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Revisionismo Histórico - Quantos judeus morreram no Holocausto?
13-02-2013, 08:13 AM (Resposta editada pela última vez em: 14-02-2013 09:45 AM por Campanário.)
Resposta: #1
Revisionismo Histórico - Quantos judeus morreram no Holocausto?
Segundo relatos oficiais, Auschwitz, em polonês, Oswiecim, foi o maior campo de concentração de prisioneiros montado pelos nazistas.

Heinrich Himmler, chefe da Gestapo, das SS (tropas de elite) e das SA (tropas de choque) ordenou a construção de Auschwitz em 27 de março de 1940.

Localizado ao sul da Polônia a poucos quilômetros da fronteira com a Eslováquia, era constituído de três unidades: o campo de prisioneiros, o campo de extermínio e o campo de trabalhos forçados.

As estimativas divulgadas são de que 1,1 a 1,5 milhões de pessoas morreram em Auschwitz, 90% delas judeus. Mas como chegaram a esse valor, ele corresponde a realidade?

O que eu vou apresentar apartir de agora é o trabalho do historiador de origem inglesa Robert Faurisson, traduzido pelo professor Alberto Braga.

Citar:No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade com aproximadamente treze mil habitantes na Alta Silésia alemã. Porém, no mês de maio desse mesmo ano iniciaram-se em suas cercanias as edificações de um "campo de trânsito" para receber dez mil prisioneiros poloneses.
Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub campos e sede de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica e fábricas de armas) onde trabalhavam inúmeros prisioneiros — principalmente poloneses e judeus — ao lado de trabalhadores civis.

[Imagem: fabrica.jpg]


Auschwitz foi ao mesmo tempo e sucessivamente um campo de prisioneiros de guerra, um vasto campo de trânsito, um campo-hospital, um campo de concentração e um campo de trabalhos forçados e de trabalho livre. Não foi jamais um "campo de extermínio" (expressão inventada pelos Aliados). Apesar das rigorosas medidas de higiene, da abundância de pavilhões e edifícios hospitalares dotados muitas vezes dos últimos avanços da ciência médica alemã, o tifo — uma enfermidade endêmica entre a população judia polonesa e entre os prisioneiros de guerra russos — ocasionou juntamente com as febres palustres e outras epidemias, enormes devastações nos campos e na cidade de Auschwitz, assim como entre os próprios médicos alemães e a população civil. Donde que durante toda a existência do campo, essas epidemias aliadas, segundo alguns, às terríveis condições de trabalho naquelas zonas pantanosas, à fome, ao calor e ao frio, causaram a morte de aproximadamente cento e cinqüenta mil prisioneiros, desde 20 de maio de 1940 até 18 de janeiro de 1945.

Os rumores sobre Auschwitz


[Imagem: rumores.jpg]


Como tem sido comum em tempos de guerra e de propaganda bélica, a partir daqueles dramáticos fatos se engendraram múltiplos rumores. Até ao final da guerra e sobretudo nos meios judaicos fora da Polônia, propagou-se que os alemães praticavam o assassinato sistemático de prisioneiros em Auschwitz seguindo ordens de Berlim. Segundo estes rumores os nazistas haviam instalado "fábricas da morte" especificamente para eliminar os judeus; dissecavam vivos os prisioneiros (vivissecção); queimavam-nos vivos em fossas, ou nos altos fornos, ou nos crematórios; ou ainda, antes de os queimarem, gaseavam os judeus em matadouros químicos chamados de "câmaras de gás". Em todos estes rumores descobrem-se determinados mitos da Primeira Guerra Mundial.

O mito do "holocausto" vem sendo engendrado e maquinado desde as primeiras décadas do séc. XX, e essas lendas e imposturas nos são impingidas, à exaustão, pela mídia judaica, como se pode ver na ridícula ilustração de capa da revista Veja, ou na fraudulenta fotografia apresentada num desses "Institutos Anne Frank", em que se evidenciam os grosseiros retoques e a descarada montagem fotográfica.

[Imagem: fotofraude.jpg]
[Imagem: veja-fevereiro-1945.jpg]


O saudável adolescente que posa entre o atleta à esquerda na foto, e o triste prisioneiro recém libertado, que exibem os seus magros corpos com as suas roupas abaixadas, não saberiam dizer como foram aparecer juntos nessa mesma fotografia. É evidente a grotesca sobreposição de imagens tomadas em vários locais e condições totalmente diversas; para um observador mais atento, salta à vista a absurda iluminação de cada elemento, evidentemente incongruente e incompatível no conjunto; e as "costelas" do pobre infeliz sentado à esquerda, é qualquer coisa como escandalosa ignorância da anatomia humana e afronta à inteligência alheia.

O embaraço dos libertadores soviéticos

Os soviéticos ocuparam Auschwitz a 27 de janeiro de 1945. O que encontraram era tão contrário ao difundido pela propaganda que se pode afirmar que ficaram boquiabertos. Por sua organização e instalações sanitárias — tremendamente modernas aos olhos dos soviéticos — aquele campo era exatamente o oposto de um "campo de extermínio". Por isso, durante vários dias o jornal oficial comunista soviético, Pravda, guardou silêncio sobre o assunto, e por algum tempo os russos não convidaram nenhuma comissão Aliada para constatar in loco a verdadeira situação em Auschwitz. Finalmente em 1º de fevereiro, o Pravda rompeu o silêncio, porém unicamente para apresentar através da boca de um prisioneiro — e somente um — as seguintes palavras:
"Os hitleristas assassinavam por meio de gás as crianças, os doentes e os homens e mulheres inaptos para o trabalho; incineravam os cadáveres em fornos especiais. No campo havia doze destes fornos

[Imagem: auschwitz_lib2.jpg]


O Pravda ainda acrescentava que o número de mortos se contava "aos milhares" e não aos milhões. No dia seguinte, o principal repórter oficial do jornal, o judeu Boris Palevoï, assegurava que a principal forma utilizada pelos alemães para exterminar suas vítimas era... a eletricidade:

"(Utilizavam) corrente elétrica onde centenas de pessoas eram mortas simultaneamente por uma descarga; os cadáveres caíam sobre uma esteira rolante movida por uma polia e avançavam assim para um alto-forno".

[Imagem: auschwitz_lib3.jpg]
[Imagem: children_lib.jpg]
[Imagem: children_lib-2.jpg]


A propaganda soviética estava desconcertada, e em seus filmes somente se permitiam mostrar pessoas mortas e moribundas que os alemães na retirada deixaram para trás. Mas haviam deixado para trás também, como bem o demonstram as notícias da época, as crianças bem alimentadas e saudáveis, assim como os adultos que gozavam de plena saúde. Logo a seguir, a propaganda judaica veio em socorro dos soviéticos.

A propaganda judaica em fins de 1945

Durante o verão de 1944, dois judeus evadidos de Auschwitz no mês de abril, se refugiaram na Eslováquia. Aí com a ajuda de seus correligionários começaram a preparar uma história sobre os campos de Auschwitz, Birkenau (campo anexo a Auschwitz) e Majdanek, na qual descreviam aqueles campos como "campos de extermínio". O mais famoso destes judeus era Walter Rosenberg, mais conhecido pelo nome de Rudolf Vrba e que ainda vive no Canadá. Seu relato altamente fantasioso foi divulgado pelos meios judaicos da Hungria, Suíça e finalmente chegou aos Estados Unidos onde tomou a forma de um relato datilografado publicado pelo War Refugee Board em novembro de 1944, com o selo da Presidência dos Estados Unidos. O War Refugee Board era um organismo criado por Henry Morgenthau Jr. (1891 - 1967) Secretário do Tesouro Americano que se tornara célebre pelo "Plano Morgenthau", o qual, se houvesse sido aplicado por Roosevelt e Truman, teria culminado com o aniquilamento físico de milhões de alemães depois da guerra.
Este informe serviu de matriz para a "verdade" oficial a respeito de Auschwitz. Nele os soviéticos se inspiraram para redigir o documento URSS-008 de 6 de maio de 1945. Tanto este como o informe russo sobre o massacre de Katyn foram considerados documentos "de valor autêntico" e portanto, indiscutíveis no Processo de Nuremberg. Segundo o citado informe russo, os alemães haviam assassinado em Auschwitz mais de quatro milhões de pessoas, a maioria das quais teria sido gaseada com um inseticida chamado Zyklon-B. Essa "verdade" oficial caiu por terra em 1990, com a retirada das placas do monumento em Auschwitz que ostentavam aquele fantástico número de "gaseados".

A confissão de Rudolf Höss


Em 15 de abril de 1945 um dos três comandantes que dirigiam Auschwitz, Rudolf Höss (não confundir com Rudolf Hess) "confessou" sob juramento ante seus juízes e ante jornalistas de todo o mundo, que na época em que dirigia o campo, ou seja, de 20 de maio de 1940 a 1º de dezembro de 1943, no mínimo dois milhões e quinhentos mil prisioneiros em Auschwitz haviam sido executados com gás e que pelo menos outros quinhentos mil teriam sucumbido por fome e enfermidades; o que elevava a cifra para três milhões de mortos somente nesse período. Em nenhum momento Höss foi interrogado pela acusação ou pela defesa, quanto à "materialidade" dos fatos extraordinários que revelava. Posteriormente foi entregue aos poloneses. Sob a vigilância de seus carcereiros comunistas redigiu a lápis uma confissão final. Feito isso, foi enforcado em Auschwitz, em 16 de abril de 1947. Curiosamente tivemos que esperar até 1958 para ter acesso — parcial — a essa confissão conhecida pelo grande público com o título de Commandant a Auschwitz.

Impossibilidades físico-químicas

A descrição extremamente vaga e rápida da operação de gaseamento dos prisioneiros, tal como relata Höss em sua confissão escrita, era materialmente impossível de se realizar por razões físicas e químicas: não se pode confundir um processo de gaseamento com o objetivo de matar, com um gaseamento suicida, ou acidental. O objetivo de uma execução por gaseamento (como existe até hoje, e unicamente nos Estados Unidos) é matar sem ser morto!
O Zyklon-B é um inseticida à base de ácido cianídrico utilizado desde 1922 até aos dias atuais. É um gás altamente perigoso. Ele tem por característica aderir às superfícies. É muito difícil de ser retirado dos ambientes e é explosivo. Os americanos usam o gás cianídrico para execuções em alguns estados com os seus condenados à pena de morte. Uma câmara de gás para execuções é uma obra necessariamente muito sofisticada e o procedimento é demorado e perigoso. Pois bem, em sua confissão Höss afirmava que a equipe encarregada da retirada dos dois mil corpos de gaseados por dia das câmaras de gás, entravam nas mesmas a partir do momento em que era ligado um ventilador, iniciando essa hercúlea tarefa ao mesmo tempo em que fumavam e até comiam, ou seja, sem máscaras contra gases. Impossível. Ninguém poderia ter entrado assim num oceano de gás cianídrico para manipular milhares de cadáveres recobertos de cianureto, os quais não poderiam ser tocados pois estariam impregnados do violento veneno que mata por contato. Até com máscaras de gás dotadas de filtros especiais para gás cianídrico a tarefa seria impossível, pois este tipo de filtro não resiste a uma respiração mais acelerada, mesmo de baixa intensidade.

A resposta de trinta e quatro historiadores


No jornal Le Monde de 29 de dezembro de 1978 e de 16 de janeiro de 1979, expus brevemente as razões pelas quais, conhecendo os lugares e os pretensos procedimentos, os gaseamentos de Auschwitz eram tecnicamente impossíveis. Em 21 de fevereiro de 1979, sempre no Le Monde, apareceu uma declaração de trinta e quatro historiadores, que concluía assim: "Não temos que perguntar como foi tecnicamente possível a matança em massa. Foi tecnicamente possível porque foi levada a cabo".
No meu modo de ver, os exterminacionistas, como eu os chamo, assinaram aí a sua capitulação final. Pela perspectiva científica e histórica, o mito das câmaras de gás nazistas acabava de receber um golpe mortal. A partir daquela data, nenhuma obra exterminacionista acrescentou outras luzes sobre este ponto e ainda menos a obra de Jean-Claude Pressac, fraudulentamente intitulada "Auschwitz: Technique and Operation of the Gas Chambers" (Auschwitz: Técnica e Operação das Câmaras de Gás). Logo, acabou-se o tempo em que os historiadores se atreviam a nos dizer que eram autênticas as câmaras de gás apresentadas aos turistas como "em estado original", ou "em estado de reconstrução", ou "em ruínas" (as ruínas também podem falar). As "câmaras de gás de Auschwitz" não eram mais do que câmaras frias para a conservação de cadáveres que aguardavam a cremação, tal como o provam as plantas que descobri em 1976.

Mostrem-me ou desenhem...

Em março de 1992 lancei em Estocolmo um desafio internacional: "mostrem-me, ou desenhem-me uma câmara de gás nazista!" Informei que não me interessava nem um edifício onde supostamente teria existido uma câmara de gás, nem um pedaço de muro, nem uma porta, nem cabelos, nem sapatos. O que pedia era uma representação completa da arma do crime, de sua técnica e de seu funcionamento. Completei que se a essa altura se pretendia dizer que os alemães haviam destruído essa arma, ao menos que a desenhassem para mim. Ou seja, eu me negava a acreditar numa "realidade material" desprovida de representação material.

O Holocaust Memorial Museum

Em 30 de agosto de 1994 visitei o Holocaust Memorial Museum de Washington. Não encontrei ali representação física alguma da fantástica câmara de gás. Então, perante quatro testemunhas, pedi em seu escritório que o Reserch Director do museu, Michael Berenbaum, me explicasse aquela anomalia. Após violenta explosão de ira, terminou por me responder que "se havia tomado a decisão de não proporcionar nenhuma representação física das câmaras de gás nazistas"! Nem sequer tentou procurar invocar a existência em seu museu de uma maquete artística do Crematório II de Birkenau. Sabia que essa maquete apresentada em seu livro-guia do museu, não era mais do que uma mera criação artística sem nenhuma relação com a realidade.

O desmoronamento exterminacionista


Tive a oportunidade de lembrar a Michael Berenbaum alguns fatos importantes e de o colocar frente a certos acontecimentos desastrosos para a "causa exterminacionista" como os que se seguem:
● Em 1968, em sua tese de doutorado, a historiadora judia Olga Wormser-Migot reconheceu que "havia um problema com as câmaras de gás", afirmando que em Auschwitz I "não havia câmara de gás"... (mesmo assim essa "câmara de gás" sempre é apresentada fraudulentamente a milhões de crédulos turistas!)
● Em 1983, um britânico — ainda que defensor da lenda exterminacionista — revelou como Rudolf Höss, antes de testemunhar ante o Tribunal de Nuremberg, havia sido torturado por membros judeus da segurança militar britânica, terminando por confessar sua culpa após receber pontapés, bofetadas, chicotadas, exposição ao frio e privação do sono.
● Em 1985, durante o primeiro processo contra Ernest Zündel, no Canadá, a testemunha Nº. 1, Rudolf Vrba, e o historiador Nº. 1 da tese exterminacionista, Raoul Hilberg, encontraram-se sob o contra-interrogatório conduzido pelo advogado Douglas Christie, a quem eu assessorava.
● Em 1988, o historiador judeu-americano Arno Mayer, que assegurava acreditar no genocídio e nas câmaras, escrevia: As fontes para o estudo das câmaras de gás, às vezes são escassas e pouco confiáveis... Além do que, desde 1942, em Auschwitz seguramente morreram mais judeus do que provavelmente em qualquer outra parte pelas chamadas "causas naturais" do que pelas "não naturais".
● Em 1992, o Prof. Yehuda Bauer, da Universidade Hebraica de Jerusalém, qualificava de silly (estúpida) a tese segundo a qual a decisão de exterminar os judeus havia sido tomada em 30 de janeiro de 1942 em Berlim - Wannsee.
● Em 1993, Jean-Claude Pressac, que em 1989 havia calculado o número dos mortos em Auschwitz entre um milhão e quinhentos mil e dois milhões, logo teve de rebaixar esse número para setecentos e setenta e cinco mil, e já em 1994 ainda se agarrava a uma cifra entre seiscentos e trinta mil a setecentos e dez mil...
● Neste mesmo ano, o Prof. Cristopher Browing, colaborador da Encyclopaedia of the Holocaust, declarava: Höss foi sempre uma testemunha muito fraca e confusa... e teve a correção de acrescentar: por essa razão os revisionistas sempre o citam, no sentido de desacreditar a memória de Auschwitz, como um todo.
● Até inícios de 1990 qualquer pessoa podia constatar em Auschwitz que nas dezenove placas de metal do monumento de Birkenau estava escrito, em dezenove línguas diferentes, que quatro milhões de pessoas haviam sido mortas naquele campo:

[Imagem: 4milhoes.jpg]


Pois bem, aquelas placas foram retiradas em abril de 1990 pelas autoridades do museu de Auschwitz que, até hoje, continuam sem saber quais cifras serão colocadas no lugar das anteriores, frente às quais se inclinaram todos os poderosos deste mundo, incluindo o Papa João Paulo II e o Papa Bento XVI.

Essas placas foram sorrateiramente trocadas, e agora já se fala em muito menos da metade de "four million", ou seja: "one and a half million"... e logo esse número também terá de ser revisto para algo em torno de seiscentos ou setecentos mil, e isso pelas contas do historiador judeu Jean-Claude Pressac... e depois, finalmente, para o número real, segundo a Cruz Vermelha Internacional, por volta de cento e trinta e cinco mil pessoas, judias e não judias, mortas por epidemias e causas naturais, principalmente durante os últimos meses da guerra, quando os bombardeios aliados destruíram as estradas de acesso aos campos de prisioneiros, prejudicando desse modo o suprimento de alimentos e medicamentos... Para quem — durante cinqüenta anos — sustentou a desavergonhada mentira dos fantásticos "quatro milhões" de mortos em Auschwitz... ou a dos fabulosos "seis milhões"...

Em apoio às suas teses, os revisionistas apresentam três peritagens diferentes: a de Fred Leuchter, a de G. Rudolf e a de W. Lüftl, e mais o início de uma quarta perícia polonesa, enquanto os aflitos exterminacionistas não se atrevem a iniciar nenhuma perícia pública da arma do crime.
Todos os sobreviventes judeus de Auschwitz, e especialmente as "crianças de Auschwitz", ou seja, os que nasceram no campo ou passaram lá parte de sua infância, são provas vivas de que Auschwitz nunca foi um campo de extermínio.

[Imagem: children.jpg]


Não só não existiu nenhuma ordem, nem um plano, nem sequer vestígios de instruções ou orçamentos para uma tão vasta operação de extermínio sistemático de judeus, como não existe nenhum informe de necropsia que estabeleça a morte de um único prisioneiro por gás. Não existe uma perícia da tal "arma do crime", assim como não existe uma só "testemunha das câmaras de gás", apesar do esforço dos autores de best-sellers que trabalham para que acreditemos nisso. Na obra La Nuit (A Noite) testemunho autobiográfico publicado em 1958, Elie Wiesel não menciona uma única vez as câmaras de gás de Auschwitz; afirma, isto sim, e em minucioso relato, que os judeus eram exterminados em grandes fornos!
Em janeiro de 1945 os alemães deram — a ele e a seu pai — a escolha entre ficar e esperar os soviéticos, ou seguir em direção à Alemanha. Após profunda reflexão, pai e filho decidiram continuar com os seus "exterminadores" alemães, ao invés de aguardarem os libertadores soviéticos. Isto se encontra, com todas as letras, em La Nuit, basta ler essa obra com atenção.

A mentira de Auschwitz

Em 1980 eu declarei: Atenção! Nenhuma das sessenta palavras da frase que vou pronunciar me foi ditada por opiniões políticas. O pretenso genocídio dos judeus e as pretensas câmaras de gás hitlerianas formam uma única e mesma mentira histórica, que tem permitido uma gigantesca chantagem político-financeira, cujos principais beneficiários são o Estado de Israel e o sionismo, e cujas principais vítimas são o povo alemão — mas não os seus dirigentes — e a totalidade do povo palestino.
Hoje não vejo uma única palavra que deva retirar daquela declaração apesar das agressões físicas, apesar dos processos, apesar das multas que tenho sofrido desde 1978 e apesar das prisões, do exílio, ou das perseguições a tantos revisionistas. O Revisionismo histórico é a grande aventura intelectual deste final de século. Só sinto uma coisa: não ter o espaço suficiente — dado às limitações deste artigo — para render homenagem à centena de autores revisionistas que a partir do francês Paul Rassinier, passando pelo americano Arthur Butz, o alemão Wilhelm Stäglich, o italiano Carlo Mattogno e o espanhol Enrique Aynat, empreenderam investigações extraordinariamente meritórias a respeito da realidade histórica da Segunda Guerra Mundial.
Uma última palavra: os revisionistas não são negacionistas, nem estão animados por sombrias intenções. Procuram dizer o que se passou, e não o que não se passou. São positivos. O que anunciam é uma boa nova. Continuam propondo um debate público, à luz do dia, com taquígrafos, ainda que até agora, se lhes têm respondido com o insulto, com a violência, a força injusta da lei ou, também, com vagas considerações políticas, morais ou filosóficas. A lenda de Auschwitz deve dar lugar, entre os historiadores, à verdade dos fatos.

Importante frisar que esse historiador não é um NEGACIONISTA, e sim um REVISIONISTA, alguém que pretende levantar a verdade dos fatos...

Nessa mesma ótica, e sem fazer defesa de nenhuma espécie à Hitler ou ao nazismo, a quem interessa criar esse número falacioso de 6 milhões de judeus mortos na segunda guerra, sendo 1,5 milhões em Auschwitz, e com requintes de crueldade, em câmaras de gás que não existiram?

Esse debate é que eu quero levar aos forenses...

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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13-02-2013, 08:49 AM
Resposta: #2
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
Exzellente! Onde você conseguiu tantas informações? É uma reportagem dessa revista veja? A da foto? Há uns anos atrás li um depoimento muuuuuito bom numa comunidade do Orkut. Infelizmente não guardei o link e agora não encontro mais. O rapaz citou trechos de uns livros de 2-3 historiadores onde desmascarava essa fábula do Holocausto. Tudo indica que os livros foram bannidos pela comunidade judia, pois continuará dados importantíssimos p desmascarar tudo isso!
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Gittarakuru (28-07-2015)
13-02-2013, 09:23 AM
Resposta: #3
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
Desculpe! Agora que passou a excitação, pude ler com "com calma" o artigo! Smile
Vou ver se encontro algo desses historiadores. É incrível a falta de raciocínio lógico de muita gente! Outro dia uma colega ficou boquiaberta porque eu disse que não acreditava nessa fábula! "Existem Fotos!" Eu disse :"SIM, muito estranhas, por sinal! E me diga: -como poderam os Alemães matar mais de seis milhoões de judeus, se a comunidade international judia tinha o registro de cerca quatro milhoões - no mundo! ? A resposta não veio. A Alemanha ATÉ HOJE paga uma fortuna de indenização aos familiares das vítimas do tal Holocausto, imaginem o rebuliço, se ficar provado que tudo foi uma farça!?
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13-02-2013, 09:32 AM
Resposta: #4
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
Olá Campanário! Ótimo post!
Me lembrei deste post aqui, que pode acrescentar algumas idéias:
http://forum.antinovaordemmundial.com/To...holocausto

“Não há muita gente disposta a se sacrificar pelo que é certo, e muito menos gente que irá proteger e respeitar a humanidade de outros. Para esses, tirando comida e água não é necessário dignidade para sobreviver."(Saitou Hajime)
“Você estará lutando não só pelo seu destino… Mas também pelo destino da pessoa que você está protegendo.” (Kenshin Himura)
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13-02-2013, 10:11 AM
Resposta: #5
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
Quero deixar claro que não sou anti-semita, nazista, comunista ou qualquer outro "ISTA", apenas não acredito nessa fábula chamada Holocausto.
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13-02-2013, 10:49 AM (Resposta editada pela última vez em: 13-02-2013 10:56 AM por Campanário.)
Resposta: #6
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
Eu já havia postado estas informações no tópico citado pelo @Siouxsiesyw , mas de fato tem tudo a ver com o que estamos debatendo agora

Citar:
A origem do mítico número dos 6 milhões de judeus mortos
Por que o número dos "Seis Milhões "?


[Imagem: figura1.JPG]



Os sionistas têm continuamente e histericamente tentado reivindicar que seis milhões de judeus foram mortos, morrendo ou em grave perigo na Europa e Rússia desde o final dos anos de 1800. A qualquer hora que houve confusão na Europa, importantes figures sionistas e organizações mundiais da mídia continuamente estimularam um frenesi com falsas choradeiras para conseguir que as pessoas se sentissem pena dos judeus europeus e doassem dinheiro para organizações judaicas de caridade. Acontece que esse lendário número de seis milhões, há muito tempo desacreditado até pelas correntes principais dos historiadores do holocausto, provém de um mito religioso judaico-talmúdico que diz "Tu retornarás com seis milhões a menos" ou "Tu retornarás à terra de Israel com menos seis milhões", e, obviamente, a Segunda Grande Guerra pariu o moderno estado de Israel que foi estabelecido em 1948. Judeus israelenses freqüentemente desculpam-se pelo seu sistemático genocídio de Palestintos e assalto das terras Palestinas educando o assim-chamado Holocausto da Segunda Grande Guerra. Os sionistas têm tanta influência que transformaram uma profecia religiosa judaica num "fato histórico ".

As profecias judacias na Torah requerem que 6 milhões de Judeus devam "desaparecer" antes que o Estado de Israel possa ser formado. "Você deverá retornar com menos 6 milhões." Isso é o motivo pelo qual Tom Segev, um historiador israelense, declarou que "6 milhões" é uma tentativa de transformar a história do holocausto em uma religião de Estado. Aqueles seis milhões, de acordo com a profecia, tinham que desaparecer em "fornalhas", as quais a versão judicial do holocausto hoje autentica. Como uma matéria de fato, Robert B. Goldmann escreve: ". . . sem o holocausto não haveria Estado Judeu." Uma simples consequência: Devido aos seis milhões de Judeus gaseados em Auschwitz que terminaram em "fornalhas" (a palavra grega holocausto significa ofertas ao fogo), portanto, as profecias foram agora "cumpridas" e Israel pode se tornar um "estado legítimo".

A respeito do número dos 'seis milhões' você deveria saber o que se segue: No texto hebraico das profecias da Torah, pode-se ler "você deverá retornar". No texto, a letra "V" ou "VAU" está susente, conforme o hebraico não tenha quaisquer números; a letra V significa o número 6. Ben Weintraub, um cientista religioso, aprendeu com os rabis que o significado da letra faltante significa o número de '6 milhões'. A profecia então se lê: Você retornará, mas com 6 milhões a menos. Veja Ben Weintraub: "O Dogma do Holocausto do Judaísmo", Cosmo Publishing, Washington 1995, página 3. Os faltantes 6 milhões devem estar desta forma antes dos judeus retornarem à Terra Prometida. Javé vê isso como uma limpeza das almas do povo pecador. Os judeus devem, no retorno à Terra Prometida, estar limpos – a limpeza deverá ser feita em fornalhas.

Eis uns poucos exemplos para sua consideração. Note as contínuas referências aos "6,000,000 de judeus" e o termo "holocausto" usado bem antes dos eventos da década de 40.

1900 - Líder judeu deixa escapar o esquema Sionista do holoacusto

11 DE JUNHO DE 1900 - NEW YORK TIMES - página 7 – Discurso do Rabbi Wise
"Há 6,000,000 vivendo, sangrando, sofrendo argumentos em favor do Sionismo."

[Imagem: figura2.JPG]


1902 – A décima edição da Encyclopedia Britannica (sob sua entrada sobre 'antissemitismo') referencia "seis milhões de judeus" da Romênia e Rússia sendo "sistematicamente degradados"

[Imagem: figura3.JPG]


1905- Um pregador judeu declara que se o levante comunista liderado pelos judeus na Rússia segue-se em derrubar o governo Tzarista, e que o Sionismo não seria mais necessário.

[Imagem: figura4.JPG]


1906 – Um publicista judeu grita que haveria um iminente Holocausto de "seis milhões de judeus" na Rússia durante o resultado do primeiro levante comunista na Rússia ali.

[Imagem: figura5.JPG]


1910 – No relato anual do Comitê Judaico Americano é reclamado que desde 1890, a Rússia tem tido uma política para 'expulsar ou exterminar' seis milhões de seus judeus. (Fonte: Livro do Ano do CJA de Setembro de 1911 a Setembro de 1912 pg. 15)

[Imagem: figura6.JPG]


1919 – Pouco depois da Primeira Grande Guerra, reclamam um Holocausto de "seis milhões de Judeus". Não foi muito longe, ninguém comprou a história.

[Imagem: figura8.JPG]


[Imagem: figura9.JPG]


[Imagem: figura10.JPG]


1921 – Patriotas russos brancos ganham terreno sobre os usurpadores bolcheviques de sua nação. Em uma vã tentativa de disfarçar seu pesado envolvimento no bolchevismo, judeus reviraram novamente o mito dos "seis milhões".

[Imagem: figura12.JPG]


1932 - A polícia secreta soviética (NKVD) dominada pelos judeus, liderada pelos judeus bolchevistas Kaganovich, Yagoda, Beria, etc, orquestram uma fome artificial na Ucrânia para sufocar a resistência nacionalista a um golpe bolchevique, sob a ordem de Stalin. O resultado é 6 milhões de homens, mulheres e crianças ucranianos mortos. É então conhecido como o "Holodomor".

[Imagem: figura13.JPG]


1936- É reportado no New York Times que grupos sionistas estavam fazendo pedidos histéricos aos líderes e organizações cristãs americanas, bem como ao governo britânico para ajudar na criação de uma "nação judaica na Palestina" para salvar os judeus do "Holocausto Europeu". Isso foi até antes da criação dos guetos judaicos, sem falar dos campos de concentração, e mais de três anos antes da 2ª Grande Guerra ter começado.

[Imagem: figura14.JPG]


[Imagem: figura15.JPG]


1940 – Os judeus novamente reclamam "seis milhões" de vítimas mesmo antes dos campos alemães fossem criados.

[Imagem: figura16.JPG]


1943 – Um redator judeu sionista de Hollywood, Ben Hecht, lançou a mentira dos seis milhões no Reader's Digest. Ele continuaria a se tornar um propagandista para a gangue terrorista do judeu Irgun na Palestina.

[Imagem: figura17.JPG]


1945 – Antes que alguém pudesse ter conhecido o número, os judeus reclamam a morte de "seis milhões".

[Imagem: figura18.JPG]


Notório propagandista comunista judaico-soviético Ilya Ehrenburg, o monstro que exortou o Exército Vermelho a massacrar impiedosamente os civis alemães e prisioneiros de Guerra e incitou o estupro em massa de mais de dois milhões de alemães e mulheres e garotas européias orientais, reclama "seis milhões" de judeus mortos antes que alguém pudesse ter sabido que este era o número.

[Imagem: figura19.JPG]


1946 – Um ano depois da Guerra, os judeus estão já declamando o mito dos "seis milhões" como um fato.

[Imagem: figura20.JPG]


[Imagem: figura21.JPG]


Arrecadação de recursos -

[Imagem: figura22.JPG]


[Imagem: figura23.JPG]


1990- Número de mortos em Auschwitz reduziu-se de 4 milhões para 1 milhão

[Imagem: figura24.JPG]


O número de mortos estimado em campos da Alemanha foi algo em torno de 300,000 (cerca de metade dos quais eram judeus) baseado em registros da Cruz Vermelha (que continuamente inspecionou os campos nazistas), os livros de mortes em Auschwitz liberado aos arquivos soviéticos em 1990 e outras evidências. Principais causas de morte: tifo/fome.

[Imagem: figura25.JPG]


[Imagem: figura26.JPG]

http://judaismoemaconaria.blogspot.com.b...lhoes.html

(13-02-2013 08:49 AM)Meg Escreveu:  Exzellente! Onde você conseguiu tantas informações? É uma reportagem dessa revista veja?

Meg, JAMAIS a revista Veja publicaria uma matéria com esse teor

A quem interessa o fim da Igreja Católica??? Religião Mundial e o super estado sinárquico
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13-02-2013, 01:45 PM
Resposta: #7
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
É verdade! Delirei um pouco! Smile
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Gittarakuru (28-07-2015)
Compre o Melhor do Mel e Derivados na Tudo Saudável
13-02-2013, 02:34 PM
Resposta: #8
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
É.....uma história necessária para validar uma causa não precisa ter realmente ocorrido, mas deve ser contada e recontada até que se torne real.....e se for comandada por interesses e dirigida á sentimentos...mais aceita será....

Algumas frases para relacionar ao assunto,,...

Alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias....

Eu não quero acreditar, eu quero conhecer......

Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.......


e a melhor de todas, para os revisionistas.....como apoio....

Queremos buscar a verdade, não importa aonde ela nos leve. Mas para encontrá-la, precisaremos tanto de imaginação quanto de ceticismo. Não teremos medo de fazer especulações, mas teremos o cuidado de distinguir a especulação do fato.

"Toda a matéria somente é energia condensada a uma vibração lenta. Então nós somos todos uma consciência que se experimenta subjetivamente. Não há nenhuma tal coisa como a morte. A vida é só um sonho. E nós somos a imaginação de nós mesmos." - Bill Hicks
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13-02-2013, 02:49 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-02-2013 02:50 PM por Bill Goldberg.)
Resposta: #9
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
Apenas uma Banda? http://www.youtube.com/watch?v=8SYGT3GQl-E
Talves Responda o Tópico acima.
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Gittarakuru (28-07-2015)
13-02-2013, 05:26 PM (Resposta editada pela última vez em: 13-02-2013 05:40 PM por Siouxsiesyw.)
Resposta: #10
RE: Quantos judeus morreram em Auschwitz?
(13-02-2013 02:49 PM)Bill Goldberg Escreveu:  Apenas uma Banda? http://www.youtube.com/watch?v=8SYGT3GQl-E
Talves Responda o Tópico acima.

Ola @Bill Goldberg
Fiquei na dúvida com o que a música quis dizer e relacionar com o assunto? Também sempre tive curiosidade de saber um pouco mais sobre a banda, ja q o som q eles fazem é muito bom.Big Grin Por exemplo, na musica Halelluja ficou implícito q era sobre pedofilia...

“Não há muita gente disposta a se sacrificar pelo que é certo, e muito menos gente que irá proteger e respeitar a humanidade de outros. Para esses, tirando comida e água não é necessário dignidade para sobreviver."(Saitou Hajime)
“Você estará lutando não só pelo seu destino… Mas também pelo destino da pessoa que você está protegendo.” (Kenshin Himura)
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