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Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
10-09-2018, 04:38 PM
Resposta: #1
Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
O Foro de São Paulo implementa o gramscismo e adota esta doutrina para seu grande projeto de poder comunista. Na América do Sul, o gramscismo vem sendo adotado em todos os países onde a esquerda é dominante. Na Bolívia, Venezuela, Chile, Nicarágua, Argentina, Uruguay, Brasil, Peru e nas Guianas, o processo já foi totalmente implementado. As etapas de implementação são importantes dentro do processo, e aqui no Brasil o gramscismo se tornou mais forte no governo de Fernando Henrique Cardoso, quando este permitiu que o Foro de São Paulo, proposto por Lula e Fidel, se organizasse no Brasil. A trindade comunista estava formada e devidamente fundamentada e desta forma a sociedade foi recebendo doses homeopáticas da doutrina gramscista na veia jugular. Muitos não acreditam que estejam "contaminados ou dopados" mas estão: e é muito fácil identificar um "contaminado".

Novelas, imprensa, comerciais, filmes, propagandas, revistas, mensagens, programas de rádio, peças teatrais, seriados, redes sociais, comunidades, ONGs, organizações estudantis, ensinos e culturas marxistas, partidos, políticos, tudo foi sendo municiado com doses maciças de gramscismo e as mensagens e ideais comunistas foram aos poucos, sendo injetados no consciente do brasileiro. Na linguagem popular, podemos chamar este processo de uma "grande lavagem cerebral comunitária". O comunismo está nas veias de muitos brasileiros, contaminando células e infectando órgãos como o cérebro. Hitler disseminou o mesmo processo para dominar a Alemanha e fundamentar o nazismo. Há portanto no Brasil, uma grande massa de contaminados pelo gramscismo, os "idiotizados" ao que Gramsci os qualifica e os chama de, os "idiotas úteis".

Quem são os idiotas úteis? - Podemos chamar de idiotas úteis, aqueles que acreditam em partidos de esquerda e em suas militâncias asquerosas, aqueles que são ignorantes sociais e políticos, aqueles que são passivos ao Estado, que são passivos às políticas adotadas, que são omissos, covardes, imbecis, que acreditam nos "intelectuais" de esquerda, que vivem em um mundo sem informações, longe do conhecimento e deitados na preguiça do saber, na preguiça e na letargia da acomodação, da inércia por buscarem informações e edificarem seu próprio raciocínio. Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que suas ilusões sejam destruídas. Não acreditam que: "um segundo, é tempo suficiente para se mudar tudo para sempre". Preferem acreditar nos outros, na mídia, nos formadores de opinião como os artistas, como os políticos, os partidos e os jornalistas. Esse é o idiota útil, aquele que se impregna de coisas fúteis, que segue a mesma direção dos imbecis, que acreditam que trocando um pato por um galo, se terá meia dúzia de ovos. Acomodados...

Nesta página estamos cansados de identificar os idiotas úteis, tentamos explicar da melhor forma possível o que a história deixou de contar, mostrar o verdadeiro caráter de políticos mentirosos e farsantes que se escondem por traz de boas atitudes. Mostrar que todos aqueles que estão no poder, sejam os políticos, sejam os partidos, que todos estão unidos em um verdadeiro projeto golpista pelo poder. Mas tem gente que se acomoda, tem preguiça de lutar e de protestar, prefere contaminar e ser contaminado, tem aversão ao trabalho de lutar pelos seus próprio direitos e está sempre esperando que o outro tome as atitudes que ele não tem coragem de tomar. Esses são os idiota úteis, que acreditam que há uma oposição no governo, que há homens com boas intenções e com vontade de mudar este país. Gente preguiçosa, acomodada e covarde que está sempre dando as costas para a razão e para as grandes verdades. Gente que estando hipnotizada, acredita em tudo que a esquerda politizada diz. Gente que acredita que as mudanças que a esquerda pretende fazer no país, é o caminho certo. gente que esquece rapidamente um passado de corrupção, golpes e crimes de lesa pátria cometidos por outros canalhas que hoje, se dizem de oposição. A imbecilidade é tanta que quando são criticados pelos seus erros, os idiotas úteis se sentem ofendidos e acabam até deixando a página para se chafurdar no seu mundo de trevas e ignorância. Se acham os donos da razão tamanha foi a lavagem cerebral que receberam e que não acreditam terem sido vítimas. Mas foram...

Há pessoas que realmente acreditam que na política atual há partidos antagônicos, partidos com ideais diferenciados e digo: Não há. Todos os partidos existentes hoje na política são de esquerda. Há os partidos de esquerda radical como o PT, PSB, PSOL, há os extremistas como o PC do B, PCO, os socialistas Fabiano como o PSDB, PTB e PDT e por aí vai. Todos portanto, são comunistas, ou socialistas ou de esquerda. Ou seja: logo, todos são o lixo do marxismo. Mas tem gente imbecil que diz ao contrário, gente que não leu nenhum parágrafo dos estatutos dos partidos, se acham grandes conhecedores das doutrinas sem entender patativa de nenhuma delas, tudo o que os idiotas úteis sabem, e o que os "outros" dizem para eles. É o que eles leem nas revistas e jornais ou veem nas novelas. Não entendem patativas de politica e dão opiniões e fazem comentários sem pé e sem cabeça. Não se preocupam em buscar informações e conhecimento sobre determinados assuntos, vão se escorando nas mentiras e não aceitam conselhos. São raros, aqueles que lendo um artigo vão correr atrás de maiores informações e desta forma adquirir opinião própria.

Outro dia li um comentário sobre as eleições, que é típico de um imbecil idiotizado. Ao fazermos oposição ao PSDB em um artigo, o comentário sobre o mesmo foi o seguinte: "o importante é tirar o PT do poder, e falando mal do Aécio e do PSDB, seu post nos tira a oportunidade de tirar o PT do poder, pois é melhor o Aécio no poder do que a Dilma ou do que o PT". A preguiça do idiota útil ficou devidamente estampada neste comentário. É a tal "Maria vai com as outras", o "boi que segue a boiada", gente preguiçosa, que sabe que o PSDB é de esquerda ou pelos menos desconfia, mas que não tem o discernimento de procurar saber. Gente que quer trocar o pato pelo galo para se ter meia dúzia de ovos, mesmo sabendo que o galo não põe ovos. Gente que acha que o político que faz, tem também o direito de roubar. "ah...esse rouba, mas faz, e por isso eu voto nele". Ideia típica de um imbecil, idiotizado e doutrinado pelo marxismo. O certo seria arrancar todos eles do poder. Se o povo tivesse um pingo de inteligência não iria apoiar a esquerda e seus políticos sujos. Não iria apoiar a continuidade do processo esquerdista, pelo contrário: iria extirpa-lo.

Se o povo fosse patriótico e fiel à democracia, iria para as ruas dizer que não quer votar nessa escória de comunistas safados, que não querem mais esses partidos no poder, que não querem socialismo, que não querem comunismo, que não querem reforma política nenhuma, que não querem mais corrupção e doutrinas sendo inseminadas na mídia e no ensino, que não querem mais serem massa de manobra, que estão cansados de serem enganados, humilhados e envergonhados. Se o povo tivesse vontade própria já teria derrubado o sistema, já teria extirpado o Foro de São paulo, já teria escorraçado os terroristas do poder. Falta tutano, coragem, disposição e sobra covardia, omissão, preguiça e ignorância. Se soubessem lutar pelos seus direitos, com certeza desta luta, surgiria um novo líder, um político verdadeiro e de direita e que seria colocado no poder pelo povo para dar fim à essa intentona paranoica e psicopata desta esquerda nojenta, imunda, golpista e asquerosa.

a Implementação do Gramscismo vem sendo injetada por etapas e abrem as portas para o inferno socialista ou comunista. Sem serem notados em suas conspirações políticas, a esquerda orientada e controlada pelo Foro de São Paulo já concluiu diversas etapas do processo gramscista. Abaixo segue as etapas do processo para implementação do golpe comunista:

PRIMEIRA ETAPA:

GOVERNO POPULISTA:
Esta etapa pode ocupar até três presidências do mesmo governante ou do mesmo partido ou da mesma coalizão de esquerda. A implantação de cada um desses pontos dependerá da aceitação popular podendo, em consequência, dispensar alguns deles ou então acelerar o processo em sua segunda etapa. No comunismo existe a presidência do partido, a presidência das assembleias e a presidência da administração pública.

ASSISTENCIALISMO:
Aumento de bônus familiares por filho, grávidas, planos de emergência, bolsas etc. Objetivo: votos de cabresto na próxima eleição e controle sobre a classe pobre.

AUMENTO DA QUANTIDADE E DA DISTRIBUIÇÃO DE CARGOS PÚBLICOS PARA INCHAR A MÁQUINA GOVERNAMENTAL:
Estimam-se quatro votos do grupo familiar por cada novo emprego público. Os capitais privados começam a diminuir seus investimentos e seus empregados são absorvidos pelo sistema público. Objetivo: votos de cabresto na próxima eleição e distribuição de cargos e funções pós golpe.

Aumento de salários e aposentadorias (inclusive aposentadorias sem contribuição prévia):
Inicialmente conta com a aprovação da classe trabalhadora e dos sindicatos. Depois, começa a espiral inflacionária que anulará todos os aumentos. O custo de vida dispara. Objetivo: fidelização de eleitores e votos de cabresto na próxima eleição.

MEIOS DE COMUNICAÇÃO:
Por meio da publicidade oficial, o governo se assegura que somente aqueles jornalistas, atores, diretores e artistas oficiais tenham visibilidade. Começa a censura. Fica impedido o conhecimento da realidade, a internet é controlada, regulamentada para posteriormente ser interna e restrita ao mundo global.

FORÇAS ARMADAS E SEGURANÇA::
Perseguição daqueles que tenham combatido a subversão nos anos 60/70. Demonização na mídia e perseguição processual na justiça. As penas poderão ser prisão, deportação ou trabalhos forçados que levarão todos a morte.

CULTURA:
Campanhas na mídia e instalação de grupos de contestação às opiniões de personalidades contrárias ao regime. Entra em ação a militância e os idiotas úteis fazendo apologia ao comunismo socialista.

CORRUPÇÃO:
Denuncia de atos de corrupção de funcionários 3º ou 4º escalões. Mostra que o governo não admite corrupção e enquadra toda a administração pública que, temerosa, age fielmente em favor do governo. Funcionários de confiança, ou políticos, incapazes de encontrar outro trabalho, encobrem os atos de corrupção no círculo dos amigos do governo, em montantes muito mais elevados, escondendo do povo toda a sorte de crimes. Apenas os protegidos estarão livres para saquear os cofres da nação.

DISCRIMINAÇÃO E DIREITOS HUMANOS:
O governo encontra um nicho de eleitores nas minorias excluídas (índios, homossexuais, transexuais, drogados, presidiários etc) e legisla para elas. Promove-se com acusações falsas de discriminação em conflitos pessoais, de trabalho etc. Objetivo: criação de grupos ideológicos para a defesa do regime, fidelização de eleitores e votos de cabresto na próxima eleição.

REVISÃO DO PASSADO RECENTE:
Relembrança permanente de ditaduras militares passadas ou de governos democráticos. Objetivo: recriar a imagem de um inimigo inexistente na atualidade, porém temido. Apresentar-se como a única opção possível de governo. Desta forma DEMONIZAM OS MILITARES, mesmo sendo eles, os VERDADEIROS DEMÔNIOS.

AUMENTO EXPONENCIAL DA DELINQUÊNCIA COMUM:
Delinquência é uma ferramenta essencial para a implantação do neocomunismo. Os atos de violência atemorizam, pulverizam, isolam e reduzem os possíveis atos de protesto dos trabalhadores de classe média. Os delinquentes dominam as ruas. Fornece uma desculpa para campanhas de desarmamento da população civil. Podem também financiar grupos extremistas (Black Blocs) ou agentes e líderes de movimentos sociais para coibir manifestações contrárias ao regime.

FORÇA DE SEGURANÇA E POLICIAS:
Desmonte progressivo. Campanhas de desmoralização por supostos atos de corrupção e violência. Faltam equipamentos para a segurança, como leis que prendam os infratores e foras da Lei, mas sobram autoridades para exercer a tarefa de garantir direitos humanos para os criminosos e desta forma criar impunidade, incentivar e acelerar a violência.

IMPUNIDADE PELOS ATOS DE DELINQUÊNCIA:
Juízes sociais garantem a impunidade. Utilização de menores para o cometimento de crimes.

OPOSIÇÃO:
Começa a se fragmentar e a alinhar-se com a base do governo. Não há referenciais, todos seguem a mesma doutrina.

IGREJA:
Começam os choques com a Igreja Católica.

OCUPAÇÕES DE FÁBRICAS INOPERANTES E TERRAS PÚBLICAS OU PRIVADAS:
Como prenúncio das expropriações, os capitais estrangeiros começam a se retirar do país. O ingresso de novos capitais e investimentos estrangeiros cessa. Perseguições na mídia aos empresários nacionais. Estatização de empresas privatizadas. A classe média não consegue se organizar como oposição.

AUMENTO DE ONG’s DE ESQUERDA:
Criação de redes transnacionais para assediar opositores.
Criação de grupos de choque:
Utilizados como promotores de violência, ainda sem armas, divulgadores do regime em atos públicos oficiais e agentes da neutralização de atos públicos da oposição.

EDUCAÇÃO:
Criação de novas universidades. Diplomas à vontade. Facilidades aos grupos de esquerda que sustentem ideologicamente o regime. A essa altura o nível educacional é muito baixo em todos os níveis do ensino. O mecanismo ativo para manter o povo na ignorância e sob controle do estado. Cria-se a classe braçal do proletariado.

AUMENTO DOS IMPOSTOS SOBRE LUCROS E FORTUNAS:
Oneram trabalhadores com salários médios e médios-baixos e se alega que sua finalidade confiscatória é a “redistribuição da riqueza”, porém servem para manter e financiar o sistema, engordar as contas do governo e manter o luxo e a ostentação de dirigentes e políticos.

AUMENTO DO CONSUMO DE DROGAS E DO NARCOTRÁFICO:
Novas pistas clandestinas. Aumento de acidentes de pequenos aviões, por sobrecarga. Surgimento de uma nova classe social opulenta ao consumo de drogas, em sua maioria jovens de menos de 40 anos.

CENSO HABITACIONAL:
O objetivo é conhecer a quantidade de imóveis desocupados e os proprietários com mais de um imóvel. Os dados são armazenados para uso na terceira fase. A fase de desapropriações.

FRAGMENTAÇÃO DE CENTRAIS SINDICAIS:
Os dirigentes não alinhados com o regime se retiram das centrais pelegas para formar centrais sindicais dissidentes, sem a menor possibilidade de êxito. O governo então passa a controlar todos os sindicatos para evitar greves e manifestações.

FALÊNCIA DO SISTEMA DE SAÚDE:
As prestadoras privadas de saúde não conseguem prestar serviços de qualidade em um cenário de inflação crescente e alto custo dos salários e encargos trabalhistas. São quase obrigadas a vender suas empresas a preço vil ou então serão estatizadas. Os hospitais estatais terão como pacientes as faixas baixa, média-baixa, média e média-alta, levando ao colapso do sistema.

DESVALORIZAÇÃO DOS SÍMBOLOS NACIONAIS E SUAS PROIBIÇÕES:

SEGUNDA ETAPA- Etapa de implantação/consolidação
Desrespeito e modificação em bandeiras, escudos, hinos etc.

DESTRUIÇÃO DA CLASSE MÉDIA:
Assim com foi o objetivo contra as Forças Armadas e as Forças de Segurança na primeira etapa, agora é a vez da classe média. Desespero, desamparo, subversão da ordem estabelecida. O objetivo é destruí-la. Melhor ainda, rebaixá-la mais abaixo ainda que a classe baixa. Estigmatiza-la, fazê-la culpada pela pobreza dos outros, pela ditadura militar, pela discriminação, pelas violências a que eram submetidos os criminosos etc. Uma classe média pulverizada, culpada, temerosa, inexperiente ou acomodada não conseguirá fazer frente a esses regimes. Será a vingança dos terroristas e bandidos que lutavam armados contra a democracia e que culpam a classe média pelo contra-golpe militar.

REFORMA CONSTITUCIONAL (para eternizar-se no poder):
Aprovação do matrimônio homossexual
Aprovação do aborto
Lei da mídia, ou lei da mordaça. Lei da censura
Perseguição abeta de opositores:
Guerra midiática e judiciária total.
Politização da justiça:
O Poder Judiciário colapsa, tornando-se um servidor do governo.
O crime domina as ruas:
A impunidade é total.
Deterioração econômica:
A espiral inflacionária dispara.
Legalização da maconha:
Legalização, posse e plantação para consumo próprio.
Destruição total, moral e física das Forças Armadas e de Segurança policial.

OPOSIÇÃO FRAGMENTADA:
Pode ganhar eleições legislativas porém são incapazes de exercer uma gestão eficaz e ainda menos de aumentar seu número de simpatizantes. haverá apenas dois partidos, sendo um partido dominante e um outro de "falsa" oposição.
Surgem “novos inimigos” de esquerda, implantados pela esquerda para praticar conflitos, saques, invasões:
Começam a atuar grupos de choque, agora já armados. Política, ideológica e operacionalmente obedecem ao governo de plantão; mas são grupos de extrema-esquerda opostos ao oficialismo. No futuro formarão as milícias armadas que defenderão o regime.

DIVISÃO DE MUNICÍPIOS E ESTADOS :
Promove a base eleitoral; criação de cargos públicos e maior controle de grupos opositores em nível local.
Perseguição de grupos cristãos (lei de Cultos):
A aprovação dessa lei permitirá a perseguição de grupos católicos, protestantes, evangélicos e espiritualistas cristãos.

CRIAÇÃO DAS MILÍCIAS ARMADAS:
-Aparelhamento de policias comunitárias, com aparelhos de controle local. Servirão para controle da população contra a violência e principalmente agirão contra os opositores do regime. Farão vigília sobre grupos e perseguições à pessoas subversivas que poderão alienar o regime. Cada bairro ou rua poderá ter seu órgão miliciano e será feito um controle de pessoas por parte da milícia que conhecerá cada morador do bairro para poder monitora-lo 24 hs por dia.

TERCEIRA ETAPA –
TOMADA DO PODER PELO SOCIALISMO:
Os grupos de choque citados acima como somente presentes em atos do governo ou infiltrados em manifestações de oposição agora receberão instrução militar substituindo as Forças Armadas, destruídas na segunda etapa.
Expropriações
Perseguições
Prisões e crimes políticos
Ataque à Igreja Católica e fechamento de centros religiosos, fim e proibição de religiões africanas como candomblé, espiritismo e umbanda.
Sistema eleitoral manipulado pelo governo
Eleições fraudulentas
Espiral inflacionária
Fim da liberdade
Censura irrestrita
Controle Social
Leis severas e castigos para opositores do regime
Deportações

Portanto caros amigos, como podem ver, este processo gramscista já está quase que complementado e estabelecido em nossa sociedade. Como se viu e se vê, até hoje não houve nenhuma oposição por parte dos partidos e dos políticos que estão no poder, contra o processo que já foi implementado em nossa sociedade, de formas, que não há como não deixar de dizer que estão todos juntos, sejam eles do PT, do PSDB, do PSOL, do PDT, do PTB, enfim... todos os partidos representativos da política nacional estão alinhados com o governo. Basta saber se querem o continuísmo deste processo esquerdista iniciados por FHC, LULA e por toda a esquerda unida. As portas do inferno já estão abertas, e para os comunistas e terroristas falta apenas nos empurrar para dentro e fecha-las com correntes e cadeados para que possamos ser aprisionados para sempre dentro deste inferno comunista. Se não querem se tornar escravos, lutem por vocês, pelos seus filhos e netos, lutem pela liberdade. Lutem pelo direito de serem livres e capazes de governarem esse país.
http://averdadequeamidianaomostra.blogsp...ferno.html
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Binho C.R. (10-09-2018), Webgazeta (11-09-2018)
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10-09-2018, 06:28 PM
Resposta: #2
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
O problema é que chegou a um ponto que um conservador não pode mais expor suas ideia publicamente, é pedir pra morrer, eu presenciei isso com o pastor da minha igreja deputado federal Roberto de Lucena foi ameaçado de todas as maneiras por políticos ligados ao crime organizado. O Bolsonaro é o único louco que restou com coragem para encarar esse sistema mas já foi quase eliminado, eu acredito que ele vai ser o ultimo louco mesmo, não haverá outro até pq esse povo talvez não mereça tal sacrifício...
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Cimberley Cáspio (11-09-2018)
10-09-2018, 08:01 PM (Resposta editada pela última vez em: 10-09-2018 08:04 PM por tarcardoso.)
Resposta: #3
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
(10-09-2018 04:38 PM)Marcelo Almeida Escreveu:  ....
Portanto caros amigos, como podem ver, este processo gramscista já está quase que complementado e estabelecido em nossa sociedade. Como se viu e se vê, até hoje não houve nenhuma oposição por parte dos partidos e dos políticos que estão no poder, contra o processo que já foi implementado em nossa sociedade, de formas, que não há como não deixar de dizer que estão todos juntos, sejam eles do PT, do PSDB, do PSOL, do PDT, do PTB, enfim... todos os partidos representativos da política nacional estão alinhados com o governo. Basta saber se querem o continuísmo deste processo esquerdista iniciados por FHC, LULA e por toda a esquerda unida. As portas do inferno já estão abertas, e para os comunistas e terroristas falta apenas nos empurrar para dentro e fecha-las com correntes e cadeados para que possamos ser aprisionados para sempre dentro deste inferno comunista. Se não querem se tornar escravos, lutem por vocês, pelos seus filhos e netos, lutem pela liberdade. Lutem pelo direito de serem livres e capazes de governarem esse país.
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Já está estabelecido. Não troque alhos com bugalhos.

Leia O Príncipe de Maquiavel

Leia Antonio Gramsci

Maquiavel e Gramsci não são receita de bolo.

Esses dois intelectuais tiraram o véu que obscurece a mente dos imbecilizados. Só que para isso tem que ler e entender.

Gramsci explica por exemplo como a família no sistema capitalista é apenas mais um negocio ditado pelo deus mercado. Se despir dos seus preconceitos entenderá o que é Hegemonia cultural.

Tal qual Maquiavel que de tão difamado uma palavra pejorativa foi atribuída ao seu nome: maquiavélico.

Não sejam joguetes, piões na mão da NOM.

A NOM não quer que a população entenda Maquiavel e Gramsci.

Esse post é um belo exemplo do que a NOM quer.
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a tarcardoso pelo seu post:
Cimberley Cáspio (11-09-2018)
11-09-2018, 03:01 PM
Resposta: #4
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
Eu observei uma coisa aqui... Parece que existem duas maneiras de ver a NOM, uma que critica a esquerda e a outra que critica a direita. Afinal de contas, qual delas é a verdadeira? Pra mim, as duas são braços da NOM. A única maneira de se libertar disso é transcender essas visões de mundo estabelecidas, não tem outro jeito.
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Cimberley Cáspio (14-09-2018), vLP (13-09-2018)
Stévia pelo menor preço você encontra aqui
12-09-2018, 09:48 AM (Resposta editada pela última vez em: 14-09-2018 02:51 PM por tarcardoso.)
Resposta: #5
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
(11-09-2018 03:01 PM)Diakonov Escreveu:  Eu observei uma coisa aqui... Parece que existem duas maneiras de ver a NOM, uma que critica a esquerda e a outra que critica a direita. Afinal de contas, qual delas é a verdadeira? Pra mim, as duas são braços da NOM. A única maneira de se libertar disso é transcender essas visões de mundo estabelecidas, não tem outro jeito.

Não existe esquerda ou direita, isso é bobagem.

Lula dito de esquerda afirmou que nunca foi de esquerda.

Leandro Carnal já demonstrou que o poder é igual violino, pega pela esquerda e toca pela direita.

Ninguem chega ao poder prometendo austeridade.

Essa polarização é maquiada, forçada, insuflada.

O problema que a filosofia judaico-cristão-muçumana é dualista, dicotômica, maniqueísta.
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a tarcardoso pelo seu post:
Cimberley Cáspio (14-09-2018)
12-09-2018, 10:32 AM (Resposta editada pela última vez em: 12-09-2018 10:39 AM por Marcelo Almeida.)
Resposta: #6
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
Eu observei uma coisa aqui... Parece que existem duas maneiras de ver a NOM, uma que critica a esquerda e a outra que critica a direita. Afinal de contas, qual delas é a verdadeira?

Existe a esquerda e a mão direita da mesma esquerda. Trata-se da estratégia das tesouras criada por Stalin.
Alternância de poder entre as duas lâminas da mesma tesoura, a fim de picotar qualquer reação em contrário...

Esse post é um belo exemplo do que a NOM quer.

A sua militância esquerdopata neste fórum é um belo exemplo da ocupação de todos os espaços como tática de controle da narrativa e do monopólio da opinião necessário ao desiderato da NOM.

O Bolsonaro é o único louco que restou com coragem para encarar esse sistema mas já foi quase eliminado, eu acredito que ele vai ser o ultimo louco mesmo, não haverá outro até pq esse povo talvez não mereça tal sacrifício...


Não se trata do povo merecer tal sacrifício. É a sua vida e a vida dos seus que está em jogo...
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Marcelo Almeida pelo seu post:
Cimberley Cáspio (14-09-2018)
12-09-2018, 08:55 PM
Resposta: #7
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
Citar:Maquiavel e Gramsci não são receita de bolo.

Estão mais para receita de veneno.
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Bogoton pelo seu post:
Cimberley Cáspio (14-09-2018)
Irrigador Nasal Lota pelo menor preço você encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
13-09-2018, 09:34 AM
Resposta: #8
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
(12-09-2018 08:55 PM)Bogoton Escreveu:  
Citar:Maquiavel e Gramsci não são receita de bolo.

Estão mais para receita de veneno.

Não meu caro, não caia no engodo da Elite.

Esses dois personagens fizeram um bem para a humanidade, eles desnudaram, demonstraram como a elite nos submete.

Por exemplo, cortavam-se cabeças e queimavam-se mulheres forçando aceitar a dominação greco-romana-judaica-cristã. Apos esse feito é fácil aceitar o Deus e Diabo cristão e por consequencial toda hierarquia piramidal que sustenta a sociedade moderna.

Posso dar o mesmo exemplo da Índia, onde as castas foram de tal maneira pensada que os inferiores se submetem por terem certeza que são pecadores e estão na atual penúria para pagar os erros da vida passada.

Maquiavel demonstrou a artimanha para obter o poder. Lembem-se da frase: um príncipe deve ser ou amado ou temido e que se não conseguir os dois que seja temido.

Gramsci desnudou a cereja do bolo que é a consolidação do poder, amamos Jesus Cristo, amamos a Disney e após feito a hegemonia cultural, passamos a defender os valores da elite.

Vejam Joaquim Barbosa que se vê como elite, Sergio Moro que trabalha para o EUA e Bolsonaro que paga continência para a bandeira Norte Americana.

Entendam isso que a elite já descobriu a séculos: uma nação so é dominada de fato quando a cultura é dominada.

Por isso existem esses artistas criados pela rede global, que talento não conta, apenas são usados para apresentar de forma subliminar aquilo que a elite quer que nos aceitamos.

Temos que ao menos tentar ligar os pontos sem preconceito.

Antonio Gramsci foi jogado em um prisão ate a morte pois ele humilhou deixando O Príncipe nu aos olhos de todos.

Olavo de Carvalho e outros formadores de opinião querem vestir novamente O Príncipe, desqualificando Maquiavel e Gramsci.

O PT tinha uma estratégia "gramscista", isso é fato, porem isso não é culpa do Antonio Gramsci, como tambem não é culpa da esquerda muito menos culpa da direita.
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Cimberley Cáspio (14-09-2018)
13-09-2018, 05:39 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-09-2018 05:45 PM por Bruna T.)
Resposta: #9
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
[Imagem: sun_tzu_conheces_teu_inimigo_e_conhece_t...4wz6nq.jpg]

Temos que aprender como agem, os que têm pensamentos de esquerda, principalmente os mais radicais, é sempre bom ler o que escrevem, o que falam e o que pensam, apenas assim saberemos os identificar e tentar parar sua nefasta forma de agir, no mundo virtual são as ofensas e mentiras e no mundo real as manifestações de baderneiros supostamente clamando por direitos e liberdade e dos malucos, alguns nem tanto, se fazem de doidos, que não pensam duas vezes em atacarem a bala ou a facada seus desafetos.

Alguns sites para leitura:

https://www.cut.org.br/
http://www.pt.org.br/
https://pcdob.org.br/
http://www.vermelho.org.br/
https://www.ocafezinho.com/
https://www.brasil247.com/
https://www.revistaforum.com.br/

Existem inúmeros outros sites, de partidos e particulares, não podemos nos esquecer de igualmente atuam na mais diversas redes sociais, muitos são "Youtubers" e outros que se infiltram nos mais diversos, sites Fóruns da internet, inclusive aqui no Anti Nova Ordem Mundial.


O Pensamento de Gramsci


[Imagem: dwxg8xcazeel46w3z.png]

Por Carlos I. S. Azambuja

O italiano Antonio Gramsci, um dos fundadores do Partido Comunista Italiano, foi o primeiro teórico marxista a compreender que a revolução na Europa Ocidental teria que se desviar muito do rumo seguido pelos bolcheviques russos. Nesse sentido, ofereceu um novo “Que Fazer” ao Ocidente desenvolvido. Aquilo que ele chamou de “sociedade civil” – rede de instituições educativas, religiosas e culturais que disseminam modos de pensar – era, na Rússia, incapaz de fornecer uma doutrinação moral e intelectual de caráter unitário, uma vez que o Estado czarista fundamentava-se na ignorância, na apatia e na repressão, e não no consentimento voluntário dos súditos. Na ausência de uma articulação complexa da “sociedade civil” em condições de absorver a insatisfação, a única defesa da velha ordem era constituída pelo aparelho do Estado, que Gramsci denomina de “sociedade política”. O conjunto difuso da “sociedade civil”, que propaga a ideologia da classe dominante, não existia na Rússia.

Segundo Gramsci, o objetivo da batalha pela mudança é conquistar, um após outro, todos os instrumentos de difusão ideológica (escolas, universidades, editoras, meios de comunicação social e sindicatos), uma vez que os principais confrontos ocorrem na esfera cultural e não nas fábricas, nas ruas ou nos quartéis.

Dessa forma, Gramsci abandonou a generalizada tese marxista de uma crise catastrófica que permitiria, como um relâmpago, uma bem sucedida intervenção de uma vanguarda revolucionária organizada. Ou seja, uma intervenção do Partido. Para ele, nem a mais severa recessão do capitalismo levaria à revolução, como não a induziria nenhuma crise econômica, a menos que, antes, tenha havido uma preparação ideológica.

Segundo a linguagem colorida de Gramsci, o proletariado precisa transformar-se em força cultural e política dirigente dentro de um sistema de alianças, antes de atrever-se a atacar o poder do Estado-burguês. E o Partido deve adaptar sua tática a esses preceitos, sem receio de parecer que não é revolucionário.

Lênin sustentava que a revolução deveria começar pela tomada do Estado para, a partir daí, transformar a sociedade. Gramsci inverteu esses termos: a revolução deveria começar pela transformação da sociedade, privando a classe dominante da direção da “sociedade civil” e, só então, atacar o poder do Estado. Sem essa prévia “revolução do espírito”, toda e qualquer vitória comunista seria efêmera.

Para tanto, Gramsci definiu a sociedade como “um complexo sistema de relações ideais e culturais” onde a batalha deveria ser travada no plano das idéias religiosas, filosóficas, científicas, artísticas, etc. Por essa razão, a caminhada ao socialismo proposta por Gramsci não passava pelos proletários de Marx e Lênin e nem pelos camponeses de Mao-Tsetung, e sim pelos intelectuais, pela classe média, pelos estudantes, pela cultura, pela educação e pelo efeito multiplicador dos meios de comunicação social, buscando, através de métodos persuasivos, sugestivos ou compulsivos, mudar a mentalidade, desvinculando-a do sistema de valores tradicionais, para implantar os valores ateus e materialistas.

O comunismo de Gramsci é a “versão ocidental” do comunismo, e ao proclamar o diálogo e aceitar o debate, próprios dos sistemas verdadeiramente democráticos, trabalha sobre todas as formas de expressão cultural, atuando sob a cobertura do pluralismo, com a contribuição de todos aqueles que por compartilhar a ideologia marxista, por snobismo, por conveniência ou por negligência, se somam voluntária ou involuntariamente a essa nova expressão do “frentismo”, chamando “fascistas” ou “retrógados” aqueles que se opõem a essa forma de pensar e atuar.

Nessa confusão de idéias, chega-se a substituir a contradição hegeliana de“burguês – proletário” (tese e antítese) pela de “fascista – antifascista”. O inimigo não é o patrão e sim o fascista. Assim surge o mito do fascismo, que nada tem a ver com o fascismo histórico, sem dúvida questionável.

Quem quer que defenda os valores tradicionais da cultural ocidental é tachado de “fascista” e considerado genericamente como “um mal”. O grande erro dos comunistas, segundo Gramsci, foi o de crer que o Estado se reduz a um simples aparato político. Na verdade, o Estado atua não apenas com a ajuda do seu aparato político, como também por meio de uma ideologia que descansa em valores admitidos, que a maioria dos membros da sociedade têm como supostos. A referida ideologia engloba a cultura, as idéias, as tradições e até o sentido comum. Em todos esses campos atua um poder no qual também se apóia o Estado: o poder cultural.

A necessidade de uma reforma intelectual e moral para lograr uma mudança de mentalidade nas sociedades ocidentais que foram constituídas por convicções, critérios, normas, crenças, pautas, segundo a concepção cristã da vida, é de suma importância para o triunfo da revolução mundial.

Porém, nesse propósito de formação de uma nova consciência proletária, o gramscismo encontra um obstáculo: a religião. De acordo com os estudos de Gramsci, a Igreja Católica, encarada como inimiga irreconciliável do comunismo, utiliza elementos fundamentais e comuns na sociedade, chegando a toda população, tanto urbana como rural. O catolicismo, segundo Gramsci, é uma doutrina geral simplificada a fim de ser entendida por todos. Analisando esse fato, Gramsci chegou à conclusão que uma das chaves da sobrevivência do catolicismo ao longo dos séculos foi o fato de que em seu seio conviveram harmonicamente humildes e elites, sentenciando que “a Igreja romana sempre foi a mais tenaz em impedir que oficialmente se formem duas religiões: a dos intelectuais e a das almas simples”.

Concluiu que é a Igreja Católica que inspira a formação desse sentido comum cristão e, por conseguinte, era preciso erradicá-lo mediante uma ação não violenta já que essa via seria repelida pelas sociedades ocidentais, onde influi e gravita o consenso e a vontade das maiorias. Gramsci afirmou que “os elementos principais do sentido comum são ministrados pelas religiões e, por isso, a relação entre o sentido comum e a religião é muito mais íntima do que a relação entre o sentido comum e os sistemas filosóficos dos intelectuais”. “Então - prossegue Gramsci – todo o movimento cultural que tenda a substituir o sentido comum e as velhas concepções do mundo deve repetir incansavelmente os próprios argumentos, variando suas ‘formas’”.

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Dessa maneira, as novas concepções se difundem utilizando sofismas, dando novas interpretações a fatos históricos e chegando a parafrasear o Evangelho em alguns casos, mostrando distintos “ensinamentos” de determinadas passagens bíblicas, tal como a expulsão dos mercadores do Templo de Deus, utilizando-os como argumentos para justificar a violência e fortalecer a imagem do “Cristo guerrilheiro”, criada pelos “cristãos revolucionários”.

Essas concepções, porém, não deverão ser apresentadas em formas puras, uma vez que o povo não as aceita na medida em que provoquem uma mudança traumática. Para isso, devem ser apresentadas como combinações, explorando “a crise intelectual e a perda da fé na concepção que se deseja mudar”.

Por isso, diz Gramsci, não se deve enfrentar frontalmente a Igreja Católica, e sim criar os enfrentamentos em seu seio. Enfrentamentos que não sejam apresentados como provocados por causas exógenas e sim endógenas.

Acrescente-se que o marxismo de Gramsci se apresenta como uma interpretação “filosófica” distinta do marxismo conhecido. Não há filosofia e práxis; existe uma igualdade entre pensamento e ação ao ponto em que tudo é considerado ação. Em conseqüência, a “filosofia da práxis” deve ser elaborada partindo de uma equivalência entre filosofia e política, e deverá ser construída como ciência da história, posto que filosofia e história são indissociáveis. Diz Gramsci que “a filosofia da práxis supera as precedentes, por isso é original, especialmente porque abre uma via completamente nova, ou seja, renova totalmente o modo de conceber a filosofia mesma”.

Quanto ao papel dos intelectuais, ele deixa claro que a tarefa de agente da mudança na nova concepção de mundo não pode ser desenvolvida pelos intelectuais burgueses, considerados “o elo mais débil do bloco burguês”. Devem surgir “novos” intelectuais da massa do povo. Dessa forma, a tarefa a ser desenvolvida por essa “nova” elite será a de formar uma vontade coletiva e lograr a reforma moral e intelectual, agregando que uma reforma cultural que eleve os extratos submersos da sociedade não pode ocorrer sem uma prévia reforma econômica e uma mudança na sua posição social. Por isso, afirmou que “uma reforma intelectual e moral tem que ser vinculada forçosamente a um programa de reforma econômica”.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

FONTE: http://www.alertatotal.net/2014/07/o-pen...amsci.html
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mbastos73 (13-09-2018)
15-09-2018, 12:39 AM
Resposta: #10
RE: Porta do Inferno - República Gramscista do Brasil
WEDNESDAY, JUNE 21, 2006
O PT e a Estratégia Gramsciana - I




Gustavo Escher
especial para O Anti-Gramsci. gescher@hotmail.com

Resumo: As idéias de Gramsci, aplicadas em escala maciça por intelectuais orgânicos através da “conquista dos espaços”, hipnotizaram grande parte do povo brasileiro, permitiram a completa inversão dos valores que hoje vemos, e, consequentemente, a chegado do PT ao poder.

Introdução

Uma revolução silenciosa está em curso na alma de muitos brasileiros. O responsável é um ex-líder operário, proveniente de uma região pobre de um país católico e cheio de desigualdades... mas calma, não é o presidente Lula. Nosso governante, sabendo ou não, é apenas mais um de seus arautos.

Alguns resultados dessa revolução já são visíveis: muitos ricos sentem vergonha de ser ricos, sofrendo de um complexíssimo complexo de culpa, parecido com o do governador de SP; banqueiros e empresários idolatram comunistas e bandidos, como se fossem santos e heróis do povo; o roubo e a invasão de propriedade estão justificados se for por uma causa justa; do mesmo modo, um crime contra a vida cometido por um pobre zé-ninguém marginalizado é menos grave que uma verba desviada por alguém de bom nível sócio-cultural, como se o patrimônio valesse mais que a vida humana; a polícia deve medir suas ações e moderar o uso da força contra os bandidos, pois, coitados, já sofreram demais na vida; estudantes,que mal podem compreender um livro ou um regra gramatical, sabem de cor os responsáveis pelas injustiças do mundo e, melhor ainda, sabem até como resolvê-las; consagram-se, na mídia, na constituição¹, e na boca do povo, expressões como “justiça social”, “função social”, “inclusão social”, “dever social”, mas ninguém sabe muito bem, ou fingem não saber, o que significam, o importante é lutar por eles na construção de uma “sociedade solidária” e depois ir para a cama com a consciência tranqüila de quem está contribuindo para o melhor da humanidade. E por aí vai...

Contudo, nada disso é fortuito, nada ocorreu por acaso. Por trás desse mar de atitudes aparentemente desconexas há um nome, um nome sagrado nas universidades brasileiras e nos círculos intelectuais petistas: Antonio Gramsci. Tentaremos resumir aqui como coisas tão diversas têm suas raízes comuns na obra do fundador do Partido Comunista Italiano. Ele é a poisonous tree que contamina a sociedade com seus frutos, belíssimos por fora, mas podres por dentro.

Resumo da estratégia gramsciana² e sua atuação e influência em diversos campos

É importante estudar Gramsci porque ele é o teórico da nova estratégia comunista de tomada do poder. E para colaborar com essa estratégia não é preciso ser de esquerda ou acreditar no socialismo, basta aceitar e repetir os lugares-comuns da retórica esquerdista que, em breve, você estará agindo e pensando, quase que por prestidigitação, como um verdadeiro socialista.

Ao contrário da teoria leninista de tomada violenta do poder através do golpe de estado, Gramsci defendia uma lenta revolução psicológica, que primeiro atingisse a mente dos homens e, assim, fosse aos poucos preparando o terreno para a tomada real do poder. Seu objetivo era fazer com que as pessoas pensassem e agissem como comunistas antes de viverem num verdadeiro estado comunista. Esse domínio psicológico sobre as massas Gramsci chamou de hegemonia. Dessa forma, gramscismo significa conquistar primeiro a hegemonia para depois conquistar o poder, este entendido como o controle do aparelho do estado, da polícia, etc. Como afirmou Olavo de Carvalho³, a estratégia leninista está para a gramsciana assim como o estupro está para a sedução.

Na luta pela hegemonia o importante é transformar o “senso comum” dos homens. Senso comum, para Gramsci, são os hábitos, os gestos, os modos de falar, as atitudes mentais conscientes ou inconscientes, que são comuns a todos os homens. É o “Deus me livre!”, o “Jesus!”, comuns a todas as classes, ricos ou pobres. Gramsci quer, justa e sutilmente, alterar esse fundo comum, mais sentimental e imaginativo que racional, e, na civilização ocidental, nitidamente cristão. Nessa transformação os intelectuais têm um papel fundamental.

Para Gramsci todo homem é um intelectual, mas para a mudança da sociedade Gramsci divide os intelectuais em dois tipos. Há o intelectual tradicional ou inorgânico, que não têm ideologia de classe nem classe definida, e há o intelectual orgânico, esse sim o ideal de intelectual gramsciano e responsável pela transformação do senso comum. Os orgânicos cumprem uma função organizadora na sociedade e estão conscientes de sua posição de classe. Podem exercer as mais diversas profissões, em qualquer campo, podendo ser desde padres a ministros do estado. Porém, em comum possuem a missão de reorganizar o senso comum através da criação de novos símbolos, imagens e idéias que moldem a consciência das massas.

Milhares de intelectuais orgânicos atuando sem vínculo político aparente e em diversos canais é muito mais eficiente para a conquista da hegemonia, principalmente se aparentam não receber ordens de um comando central. Através de jornalistas, pedagogos, artistas, pode-se, imperceptivelmente, inocular novos sentimentos, novas palavras, novos hábitos, que vão, lentamente, substituindo os antigos valores e princípios. Gramsci sabia que a pregação sutil camuflada é muito mais eficiente que a pregação aberta. Uma seqüência bem editada de notícias no telejornal pode produzir o efeito desejado, como, por exemplo, mostrar uma reportagem sobre a fome no nordeste ou na África depois de outra que mostrava os problemas causados pela obesidade em São Paulo ou em países ricos. A conclusão nas cabeças dos telespectadores será quase imediata: “Que mundo injusto. Uns com tanto, outros com tão-pouco” ou “O capitalismo é mesmo perverso!”. A adesão em massa dos brasileiros ao bom mocismo esquerdista e ao politicamente correto deve-se, em parte, a esse tipo de estímulo contraditório, como veremos adiante.

Dessa forma, afirma Olavo de Carvalho4, “basta que intelectuais comunguem, ainda que vagamente, com o espírito revolucionário gramsciano, para que, numa espécie de cumplicidade implícita, cada qual realize sua tarefa e todos os resultados venham a convergir na direção dos fins gramscianos”. Como se não bastasse, Gramsci propõe ainda que os intelectuais orgânicos substituam os antigos princípios e valores da humanidade por outros baseados no conceito de “historicismo absoluto”. O historicismo absoluto é a eliminação do critério tradicional de verdade e falsidade na busca do conhecimento objetivo, e sua substituição pela mera “adequação” das idéias a um determinado estado de luta social. Para uma teoria ser verdadeira, por exemplo, exigir-se-ia apenas que expressasse seu momento histórico e as aspirações dos revolucionários. A atividade intelectual não passa, assim, de mera propaganda política. É o fim da autonomia da inteligência e da fé na busca da verdade, condições mesmas para o exercício intelectual.

É fácil perceber que para a conquista da hegemonia as esferas da cultura e da educação ganham um peso considerável, devendo ocorrer uma verdadeira “guerra de posições”, como notou um marxista notório. Leandro Konder5 nos lembra que:

“(...) Nenhum marxista antes de Gramsci havia reconhecido uma importância política tão grande na batalha das idéias, nos conflitos culturais. Para o teórico italiano, o avanço e a consolidação do movimento dos trabalhadores, numa sociedade de tipo “ocidental”, depende de uma sempre difícil “guerra de posições”, depende de um bom planejamento, de uma eficiente organização, quer dizer, depende de conhecimentos, necessita de uma sólida preparação.

Ao contrário da “guerra de movimentos”, que se faz muitas vezes com manobras súbitas de pequenos grupos, com ações fulminantes de minorias (agindo em nome da maioria), que se serve de golpes de mão, a “guerra de posições” exige a participação ampliada, a construção do consenso.

Na “guerra de posições” cada avanço precisa ser bem calçado. A mobilização só pode ser suficientemente profunda e ter efeitos duradouros se puder se apoiar em consciências coesas e articuladas, em um pensamento rigoroso e lúcido. A transformação da sociedade, nas condições da complexidade moderna, não poderá seguir um caminho revolucionário se não aproveitar as lições proporcionadas pelos duelos da política cultural.

Em outras palavras, para passar da rebeldia à revolução, da contestação à construção de alternativas, a perspectiva com que os socialistas enfrentam os combates que travam pelo fortalecimento da “sociedade civil” necessita de instrumentos teóricos e de uma competência argumentativa que só poderão ser desenvolvidos no campo de batalha da cultura.

E Gramsci dá indicações metodológicas preciosas para a ação revolucionária nesse campo (...).”

Na educação, por mais que seus fãs tentem mostrar o contrário, Gramsci está mais preocupado em formar futuros intelectuais orgânicos do que em formar homens de verdade. Sua pedagogia é pura doutrinação e sua influência pode ser constatada principalmente nas obras de Paulo Freire6 e na educação de adultos empreendida pelo MST. Um texto, escrito a quatro mãos (!)7, nos diz:

“A temática pedagógica ocupa um caráter não secundário na experiência vivida e no pensamento de Antonio Gramsci, seja como interesse educativo imediato a nível individual, ou como luta política pela organização da cultura em nível de massa.

“A preocupação educativa em Gramsci é verificada concretamente através de seus escritos no cárcere. Ele exprime interesse pela educação quando afirma em uma carta à sua esposa: “A questão escolar interessa-me muitíssimo” (Manacorda, 1990, p.15). Ele mesmo ressalta o vínculo objetivo entre pedagogia e política, quando sublinha que "essa relação (pedagógica) existe em toda a sociedade, no seu conjunto”, ou quando coloca a escola como uma atividade essencial no futuro (ibid).

“Segundo o pensamento de Gramsci, é fundamental o processo de educação das massas para que estas possam se inserir de modo ativo e consciente na vida política. Para ele, a atividade de educação das massas é realizada sobretudo através da mediação dos “intelectuais”, isto é, dos indivíduos que organizam e difundem a concepção de mundo de uma classe social que, emergindo no terreno da produção econômica, procura exercer o seu governo sobre a sociedade. Como “funcionários” de uma determinada classe social, são eles que realizam as funções subalternas da hegemonia social, procurando obter o consentimento das grandes massas ao domínio político da classe social à qual estão organicamente vinculados.

Gramsci considera a escola a principal agência, na sociedade civil, de formação de intelectuais. De modo especial, preocupa-lhe a preparação de intelectuais de novo tipo, organicamente ligados às classes subalternas, para que possam influir no processo da hegemonia civil, educando e formando os “simples”, ou seja, elaborando e tornando coerentes os problemas que as massas populares apresentam em sua atividade prática para, assim, constituir um novo “bloco cultural e social”. É dentro dessa linha de raciocínio que Gramsci discute a organização da escola, pois a considera uma das mais importantes instituições que movimentam o conteúdo ético estatal, isto é, das ideologias que circulam na sociedade civil seja com a finalidade de legitimar o grupo dominante tradicional, ou de lutar contra ele para fundar uma nova sociedade”.
Prosseguem as referidas autoras, agora sobre o papel do professor:

“A reforma da escola de que necessitamos passa pela presença desta figura maiúscula do intelectual construtor, organizador, persuasor permanente, que, da técnica-trabalho, consegue chegar à técnica-ciência e à concepção humanista histórica, rompendo assim com a condição de “especialista” e tornando-se “dirigente”, isto é, um especialista mais político.

É, portanto, tarefa política dos programas de formação continuada promover a “reforma intelectual e moral” dos professores. Isso consiste em elaborar uma filosofia que, partindo do “senso comum” dos mesmos e ligada à vida prática das massas, mesmo que de forma implícita, tenha possibilidade de difusão, tornando-se um sendo comum renovado”.

(...)“O “intelectual docente” deverá ter uma instrução permanente, decorrente das estruturas organizativas das academias e universidades, não podendo sofrer “descontinuidade” entre os níveis: elementar, médio e superior. Nesse processo de instrução permanente, deve-se formar um novo intelectual, preocupado e militante da política, do sindicato, do bairro e da comunidade e sociedade a qual está inserido”.

A pedagogia gramsciana está preocupada em formar Boffs, Bettos, Saders, Stédiles e Chauís, entre outros. O ideal intelectual do intelectual gramsciano é ser um pseudo-intelectual. É formar homens medíocres que, incapazes de aceitar a vida ordinária e o próprio fracasso como o faz a maioria dos homens comuns, querem alterar a realidade para ver se assim conseguem ser importantes.. Esses homens, na maioria provenientes da classe-média, não estão preocupados com os pobres, querem apenas realizar seus delírios de grandeza. São, como disse Voegelin8, analfabetos funcionais com forte desejo de engrandecimento... Gramsci, ao invés de querer despertar as possibilidades latentes na alma dos indivíduos, quer aprisioná-los no mundo da ideologia, limitar-lhes os horizontes, mantê-los presos para sempre na mesquinhez da consciência de classe. Não é por acaso que faz sucesso na pedagogia brasileira.

Vejam o que propõe para o ensino básico9:

"O primeiro grau elementar não deveria ultrapassar três, quatro anos e, ao lado do ensino das primeiras noções “instrumentais” da instrução (ler, escrever, fazer contas, geografia, história), deveria desenvolver notadamente a parte relativa aos “direitos e deveres”, do Estado e da sociedade, como elementos primordiais de uma nova concepção do mundo que entra em luta contra as concepções determinadas pelos diversos ambientes sociais tradicionais, ou seja, contra as concepções que poderíamos chamar de folclóricas*”. (*Folclore é a mesma coisa que senso comum).

Quanto mais jovem melhor... Mas a influência de Gramsci não se limita apenas à pedagogia. É dele também a idéia de “centro” e “periferia”, que influencia as relações internacionais e a sociologia, e a noção de “cultura popular”, que, misturada com o nacionalismo, gera mais confusão que cultura de qualidade. Pode-se notar, ainda, a influência de Gramsci na Escola de Frankfurt e nos trabalhos de Althusser e Edward Said. Alguns autores10, estrangeiros principalmente, também vêem Gramsci como o pai teórico da Nova Ordem Mundial e da perestroika, esta entendida como uma virada estratégica rumo à dominação mundial através de uma lenta revolução cultural encabeçada pelo ecologismo. Isso é importante quando lembramos que Gramsci (e todo marxista) via o marxismo como uma filosofia capaz de criar, através da luta cultural, uma nova concepção global do mundo e uma nova “vontade coletiva”, baseada na igualdade e no pacifismo. O ecologismo, no caso, representaria o interesse da humanidade, o “bem-comum”, e, em nome desse bem-comum, lentamente o coletivo se imporia sobre o individual, o mundialismo sobre o nacionalismo, o império da lei mundial sobre a lei local. Essa hipótese, ainda que ignorada pelos estudiosos acadêmicos das relações internacionais, não deve ser desprezada, principalmente após constatarmos que Gorbatchov tornou-se um militante ecológico11.

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O PT e a Estratégia Gramsciana - II
continuação...

Gramsci e o Socialismo Petista

Fato notório é que o Brasil foi um dos primeiros países, depois da Itália, a ter editados os escritos de Antonio Gramsci. Isso se deve, em grande parte, como vimos, à importância que a palavra intelectual recebe na obra do italiano e ao papel de destaque que estes possuem na formação da ideologia de classe. Acontece que o sentido tomado por essa palavra no Brasil não é o de um homem solitário que busca a verdade com a consciência respondendo, em última instância, diretamente à Deus. Somos filhos da modernidade, da época das ideologias e da política como religião, e, nesse sentido, intelectual é, para muitos de nós, o homem preocupado mais com programas políticos do que com a verdade da alma, preocupado mais em participar do que em entender, mais em transformar do que em compreender a realidade.

Somos, ainda, um povo estético e erótico12: sentimos mais que raciocinamos, queremos aparentar algo que não somos, somos superficiais. Acreditamos ainda no mito rousseauniano de que o homem nasce bom e de que é a sociedade que o corrompe. Sempre queremos primeiro mudar a sociedade para depois mudar os homens. Por isso estamos prontos a aceitar qualquer novidade que aparente trazer a cura dos males do mundo e que nos permita, ao mesmo tempo, posar como avant-garde intelectual. Primeiro foi o liberalismo antimonárquico, depois o positivismo e o fascismo, com o apelo à ordem para o progresso, depois o Marxismo e suas variantes, com o apelo à justiça terrena. Todas foram importadas por intelectuais de classe-média com o intuito de transformar a sociedade e não de interpretá-la. Agora é o gramscismo, e ele é perverso justamente por querer transformar o mundo sem ser notado, como se houvesse ocorrido uma mudança natural. A ironia é que Gramsci sabia muito bem, como os antigos, que a sociedade é formada pelo conjunto dos homens e que, se queremos transformá-la, primeiro devemos transformar os homens. Aqueles que aceitam conscientemente fazer parte dessa estratégia são réus confessos de crime contra a humanidade. E entre esses estão os ideólogos e militantes petistas.

O boom do gramscismo no Brasil ocorreu após o fracasso da luta armada e deveu-se, talvez, à falta de outras propostas revolucionárias disponíveis no momento. Gramsci foi visto, e é visto, como potencial renovador da ação socialista principalmente devido ao caráter não violento da luta revolucionária que propunha e a sua aparente falta de radicalismo. Não é exagero afirmar que a conquista da hegemonia deu um grande salto justamente no período militar. É nessa época, por exemplo, que são editadas as obras mais importantes de esquerda e que se efetiva a “ocupação dos espaços”, principalmente universitários e midiáticos. A tomada do poder, contudo, torna-se mais factível apenas a partir dos anos 90, com a desmoralização da classe política dita “tradicional” em sucessivos escândalos.

A vitória do PT nas urnas e a atração que este exerce sobre grande parte dos jovens são frutos da estratégia gramsciana, a qual foi pela primeira vez empregada em larga escala na Campanha pela Ética na política, nos anos 90. O programa do PT é gramsciano, assim como todos os homens de esquerda desse país, ainda que os adeptos declarados sejam poucos. Observar o vocabulário empregado por intelectuais e militantes em textos e discursos é mais que suficiente para comprovar essa tese. Um documento revelador da estratégia petista é um texto aprovado no 7º Encontro Nacional do PT, em 1991, e intitulado O Socialismo Petista. Constam no referido documento13:

“Na raiz do nosso projeto partidário está, justamente, a ambição de fazer do Brasil uma democracia digna desse nome. Porque a democracia tem, para o PT, um valor estratégico. Para nós, ela é, a um só tempo, meio e fim, instrumento de transformação e meta a ser alcançada.”(...)

“Outra dimensão visceralmente democrática do PT é o seu pluralismo ideológico-cultural. Somos, de fato, uma síntese de culturas libertárias, unidade na diversidade. Confluíram para a criação do PT, como expressão de sujeitos sociais concretos, mais ou menos institucionalizados, diferentes correntes de pensamento democrático e transformador: o cristianismo social, marxismos vários, socialismos não-marxistas, democratismos radicais, doutrinas laicas de revolução comportamental, etc.

O ideário do Partido não expressa, unilateralmente, nenhum desses caudais. O PT não possui filosofia oficial. As distintas formações doutrinárias convivem em dialética tensão, sem prejuízo de sínteses dinâmicas no plano da elaboração política concreta. O que une essas várias culturas políticas libertárias, nem sempre textualmente codificadas, é o projeto comum de uma nova sociedade, que favoreça o fim de toda exploração e opressão.”(...)

“O que legitima os contornos estratégicos definidos de qualquer projeto socialista é a convicção radicalmente democrática e transformadora de amplos segmentos populares. Pode-se dizer, sem indevido triunfalismo, que tal pedagogia política, baseada na auto-educação das massas por meio de sua participação civil, revelou-se, no geral, acertada”(...).

Outro documento importante14, fruto do 1º Congresso do Partido, realizado também em 1991, consagra o tipo de socialismo almejado pelos petistas. Nele, reafirma-se a opção por uma democracia socialista, de contornos vagos, que não é nem socialismo real, tampouco social-democracia (incisos 97 em diante). O PT busca um socialismo “humanista” e “radicalmente democrático”, que não aceita a ditadura do proletariado nem o mercado capitalista, mas no qual é possível a existência de um Estado de Direito e a pluralidade de opiniões. O fundo comum que move os homens nessa busca é a crença na construção de uma nova sociedade:

“97.Lutamos por uma ordem social qualitativamente superior, baseada na cooperação e na solidariedade, na qual os conflitos sejam vividos democraticamente”.

É também nesse documento que o PT assume sua luta pela hegemonia em diversas frentes: “132.O Partido dos Trabalhadores reconhece que a organização de diferentes setores sociais (mulheres, negros, juventude, homossexuais etc.), seu direito de lutar e reivindicar pela definição das prioridades sociais, econômicas e políticas e sua presença na disputa pelos rumos da nova sociedade são também uma garantia da construção de uma sociedade socialista democrática”.

A tática é simples: ao não optar por nenhum dos dois tipos de governo socialista politicamente consagrados, um mais brando e outro ditatorial, ao mesmo tempo em que propõe um tipo de socialismo de definição confusa, evita-se, em tese, maiores discussões ideológicas dentro do partido e da sociedade, e, ao mesmo tempo, torna-se possível atrair novos setores da população para suas idéias, pois quem não quer uma sociedade mais justa? O socialismo vai perdendo, assim, seu caráter aparente de luta de classes – embora não o abandone –, e ganha um novo sentido na cabeça das pessoas, ainda que vago, porém muito mais palatável. As pessoas passam a aceitar o que antes viam com desconfiança. Isso é Gramsci. A síntese da política petista é essa:

“152. (...) no atual período, (...), a disputa da hegemonia supõe uma ação simultânea no terreno político, social e ideológico. Engloba o trabalho nas instituições, onde atuamos no sentido de alargar as fronteiras da participação, da democracia, da cidadania e da afirmação da sociedade sobre o Estado. Inclui a diversidade das lutas sociais não institucionais e nem sempre legais. Incorpora a construção dos instrumentos organizativos pelos quais os trabalhadores e a sociedade brasileira poderão definir os rumos do País. Envolve a disputa de idéias, a construção de uma nova cultura, de uma nova ética e de uma nova solidariedade social, que se contraponham aos valores dominantes. Em resumo, disputar hegemonia, hoje, significa construir um enorme movimento social por reformas em nosso país, essencial para viabilizar um caminho alternativo de desenvolvimento, que tenha entre suas principais características a incorporação à cidadania e ao trabalho de milhões de marginalizados e deserdados sociais existentes no Brasil”.

Ou, nas palavras de um petista, professor da UFMG15:

“À medida que as culturas do socialismo foram se descolando das concepções deterministas da história, que o concebiam como um desfecho inevitável ou fortemente tendencial das contradições do capitalismo, o conceito de utopia veio adquirindo novo sentido e valorização. De expressão de um movimento operário imaturo sociologicamente ou mera fantasia sem vínculos com a realidade, a utopia passou a designar, em um contexto em que a cultura liberal busca saturar todo o horizonte histórico, a capacidade de resistência dos pensamentos anti-capitalistas, a necessidade de alargar a imaginação dos movimentos sociais e partidos de esquerda para além dos limites do imediatamente possível, concebendo novas possibilidades de civilização alternativas àquela organizada pelo princípio do capital”.

Um passo importante na estratégia: a Campanha pela Ética na Política.


Essa nova concepção culminou na famosa Campanha pela Ética na Política. Segundo Olavo de Carvalho16, essa campanha nasceu como política anti-Collor, e não com intuito moralizador verdadeiro. Quando, depois, surgiram as denúncias de corrupção no governo Collor a campanha ganhou força e crédito suficiente para atrair para o PT grande parte da classe média, a qual em geral nunca se sentiu atraída pela esquerda. Mas, ainda segundo o referido autor, esse foi apenas o resultado mais aparente, algo muito mais profundo ocorrera17:

“O que poucos perceberam é que a exigência ética da campanha fora formulada em termos propositadamente utópicos, autocontraditórios, estéreis, de modo a desgastar a classe política numa sucessão de rituais autopunitivos sem resultado proveitoso, até levá-la ao completo descrédito e precipitar a crise geral do Estado, onde as esquerdas, aí já plenamente identificadas como derradeira reserva moral, se apresentariam ao povo como única esperança de salvação. A quem esteja ciente de que, no pensamento gramsciano, as mutações psicológicas profundas são o alvo prioritário de um plano de largo escopo a ser realizado, basicamente, por um grupo de intelectuais, as peças múltiplas do quebra-cabeça começam a encaixar-se, formando a figura bifronte de uma estratégia da perversão moral em nome da moralidade: de um lado, esvaziar as velhas crenças morais, rebaixando-as e transformando-as em munição política de uso imediato contra os ‘inimigos de classe’; de outro, mais sutilmente, e num círculo mais seleto de ouvintes, solapar as bases intelectuais dessas crenças, promovendo uma mutação do sentido mesmo da palavra ‘ética’, para que, cortada dos laços que a ligam a quaisquer valores espirituais e a qualquer ideal de vida superior, passasse a significar apenas a adesão maquinal a certos slogans políticos e a hostilidade a certos grupos sociais, quando não a indivíduos em particular; para que deixasse, sobretudo, de ser uma regra para o homem governar a si mesmo, e se tornasse um pretexto edificante para cada qual projetar suas culpas sobre o vizinho, beatificando o instinto de delação e fazendo da maledicência a virtude primordial do cidadão brasileiro. Tratava-se em suma de reduzir a ética ao ‘politicamente correto’, tornando o apoio às esquerdas uma obrigação religiosa cujo descumprimento teria o efeito desequilibrante de uma transgressão, sujeitando o pecador a terríveis padecimentos interiores, a um sentimento de exclusão da comunidade humana, que o homem médio não saberia suportar sem buscar logo, arrependido, a oportunidade de uma penitência reconciliadora; oportunidade que a ‘campanha do Betinho’ providencialmente estendeu a todos no momento exato, com a precisão de um cronograma divino”.

A partir daí, qualquer um que se opusesse ou se mantivesse alheio ao ideal de esquerda passava a ser visto como imoral e malvado. Muitos sentiram-se como verdadeiros pecadores; outros, querendo agradar, ainda que a contragosto, fortaleceram ainda mais a esquerda, a qual de fato foi a verdadeira vitoriosa. A Ética foi corrompida, deixou de ser absoluta e tornou-se relativa, relativa aos interesses do partido... como pregava Gramsci. Será coincidência? A partir de então o terreno para a esquerda chegar ao poder estava aberto, era só questão de tempo. A vitória da esquerda não pode ser negada, por mais que seus seguidores digam o contrário. Marco Aurélio Garcia já reconheceu o fato18:

“Tem havido nos últimos anos um deslocamento para a esquerda na América Latina, que não se traduz só nas eleições de presidentes, mas também na mudança da problemática política. Mesmo os que não vieram da esquerda hoje compartilham temas da esquerda. Há uma hegemonia do pensamento da esquerda na América Latina, da mesma forma em que na década anterior havia a hegemonia do pensamento conservador”.

Como vimos anteriormente, a esquerda passou também a atrair para o seu manto, sob o fundo moral de luta por uma sociedade mais justa, diversos temas progressistas como feminismo, homossexualismo, aborto, ação afirmativa, entre outros, sem que seus novos eleitores soubessem que na verdade estavam contribuindo para a estratégia gramsciana.

E até hoje é assim. Para não passarem por “conservadores”, “reacionários”, “direitistas”, os brasileiros, principalmente os jovens, preferem acreditar que “um outro mundo é possível”, sem saber, ou fingindo não saber, que estão colaborando com os regimes mais injustos e assassinos já criados neste mundo. É muita irresponsabilidade, para dizer o mínimo, acreditar no socialismo e culpar o capitalismo por todos os males do mundo. Só homens com a alma doente podem acreditar nisso.

Nada está perdido

Mas não deve haver lugar para o derrotismo. Novamente, Eric Voegelin nos lembra que o primeiro pressuposto para alguém aderir a uma ideologia é o de que o sujeito seja desonesto intelectualmente. Afirma também que ideologias são construções insustentáveis e que para dar sustentação às suas mentiras os ideólogos devem esconder grande parte dos fatos que, deixados à vista, fariam desabar toda sua argumentação. Os ideólogos destroem a linguagem, transformando-a em mera repetição de slogans ou em jargões intelectuais altamente complicados e inacessíveis para quem está de fora do seu círculo19. Talvez seja este o motivo por que os esquerdistas fujam sempre do debate apelando a ataques pessoais e à força do número: assim como é impossível criticar a metafísica sem tornar-se antes um metafísico, é impossível criticar os argumentos pró-capitalismo sem render-se ao capitalismo, ou estudar o socialismo sem desprezá-lo imediatamente. Porém, isso é ao mesmo tempo reconhecer que estava errado, o que definitivamente é para poucos. Diante da perspectiva de descobrir que viveram na mentira – alguns a vida inteira –, é preferível continuar no auto-engano, pois menos doloroso, e de preferência na companhia de outros mentirosos, pois a mentira coletiva têm a incrível capacidade de parecer verdade. Nesse sentido, além de andarmos sempre com um lenço e com um guia veterinário, pois nos serão úteis quando a agitprop vier espumando em nossa direção como cães hidrofóbicos, temos de recuperar o verdadeiro significado da linguagem e tirar o véu dos fatos que todo militante tenta esconder – seja no campo econômico, político, psicológico, espiritual, etc. Devemos mostrar que a linguagem do ideólogo não explica a realidade, mas apenas reflete seu afastamento dela20. Isso é difícil, mas não impossível.

Ao nosso lado estão os homens que antes de nós já iniciaram esse trabalho21, muitas vezes em condições bem piores, e a certeza de estarmos lutando pela verdade, no sentido tradicional e consagrado há mais de dois mil anos. Assim como o clarão da cidade ofusca o brilho das estrelas, as ideologias ofuscam o brilho da verdade. Para rever as estrelas basta sair da cidade, para encontrar a verdade basta entrarmos em nós mesmos. O amor à verdade repousa em todo homem.

[Imagem: images?q=tbn:ANd9GcS1miBu2l3LSmk0WJxik_E...pEagTRj0pV]

O PT e a Estratégia Gramsciana - III (notas)
Notas:

1. A tal ponto que, José Afonso da Silva, autor de esquerda, classifica a constituição de 88 como do tipo “transformista: que prometem explícita ou implicitamente a transição para o socialismo democrático pluralista, como a de Portugal, de 1976 com a revisão de 1982, a da Espanha, de 1978, a do Brasil(por seu conteúdo social, sem prometer o socialismo)(...)”p. 169. Diz ele em outra passagem que, no art. 5º, “os direitos individuais estão contaminados de dimensão social” e que com isso, “transita-se de uma democracia de conteúdo basicamente político-formal para a democracia de conteúdo social, se não de tendência socializante. Quanto mais precisos e eficazes se tornem os direitos econômicos, sociais e culturais, mais se inclina do liberalismo para o socialismo. Transforma-se a pauta de valores: o liberalismo exalta a liberdade individual, formalmente reconhecida, mas, em verdade, auferida por pequeno grupo dominante; o socialismo realça a igualdade material de todos como a única base sólida em que o efetivo e geral gozo dos direitos individuais de liberdade encontra respaldo seguro”. p. 184, Afonso da Silva, José. Curso de Direito Constitucional Positivo. 23ª ed. Malheiros Editores. Não custa lembrar que nada do que está ocorrendo hoje no Brasil seria possível se a crença na “bondade intrínseca” do socialismo não estivesse tão arraigada na mente dos brasileiros.

2. Resumo baseado principalmente em Carvalho, Olavo de, A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjot Capra & Antonio Gramsci, Rio, IAL & Stella Caymmi, 1994, (Disponível em http://www.olavodecarvalho.org), e em textos diversos publicados em http://www.artnet.com.br/gramsci/ e http://www.acessa.com/gramsci/, sites dedicados à divulgação da obra do italiano. As consultas diretas à obra de Gramsci foram poucas, e somente a versões digitais. Embora não valha como justificativa, lembro que os inimigos do liberalismo nunca leram um livro liberal. Recomendo os livros de Sérgio Augusto de Avellar Coutinho, embora não os tenha lido: Cadernos da Liberdade, Belo Horizonte, Ed.Sografe, 2003, e A Revolução Gramscista no Ocidente, Rio, Estandarte Editora, 2001.

3. Carvalho, Olavo de, A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjot Capra & Antonio Gramsci, Rio, IAL & Stella Caymmi, 1994.

4. idem.

5. in Gramsci e a crítica da modernidade; Jornal do Brasil, 2 jun. 2001. Caderno Idéias-Livros, p. 8. Disponível em http://www.artnet.com.br/gramsci/arquiv163.htm

6. v. Mayo, Peter. Gramsci, Freire and Adult Education. Master Dissertation, University of Alberta, 1989.

________. Gramsci, Freire and Critical Pedagogy. London, Zed Books, in press.

Citados por Morrow, Raymond A.; Torres, Carlos Alberto. Gramsci e a Educação Popular na América Latina. Percepções do debate brasileiro. In Currículo sem Fronteiras, v. 4, n. 2, pp. 33-50, Jul/Dez 2004. Disponível em: http://www.curriculosemfronteiras.org/vo...morrow.pdf

7. Rodrigues, Margarita V.; Paranhos Silva, Cristina Beatriz ; Salgado, Edna ; Ribeiro Neves, Mariza Helena S.. Gramsci e a Educação. Em: http://www.uniube.br/institucional/prore.../art01.htm

8. Voegelin, Eric. Autobiographical Reflections, p. 49.Louisiana State University Press,1996.

9. Gramsci, A.. Os intelectuais e a organização da cultura. p. 121, 8.ed. Rio de janeiro, Civilização Brasileira,1991. Citado por Rodrigues, Margarita V.; Paranhos Silva, Cristina Beatriz ; Salgado, Edna ; Ribeiro Neves, Mariza Helena S.. Gramsci e a Educação.

10. Bernardin, Pascal. L’Empire écologique écologique ou la subversion de l’écologie par le mondialisme, p. 8. Éditions Notre-Dame des Grâces, 1998. Citado em artigos disponíveis em http://www.olavodecarvalho.org

11. Sobre esses temas não posso me aprofundar mais, pois não os estudei com profundidade. Se, em alguns anos, persistir o silêncio acadêmico em torno de esse arrazoado, as chance dele estar correto é grande... Já os exemplos de doutrinação escolar, no Brasil e nos EUA, podem ser encontrados com profusão na internet. Isso não é paranóia “direitista” ou qualquer coisa do tipo, é fato, e é um fato grave. Recomendo, para o caso brasileiro, a visita a http://www.escolasempartido.org.

Vejo influência de Gramsci também no geógrafo, e teórico da globalização, Milton Santos. Consciente ou inconscientemente, ele resumiu a estratégia gramsciana numa entrevista publicada em livro: “Se trabalhamos com variáveis dinâmicas, produzimos uma interpretação sistêmica e durável, porque a variável escolhida já inclui o sentido da duração. Então, produzimos ao mesmo tempo uma interpretação e oferecemos o pano de fundo para a mudança possível. Nesse caso, as disciplinas que trabalham com variáveis dinâmicas são, todas, instrumentais por mais teóricas que também sejam. E o partido ainda é insubstituível, caso ele tenha bons filósofos ou intelectuais que ajudem na produção do seu discurso, sem estar obrigado ao compromisso com a ação. Porque tem que haver a elaboração do discurso, não basta a idéia. É o mundo da ideologia: se o mundo foi feito pelo discurso, tem que ser reconstruído pelo discurso. Isso talvez dê essa premissa ao papel do intelectual. O mundo atual é movido pelo discurso; nosso trabalho é oferecer o contra-discurso. E os partidos têm os especialistas do discurso”. Partindo de um intelectual honesto – pelo que conheço de sua biografia –, esta passagem decreta a morte da filosofia no Brasil: não se quer reconstruir o mundo desmascarando-se o velho discurso a partir da realidade, mas sim substituindo-o por um novo, pois é o mundo da ideologia... ver Território e Sociedade. Entrevista com Milton Santos, Seabra, Odete; Carvalho, Mônica de; Corrêa Leite, José. SP, Fundação Perseu Abramo, 2ª ed., 2001.

12. Digo isso baseando-me principalmente nas obras de: Vieira de Mello, Mário. Conceito de uma Educação da Cultura com referência ao Estetismo e à criação de um espírito ético no Brasil. Ed. Paz e Terra, 1986; Desenvolvimento e Cultura. O problema do estetismo no Brasil, SP, Nacional, 1950. O Humanista. A Ordem na alma do Indivíduo e na Sociedade. 1ª ed. Topbooks. 1996. E Meira Penna, J. O. de. A Ideologia do século XX. Ensaios sobre o Nacional-socialismo, o Marxismo, o Terceiro-mundismo e a Ideologia Brasileira, Rio, Nórdica,1994; Em Berço Esplêndido. Ensaios de Psicologia Coletiva Brasileira, 2ªed., Rio, Topbooks, 1996.

13. Disponível em http://www.paginasdinamicas.com.br/pt_hi...?id_pag=40

14. Resolução disponível em http://www.fpa.org.br/especiais/pt25anos...alismo.pdf

15. Disponível em http://www.fpa.org.br/especiais/pt25anos...utopia.htm

16. Carvalho, Olavo de. O Jardim das Aflições. De Epicuro à Ressurreição de César. Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil, p. 287, SP, É Realizações, 2ªed., 2000.

17. Idem, p. 290.

18. em entrevista no Jornal O Globo de 15/10/2005

19. Voegelin, Eric. idem, pp. 45-49.

20. ib., p. 18.21.

21. As obras de ex-esquerdistas arrependidos como Arthur Koestler, Irving Kristol, David Horowitz,
Milovan Djilas, Daniel Bell, Paul Johnson, são importantíssimas. Sobre a degeneração da linguagem, estudar as de Karl Kraus, George Orwell, Eric Voegelin, entre outros. A meu ver, algo parecido ao esforço realizado por Kraus (mostrar como a corrupção semântica do idioma alemão favoreceu a ascensão de Hitler) tem sido feito por Olavo de Carvalho. Há também, é claro, os clássicos de Soljenitsin. No campo econômico, as obras de von Mises, Hayek, Böhm – Bawerik, entre outros, continuam imbatíveis.


FONTE: http://antigramsci.blogspot.com/2006/06/...-i_21.html
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