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Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
Alguém viu isso na mídia televisiva?
A petrolífera Chevron ainda não conseguiu controlar o vazamento de petróleo em um poço operado pela empresa na Bacia de Campos. O poço está situado no Campo de Frade, a 370 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em uma profundidade de 1,2 mil metros. A Chevron já iniciou os procedimentos para fechar e abandonar o poço.
De acordo com nota divulgada hoje (4) pela companhia petrolífera, a mancha de óleo está a 120 quilômetros da costa do município fluminense de Campos e se desloca para alto-mar. Dezoito barcos da companhia e de outras empresas que operam na região estão no local do vazamento, auxiliando no trabalho de contenção, recolhimento e dispersão do óleo, considerado pesado.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), divulgou nota no início da noite informando que aprovou o plano de abandono do poço apresentado pela Chevron. O plano prevê, na primeira etapa, o uso de lama pesada para “matar” o poço. Depois, o poço será cimentado para fechar o vazamento de forma definitiva.
A provável origem do vazamento é um poço de avaliação, fechado na última quarta-feira (9), de forma preventiva. A Chevron calcula que estão vazando para o Oceano Atlântico de 400 a 650 barris por dia. Mas para a ANP, o vazamento é menor, entre 200 e 330 barris diários. A mancha de óleo tem 163 quilômetros quadrados de área, aproximadamente metade da área da Baía de Guanabara.
Chevron estima vazamento de 404 a 650 barris no Brasil
Petroleira norte-americana interrompeu as atividades de perfuração no Campo de Frade, na Bacia de Campos
Dilma pede investigação rigorosa de vazamento de óleo em Campos
Vazamento de 60 barris de petróleo ocorreu na quarta-feira (9) no campo de Frade, na Bacia de Campos
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RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
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Se fosse a Petrobras…Mas é a Chevron
A Sedco 706, plataforma de perfuração da mesma empresa do acidente do Golfo, nas proximidades da qual ocorreu o acidente da Chevron
Ainda não se pode dizer quais são as causas do acidente que provocou o vazamento de, ao que parece, uma pequena quantidade de petróleo no campo de Frade, operado pela petroleira norteamericana Chevron, a 350 km do litoral fluminense.
Mas algumas coisa já se pode dizer, sim.
A primeira é que a empresa demorou pelo menos 24 horas a admitir o problema e, quando o fez, foi por uma nota marota, dizendo que se tinha detectado o vazamento “entre o campo de Frade e o de Roncador – que é operado pela Petrobras - quando, na verdade, ele se deu bem próximo de uma de suas plataformas de perfuração, a Sedco706, da Transocean, a mesma proprietária da Deepwater Horizon, que provocou o acidente no Golfo do México, segundo informações do Valor Econômico.
A segunda é que esta história de falha geológica é algo que precisa ser muito bem apurado, pois não é provável que falhas geológicas capazes de provocar um derramamento no mar – e que, portanto, não podem ser em grande profundidade na rocha do subsolo, porque haveria, neste caso, um provável tamponamento natural – possam deixar de ser percebidas nos detalhados estudos sísmicos que precedem a perfuração.
A terceira, e mais importante, é que não houve um tratamento escandaloso do assunto pela mídia, como certamente haveria se o campo em questão fosse operado pela Petrobras. A esta altura, até os peixes do oceano estariam dando declarações contra e empresa. Aliás, mesmo com o vazamento da Chevron, o destaque nos jornais é para a queda de 26% no lucro da Petrobras, mesmo sabendo que essa queda é essencialmente contábil , pela desvalorização cambial ocorrida desde agosto e que não se repetirá no último trimestre, dando à empresa um lucro recorde em sua história.
Por isso, foi extremamente acertada a posição da presidenta Dilma Rousseff de determinar a investigação rigorosa do caso. O petróleo de nosso litoral pode ser explorado sem danos ao meio ambiente e deve se-lo, qualquer que seja a empresa a fazê-lo.
E a imprensa, tão zelosa e meticulosa quando se trata da nossa Petrobras, certamente não está dando pouca importância ao caso por se tratar da Chevron, uma multi com boas reações de diálogo com o senhor José Serra, como revelou o Wikileaks.
É importante que se apure, porque um acidente no leito oceânico é imensamente mais grave que um provocado por um desengate de mangueira ou rompimento de duto. Estes, assim que se fecham as válvulas, cessa, mesmo que tenha sido grande. Um vazamento no leito oceânico, no poço ou na estrutura geológica que o rodeia é mais sério, pois exige, como se viu no Golfo, complicadíssimos e demorados procedimentos de vedação para ser detido.
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RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
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As duas fotos aí de cima foram publicadas pelo blog SkyTruth ,especializado em interpretação de foto de satélites com fins ambientais, mantido pelo geógrafo John Amos, e registram em dois momentos o que é identificado como sendo a mancha de óleo provocada pelo vazamento provocado pela Chevron-Texaco e que está sendo mantido na sombra pela imprensa.
Cheguei até elas pela dica do leitor Henrique, que parece ser mais eficiente que toda a imprensa brasileira reunida.
Aliás, os próprios releases dizem que há 18 navios trabalhando no combate ao vazamento. Devem ser navios-fantasmas, como é a direção da Chevron. Não têm nome, não têm comandante, não tem tripulação, não têm coordenadores. Não há uma pessoazinha que seja, com nome e sobrenome, que diga: “olha, as coisas aqui estão assim ou assado”.
Ninguém tem uma máquina fotográfica, uma filmadora, um reles celular que tire fotos. Internet, então, nem pensar.
Será que vamos ter que esperar que coloquem uma mensagem na garrafa, para que a nossa imprensa publique algo além de notas oficiais?
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RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
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Vazamento da Chevron. Cadê a Globo?
Por Altamiro Borges
Há cerca de uma semana ocorrem vazamentos de petróleo no poço da Chevron-Texaco no Campo do Frade, na Bacia de Campos (RJ). Estima-se que estejam sendo lançados ao mar de 200 a 330 barris de óleo por dia. Apesar da gravidade do acidente ambiental, a mídia corporativa tem evitado dar destaque ao assunto. Será que ela recebe algum “mensalão” da multinacional estadunidense?
Nos jornalões, apenas pequenas notas da assessoria de imprensa da corporação. Um dos tecnocratas da incompetente Chevron chegou a culpar a natureza pelo acidente. Nas televisões, o silêncio é criminoso, conforme criticou Fernando Brito, do blog Tijolaço. É como se o acidente não existisse. Caso o desastre ocorresse numa plataforma da Petrobras, a mídia privatista faria o maior escândalo.
Dois motivos da mídia privatista
Há informações de que 18 navios já trabalham na contenção do vazamento. Mas a mídia nada fala. “Devem ser navios-fantasmas, como é a direção da Chevron. Não têm nome, não têm comandantes, não tem tripulação... Será que vamos ter que esperar que coloquem uma mensagem na garrafa para que a nossa imprensa publique algo além de notas oficiais?”, ironiza Fernando.
O silêncio criminoso da mídia tem duas explicações. Uma econômica, já que as multinacionais do petróleo gastam bilhões em anúncios publicitários nas revistonas, jornalões e emissoras de TV. Seria um tipo de “mensalão” para comprar a sua cumplicidade. A outra razão é política, ideológica. A mídia privatista e entreguista sempre defendeu os interesses das multinacionais do petróleo.
Um histórico de traição e entreguismo
Historicamente, ela foi contra a criação da Petrobras no governo Getúlio Vargas e contra a campanha “O petróleo é nosso”. Ela dizia que não existia petróleo no Brasil. Monteiro Lobato foi um dos primeiros a contestar esta visão derrotista. Depois da descoberta das primeiras reservas, a mídia colonizada passou a difundir que o país seria incapaz de extrair e refinar esta riqueza natural.
Mais recentemente, com a descoberta do pré-sal, ela bombardeou a proposta do governo Lula de alterar os contratos no setor – de concessão para partilha. O ex-presidente também deu mais força à Petrobras, que passou a ser a operadora exclusiva nos campos do pré-sal. Estas mudanças irritaram a mídia privatista, defensora da Chevron e das outras multinacionais do setor.
As revelações do WikiLeaks
Também neste ponto, a mídia entreguista e o candidato José Serra tiveram total concordância. Segundo documentos vazados pelo WikiLeaks, o tucano se comprometeu a rever o marco regulatório da exploração do pré-sal. Um telegrama diplomático dos EUA, de dezembro de 2009, confirma a subserviência do presidenciável do PSDB diante das poderosas multinacionais do setor:
“Deixa estes caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patrícia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron. Outros documentos vazados mostram que os EUA se empenharam para evitar a mudança nos contratos do setor e para inviabilizar a Petrobras como “operadora-chefe” do pré-sal.
O silencio diante do grave vazamento no Campo do Frade não é por acaso. Os interesses alienígenas ainda são muito influentes no Brasil, principalmente na sua mídia colonizada e corrompida.
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RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
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Chevron, enfim, vira caso de polícia
Agora a mídia não vai poder mais varrer para debaixo do tapete as circunstâncias do acidente que está causando um imenso desastre ambiental, sob seu silêncio, há uma semana.
Como havia determinado a presidenta Dilma Rousseff, iniciou-se a investigação oficial sobre o vazamento de petróleo provocado pela Chevron no Campo de Frade, a 370 km da costa do Rio de Janeiro.
E é com a Polícia Federal, sem muita “gracinha”.
O delegado Fábio Scliar, da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Polícia Federal, já mandou agentes lá – onde a imprensa não se interessou em ir – e é bem objetivo em suas declarações no G1:
“(…)técnicos da PF estiveram na plataforma nesta quinta-feira (15) e encontraram divergências sobre o que foi informado pela Chevron sobre o vazamento. Entre elas estão a quantidade de navios que recolhem o óleo no local (a empresa afirmou que são 17 e a PF encontrou apenas um, de acordo com o delegado), o tempo para a selagem do poço e o tamanho da mancha de óleo. “Eles disseram que a mancha vem diminuindo e ela vem aumentando”.
Meu Deus, e a gente perguntando aqui quais eram os navios, onde estavam, como é que se estava medindo a mancha, caçando fotos de satélite, enquanto o nossa mídia ficava inerte!
Agora que não podem mais esconder, anotem o que digo, vão fazer o possível para jogar responsabilidades sobre a Petrobras, que não tem qualquer envolvimento nas operações desenvolvidas no campo.
Atenção para os nomes:
* BlackRock Institutional Trust Company, N.A.
* JP MORGAN CHASE & COMPANY
* VANGUARD GROUP, INC. (THE)
Existe tópico tratando desses nomes do fórum.
Não há governo que enfrente essas corporações, pq eles comem da mão desses banqueiros e corporações. Fica bem claro que o planeta é na verdade governado por eles e para atender os seus interesses.
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RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
Tava vendo o Jornal do SBT agora. E falou que a Chevron esta sendo investigada pela PF mesmo tendo oposição o governo (o Ministros de Minas e Energia Edson Lobão defendeu a Chevron com unhas e dentes). A PF falou com um perito chamado as pressas pela Chevron e ele falou que não se sabe quando a Chevron vai poder fechae o vazamento.
O jornal tambem mostrou que só um navio trabalha pra conter o vazamento mas a chevron afirma que eles estão usando 17 navios. Mentirosos eles né?
Depois pro povo esquecer a noticia, o jornal passou pro futebol, pra nenhuma ovelha lembrar nem onde fica a bacia de campos. É a vida
RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
PF investiga se Chevron perfurou 500 metros além do permitido
A Polícia Federal investiga se a petroleira Chevron perfurou além do que estava previsto na área de Frade, na bacia de Campos, onde um vazamento de petróleo ocorre há pelo menos oito dias.
"Parece que eles avançaram 500 metros além do que deveriam", disse à Reuters o delegado Fábio Scliar, chefe da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF.
A informação, segundo o delegado, foi dada a policiais que visitaram o local por um funcionário da própria empresa, ligado às atividades de perfuração.
O delegado afirma que a empresa não tem informado com clareza o que realmente acontece no local do vazamento.
"Depois da perfuração deles, abriu-se uma trinca no fundo do mar e essa trinca tem mais de 300 metros de extensão".
O delegado se queixa da falta de informação sobre o que está sendo feito para fechar a fenda, de onde está vazando o petróleo.
Em comunicado, a Chevron informou que está cimentando o poço, reiterando que abandonará as atividades de busca por petróleo no local.
A ANP, órgão regulador brasileiro, por sua vez, informou no fim da tarde desta quinta-feira que a primeira etapa da cimentação foi realizada com sucesso.
A empresa diz que a mancha de óleo sobre o local equivale a um volume de cerca de 65 barris. Já a ANP informara um volume estimado entre 220 e 330 barris por dia de vazamento.
A Chevron, segundo o delegado, contratou uma empresa especializada em fechar buracos no fundo do mar.
SEM PREVISÃO DE FECHAR
"O especialista diz que não há previsão para fechar o vazamento da trinca e eu acredito piamente nele porque diante de uma trinca de mais de 300 metros no fundo do mar a mais de 1,2 mil metros de profundidade, ele vai dizer: amanhã eu fecho?!", questionou o delegado.
Na segunda-feira, a Chevron admitiu que as atividades de perfuração na região podem ter provocado a fenda de onde o petróleo está vazando, após reportagem da Reuters.
A Polícia Federal abriu inquérito para apurar possível negligência da Chevron no tratamento do vazamento.
Em resposta à ação da Polícia Federal, a petroleira norte-americana disse que "continua informando e cooperando integralmente com as agências do governo brasileiro como parte de sua resposta ao incidente".
RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
Mesma coisa que aconteceu no Golfo do México. Impossível conter, vai ser até comentado, mas esquecido em breve. Enquanto isso, milhares de milhões de animais marinhos vão morrendo, até chegar a costa, aí vamos ver o tamanho do estrago.
18-11-2011, 08:21 PM (Resposta editada pela última vez em: 18-11-2011 08:22 PM por Novus Ordo.)
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O(s) seguinte(s) 3 usuários diz(em) obrigado a
Novus Ordo pelo seu post:3 usuários diz(em) Agradece a Novus Ordo pelo seu post Cypher3 (18-11-2011), Equites_Levis (21-11-2011), Guevara (18-11-2011)
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RE: Vazamento de óleo na Bacia de Campos chega a 163Km². Chevron não controla vazamento
Bem observado, e pelo que parece é uma enorme rachadura no leito do oceano.
A mídia e o governo vassalo está em total campanha pela proteção dos interesses da Chevron. Ou seja, quem manda no Brasil são as corporações sionistas, a politicagem é apenas marionete.
Cabe lembrar que a Chevron tb possui o mesmo problema na Angola.