e cooperativa de mais de 10 mil bancos foram alvos da NSA

por Redação — publicado 09/09/2013 10:10

Reportagem veiculada neste domingo 8 pelo programa Fantástico, da TV Globo, diz que documentos vazados pelo ex-consultor de informática Edward Snowden indicam que a rede privada de computadores da Petrobras foi monitorada pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA). Além da petrolífera brasileira, os documentos apontam espionagem no Google (no provedor de emails e serviços de internet), na diplomacia francesa e a rede do Swift, cooperativa que reúne mais de dez mil bancos de 212 países e regula as transações financeiras internacionais por telecomunicações.

Para cada um dos alvos existe uma pasta que reúne todas as comunicações interceptadas e os endereços de IP, a identificação de computadores ligados à rede privada, que deveriam estar imunes a esses ataques.

A classificação de segurança do documento é "ultrassecreto", liberado apenas para quem os norte-americanos chamam de "five eyes" (cinco olhos), os cinco países aliados na espionagem: Estados Unidos, Inglaterra, Austrália, Canadá e Nova Zelândia.

A reportagem foi co-elaborada por Glenn Greenwald, o jornalista do The Guardian que teve acesso ao material liberado por Snowden em junho deste ano. A extensão do monitoramento não pode ser dimensionada, segundo o programa, que também diz não poder afirmar se os conteúdos da estatal foram acessados.

Em resposta ao programa, a NSA disse: "Nós não usamos nossa capacidade de espionagem internacional para roubar segredos comerciais de companhias estrangeiras para dar vantagens competitivas a empresas americanas." A Agência não quis comentar os trechos onde a Petrobras é citada.

A Petrobras informou, por meio da assessoria de imprensa, que não irá comentar suposta espionagem pelos Estados Unidos.

Espionagem à Dilma
Na semana passada, o programa Fantástico havia denunciado que os norte-americanos monitoraram conversas da presidenta Dilma Rousseff com assessores diretos. O governo brasileiro cobrou explicações formais e por escrito dos Estados Unidos.

O material contradiz as afirmações da NSA de que não faz espionagem por motivos econômicos - e reafirmado em nota divulgada essa semana no jornal The Washington Post, onde o Departamento de Defesa, ao qual a NSA está ligada, afirma que nenhum tipo de espionagem econômica é realizado, incluindo o cibernético.

Entretanto, nos documentos é possível observar um treinamento de novos agentes no passo a passo para acessar e espionar redes privadas de computador, redes internas de empresas, governos e instituições financeiras.

Em São Petersburgo, na Rússia, a presidenta Dilma Rousseff disse que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se comprometeu assumir a responsabilidade direta pela investigação das denúncias de espionagem a dados pessoais dela, de assessores e de cidadãos do Brasil. Os dois tiveram um encontro, paralelo às atividades da 8ª Cúpula do G20.

"Obama assumiu responsabilidade direta e pessoal pela investigação das denúncias de espionagem”, disse Dilma antes de embarcar de volta para o Brasil. "O presidente Obama se comprometeu a responder ao governo brasileiro até quarta-feira 11 o que ocorreu".

Com informações da Agência Brasil

http://www.cartacapital.com.br/politica/...-9881.html

Ora, é muita coincidência o FBI ter espionado a presidente e a Petrobras e, logo em seguida saírem todas essas denúncias, repercutindo diariamente em todos os meios de comunicação dominantes.

Repito que não sou de acordo com a corrupção. Somente acho que esse fato não pode ser um fundamento para levar o nosso país a perder essa preciosa empresa.

Dando continuidade, repetirei o post que revelo a estreita ligação entre o FBI e a Polícia Federal Brasileira.
Portanto, a Polícia Federal somente levantará os casos que interessem aos Globalistas. Prejudicando toda nossa população se for necessário.

É algo realmente alarmante
Vejam:





Bob Fernandes no seu portal “Terra Magazine”

“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que "nunca soube de espionagem da CIA" no Brasil. O governo atual cobra explicações dos Estados Unidos, e a presidente Dilma tratou do assunto com a cúpula do MERCOSUL, no Uruguai, na quinta-feira (11). O Congresso Nacional envia protesto formal ao governo de Barack Obama.

Vamos aos fatos. Entre março de 1999 e abril de 2004, publiquei 15 longas e detalhadas reportagens na revista “CartaCapital”. Documentos, nomes, endereços, histórias provavam como os Estados Unidos espionavam o Brasil.
[Capas de "CartaCapital"da época:]

   

Documentos bancários mostravam como, no governo FHC, a DEA, agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas, pagava operações da Polícia Federal. Chegava, inclusive, a depositar na conta de delegados. Porque aquele era um tempo em que a PF não tinha orçamento para bancar todas operações e a DEA bancava as de maiores dimensão e urgência.

A CIA, via Departamento de Estado, pagou uma base eletrônica da PF em Brasília, até os tijolos, nos idos do governo Sarney. Para trabalhar nessa base, até o inicio da gestão do delegado Paulo Lacerda, em 2002, agentes e delegados da PF eram submetidos ao detector de mentiras nos EUA. Não em Langley, sede da CIA, mas em hotéis de Washington.

Dentre as perguntas, que alguns dos agentes e delegados se recusaram a responder: “já haviam participado de atos de corrupção? Eram homossexuais?”

Isso até que viessem as gestões do ministro Márcio Thomaz Bastos e do delegado Paulo Lacerda e um orçamento adequado. Essa base na PF chamava-se CDO, “Centro de Dados Operacionais”. Publicadas as reportagens, tornou-se SOIP, depois COE. Hoje é a DAT, “Divisão Antiterrorismo”.

Carlos Costa chefiou o FBI no Brasil por 4 anos. Em entrevista de 17 páginas, em março de 2004, revelou: serviços de inteligência dos EUA haviam grampeado o Itamaraty. Empresas eram espionadas. Nem o Palácio da Alvorada escapou.

   

elo menos, 16 serviços secretos dos EUA operavam no Brasil. Às segundas-feiras, essas agências realizavam a "Reunião da Nação", na embaixada, em Brasília.

Tudo isso foi revelado com riqueza de detalhes: datas, nomes, endereços, documentos, fatos. Em abril de 2004, com a reportagem de capa, publicamos os nomes daqueles que, disfarçados de diplomatas, como é habitual, chefiavam CIA, DEA, NSA e demais agências no Brasil.

Vicente Chellotti, diretor da PF, caiu depois da reportagem de capa "Os Porões do Brasil", de 3 de março de 1999. Isso no governo de FHC, que agora, na sua página no Facerbook, disse “desconhecer ações da CIA no país”...

Renan Calheiros, quando ministro da Justiça no governo FHC, foi convocado pelo Congresso na sequência de uma das reportagens sobre atividades de agências secretas dos EUA. Em público, esquivou-se, negaceou. A mim, numa cerimônia no Supremo Tribuinal Federal, diria na tarde do mesmo dia: "Isso é assim mesmo, é do jogo".

Carlos Costa, que chefiara o FBI no Brasil, foi ouvido em sessão secreta do Congresso, já em 2004.

Antes de o Congresso decidir como seria a sessão, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi à embaixada dos EUA ouvir Donna Hrinak, a embaixadora. Segundo testemunho do senador à época, a embaixadora dos EUA informou:

- “Se a sessão não for secreta ele (Carlos Costa) será processado pelo governo dos Estados Unidos”.

Essa disposição falava por si mesma. E na sessão, que terminaria sendo secreta, Carlos Costa confirmou tudo o que dissera na entrevista; sobre as ações do seu FBI, da CIA, DEA, NSA, e sobre a espionagem em geral, no Brasil, mas não apenas.

Tudo isso sob quase absoluto e estrondoso silêncio. Um silêncio assustador à época. Tão assustador quanto a suposta perplexidade [FHC] ao "descobrir", só agora, que os Estados Unidos, e não apenas eles, espionam o Brasil e o mundo.”


FONTE: escrito e apresentado por Bob Fernandes no seu portal “Terra Magazine” (http://terramagazine.terra.com.br/bobfer...-brasil/).

Para acrescentar, trago uma ótima reportagem da ISTOÉ que trás o vínculo íntimo entre os órgãos de segurança federal brasileiro e estadunidense.

A CIA continua no Brasil
Documentos obtidos por ISTOÉ provam que a agência de espionagem atua clandestinamente no Brasil. Delegados da PF afirmam que até FHC foi bisbilhotado por equipamentos da CIA
Weiller Diniz

Nos filmes de Hollywood, os agentes da CIA, a poderosa Agência Central de Inteligência do governo americano, podem tudo. Espionam, compram informação, roubam documentos, matam, derrubam governos. As leis dos outros países, principalmente as dos subdesenvolvidos, não são levadas em consideração. Na vida real, é mais ou menos a mesma coisa. Um calhamaço de papéis e depoimentos sigilosos reunidos por ISTOÉ provam que a CIA continua ativa no Brasil. Os agentes americanos atuam com desembaraço, tomam conhecimento de investigações confidenciais e têm acesso a informações de segurança nacional. A espionagem ianque recebeu as bênçãos governamentais e, comprovadamente, operou no Brasil alojada em um estratégico birô da Polícia Federal brasileira: o Centro de Dados Operacionais (CDO), hoje rebatizado de Serviço de Operações de Inteligência Policial (Soip), que tem bases em Brasília e em outras sete capitais. A construção da sede do CDO no Distrito Federal foi bancada pelo governo americano, que também paga o aluguel dos demais escritórios. A inusitada boa vontade americana tinha como contrapartida a tolerância às xeretices da CIA no Brasil. Na mais ousada delas, o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso foi grampeado. “O equipamento usado para grampear FHC era da CIA”, revela o delegado José Roberto Benedito Pereira, peça-chave na denúncia obtida por ISTOÉ sobre a atuação da agência no Brasil.

Em 1995, o CDO era chefiado pelo delegado Mário José de Oliveira Santos. Lá foi feito o grampo – denunciado por ISTOÉ – que captou conversas entre o presidente FHC e seu assessor direto, o embaixador Júlio César Gomes dos Santos, além de diálogos sobre a licitação internacional do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam). O
bilionário negócio (U$ 1,4 bi) acabou no colo da indústria americana Raytheon. Para grampear Júlio César, o CDO recorreu a um expediente corriqueiro: sua suposta ligação com o narcotráfico. O embaixador foi flagrado conversando sobre o Sivam. Nada a respeito de drogas. No
meio do grampo, algumas inconfidências de FHC. Era com o produto dessas gravações que o delegado Vicente Chelotti contava para se eternizar na direção da PF. Em conversas com amigos, costumava
dizer que tinha “o homem na mão”. Chelotti caiu porque, segundo os policiais que trabalharam no caso, os trechos pessoais supostamente envolvendo FHC teriam sido apagados. Coube ao general Alberto
Cardoso, chefe da Agência Brasileira de Informação (Abin), desmascarar
o blefe com a ajuda da própria PF. A escaramuça palaciana, entretanto, ocultava interesses bem maiores.

Depois do fim da guerra fria, os órgãos de espionagem dos EUA,
para manter o status e justificar os altos orçamentos, começaram a trabalhar também com espionagem comercial, acompanhando acordos internacionais de interesse de empresas americanas. Oswald Le
Winter, ex-membro da agência, narra no livro Democracia e
secretismo”, publicado este ano em Portugal: “A CIA e a NSA
(Agência Nacional de Segurança) interceptaram chamadas telefônicas entre representantes brasileiros e a empresa francesa Thomson sobre
um sistema de radar que os brasileiros queriam adquirir. Uma firma americana, Raytheon, também estava na corrida, e relatórios preparados a partir de interceptações foram canalizados para a Raytheon.” A bisbilhotice da CIA continuou, e sempre “incrustada dentro da
Polícia Federal”, como definiu o delegado Wilson Ribeiro, da Divisão Disciplinar da PF, no relatório de um caso recente.

No dia 6 de maio de 1997, Lacy A. Wright Jr enviou uma carta ao chefe da Interpol no Brasil, delegado Washington Melo. Wright queria a indicação de um policial federal para participar de seminário sobre entorpecentes entre os dias 12 e 14 de maio nos EUA. O convite mostra que os americanos pagam a conta e, por isso, tratam os delegados brasileiros como subordinados: “A tarifa da viagem aérea (classe econômica) será paga pelo governo dos Estados Unidos, e o atendente receberá a diária padrão do governo americano para cobrir as despesas com alimentação e hospedagem durante o seminário (a diária atual para área de Washington é de U$ 124 por noite para hospedagens e U$ 42 para refeições e despesas diversas).” A face da CIA em terras brasileiras com nome, sobrenome e telefone é revelada no final da carta: “Para obtenção de detalhes adicionais, ou no caso de Vossa Senhoria ter algumas perguntas, favor contate o sr. Robert Evans, primeiro-secretário, Escritório para Assuntos Regionais.” Melo indica um dia depois o delegado José Roberto Benedito Pereira, tira do alto escalão, que foi chefe de gabinete de Chelotti.

A carta de Mr. Wright era uma simulação. Não tinha seminário algum. O próprio José Roberto, em um relatório confidencial obtido por ISTOÉ, conta que a farsa serviu para submeter federais brasileiros ao teste do polígrafo – o detector de mentiras, cuja aplicação no Brasil é ilegal, assim como as diárias pagas pelos EUA. José Roberto escreve: “Consoante determinação recebida no sentido de me submeter ao polígrafo, apresentei-me para a sessão às 12 horas do dia 12.05 p.p. (mesmo dia do suposto seminário) no Hotel Hyatt Dulles, próximo ao Aeroporto Internacional de Washington em companhia do Sr. Robert Evans, agente da CIA, vinculado à Embaixada Americana no Brasil”. José Roberto revela qual a verdadeira função de Robert Evans: espião da CIA, cujo cargo de primeiro-secretário não passava de uma camuflagem para encobrir os inconfessáveis interesses da CIA no Brasil. Durante o teste na máquina de mentiras, o delegado, um especialista em interrogatórios, respondeu a perguntas do tipo se “aceitaria subornos em sua atividade”.

O relatório dele deixa claro que a CIA usava o vestibular do polígrafo para selecionar os colaboradores em suas empreitadas tropicais. “Como reagiria a opinião pública se tomasse conhecimento de tamanha ingerência em assuntos de segurança interna?”, questiona José Roberto. As indagações estão até hoje sem resposta. Procurado por ISTOÉ e confrontado com os papéis e suas assinaturas, o policial confirmou que redigiu e entregou o documento ao chefe da Interpol. Outros delegados da elite da PF, além de reprovarem o uso do polígrafo, acusam a CIA de tentar cooptar policiais brasileiros. “A convivência com os americanos era comum pelos corredores da Interpol. Eles tomavam conhecimento de tudo o que acontecia por aqui”, conta Luiz Zubcov, outro delegado que se rebelou contra a ingerência da CIA.

Crise amarga – Em 18 de novembro de 1997, Zubcov, a pedido de seu chefe na Interpol, Washington Melo, reuniu 40 federais envolvidos no programa custeado pela CIA, entre eles José Roberto. Zubcov comunicou que o diretor-geral, Vicente Chelotti, estava tirando o programa com a CIA da Interpol. O que seria uma reunião para anunciar mudanças burocráticas foi o estopim da crise mais amarga experimentada pela PF. No encontro, José Roberto e Zubcov explicitaram suas críticas ao programa da CIA. No dia seguinte, uma denúncia, assinada por 13 dos policiais presentes à reunião, caiu como uma bomba na mesa de Chelotti. Em um relato da reunião, os policiais atribuíram a Zubcov a insinuação de que a “CIA se valia do programa de cooperação com a PF para manter sua base de coleta de informações no Brasil”. O delegado Zubcov também teria criticado a subserviência dos agentes do programa ao dizer que “não se venderia por cents”.

As acusações viraram a sindicância 1414/97 na Corregedoria da PF, chefiada à época pelo delegado Arthur Lobo Filho. Chamados a esclarecer, os dois delegados fizeram denúncias ainda mais sérias. Todas por escrito. Zubcov afirmou que “desconhecia base legal para o acordo” e confirmou que a CIA se portava como dona do pedaço: “Esse acordo, apoiado no binômio capital x trabalho, por serem os EUA o suporte financeiro, não lhe dava o direito de interferir na seleção de pessoal e gerência das atividades.” O mesmo Zubcov ironizou: “Que estranho fascínio o programa exerce sobre seus selecionados, a ponto de comungarem dos mesmos sentimentos como verdadeiros devotos?”. José Roberto atacou a vocação imperialista dos americanos: “Só quem conviveu com a ingerência, insolência e atrevimento dos agentes da CIA entende o estado de espírito de um funcionário probo.”

Propinas verdes – Depois de afirmar que “vivenciou a tentativa de cooptação”, José Roberto faz uma grave revelação. Nem todos os “devotos” resistiram ao assédio verde: “O agente federal Maurício de Souza Pinheiro teve o descaramento de, em seu pronunciamento, dizer que recebia de salário US$ 600: ‘Foram os americanos que me pagaram gratificações que me permitiram viver com dignidade, e me deram cursos quando o DPF nunca me deu nada’”, relata José Roberto textualmente.

Tudo isso se tornou oficial. O chefe da divisão disciplinar da PF, delegado Wilson Ribeiro, alertou em dois ofícios que a sindicância sobre as relações espúrias CIA-PF “toleradas pela Administração” poderiam criar “embaraços”: “Como o Ilmo. Sr. diretor-geral do DPF deve ter pleno conhecimento do que se passa no órgão que dirige, certamente conhecia essa circunstância noticiada pelo Dr. Zubcov e, se não adotou as medidas esperadas, é porque, certamente, não convinha à Administração”, conclui Wilson Ribeiro se referindo a Vicente Chelotti. Quando, em 20 de maio de 1999, depôs na CPI do Narcotráfico, Chelotti qualificou a presença da CIA em território brasileiro como “loucura” e “absurdo”. Não é bem assim. ISTOÉ teve acesso a vários despachos assinados por Chelotti ao longo de 1998 na sindicância que investigava a presença da CIA no Brasil. Mesmo com tanta nitroglicerina, a sindicância não teve nenhum resultado.

A história começou em agosto de 1989. Um documento do CDO explica os pormenores do “programa de combate ao narcotráfico” entre Brasil e EUA, sem referências à CIA. No documento, é revelado o nome dos policiais, a especialidade e mostra quem paga a conta. “Todos os móveis, equipamentos e veículos que são utilizados pelo programa foram doados pelo governo dos EUA. Existem equipamentos que foram importados pela embaixada daquele país, principalmente da área de aerofotogrametria e comunicações.” Mais adiante, o mesmo documento revela a abrangência do mecenato: “Todos os gastos são financiados pelo Departamento de Estado do Governo dos EUA. Desde a construção do imóvel em Brasília, compra de móveis, equipamentos, viaturas, aluguéis para os escritórios regionais, gastos com operação etc., são repassados, mensalmente, recursos para tal finalidade.” O documento historia também a paternidade do programa. “Os contatos foram feitos, na época, pelo então diretor da DPF, dr. Romeu Tuma, com o ministro da Justiça, dr. Saulo Ramos, o chefe do SNI, Ivan de Souza Mendes e os representantes da embaixada americana”. A mesada da CIA, entre outras coisas, bancou a compra de 35 carros. Acredite: três foram roubados. Um Gol, um Escort e uma Kombi equipadíssima.

Agência da guerra suja
CIA, braço do poderio americano desde a guerra fria, patrocinou golpes e intervenções nos quatro cantos do planeta. Brasil e Chile foram cenários de duas grandes operações: a derrubada dos presidentes João Goulart e Salvador Allende para a instalação das ditaduras militares dos generais Castelo Branco e Augusto Pinochet. A CIA financiou políticos simpatizantes do golpe e de manifestações urbanas que usaram contra Jango o velho tema Deus, pátria, família e liberdade versus comunismo. O general e adido cultural no Brasil Vernon Walters era a ligação dos EUA com os militares golpistas. Em 1972, Walters se tornou o segundo homem da CIA. Nessa época, ações clandestinas foram registradas em toda a América Latina.

“Isso acontece até hoje ”
O corregedor da PF que investigou a atuação da CIA, Artur Lobo Filho, hoje aposentado, diz que os americanos ainda mandam no órgão e suspeita que a sindicância aberta por ele foi engavetada para acobertar o escândalo.

ISTOÉ – O sr. conhece as denúncias?
Arthur Lobo Filho – Sim. Houve uma reunião de lavagem de roupa suja, inclusive sobre pessoas que receberiam por fora, em dólar. Depois, José Roberto não teve mais chances na PF. Se você tem uma atuação que contraria interesses, fica discriminado. Quem se interessou pelo caso foi o general Cardoso, que ficou de orelha em pé.

ISTOÉ – Qual a sua avaliação do programa com a CIA?
Lobo Filho – Sempre olhei esse caso com reserva. Mesmo
que houvesse um convênio, ele já tinha extrapolado há tempos.
O pessoal atuava aqui dentro, o que é proibido, usando recursos indevidamente, direcionando para determinados servidores. Os dois (Zubcov e José Roberto) estavam lá numa situação de subordinação estranha, igual titica n’água. Irregularidade e corrupção não é do perfil de nenhum deles.

ISTOÉ – E o resultado da sindicância?
Lobo Filho – Me aposentei em outubro de 2001 e não tive conhecimento da conclusão da sindicância. É um indicativo de que foi engavetada. Se ela desapareceu, a responsabilidade é da direção geral. Tem procedimento que pára na gaveta e, se ninguém pergunta, fica lá. Essas coisas aconteceram, o fato era e é grave. Não sei nesse caso, mas já aconteceu de administrador que, quando sai, mete algumas coisas debaixo do braço, vai embora e as coisas caem no esquecimento.

ISTOÉ – O Chelotti não fez nada?
Lobo Filho –
Lembro que ele ficou preocupado, levou o fato ao ministro da Justiça na época (Nelson Jobim). Tenho quase certeza de que isso acontece até hoje. Quer ver? Por que a direção atual quer tirar o Getúlio Bezerra da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e não tira? Nem o ministro tira. Os americanos não deixam. Aí é o velho esquema: paga quem quer, mantém quem quer e xereta o que quer. Isso é invasão de soberania? É coisa muito pior. Grampearam o presidente, meu amigo. Alguns grampos são feitos com objetivo político, inclusive com interesse de fora.

http://www.istoe.com.br/reportagens/2222...+NO+BRASIL

______________________________________________________________________

Não quero parecer massante, somente estou percebendo que estamos em um momento crucial para o nosso país e para o mundo.

Temo que é chegada a hora. Ou acontece uma revolução no mundo, ou nos contentamos em ser escravos dessa corja.

Devemos, cada vez mais tomar a nossa responsabilidade perante a sociedade e articular meios de sermos mais vistos. Tentar conquistar mais corações. Tentar unificar essa nação destruída, pois tempos ruins virão.

Se tivermos juntos, seremos mais eficazes.

Sinto que isso tudo é muito importante.


Um grande abraço a todos.

"Não é quem eu sou por dentro e sim o que eu faço é que me define." Batman.
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11-02-2015, 07:33 PM
Resposta: #2
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
Certo, fiquei com umas dúvidas:

1- Os congelamentos dos preços dos combustíveis para não influenciar na inflação, gerando 60 bilhões de prejuízo para a Petrobras e praticamente quebrando o setor de etanol foi obra da CIA?

2- O roubo da Petrobras via um grupo de empreiteiras, pagando 3% de propina para o PT e aliados foi obra da CIA?

3- Os projetos de refinarias no Maranhão e Ceará, que geraram prejuízos bilionários e não saíram do papel, foram obras da CIA?

4- A refinaria Abreu e Lima, um projeto de Lula e Hugo Chávez, que tinha um custo inicial de US$ 2,4 bilhões e após inúmeros reajustes deve chegar aos US$ 18,5 bilhões, além de gerar um prejuízo de pelo menos US$ 3,2 bilhões, foi obra da CIA?

Enfim, eu não duvido que a CIA tenha obtido informações privilégiadas, mas quem quebrou a Petrobrás foi o PT e seus aliados. A tal interferência é muitos mais interna que externa.
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11-02-2015, 08:33 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-02-2015 07:23 AM por Guigo Xavier.)
Resposta: #3
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
A Petrobras tá mal das pernas?




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12-02-2015, 12:59 AM
Resposta: #4
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
FANTÁSTICO Guigo Xavier, isso aqui é post de gente grande!
Parabéns.

How is it possible for many conscientious observer-analists to encounter so many blocks to progess?
Part of the answer to this question seems to be that preconceived ideas have been converted into fixed ideas. Then, when new data are received which do not conform to the fixed ideas, an impediment to progress is experienced.

Norman R. Bergrun: Ringmakers of Saturn
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12-02-2015, 01:37 PM
Resposta: #5
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
quando eles chegaram no petróleo rockfeller abocanhou as ações da petrobras, comprou as ações baratas porque sabe que o barril do petróleo subirá de novo mas também por vontades coloniais geopolíticas da agenda.

[Imagem: OgAAACaRMCKLWA6zsWl2yFHfz1VX8Dnbk64Vlif9...xhXrsZ.jpg]



hoje somos reféns dos ianques na cozinha, nos apaixonamos por havana e casamos com o BRICS.
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Resposta: #6
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
(11-02-2015 08:33 PM)Guigo Xavier Escreveu:  A Petrobras tá mal das pernas?




Vai se informar, comece vendo a partir de que valor o barril de petróleo deve estar para que a exploração do Pré-Sal seja lucrativa, vou te adiantar que abaixo de US$ 100 o "bilhete premiado" é inviável, dá prejuízo. Neste momento ninguém quer investir no Pré-Sal, o último leilão foi uma vergonha, não teve nem concorrência, e olha que o barril estava acima dos US$ 120.

Por fim, segundo os sauditas, talvez nunca mais o barril volte a ficar em US$ 100, não no que depender deles, deixaram isso claro na última reunião da OPEP. Atualmente o Pré-Sal é motivo de riso, até o xisto está mais viável, o PT perdeu o bonde do petróleo super valorizado, por pura incompetência e por exigir a participação da Petrobrás em toda a exploração, o que é bonito no papel, mas ela não tinha dinheiro em caixa para isso! Faltou pragmatismo!

Só resta torcer para o petróleo subir e subir muito.
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12-02-2015, 06:25 PM (Resposta editada pela última vez em: 12-02-2015 06:27 PM por Guigo Xavier.)
Resposta: #7
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
(11-02-2015 07:33 PM)apeofgod Escreveu:  Certo, fiquei com umas dúvidas:

1- Os congelamentos dos preços dos combustíveis para não influenciar na inflação, gerando 60 bilhões de prejuízo para a Petrobras e praticamente quebrando o setor de etanol foi obra da CIA?

2- O roubo da Petrobras via um grupo de empreiteiras, pagando 3% de propina para o PT e aliados foi obra da CIA?

3- Os projetos de refinarias no Maranhão e Ceará, que geraram prejuízos bilionários e não saíram do papel, foram obras da CIA?

4- A refinaria Abreu e Lima, um projeto de Lula e Hugo Chávez, que tinha um custo inicial de US$ 2,4 bilhões e após inúmeros reajustes deve chegar aos US$ 18,5 bilhões, além de gerar um prejuízo de pelo menos US$ 3,2 bilhões, foi obra da CIA?

Enfim, eu não duvido que a CIA tenha obtido informações privilégiadas, mas quem quebrou a Petrobrás foi o PT e seus aliados. A tal interferência é muitos mais interna que externa.

Bem, sobre o congelamento, não seu o suficiente para te ajudar a responder.

O que quero expor aqui não é a santidade do PT. Essas informações não eximem o partido da responsabilidade. Os crimes cometidos devem ser punidos.

Devo deixar claro que grandes empresas funcionam assim em todos os lugares do mundo.

Em Bruxelas, as decisões da ONU são todas tomadas pelas grandes empresas sempre corrompendo políticos.

Veja o documentário:





Devemos ter em mente que cada momento de análise de um negócio é diferente.
Não tem como julgar os fatos com eles sendo narrados só por uma parte. Assim, incriminam todo mundo que quiser.

Estou querendo dizer que a CIA interfere diretamente nas decisões políticas e econômicas. Chantagens, ameaças, subornos ... e tem um aliado poderosíssimo que é a mídia.

Portanto, usam e abusam desse poder porque será a verdade deles a prevalecer.

Que prendam os membros do PT que corromperam. E não tenta empurrar o Brasil para uma crise profunda da forma que está empurrando.

A empresa não está falida e nem tem perigo disso acontecer. Mas a manipulação faz com que o "mercado" desacredite na empresa como um todo a entregando ao capital estrangeiro. Ai você verá nada de benefício dessa empresa estratégica.

Vi a defesa do ex presidente do Petrobras. As justificavas para o negócios realizados são plausíveis.

A finalidade que busco aqui é tentar trazer outro ponto de vista. Não é defender PT ou outro partido qualquer.


Reitero o destaque do post anterior.

"O combate à corrupção - com a punição dos responsáveis - deve ser entendido como um meio de sanar nossas grandes empresas, e não de inviabilizá-las como instrumentos estratégicos para o desenvolvimento nacional e meio de projeção do Brasil no exterior.

É preciso que a população - especialmente os empreendedores e trabalhadores - percebam que, quanto mais se falar que o país vai mal, mais chance existe de que esse discurso antinacional e hipócrita, contamine o ambiente econômico, prejudicando os negócios e ameaçando os empregos, inclusive dos que de dizem contrários ao governo.

É legítimo que quem estiver insatisfeito combata a aliança que está no poder, mas não o destino do Brasil, e o futuro dos brasileiros. ******"

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com/To...z3RYssawIF

Não tenho como vincular a CIA nessas ações que você destacou, na verdade é difícil vinculá-la em qualquer ação. Mas o uso político manipulativo que está sendo feito em cima do fato condiz com o modus operandi utilizado para abalar países de interesse estratégico.

Não tem como fazer negócios BIlionários em nenhum país sem que haja corrupção. Em nenhum país, nenhum!!!

Se essas empresas quebrarem teremos empresas estrangeiras sendo contratas com a empresa privatizada Petrobras (no futuro), fazendo escoar mais essa riqueza de nosso país.

Bom, deixarei alguns pontos da entrevista com o Ex presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que apresenta os seus argumentos para os questionamentos que me fez.

"CC: Os valores das obras não estão muito acima do previsto? Isso por si só não seria um indício?

JSG: Vamos entender melhor essa história de sobrepreço, de superfaturamento. Existem ações no Tribunal de Contas da União, com base em conclusões de auditores. É normal. Ao longo do processo no tribunal, de 90% a 95% das primeiras conclusões dos auditores são revistas. O auditor, por definição, tem de levantar e informar todas as suas suspeitas. Aí abre-se um processo de defesa, onde se apresenta o contraditório, fornecem-se as explicações. Nesse momento não há nenhuma decisão no TCU a respeito de Pasadena, do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco. Não é certo apontar um superfaturamento generalizado nas operações da Petrobras. Vários fatores têm sido ignorados. Cito um deles: o monumental volume de investimentos da companhia provocou um aquecimento no mercado de equipamentos e serviços. Os preços subiram por causa desse aquecimento da demanda.

CC: Essa seria a explicação para a diferença nos preços do Comperj e de Abreu e Lima?

JSG: No caso de Abreu e Lima há outra variável, o câmbio. Houve uma apreciação do real e isso elevou em 40% os preços em dólar. Agora essa tendência se inverteu. Atravessamos um período de depreciação do real, portanto o valor em dólar vai diminuir. Vamos lembrar: a cotação do real variou no período de 3,60 por dólar para 2,30, 2,40. Não bastasse, foi a primeira refinaria projetada pela Petrobras desde 1980. Ela começou a funcionar em dezembro do ano passado. Foram 34 anos sem colocar em operação uma refinaria. A decisão de erguer a Abreu e Lima tem a ver com o reaquecimento do mercado interno de combustíveis e derivados a partir de 2006. Houve uma redefinição do escopo ao longo do projeto que também provocou uma elevação dos custos. E mais: para fazer uma refinaria no Nordeste, a região mais indicada por não possuir nenhuma unidade e registrar o maior crescimento do consumo, fomos obrigados a realizar uma série de obras, da dragagem do porto à construção de uma estação elétrica de tratamento de resíduos na água. A Lava Jato acaba por contaminar o ambiente, dificulta a análise dos fatos.

CC: Entre os denunciados na Lava Jato estão quatro dirigentes de alto escalão da Petrobras: Costa, Renato Duque, Pedro Barusco e Sérgio Machado. Repetimos a pergunta: como eles conseguiam operar com tamanha liberdade?

JSG: Não conheço as acusações específicas contra cada um, mas duvido que sejam do mesmo tipo. Guio-me pelo que veio a público até agora. O Barusco disse que operava havia 18 anos. O Costa, que fazia tudo fora da empresa. O Machado e o Duque negam as acusações. São duas confissões, a do Costa e a do Barusco. A Petrobras assina 240 mil contratos por ano. Em 2013, faturou 370 bilhões de reais e investiu 45 bilhões de dólares. Não posso admitir a conclusão de que a ação de dois ex-funcionários contaminou a empresa inteira.

CC: A sua defesa é compreensível. No entanto, o papel desses senhores era relevante. Se eles recorreram à delação premiada, têm culpa em cartório, certo?

JSG: Não digo o contrário. Mas vamos olhar o processo interno de decisão. A Petrobras é uma empresa organizada. Não há decisão individual. Elas são sempre coletivas e pressupõem uma série de procedimentos prévios nas áreas jurídica, contábil, de engenharia. Centenas de funcionários são envolvidos. Os procedimentos internos têm de ser aferidos. Segundo disseram à polícia e aos procuradores, o Costa e o Barusco negociaram um ganho por fora sobre a margem de lucro das empreiteiras e seus fornecedores. No mais, afirmaram, as comissões de licitação funcionaram adequadamente, os contratos seguiram os parâmetros da companhia e a margem dos fornecedores ficou dentro dos limites estabelecidos pela Petrobras. O que aconteceu, então? A relação de doleiros e entre empresas fornecedoras de fornecedores da Petrobras. As denúncias sobre cartel das empreiteiras não estão comprovadas.

CC: Mas tudo isso resultou em prejuízo à Petrobras.

JSG: Desde o início a Petrobras tem sofrido com esse processo e isso tem um efeito, inclusive sobre a imagem da companhia. Os processos internos de licitação são regulados pelo Decreto 2.745, elaborado por Gilmar Mendes quando era advogado-geral da União no governo Fernando Henrique Cardoso. E a Petrobras segue essas normas à risca. O TCU considera o decreto inconstitucional, já abriu vários processos a respeito, mas a companhia venceu com folga em outras ocasiões no Supremo Tribunal Federal. Segundo Costa, alguns projetos poderiam ter tido uma margem de lucro menor para as empreiteiras ou para os fornecedores. Seu ganho vinha justamente de estabelecer uma margem maior e negociar uma porcentagem. Então, esses fornecedores embolsaram mais do que em tese poderiam. Mas a margem ficou dentro do intervalo aceitável pelos procedimentos internos da estatal, segundo as regras estabelecidas.

CC: Diante do cenário externo atual, de queda no preço do petróleo, e dos problemas internos, quais os riscos de o escândalo afetar os investimentos da Petrobras e do Brasil?

SG: A crise de reputação não é uma ameaça direta ao pré-sal. Mas me preocupa a situação dos fornecedores, de quem produz sondas, tanques, tubos etc. Se algumas dessas empresas, principalmente as brasileiras, entrarem em crise, e podem, ocorrerá um atraso na exploração do pré-sal em sua plenitude. Um? Dois anos? Talvez. Não é o pior. A empresa seria obrigada a substituir esses fornecedores por estrangeiros. Isso leva um tempo, não é do dia para a noite. Aí, sim, existe um efeito ruim. Ao importar equipamentos, você deixa de gerar emprego e renda no Brasil e reduz a atividade econômica interna. Boa parte do crescimento do País nos próximos anos está apoiada na evolução da exploração do pré-sal.

CC: Existe um risco macroeconômico, é isso?

JSG: O Brasil precisa recuperar o crescimento. E isso em boa medida será feito com os investimentos em infraestrutura. São portos, estradas, ferrovias, aeroportos... E, no caso do petróleo, estaleiros, sondas, plataformas... Essa retomada precisa ser realizada com a participação das empresas brasileiras, com conteúdo nacional. Para o Brasil crescer, ele precisa da Odebrecht, da Queiroz Galvão, da Camargo Corrêa, da OAS. Se essas empresas quebrarem, compromete-se essa retomada. Hoje, o estaleiro na Bahia, que havia demitido 470 em dezembro, dispensou mais 500. O Rio Grande do Sul vive uma crise. O Comperj também demite. É um efeito dominó. Diminui o emprego, cai a atividade econômica, despencam os investimentos necessários em infraestrutura.

CC: Quanto nessa situação pode influenciar um ministro da Fazenda de viés neoliberal?

JSG: Se há redução da atividade econômica de um lado e de outro o gasto público é cortado, a perspectiva se agrava.


CC: E o risco para o modelo atual de exploração de petróleo?

JSG: Se a Petrobras ficar inibida na sua capacidade e se os fornecedores de equipamentos ficarem desmontados...

CC: ...E se a queda do preço do petróleo continuar...

JSG: É um problema geopolítico. Por 30 anos a Arábia Saudita regulou o preço via produção. Aumentava ou diminuía a oferta e isso afetava o valor do barril. Em 2013, ela resolveu não mais agir dessa forma. Decidiu deixar o preço cair para tirar de circulação produtores de gás de xisto e petróleo condensado nos Estados Unidos. O governo dos EUA deveria ser contra, certo? Mas não é, pois esse movimento pode quebrar a Rússia, o Irã e a Venezuela. E de quebra impedir o Brasil de ampliar a produção do pré-sal no futuro. De qualquer forma, o mercado vai regular o preço. Mas o papel da Petrobras como operadora única do pré-sal pode ser afetado. E se as empresas fornecedoras no Brasil quebrarem, a política de conteúdo nacional não se sustenta. A Petrobras não pode deixar de buscar sondas e plataformas, se não a produção não se realiza. Vai voltar a política anterior de importar. São dois riscos sérios.

CC: Vamos ao caso que mais lhe atinge diretamente. Pasadena foi um mau negócio?

JSG: Pasadena foi um bom negócio. O conceito de prejuízo aventado está totalmente equivocado. Essa história começou na revista Veja, foi encampada pelo PSDB e pelo resto da mídia e se tornou um falso mito. Naquele momento, a Petrobras cumpria a estratégia definida em 1999 pelo conselho de administração de aumentar o refino no exterior, pois o mercado doméstico estava estagnado. Encontramos uma refinaria extremamente bem localizada, no Texas, ao lado do Golfo do México, na região que concentra 12 refinarias e tem mais capacidade de refino do que o Brasil inteiro, ligada a um oleoduto que vai direto a Nova York, o maior mercado consumidor... Quando se comparam os preços de negociações naquela época, Pasadena custou bem menos. Na média, outras refinarias foram adquiridas por 9,3 mil dólares o barril de capacidade de destilação. Compramos por 5,4 mil. Se incluirmos a empresa de comercialização, o valor sobe para 7,1 mil. Ou seja, abaixo da média das transações ocorridas em 2006. Desde a compra, Pasadena rendeu mais de 700 milhões de dólares aos cofres da Petrobras. Não se pode, portanto, sob nenhum ponto de vista, falar em prejuízo.

CC: O TCU insiste no termo.

JSG: Não é o TCU, é o ministro José Jorge. Ele comete equívoco monumental, pois desconsidera, entre outras coisas, a primeira auditoria do tribunal, realizada durante três meses e que concluiu que o preço da compra de Pasadena era adequado. Houve uma ação política do José Jorge, ex-presidente do DEM e ex-ministro de Minas e Energia do governo Fernando Henrique Cardoso. Trata-se de um desrespeito à realidade.

CC: O próprio governo e a Petrobras não vacilaram na defesa da compra de Pasadena?

JSG: Qualquer aquisição é de competência privativa do conselho de administração. Quem tomou a decisão de comprar Pasadena foi o conselho, do qual eu fazia parte. A decisão foi correta, era estrategicamente adequada, o preço estava bom, e a possibilidade de ganho era real.

CC: A presidenta Dilma Rousseff, que integrava o conselho, declarou-se traída por não ter sido informada sobre duas cláusulas do contrato, uma de recompra da parte da belga Astra e outra de reformas na refinaria.

JSG: A Cláusula Marlim, que previa a adaptação da refinaria para o petróleo pesado, nunca foi efetivada. A outra é uma cláusula comum em uma sociedade onde cada parte tem 50%. Você estabelece antes as regras do divórcio.

CC: Uma cláusula automática. Então a presidenta disse uma besteira.

JSG: Não diria isso. Ela corretamente afirma não ter sido informada sobre as duas cláusulas.

CC: Teria mudado alguma coisa?

JSG: O conselho deveria ter sido informado. Dadas as condições do negócio em 2006, se o conselho soubesse, não mudaria a decisão, acho. A Petrobras desperta paixões desde a década de 1950, quando foi criada. O Estado de S. Paulo é contra a Petrobras desde o seu início, e O Globo também. E é assim sistematicamente. A Folha de vez em quando é a favor, de vez em quando é contra. Mas os três jornais brasileiros de maior circulação têm uma posição hostil à Petrobras. Consequentemente, há uma resistência ideológica contra a estatal, um sucesso de gestão pública. Não posso admitir que tentem imputar à Petrobras, como se fosse generalizado, o comportamento equivocado de alguns.

CC: Qual foi o erro?

JSG: Não houve superfaturamento em Pasadena. E devemos separar as coisas. A Lava Jato partiu de um fato que nada tinha a ver com a Petrobras. Tinha de ser dessa maneira. Dentro da empresa não seria possível detectar os desvios. Agora, não se pode, a partir dessa investigação, dizer que não existem controles na Petrobras. Ela não é uma bodega. Nenhuma empresa do mundo descobriu campos gigantescos como os do pré-sal e em sete anos passou a produzir 700 mil barris por dia. No Golfo do México, a indústria precisou de 10 anos para atingir 500 mil. No Mar do Norte, quase 15 anos.

CC: Não seria saudável mudar o esquema de indicações político-partidárias na estatal?

JSG: Em toda sociedade anônima, pública ou privada, o conselho de administração indica os diretores-executivos e indica os dirigentes de confiança do acionista majoritário. Na Petrobras, quem escolhe é o governo."

Não afirmo que isso seja verdadeiro. Mas ninguém está escutando o outro lado da moeda. Quando escuta é em tom de ironia, pois a programação neurolinguística da mídia já incutiu a condenação dos envolvidos em todas as mentes.
É quase inconcebível ter outro veredicto.

Ressalto que há algo de estranho na massiva depreciação da Petrobras pela rede Globo.

Ninguém é santo.

O crime deve ser punido com prisão dos envolvidos e restituição dos valores desviados, não com a quebra de empresas em ramos estratégicos para o desenvolvimento brasileiro. Abrindo as portas para as sangue sugas da NOM.


E outro detalhe, esse ataque a produção de petróleo brasileira não pode ser desvinculada do conflito EUA x Russia. Os BRICS seria uma ótima alternativa que liberaria os países envolvidos da dependência dos EUA.

Tudo começou com o interesse russo em desvincular as suas riquezas minerais do Dólar, criando uma outra parceria econômica sob o nome de Eurasia. O dólar oscila de acordo com os interesses políticos americanos.

http://www.cartacapital.com.br/revista/8...-4082.html

(12-02-2015 12:59 AM)Lucas_0512 Escreveu:  FANTÁSTICO Guigo Xavier, isso aqui é post de gente grande!
Parabéns.

Agradeço demais o elogio. Deu um trabalhinho.

O conhecimento nos faz mais fortes.

Obrigado.

Se achar outras coisas e quiser compartilhar fique a vontade. Tentei ser o mais completo o possível, mas sempre tem como melhorar.

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12-02-2015, 09:24 PM
Resposta: #8
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
(12-02-2015 01:41 PM)apeofgod Escreveu:  
(11-02-2015 08:33 PM)Guigo Xavier Escreveu:  A Petrobras tá mal das pernas?




Vai se informar, comece vendo a partir de que valor o barril de petróleo deve estar para que a exploração do Pré-Sal seja lucrativa, vou te adiantar que abaixo de US$ 100 o "bilhete premiado" é inviável, dá prejuízo. Neste momento ninguém quer investir no Pré-Sal, o último leilão foi uma vergonha, não teve nem concorrência, e olha que o barril estava acima dos US$ 120.

Por fim, segundo os sauditas, talvez nunca mais o barril volte a ficar em US$ 100, não no que depender deles, deixaram isso claro na última reunião da OPEP. Atualmente o Pré-Sal é motivo de riso, até o xisto está mais viável, o PT perdeu o bonde do petróleo super valorizado, por pura incompetência e por exigir a participação da Petrobrás em toda a exploração, o que é bonito no papel, mas ela não tinha dinheiro em caixa para isso! Faltou pragmatismo!

Só resta torcer para o petróleo subir e subir muito.

Me informar é o que estou buscando nesse espaço aqui. Como bem disse no começo do tópico, a divergência é um ótimo fato. E agradeço as suas informações pois elas me informam mais ainda.


Um país afirmar que o preço não vai mais subir antes mesmo de circunstâncias futuras acontecerem, vai contra a lógica do mercado.
Logo agora o preço descer é muita coincidência.

Confesso que não entendo muito de macroeconomia. Estou aprendendo agora algumas coisas. Estou apresentando os aspectos políticos da atual cojuntura econômica brasileira que envolve a empresa.

Uma coisa aprendi. A bolsa de valores é algo fictício, manipulada pelas especulações determinadas por um mercado negro.

Não aceito o massacre que estão fazendo pela mídia convencional.

Vou me aprofundar na questão econômica e trarei alguma coisa para contribuir nessa área se conseguir formular alguma coisa fundamentada.

Um abraço

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12-02-2015, 10:05 PM
Resposta: #9
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
Boa noite.
@apeofgod você apontou questões pertinentes, válidas realmente, no entanto fico cético quando você aponta o PT como o principal e maior problema. Você está retroalimentando um ódio que a mídia cuidadosamente cultivou. A revista Veja praticamente patenteou a corrupção a um só partido, e acredito não ser de bom tom em um fórum anti nova ordem mundial um participante vir e tomar partido, ser parcial. Seja praticante da imparcialidade, assista ao vídeo de Boechat, jornalista da Band, falando sobre corrupção na Petros: https://www.youtube.com/watch?v=z-c6HDVqzgg

Eu realmente gostei desse post, há muitas coisas importantes que foram faladas aqui e os caríssimos participantes não querem absorver. (@Guigo Xavier) disse e eu assino:
Citar:"O combate à corrupção - com a punição dos responsáveis - deve ser entendido como um meio de sanar nossas grandes empresas, e não de inviabilizá-las como instrumentos estratégicos para o desenvolvimento nacional e meio de projeção do Brasil no exterior.

É preciso que a população - especialmente os empreendedores e trabalhadores - percebam que, quanto mais se falar que o país vai mal, mais chance existe de que esse discurso antinacional e hipócrita, contamine o ambiente econômico, prejudicando os negócios e ameaçando os empregos, inclusive dos que de dizem contrários ao governo.

Temos que ter consciência e amadurecer a ideia de que o PT não é rei soberano, nem Dilma é rainha: não vivemos monarquia.
Existem três poderes os quais equilibram-se mutuamente.
Nós sofremos com corrupção em todas as esferas, desde a União até aos municípios, no executivo, legislativo e inclusive no judiciário, desde as pequenas "comissões" (propina) até escabrosos desvios via licitação.

Lava Jato está prendendo colarinhos brancos do MAIS ALTO PEDIGREE. Quando amigo, quando na história do Brasil vimos empresários ricos sendo presos?

Vamos com calma quando só apontamos um partido como único corrupto.
Não querendo puxar sardinha pra ninguém, façamos um exercício e vamos expor o outro lado da moeda, veja a reação do ex vice candidato da presidência do PSDB ao ser questionado sobre projetos de CPIs em São Paulo que são SEMPRE engavetadas:
https://www.youtube.com/watch?v=KcezDZ7MK24

Como digo sempre, torço por mentes mais flexíveis!

How is it possible for many conscientious observer-analists to encounter so many blocks to progess?
Part of the answer to this question seems to be that preconceived ideas have been converted into fixed ideas. Then, when new data are received which do not conform to the fixed ideas, an impediment to progress is experienced.

Norman R. Bergrun: Ringmakers of Saturn
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13-02-2015, 12:19 AM
Resposta: #10
RE: Petrobras.Mais informações sobre a interferência estrangeira.
Eu em sã consciência jamais defenderia a ONU, ela não representa os interesses dos países e sim da elite que a criou. Em nada difere do CFR, Trilateral Commission, Bilderberg Group, etc. Tudo farinha do mesmo saco.

Vou assistir o documentário.

A entrevista do José Sérgio Gabrielli que eu quero ver é a que ele vai dar à Polícia Federal.
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