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[URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
10-11-2011, 09:27 PM
Resposta: #21
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
(10-11-2011 07:41 PM)comunicadointerno Escreveu:  O membro Clockworks levantou a questão sobre a divisão do Pará e que pode ter haver com esse a aprovação desse novo código...

O que acham?

Entrei em contato com ele agora. Ele descobriu coisas totalmente pertubadoras. Discutimos por um bom tempo e as coisas são piores que eu imaginava. O imperialismo da agricultura é apenas uma das faces da moeda. Eles matarão 2 coelhos com uma so cajadada. Clockworks está reunindo alguns dados que compartilhamos para expor nossas conclusões. Adiantando um pouco, existem coisas por trás dessas organizações ambientais. Uma ligação muito forte com a ONU, o setor de biotecnologia, e mega corporações... Como eu disse pra ele, faz parte do plano essa lei passar que nem água na peneira pelo senado. Aguardem só pra ver...

"Quando é preciso escolher entre a economia e a democracia,
nosso dever é salvar a economia."

Henry Kissinger

Se os esquerdistas tem aversão a meritocracia, quem faz dela algo exemplar?

Guinaldo
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[-] O(s) seguinte(s) 1 usuário disse obrigado a Lord Ravenous pelo seu post:
Alexg (11-11-2011)
Goji Berry Pelo menor Preço Você Encontra na Tudo Saudável Produtos Naturais
11-11-2011, 12:51 AM (Resposta editada pela última vez em: 11-11-2011 12:59 AM por Clockwork.)
Resposta: #22
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Nas últimas quatro horas tenho pesquisado os donos dos domínios do Floresta Faz a Diferença, e encontrei informações interessantes que vou passar para todos vocês, para que enriqueçam ainda mais o que achei e possam complementá-la.

Procurei primeiramente as informações de webmaster da página, para saber número do IP do servidor, número do domínio e quem administra o domínio da página do Projeto, e encontrei esses dados:

No site http://whois.domaintools.com, encontrei as seguintes informações:

domain: florestafazadiferenca.org.br
owner: INSTITUTO DEMOCRACIA E SUSTENTABILIDADE (1749575)

No site http://www.checksitetraffic.com/traffic_...ca.org.br, consegui a informação de domínio do servidor e de domínio do host:

Server IP: 50.17.223.217
Server Host: Name ec2-50-17-223-217.compute-1.amazonaws.com

E no site http://www.iplocationfinder.com/50.17.223.217, consegui, através do IP, saber as seguintes informações:

IP location: of 50.17.223.217
City: Seattle
Country: United States

IP: 50.17.223.217
Hostname: ec2-50-17-223-217.compute-1.amazonaws.com
ISP: Amazon.com
Organization: Amazon.com
City: Seattle
Region: Washington
Country: United States
Timezone: America/Los_Angeles
Longitude: -122.2995
Latitude: 47.5839
Updated IP Lookups: 50.17.223.217 64.128.71.139 74.125.159.132 88.109.7.26

Veja que o domínio faz parte da Amazon, e hospedam o conteúdo em Seattle, até aí tudo bem, pois a Amazon realmente é um serviço muito usado para hospedagem de hosts.

O meu intuito era encontrar o que senti quando vi os vídeos, que o movimento Floresta Faz a Diferença é um movimento apoiado por empresários e aderentes da NOM.

E fiquei pasmado com as informações.

Peguei o endereço do primeiro site Instituto Democracia e Sustentabilidade, e vejam o que descobri.

Na página desse Instituto, eles explicam o que apóiam:

O Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) é uma organização da sociedade civil, plural e apartidária, que nasceu do desejo de um grupo de pessoas de buscar alternativas de desenvolvimento para o Brasil com base em novos valores e premissas, fundamentados na valorização do potencial econômico, patrimônio ambiental e diversidade sociocultural do País.

No final de 2008, lideranças de ONGs, empresários, acadêmicos e políticos começaram a se perguntar: como a agenda socioambiental pode sair da marginalidade e entrar na centralidade da economia, da políticae da cultura do País? Como permitir que o Brasil acerte o passo com a história e dê uma contribuição importante e original à crise planetária?

Cerca de um ano depois, foi criado o IDS, reunindo importantes referências do movimento socioambiental brasileiro entre os seus fundadores. Essas perguntas continuam a inspirar a atuação do Instituto, bem comoa certeza de que não temos como respondê-las sozinhos. Por isso, o IDS procura constantemente envolver uma rede de colaboradores que comunga dos mesmos ideais representados na sua missão, visão e objetivos institucionais:
Nossa Missão

Convergir e potencializar ideais e propostas que contribuam para aprofundar a democracia e colocar a sustentabilidade como valor central para a vida no século 21.
Nossa Visão

Ser um ator relevante da sociedade civil nos processo locais, regionais e nacionais para a construção de um novo acordo social que tenha a democracia e sustentabilidade como valores centrais.
Objetivo geral

Contribuir para a formação das bases sociais e políticas para a construção de uma nova visão de Brasil sob o prisma da democracia e da sustentabilidade.

Nossa Missão, Visão e Objetivo Geral estão refletidos em um conjunto de diretrizes e propostas denominado “Plataforma Brasil Democrático e Sustentável”, que pretende ser um canal de participação, agregação e valorização de iniciativas em curso.

Participaram da elaboração da Plataforma cerca de cem colaboradores diretos e indiretos que, além de cooperar com sugestões, ajudaram a avaliar e incluir nos debates as contribuições recebidas por um sistema de consulta pela Internet.

A “Plataforma Brasil Democrático e Sustentável” está organizada em torno de sete eixos temáticos:

1. Política cidadã baseada em princípios e valores;

2. Educação para a sociedade do conhecimento;

3. Economia para uma sociedade sustentável;

4. Proteção social: saúde, previdência e terceira geração de programas sociais;

5. Qualidade de vida e segurança para todos os brasileiros;

6. Cultura e fortalecimento da diversidade;

7. Política externa para o século 21.

Agora, o IDS pretende multiplicar esse canal de diálogo e de colaboração para a construção de convergência de ideias por meio de um ambiente que propicie a agregação de conhecimento.

Entre as atividades principais que o IDS pretende desenvolver estão:

Disseminar valores que promovam a democracia e a sustentabilidade por meio da realização de eventos, debates e publicações;

Agregar conhecimento e articular a produção de conteúdos em torno de uma plataforma de convergência sobre os temas ligados à democracia e à sustentabilidade, envolvendo redes de instituições e de colaboradores;

Acompanhar e promover diálogos sobre os temas conjunturais relevantes para o País;

Estabelecer relações de cooperação e apoiar ações e projetos de instituições da sociedade civil brasileiras e internacionais, particularmente da América do Sul, identificados com nossos objetivos, contribuindo para o fortalecimento da sociedade.

    Conselho Diretor (eleito em abril de 2011)
    Beto Ricardo
    Gisela Moreau
    Guilherme Leal
    João Paulo Ribeiro Capobianco
    Maria Alice Setúbal (Presidente)
    Marina Silva
    Ricardo Young Silva

Pegando esses nomes do Conselho diretor, fiz uma busca por informações dessas pessoas, e vejam de quais empresas e associações eles fazem ou fizeram parte:

Beto Ricardo

Carlos Alberto Ricardo é secretário-executivo do Instituto Sócio Ambiental (ISO), de São Paulo, e coordena o Programa Rio Negro, da instituição, para elaboração e implementação de um projeto de desenvolvimento sustentável na bacia do rio Negro, uma região da Amazônia integrada por partes dos territórios da Colômbia, Venezuela e Brasil. O Programa Rio Negro tem por objetivo solucionar questões como proteção e sustentabilidade das terras indígenas demarcadas, segurança alimentar, geração de renda, educação, saúde, fortalecimento organizacional e afirmação cultural.
Antropólogo, pesquisador e editor, Carlos Alberto se formou em ciências sociais na Universidade de São Paulo (USP) e tem sua trajetória marcada por uma longa experiência no setor social. Um dos fundadores do Centro Educacional de Desenvolvimento Integrado (CEDI), idealizou e coordenou os projetos Povos Indígenas do Brasil (PIB) e Vídeo nas Aldeias, integrou a coordenação nacional da campanha pelos direitos indígenas na Constituinte de 1998 e foi sócio-fundador da Comissão Pró-Yanomami (CCPY). Por sua atuação, recebeu, em 1992, o Prêmio Ambientalista Goldman, nos Estados Unidos.
O ISA propõe soluções integradas para questões sociais e ambientais e defende bens e direitos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural e aos direitos humanos e dos povos. Com seu Programa Rio Negro, se propõe, a atuar nas regiões do médio e alto rio Negro, no noroeste da Amazônia brasileira, em parceria com as organizações indígenas locais e organizações governamentais e da sociedade civil. E também, pretende estender o programa a toda a bacia do rio Negro, que apenas em sua porção brasileira abriga 23 povos indígenas e um mosaico de formações florestais únicas.

Ele é membro do sócioambiental também, que diz o seguinte sobre esse organismo sem fins lucrativos:

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip), desde 21 de setembro de 2001. Fundado em 22 de abril de 1994, o ISA incorporou o patrimônio material e imaterial de 15 anos de experiência do Programa Povos Indígenas no Brasil do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (PIB/CEDI) e o Núcleo de Direitos Indígenas (NDI) de Brasília. Ambas, organizações de atuação reconhecida nas questões dos direitos indígenas no Brasil.

No final dos anos 1980, uma série de fatos e processos marcaram um período de intensas interações entre diferentes segmentos organizados da sociedade civil brasileira, nas vertentes sociais e ambientais: o processo de formulação e aprovação dos direitos sociais coletivos e do meio ambiente na Constituição Federal (1987/88); a campanha da Aliança dos Povos da Floresta (1989); o Encontro dos Índios em Altamira (Pará) para protestar contra um grande plano oficial de aproveitamento hidrelétrico da Bacia do rio Xingu (1989) e a formação do Fórum Brasileiro de ONGs, Movimentos Sociais Preparatório para a Rio 92 (1990) e a própria Conferência das Nações Unidas (1992).

As pessoas que se juntaram para formular, fundar e implantar o Instituto Socioambiental, entre 1993 e 1995, tiveram participação decisiva e destacada na idealização e implementação dos processos acima mencionados.

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O que me chamou mais a atenção foi ele participar da Constituinte em 1998 para a criação de um Estado Pró-Yanomâmi, mas em outros aspectos parece ser até inteiramente correto, apesar que mais a frente irei tratar sobre a criação há anos do Estado Yanomami, e das barbaridades que ocorreram depois dessa criação.

Informações da Socioambiental:

Domain ID:D2024789-LROR
Domain Name:SOCIOAMBIENTAL.ORG
Created On:22-Apr-1997 04:00:00 UTC
Last Updated On:05-Apr-2011 18:27:38 UTC
Expiration Date:23-Apr-2020 04:00:00 UTC
Sponsoring Registrar:Network Solutions LLC (R63-LROR)
Status:CLIENT TRANSFER PROHIBITED
Registrant ID:20543435-NSI
Registrant Name:Instituto Socioambiental
Registrant Organization:Instituto Socioambiental
Registrant Street1:Av Higienopolis, 901 Sala 30
Registrant Street2:
Registrant Street3:
Registrant City:Sao Paulo
Registrant State/ProvinceConfusedP
Registrant Postal Code:01238-001
Registrant Country:BR
Registrant Phone:+1.1135158940
Registrant Phone Ext.:
Registrant FAX:+1.1135158904
Registrant FAX Ext.:
Registrant Email:
Admin ID:20543433-NSI
Admin Name:Antenor Morais
Admin Organization:Instituto Socioambiental
Admin Street1:Av Higienopolis, 901 Sala 30
Admin Street2:Higienopolis
Admin Street3:
Admin City:Sao Paulo
Admin State/ProvinceConfusedP
Admin Postal Code:01238-001
Admin Country:BR
Admin Phone:+1.551135158940
Admin Phone Ext.:
Admin FAX:+1.551135158904
Admin FAX Ext.:
Admin Email:
Tech ID:20543433-NSI
Tech Name:Antenor Morais
Tech Organization:Instituto Socioambiental
Tech Street1:Av Higienopolis, 901 Sala 30
Tech Street2:Higienopolis
Tech Street3:
Tech City:Sao Paulo
Tech State/ProvinceConfusedP
Tech Postal Code:01238-001
Tech Country:BR
Tech Phone:+1.551135158940
Tech Phone Ext.:
Tech FAX:+1.551135158904
Tech FAX Ext.:
Tech Email:
Name Server:NS1.SOCIOAMBIENTAL.ORG
Name Server:NS2.SOCIOAMBIENTAL.ORG
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
Name Server:
DNSSEC:Unsigned

Pesquisei informações sobre esse Antenor Morais, mas tudo leva a crer que é só um web-designer muito bom.

Gisela Moreira

Aqui é onde eu comecei a ver algo interessante, pois essa mulher pelo que pesquisei lucra muito dinheiro com a indústria Ecológica.

Ela é dona do Espaço Crisantempo, que oferece cursos de dança, teatro, e oferece aulas de conscientização ecológica.

Vejam:

Apresentação

A SALA CRISANTEMPO é um lugar de educação, pesquisa e apresentação de dança, teatro e música, formada por dois espaços: um estúdio de dança e um teatro multimídia modulável.

O estúdio de dança foi inaugurado em 2004 e oferece cursos relacionados à consciência do movimento, reunindo profissionais das artes do corpo ligados às idéias e práticas do bailarino, coreógrafo e pesquisador Klauss Vianna.

Convivem com esta linha de trabalho uma nova e reconhecida geração de pesquisadores e criadores do movimento, bem como profissionais que se destacam por seu trabalho de valorização e resignificação formal da dança africana.

O teatro se caracteriza por sua versatilidade na composição de ambientes para apresentações. Paredes articuláveis permitem múltiplos formatos de acordo com a demanda cenográfica do trabalho. Luz, som e a própria arquibancada seguem a modulação desejada.

A SALA CRISANTEMPO promove oficinas e palestras, e viabiliza projetos que visam relações de respeito e reconhecimento, inclusive para grupos portadores de necessidades especiais. Desde 2008 passamos a nos posicionar propositivamente diante dos desafios socioambientais que se apresentam na atualidade, criando a nova frente de atividades e ações do CINE-CLUBE SOCIOAMBIENTAL CRISANTEMPO.

A Sala Crisantempo

Cine Clube Socio Ambiental

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Guilherme Peirão Leal

Com esse camarada aqui, encontrei o motivo de tantos artistas fazerem parte da campanha contra o Código Florestal, só não entendo com que objetivo o fazem, mas dêem uma olhada na história dele:

Guilherme Peirão Leal (Santos, 22 de fevereiro de 1950) é empresário e político brasileiro. É co-presidente do Conselho de Administração e dono de 25% das ações da Natura.[1] Foi candidato a vice-presidente, pelo Partido Verde (PV), na chapa de Marina Silva durante a eleição presidencial de 2010.

Estreou em 2006 no ranking da revista Forbes que lista as mil pessoas mais ricas do mundo ao ter uma fortuna avaliada em 1,4 bilhões de dolares. Em 2010, chegou ao posto 463 com 2,1 bilhões de dolares e integrava o grupo de 18 brasileiros da lista.[1] Sua declaração de bens quando do registro da candidatura no TSE totalizava o montante de 1,197 bilhões de reais.

Biografia

É bacharel em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo[1] e possui cursos de extensão no European Institute of Business Administration (INSEAD) e Harvard Business School (HBS).

Trabalhou em instituições financeiras e na Fepasa até que, em 1979, passou a ser sócio da Natura, na época uma pequena loja de cosméticos situada na rua Oscar Freire, em São Paulo.

Além de sua atuação na Natura, tem participado da criação e desenvolvimento de diversas organizações da sociedade civil.

É o mais novo de quatro irmãos e possui cinco filhos, além de ser co-presidente de administração da Natura (licenciado desde 16 de maio de 2010).[1] Por sua atuação focada sobretudo em sustentabilidade na empresa, foi retratado no livro Conversas com Líderes Sustentáveis, no qual relata suas experiências e histórias [1] socioambientais, além de contar curiosidades como o fato de destinar 50% de seu patrimônio particular a causas sustentáveis.

Realizações

É fundador e membro do conselho do Instituto Ethos – Empresas e Responsabilidade Social, além de integrante dos conselhos da WWF-Brasil e do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).[1] Também participou da criação e foi membro do conselho da Fundação Abrinq. Além disso, é fundador do Instituto Arapyau, uma organização voltada para a educação e desenvolvimento sustentável.

Colaborou também para o estabelecimento da ESCAS, escola direcionada para a graduação de líderes na criação e disseminação da biodiversidade e sustentabilidade.
Marina e Guilherme Leal durante campanha eleitoral em 2010.

Eleições 2010

Foi oficializado em 16 de maio de 2010 como pré-candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva, convidado pela pré-candidata.

Após o anuncio, renunciou aos cargos na companhia, razão para se dedicar a campanha em que disputou em outubro de 2010. A Natura creditou a renúncia a "compromissos pessoais recentemente assumidos".

Doou 11,85 milhões de reais para a campanha eleitoral encabeçada por Marina Silva à Presidência da República.[6] Depois de Leal os principais doares da campanha de Marina foram empresas de construção, a construtora Andrade Gutierrez doou R$ 1,1 milhões. O Itaú/Unibanco aportou R$ 1 milhão para a disputa e o empresário Eike Batista colaborou com R$ 500 mil.

Fonte: Wikipedia

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Se trata de um dos homens mais ricos do Planeta, dono de 25% da Natura, e com negócios voltados para essa área ecológica, além de tentar se candidatar vice de Marina Silva.

Faz parte da WWF que é dos Rothchilds e lucram bilhões no planeta com ecologia e patrocínio de tecnologia e soluções sustentáveis

Como não acredito que essas pessoas ricas, entram em alguma coisa para perderem dinheiro, já tem o motivo porque sei que esse camarada está nesse empreendimento dessa campanha por algum motivo que o beneficie.

Mais notícias dele por aí:

Vice de Marina, Guilherme Leal é um idealista realizador

BRASÍLIA (Reuters) - O enredo pode parecer familiar para o eleitor brasileiro: o empresário de sucesso entra na política e ocupa a vaga de vice na chapa liderada por um político de origem humilde que precisa dar à iniciativa privada um sinal de que não empreenderá aventuras na condução da economia.

Mas Guilherme Leal, candidato a vice-presidente da República na chapa de Marina Silva (PV), quer mais. Um dos fundadores e copresidente licenciado do Conselho de Administração da Natura, ele tem como objetivo colocar em destaque na agenda nacional a responsabilidade social e, sobretudo, a sustentabilidade.

"Ele é um idealista. Por isso, se engaja em vários movimentos. Mas tem o pé no chão, não é aquele idealista falido. Ele é o exemplo de como um discurso é feito na prática com sucesso", disse à Reuters o presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Oded Grajew, amigo pessoal de Leal há 22 anos.

De fato. Graduado em administração de empresas pela Universidade de São Paulo (USP) e considerado um dos homens mais ricos do mundo, o candidato a vice-presidente se envolveu nos últimos anos com entidades empresariais e da área social nos setores de venda direta, desenvolvimento industrial e urbano, direitos das crianças e adolescentes e consumo consciente.

A decisão de entrar na política ocorreu justamente depois de uma longa militância em organizações não governamentais. Leal, por exemplo, é fundador e membro do conselho deliberativo do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, foi integrante do conselho consultivo da WWF-Brasil e presidente do conselho do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

Segundo uma pessoa que trabalhou com ele, o empresário fez da defesa da sustentabilidade sua causa de vida. "Todo esse posicionamento sustentável da Natura foi idealizado e impulsionado por ele", comentou, pedindo para não ser identificada.

A percepção dos amigos é de que o empresário aceitou entrar na campanha presidencial por ter visto na empreitada uma oportunidade de levar essa mensagem a todo o Brasil em um momento em que os eleitores discutirão os rumos do país.

"Isso não está na pauta. Se estivesse, os dois (Guilherme Leal e Marina Silva) não entrariam (na campanha). Se tivesse outro candidato comprometido com isso, ele não sairia nunca (candidato)", ressaltou Oded Grajew.

Nascido em Santos, litoral de São Paulo, em 22 de fevereiro de 1950, Guilherme Leal é uma pessoa perfeccionista e discreta. Tanto que a palavra de ordem dada aos funcionários da Natura é não comentar sua vida pessoal ou estilo. Ele é casado pela segunda vez e tem dois filhos do primeiro relacionamento.

Leal vem de uma família de classe média. No final da década de 1970, depois de deixar uma superintendência da Fepasa, empresa estatal de transporte ferroviário de São Paulo, decidiu investir em uma pequena empresa de cosméticos, a Natura, desafio que lhe rendeu um infarto oito anos depois, aos 37.

Em maio, ele licenciou-se dos cargos de copresidente do Conselho de Administração e membro do Comitê de Governança Corporativa da companhia para participar da campanha e tornar-se "o vice dos sonhos", nas palavras da própria Marina. Os dois se conheceram no final da década de 1990 devido às suas lutas pela defesa do meio ambiente.

Fonte: O Globo
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Maria Alice Setúbal (Presidente do Conselho)

Veja quem é a presidente do IDS, e tire suas conclusões do porque participam tantos artistas da campanha.

Filha de banqueiro, Maria Alice Setubal trocou a vida de socialite pela dedicação ao ensino público

Ela poderia ser apenas a herdeira de um dos maiores banqueiros do Brasil, o dono do Itaú, Olavo Setubal. Maria Alice cresceu numa bolha de riqueza. Viveu desde pequena uma fantasia de consumo ao alcance de poucos brasileiros. Mas para ela era impossível ignorar a desigualdade a seu redor. Incomodada, despiu-se do rótulo do nascimento e mergulhou na realidade do país. Escolheu investir no instrumento que dá a cada um a possibilidade de mudar sua realidade: a educação. Foi assim que ela mudou sua própria realidade - e deu outro sentido ao nome da família.
Maria Alice Setubal criou o Centro de Pesquisa para Educação e Cultura (Cenpec), referência nacional na produção de material didático, formação de professores e avaliação das escolas. Neste ano, o programa de maior abrangência faz oficinas de texto com alunos da 4a e 5a série em 15 mil escolas - 10% da rede pública de ensino fundamental do país. Ela criou o Cenpec em 1987, quando elaborava um programa de alfabetização para substituir a cartilha tradicional por jogos, lendas e cantigas. Foi a primeira de muitas produções incorporadas pela rede pública. Hoje, a entidade movimenta R$ 14 milhões ao ano e trabalha com 240 educadores, sociólogos e assistentes sociais.
"Trabalho com o social, mas de um lugar profissional, como socióloga, educadora. Não tem essa coisa de 'Ah, vou dar tanto de dinheiro'. Não tem assistencialismo", diz. Preocupada em não ser vista como a milionária que faz caridade, Maria Alice balança a cabeça em negação cada vez que se fala em assistencialismo, para enfatizar a diferença. Talvez por causa disso tenha preferido trabalhar com as idéias. Ela afirma gastar uma pequena parte de seu tempo em campo. Quando embarca em um projeto, escolhe um caso para se aprofundar. Conta que vai até a cidade, observa a escola, acompanha as aulas, conversa com alunos e professores. Depois volta para o escritório e se enfia nos livros. "Tenho uma satisfação enorme em fazer a diferença para uma escola, uma comunidade", diz. "Mas é uma satisfação intelectual."

"É o desafio que me move. Tenho uma satisfação intelectual enorme de coordenar um trabalho que vai fazer a diferença para uma escola, uma comunidade"


Depois de desvendar realidades distantes da sua, desatar o nó e ver seu projeto caminhando sozinho, parte para o próximo desafio. Foi o que aconteceu em 1998. Dez anos depois de fundar o Cenpec, ela embarcou numa viagem pela América Latina como oficial do Unicef para a educação. "Minha base era Bogotá, mas dormi em muita rede de índio", diz. Passou um ano e meio avaliando as escolas mais remotas, do Chile à Jamaica. "Gosto de vencer o desafio do novo, isso me pega visceralmente", afirma.

Antes de saber quem era, Maria Alice teve de romper com suas raízes. Quando criança, era a única menina entre sete filhos. Olavo a tratava como uma princesa. Tanto que a rebatizou de Boneca. Estudou em colégios de freira só para mulheres e foi a primeira a viajar para a Europa. Aos 15 anos, passou dois meses numa estação de esqui na Suíça aprendendo inglês, francês e deslizando pelas montanhas. "Odiei", diz. A carreira de filha de banqueiro não era a sua. Boneca tinha tudo para continuar sendo chamada e tratada como uma. Mas cresceu e brigou. "Meu pai era louco para me mandar para a Suíça", diz hoje, rolando os olhos para cima. "Ele não se conforma que, em vez de voltar com educação de Primeiro Mundo, eu tenha voltado fumando." Ela renegou o apelido. Ou parte dele: virou Neca.

Ao recusar o universo que o pai oferecia, ela avistou um outro, onde sua presença fazia mais sentido. Voltou ao Brasil e buscou compreender o abismo que separava seu mundo da realidade do país. Passou graduação e mestrado exorcizando o nome da família no curso de Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (USP). Na década de 70, o pai viu sua princesa virar a "filha contestadora". Olavo Setubal, prefeito biônico de São Paulo, descobria pelos jornais que Neca havia sido flagrada em reuniões do MDB, partido de oposição à ditadura. Foi avisado "pelos seguranças" que sua filha estava na missa pela morte do jornalista Vladimir Herzog, assassinado na tortura. "Foi uma fase complicada. Eu vivia em conflito", diz ela. Sua tese de mestrado: Os Empresários e a Política.

Durante a administração do pai, sua mãe formou um corpo de voluntários na periferia da cidade. Nem a primeira-dama Tide Azevedo Setubal escapou da rebeldia da filha. "Eu me achava muito intelectual. Para mim, o que ela fazia era coisa de senhoras que não trabalhavam", afirma. Neca teve o primeiro filho em 1977, ano em que Tide adoeceu e morreu. "Vinte dias depois de o Guilherme nascer. Parecia que ela estava esperando", diz.


A perda levou a um confronto com suas convicções. Ela decidiu, então, conhecer o trabalho da mãe. Foi num clube municipal de São Miguel Paulista, um bairro na periferia paulistana, que Neca e a educação se encontraram. Ajudando no reforço escolar de alunos em alfabetização, começou a bolar um jeito diferente de ensinar as letras. Neca transformou-se ali, na periferia de São Paulo, em Maria Alice. A partir da experiência, nasceu o programa que fundou o Cenpec e seu primeiro livro. Na capa, assinou com o nome de casada, Maria Alice S. Souza e Silva. "Estava começando, quis evitar o peso do nome da família", afirma.

Hoje ela é autora de mais de dez livros. No mais recente, assina: Maria Alice Setubal. Terra Paulista é uma premiada coleção sobre cultura caipira que ela começou a elaborar quando voltou das viagens do Unicef. Comprou um hotel-fazenda com o segundo marido e se mudou para Itu, no interior de São Paulo. De lá, idealizou o kit de cadernos ricos em ilustrações, documentários com o relato de pessoas simples do interior e jogos no estilo Banco Imobiliário, que se passam nas fazendas de café do início do século XX. A coleção foi distribuída para mil escolas. "Usei nas aulas de História do Brasil e foi maravilhoso. Os alunos adoraram os depoimentos e relacionaram com suas vidas", diz o professor Abrão Eissa Filho, da escola pública Oscar Thompson, de São Paulo.

Maria Alice Setubal é uma dama impecável. Alta, magra, postura ereta e andar elegante. Mãos finas e compridas. Sua voz é doce. A gramática, perfeita. Tem três filhos, um de 23 anos, uma de 26 e outro de 29. Separou-se do segundo marido meses atrás. Seu apartamento em um bairro paulistano de classe alta não ostenta o patrimônio dos Setubal. A sala é ampla e sóbria, com plantas, janelas de vidro e artesanato nacional. Discreta, ela mesma dirige seu carro nacional no trajeto de casa ao trabalho. Quando caminha pelo Cenpec, é abordada por colegas que se desmancham em elogios. Ela dá um sorriso tímido e diz: "Pára com isso, a repórter vai achar que pedi para você falar essas coisas".

Aos 55 anos, a socióloga reconcilia nome e sobrenome. Em 2005, ela montou a Fundação Tide Azevedo Setubal. No projeto, o investimento em um hospital, uma escola e um clube de São Miguel Paulista - todos com o nome da mãe. Maria Alice Setubal levou boa parte da vida para reconstruir o significado de seu nome e ser capaz de usá-lo com orgulho. Agora que conseguiu, vai fincar suas raízes fazendo o que sabe tão bem: investir nos outros.

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Independentemente ser rica, parece ser uma mulher virtuosa, com princípios e belíssimos valores de vida, realmente pode ser que eu esteja errado de pensar mal dessa senhora, mas é que ela também, indiretamente, lucra com esse mercado ecológico, fazendo parte das tais ONG's

E para mim, a partir dela, fica meio que claro o jogo político e econômico que está em jogo com a proposta desse Novo Código Florestal, pois são pessoas influentes que estão se posicionando contra ele, por algum motivo, e sei que quando órgãos importantes ou grandes empresas vão contra alguma lei ou movimento político, é que devemos analisar com mais cuidado as informações.

Mais notícias interessantes relacionadas com a Maria Alice Setúbal:

As propostas de Marina para a educação

Participação especial neste blog hoje. Ana Aranha, repórter de política de Época e especialista em educação, nos conta quais são as propostas de Marina Silva para a pasta. Ana conversou com Maria Alice Setubal, a quem Marina chama carinhosamente pelo apelido de infância Neca, hoje à tarde. Abaixo, as descobertas que ela fez. Para quem quiser acompanhá-la também na internet, Ana escreve para o blog Boca de Urna. Aos curiosos sobre os planos de Marina, este blog já falou sobre as diretrizes de governo, as propostas de segurança pública e as propostas de programas sociais.

A socióloga Maria Alice Setubal (na foto ao lado, de Maurilo Clareto)é a coordenadora de educação na campanha de Marina. Filha de Olavo Setubal, ela sempre foi avessa aos holofotes. Construiu uma trajetória de ações voltadas à educação. Foi oficial do Unicef para América Latina e fundou o Centro de Pesquisa para Educação e Cultura (Cenpec), que produz pesquisas e material didático para a rede pública. Atualmente, dirige a fundação Tide Setubal que, entre outras ações, investe em uma escola na zona leste paulista.

Maria Alice se aproximou da campanha através do amigo Guilherme Leal, sócio da Natura e vice de Marina. Ela diz que a educação é um dos três pilares da campanha – os outros dois são meio ambiente e sustentabilidade (noção que Marina aplica a todas as áreas). O pilar da educação, porém, raramente é explorado em detalhes pela candidata nos discursos e entrevistas. Segundo Maria Alice, isso acontece porque ainda não foi possível discutir todos os pontos. O programa para a área deve evoluir nos próximos meses.

Com muito cuidado para não fechar os muitos detalhes ainda não definidos, Maria Alice fala sobre o programa de Marina para a educação. Adianta uma das polêmicas que os outros candidatos ainda não esclareceram: “Sim, Marina é a favor das cotas raciais para negros e indígenas”. E, em resposta às repetidas declarações dos candidatos José Serra e Dilma Rousseff: “Marina também defende a ampliação dos centros de ensino técnicos e profissionalizantes”. A seguir, os cinco eixos principais da campanha para as escolas públicas.

Mais dinheiro

“Educação é investimento e não custeio. Não há dúvidas de que é preciso aumentar o orçamento da área. Há um grupo da campanha estudando o que significaria chegar aos 7% do PIB [montante defendido pelas entidades do setor como o mínimo necessário para financiar da educação básica e superior]. Para o Guilherme Leal essa é uma questão importante. Ele também está estudando isso”.

Menos conteúdo

“A escola deve responder aos desafios do aluno do século XXI e por isso deve ser repensada. O currículo deve ser mais enxuto, com eixos centrais definidos nacionalmente e flexibilidade para os estados. Uma reforma curricular. Não é diminuir as horas de aula, mas enxugar o conteúdo para privilegiar as ‘tecnologias’ fundamentais: buscar informação, selecionar, comparar, criticar e produzir o conhecimento. Coisas que já fazem parte da realidade dessa geração de alunos. Eles já têm uma forma não linear de construir o conhecimento, não aprendem mais só lendo livro didático e ouvindo o professor. Essa geração tem celular, navega na Internet, a escola precisa responder a isso”.

Professores voltam a aprender

“Fazer um pacto com as universidades públicas e particulares para reformular a formação do professor. Eles devem ter ênfase no pensamento científico e ser capazes de trabalhar as novas ‘tecnologias’com os alunos: ensinar a pesquisar, comparar, criticar, produzir conhecimento. É preciso reformular a formação inicial e continuada dos professores para que a escola atenda a demanda do século XXI. Além da formação, também é preciso investir mais no salário: garantir a implementação do piso [aprovado, mas ainda não aplicado por parte dos estados] e adequar isso às necessidades locais. Induzir a criação de planos de carreira nos estados e cidades, com critérios adequados para os professores de cada local”.

Mais horas de educação

“Investir e ampliar a educação integral. Não precisa ser o dia todo dentro da escola, pode-se pensar em formatos como os que estão sendo desenvolvidos pelo país hoje: alunos orientados por educadores, mas utilizando espaços alternativos da sua comunidade”.

Articulação com políticas sociais

“Diminuir a diferença de qualidade oferecida pelas escolas. Para isso é preciso articular a educação com as políticas sociais e demandas de cada local. Isso inclui investimento em creches, trabalho com as famílias dos alunos, ações afirmativas nas escolas com mais dificuldade. Programas de incentivo a professores em escolas de regiões mais vulneráveis e na zona rural.”





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João Paulo Capobianco

João Paulo Ribeiro Capobianco, o Capô, é paulistano, mas com forte influência mineira. Foi no município de Guaxupé, sul de Minas Gerais, que passou parte marcante de sua infância, circulando pelas matas primárias, defendidas com unhas e dentes pelo avô materno, onde jequitibás-rosa exigiam mais de uma dezena de homens para serem abraçados.

E foram estes monumentos naturais vivos que o levaram à sua primeira experiência na luta ambientalista. Com quinze anos assistiu ao violento início da derrubada destas matas, as poucas que haviam sobrevivido ao devastador começo do século XX quando a maioria dos fazendeiros vendeu tudo que tinha para sobreviver à crise do café. Com a morte do avô, a imensa floresta foi dividida entre seus nove herdeiros alguns dos quais decidiram por tudo abaixo, afinal, aquelas matas que enchiam os olhos de madeireiros da região eram uma oportunidade de levantar uma boa grana fácil e em curtíssimo prazo. O que fazer diante de tal situação. A resposta foi a idéia de, junto com seu irmão Roberto, montar o “Grupo de Defesa da Mata do Major”, título honorífico recebido por seu avô no passado, e procurar ajuda. E a ajuda veio de uma pessoa que nos anos seguintes passaria a ter enorme influência na sua formação profissional: a professora de biologia do Colégio Santa Cruz, onde ambos estudavam, Nícia Wendel de Magalhães, que conhecia muita gente, entre as quais o já famoso Paulo Nogueira Neto, Secretário Especial de Meio Ambiente. Bastou um telefonema para Brasília e o que ocorreu nas próximas semanas parecia mágica. Um contato certo com a pessoa certa e, de repente, a fazenda da Barra foi tomada por fiscais estaduais e federais. Multas, embargos e muito bafafá na família que lhes custaram vários anos sem poder conversar com alguns primos.

Após algum tempo, quando tudo parecia estar resolvido, veio a grande decepção e uma importante lição que serviria para toda a vida. A vitória obtida fez com que eles relaxassem e, poucos meses depois, quando menos esperavam, a derrubada voltou com toda a força. Ao tentarem reagir, descobriram que agora os primos tinham “licença” para desmatar e um contrato de venda antecipada da madeira. “Aprendi ali, que a luta ambiental exige persistência e vigilância permanente. Não dá para baixar a guarda, nunca!”

Da experiência frustrada lhe restou o interesse pelo aprofundamento na questão ambiental. Iniciou os estudos de biologia e logo em seguida, se tornou professor de ciências do Colégio Santa Cruz, onde lecionou por nove anos. Simultaneamente se profissionalizou na fotografia, uma paixão herdada do pai e que o fascinava desde criança. “Nunca me esqueço de meu pai nos fotografando com a sua impressionante Holleyflex que nos acompanhava em todas as viagens de família, entre as quais a que fizemos ao Sul, quando eu tinha onze anos e visitamos o fantástico canyon do Itaimbezinho, no Parque Nacional de Aparados da Serra, uma paisagem que me marcaria para sempre”.

Foi somente em 1984, quase uma década depois da decepção com as matas do avô, que o destino lhe deu uma segunda chance de voltar à luta ambientalista que, desta vez, o comprometeria para sempre. Naquele ano, foi convidado, juntamente com uma especialista em ecologia, a fotografar a Estação Ecológica da Juréia, no litoral sul de São Paulo, pelo artista plástico Rubens Matuck, irmão de um amigo com quem havia desenvolvido um trabalho fotográfico. Foi a primeira vez que Capobianco teve a oportunidade de utilizar a fotografia para documentar natureza, pois até então atuava na área da construção civil, arquitetura e projetos industriais.

A Juréia se tornou uma viagem sem volta. Para a sua surpresa, a especialista escolhida por Rubens para acompanhar a expedição era justamente a sua ex-professora Nícia. Foram apenas três dias, mas sua identificação com o tema e com a região foi tão intensa que o resultado da documentação fotográfica lá desenvolvida em pouquíssimo tempo teve uma qualidade superior a quase tudo que havia desenvolvido anteriormente.

De volta a São Paulo, Capobianco iniciou um fortíssimo envolvimento com a defesa da Juréia, que em 1985 perderia seu status de proteção e voltaria para as mãos dos proprietários privados que pretendiam construir ali o maior condomínio vertical de luxo de todo o litoral brasileiro. Foi nesta ocasião que Nícia, mais uma vez com seus incríveis contatos, o aproximou de José Pedro de Oliveira Costa, então secretário do Consema - Conselho Estadual do Meio Ambiente. Foram algumas conversas e Zé Pedro conseguiu recursos para viabilizar, em 1985, uma exposição de suas fotografias na Biblioteca Mário de Andrade. O material teve uma aceitação pública muito grande e juntamente com o audiovisual “Juréia”, produzido no mesmo ano, se tornaram os principais materiais de articulação do movimento ambientalista em defesa da Juréia.

Daí para frente, o mergulho no ambientalismo foi cada vez mais intenso e radical. Em 1985 Capobianco ajudou a fundar o Grupo em Defesa da Juréia que desenvolveu a campanha pela criação da Estação Ecológica de Juréia-Itatins, concretizada por um decreto assinado pelo então Governador Montoro em janeiro de 1986, na Ilha do Cardoso, ocasião em que conheceu Fábio Feldmann, Rodrigo Mesquita, Roberto Klabin e todos os que viriam a criar, naquele mesmo ano, a Fundação SOS Mata Atlântica.

Mas a alegria durou pouco. O Decreto não incluíra a decretação das terras da Juréia como de utilidade pública. Com isso, não seria possível iniciar o processo de desapropriação, ação imprescindível para concretizar a estação ecológica. Além disso, naquela época, antes da Constituição de 1988, um decreto poderia ser simplesmente revogado por um próximo governador menos comprometido com a questão ambiental e haveria eleições no próximo ano. Frente a isso, o trabalho teve que ser intensificado. Capobianco participou da institucionalização do Grupo da Juréia que foi transformado, em 1986, na Associação em Defesa da Juréia. Em seguida, como seu primeiro presidente, articulou uma das maiores campanhas ambientais até então realizadas no País. Sob o título “Ajude a Transformar um Parque de Papel numa Estação Ecológica de Verdade”, foram reunidas mais de 120 mil assinaturas reivindicando um novo decreto e a aprovação de uma Lei específica. A Lei, de autoria do Deputado Rubens Lara, foi aprovada pela Assembléia ainda em 86 e o decreto de desapropriação em fevereiro de 97.

A luta pública pela Juréia foi tão intensa que na solenidade de assinatura do novo Decreto, Montoro, ao comparar a questão ambiental a uma árvore que nasce de uma semente que precisa ser bem plantada e pacientemente cuidada até ficar adulta, se referiu a Capobianco como o espinho que existe até nas mais belas plantas.

No final de 1986, a convite de Feldmann, Capobianco participou da criação e se tornou conselheiro da Fundação SOS Mata Atlântica, passando a dividir seu tempo entre a Associação em Defesa da Juréia, as aulas no Santa Cruz, a profissão de fotógrafo cada vez mais voltada para temas da natureza, as atividades na ECO Associação para Estudos do Ambiente, entidade fundada por Nícia especializada em educação ambiental e a participação na equipe de colaboradores de Feldmann na elaboração do capítulo de Meio Ambiente da Constituição promulgada em 1988.

Sua primeira oportunidade para se profissionalizar na área ambiental veio de um convite feito em 88 por Rodrigo Mesquita, então presidente da SOS Mata Atlântica, para que ele se tornasse superintendente da Fundação. Aceitou e a partir daí passaria a se dedicar com exclusividade ao ambientalismo.

Na SOS Mata Atlântica coordenou um conjunto expressivo de projetos e trabalhou na elaboração de legislação específica para a proteção da Mata Atlântica. Colaborou com Feldmann na preparação do Projeto de Lei da Mata Atlântica, apresentado ao Congresso em setembro de 92, ajudou a redigir o Decreto 750, assinado pelo presidente Itamar Franco em fevereiro de 1993 e participou da negociação de dezenas de Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente.

Em 89 seus horizontes começaram a se ampliar com a fundação do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais preparatório para a Rio-92, convocado pela SOS Mata Atlântica, pela Oikos, dirigida por Feldmann, e pelo CEDI – Centro Ecunêmico de Documentação e Informação, dirigido por Beto Ricardo, com quem posteriormente criaria o Instituto Socioambiental. No intenso processo da Rio-92 foi eleito secretário executivo no período de 1989 a 1993 e indicado como representante na da sociedade civil na Comissão Interministerial Preparatória para a Rio-92 e o único membro não governamental na Delegação Oficial Brasileira na Rio-92. “Foi uma situação inusitada, mas naquela época as delegações oficiais eram totalmente chapas-brancas”.

Em 1992, em pleno Fórum Mundial, que reuniu milhares de organizações não governamentais e movimentos sociais brasileiros e internacionais, participou da criação da Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) tendo sido eleito Coordenador Nacional por oito anos consecutivos, desde sua criação até o ano de 2000.

Em 1994, como resultado do intenso processo de reformulação do ambientalismo provocado pelo encontro de organizações sociais e ambientais durante a Rio 92, Capobianco participou da criação do Instituto Socioambiental - ISA, tendo assumido a função de secretário executivo, coordenador de programas e diretor até janeiro de 2003. “Na época muitos me acusaram de estar abandonando o ambientalismo, mas o que eu buscava era ampliar o campo de trabalho, sair do gueto”.

No ISA, Capobianco, sem descuidar do trabalho com a Mata Atlântica, entrou de cabeça na Amazônia. Em 99 coordenou um processo envolvendo mais de duzentos especialistas na definição de áreas prioritárias para a conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade da Amazônia Brasileira, encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente. O resultado do trabalho virou referência para a criação de unidades de conservação e definição de políticas públicas na região. Foi um marco que se transformou em livro agraciado com o Prêmio Jabuti na categoria de Ciências Naturais e de Saúde e melhor publicação não ficção de 2003 conferido pela Câmara Brasileira do Livro. “É claro que fiquei muito feliz, mas o que realmente me impressionou foi ver uma publicação sobre biodiversidade receber o mais importante prêmio da literatura nacional”.

O trabalho com a Amazônia o aproximou da Senadora Marina Silva que, ao ser convidada por Lula a ser Ministra do Meio Ambiente o convidou para ser Secretário de Biodiversidade e Florestas. Desde 2003 como Secretário, Capobianco vem perseguindo a agenda socioambiental e aprofundando seus compromissos com a Mata Atlântica. De uma posição privilegiada e com o forte apoio da Ministra, ajudou a desencalhar o Projeto de Lei da Mata Atlântica que estava engavetado desde 92. “Depois de onze anos parado, conseguimos aprová-lo na Câmara em 2003 e no Senado no início de 2006. Todos nossos esforços são para que seja aprovado em definitivo pelos Deputados e promulgado ainda no primeiro semestre de 2006. Quem sabe em maio, durante a festa em que a SOS Mata Atlântica comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica”.

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Participa de várias ONG's e tem participação política ativa, ou seja, pode ganhar dinheiro também com isso.

Mas pelo pouco que vi sobre ele, nos vários sites que li sobre ele, é definido que é uma pessoa ligada com a ecologia por paixão, e não posso afirmar que possa ter uma participação e interesse econômico envolvido.

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Marina Silva

Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima[1] (Rio Branco, 8 de fevereiro de 1958) é uma ambientalista,[2] historiadora, pedagoga e política brasileira.[3] Foi senadora pelo estado do Acre durante 16 anos. Atualmente, está sem partido.[4]

Foi Ministra do Meio Ambiente no Governo Lula do seu início (2003) até 13 de maio de 2008. Também foi candidata à Presidência da República em 2010 pelo Partido Verde (PV), obtendo a terceira colocação entre nove candidatos, com 19,33% da porcentagem total - expressivos 19.636.359 votos válidos em todo o território nacional.[5]

Biografia

Marina Silva nasceu em Rio Branco, capital do estado do Acre, em 8 de fevereiro de 1958. Foi registrada com o nome de Maria Osmarina Silva de Souza,[6] sendo filha do seringueiro Pedro Augusto da Silva e de Maria Augusta da Silva.[6] O nome Marina, decorrente de um apelido dado por uma tia, foi acrescentado por ocasião da eleição de 1986, quando os candidatos ainda não podiam usar alcunhas nos nomes oficiais (um processo semelhante ao que aconteceu com Luiz Inácio Lula da Silva).

Durante sua infância e parte de sua adolescência, Marina viveu com sua família em uma palafita chamada Breu Velho, no seringal Bagaço, a 70 km do centro de Rio Branco.[7] Seus pais tiveram onze filhos, dos quais oito sobreviveram.[8] A mãe de Marina, Maria Augusta da Silva, faleceu quando a mesma tinha quatorze anos, vítima de inúmeras doenças adquiridas pela falta de infraestrutura no local onde viviam.[6]

Aos quinze anos, foi viver na zona urbana de Rio Branco, para tratar de sua saúde. Havia contraído hepatite, porém os médicos atestaram ser malária.[6] Na mesma época, duas de suas irmãs faleceram, uma vítima de sarampo e outra vítima de malária. Fixou-se definitivamente em Rio Branco em 1974, recebendo os cuidados do então bispo do Acre, Dom Moacyr Grechi, que a acolheu na casa das irmãs Servas de Maria.

Em Rio Branco, seu primeiro trabalho foi de empregada doméstica, abandonando seu plano inicial de ser freira. Ao longo de sua adolescência e juventude, Marina Silva teve inúmeros problemas de saúde, tais como malária, contaminação por mercúrio e leishmaniose.[9]

Seu primeiro casamento ocorreu em 1980 e resultado em dois filhos: Shalon e Danilo. A união terminou em 1985. No ano seguinte, em 1986, casou-se com Fábio Vaz de Lima, técnico agrícola que assessorava os seringueiros de Xapuri. Desse casamento, que dura até hoje, Marina teve Moara e Maira.[8]

Apesar de ter sido educada no catolicismo, professa o cristianismo evangélico, desde 1997, sendo membro da Assembleia de Deus.[10]

Em 2010, ano de sua candidatura, a jornalista Marília de Camargo César lançou uma biografia com reportagens e momentos da vida de Marina, o livro, "Marina, a Vida por uma Causa", foi prefaciado por Fernando Meirelles e publicado pela editora Mundo Cristão.

Em 2011, foi anunciado que a editora Mundo Cristão fechou contrato com a Cineluz Produções, da cineasta Sandra Werneck, cedendo os direitos de adaptação do livro em filme. A longa-metragem está em projeto e a produção não tem data definida para iniciar as filmagens, porém está previsto para que seja rodado em 2012.[11][12]

Educação e formação

Analfabeta, Marina foi matriculada no Mobral, projeto de alfabetização do regime militar, alfabetizando-se aos dezesseis anos.[6]

Após concluir sua alfabetização, estava apta para seguir com os estudos e já sonhava em uma graduação, optou por fazer vestibular, decidindo cursar História e formando-se em 1984, aos vinte e seis anos, na Universidade Federal do Acre.[6]

Mais tarde fez especialização em teoria psicanalítica na Universidade de Brasília (UnB),[13] e outra em psicopedagogia na Universidade Católica de Brasília (UCB).[13] Marina estava terminando outra especialização em psicopedagogia na Argentina, interrompeu em 2010 pelo motivo de dedicação à campanha eleitoral, porém logo pretende retornar.[13]

Trajetória política

Ingressou no Partido Revolucionário Comunista (PRC), organização marxista que se abrigava no Partido dos Trabalhadores, então sob o comando do deputado José Genoíno.[14][15]
Marina Silva discursa durante o lançamento do Plano Amazônia Sustentável, em 8 de maio de 2008.

Foi professora na rede de ensino secundário e engajou-se no movimento sindical. Foi companheira de luta de Chico Mendes e com ele fundou a Central Única dos Trabalhadores (CUT) do Acre, em 1985, da qual foi vice-coordenadora até 1986. Nesse ano, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e candidatou-se a deputada federal, junto com Candidatos do PT nas eleições de 1986:[16] Hélio Pimenta, candidato a Governador, Chico Mendes, candidato a deputado estadual, Matias, candidato a Senador. Obtendo o apoio de Chico Mendes. Marina e Chico Mendes não foram eleitos.[6]

Em 1988, foi a vereadora mais votada do município de Rio Branco, conquistando a única vaga da esquerda na câmara municipal.[17] No mesmo ano, ocorreu o assassinato de Chico Mendes, amigo pessoal de Marina.[6] Nesse cargo, combateu diversos privilégios dos vereadores e devolveu para os cofres da Câmara os benefícios financeiros a que eles, inclusive ela própria, tinham direito. Com essas ações, muitos adversários políticos foram criados, contudo a sua popularidade cresceu.[18]

Exerceu seu mandato de vereadora até 1990, quando candidatou-se a deputada estadual e obteve novamente a maior votação, tendo sido eleita.[17] Logo no primeiro ano do novo mandato descobriu-se doente: havia sido contaminada por metais pesados quando ainda vivia no seringal, como consequência do tratamento da leishmaniose, de três hepatites e de cinco malárias.[8]

Senado

Em 1994, foi eleita senadora da República, pelo estado do Acre, com a maior votação, sendo a pessoa mais jovem a ocupar o cargo de senador no Brasil.[17] Foi Secretária Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Partido dos Trabalhadores, de 1995 a 1997.[15]

Em 2002 foi reeleita, com projeção de cumprimento de mandato até 31 de janeiro de 2011.

Entre as mais de 100 proposições apresentadas pela senadora, desde o primeiro mandato, destacam-se 54 projetos de lei, dentre eles, o texto propondo a criação do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal- FPE - para as unidades da Federação que abrigarem em seus territórios unidades de conservação da natureza e terras indígenas demarcadas.

Em 2008 retornou ao Senado,[19] após longo período exercendo o Ministério no governo Lula, Marina foi a primeira voz a defender, na Casa, a importância de o Governo Federal assumir uma postura em relação a redução das emissões de gases de efeito estufa.[20] Em 2009, o Governo anunciou, finalmente, a adoção dessas metas. Não sendo ainda suficientemente, a senadora também cobrou do Governo e do Congresso Nacional a inclusão de uma meta brasileira, com os percentuais para a redução das emissões de gases do efeito estufa até 2020, no Plano Nacional de Mudanças Climáticas, que seria aprovado e sancionado pelo Presidente da República antes da realização da Conferência de Clima (COP15), realizada em dezembro de 2009 em Copenhague.

Ministério do Meio Ambiente

Em 2003, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a Presidência da República, foi nomeada ministra do Meio Ambiente. Desde então, enfrentou conflitos constantes com outros ministros do governo, quando, de acordo com a mesma, os interesses econômicos se contrapunham aos objetivos de preservação ambiental. Uma das notáveis divergências envolvendo Marina e outro Ministério, ocorreu em 2008, quando a mesma se desentendeu com Roberto Mangabeira Unger, então Ministro da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, devido ao fato da Coordenação do Plano Amazônia Sustentável (PAS) ter sido destinado à Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos.[21]
Marina Silva ao lado de Dilma Rousseff, com quem manteve divergências durante sua administração no Ministério do Meio Ambiente.[22]

Em dezembro de 2006, enfraquecida por uma disputa com a Casa Civil, que a acusava de atrasar licenças ambientais para a realização de obras de infra-estrutura, a ministra avisara que não estaria disposta a flexibilizar a gestão da pasta para permanecer no governo.[22]

Em 2007, Marina negou divergências com Dilma, sobre concessão de licenças ambientais.[23] Afirmou ainda que o Ibama, estava seguindo os padrões legais necessários para as providências em concessão de licenças ambientais. Defendeu a idéia de que o Brasil tem de aprender a impor seus limites, buscando o desenvolvimento sustentável, sem acabar com a biodiversidade e com a vida. "A discussão entre conservação do meio ambiente e desenvolvimento para mim é um falso dilema. Ainda que na prática tenha que ser superada, não é possível advogar pelo desenvolvimento sem promover a conservação ambiental. As duas questões fazem parte da mesma equação", declarou ela.[23]

Em 2008, agravaram-se as divergências com a ministra Dilma Rousseff, do Ministério da Casa Civil em decorrência da demora na liberação das licenças ambientais, pelo Ibama, para as obras no rio Madeira, em Rondônia. Essa demora e o rigor na liberação dos documentos foram considerados como um bloqueio ao crescimento econômico.[24]

Durante sua administração no Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva acabou perdendo a luta histórica contra os transgênicos, contra a usina nuclear de Angra III e não conseguiu aprovar uma Comissão Técnica nacional de Biossegurança (CNTBio), de caráter ambientalista, uma de suas metas formais.[6] Entretanto, algumas medidas adotadas pelo Governo Lula nos últimos anos foram de sua autoria ou contou com sua participação e articulação política, como a proteção maciça a todas as espécies de peixes do Rio Madeira, a redução em oito vezes do tamanho do lago do Rio Madeira e a redução da vazão de água na transposição do Rio São Francisco.[6]

Marina Silva também denunciou pressões dos governadores de Mato Grosso, Blairo Maggi, e de Rondônia, Ivo Cassol, para rever as medidas de combate ao desmatamento na Amazônia.[25]

Em 13 de maio de 2008, cinco dias após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS), cuja administração foi atribuída a Roberto Mangabeira Unger, Marina Silva entregou sua carta de demissão[26] ao Presidente Lula, em razão da falta de sustentação à política ambiental, e voltou ao exercício do seu mandato no Senado Federal.[27] Sobre a saída de Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva declarou:
Cquote1.svg O importante é que tenha alguém isento para tocar esse plano (PAS). A Marina não é isenta; o Stephanes não é isento. Por isso, será o Mangabeira Unger. Cquote2.svg
— Presidente Lula em reunião no Palácio do Planalto para o lançamento do PAS em 8 de maio de 2008[28]

Partido dos Trabalhadores

Início, filiação e auge

Marina foi militante do Partido dos Trabalhadores (PT) por três décadas,[29] num movimento que ajudou a construir, participando das articulações políticas, defendendo as causas sociais e direitos humanos, porém ainda não era filiada de início. Encorajada principalmente por Chico Mendes, ela atende os pedidos de amigos e ingressa oficialmente na sigla, registrando-se em 1985 e logo disputando as eleições do ano seguinte. Foi no PT que Marina conseguiu embasamento para caracterizar seu perfil político e formar uma estrutura consolidada em aspectos que a levava a conquistar o seus objetivos. Durante esse longo período elegeu-se vereadora, deputada e senadora.[29]

Saída do PT

No dia 19 de agosto de 2009, Marina Silva anunciou sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT).[29] Afirmou que a decisão foi taciturna e a comparou com o fato de ter deixado a casa dos pais há 35 anos num seringal rumo a uma cidade grande.
Cquote1.svg Não se trata mais de fazer embate dentro de um partido em que eu estava há cerca de 30 anos, mas o embate em favor do desenvolvimento sustentável.

Certo é que desde 1997, Marina já propunha essa forma de desenvolvimento.[31]

Candidatura à Presidência

Em 2007, um movimento apartidário de cidadãos, denominado "Movimento Marina Silva Presidente", iniciou a defesa pública de sua candidatura à presidência da República. A repercussão internacional deste movimento fez com que o Partido Verde Europeu influenciasse o Partido Verde do Brasil a convidá-la para afiliar-se em seus quadros.[32] Assim, desde agosto de 2009, Marina foi cogitada a ser candidata à presidência da República pelo Partido Verde (PV).

Marina Silva em campanha, em 2010.

Em 11 de junho de 2010, anunciou oficialmente sua candidatura à Presidência da República, em uma convenção do Partido Verde na qual afirmou pretender ser a primeira mulher, negra e de origem pobre a governar o Brasil.[33]

No início de setembro, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, a candidata contava com 10% das intenções de voto, contra 50 % de Dilma Rousseff e 28 % de José Serra, número inferior aos votos nulos e brancos, que à época somavam 11 %.[34] Um dia antes do pleito, o instituto previa 16% do total de votos favoráveis à Marina, uma variação de 6 % em menos de um mês.[35] De acordo com o Ibope, em pesquisa do início do mês de setembro, Marina Silva teria 8 % dos votos totais, contra 51 % de favoráveis à Dilma Rousseff e 27 % favoráveis à José Serra.[36] Na pesquisa da véspera das eleições, o mesmo instituto previa para Marina 16% do total de votos, uma evolução de 8 % em um período de um mês.[37] O crescimento de Marina Silva no primeiro turno das Eleições brasileiras de 2010 foi denominado pela imprensa como "onda verde".[38]

Ao final do primeiro turno das Eleições Presidenciais de 2010, em 3 de outubro, Marina Silva obteve 19.636.359 votos, o que correspondeu a 19,33 % dos votos válidos, ocupando assim, o terceiro lugar na disputa que seguiu para o segundo turno entre Dilma Rousseff e José Serra.[39] O resultado foi maior do que previam as últimas pesquisas de intenção de votos. Os institutos Datafolha e Ibope, por exemplo, calculavam 17% dos votos válidos para Marina e chegavam a prenunciar a vitória de Dilma ainda no primeiro turno.[40]

Marina Silva obteve vitória sobre os outros candidatos em algumas capitais, como Brasília (41% dos votos válidos), Belo Horizonte (39% dos votos válidos) e Vitória (37% dos votos válidos). Ocupou a segunda colocação em estados como Rio de Janeiro (31% dos votos válidos), Amapá (29% dos votos válidos), Amazonas (25% dos votos válidos) e Pernambuco (20% dos votos válidos).[39]

Marina se tornou a candidata mais votada da história na legenda,[41] tornando-se destaque internacional em aliados do PV pelo mundo, principalmente na América do Sul e Europa, onde o partido vem ganhando força na última década. Marina foi lembrada pela Federação dos Partidos Verdes das Américas (FPVA) pela força que conquistou,[41] segundo o copresidente da FPVA, o mexicano Leonardo Álvarez, ela se tornou um ícone da legenda, tornando-se uma referência juntamente com Antanas Mockus, da Colômbia, que transformou o PV na segunda força eleitoral daquele país.[41]

Marina na cidade de Rio Branco, no dia das eleições.

Em relação ao resultado final das eleições, Marina usou de humildade e parabenizou a candidata eleita pela maioria, “Parabenizo a ministra Dilma por ter sido eleita presidente, e a primeira mulher presidente do Brasil”, disse.[42] A senadora desejou “boa sorte” a Dilma e afirmou que a nova presidente deve ter no cargo “a simplicidade dos pombos e a sagacidade das serpentes”.[42][43] Marina que se declarou "independente" em relação ao segundo turno, obteve sua neutralidade e não revelou o voto. Ainda pelo Twitter, Marina reforçou a parabenização dizendo: “a ministra Dilma era a candidata de uma parte dos brasileiros. A partir de agora, é a presidente eleita de todos nós nos próximos quatro anos.[42]

Saída do Partido Verde

Em 29 de junho de 2011, o jornal Correio do Brasil publicou uma nota informando que Silva estava prestes a se desfiliar do Partido Verde (PV). Segundo a reportagem, Marina autorizou seus aliados a buscarem abrigo temporário em outras legendas, enquanto a própria ex-candidata à presidencia recebeu convites do Partido Popular Socialista (PPS).[44]

Em 7 de julho de 2011, no evento "Encontro por uma nova política", realizado na Zona Oeste de São Paulo, anunciou oficialmente sua saída do Partido Verde (PV).[4] "Manter a coerência e seguir em frente, é o sentido de nosso gesto." disse Marina. Ela ressaltou também que a saída do partido não tem motivação eleitoral.
Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos.

Nova sigla

No dia 29 de junho de 2011, com os rumores que ela poderia se retirar do partido, publicaram que Marina não descartava a possibilidade da criação de uma nova legenda, juntamente com os demais que se desfiliassem.[4]

O movimento já existe, mas é necessário consolida-lo. O novo possível partido político ainda não recebeu denominação, criando uma repercussão e expectativas dos aliados, dos apoiadores e da própria sociedade. Segundo o deputado federal Alfredo Sirkis, o movimento terá como lema o tema "verde e cidadania", afirmou durante o evento que Marina Silva oficializava sua desfiliação.[4]

Prêmios e honrarias

Marina Silva anunciando a criação do Instituto Chico Mendes.

Em 1996, Marina Silva recebeu o Prêmio Goldman do Meio Ambiente pela América Latina e Caribe, nos Estados Unidos.[45] Onze anos depois, em 2007, por meio da Medida Provisória 366, ocupando o cargo de Ministra do Meio Ambiente, Marina desmembrou o Ibama e repassou a gestão das unidades de conservação da natureza federais para o Instituto Chico Mendes. No mesmo ano, recebeu o maior prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) na área ambiental - o Champions of the Earth (Campeões da Terra) - concedido a seis outras personalidades: o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore; o príncipe Hassan Bin Talal, da Jordânia
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Alexg (11-11-2011), Sann (11-11-2011)
11-11-2011, 01:17 AM
Resposta: #23
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Depois façam um resumo dessa coisa toda

Tudo o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado.
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11-11-2011, 01:19 AM
Resposta: #24
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Em 2008 recebeu o Eco & Peace Global Award, entregue durante a ECO 2008 - Conferência Mundial sobre Meio Ambiente e Cultura da Paz, realizada em Brasília. Outras personalidades também receberam honrarias, como Michael Kramer (pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha - Suíça); Pauli Gunter Pauli, da Bélgica, fundador da ZERI (Zero Emissions Research & Initiatives); Zilda Arns, também brasileira, fundadora da Pastoral da Criança; Washington Novaes, jornalista especializado em Meio Ambiente e Paulo Nogueira Neto, ex-ministro de Meio Ambiente.[48] Em 1 de abril de 2009, recebeu o prêmio norueguês Sofia, de 100 mil dólares, por sua luta em defesa da floresta amazônica. O motivo maior da homenagem recebida por Marina Silva, segundo a Fundação Sofia, foi a redução do desmatamento para o segundo nível mais baixo em vinte anos.[49][50]

Em 10 de outubro de 2009, recebeu o prêmio Mudanças Climáticas, oferecido pela Fundação Príncipe Albert II de Mônaco.[51] Foi considerada pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[52] Também foi considerada um dos 100 maiores protagonistas do ano de 2009 pelo jornal espanhol El País[53]

Em março de 2011, O perfil no Twitter de Marina, ganhou o prêmio Shorty Awards, considerado pelo estadunidense The New York Times como o "Oscar dos twitters". Entre os brasileiros, teve como indicados os perfis da presidente Dilma Rousseff e da Agência Senado, entre outros.[54]

Opinião, postura e críticas

Ao longo de sua trajetória política, Marina envolveu-se em polêmicas políticas e sociais. Defendeu o direito das escolas adventistas de ensinarem o criacionismo - como ela própria esclareceu depois, desde que também se ensinasse o evolucionismo. Segundo ela:
Marina sendo entrevistada.
No espaço da fé, a ciência tem todo o acolhimento. Eu gostaria que a fé tivesse o mesmo acolhimento da ciência.

Marina também posicionou-se contra as pesquisas com células-tronco embrionárias, tendo defendido a utilização de células-tronco adultas, e contra a descriminalização do aborto, embora seja favorável à realização de um plebiscito no Brasil para tratar do tema.

Disse ser contrária ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, embora tenha se posicionado favorável à união civil 'de bens' entre homossexuais.[57] Também diz ser contra a legalização de drogas ilícitas, como a maconha, apesar de também defender uma consulta popular sobre o tema.

Durante sua campanha em 2010, foi criticada por Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, mesma denominação religiosa da qual a parlamentar faz parte. Malafaia criticou-a por sua opinião em relação ao aborto, em defender um plebiscito, além de Marina, enquanto senadora, ter engavetado o projeto de lei da Câmara nº 16 de 2009, de autoria do deputado federal Filipe Pereira, que obrigaria todas as bibliotecas públicas brasileiras a colocar à disposição um exemplar da Bíblia Sagrada em seu acervo.

________________________________________________________________________

Realmente essa mulher melhorou muito a sua situação de vida econômica desde a sua primeira filiação ao PT, e parece que ganha muito dinheiro com essa causa ecológica, se envolvendo com partidos e organizações que usam a mesma bandeira verde para lucros rios de dinheiro.

Mas ainda continua sendo para mim uma incógnita, apesar que de parecer ser uma bandeira de vida essa causa ecológica, pode mesmo ser uma causa econômica de vida.

No site dela está fazendo ampla campanha pela revogação do NCF, e posso entender que isso se deve há uma oportunidade de alavancar seu nome politicamente para as próximas eleições, pois que essa lei nefasta com certeza está fazendo bem para muitas pessoas inescrupulosas que pensam há longo prazo.

Para ver mais visitem: http://www.minhamarina.org.br/home/home.php

E esse site faz uma campanha popular pela Marina Silva, provavelmente para se tornar Presidente da República: http://www.movmarina.com.br/

_____________________________________________________________________________

Ricardo Young

Ricardo Young Silva, o Ricardo Young, nasceu no dia 7 de fevereiro de 1957, em São Paulo. Empresário do ramo da educação, Ricardo tem sua trajetória ligada a projetos ambientais.

Entre outras atuações, foi o fundador do Instituto de Responsabilidade Social Empresarial no PNBE, presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos e fundador do Uniethos – divisão educacional do Instituto Ethos – do qual foi presidente até o final de 2005.

Assumiu a presidência do Instituto Ethos, com a passagem de Oded Grajew para a presidência do Conselho Deliberativo.

Filiado ao Partido Verde, Ricardo disputa uma vaga ao Senado. O empresário tem como primeiro suplente Marcos Mroz e Mara Prado como segunda suplente.

_________________________________________________________________________

Ricardo Young e do tipo de pessoa que lucra com qualquer oportunidade, e um de seus maiores projetos é o Ethos, que se denomina da seguinte maneira:

O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma associação de empresas sem fins lucrativos, criada com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa. Juridicamente é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip).

Não desenvolve atividades de consultoria, não autoriza ou credencia profissionais a oferecer qualquer tipo de serviço em seu nome nem se trata de entidade certificadora de responsabilidade social que fornece selos com essa função. O trabalho de orientação às empresas é voluntário, sem nenhuma cobrança ou remuneração.

Ou seja, ele ajuda centenas de empresas há se tornarem ambientalmente corretas, e ganha realmente muito dinheiro com isso.

O Instituto Ethos também participará do próximo Congresso das Nações Unidas que tratará de Meio Ambiente: O Rio +20.

E faz essa campanha no site Ethos:

Rio +20 - Ethos

____________________________________________________________________

Aqui expus toda a informação que achei sobre esse movimento Floresta Faz a Diferença na Internet, e que pode ter motivos políticos ou econômicos.

Apesar de a informação acima estar meio compartimentalizada demais, acredito que sirva de pesquisa para o pessoal do fórum sobre esse assunto do Novo Código Florestal, que está envolvendo muitos motivos políticos, econômicos e de soberania nacional, pois pode realmente se tratar dos primeiros passos a desagregação da Região Norte do restante do Brasil, e que já é matéria aprovada na ONU.

Os globalistas estão tomando iniciativas para privatizar ou tornar a região Norte de nosso país como patrimônio global, ou seja, para tornar o território virtualmente de todos, e para que possa ser devidamente dividido a todos os diretamente interessados na riqueza incomensurável de lá, que já está sendo roubada faz décadas através das ONG's.

Então espalhem a notícia de que a NOM pode estar agindo já em nosso território, com apoio político integral, e que se não tomarmos nenhuma iniciativa, podemos acordar um certo dia sem uma boa parte de nosso território, que será literalmente vendido para grandes multinacionais, que explorarão os recursos naturais, e usarão a terra vazia e destruída como lavoura de monoculturas transgênicas.

Não permitamos que esse absurdo aconteça, e que essas pessoas mal intencionadas tome o que é nosso e de nossas futuras gerações, usando de celebridades para espalharem seus objetivos nefastos, com roupagem de boas intenções.

Estejamos alertas para todo o movimento, e aprofundem o conteúdo que pesquisei, pois o meu tempo é curto e não pude fazer uma pesquisa mais detalhada sobre o conteúdo que achei.

Enriqueçam a discussão com novos argumentos, e se possível façamos um site somente para esse assunto, pois pode bem ser o assunto nacional mais importante que está ocorrendo na história do nosso país.

O nosso papel é alertar as pessoas para que elas fiquem cientes dessas barbaridades, e possam espalhar a outras, e isso se torne um movimento cada vez maior e mais inteligente. Temos essa responsabilidade pelo conhecimento que temos sobre a realidade.

Então avante irmãos!

Grande abraço a todos!
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Alexg (11-11-2011), comunicadointerno (11-11-2011), Lord Ravenous (11-11-2011), Sann (11-11-2011), Siouxsiesyw (08-05-2012)
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11-11-2011, 08:29 AM
Resposta: #25
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Complementando o que Clockwork descobriu. O golpe do NCF tem duas funções: monopólio da alimentação e biopirataria. O primeiro ja expliquei na abertura do tópico, o segundo é revelado em dois livros da Vandana Shiva (já passei um pro Clockwork. Quem quiser me enviem o e-mail para receber o livro) cuja a venda foi cancelada no Brasil (se lerem o livro vão descobri os motivos).

Ela revela que os acordos internacionais para proteção da biodiversidade apresentam pontos totalmente vagos ou ambíguos, estrategicamente implementados pela ONU ao considerar a biodiversidade como um "bem da humanidade". De fato é um bem da humanidade mas simplesmente colocar nesses termos sem nenhum tipo de restrição, fez abrir as fronteiras dos países do Sul para investidas de setores científicos internacionais para patenteamento de genes e pesquisas fitoterápicas.

Para a indústria farmacêutica e biotecnológica é o ouro verde. Rende bilhões de dólares em medicamentos e plantas patenteadas. Obviamente não querem ver a biodiversidade brasileira ser reduzida. É dinheiro jogado no lixo. Para tanto, a aprovação de uma lei estúpida e sem justificativas verdadeiramente científicas é necessária para consolidar o plano. A bandeira falsamente verde será levantada para salvar os biomas. Eu apoio a iniciativa, mas não do jeito que vai ser feito, pois bacias hidrográficas serão privatizadas e os recursos florestais ficarão exclusivas aos interesses corporativos, retirando o meio de vida das populações ribeirinhas.

A biodiversidade é um bem comum, mas um bem de usufruto para manutenção da vida no planeta e não de propriedade.

"Quando é preciso escolher entre a economia e a democracia,
nosso dever é salvar a economia."

Henry Kissinger

Se os esquerdistas tem aversão a meritocracia, quem faz dela algo exemplar?

Guinaldo
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Clockwork (11-11-2011), comunicadointerno (11-11-2011), Sann (11-11-2011)
11-11-2011, 08:38 AM (Resposta editada pela última vez em: 11-11-2011 12:53 PM por comunicadointerno.)
Resposta: #26
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Clockwork Gostaria de agradecer pela investigação,

Antes de continuar quero deixar claro meu posicionamento, sou contra o novo código florestal que para mim existe um plano como o objetivo facilitar a exploração das riquezas naturais do nosso país e em contra-partida favorecer a monopolização de distribuição de alimentos geneticamente modificados, esse plebiscito é a venda do território mais rico do Brasil aos banqueiros internacionais.

Em resumo existem duas vertentes nas informações aqui postadas, de uma lado os políticos e de outro lado os poderosos mega-empresários. Como sabemos, tanto políticos como mega-empresários estão no mesmo barco, possuem os mesmos objetivos.

Aqueles que ainda tinham esperança de ser um protesto legítimo das celebridades tenho uma má notícia. Esta onda de ativismo das celebridades é patrocinado pela Elite Brasileira que serve aos banqueiros internacionais. Tudo não passa apenas de mais um teatro para manipular e distrair o povo de um fato também grave a divisão do Estado do Pará.

[Imagem: OgAAACaRMCKLWA6zsWl2yFHfz1VX8Dnbk64Vlif9...xhXrsZ.jpg]






É meus caros amigos, os planos para a dominação territorial do Brasil estão a todo o vapor e está tudo acertado para o dia da Proclamação da República e para aqueles que gostam de numerologia, hoje é 11/11/2011 dia da entrega da soberania brasileira pela votação e aprovação do novo código florestal brasileiro.

Começa hoje também a campanha no rádio e na TV das frentes contra e a favor a criação dos estados de Carajás e Tapajós. O plebiscito que vai definir se os paraenses querem ou não o desmembramento do estado será realizado adivinhem que dia? No dia 11 de dezembro.

Continua...
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Alexg (11-11-2011), Clockwork (11-11-2011), Lord Ravenous (11-11-2011), Sann (11-11-2011)
11-11-2011, 10:30 AM
Resposta: #27
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
É realmente dramatico, mas o conceito de soberania para os EUA já deixou de existir há muito... basta vermos o socialismo-fascismo bilderberg-iluminati que por lá predomina. Diante disso os EUA e a Europa (outra socializada) acreditam que podem controlar todas as matas e territórios do Mundo via ONU. E nesse contexto eles comandam mesmo e portanto, em um país criado pela NOM assim como o nosso o que podemos esperar que aconteça?

Abs.

"Em tempos de enganosidade universal, dizer a verdade é um ato de restauração"

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Alexg (11-11-2011)
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11-11-2011, 11:25 AM
Resposta: #28
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Muito obrigado a todos por todas as informações...
Eu peguei a idéia principal, mas ainda estou um pouco confuso...
Vou estudar mais...

Abraços

"Seja a mudança que você quer ver no mundo".
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11-11-2011, 01:25 PM
Resposta: #29
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
O estudante Rafael Pinheiro Rocha, da Universidade de Brasília, foi agredido com um choque elétrico pela Polícia Legislativa quando protestava contra a aprovação do novo Código Florestal no Congresso Nacional.

[Imagem: 20111108233010490598e.jpg]


A agressão da polícia legislativa contra o estudante da UnB durante protesto contra a aprovação do novo Código Florestal mostra como essa corporação age. O estudante sofreu uma descarga elétrica e ficou paralisado simplesmente por se manifestar contra um projeto criminoso.


[Imagem: rafael-rocha-choque-senado_143717.jpg]


O estudante Rafael Pinheiro Rocha, da Universidade de Brasília, foi agredido com um choque elétrico pela Polícia Legislativa quando protestava contra a aprovação do novo Código Florestal no Congresso Nacional.


Assim que os senadores aprovaram o relatório do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), favorável ao projeto de Aldo Rebelo, um grupo de estudantes que protestavam no local mantiveram as manifestações contrárias ao projeto.

Os policiais legislativos começaram a reprimir os estudantes e um deles agarrou um estudante. Rafael Rocha foi tentar ajudar o estudante que era carregado pelo policial quando quatro policiais o arrastaram pelo corredor e deram choque elétrico nele com uma pistola.

O disparo da descarga elétrica provoca uma obstrução da comunicação entre o cérebro e os músculos e paralisa a pessoa.

Rafael caiu no chão imediatamente e ficou paralisado. "Foi uma dor terrível. Meu coração disparou e eu não conseguia mexer os braços. Só lembro de, segundos depois, ter sido carregado até a delegacia do Senado. Lá, me algemaram e me mantiveram em uma espécie de cela", disse o estudante.

Rafael Rocha ainda foi autuado por “resistência à prisão”, quando o que estava fazendo no momento era ajudar um amigo que tinha sido arrastado por um policial.

O chefe de gabinete da polícia do Senado disse que os policiais “reagiram”, porque os estudantes estavam colando cartazes na parede (!).
O fato serve de demonstração da atuação da polícia. Os estudantes não podem protestar em um espaço público, que é o Congresso Nacional, sob o risco de sofrerem descargas elétricas, mas os senadores corruptos podem aprovar um projeto rejeitado pela população, que somente agrada a um punhado de latifundiários.

A função da polícia é proteger os criminosos da população. O caso revela que toda a campanha da imprensa no caso da USP de que a PM é para proteger os estudantes é uma farsa. A polícia serve para reprimir a maioria da população e proteger um punhado de privilegiados.

Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=58159
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Alexg (11-11-2011), Clockwork (11-11-2011), Lord Ravenous (11-11-2011), Sann (11-11-2011)
11-11-2011, 01:50 PM
Resposta: #30
RE: [URGENTE!] Novo Código Florestal, Revolução Verde e os Bilderbergs
Comentário de Angela Pinheiro:

"Sou a mãe do Rafael e estou indignada com a estúpida agressão sofrida por ele apenas por querer demonstrar sua posição brasileira em defesa da maioria da população na casa que deveria ser do povo brasileiro. Ainda não acabou, pois além de tudo ainda pretendem processá-lo. Espero que a imprensa continue atenta às ações que ainda podem estar por vir."

"Seja a mudança que você quer ver no mundo".
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Clockwork (21-11-2011), Lord Ravenous (11-11-2011), Sann (11-11-2011)
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