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Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
15-08-2012, 10:14 AM
Resposta: #11
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Dãaaaaa... Agora ententi... Eita faísca atrasada...

Saia do "aquário"! Pense fora da "caixinha"...
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28-08-2012, 12:31 AM
Resposta: #12
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Dados de satélite confirmam degelo recorde no Ártico

Cobertura de gelo chegou a 4,09 milhões de km2 no domingo, e tendência é que diminua mais nas próximas semanas

[Imagem: a0cvmhxh2tjevphkggd1mdom4.jpg]

Imagem da Nasa mostra extensão da cobertura de gelo no Polo Norte no domingo (26). A linha amarela indica a extensão mínima média do período entre 1979 e 2010

Uma quantidade crítica de gelo no Oceano Ártico derreteu este ano a níveis inéditos, confirmou o National Snow and Ice Data Center (NSIDC), dos Estados Unidos, nesta segunda-feira (27).

De acordo com suas medições, a extensão da cobertura de gelo do Ártico chegou a 4,09 milhões de km 2 , e é bem provável que mais gelo ainda derreta nas próximas semanas. Este dado quebra o recorde anterior, de 4,17 milhões de km 2 , estabelecido em 2007.

A região do Polo Norte é um oceano cuja superfície é coberta de gelo. No inverno do Hemisfério Norte, a água congelada cobre uma área de de cerca de 15,54 milhões de km 2 , encolhendo durante o verão e depois aumentando de novo no outono. É uma dinâmica diferente da da Antártida, que é continente coberto de gelo e cercado de gelo marinho.

O gelo marinho ártico chega na sua extensão mínima em meados de setembro, e começa a recongelar. Mas os níveis chegaram noúltimo domingo (26) a 69.930 km 2 além do recorde antigo, registrado desde 1979.

Ted Scambos, do NSIDC disse que apesar de alguns fatores naturais terem contribuído, a causa principal do degelo recorde é, sem sombra de dúvida, as mudanças climáticas causadas pela emissão de gases de efeito estufa.

"Estes dados realmente implicam que o Ártico está mudando", afirmou outro pesquisador, Tom Wagner, do programa de sistemas de gelo da Nasa.

Wagner e Scambos afirmam quem chegou-se a acreditar que 2007 havia sido uma exceção, mas a sequência de dados mostra que algo maior está acontecendo. O recorde de 2012 pode ser um indicativo forte que estamos perto do dia em que não haverá mais gelo no Ártico durante o verão, acredita o glaciólogo Waleed Abdalati, cientista chefe da Nasa.

Uma das grandes preocupações, diz Abdalati, é o impacto deste degelo no clima global. "Este gelo é um importante fator no clima em que a civilização moderna evoluiu˜, explica. "Não sabemos qual vai ser o impacto do degelo˜, complementa Wagner.

Os cientistas dizem que o gelo do Ártico ajuda a moderar as temperaturas do hemisfério norte no verão e no inverno. Um estudo publicado este ano no periódico Geophysical Research Letters ligou a perda de gelo no Polo Norte com a maior probabilidade de eventos meteorológicos extremos, como secas, enchentes e ondas de calor.

O gelo ártico também é essencial para ursos polares e outros animais.

Wagner diz que o degelo ártico acompanha outras mudanças, como a perda de geleiras no Alasca e Canadá, e degelo recorde na Groenlândia . Ali, as temperaturas foram de nove a 18 graus mais quentes que o normal neste verão e o gelo está refletindo menos calor -- ou seja, absorvendo-o -- do que antes.

"A tendência é o degelo continuar, porque a Terra está ficando mais quente", Scambos afirma. "Ano após ano, os recordes vão continuar… Não tem mais volta."

Fonte
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John Dickinson (03-09-2012), Pescada (19-09-2012)
28-08-2012, 11:02 AM
Resposta: #13
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Está chegando a nova Eraaa Do Gêeelo, Era Do Gêeeeloooooooooo

DO GÊEEEELOOOOOOOOOOOOOOOOOO

( Leiam esse comentário cantando Age of Aquarius. kkkkkkkk)

"O problema com o mundo é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, enquanto os estúpidos estão cheios de confiança"
Charles Bukowski
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03-09-2012, 07:13 PM (Resposta editada pela última vez em: 03-09-2012 07:28 PM por John Dickinson.)
Resposta: #14
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Com todo este gelo derretendo , é lógico que as CORRENTES MARÍTIMAS irá mudar !

E digo mais a falta de Sal irá acarretar coisas INIMAGINÁVEL , assim como todo nosso clima temperado irá desaparecer .

Tipo aonde faz calor vai ficar terrivelmente frio e no lugar de frio muito quente .
América do Sul



1. Brasil

O Brasil sofre, durante e após a mudança de pólos, devido à sua proximidade com o novo Pólo Norte, mas também devido à inundação a partir do sul à medida que uma nova massa de terra situada entre a extremidade da América do Sul e África emerge sob as ondas. Toda essa água deve ir para algum lugar e correrá para o norte em todo despenhadeiro que reside no seu caminho.

Esta onda maciça irá correr sobre os rochedos íngremes ao longo da costa, derramando água em terras baixas achadas protegidas do mar, que irão então se tornar um mar interno por um tempo. Aqueles, nestes rochedos íngremes, devem antecipar as águas se apressando em direção ao interior a partir do mar até certo ponto e, para escapar das marés, devem ficar no interior e buscando refúgio fora do vento, ao longo dos pontos mais elevados, ficando tanto fora dos despenhadeiros que normalmente escoam para o mar, uma vez que este é o curso que ondas que chegam vão tomar durante a hora da mudança, quanto fora dos despenhadeiros que normalmente escoam para o interior, pois este é o curso que a água irá tomar para escapar de volta ao mar.

Durante a hora da mudança, os sobreviventes irão se encontrar numa posição terrível com a água correndo sobre os rochedos íngremes, fluindo através dos despenhadeiros em seu caminho para se derramar de volta através dos rios e pântanos internos. O estado de Pernambuco se situa no bojo do Brasil e, como tal, ficará próximo ao ponto fora do bojo em que o novo Pólo Norte está antecipado a ser posicionado.

Conforme o 12th Planeta passa entre a Terra e o Sol, o Pólo Sul irá se inclinar com o passar do Pólo Norte do 12th Planeta, movendo o bojo ao Norte juntamente com ele. Assim, experimentando um longo dia durante a semana da parada de rotação e assando, no entanto, como em meados do verão, os moradores de Pernambuco irão encontrar a temperatura baixando constantemente.

Equipare o grau desta frieza profunda ao que aqueles do Círculo Polar Norte experimentam hoje. A menos que preparados para viver neste ambiente, o que estes amigos tropicais não estarão, eles vão congelar até a morte ou morrer por exposição em curto espaço de tempo.

Mover em direção aos Andes, bem fora das terras baixas que se tornarão uma grande baía interna quando o atual pólo degelar, é o melhor plano. Tal extensa viagem não deve ser deixada para o último minuto, quando o pânico e a distração irão estorvar os viajantes.

Goiás não só irá permanecer livre dos maremotos que assaltam o litoral do Atlântico e Antártida, como também permanecerá acima do nível do mar após o degelo dos pólos já existentes. A Bacia Amazônica irá se inundar, constantemente, e congelar na saída que será posicionada dentro do novo Círculo Polar Norte.

Assim, há algum perigo para os ribeirinhos da Bacia Amazônica em se encontrarem inundados em água sem saída mas, em geral, esta terra irá escoar toda a Bacia Amazônica para terras não trancadas por gelo, encontrando novas saídas. Este grande lago interno trará oportunidades de pesca atualmente não consideradas uma opção pelos residentes de Goiás.

As maiores preocupações serão as alterações climáticas que darão à terra uma região fria, então os sobreviventes devem estar preparados para se vestir calorosamente e estudar como os moradores do Canadá, por exemplo, preparam-se para o seu clima. As plantas e os animais locais irão sofrer, em conformidade.

A posição do estado de Minas Gerais é suficiente para evitar os grandes maremotos que irão se mover rápida e fortemente ao longo do litoral em frente ao foco entre a extremidade da América do Sul e da África, onde a nova terra será forçada para cima durante a mudança. O nosso conselho é que esteja cerca de 100 milhas em direção ao interior do país e 200 pés acima do nível do mar para evitar a inundação pelas marés.

No entanto, o clima de Minas Gerais irá mudar de tropical ou subtropical para próximo do polar, à medida que o novo Pólo Norte estará situado no Oceano Atlântico, fora do bojo do Brasil. Pegue um globo em suas mãos e trace a distância do Pólo Norte a terras como Alasca ou Sibéria. Trace esta mesma distância de Minas Gerais até um ponto simplesmente fora do bojo do Brasil. Este é o seu novo clima!

Assim, se sobreviver à inundação das marés, e em caso de uma comunidade rural com casas de terra ou de madeira simples que sobrevivem aos terremotos, os sobreviventes despreparados para esta alteração climática irão logo morrer por exposição. Os rochedos íngremes e a região montanhosa do sul do Brasil permanecerão acima do nível do mar após o degelo polar e não estarão sujeitos a formações montanhosas durante a mudança.

Tal como os Salt Flats em Utah, rochas antigas e altamente estáveis, como as encontradas no estado do Paraná, irão igualmente resistir à quebra durante os tremores. Acostumados aos trópicos, os sobreviventes que vivem perto do bojo do Brasil ficarão chocados ao se encontrarem tremendo à medida que sua terra natal se desloca de uma região subtropical para terras dentro de uma região polar.

Aqueles que estão bem no interior do país, bem acima da corrente que a Amazônia pode experimentar durante chuvas tórridas e mares que se escorrem, irão encontrar o seu clima mais moderado, dificilmente mudando daquele que experimentaram no passado. O estado de São Paulo será o local ideal para um clima temperado contínuo e de acesso à pesca oceânica após a mudança.

Mas, durante a hora da mudança, aqueles que sobreviveriam são aconselhados a ir para os pontos mais elevados nas serras da região. Nosso conselho geral de estar 100 milhas em direção ao interior e 200 pés acima do nível do mar, não se aplica em áreas destinadas a experimentar o ímpeto da maré.

Durante a hora da mudança, o Pacífico vai se estreitar muito e nossa análise dos pontos fracos na crosta da Terra indica que a placa Antarctica irá se inclinar, fazendo novas terras acima das ondas entre a extremidade da América do Sul e África. A água deslocada irá se afastar deste ponto, em todas as direções, atingindo a costa da América do Sul com uma enorme quantidade de água sob pressão.

O ímpeto da maré, para aqueles que a tem testemunhado, não age como a água é esperada a agir, à medida que subirá quando não se tem lugar algum para ir, para aliviar a pressão subjacente a ela. A água em movimento também continua se movendo, mesmo sob o efeito da gravidade. O que isto significa é que as pessoas que buscam refúgio dos ventos fortes em despenhadeiros irão encontrar uma parede de água a subir a partir da costa, que vai engoli-los e afogá-los.

Mesmo os pontos elevados perto da costa irão encontrar água derramando sobre eles. É preciso analisar o terreno, encontrar os pontos elevados que serão suficientemente internos para dissipar a força da água, e que tenham um canal de escoamento para a água que não tenha o seu caminho em torno do ponto elevado.

Aqueles ventos fortes, a ponto do vigor de um furacão, irão também ser experimentados durante a hora da mudança. Aqueles que sobreviveriam são aconselhados a se planejar para estar muito bem ancorados.


2. Argentina

Próximo ao local onde as novas terras surgirão no Oceano Atlântico, entre a extremidade da América do Sul e da África, enquanto a placa Antártica se inclina para acomodar a compressão das placas no Pacífico durante a hora da mudança, a Argentina irá se encontrar com uma grande quantidade de água deslocada procurando pelo seu nível. A maré cheia vai assaltar o litoral sob a enorme pressão que um grande volume de água pode produzir; não uma onda, mas um corpo de água a um nível elevado e, portanto, tomando algum tempo para desembolsar.

Esta água será pressionada em direção ao interior, não sendo parada por sopés ou vastas planícies que poderiam parar ou atrasar uma maré cheia. O volume de água que procura o seu nível também causará velocidade de fluxo, onde a água pressiona através de montanhas ou despenhadeiros, lavando e limpando qualquer estrutura feita pelo homem por lá.

Acostumado com o suave fluxo de água que flui para o mar espalhando-se para fora através dos campos durante as inundações ou com a lavagem suave com ou sem as marés, o homem tem pouca experiência com a força e potência de uma imensa quantidade de água em movimento.

Aqueles que sobreviveriam na Argentina, ao longo do litoral em direção à extremidade da América do Sul em particular, deverão assumir as montanhas ao longo da costa como uma zona perigosa e avançar para o interior em direção aos picos de montanha mais elevados que puderem alcançar a fim de sobreviver neste momento. O sopé da Cordilheira dos Andes na Argentina, assim como as faixas de Neuquen e Córdoba, serão um lugar seguro para escapar do Atlântico ao longo da costa mas, devido à compressão do Pacífico com formações montanhosas resultantes, vão experimentar revoltas.

A este respeito, a faixa de Cordoba é menos susceptível de ser afetada estando mais longe da divisão continental. Mais tarde, devido à nova localização ao longo do Equador, aqueles da Argentina irão encontrar um clima uniformemente temperado com acesso continuado à pesca oceânica que será produtivo quando a cultura da terra falhar.



Buenos Aires

Buenos Aires é abençoado, hoje, com uma localização ideal, ao longo de uma rica costa marítima na foz de um rio, cercado por terra rica e com um cenário de montanhas pouco distantes ao fundo. Grande parte disto permanecerá o mesmo após a mudança, com o clima continuando o mesmo também.

Por que, então, Buenos Aires não seria um local ideal para suportar a mudança e os Momentos Seguintes? Águas errantes e em elevação vão lavar as costas, bem antes da mudança.

Quando a rotação pára, a água será levada do equador aos pólos, e durante a mudança em si, nós prevemos que novas terras, na verdade, um novo continente, elevar-se-á entre a parte inferior da América do Sul e África, ao norte da Antártida. Isto irá deslocar uma grande quantidade de água que irá correr para a costa por uma via direta deste novo continente de origem.

Aqueles ao longo da costa ou em despenhadeiros onde o ímpeto da maré ocorrerá, encontrarão esta enorme maré cheia à medida que ela lava o sopé das montanhas, caindo estrondosamente e se movendo rápida e inesperadamente. Aqueles que sobreviveriam, deveriam se retirar na montanha, bem dentro delas, até que as marés oceânicas estejam regulares e não errantes, um período de vários dias após a mudança.

Buenos Aires irá também sofrer com o degelo dos atuais pólos, dentro de dois anos da mudança, aumentando o nível do mar em cerca de 650-700 pés. Isto irá inundar muitas áreas em torno de Buenos Aires, bem como muitas residências, forçando sobreviventes a se agruparem em situações já lotadas e de fome.

Os temperamentos se incendiarão, resultando em feios confrontos com poucos sobreviventes.



3. Chile

O Chile se eleva no alto ao longo da costa da América do Sul, mas é precisamente devido a estes penhascos íngremes que os maremotos serão inesperadamente grandes durante a mudança de pólos. A água não terá para onde ir, então a pressão de água por trás da borda da onda irá comprimir a água ao longo dos penhascos. Isto terá vida curta, durando apenas poucas horas, mas dura tempo suficiente para vales ao longo da costa se encontrarem inundados.

A água em qualquer vale pode estar lá não porque a barreira montanhosa que protege o vale é baixa, mas porque a água foi forçada em direção ao interior do país num outro ponto fraco mais abaixo ao longo da costa e, uma vez no interior, ela se move de um lado a outro procurando o seu nível mais baixo. Assim, a água pode ainda parecer vir de uma direção interior.

Para melhores resultados, onde viver ao longo de um litoral em que toda a área ao redor não deixa a água fugir, mas subir, esteja alguns milhares de pés de altura e espere um ou dois dias antes de regressar à sua casa. Desta forma, a sua casa pode ser inundada, mas você não irá se afogar.



Santiago

O Chile tem regiões montanhosas e zonas costeiras e não muito nos intervalos. A pesca e a agricultura simples nas aldeias de montanha é a principal fonte de alimento.

Após a mudança de pólos, quando a maré ruge sobre os despenhadeiros e escala os penhascos, e os terremotos estremecem todo o globo arruinando pontes e estradas em torno de montanhas íngremes tão suscetíveis a deslizamentos, o isolamento será a norma. O clima continuará a ser temperado, o acesso à pesca excelente, mas os que sofrerão serão aqueles que confiaram em ligações com o vasto globo, a distribuição de mercadorias para dentro e fora do Chile, e adotam o estilo de vida dos ricos.

Assim como todos os tais estilos de vida, um degrau acima da camada de superfície onde todos trabalham até que suas mãos e costas doam e nenhum vive sem o trabalho do outro, aqueles acostumados a viver o estilo de vida dos ricos se acharão famintos e incapazes de trocar qualquer um de seus inúteis brinquedos e quinquilharias. Sistemas patriarcais antigos, estruturas de poder, e essencialmente a escravidão da subclasse pelos ricos acabarão e aqueles que querem se unir às antigas formas para obtenção de benefício devem ser ignorados.



4. Peru

O Peru se situa no alto dos Andes e se situará mais alto após a mudança devido à sujeição crescente das placas sob os sulcos da atual formação montanhosa. A elevação provoca o ar rarefeito, com o qual muitos dos seus moradores devem lidar e, assim como durante a hora da mudança, parte da atmosfera da Terra fica afastada temporariamente, isto pode crescer até o ponto de asfixia nas grandes elevações.

Ao longo do litoral, também há perigo de marés furiosas à medida que a água sob pressão irá subir se não tiver lugar algum para ir. Assim, vales internos contêm a melhor chance de sobrevivência durante a mudança em si.

Após a mudança, o Peru continuará com um clima temperado, esticado ao longo do novo Equador, e a proximidade à pesca oceânica será produtiva durante os anos após a mudança devido ao aumento do dióxido de carbono no ar e crescimento da alga resultante. Os nativos valentes do Peru, deixados sozinhos no passado por aqueles que saqueariam à medida que a terra fica disponível e de viver difícil, serão sobreviventes.



5. Equador

O Equador se localiza nos Andes banhado pelo Oceano Pacífico. Entre formações montanhosas, o que é certo de ocorrer nesta mudança como o foi no passado quando o Pacífico encurtou e entre marés furiosas no Pacífico à medida que se movem durante a semana de parada de rotação e durante a mudança em si, os residentes assustados irão se sentir como se não tivessem lugar para buscar segurança. A maré ao longo das costas durante o momento da mudança de pólos deverá impulsionar os interessados em sobreviver a se moverem em direção ao interior e regressarem aos seus lares litorâneos após esta hora pedregosa.

Vulcões ativos e aqueles que estão dormentes agora vão reagir ao aperto com arrotos e vômitos de poeira vulcânica por muitas décadas após a mudança cobrindo os Andes, o que será então o oeste (agora sul) com a pior das cinzas. No entanto, o litoral permanecerá sensivelmente o mesmo à medida que a formação montanhosa elevar a terra para se opor bastante ao efeito de degelo dos pólos.

Cidades costeiras, hoje algumas centenas de pés acima das ondas, irão se encontrar ainda acima das águas, em geral, e a pesca nos oceanos férteis será uma fonte de alimento para os sobreviventes nos Momentos Seguintes. O litoral será fundamental para a sobrevivência nas sombrias décadas após a mudança à medida que jardins ao ar livre não vão passar bem, mas os oceanos serão exuberantes e frutíferos.

O clima vai permanecer essencialmente o mesmo, perto do novo equador como o é agora perto do antigo equador. Aqueles que sobreviveriam são aconselhados a permanecer 100 milhas e, de preferência, 200 milhas de qualquer vulcão susceptível de entrar em erupção, e sondar seu caminho de volta ao litoral após a mudança pela atividade em curso.



6. Colômbia

A Colômbia se firmará como a região montanhosa que os sobreviventes frenéticos da América Central irão escalar durante a mudança. Como o Panamá é o ponto onde a água hoje flui entre o Pacífico e o Caribe, esta é a ponte para a segurança que irá se desgastar precocemente durante a hora da mudança.

Contudo, quaisquer sobreviventes agarrados a material flutuante serão derrotados na costa colombiana querendo auxílio para alimentação e alojamento. Portanto, à medida que muitos outros países passam melhor pela mudança que seus vizinhos, a Colômbia irá se ver um hospital e um campo de refugiados.

A partir da bacia amazônica, da mesma forma, a multidão populacional procurará por regiões montanhosas. À medida que a Amazônia se inunda durante os dois anos que se seguem a partir da mudança devido ao degelo dos pólos já existentes, o homem e animais similares estarão em movimento.

Assim, a região montanhosa da Colômbia será um local de interesse com conflitos de todas as espécies abundando nos Momentos Seguintes. As guerras por drogas, as que muitas vezes dominam a cena na Colômbia, vão se tornar inexistentes, dado que o tráfego não pode avançar.

O cultivo da droga colombiana será utilizado, ao invés disso, para obscurecer a terrível realidade entre aqueles que procuram este caminho. Tal como em todos os países do mundo, os Momentos Seguintes terão uma mudança da população, gradativamente, para ser mais de serviço-ao-outro, com suprimentos compartilhados entre todos e uma atitude positiva útil substituindo grupos que tentam se sobrepor um ao outro por poder e prestígio.

Esta é uma tendência que leva muitas décadas para se tornar evidente, no entanto, assim a Colômbia continuará a ser um país onde as armas lideram, em certa medida, durante algum tempo após a mudança.



Bogotá

Na região montanhosa da Colômbia, Bogotá é o local da luta constante entre os grupos que disputam o poder. O governo eleito luta contra cargas de drogas e rebeldes que procuram obter vantagem e, para adicionar à mistura, as guerras americanas por drogas se inserem, oferecendo ajuda financeira aos habitantes se cooperarem.

Como isto mudará quando a mudança de pólo ocorrer? Em primeiro lugar, as comunicações serão perdidas, de forma que telefones e TV e rádios se desativarão, e todos olham sobre eles para determinar os seus próximos movimentos. Em segundo lugar, estradas e pontes e linhas férreas serão quebradas, e as viagens aéreas bloqueadas por rodovias quebradas e aviões e helicópteros danificados pelo vigor dos ventos dos furacões. Assim, as viagens serão praticamente impossíveis. Em terceiro lugar, todos os grupos exceto o governo eleito verão isto como uma oportunidade de aproveitar o poder e tentarão fazê-lo.

Assim, Bogotá irá alternar de mãos, repetidas vezes, com este ou aquele senhor de guerra se declarando no controle de um país que poderia se importar menos com o que ocorre em Bogotá.



7. Venezuela

Venezuela e outros países sul-americanos que fazem fronteira com o Caribe e América Central devem evitar os vulcões e procurar por regiões montanhosas durante a mudança, à medida que o Caribe e América Central irão se desmoronar com o estrondo da placa que ocorrerá durante a mudança abrindo o caminho de forma que a pressão de água correrá entre o Atlântico e o Pacífico como através de uma eclusa.

Placas caribenhas, que irão desaparecer rapidamente, irão criar uma súbita compressão na água sobre aquelas placas, que não terá para onde ir. Quando o Pacífico encurta, o vazio criado por uma América Central desmoronada vai permitir uma corrida de água em direção ao Atlântico, com sua velocidade intensificada pela estreita eclusa através da qual ela corre.

Países costeiros que fazem fronteira com este pesadelo precisam avançar bem para o interior e em região montanhosa, para além da recomendação normal de 100 milhas para o interior e 200 pés acima do nível do mar. Quanto mais no interior, o melhor, ou o pesadelo pode estar sobre você.



Caracas

Cidades venezuelanas como Caracas irão se encontrar subitamente, durante a hora da mudança, num pesadelo de água impetuosa do qual eles não serão capazes de escapar. Enquanto a rachadura do Atlântico se alarga drasticamente e o Pacífico é comprimido e encurta, a água irá rugir através da América Central para preencher a lacuna no Atlântico.

Esta água não será uma maré benigna, uma maré cheia crescendo constantemente de tal modo que aqueles em seu caminho podem se arrastar em barcos ou procurar flutuação. Não será nem mesmo ondas, aproximando-se e caindo estrondosamente sobre eles de tal forma que possam medir a altura e correr para as regiões montanhosas.

A força, a fúria e a velocidade que aquela água pode se mover é medida, pela memória de hoje, como águas de enchente se esvaziando para o mar ou a água em mangueiras de incêndio sob forte pressão de forma a atingir grandes distâncias.

Este não é o limite ao qual a água está sujeita. A velocidade e força da água são dependentes do peso da água que lhe está subjacente, que procura o seu nível. Nos casos das grandes diferenças entre o Pacífico e Atlântico, durante a hora da mudança, esse peso é imenso.

Assim, os litorais que fazem fronteira com esta investida de água se acharão lavados conforme ela passa, de repente se atirando em despenhadeiros com uma maré cheia que vai horrorizar aqueles que achavam que tinham clamado alto o suficiente. Aqueles que sobreviveriam ao longo do litoral da Venezuela não vão encontrar sobrevivência possível por lá sob qualquer forma.

As cidades serão limpadas pela água, rasgadas em suas fundações e levadas para as águas frias do Atlântico e lá depositadas. A morte por afogamento nas águas é inevitável.



8. Bolívia

A Bolívia se situa no centro da placa sul-americana, portanto é uma velha pedra não susceptível a se despedaçar. Esta sofrerá um impulso em altitude durante a mudança, mas não por muito, e a latitude não será muito mais distante do novo equador, após a mudança, em relação ao antigo; então a vida irá continuar essencialmente a mesma para os sobreviventes.

O sol se elevará em um local diferente e o céu ficará mais nublado devido à poeira vulcânica, isto irá confundir o amigo rústico vivente nas montanhas. Mas situar-se acima da baixa atmosfera, onde a maioria da poeira vulcânica se estenderá conforme ela se acomoda, proporciona vantagens pois haverá dias claros na ocasião.

A vida será mais difícil, como em toda a parte, devido a menos vegetação, mas aqueles acostumados a viver uma vida simples irão encontrar formas de enfrentá-la, ao contrário daqueles das cidades acostumados ao viver confortável. O povo rural da Bolívia será sobrevivente.



La Paz

Movendo-se rapidamente para fora da bacia amazônica e em direção ao interior a partir da costa, La Paz se achará a cidade de refúgio após a mudança. A Bolívia é um país pobre, e não tem lojas e abrigos para prover esta multidão de humanidade.

Isto leva inevitavelmente a brigas sobre cada sucata de alimentos em restaurantes ou mercearias exigindo uma cama do proprietário da casa, o qual pode estar vivendo na chuva sob tetos quebrados e quartos desmoronados. Neste contexto, os refugiados ficarão vagueando sem recursos ou força além do que a fome na estrada deixou a eles.

Estas lutas terão vida curta e os sobreviventes por todos os lados vão começar a sobrevivência difícil nos Momentos Seguintes. A vantagem de ter refugiados nos pontos do Norte / Sul / Leste / Oeste é a informação, numa altura em que a palavra de boca será a única notícia entregue.

Esta é uma catástrofe que afetará todo o mundo, e a vida não é melhor em lugar algum até que alguém deva decidir viajar para procurá-la.



9. Guiana

A Guiana é um país alto, montanhoso e acostumado às chuvas torrenciais que países perto do equador e do oceano recebem numa base regular. Não há vulcões ativos nas proximidades, a placa é estável e improvável de se despedaçar.

No entanto, os despenhadeiros muito íngremes que surgem nas montanhas irão apresentar um perigo durante a mudança em si. A água no Caribe se esvaziará, primeiramente, durante a parada de rotação enquanto corre para os pólos e, em seguida, reencherá o depósito num escorrimento apressado.

Enquanto tenta retornar ao novo equador, a água irá correr para os despenhadeiros num ímpeto de maré que vai assombrar qualquer um que procura recusa aos ventos fortes nos despenhadeiros.

Após a mudança, a Guiana irá se encontrar num clima temperado com muitas plantas tropicais, que exigem uma intensa luz solar, sofrendo. Mesmo em um país exuberante, temperado e com um povo acostumado à estocagem, vai haver uma falta de alimentos.

Sobreviventes das cidades, que já não podem importar os alimentos a que estão acostumados, irão tropeçar na selva causando conflitos com os povos nativos e, em última instância, morrendo de fome.
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19-09-2012, 06:12 PM
Resposta: #15
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Novo recorde de degelo no Ártico deve ser anunciado hoje
Agência O Globo - 4 h atrás


RIO - Um novo recorde de degelo no Ártico deve ser anunciado nesta quarta-feira pelo National Snow and Ice Datacenter (NSICD). Em relação ao mínimo de 2007, houve uma redução percentual no tamanho da cobertura de gelo de 18%, para um total de 3,41 km² no final deste verão. De acordo com a cientista do NSICD Julienne Stroeve, a bordo do navio My Artic Sunrise, do Greenpeace, as medições em algumas placas mostram que não apenas o tamanho, mas a espessura também está diminuindo, o que acelera o processo de degelo. Em sua inspeção, Stroeve não encontrou gelo ´antigo´ no Ártico, apenas placas mais finas e formadas recentemente, o que quer dizer que há perda na camada chamada permanente. No último dia 14, ativistas do Greenpeace fizeram um apelo pela proteção do Ártico: montaram um coração com as bandeiras dos 193 países membros da ONU em uma placa de gelo ao norte do Círculo Ártico.

Em agosto foi medida a menor extensão de gelo. Tinham restado 4,1 milhões de km² de gelo marinho - até então, o menor índice registrado fora 4,17 milhões de km², em setembro de 2007. Isso equivale a apenas 30% da superfície do oceano. O fenômeno deve alterar o clima nos próximos meses no Hemisfério Norte - o Ártico é um dos grandes reguladores climáticos do planeta. E ele abre literalmente caminho para novas rotas de navegação, boas para o comércio, mas perigosas para o frágil equilíbrio ambiental do polo.

Até agora o Ártico se comportou exatamente como previram os modelos climáticos que associavam a elevação da temperatura da Terra às emissões de CO2 e outros gases-estufa pela ação humana. Desde que o gelo marinho começou a ser medido por satélite, foi observada uma redução de 40% da superfície nos meses de verão. É normal que parte do gelo derreta nos meses mais quentes do ano - o que no Ártico significa temperaturas na casa de 0 grau Celsius - mas a maior parte da cobertura costumava se manter.
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Pescada (19-09-2012)
19-09-2012, 06:29 PM
Resposta: #16
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
O que acho estranho é que apesar de tamanho degelo nada tem se falado sobre aumento do nível do mar...

Posso estar falando bobagem, mas uma coisa não está diretamente ligada a outra?

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19-09-2012, 06:47 PM
Resposta: #17
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
você tem dois tipos de água no planeta a CONGELADA que é pura água DOCE e você tem toda a água congelada que forma Oceanos , mares , Rios e Lagoas ....

Se você concordar comigo , está água que se descongelou vai ter que ir para algum lugar .

Aí nóis achamos que ela vai para onde ?

O mesmo seria se nos pegarmos um copo com água e por uma ou duas pedras de gelo , o ue vai acontecer ? TRANSBORDAR eu pelomenos acho isto !

Nossos OCEANOS estão todos ligados , eu lhe digo que :

Na maioria das cidades costeiras iriam desaparecer de baixo d'água !

Certa vez fizeram uma analogia na minha região . Eu sou de uma Cidade chamada Campos dos Goytacazes litorânea que fica entre SÃO JOÃO DA BARRA E MACAE .

Uma iria desaparecer por ser muito baixa e a outra iria ter de 70 / 85% de seu território tomado por água .Se o degelo continua-se .

Vendo a sim parece meio trágico d mais , mas é o que realmente vai acontecer .
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a John Dickinson pelo seu post:
Pescada (19-09-2012)
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19-09-2012, 08:03 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-09-2012 08:10 PM por Tito Pito.)
Resposta: #18
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
O degelo do Ártico não aumentará significativamente o nível dos oceanos, pois este gelo já estava na água, ali é um mar congelado! O gelo da Groenlandia e de outras porções de terra pode ir para o mar.
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[-] O(s) seguinte(s) 2 usuários diz(em) obrigado a Tito Pito pelo seu post:
John Dickinson (29-10-2012), Pescada (20-09-2012)
19-09-2012, 08:16 PM (Resposta editada pela última vez em: 19-09-2012 08:17 PM por MALLBORO.)
Resposta: #19
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Desculpem a brincadeira ! Mas é que não resisti !

[Imagem: otimismo.jpg]
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Warwick (19-09-2012)
20-09-2012, 10:54 AM (Resposta editada pela última vez em: 20-09-2012 10:55 AM por over9.)
Resposta: #20
RE: Satélites registram degelo incomum na superfície da Groenlândia
Degelo recorde no Ártico coloca cientistas em 'território desconhecido'

Paul Rincon
Editor de Ciência da BBC
Atualizado em 19 de setembro, 2012 - 23:07 (Brasília) 02:07 GMT


Imagem da Nasa mostra redução da extensão de gelo marinho no Ártico nos últimos 30 anos
O gelo marinho do Ártico atingiu sua menor extensão do ano, estabelecendo um novo recorde de menor cobertura durante o verão (no hemisfério norte) desde que dados de satélite começaram a ser coletados, e, 1979.
A extensão em 2012 caiu para 3,41 milhões de km² – 50% menor que a média entre 1979 e 2000.
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Há tempo o gelo marinho do Ártico é considerado um indicador das mudanças climáticas. Cientistas que vem analisando o surpreendente degelo acreditam que ele é parte de uma mudança fundamental.
"Nós estamos agora em território desconhecido", disse Mark Serreze, diretor do Centro Nacional de Neve e Gelo (NSIDC, na sigla em inglês) no Estado americano do Colorado.
"Ao mesmo tempo em que já sabíamos que, à medida que o planeta se aquece, mudanças serão vistas primeiro e mais pronunciadamente no Ártico, poucos entre nós estavam preparados para a rapidez com que essas mudanças iriam ocorrer."
Cobertura fina
O recorde deste ano encerra um verão de baixa cobertura de gelo no Ártico. Em 26 de agosto, a extensão de gelo marinho caiu para 4,10 milhões de km², quebrando o recorde de baixa anterior, estabelecido em 18 de setembro de 2007, de 4,17 milhões de km².
Em, 4 de setembro deste ano, caiu abaixo de 4 milhões de km², outro recorde nos 33 anos em que dados de satélite são coletados.
"O forte declínio no final da estação mostra como a cobertura de gelo está fina", disse o cientista Walt Meier, do NSIDC.
"O gelo precisa estar muito fino para continuar derretendo à medida que o sol se vai e o outono se aproxima."
Cientistas dizem que estão observando mudanças fundamentais na cobertura de gelo marinho. O Ártico costumava ser dominado por gelo de várias camadas, que sobrevivia ao longo de muitos anos.
Mais recentemente, a região tem sido caracterizada por uma cobertura de gelo sazonal, e grandes áreas estão agora inclinadas a derreter completamente no verão.
Declínio dramático
A extensão do gelo marinho é definida como a área total coberta por pelo menos 15% de gelo, e varia de ano para ano, por causa de variações no clima.
No entanto, a extensão de gelo tem mostrado um dramático declínio geral nos últimos 30 anos.
Um estudo de 2011 publicado na revista científica Nature usou núcleos de gelo e sedimentos lacustres para reconstruir a extensão de gelo marinho no Ártico ao longo dos últimos 1.450 anos.
Os resultados sugerem que a duração e a magnitude do atual declínio pode não ter precedentes nesse período.
A cientista Julienne Stroeve, do NSIDC, está a bordo de um navio do Greenpeace em Svalbard, na Noruega, que acaba de retornar de uma expedição de pesquisa para avaliar o derretimento na região.
Ela disse que o novo recorde sugere que o Ártico "talvez tenha entrado em uma nova era climática, na qual a combinação de gelo mais fino com ar e temperaturas dos oceanos mais quentes resultam em mais perda de gela a cada verão".
"A perda de gelo marinho no verão levou a um aquecimento incomum da atmosfera do Ártico, que por sua vez tem impacto nos padrões de clima no hemisfério norte, o que pode resultar em condições climáticas extremas constantes, como secas, ondas de calor e enchentes", diz Stroeve.
Consequências
O pesquisador Poul Christoffersen, da Universidade de Cambridge, disse à BBC: "Nós sabemos muito pouco sobre as consequências de reduções drásticas no gelo marinho".
"A maioria dos modelos de projeções incluem um declínio menos rápido", afirma.
Entre as possíveis consequências em grande escala da redução de gelo marinho, ele cita mudanças nos padrões de ventos e nas correntes oceânicas.
Se a atual tendência de derretimento durante os meses de verão continuar, alguns apontam que, além de enormes desafios, também haverá oportunidades.
Alguns navios já estão economizando tempo ao navegar por uma rota antes intransitável ao norte da Rússia.
Companhias de petróleo, gás e mineração estão brigando para explorar o Ártico – apesar de sofrerem forte oposição de ambientalistas.
Essas companhias sofrem forte oposição de grupos ambientalistas.

******************************************************

"Seja a mudança que você quer ver no mundo."
Dalai Lama

******************************************************
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Pescada (20-09-2012)
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